Cultura e ideologia unidade 6 capitulo 18

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Cultura e ideologia unidade 6 capitulo 18

  1. 1. CULTURA E IDEOLOGIA – UNIDADE 6 CAPITULO 18 CONCEITOSProf. Ms. PEDRO LUIZ DE AZEVEDO FILHO DISCIPLINA SOCIOLOGIA PÁGINA 170
  2. 2. A Sociologia é uma das formas de conhecimento, resultado das condições sociais, econômicas e políticas do tempo em que se desenvolveu. Ela nasceu em resposta à necessidade de explicar e entender as transformações que começaram a ocorrer no mundo ocidental entre o final do século XVIII e o início do século XIX, decorrentes da emergência e do desenvolvimento da sociedade capitalista.A produção de alimentos e de objetosartesanais, que se concentrava no campo,passou a se deslocar para as cidades, ondecomeçavam a se desenvolver as indústrias.Afetando o modo de vida dos diferentesgrupos sociais, suas relações familiares e detrabalho. Desta forma, as normas e valoresse estruturariam em novas bases, menosreligiosas estimulando o desenvolvimento denovas ideias.
  3. 3. ELEMENTOS DO SISTEMA FEUDAL
  4. 4. A NOVA ESTRUTURA
  5. 5. CULTURASignifica tudo que o ser humano produz ao construir sua existência: aspráticas, as teorias, as instituições, os valores materiais e espirituais. Culturaé o conjunto de símbolos elaborados por um povo.Segundo Alfredo Bosi, não há no grego uma palavra específica para cultura,há sim, uma palavra que se aproxima desse conceito, que é paídeia (aquiloque se ensina à criança”, “aquilo que deve ser trabalhado na criança até queela se transforme em adulta”.A palavra cultura vem do latim e designa “ato de cultivar a terra”, “de cuidar doque se planta” é o trabalho de preparar o solo, semear e fazer tudo para queuma planta cresça e dê frutos.
  6. 6. CULTURA SEGUNDO A ANTROPOLOGIAPARA O ANTROPÓLOGOINGLÊS EDWARD B.TYLOR (1832-1917),CULTURA É O CONJUNTOCOMPLEXO DECONHECIMENTOS,CRENÇAS, ARTE, MORALE DIREITO, ALÉM DECOSTUMES E HÁBITOSADQUIRIDOS PELOSINDIVÍDUOS EM UMASOCIEDADE.
  7. 7. PARA OANTROPÓLOGOALEMÃO FRANZBOAS (1858-1942),QUE POSSUÍAUMA VISÃOPARTICULARISTA,DEMONSTROUQUE ASDIFERENÇASENTRE OSGRUPOS ESOCIEDADEHUMANAS ERAMCULTURAIS, ENÃO BIOLÓGICAS.
  8. 8. PARA O ANTROPÓLOGOINGLÊS BRONISLAWMALINOWSKI (1884-1942),CONCEBIA CULTURA COMOSISTEMAS FUNCIONAIS EEQUILIBRADOS, FORMADOSPOR ELEMENTOSINTERDEPENDENTES QUELHES DAVAMCARACTERÍSTICASPRÓPRIAS,PRINCIPALMENTE NOTOCANTE ÀSNECESSIDADES BÁSICAS,COMO ALIMENTO,PROTEÇÃO E REPRODUÇÃO.
  9. 9. AS ANTROPÓLOGAS, ESTADUNIDENSE,RUTH BENEDICT (1887-1948) (FOTO ÀESQUERDA) E MARGARETH MEAD(1901-1978) (FOTO A DIREITA E ABAIXO),INVESTIGARAM AS RELAÇÕES ENTRECULTURA E PERSONALIDADE.
  10. 10. PARA O ANTROPÓLOGOCLAUDE LÉVI-STRAUSS,CULTURA É UMCONJUNTO DE SISTEMASSIMBÓLICOS, ENTRE OSQUAIS SE INCLUEM ALINGUAGEM, AS REGRASMATRIMONIAIS, A ARTE,A CIÊNCIA, A RELIGIÃO EAS NORMASECONÔMICAS. ESSESSISTEMAS SERELACIONAM EINFLUENCIAM AREALIDADE SOCIAL EFÍSICA DAS DIFERENTESSOCIEDADES.
  11. 11. SEGUNDO OPENSADOR FRANCÊSFÉLIX GUATTARI, (1930-1992) CULTURA POSSUITRÊS SIGNIFICADOSDIFERENTES À SABER:CULTURA VALOR;CULTURA –ALMACOLETIVA;CULTURAMERCADORIA.
  12. 12. CULTURA-VALORPERMITE IDENTIFICAR QUEMTEM CULTURA E QUEM NÃOTEM, OUDETERMINAR SE UMINDIVIDUO PERTENCE A UMMEIO CULTO OU INCULTO,DEFININDO UMJULGAMENTO DE VALOR,SERVE PARA IDENTIFICARQUEM TEM CULTURACLÁSSICA, ARTÍSTICA OUCIENTÍFICA;
  13. 13. CULTURA-ALMA COLETIVAÉ O SINÔNIMO DECIVILIZAÇÃO. EXPRESSAA IDEIA DE QUE TODASAS PESSOAS, GRUPOS EPOVOS TÊM CULTURA EIDENTIDADE CULTURAL.NESSA ACEPÇÃO, PODE-SE FALAR DE CULTURANEGRA, CHINESA,MARGINAL, ETC. PRESTA-SE A DIVERSOS USOSPARA OS QUE DESEJAMDAR SENTIDO A AÇÃODOS GRUPOS AOS QUAISPERTENCEMIDENTIFICANDO-OS.
  14. 14. CULTURA-MERCADORIAÉ A CULTURA DE MASSA, NÃO COMPORTA UMJULGAMENTO DE VALOR, NEM DELIMITAÇÃODE TERRITÓRIO COMO OS ANTERIORES.NESTA, CONCEPÇÃO, CULTURA SIGNIFICABENS E EQUIPAMENTOS – CENTROSCULTURAIS, CINEMAS, BIBLIOTECAS – ASPESSOAS QUE TRABALHAM NESSESESTABELECIMENTOS, E OS CONTEÚDOSTEÓRICOS E IDEOLÓGICOS DE PRODUTOS –COMO FILMES, DISCOS E LIVROS – QUE ESTÃOA DISPOSIÇÃO DE QUEM QUER E PODECOMPRÁ-LOS, OU SEJA QUE ESTÃODISPONÍVEIS NO MERCADO.
  15. 15. DIFERENCIANDO AS PESSOAS: QUETÊM OU NÃO CULTURA (CLÁSSICA EERUDITA). IDENTIFICANDO GRUPOS ESPECÍFICOS QUANTO A POSSIBILIDADE OU NÃO DE CONSUMIR BENS CULTURAIS.AS CONCEPÇÕES TRAZEM CARGAVALORATIVAS DIVIDINDO GRUPOS EPOVOS QUE POSSUEM CULTURA E SEESTA CULTURA É SUPERIOR OUINFERIOR.
  16. 16. CONVIVÊNCIA COM A DIFERENÇA: O ETNOCENTRISMOO OUTRO:Há grande dificuldade na aceitação das diversidades em uma sociedade ou entresociedades diferentes, pois os seres humanos tendem a tomar seu grupo ou sociedadecomo medida para avaliar os demais. Em outras palavras, cada grupo ou sociedadeconsidera-se superior e olha com desprezo e desdém os outros, tidos como estranhos ouestrangeiros. Para designar essa tendência, o sociólogo estadunidense William G.Summer (1840-1910) criou em 1906 o termo ETNOCENTRISMO. Exemplos:Na Antiguidade os romanos chamavam de bárbaros quem não era da sua cultura;No Renascimento os europeus chamavam de selvagem os povos americanos;Na ideologia racista a supremacia do branco sobre o negro;No mundo globalizado a cultura ocidental é superior e deve ser adotada pelos povos decultura diferente modificando suas crenças, normas e valores.O etnocentrismo foi responsável pela geração de intolerância e preconceito – cultural,religioso, étnico e político.
  17. 17. TROCAS CULTURAIS E HIBRIDASNO MUNDO GLOBALIZADO,nINVADIDO POR INFORMAÇÕESORIUNDAS DE DIVERSOSLUGARES, É POSSÍVELAFIRMAR QUE HÁ UMACULTURA PURA? ATÉ QUEPONTO CHEGOU O PROCESSODE MUNDIALIZAÇÃO DACULTURA?
  18. 18. NO SÉCULO XIX E INÍCIO DOXX, COM ODESENVOLVIMENTO DOSMEIOS DE TRANSPORTE EDAS COMUNICAÇÕES,OCORREU A POSSIBILIDADEDE UM MAIOR CONTATOCOM SITUAÇÕES ECULTURAS DIFERENTES. NODECORRER DO SÉCULO XX,AS TECNOLOGIAS DECOMUNIÇÃO, O CINEMA, ATELEVISÃO E A INTERNETTORNARAM-SEINSTRUMENTOS DE TROCASCULTURAIS INTENSAS, E OSCONTATOS INDIVIDUAIS ESOCIAIS PASSARAM A TERNÃO UM, MAS MÚLTIPLOSPONTOS DE ORIGEM.
  19. 19. AS CULTURAS DE PAÍSES PRÓXIMOS SE MESCLAM A ESSAS EXPRESSÕES, CONSTRUINDO CULTURAS HÍBRIDASQUE NÃO PODEMSER MAISCARACTERIZADASCOMO DE UM PAÍS,MAS COMO PARTEDE UMA IMENSACULTURA MUNDIAL.
  20. 20. PARA O SOCIÓLOGOHOLANDÊS JOOSTSMIERS : “AQUESTÃO CENTRALÉ A DOMINAÇÃOCULTURAL, E ISSOPRECISA SERDISCUTIDO COMPROPOSTASALTERNATIVASPARA PRESERVAR EPROMOVER ADIVERSIDADE NOMUNDO”.
  21. 21. CULTURA ERUDITA E CULTURA POPULARA separação entre cultura popular e erudita, está relacionada à divisão dasociedade em classes. É o resultado das diferenças sociais.ERUDITO – abrange expressões artísticas como a música clássica de padrão europeu, as artes plásticas – escultura e pintura – o teatro e a literatura de cunho universal – (estes produtos podem ser comprados);POPULAR – encontra expressão nos mitos e contos, danças, música – de sertaneja a cabocla – artesanato rústico de cerâmica ou de madeira e pintura.
  22. 22. É um conjunto de ideias ou pensamentos de uma pessoa ou de umgrupo de indivíduos. A ideologia pode estar ligada a ações políticas,econômicas e sociais. O termo ideologia foi usado de forma marcantepelo filósofo Antoine Destutt de Tracy.O conceito de ideologia foi muito trabalhado pelo filósofo alemão KarlMarx, que ligava a ideologia aos sistemas teóricos (políticos, morais esociais) criados pela classe social dominante. De acordo com Marx, aideologia da classe dominante tinha como objetivo manter os maisricos no controle da sociedade.
  23. 23. O TERMO IDEOLOGIA FOI UTILIZADO INICIALMENTE PELO PENSADORFRANCÊS DESTUTT DE TRACY (1754-1836), EM SEU LIVRO ELEMENTOS DEIDEOLOGIA (1801), NO SENTIDO DE “CIÊNCIA DA GÊNESE DAS IDEIAS”.NAPOLEÃO BONAPARTE DEU AO TERMO IDEOLOGIA, O DE “IDEIA FALSA” OU“ILUSÃO” EM 1812, EM UM DISCURSO PERANTE O CONSELHO DE ESTADO.AUGUSTO COMTE (1798-1857), EM SEU CURSO DE FILOSOFIA POSITIVA (1830-1842) RETOMOU O SENTIDO DADO POR TRACY, OU SEJA, O DE ESTUDO DAFORMAÇÃO DAS IDEIAS, PARTINDO DAS SENSAÇÕES (RELAÇÃO DO CORPOCOM O MEIO) – E ACRESCENTOU OUTRO, O DE CONJUNTO DE IDEIAS DEDETERMINADA ÉPOCA.KARL MARX APRESENTOU OUTRAS DEFINIÇÕES PARA O TERMO: - NO LIVRO A IDEOLOGIA ALEMÃ (1846) – IDEOLOGIA COMO UMSISTEMA ELABORADO DE REPRESENTAÇÕES E DE IDEIAS QUECORRESPONDEM A FORMA DE CONSCIÊNCIA QUE OS HOMENS TÊM EMDETERMINADA ÉPOCA. AFIRMOU AINDA QUE AS IDEIAS DOMINANTES EMQUALQUER ÉPOCA SÃO SEMPRE AS DE QUEM DOMINA A VIDA MATERIAL E,PORTANTO, A VIDA INTELECTUAL. LOGO IDEOLOGIA É RESULTANTE DADIVISÃO ENTRE O TRABALHO MANUAL E O INTELECTUAL. - AFIRMOU QUE A EXISTÊNCIA SOCIAL CONDICIONAVA ACONSCIÊNCIA DOS INDIVÍDUOS SOBRE A SITUAÇÃO EM QUE VIVIAM, ASSIM,IDEOLOGIAS NÃO SÃO MERAS ILUSÕES E APARÊNCIAS – E MUITO MENOS OFUNDAMENTO DA HISTÓRIA – MAS SÃO UMA REALIDADE OBJETIVA EATUANTE.
  24. 24. ÉMILE DURKHEIN, EM SEU LIVRO AS REGRAS DO MÉTODO SOCIOLÓGICO(1895) , AFIRMA QUE O CIENTISTA DEVE DEIXAR DE LADO TODAS AS PRÉ-NOÇÕES, AS NOÇÕES VULGARES AS IDEIAS ANTIGAS E PRÉ-CIENTÍFICASE As IDEIAS SUBJETIVAS. SÃO ESSAS IDEIAS QUE ELE ENTENDE PORIDEOLOGIA, OU SEJA, O CONTRÁRIO A CIÊNCIA.KARL MANNHEIM (1893-1947) EM SEU LIVRO IDEOLOGIA E UTOPIA(1929), IDEOLOGIA SÃO SEMPRE CONSERVADORAS, POIS EXPRESSAMO PENSAMENTO DAS CLASSES DOMINANTES, QUE VISAM ÀESTABILIZAÇÃO DA ORDEM. EM CONTRAPOSIÇÃO, ELE CHAMA DEUTOPIA O QUE PENSAM AS CLASSES OPRIMIDAS, QUE BUSCAM ATRANSFORMAÇÃO. ELE CONCEITUA DUAS FORMAS DE IDEOLOGIA:A PARTICULAR E A TOTAL.A PARTICULAR – CORRESPONDE À OCULTAÇÃO DA REALIDADE,INCLUINDO MENTIRAS CONSCIENTES E OCULTAMENTOSSUBCONSCIENTES INCONSCIENTES, QUE PROVOCAM ENGANOS OUMESMO AUTOENGANOS.A TOTAL – É A VISÃO DE MUNDO (COSMOVISÃO) DE UMA CLASSESOCIAL OU DE UM ÉPOCA.
  25. 25. A IDEOLOGIA NO COTIDIANOEM NOSSO COTIDIANO AONOS RELACIONARMOS COMAS OUTRAS PESSOAS,EXPRIMIMOS POR MEIO DEAÇÕES, PALAVRAS ESENTIMENTOS UMA SÉRIE DEELEMENTOS IDEOLÓGICOS.COMO VIVEMOS EM UMASOCIEDADE CAPITALISTA, ALÓGICA QUE A ESTRUTURA, ADA MERCADORIA, PERMEIATODAS AS NOSSASRELAÇÕES, SEJAM ELASECONÔMICAS, POLÍTICAS,SOCIAIS OU SENTIMENTAIS.PODEMOS DIZER QUE HÁ UMMODO CAPITALISTA DE VIVER,DE SENTIR E DE PENSAR.
  26. 26. A IDEOLOGIA NO COTIDIANOOutra manifestação ideológica nasociedade capitalista é a ideia de quevivemos em uma comunidade semmuitos conflitos e contradições. Essasconcepções passam a visão de quehá uma comunidade de interesses epropósitos partilhados por todos osque vivem num espaço especifico,obscurecendo as diferenças sociais,econômicas e culturais, os conflitosentre os vários grupos e classes,enfatizando-se uma unidade que nãoexiste.
  27. 27. OUTRA FORMA É A IDEIA DEFELICIDADE. FELICIDADE ÉUM ESTADO RELACIONADOAO AMOR, MAS TAMBÉMSIGNIFICA ESTABILIDADEFINANCEIRA EPROFISSIONAL, BEM-ESTAREXISTENCIAL E MATERIAL. ÉUM CONJUNTO DESITUAÇÕES, MASNORMALMENTE A MAISFOCALIZADA É A AMOROSA.E OS FILMES, ASNOVELAS,AS REVISTAS,APESAR DE TODAS ASCONDIÇÕES ADVERSASQUE UM INDIVIDUO POSSAENFRENTAR, ESTÃOSEMPRE REFORÇANDO OLEMA: “O AMOR VENCETODAS AS DIFICULDADES”.
  28. 28. TALVEZ A MAIOR DE TODASAS EXPRESSÕESIDEOLÓGICAS QUEENCONTRAMOS EM NOSSOCOTIDIANO SEJA A IDEIA DEQUE O CONHECIMENTOCIENTÍFICOS É VERDADEINQUESTIONÁVEL. PARA TANTO BASTA DIZER QUE SE TRATA DE RESULTADO DE PESQUISA OU INFORMAÇÃO DE UM CIENTISTA PARA QUE A TOMEM COMO VERDADE E PASSEM A ORIENTAR SUAS PRÁTICAS COTIDIANAS POR ELA. NADA ESTÁ MAIS DISTANTE DO CONHECIMENTO CIENTIFICO DO QUE A IDEIA DE VERDADE ABSOLUTA E A PRETENSÃO DE EXPLICAR TODAS AS COISAS.
  29. 29. MAS O CONHECIMENTO CIENTIFICO,QUANDO ANALISADO DA PERSPECTIVADE UM PENSAMENTO HEGEMÔNICOOCIDENTAL, TORNA-SE COLONIALISTA,POIS O QUE É PARTICULAR(OCIDENTAL)SE UNIVERSALIZA E SE TRANSFORMA EMUM PARADIGMA QUE NEGA OUTRASFORMAS DE EXPLICAR E CONHECER OMUNDO. ASSIM, DESQUALIFICA OUTRAS CULTURAS E SABERES, TIDOS COMO INFERIORES E EXÓTICOS, COMO O CONHECIMENTO DAS CIVILIZAÇÕES AMERÍNDIAS, ORIENTAIS E ÁRABE.
  30. 30. OBRIGADO
  31. 31. BIBLIOGRAFIASociologia para o ensino médio / NelsonDacio Tomazi. – 2. ed. – São Paulo:Saraiva, 2010.

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