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COLONIZAÇÃO DO BRASILCOLONIZAÇÃO DO BRASIL
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 Presença constante de franceses emPresença constante de franceses em
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 Portugal já possuíaPortugal já possuía experiênciaexperiência
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GovernoGoverno
português:português:
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 DonatáriosDonatários = doavam= doavam sesmariassesmarias
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 Prosperam: São Vicente eProsperam: São Vicente e
Pernambuco.Pernambuco.
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 Governo GeralGoverno Geral (1548)(1548)
 ObjetivoObjetivo: centralizar a defesa e a: centralizar a defesa e a
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União IbéricaUnião Ibérica (1580 até 1640)(1580 até 1640)
 1.580 – disputa1.580 – disputa
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 Produção de Açúcar:Produção de Açúcar:
 Clima, solo propícios;Clima, solo propícios;
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 O senhor de engenhoO senhor de engenho – dono da terra– dono da terra
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Além do açúcar: tabaco – trocaAlém do açúcar: tabaco – troca
com escravos;com escravos;
Algodão – roupas rústicas paraAlgodão – roupas rústicas para
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Pecuário (povoamento do sertão)Pecuário (povoamento do sertão)
Barras de ouro da Casa de FundiçãoBarras de ouro da Casa de Fundição
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 OuroOuro
 Primeiro em Paranaguá séc. XVII;Primeiro em Paranaguá séc. XVII;
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OURO DE VEIO E FAISQUEIRA-BATÉIAOURO DE VEIO E FAISQUEIRA-BATÉIA
 As Lavras podiam ser divididas emAs Lavras podiam ser divididas em
datas e arrendadas;datas e arrendadas;
 Não havia at...
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estabelecida em 1653estabelecida em 1653
 Dependência Econômica deDependência Econômica de
Portugal com a Inglaterra:Portugal com a Inglaterra:
 1703 – Tratado d...
Quilombo dos Palmares e ZumbiQuilombo dos Palmares e Zumbi
FIM.FIM.
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Processo de colonização do brasil

  1. 1. PROCESSO DEPROCESSO DE COLONIZAÇÃO DO BRASILCOLONIZAÇÃO DO BRASIL
  2. 2.  Brasil até 1530Brasil até 1530 – prática do– prática do escamboescambo = extração e comércio de pau-brasil em= extração e comércio de pau-brasil em troca de produtos sem valor para ostroca de produtos sem valor para os europeus mais super valorizados peloseuropeus mais super valorizados pelos índios;índios;  MotivoMotivo: declínio do comércio: declínio do comércio português de especiarias;português de especiarias;  Pós 1530Pós 1530 – aumento da concorrência– aumento da concorrência comercial holandesa e inglesa nacomercial holandesa e inglesa na Índias;Índias;
  3. 3.  Presença constante de franceses emPresença constante de franceses em costas brasileiras (contrabando pau-costas brasileiras (contrabando pau- brasil);brasil);  Inicia-se no Brasil umInicia-se no Brasil um projeto deprojeto de colonização e ocupação territorialcolonização e ocupação territorial..  Atividade econômica:Atividade econômica: produção doprodução do açúcaraçúcar
  4. 4.  Por que produzir açúcar?Por que produzir açúcar?  Portugal já possuíaPortugal já possuía experiênciaexperiência anterior – (ilhas do atlântico);anterior – (ilhas do atlântico);  Exclusivo colonialExclusivo colonial = comércio= comércio exclusivo com Portugal;exclusivo com Portugal;  TrabalhoTrabalho: escravo negro/índio;: escravo negro/índio;  Recursos financeirosRecursos financeiros = iniciativa= iniciativa particular;particular;
  5. 5. GovernoGoverno português:português: DivideDivide Brasil emBrasil em 15 lotes de15 lotes de terrasterras
  6. 6.  D. João III (1534) –D. João III (1534) – capitaniascapitanias HereditáriasHereditárias  DonatáriosDonatários – recebiam Carta de– recebiam Carta de Doação;Doação;  Donatários não eram donos da terra;Donatários não eram donos da terra;  Deveriam mantê-la ocupada e rentávelDeveriam mantê-la ocupada e rentável com recursos próprioscom recursos próprios (administradores);(administradores);  As terras passavam de pais para filhosAs terras passavam de pais para filhos ((posse hereditáriaposse hereditária););
  7. 7.  DonatáriosDonatários = doavam= doavam sesmariassesmarias (Lote menor de terra);(Lote menor de terra);  SesmeiroSesmeiro = tinha a posse, mas= tinha a posse, mas deveria torná-la rentável em 2 anos.deveria torná-la rentável em 2 anos.  O Primeiro sesmeiro do Paraná foiO Primeiro sesmeiro do Paraná foi Diogo Unhate.Diogo Unhate.  Financiamento holandêsFinanciamento holandês para opara o cultivo do açúcar em troca da compracultivo do açúcar em troca da compra da produção para o refino.da produção para o refino.
  8. 8.  Prosperam: São Vicente eProsperam: São Vicente e Pernambuco.Pernambuco.  Motivo do fracasso das demais:Motivo do fracasso das demais:  Falta de recursos financeiros;Falta de recursos financeiros;  Falta de apoio da coroa;Falta de apoio da coroa;  Ataques de índios;Ataques de índios;  Abandono das terras.Abandono das terras.
  9. 9.  Governo GeralGoverno Geral (1548)(1548)  ObjetivoObjetivo: centralizar a defesa e a: centralizar a defesa e a administração do território.administração do território.  1º - Tomé de Souza;1º - Tomé de Souza;  2º - Duarte da Costa;2º - Duarte da Costa;  3º - Mem de Sá.3º - Mem de Sá.
  10. 10. União IbéricaUnião Ibérica (1580 até 1640)(1580 até 1640)  1.580 – disputa1.580 – disputa pelo tronopelo trono português –português – colocou Filipe IIcolocou Filipe II como Rei doscomo Rei dos dois paísesdois países Portugal ePortugal e Espanha.Espanha.
  11. 11.  A Espanha não aceitava aA Espanha não aceitava a independência da Holanda e rompeuindependência da Holanda e rompeu relações comerciais com ela.relações comerciais com ela.  Prejudicada em seus interessesPrejudicada em seus interesses econômicos com o Brasil, aeconômicos com o Brasil, a HolandaHolanda fundou em 1621, a Cia das Índiasfundou em 1621, a Cia das Índias OcidentaisOcidentais = conquistar o nordeste= conquistar o nordeste açucareiroaçucareiro  1630 – invadem o litoral1630 – invadem o litoral PernambucoPernambuco
  12. 12.  1637 – chega1637 – chega Maurício de NassauMaurício de Nassau:: • Recupera os engenhos de açúcar;Recupera os engenhos de açúcar; • Permite a liberdade de culto;Permite a liberdade de culto; • Realiza a urbanização de Recife;Realiza a urbanização de Recife; • Desenvolve fazendas de gadoDesenvolve fazendas de gado..  1640 – Portugal libertou-se da1640 – Portugal libertou-se da Espanha.Espanha.  1654 – holandeses são expulsos do1654 – holandeses são expulsos do Brasil –Brasil – Insurreição PernambucanaInsurreição Pernambucana
  13. 13. A PRODUÇÃO DO AÇÚCARA PRODUÇÃO DO AÇÚCAR
  14. 14.  Produção de Açúcar:Produção de Açúcar:  Clima, solo propícios;Clima, solo propícios;  Mercado certo;Mercado certo;  Grandes propriedades – latifúndios;Grandes propriedades – latifúndios;  Mão de obra escravaMão de obra escrava (por que não(por que não mão de obra livre?)mão de obra livre?)
  15. 15.  Engenhos: unidade de produçãoEngenhos: unidade de produção  1) canavial;1) canavial;  2) plantações de subsistência;2) plantações de subsistência;  3) a fábrica de açúcar;3) a fábrica de açúcar;  4) casa-grande; senzala;4) casa-grande; senzala;  5) capela, escola;5) capela, escola;  6) habitações dos trabalhadores6) habitações dos trabalhadores livres: feitor, mestre do açúcar elivres: feitor, mestre do açúcar e lavradores contratados paralavradores contratados para determinados serviços.determinados serviços.
  16. 16.  O senhor de engenhoO senhor de engenho – dono da terra– dono da terra e dos escravos. Possuía grandee dos escravos. Possuía grande influência política;influência política;  Os escravosOs escravos - propriedades do senhor- propriedades do senhor de engenho (mercadoria);de engenho (mercadoria);  Homens livresHomens livres – peq. plantadores de– peq. plantadores de cana, comerciantes, artesãos, padres,cana, comerciantes, artesãos, padres, militares (moravam em vilas emilitares (moravam em vilas e pequenas cidades).pequenas cidades).  Fazendeiros obrigadosFazendeiros obrigados –– arrendatários, pagavam pelo uso daarrendatários, pagavam pelo uso da terra e moagem da produção da cana.terra e moagem da produção da cana.
  17. 17. Além do açúcar: tabaco – trocaAlém do açúcar: tabaco – troca com escravos;com escravos;
  18. 18. Algodão – roupas rústicas paraAlgodão – roupas rústicas para escravos;escravos;
  19. 19. Pecuário (povoamento do sertão)Pecuário (povoamento do sertão)
  20. 20. Barras de ouro da Casa de FundiçãoBarras de ouro da Casa de Fundição de Vila Ricade Vila Rica
  21. 21.  OuroOuro  Primeiro em Paranaguá séc. XVII;Primeiro em Paranaguá séc. XVII;  Depois: Entradas e Bandeiras –Depois: Entradas e Bandeiras – Paulistas – Minas Gerais;Paulistas – Minas Gerais;  Extração ouro:Extração ouro:  FaisqueiraFaisqueira = ouro de lavagem = uso de= ouro de lavagem = uso de bateia;bateia;  LavraLavra = ouro de veio = terreno dado= ouro de veio = terreno dado pela coroa a proprietários de acordopela coroa a proprietários de acordo com o nr de escravos (50 a 100).com o nr de escravos (50 a 100).
  22. 22. OURO DE VEIO E FAISQUEIRA-BATÉIAOURO DE VEIO E FAISQUEIRA-BATÉIA
  23. 23.  As Lavras podiam ser divididas emAs Lavras podiam ser divididas em datas e arrendadas;datas e arrendadas;  Não havia atividades agrícolas ouNão havia atividades agrícolas ou industriais, tudo vinha de fora, deindustriais, tudo vinha de fora, de outras regiões – cria mercado interno.outras regiões – cria mercado interno.  Fiscalização:Fiscalização:  Intendência das Minas: cobrança doIntendência das Minas: cobrança do 1/5 = 20% da produção;1/5 = 20% da produção;  Casa de Fundição = ouro em barra;Casa de Fundição = ouro em barra;
  24. 24. Casa de Fundição de ouro em Iguape,Casa de Fundição de ouro em Iguape, estabelecida em 1653estabelecida em 1653
  25. 25.  Dependência Econômica deDependência Econômica de Portugal com a Inglaterra:Portugal com a Inglaterra:  1703 – Tratado de Metween – “Panos1703 – Tratado de Metween – “Panos X Vinhos”;X Vinhos”;  Resistência à escravidão:Resistência à escravidão:  Suicídio, aborto, banzo, fugas paraSuicídio, aborto, banzo, fugas para quilombos, luta armada.quilombos, luta armada.  Palmares - 1630 – 1695.Palmares - 1630 – 1695.
  26. 26. Quilombo dos Palmares e ZumbiQuilombo dos Palmares e Zumbi
  27. 27. FIM.FIM.

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