A superação dos medos

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  • Momentos teóricos
    Momentos de visionamento de partes de filmes ligados aos diferentes sub-temas
    Momentos práticos (???)
    Dimensão Educativa (Terapia auto-educativa)
    Partir do Enfoque físico para o mais abrangente
    Momentos teóricos
    Momentos de visionamento de partes de filmes ligados aos diferentes sub-temas
    Momentos práticos (???)
    Dimensão Educativa (Terapia auto-educativa)
    Partir do Enfoque físico para o mais abrangente
  • O medo pode ser gerido através da reeducação.
    O medo é uma barreira educacional e não só um problema psicológico.
  • O medo parece uma epidemia da nossa sociedade.
  • Sendo um dos mais fortes delineadores da personalidade, influencia no que pensamos poder ou não fazer.
  • Ele reage sobre si mesmo, consequentemente podemos ficar com medo do medo.
  • Ao contrário dos animais que reagem ao perigo imediato e real, o Homem tem medo também de recordações, de antecipações ou até de fantasias de uma situação perigosa.
  • Dar o exemplo do alarme do carro. Se estiver avariado, reage a tudo e não faz a sua função.
  • O mesmo mecanismo psicológico também age em casos de medos de um tipo muito diferente, ou seja, a estrutura total do ego também deseja sobreviver, desenvolver-se ou expressar-se, então qualquer ameaça à livre satisfação destes desejos resulta quase sempre numa resposta de medo, o mesmo ocorrendo com uma ameaça de perda.
  • Tais dados podem ser úteis para a determinação de quando um medo é normal ou patológico, e por isso, quando uma intervenção se torna necessária.
  • O medo e a ansiedade também são traços da personalidade.
    Um traço de medo muito marcado não pressupõe necessariamente a existência de um transtorno.
    O traço pode ser a antecâmara do transtorno.
  • Sempre se teme o que não se compreende. Há que desaprender os pensamentos que nos mantêm prisioneiros das nossas próprias inseguranças. Importante ver o mundo como um local menos ameaçador e mais alegre, procurando ter objetivos na vida.
  • O tempo para identificarmos os medos, trabalharmos sobre eles e conseguirmos reconhecer o percentual de superação.
  • A superação dos medos

    1. 1. A Superação dos Medos 13 de janeiro de 2016 21 horas Luísa Cristina
    2. 2. Agradecimentos
    3. 3. Momentos da Apresentação A SUPERAÇÃO DOS MEDOS A SUPERAÇÃO DOS MEDOS
    4. 4. Momentos da Apresentação  O MEDO – Aspetos Gerais  A SUPERAÇÃO DO MEDO
    5. 5. Dinâmica da Apresentação
    6. 6. Dimensão Educativa
    7. 7. O Medo Definição e conceitos associados
    8. 8. É uma emoção básica, assim como…  A alegria;  A ira;  A tristeza;  A vergonha;  A surpresa;  A cólera;  Entre outras…
    9. 9. Definição de medo  É uma reação emocional provocada pela perceção de um perigo objetivo, real ou imaginário.
    10. 10. Outras definições para medo…  É a consciência de uma ameaça, que pode assumir inúmeras formas.  Resposta de maior ou menor  intensidade perante uma  ameaça concreta.
    11. 11. Sinónimos de Medo Do Latim metu  Fobia, pânico, pavor, receio, susto, terror, aflição, receio, (…)
    12. 12. O medo… É um denominador comum nas nossas vidas…
    13. 13.  Uma das características do medo é que tende a penetrar em muitas áreas da nossa vida.
    14. 14. O medo alimenta-se a si próprio.  Quanto mais nos fechamos para nos protegermos do medo, mais ele cresce.
    15. 15.  Surge dos pensamentos e estes vêm das coisas terríveis que se imagina ou se antecipa.
    16. 16.  É necessário quebrar a cadeia de elaboração mental, da imaginação e das previsões sem bases, a fim de eliminá-lo. Neutralizando os receios através da experiência.
    17. 17. Complexidade do conceito de medo  Não é fácil definir o que vem a ser o medo, sendo isso uma evidência da sua complexidade.  Mas toda a gente sabe o que é senti-lo…
    18. 18. Sintomas do Medo  Transpiração  Vontade de urinar frequente  Palpitações no coração  Transtornos no estômago  Diarreia/obstipação  Pressão arterial alta  Alimentação em excesso (bulimia) ou em defeito
    19. 19. Conceitos associados ao medo A Ansiedade
    20. 20. A Ansiedade  É uma reacção emocional provocada pela percepção de um perigo subjetivo.  É um medo a algo não concreto.  Espécie de medo sem objeto ou relativo a um objeto vago.
    21. 21.  Cada perda ou cada golpe grave na vida depositam uma semente que em muitos casos acaba por germinar sob a forma de ansiedade.
    22. 22.  Atrás de cada vivência de ansiedade existe um “medo sem objeto”, o qual, no mais profundo, não é senão o medo inconsciente de todo o ser humano perante o imprevisível que é a vida e a existência.
    23. 23. MEDO ANSIEDADE Imediato e intenso no momento da perceção da ameaça. No momento não é tão imediata nem tão intensa. Emoção mais elementar, mais animal. Emoção mais racional, mais complexa, mais humana. A sua intensidade costuma ser proporcional ao perigo que a desencadeia. Quanto mais perigo, mais medo. Desproporcionalidade causa-efeito: pode haver muita ansiedade sem qualquer razão objetiva.
    24. 24. A ansiedade e o medo  Estão centrados na segurança da pessoa.  No seu papel no mundo.  Nas questões relacionadas com os grandes temas da vida e da morte.
    25. 25.  O medo mantém a pessoa atrelada às emoções dominadoras.
    26. 26.  Importância da “Amigoterapia”, da prece, da Doutrina espírita e da consciência espiritual. Partilhar o que nos vai na alma, ajuda-nos a aliviar a tensão.
    27. 27.  As pessoas tornam-se muito interessantes e atraentes quando se abrem e partilham os sentimentos.
    28. 28. As Funções do Medo
    29. 29. DEFESA  O medo como mecanismo de alerta, uma resposta de adaptação que serve para proteger os indivíduos de situações potencialmente perigosas.
    30. 30.  A função adaptativa do medo consiste na mobilização de energia face ao perigo.
    31. 31. AUTO-PROTEÇÃO  A emoção liberta e disciplina um fluxo de energia que pode ser empregue em qualquer ação que se faça necessária.  E essa combinação é de grande importância para a sobrevivência biológica.
    32. 32. As investigações revelaram que…  Os estímulos desencadeadores de medo são reduzidos;  Refletem atualmente as ameaças que, do ponto de vista evolutivo, o Homem teve de enfrentar e lidar com sucesso.
    33. 33. O medo como resposta defensiva
    34. 34. Aspectos evolutivos do medo na espécie humana  Sistema de dominância-submissão, do qual resultam os medos sociais, cuja função se insere no estabelecimento de hierarquias;  Sistema de defesa de predadores, responsável pelo medo dos animais;  Sistema de defesa ambiental, o qual engloba os medos das tempestades naturais, espaços fechados, locais elevados ou sem protecção.
    35. 35. Conforme o tipo de ameaça detetada, assim é o tipo de defesa estimulado: IMOBILIDADE SUBMISSÃO EVITAÇÃO OU FUGA DEFESA AGRESSIVA
    36. 36. Aspetos positivos do medo:  Fator de proteção pessoal.  Resposta adaptativa e útil.  Função de incentivo, para que o Homem se previna e acautele, assim como, ao mesmo tempo, para que mobilize as forças necessárias para vencer os desafios.
    37. 37. Perspetiva Desenvolvimentista
    38. 38. Os nossos medos variam com…  A idade;  O sexo;  A classe sócio- económica;  O nível de desenvolvimento cognitivo;  Outras variáveis de natureza individual, social ou de ordem cultural.
    39. 39. Diferenças Individuais  Experiência própria;  Observação e imitação;  Transmissão de informação negativa verbal.
    40. 40. A fobia surge quando se começa a evitar o que se teme.
    41. 41. Perturbações ligadas ao medo
    42. 42.  Reeducando a mente, podemos aceitar o medo como um facto da vida e não como uma barreira à realização pessoal. Importância do estudo e da ação
    43. 43.  Assumir o controlo da própria vida. Não ser o medo a gerir a vida, mas nós a gerirmos o medo, seguindo em frente, para além do medo.
    44. 44.  O medo deprime o sistema imunológico do organismo, já que provoca tensão e esta acaba por diminuir as defesas orgânicas do indivíduo.
    45. 45. Perspetiva Espírita
    46. 46. Origem dos medos: Reencarnatórias (traumas de experiências passadas) Consciência de culpa (necessidade de reparação) Influência de espíritos obsessores Apego
    47. 47. A superação dos medos exige tempo  Superação do medo através da Doutrina EspíritaSuperação do medo através da Doutrina Espírita na prática = autocura (disciplina mental e moral)na prática = autocura (disciplina mental e moral)
    48. 48. A bagagem íntima  O que nós levamos na morte (desencarnação) é a nossa experiência.  É sempre possível melhorar.
    49. 49.  FIM

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