<ul><li>Cantos VII e VIII </li></ul><ul><li>Armada chega a Calecute </li></ul><ul><li>Vasco da Gama vai a terra </li></ul>...
<ul><li>Discurso de Paulo da Gama </li></ul><ul><li>(encaixe sobre figuras da história portuguesa) </li></ul>
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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 31

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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 31

  1. 2. <ul><li>Cantos VII e VIII </li></ul><ul><li>Armada chega a Calecute </li></ul><ul><li>Vasco da Gama vai a terra </li></ul><ul><li>Fica instalado na residência do Samorim </li></ul><ul><li>(aguardando acordo de paz com este) </li></ul><ul><li>O Catual vai a bordo da nau capitã </li></ul><ul><li>(e é recebido por Paulo da Gama) </li></ul><ul><li>Perante a visão das figuras nas bandeiras, o Catual pede a Paulo da Gama que lhas explique </li></ul><ul><li>Invocação às ninfas do Tejo e do Mondego </li></ul><ul><li>... </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Discurso de Paulo da Gama </li></ul><ul><li>(encaixe sobre figuras da história portuguesa) </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Aqui vou precisar da vossa ajuda, Ninfas do Tejo e do Mondego — sem ela, não me será possível contar devidamente as palavras de Paulo da Gama. É que me sinto desalentado. Há tanto tempo venho cantando o vosso Tejo e os vossos Lusitanos, andando peregrinando por terras diversas, enfrentando trabalhos excessivos e muitos riscos, no mar, como na guerra, numa mão sempre a espada e noutra a pena. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Também a pobreza me tem trazido degredado por hospícios alheios. E sempre que a esperança me volta logo se lhe segue, de novo, o desalento. Por último, até um naufrágio sofri, e foi grande milagre dele ter escapado com vida. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Mas o que o mais me tem magoado é que não bastavam tamanhas misérias; também aqueles que eu vinha cantando me recompensaram, inventando-me trabalhos nunca usados. Ora isso é muito grave, porque é ingratidão e não incentiva a que haja futuros escritores que venham a celebrar tais feitos! Por isso, de novo invoco a vossa protecção, agora que vou ter de cantar feitos tão diversos. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Juro-vos que não irei nunca celebrar quem o não mereça, como aqueles que pensam mais nos seus interesses do que no bem comum; ou os ambiciosos que querem ter cargos para melhor usarem de seus vícios; também não cantarei os que mudam de cor como os camaleões ou o deus Proteu; muito menos cantarei quem, com ar honesto, pretendendo contentar o Rei, despe e rouba o pobre povo. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Ou aqueles que acham justo cumprir-se a vontade do rei, mas não acham justo que «se pague o suor da servil gente». E também não cantarei aqueles que sempre censuram e põem nódoa, criticando, no que os outros fazem. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Apenas irei cantar aqueles que aventuraram a vida por seu Rei e por seu Deus e que, ao perdê-la, a dilataram em fama. </li></ul><ul><li>Apolo e as Musas, que até aqui me acompanharam, hão-de ajudar-me, redobrando-me o talento, enquanto descanso um pouco, antes de voltar, mais folgado, ao trabalho. </li></ul>
  9. 11. <ul><li>Invocações </li></ul><ul><li>A quem Canto Antes de </li></ul><ul><li>Tágides I Toda a narração </li></ul><ul><li>Calíope III Discurso do Gama (ao rei de Melinde) </li></ul><ul><li>Tágides e VII Discurso de Paulo </li></ul><ul><li>Ninfas do da Gama (ao Catual) </li></ul><ul><li>Mondego </li></ul><ul><li>Calíope X Discurso de Ninfa a antecipar proezas dos Portugueses </li></ul>
  10. 12. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Num texto de oitenta a cento e vinte palavras, faz um comentário a esta reflexão do poeta (VII, 78-87), porventura respondendo indirectamente ao item 3 (p. 82). </li></ul><ul><li>Lê as páginas 220-225 do manual, em torno de Memorial do Convento . </li></ul><ul><li>A partir de agora, passa sempre a trazer esta folha (com a grelha de resultados da leitura em voz alta). </li></ul>

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