UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
- UFAL
Planejamento Currículo Avaliação e
Aprendizagem
GRUPO 3 – Gianni Leal, João Marques e Williams Nobre4º Período
AVALIAÇÃO
INOVAÇÃO OU VAIDADE?
Planejamento Currículo Avali...
PALESTRANTE: Williams Nobre4º Período
1. Avaliação! Inovação ou Novidade?
Inovação ou
vaidade?
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Seleção
Competê...
PALESTRANTE: Williams Nobre4º Período
A aprendizagem acontece através de ensaios, erros e
acertos, avanços e tropeços; um ...
PALESTRANTE: Williams Nobre4º Período
“O facto da avaliação formativa estar ligada à
diferenciação do ensino não é uma des...
PALESTRANTE: Williams Nobre4º Período
Continuação
a rigidez dos horários ou qualquer outra imposição fazem do
ensino expos...
PALESTRANTE: Williams Nobre4º Período
Perrenoud descreve então a avaliação oscilando
entre duas lógicas: a tradicional, a ...
PALESTRANTE: João Marques4º Período
2. Avaliação a serviço da seleção?
Perrenoud descreve então a avaliação oscilando
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Continuação
A nota é uma mensagem que não diz, de início, ao
aluno o que ele sabe, mas...
PALESTRANTE: João Marques4º Período
3. Ou uma Avaliação a serviço da aprendizagem?
Para Huberman, seu papel, na perspectiv...
PALESTRANTE: João Marques4º Período
Continuação
Se a avaliação formativa nada mais é do que uma
maneira de regular a ação ...
PALESTRANTE: João Marques4º Período
Continuação
Nenhum médico se preocupa em classificar seus
pacientes, do menos doente a...
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GRUPO
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4. Competências e Saberes
Administrar a
progressão das
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i. Conc...
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5. Conclusão
A avaliação formativa assume todo seu sentido no
âmbito de uma estratég...
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  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL Planejamento Currículo Avaliação e Aprendizagem
  2. 2. GRUPO 3 – Gianni Leal, João Marques e Williams Nobre4º Período AVALIAÇÃO INOVAÇÃO OU VAIDADE? Planejamento Currículo Avaliação e Aprendizagem
  3. 3. PALESTRANTE: Williams Nobre4º Período 1. Avaliação! Inovação ou Novidade? Inovação ou vaidade? Avaliação - Seleção Competências e saberes Conclusão Avaliação - Aprendizagem Menu Interativo GRUPO 3 Mudar a avaliação é tocar na menina dos olhos! Assim é a reação de grande parte dos avaliadores, sejam da educação ou de outras áreas. No entanto, é preciso traçar novas estratégias avaliativas, desencadeando as mudanças necessárias. É fácil afirmar que mudanças ocorrerão principalmente, às escalas da avaliação quantitativa, como por exemplo: cálculo das médias, tempo entre as provas e etc. Até porque cada mudança tem o seu valor. Mas é preciso focar a discussão, no sentido de uma avaliação formativa. Buscando na verdade uma avaliação que ajude o aluno a aprender e o professor a ensinar. Tomando como base a idéia de que a aprendizagem nunca é linear.
  4. 4. PALESTRANTE: Williams Nobre4º Período A aprendizagem acontece através de ensaios, erros e acertos, avanços e tropeços; um indivíduo aprenderá melhor se o seu meio lhe proporcionar uma interação cultural permitindo assim um amadurecimento maior. Sob uma abordagem pragmática da avaliação formativa, pressupomos uma visão mais ampla da observação, da intervenção e da regulação. A articulação necessária entre a avaliação formativa e a diferenciação do ensino: Continuação GRUPO 3 Inovação ou vaidade? Avaliação - Seleção Competências e saberes Conclusão Avaliação - Aprendizagem Menu Interativo
  5. 5. PALESTRANTE: Williams Nobre4º Período “O facto da avaliação formativa estar ligada à diferenciação do ensino não é uma descoberta quando nos situamos no campo das pedagogias de maestria ou semelhantes (Huberman, 1988). A avaliação formativa aparece então como uma componente necessária de um dispositivo de individualização das aprendizagens e de diferenciação das intervenções e dos meios pedagógicos, e mesmo dos passos de aprendizagem ou dos ritmos de progressão, ou ainda dos próprios objectivos. (...) É inútil insistir na avaliação formativa onde não existe nenhum espaço manobra para os professores, onde a diferenciação não passa de um sonho nunca realizado, porque as condições de trabalho, o número de alunos nas turmas, a sobrecarga dos programas, GRUPO 3 Continuação Inovação ou vaidade? Avaliação - Seleção Competências e saberes Conclusão Avaliação - Aprendizagem Menu Interativo
  6. 6. PALESTRANTE: Williams Nobre4º Período Continuação a rigidez dos horários ou qualquer outra imposição fazem do ensino expositivo uma fatalidade ou quase (Perrenoud, 1991b). Segundo Perrenod, observar e avaliar os alunos em situações de aprendizagens de acordo com uma abordagem formativa, fazer balanços periódicos de competências e tomar decisões de progressão é fundamental para administrar a progressão das aprendizagens. Avaliar é, para Perrenoud, cedo ou tarde, criar hierarquias de excelência, privilegiar um modo de estar em aula e no mundo, valorizar formas e normas de excelência, definir um aluno modelo, aplicado e dócil para uns, imaginativo e autônomo para outros. GRUPO 3 Inovação ou vaidade? Avaliação - Seleção Competências e saberes Conclusão Avaliação - Aprendizagem Menu Interativo
  7. 7. PALESTRANTE: Williams Nobre4º Período Perrenoud descreve então a avaliação oscilando entre duas lógicas: a tradicional, a serviço da seleção (hierarquia das excelências) e a emergente, a serviço das aprendizagens (regulação das aprendizagens), lembrando, entretanto, que na realidade há muitas outras lógicas envolvendo o tema da avaliação. GRUPO 3 Continuação Inovação ou vaidade? Avaliação - Seleção Competências e saberes Conclusão Avaliação - Aprendizagem Menu Interativo
  8. 8. PALESTRANTE: João Marques4º Período 2. Avaliação a serviço da seleção? Perrenoud descreve então a avaliação oscilando entre duas lógicas: a tradicional, a serviço da seleção (hierarquia das excelências) e a emergente, a serviço das aprendizagens (regulação das aprendizagens), lembrando, entretanto, que na realidade há muitas outras lógicas envolvendo o tema da avaliação. Como mostrou Chevallard, no que tange aos professores de matemática do secundário as notas fazem parte de uma negociação entre o professor e seus alunos ou, pelo menos, de um arranjo. Elas permitem que ele os faça trabalhar, conseguir sua aplicação, seu silêncio, sua concentração, sua docilidade em vista do objetivo supremo: passar de ano. GRUPO 3 Inovação ou vaidade? Avaliação - Seleção Competências e saberes Conclusão Avaliação - Aprendizagem Menu Interativo
  9. 9. PALESTRANTE: João Marques4º Período Continuação A nota é uma mensagem que não diz, de início, ao aluno o que ele sabe, mas o que pode lhe acontecer "se continuar assim até o final do ano". Mensagem tranqüilizadora para uns, inquietante para outros, que visa também aos pais, com a demanda implícita ou explícita de intervir "antes que seja tarde demais". GRUPO 3 Inovação ou vaidade? Avaliação - Seleção Competências e saberes Conclusão Avaliação - Aprendizagem Menu Interativo
  10. 10. PALESTRANTE: João Marques4º Período 3. Ou uma Avaliação a serviço da aprendizagem? Para Huberman, seu papel, na perspectiva de uma pedagogia de domínio, não era mais criar hierarquias, mas delimitar as aquisições e os modos de raciocínio de cada aluno o suficiente para auxiliá-lo a progredir no sentido dos objetivos. Assim nasceu, senão a própria ideia de avaliação formativa desenvolvida originalmente por Scriven em relação aos programas, pelo menos sua transposição à pedagogia e às aprendizagens dos alunos. Para se tornar uma prática realmente nova, seria necessário, entretanto, que a avaliação formativa fosse a regra e se integrasse a um dispositivo de pedagogia diferenciada. GRUPO 3 Inovação ou vaidade? Avaliação - Seleção Competências e saberes Conclusão Avaliação - Aprendizagem Menu Interativo
  11. 11. PALESTRANTE: João Marques4º Período Continuação Se a avaliação formativa nada mais é do que uma maneira de regular a ação pedagógica, por que não é uma prática corrente? Quando um artesão modela um objeto, não deixa de observar o resultado para ajustar seus gestos e, se preciso for, "corrigir o alvo", expressão comum que designa uma faculdade humana universal: a arte de conduzir a ação pelo olhar, em função de seus resultados provisórios e dos obstáculos encontrados. Cada professor dispõe dela, como todo mundo. Ele se dirige, porém, a um grupo e regula sua ação em função de sua dinâmica de conjunto, do nível global e da distribuição dos resultados, mais do que das trajetórias de cada aluno. A avaliação formativa introduz uma ruptura porque propõe deslocar essa regulação a nível das aprendizagens e individualizá-la. GRUPO 3 Inovação ou vaidade? Avaliação - Seleção Competências e saberes Conclusão Avaliação - Aprendizagem Menu Interativo
  12. 12. PALESTRANTE: João Marques4º Período Continuação Nenhum médico se preocupa em classificar seus pacientes, do menos doente ao mais gravemente atingido. Nem mesmo pensa em lhes administrar um tratamento coletivo. Esforça-se para determinar, para cada um deles, um diagnóstico individualizado, estabelecendo uma ação terapêutica sob medida. A avaliação formativa deveria ter a mesma função em uma pedagogia diferenciada. Com essa finalidade, as provas escolares tradicionais se revelam de pouca utilidade, porque são essencialmente concebidas em vista mais do desconto do que da análise dos erros, mais para a classificação dos alunos do que para a identificação do nível de domínio de cada um. GRUPO 3 Inovação ou vaidade? Avaliação - Seleção Competências e saberes Conclusão Avaliação - Aprendizagem Menu Interativo
  13. 13. PALESTRANTE: Williams Nobre4º Período GRUPO 3 4. Competências e Saberes Administrar a progressão das aprendizagens i. Conceber e administrar situações- problema ajustadas ao nível e às possibilidades dos alunos. ii. Adquirir uma visão longitudinal dos objectivos do ensino. iii. Estabelecer laços com as teorias subjacentes às actividades de aprendizagem. iv. Observar e avaliar os alunos em situações de aprendizagem, de acordo com uma abordagem formativa. v. Fazer balanços periódicos de competências e tomar decisões de progressão. Inovação ou vaidade? Avaliação - Seleção Competências e saberes Conclusão Avaliação - Aprendizagem Menu Interativo
  14. 14. PALESTRANTE: Williams Nobre4º Período 5. Conclusão A avaliação formativa assume todo seu sentido no âmbito de uma estratégia pedagógica de luta contra o fracasso e as desigualdades, que está longe de ser sempre executada com coerência e continuidade. O professor que deseja praticar uma avaliação formativa deve reconstruir o contrato didático de forma transparente e coerente contra os hábitos adquiridos por seus alunos, para que seja capaz de conseguir o máximo possível de cooperação dos mesmos. GRUPO 3 Inovação ou vaidade? Avaliação - Seleção Competências e saberes Conclusão Avaliação - Aprendizagem Menu Interativo

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