Avaliacao na aprendizagem

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Avaliacao na aprendizagem

  1. 1. AVALIAÇÃO NA ALFABETIZAÇÃO
  2. 2. Fonte: http://www.clubedamafalda.blogspot.com.br
  3. 3. [...] avaliar é um ato pelo qual, através de uma disposição acolhedora, qualificamos alguma coisa (um objeto, ação ou pessoa), tendo em vista, de alguma forma, tomar uma decisão sobre ela; e no caso de pessoas, junto com elas... Quando atuamos junto a pessoas, a qualificação e a decisão necessitam de ser dialogadas. O ato de avaliar não é um ato impositivo, mas sim dialógico, amoroso e construtivo. (LUCKESSI, 2003, p. 37)
  4. 4. “aprender para aprender e não só para avaliar” A serviço de quem avaliamos? Deve ser sempre (em qualquer circunstância, momento e lugar) a serviço dos alunos que aprendem.
  5. 5. PENSAMENTO TRADICIONAL  Mediação  Mensuração  Prontidão  Programas de Educação Compensatória  Propósito classificatório e seletivo
  6. 6. Uma vez diagnosticado que elas estavam “aptas” para iniciar esse processo, cabia ao professor, que seguia um determinado método, apresentar as unidades sonoras (sílaba, fonema) em uma sequência pré-estabelecida, unidades estas que deveriam ser memorizadas pelos alunos. Como abordado por Albuquerque e Morais (2006, p. 129)
  7. 7. FIZEMOS ... Avaliava-se se os alunos estavam aprendendo o código alfabético na perspectiva da memorização das unidades apresentadas/ensinadas pelo professor e presentes no livro didático utilizado.
  8. 8. REFLEXOS EDUCATIVOS “A prática de avaliação era excludente, pois desconsiderava o sujeito em suas singularidades e não considerava suas experiências/conhecimentos prévios, assim como seus percursos de aprendizagem.”
  9. 9. DIÁLOGOS IMPORTANTES “... Significa que já compreendemos que o nosso problema não é apenas ensinar a ler e a escrever, mas é, também, e sobretudo, levar os indivíduos – crianças e adultos – a fazer uso da leitura e da escrita, envolver-se em práticas sociais de leitura e de escrita”. (SOARES, 2003, p.58)
  10. 10. OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO a) Identificar os conhecimentos já construídos pelos alunos. b) Decidir sobre a necessidade ou não de retomar o ensino de certos itens já ensinados ou de usar estratégias de ensino alternativas, a partir da verificação do que os alunos aprenderam; c) Decidir se os alunos estão em condições de progredir para um nível (série, ciclo, etc.) escolar mais avançado. (LEAL, 2003, p 15)
  11. 11. INSTRUMENTOS AVALIATIVOS 1.cadernos de registros dos estudantes; 2.os portfólios com a coletânea de atividades/registros. 3.a ficha de acompanhamento individual (de cada aluno) e coletiva (da classe).
  12. 12. AVALIAÇÃO NA ALFABETIZAÇÃO A concepção de avaliação que adotamos parte da defesa da não repetência, considerando o processo avaliativo não como instrumento de exclusão, mas caracterizando-o como contínuo, inclusivo, regulador, prognóstico, diagnóstico, emancipatório, mediador, qualitativo, dialético, dialógico, informativo, formativo- regulador. Segundo Leal (2003, p. 30)
  13. 13. AVALIAÇÃO NA ALFABETIZAÇÃO  FINALIDADES PROPOSTAS DE UMA AVALIAÇÃO FORMATIVA: “[...] avaliar para identificar conhecimentos prévios; avaliar para conhecer as dificuldades e planejar atividades adequadas; avaliar para verificar o aprendizado e decidir o que precisa retomar; avaliar para verificar se os alunos estão em condição de progredir; avaliar para verificar utilidade/validade das estratégias de ensino; avaliar as estratégias didáticas para redimensionar o ensino.”
  14. 14. PERGUNTA-SE??? AVALIAR: Por quê? Para que? Para quem? Onde? Quando? O quê? Como? Com quem? Quais os resultados empreendidas? das ações
  15. 15. INTERAGINDO... O QUE TEMOS E COMO FAREMOS? Avaliação Diagnóstica Avaliação Formativa
  16. 16. AVALIAÇÃO NA ALFABETIZAÇÃO A Provinha Brasil pode ser utilizada com o objetivo de se analisar os conhecimentos dos estudantes e definir prioridades e estratégias didáticas para garantir que os direitos de aprendizagem sejam efetivados. No terceiro ano, deve-se dar continuidade ao processo, consolidando o que foi aprendido e promovendo-se novas aprendizagens.
  17. 17. AVALIAÇÃO NA ALFABETIZAÇÃO Consideramos, portanto, a importância da elaboração de uma proposta de continuidade e aprofundamento dos conhecimentos a serem explorados na busca pela efetivação da progressão escolar da criança e de suas aprendizagens a cada ano do ciclo, garantindo o seu direito à alfabetização em tempo oportuno.
  18. 18. COMPROMISSO DE TODOS ALFABETIZAR LETRANDO NOSSA BUSCA...
  19. 19. VÍNCULOS EDUCATIVOS COMPROMISSO  COMPETÊNCIA  APRENDER FAZENDO  CUIDADO  ARTE DE ENSINAR/ENSINANDO  ARTE DE EDUCAR/EDUCANDO  ARTE DE LER/LENDO  ARTE DE ESCREVER/ESCREVENDO 
  20. 20. PACTO COM A VIDA... EDUCADOR EDUCANDO COMUNIDADE EDUCATIVA SOCIEDADE APRENDENTE FAZEDORES EDUCATIVOS EM GERAL
  21. 21. Avaliar para incluir Avaliamos para favorecer aprendizagens e não para Legitimar desigualdades perversas que servem, na maior parte das vezes, para promover a exclusão e a
  22. 22. Avaliação na Alfabetização O objetivo de avaliar, nessa abordagem, não é reter as crianças em uma mesma etapa escolar, mas, sim, garantir que as aprendizagens não consolidadas em uma determinada etapa escolar.
  23. 23. Constatação... A reprovação provoca, via de regra construção de uma auto imagem negativa de si que, em lugar de estimular o aluno a querer aprender, faz com que se sinta “fracassado”.
  24. 24. Como avaliar a aprendizagem? AVALIAÇÃO AVALIA - AÇÃO PROFESSOR AÇÃO ALUNO
  25. 25. Avaliação = avaliar + ação [...] avaliar as próprias estratégias didáticas é fundamental para que possamos redimensionar o ensino, tendo como norte a avaliação do que os alunos fazem e dizem.
  26. 26. Avaliação na Alfabetização “a criança encontra-se na clareza cognitiva quando sabe que aprende, quando sabe o que aprende, por que aprende e como aprende.” (In: BERNARDIN, 2003, p. 132).
  27. 27. Avaliação na Alfabetização [...] A AVALIAÇÃO FORMATIVA AVALIAÇÃO INICIAL: o processo avaliador tem que observar as diferentes fases de uma intervenção que deverá ser estratégica: conhecer qual é a situação da partida, em função de determinados objetivos gerais bem definidos; AVALIAÇÃO REGULADORA: um planejamento de intervenção fundamentado e, ao mesmo tempo, flexível, entendido como uma hipótese de intervenção;
  28. 28. AVALIAÇÃO FINAL: Uma atuação na sala de aula, em que as atividades e tarefas e os próprios conteúdos de trabalho se adequarão constantemente às necessidades que vão se apresentando para chegar a determinados resultados AVALIAÇÃO INTEGRADORA: Uma compreensão e valoração sobre o processo seguido, que permita estabelecer novas propostas de intervenção. (Zabala, 1998, p. 201)
  29. 29. Para a avaliação da leitura é fundamental: Selecionar bem o texto, buscando um material que trate de um tema familiar aos estudantes;  Um gênero que seja de uso frequente no seu cotidiano;  Questões bem elaboradas, e destinadas a avaliar conhecimentos e habilidades pertinentes ao currículo vivenciado. 
  30. 30. Sistema de Escrita Alfabética e da Ortografia A produção de textos escritos nos dá muitas informações sobre o processo de apropriação da língua, mas podemos também estruturar instrumentos com objetivos específicos. Para saber quais crianças ainda não dominam determinadas convenções ortográficas, podemos realizar atividades com tal objetivo,
  31. 31. Propor uma música do universo infantil para completar... O sapo não lava o __________________ Não lava porque não quer Ele mora na ________________ Não lava o pé porque não _____________
  32. 32. Desenvolvendo a Oralidade Quanto à oralidade, é necessário, após delimitar claramente o que se pretende ensinar, criar situações favoráveis à fala e à escuta, tanto entre o professor e as crianças quanto entre elas mesmas e criar critérios para análise de como interagiram nas situações.
  33. 33. Gênero Debate - O que Avaliar        Se crianças respeitam o tempo de fala combinado, se respeitam o ponto de vista defendido pelo colega, se esperam a vez de falar, se escutam atentamente a intervenção dos colegas, se expõem seus pontos de vista claramente, se justificam seus pontos de vista, se contra-argumentam os pontos de vista dos colegas.
  34. 34. A avaliação no desenvolvimento dessa sequência serviu para orientar o planejamento e para avaliar quais aprendizagens foram efetivadas. Também é importância. tarefa de fundamental planejar bem a situação de avaliação; elaborar instrumentos de avaliação adequados aos nossos propósitos pedagógicos, registrar os resultados das crianças;
  35. 35. Ao construir o quadro de perfil da turma, por outro lado, o docente pode investigar quais conhecimentos ou capacidades a turma já construiu e se é preciso retomar com todos ou com alguns e o que o grupo não consolidou. Tal análise pode servir de dados para investigação pelo professor para as possíveis causas das dificuldades.
  36. 36. Ensinamos para que todos possam aprender a ousadia, e não o medo; a solidariedade, e não o individualismo; o prazer, e não o Sofrimento... são os pilares de um currículo inclusivo.
  37. 37. REFERÊNCIAS  Currículo na alfabetização: concepções e princípios. Unidade 1 Ano 1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria da Educação Básica – SEB Diretoria de Apoio à Gestão Educacional  SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 2 ed. Belo Horizonte:Autêntica, 2003.

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