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ANTONIO
UM BRASILEIRO DE
RIACHO DAS ALMAS
EM CORDEL
Por: Celso Corrêa de Freitas
Nota do Autor:
Celso Corrêa de Freitas
www.portalpoetico.blogspot.com
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representa bem sei, tudo aq...
BIOGRAFIA
CELSO CORRÊA DE FREITAS -CCF
CELSO CORRÊA DE FREITAS (CCF), poeta e articulista, nasceu
em Itaperuna (RJ), aos 2...
I
Meu povo Rotariano,
pelo santo amor divino.
Prestem muita atenção,
na história deste menino.
Que nasceu lá no sertão,
de...
III
Dona Helena na sua dor,
comum naquela aridez de chão,
vê seu João a preparar o caixão,
daquele que acabará de nascer.
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V
O povo grato a São Sebastião,
ergue-lhe uma capela.
Em sinal de eterna devoção.
E é nesta capela que Antonio,
faz seus v...
VII
São Paulo de tanta gente,
o recebe e lhe cobra o preço.
Dos que chegam diariamente.
Terra do dinheiro e apreço.
Grana ...
IX
Tinhoso quanto a seus objetivos.
Não pensou muito e decidiu,
comprar um carrinho de praia.
A para isso vendeu sua F1000...
XI
Passam-se assim 30 anos.
Antonio vê sua vida,
do jeito que sempre quis.
O que tem foi conquistado.
E dessa forma se sen...
XIII
Não deixem de conhecer.
Pois lá vão encontrar Dona Gláucia.
Para a cada um receber,
e demonstrar a sorrir,
O seu praz...
XV
E a este homem tão forte,
que agora ao nosso Novo Tempo,
empresta sua força e suporte,
e traz para nosso convívio,
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TONINHO RESTAURANTE, é o
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Celso: 3592-2713 e 8151.8084
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História de um brasileiro de Riacho das Almas, que construiu seu nome em Praia Grande-SP

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  1. 1. m ANTONIO UM BRASILEIRO DE RIACHO DAS ALMAS EM CORDEL Por: Celso Corrêa de Freitas
  2. 2. Nota do Autor: Celso Corrêa de Freitas www.portalpoetico.blogspot.com Este modesto Cordel, não representa bem sei, tudo aquilo que absorvi de Antonio, quando o entrevistei, é só uma pequena homenagem! Pessoas como Antonio, possuem uma história que merecem mais, algo além...uma narrativa maior, mais fundamentada , como registro definiti vo para que outros também possam absorver verdadeiras lições de vida(CCF). Celso Corrêa de Freitas
  3. 3. BIOGRAFIA CELSO CORRÊA DE FREITAS -CCF CELSO CORRÊA DE FREITAS (CCF), poeta e articulista, nasceu em Itaperuna (RJ), aos 26 de agosto de 1954. Presidente da CASA DO POETA BRASILEIRO DE PRAIA GRANDE (SP) (2007/2013). Membro da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro - Cadeira nº 38, atuando ativamente em outras entidades literárias sediadas no Brasil. Criador do OVERTRIP, uma nova forma de se fazer um poema. www.overtrip.blogspot.com Colaborador ativo nos jornais e demais meios de comunicação (Blogs e Sites). Participante, prefaciante e organizador de antologias. Delegado cultural de Praia Grande-SP Contatos: celso.correadefreitas@gmail.com- portalpoeticoccf@hotmail.com E-B OOK P/ VEN DA
  4. 4. I Meu povo Rotariano, pelo santo amor divino. Prestem muita atenção, na história deste menino. Que nasceu lá no sertão, de Padim Ciço e Virgulino. Amparado pela sorte, guardiã do seu destino. II Nascido no dia 12 do Seis. Três anos antes da revolução. Quando o Brasil mais uma vez, corria o risco de ficar então, nas mãos de oportunistas. Que queriam a todo custo, transformar a nossa nação, numa casa de comunistas.
  5. 5. III Dona Helena na sua dor, comum naquela aridez de chão, vê seu João a preparar o caixão, daquele que acabará de nascer. Mas sua madrinha atenta sente, no menino, fraca respiração. E diz, gente Antonio está vivo! Por glória de São Sebastião. IV No começo Riacho das Éguas. Em Das almas, transformou-se. Cidade lá do nosso agreste, No Estado de Pernambuco. Que com o tempo elevou-se, como produtora de abacaxi Foi lá que esse milagre se deu, anos depois da terrível peste(*).
  6. 6. V O povo grato a São Sebastião, ergue-lhe uma capela. Em sinal de eterna devoção. E é nesta capela que Antonio, faz seus votos de cristão. E cresce com muita disposição, de se por no balcão para ajudar, seu pai e seus 7 irmãos. VI Terra de rasga-beiços e Sairás, Marmeleiros e Maniçobas. Também lá estavam as abelhas. E o menino vendo-as voar, Encantado vê chegar a hora, de para outras terras viajar. E assim voa sem medo. E em São Paulo vem parar.
  7. 7. VII São Paulo de tanta gente, o recebe e lhe cobra o preço. Dos que chegam diariamente. Terra do dinheiro e apreço. Grana a permitir sobrevivência. Apreço para suportar a saudade Daqueles que estavam distantes Vivendo lá no seu berço. VIII Favelado, foi sim senhor! Onde aprendeu uma lição, a tudo que é bom dar valor. Camelô, também por que não! Abrindo seus olhos ao comércio. E o seu coração para o amor, por tudo que lhe caia a mão. Assim viveu Antonio sem temor.
  8. 8. IX Tinhoso quanto a seus objetivos. Não pensou muito e decidiu, comprar um carrinho de praia. A para isso vendeu sua F1000. Enquanto nos negócios ousava, o seu peito não tardou, a se dar a quem lhe amava, e que uma filha lhe presenteou. X O tempo passa depressa. E põe Antonio numa tormenta. Mas logo seu coração em festa, um novo amor lhe apresenta. É Glaucia com sua alegria. Que encanta aquele que vive, a trabalhar com afinco, sem demonstrar covardia.
  9. 9. XI Passam-se assim 30 anos. Antonio vê sua vida, do jeito que sempre quis. O que tem foi conquistado. E dessa forma se sente feliz. Não plantou sementes sem grãos. Soube preservar a raiz, mantendo limpas suas mãos. XII Que fizeram da Casa do Norte, um lugar bom para se comer. E agora com novo nome, tal como Riacho das Almas fez, lá está o Toninho restaurante, bem no centro da nossa cidade, num ambiente aconchegante, a nos oferecer qualidade.
  10. 10. XIII Não deixem de conhecer. Pois lá vão encontrar Dona Gláucia. Para a cada um receber, e demonstrar a sorrir, O seu prazer em lhe ver. E ao lado dela o Toninho. Os dois formam um casal porreta, na arte do bem servir. XIV E aqui termina esta história. Para a qual pedi sua atenção. Que fala de um menino, que acreditando na sua sorte, fez valer a palavra de Euclides, que disse não faz muito tempo, que o sertanejo nordestino, é antes de tudo, um forte.
  11. 11. XV E a este homem tão forte, que agora ao nosso Novo Tempo, empresta sua força e suporte, e traz para nosso convívio, seu mais sublime relicário, sua amável e simpática consorte. Digo-lhes, bem vindos sejam! Ao nosso clube Rotário. (*) A peste foi introduzida no Brasil em 1899 pelo porto de Santos-SP, e os primeiros casos ocorreram em outubro, devidamente documentados por Vital Brasil e OswaldoCruz. Apartir daí, a zoonose disseminou se pelo país: portos do Rio de Janeiro e de Fortaleza, em 1900; de Pernambuco e do Rio Grande do Sul, em 1902; do Pará e Maranhão, em 1903; da Bahia, em 1904; do Paraná, Espírito Santo e Sergipe, em 1906; da Paraíba, em 1912 e de Alagoas, em 1914, pelo sertão. FIM Ou seria apenas o começo de uma bela história a ser contada? Celso Corrêa de Freitas
  12. 12. TONINHO RESTAURANTE, é o organizador da: Para adquirir o seu convite, ligue para: Celso: 3592-2713 e 8151.8084

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