O documento discute as noções de erro e fracasso no contexto escolar, argumentando que o erro não deve ser visto como sinônimo de fracasso, mas como uma oportunidade de aprendizagem. O autor defende que os critérios de avaliação devem levar em conta o contexto e o desenvolvimento de capacidades, não apenas informações corretas ou incorretas. Erros na escola podem ser regulamentados para ajudar os alunos, em vez de serem vistos como fracassos.