Psicologia ( unidades com objectivos)

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Psicologia ( unidades com objectivos)

  1. 1. Psicologia <ul><li>Psicologia como ciência; </li></ul><ul><li>Psicofisiologia </li></ul><ul><li>Psicologia Social </li></ul><ul><li>Psicologia do Desenvolvimento </li></ul><ul><li>Motivação </li></ul><ul><li>Aprendizagem e Memória </li></ul><ul><li>Inteligência </li></ul><ul><li>Personalidade </li></ul>
  2. 2. Psicologia como ciência <ul><li>Objecto/Objectivo </li></ul><ul><li>A Psicologia é a ciência do </li></ul><ul><li>Comportamento directamente </li></ul><ul><li>observável do ser humano e do </li></ul><ul><li>animal e dos seus processos </li></ul><ul><li>mentais, da relação entre o </li></ul><ul><li>comportamento e os processos </li></ul><ul><li>mentais, i.e., a forma como se </li></ul><ul><li>influenciam, ou seja, os estados de </li></ul><ul><li>Alma. O objectivo da psicologia é o de </li></ul><ul><li>prever, controlar e explicar o </li></ul><ul><li>comportamento humano </li></ul><ul><li>através das formas de sentir, </li></ul><ul><li>pensar e agir do ser humano. </li></ul><ul><li>Psico/logia </li></ul><ul><li>Psico -> Psiqué, Alma; </li></ul><ul><li>Logia – logos -> Pensamento, Discurso, Razão; </li></ul><ul><li>Psicologia Como Ciência: </li></ul><ul><li>-> Objectos; </li></ul><ul><li>-> Métodos; </li></ul><ul><li>-> Aplicação; </li></ul>
  3. 3. Associacionismo <ul><li>Consciência </li></ul><ul><li>Objecto de estudo a experiência consciente </li></ul><ul><li>Método: introspectivo </li></ul>
  4. 4. Behaviorismo <ul><li>Objecto: comportamento directamente observável </li></ul>
  5. 5. Caracterização de conceitos <ul><li>Wundt e o associacionismo </li></ul><ul><li>Pavlov e a reflexologia </li></ul><ul><li>Watson e o behaviorismo </li></ul><ul><li>K öhler e o gestaltismo </li></ul><ul><li>Freud e a psicanálise </li></ul><ul><li>Piaget e o construtivismo </li></ul><ul><li>Damásio e a emoção </li></ul>
  6. 6. Psicologia como ciência Da consciência aos comportamentos Objecto de estudo da psicologia: estudo científico do comportamento directamente observável do ser humano e animal e dos seus processos mentais, da relação entre o comportamento e os processos mentais, com o objectivo de prever, controlar e explicar o comportamento e os processos mentais. Associacionismo Estruturalismo Wundt Behaviorismo Watson Reflexologia Pavlov Gestaltismo Kohler Psicanálise Freud Construtivismo Piaget Bruner Cognição Damásio Razão e emoção O.E.P: experiência consciente Objt.E.P: conhecer a estrutura da experiência consciente O.E.P: comportamento directamente observável Objt.E.P: prever, controlar e explicar as reacções O.E.P: reflexos Objt.E.P: aprender a associar um ENC a EN, controlando o comportamento O.E.P: todo Objt.E.P: compreender a forma de configurar a experiência O.E.P: inconsciente Objt.E.P: ter acesso a uma dimensão do psiquismo humano totalmente inconsciente O.E.P: estruturas da inteligência Objt.E.P: desenvolvimento das estruturas da inteligência O.E.P: Objt.E.P: O.E.P: Objt.E.P: Estímulos Tácteis Auditivos e visuais O sujeito sente, auto analisa o que sente e deve relatar o que sente ao investigador Ao dar um determinado estímulo, numa determinada situação o sujeito deverá reagir de uma determinada maneira dependendo da situação. E-R(S) R=F(S) ENC-RNC ENC+EN-RNC Resposta automáticas, espontâneas e involuntárias Parte - todo Inato Id. Ego Super ego Afectam o comportamento .Sexualidade infantil .Estádios de desenvolvimento psicossexual S - M M - S Experiências anteriores Significado atribuído pelo sujeito personalidade O.E.P: experiência consciente M.E.P: introspecção controlada O.E.P: comportamento directamente observável M.E.P: experimental O.E.P: reflexos M.E.P: experimental O.E.P: percepção do todo M.E.P: experimental O.E.P: inconsciente M.E.P: psicanalítico O.E.P: estruturas da inteligência M.E.P: clínico O.E.P: M.E.P: O.E.P: M.E.P:
  7. 7. Métodos em psicologia Introspecção controlada Objecto de estudo são as formas de sentir com o objectivo de conhecer a estrutura da experiência consciente Experimental Objectivo é o de conhecer o comportamento humano e animal, e dar à psicologia o carácter de ciência objectiva e rigorosa. Usa técnicas de índole quantitativa. Clínico É o conjunto de metodologias e técnicas de índole qualitativa, que têm como objectivo estudar em profundidade o indivíduo, assunto ou problema. É uma avaliação global e aprofundada do sujeito tendo em conta a sua personalidade. (Processo) Psicanalítico É um método de exploração do inconsciente, i., é., uma zona do psiquismo humano a que não temos acesso por via da introspecção nem da racionalidade. Estímulos tácteis, auditivos e visuais, dependendo da intensidade dos estímulos o sujeito sente, e dependendo da forma subjectiva do sujeito sentir, deve-se auto analisar aquilo que se sentiu e relatar ao investigador. Criticas : - mobilidade dos estados de consciência; linguagem; emoção; impossibilidade de controlar a introspecção; Psicologia infantil, animal ou psicopatologia; não dá acesso ao inconsciente; não analisa o comportamento a estímulos directamente observável; alteração dos estados de consciência. Hipótese prévia Dedução de uma relação de causa efeito, uma hipótese a ser testada na experimentação. Experimentação Para testar a hipótese forma-se o grupo experimental, onde se vai manipular a variável independente (factores) e ver se ela influencia a variável dependente (comportamento). Grupo de controlo onde se vão dar as condições ideais para comparar os resultados. Variáveis externas ou parasitas. Generalização dos resultados Generaliza-se o que foi estudado na amostra a toda a população para formular leis gerais do comportamento. Críticas : população; metodológicas; éticas. Clínico (relativo ao leito) Técnicas de observação clínica : anamnese e dados biográficos; entrevista e observação clínica; testes. Qualidades dos testes : padronização; fidelidade; validade; sensibilidade. Tipos de testes : inteligência; aptidão; personalidade : questionários; projectivos : Rorschach; Teste de Apercepção Temática; Teste da Pata Preta; Teste da Família; Teste de Frustração de Rosenzweig. Críticas sobre a aplicação dos testes : como instrumento de diagnóstico e prognóstico, i., é., o carácter estático dos resultados obtidos não reflecte o carácter dinâmico da personalidade e do psiquismo humano; valorizam o resultado e não têm em conta o processo; os raciocínio subjacentes às respostas dadas. Associações livres Dizer livremente o que vem à mente Cenário adequado Resistência Interpretação dos sonhos Censura atenuada; o desejo de carácter afectivo ou sexual realiza-se de forma simbólica, disfarçada; Conteúdo manifesto e latente. Análise dos actos falhados Resultam da interferência de intenções diferentes que entram em conflito. São os desejos recalcados que dão origem aos actos falhados. Processo de transferência inerente à relação psicanalista/paciente Estrutura da experiência consciente Sensações elementares Comportamento directamente observável O indivíduo em toda a sua dimensão - personalidade Inconsciente Sexualidade infantil O ser humano é dominado por pulsões A importância da infância no comportamento adulto
  8. 8. Observação Laboratorial Este tipo de observação acontece quando se deseja controlar alguns factores que influenciam o comportamento para se manipularem as variáveis, nomeadamente a variável independente. Controlam-se assim, com mais eficácia as variáveis externas ou parasitas que são aquelas com as quais não se conta na investigação e que podem alterar os resultados obtidos na variável dependente. A observação laboratorial apresenta, contudo, algumas limitações, a saber : o ambiente é artificial, afectando por isso o comportamento dos sujeitos; há comportamentos que não podem ser observados em laboratório; (controlo experimental)o sujeito tende a comportar-se de acordo com o que julga serem as expectativas do observador; efeitos do experimentador, i.,é., o experimentador pode influenciar, involuntariamente, o comportamento dos sujeitos. Naturalista É a observação e descrição do comportamento dos sujeitos no seu ambiente natural, é também designada de ecológica porque o indivíduo é observado no seu contexto de vida, privilegiando o binómio indivíduo meio. Este tipo de observação pode ser participante ou não participante . Ela é participante quando o indivíduo se integra na unidade social que vai estudar ao longo de um determinado período de tempo, participando nas actividades quotidianas, visa a apreensão qualitativa dos comportamentos sociais. A observação não participante o observador não intervém, não participa na experiência. Sistemática Acontece quando o indivíduo realiza tarefas idênticas à do experimentador: formulação de hipóteses prévias, controlo na experimentação, a observação pode ocorrer no laboratório ou em contexto ecológico.
  9. 9. Psicologia pura e aplicada Organizacional Objectivos: Analisar a estrutura e funcionamento das instituições; Explicar e prever o comportamento dos indivíduos e dos grupos no interior das organizações; Analisar as relações formais e informais entre os indivíduos e os grupos; Estudar o clima, motivação e nível de satisfação dos trabalhadores. Analisar a relação entre as tarefas e os indivíduos; Promover a optimização do trabalho; Orientar o processo de selecção, recrutamento e formação dos trabalhadores; Analisar os processo de liderança; Participar no processo de avaliação institucional; Intervir nos processos institucionais. Instituições de intervenção: Empresas; Organizações governamentais e não governamentais. Educacional Promover o desenvolvimento e maturação psicológica; Clínica
  10. 10. Psicofisiologia <ul><li>Objecto/Objectivo </li></ul><ul><li>O objecto de estudo da </li></ul><ul><li>psicofisiologia são os </li></ul><ul><li>fundamentos biológicos, que se </li></ul><ul><li>vão tentar compreender e </li></ul><ul><li>explicar, do Comportamento do ser </li></ul><ul><li>humano e </li></ul><ul><li>dos animais. </li></ul><ul><li>O objectivo, trata-se do mesmo em </li></ul><ul><li>qualquer área, ou seja, prever, </li></ul><ul><li>controlar e explicar o </li></ul><ul><li>comportamento humano e animal, </li></ul><ul><li>através das formas de sentir, </li></ul><ul><li>pensar e agir do ser humano e animal </li></ul><ul><li>pelos seus fundamentos biológicos.. </li></ul><ul><li>Psico/fisio/logia </li></ul><ul><li>Psico -> Psiqué, Alma; </li></ul><ul><li>Fisio-> Fundamentos inatos e biológicos; Fundamentos fisiológicos </li></ul><ul><li>Logia - logos -> Pensamento, Discurso, Razão; </li></ul><ul><li>Psicofisiologia: </li></ul><ul><li>-> Sistema Nervoso (Processar); </li></ul><ul><li>-> Sistema Endócrino (Hormonal); </li></ul><ul><li>-> Genética (Hereditariedade); </li></ul>
  11. 11. Psicofisiologia <ul><li>As funções da espinal medula são de condução e coordenação. A função condutora possibilita a transmissão das mensagens da periferia para o centro e do centro para a periferia. Os nervos aferentes ou sensoriais possibilitam a transmissão das mensagens da periferia para o centro, os nervos eferentes ou motores possibilitam a transmissão das mensagens do centro para a periferia. A função coordenadora coordena o acto reflexo que é uma resposta automática a agressões do meio exterior e interior. O acto reflexo não vai ao cérebro, pois seria um desperdício de tempo. </li></ul><ul><li>As áreas primárias têm por função receber as informações provenientes nos órgãos dos sentidos, sentir os estímulos. As áreas secundárias processar a informação proveniente das áreas primárias, permite interpretar os estímulos, de modo a saber o que vemos, ouvimos, cheiramos, etc. As áreas primárias também se denominam de sensoriais e as secundárias de psicossensoriais. </li></ul><ul><li>O preconceito e um conceito formado antecipadamente sem fundamento sério, científico ou razoável que leva na maior parte dos casos a discriminação. </li></ul><ul><li>A satisfação das necessidades de contacto e de conforto são mais importantes que a satisfação das necessidades primárias. </li></ul><ul><li>A atitude é uma tendência ou predisposição para agir de forma positiva ou negativa a determinado objecto ou fenómeno social. As três componentes são: cognitiva, afectiva e comportamental. </li></ul>
  12. 12. Psicologia Social <ul><li>O objecto de estudo da psicologia </li></ul><ul><li>social são o processos psicológicos </li></ul><ul><li>que estão na base das relações sociais, </li></ul><ul><li>isto é, das relações dos indivíduos </li></ul><ul><li>entre si, os indivíduos com os grupos e </li></ul><ul><li>dos grupos entre si. </li></ul><ul><li>Com o objectivo de prever, controlar e </li></ul><ul><li>explicar as relações sociais, através </li></ul><ul><li>das formas de sentir, pensar e agir </li></ul><ul><li>para se poderem melhorar essas </li></ul><ul><li>Mesmas relações através do </li></ul><ul><li>comportamento social. </li></ul><ul><li>Psicologia social </li></ul><ul><li>O homem como ser social por natureza </li></ul><ul><li>Grupos </li></ul><ul><li>As atitudes </li></ul>
  13. 13. Psicologia do Desenvolvimento <ul><li>O objecto de estudo da psicologia do desenvolvimento é o conjunto de mudanças estruturais e comportamentais que ocorrem no indivíduo, ao nível psicológico e físico, desde o acto de fecundação até ao final da vida. A psicologia do desenvolvimento estuda as mudanças estruturais e comportamentais dos indivíduos ao longo do ciclo vital, os factores que entrevêem no desenvolvimento, motores, sociais, morais, cognitivos, etc. </li></ul><ul><li>Tem como objectivo prever, controlar e explicar o comportamento e forma como se altera para o poder melhorar. Compreende o comportamento e as suas mudanças através das formas de sentir, pensar e agir. </li></ul><ul><li>As perspectivas sobre o desenvolvimento </li></ul><ul><li>Desenvolvimento e socialização </li></ul><ul><li>Adolescência </li></ul>
  14. 14. Motivação <ul><li>A motivação é o conjunto de forças internas (energias) que levam o indivíduo a agir para atingir determinado objectivo ou finalidade. </li></ul><ul><li>A motivação e os tipos de motivação </li></ul><ul><li>Teorias sobre a motivação </li></ul><ul><li>Maslow </li></ul><ul><li>Freud </li></ul>
  15. 15. Aprendizagem e Memória <ul><li>Objecto/Objectivo </li></ul><ul><li>A aprendizagem é a mudança do comportamento e do conhecimento de forma relativamente estável e duradoira, que resulta da experiência </li></ul><ul><li>e da prática, podendo ocorrer de forma consciente ou inconsciente e num </li></ul><ul><li>processo pessoal ou interpessoal, porque tudo o que o homem aprende ocorre num contexto cultural. Porque se tem a capacidade de </li></ul><ul><li>memorizar, isto é, de adquirir, reter e recordar a informação podemos conhecer os objectos do meio e, atribuirmos um </li></ul><ul><li>significado mais importante à realidade. A pessoa que aprende adquire novos hábitos, competências, associações informações, que lhe permitem adaptar-se ao meio e às alterações. Ou seja, adquirimos ou modificamos os nossos comportamentos como resultado da nossa experiência de vida. </li></ul><ul><li>Na maior parte das espécies, os recém nascidos estão equipados, hereditariamente, com um conjunto de comportamentos que lhes permitem de imediato adquirir autonomia. O ser humano são menos dotados hereditariamente e, por isso, precisam do meio cultural e dos outros para aprenderem, durante um logo período de tempo a serem autónomos. </li></ul><ul><li>Aprendizagem </li></ul><ul><li>Memória </li></ul><ul><li>Conceito de aprendizagem </li></ul>
  16. 16. Aprendizagem por condicionamento clássico e operante <ul><li>A aprendizagem por condicionamento clássico é o tipo de aprendizagem em que o sujeito aprende de forma automática, espontânea, involuntária, o papel do sujeito é passivo na aprendizagem e ocorre de forma inconsciente. </li></ul><ul><li>Pavlov, numa das situações experimentais, verificou que uma resposta, a salivação é normalmente desencadeada por um estímulo (carne). De seguida, Pavlov, apresentou o estímulo incondicionado associado a um estímulo neutro. Reparou que o cão continuava a salivar. A resposta, nesta situação continuava a ser incondicionada, pois o cão continuava a ver a carne. No entanto, o cão está a aprender, que cada vez que vê carne, ouve um sino. Aprendeu a responder a um estímulo neutro que tornou condicionado, logo a resposta ou o reflexo também é condicionada. </li></ul><ul><li>Assim sendo, os processos do condicionamento clássico são: aquisição, extinção, recuperação espontânea, generalização do estímulo e discriminação do estímulo. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>A aprendizagem por condicionamento operante consiste em associar uma respota, que já faz parte do próprio comportamento, a uma situação, fazendo seguir a essa resposta um reforço. A natureza do reforço pode ser desejável, reforço positivo, ou indesejável, reforço negativo. O reforço positivo é quando um estímulo leva ao aumento da intensidade do comportamento ou resposta. O reforço negativo é quando estímulo é retirado e aumenta a probabilidade de ocorrência da resposta. Negativo porque significa que se suprime um acontecimento desagradável. Para os behavioristas o comportamento está completamente dependente do meio. No condicionamento clássico a resposta é desencadeada por um estímulo condicionado, isto é, é involuntária, no condicionamento operante ou aprendizagem instrumental, a resposta é emitida por um acto voluntário. O sujeito opera sobre o meio para obter a recompensa. Assim sendo, a aprendizagem resulta de recompensas. Para Thorndike a aprendizagem resulta de consequências de um comportamento. Para Skinner a tendência para emitir respostas operantes fortalecida pelas consequências. São as consequências de m comportamento que vão influenciar as futuras acções do indivíduo. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Aprendizagem por observação e imitação </li></ul><ul><li>Este tipo de aprendizagem acontece porque observamos o que os outros fazem e as suas consequências dos seus comportamentos. A aprendizagem por observação e imitação consiste na reprodução de uma sequência de acções produzidas por alguém, que serve de modelo, daí a modelação ou modelagem, na presença de um certo estímulo e, em seguida, de reforço. Os processo da aprendizagem social são em primeiro lugar a aquisição, em que há atenção e retenção mnésica, e uma fase de execução, na qual são necessários recursos internos e uma razão para o fazer. </li></ul><ul><li>Este tipo de aprendizagem acontece por reforço vicariante, ou reforço indirecto. Vemos o comportamento de alguém que é considerado o modelo e tentamos imitá-lo. </li></ul><ul><li>Aprendizagem pela manipulação de símbolos ou de representações. </li></ul><ul><li>Este tipo de aprendizagem tem que ver com a transformação dos conteúdos na memória de longo prazo, isto é, na memória que dura toda vida e que tem uma capacidade ilimitada. Esta traduz-se por uma mudança das estruturas do conhecimento, nas redes semânticas, nos esquemas de acontecimento e de acção. Há a aquisição de conhecimentos e a aquisição de competências. A aquisição de conhecimentos tem que ver com os acontecimentos, objectos e relação entre eles. A aquisição de competências tem que ver com a capacidade de realizar algo prático. Estas duas formas de aprendizagem estão relacionadas com os dois tipos de memória de longo prazo que são a memória declarativa e não declarativa. </li></ul>
  19. 19. Inteligência <ul><li>Objecto/Objectivo </li></ul><ul><li>A inteligência vem do termo latino intelligentia , e significa a capacidade que temos em captar o meio e compreendê-lo. A inteligência é a capacidade de enfrentar situações novas e de se adaptar a elas de uma forma rápida e eficiente; é a capacidade de utilizar, com eficácia conceitos abstractos; é a capacidade de fazer relacionações e aprender rapidamente </li></ul><ul><li>Possibilidade de inteligir, isto é, captar os objectos do meio para que se </li></ul><ul><li>possa adaptar a um determinado meio social. </li></ul><ul><li>Inteligência – Conceito – distinção entre Int. prática, social e conceptual – Instrumentos de medida – Q.I. - WAIS </li></ul><ul><li>Composição da inteligência </li></ul><ul><li>Análise factorial (Spearman) Análise multifactorial (Thurstone) As inteligências múltiplas </li></ul><ul><li>Caracterização do pensamento convergente e divergente – Criatividade. Características da personalidade criativa. </li></ul>
  20. 20. Inteligência <ul><li>Conceito de Inteligência </li></ul><ul><li>Distinção entre inteligência prática, social e conceptual </li></ul><ul><li>Inteligência e os seus instrumentos de medida – Q.I. – WAIS </li></ul><ul><li>Composição da inteligência: análise factorial (Spearman); análise multifactorial (Thurstone); teoria das inteligências múltiplas (Gardner). </li></ul><ul><li>Os factores que influenciam a inteligência: hereditariedade, sociais e expectativas. </li></ul><ul><li>Inteligência e criatividade – pensamento convergente e divergente </li></ul><ul><li>As características da personalidade criativa </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Conceito de Inteligência </li></ul><ul><li>A inteligência vem do termo latino intelligentia , e significa a capacidade que temos em captar o meio e compreendê-lo. A inteligência é a capacidade de enfrentar situações novas e de se adaptar a elas de uma forma rápida e eficiente; é a capacidade de utilizar, com eficácia conceitos abstractos; é a capacidade de fazer relacionações e aprender rapidamente </li></ul><ul><li>Possibilidade de inteligir, isto é, captar os objectos do meio para que se </li></ul><ul><li>possa adaptar a um determinado meio social. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Distinção entre inteligência: </li></ul><ul><li>prática – capacidade de percepcionar relações ao nível da actividade concreta, envolvendo a manipulação de objectos. Manifesta-se empiricamente pelo uso e fabrico de objectos, estando na base das respostas concretas aos problemas do quotidiano. Recorre à capacidade de estabelecer representações perceptivas; </li></ul><ul><li>social , manifesta-se na vida relacional e na resolução de problemas interpessoais, recorre fundamentalmente à intuição; </li></ul><ul><li>conceptual , também designada de racional ou abstracta, pressupõe o recurso da linguagem e outros sistemas simbólicos e manifesta-se nas capacidades de compreensão, raciocínio lógico, resolução de problemas e tomadas de decisão. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>As três capacidades de adaptação ao meio , capacidade de pensar abstractamente e capacidade de aprender, estão interligadas, constituindo os diferentes aspectos da inteligência. </li></ul><ul><li>Inteligência e os seus instrumentos de medida – Q.I. – WAIS </li></ul>
  24. 24. <ul><li>IM/IC*100=QI </li></ul><ul><li>80-89 – Lentidão </li></ul><ul><li>90-109-Inteligência média </li></ul><ul><li>110-119-Inteligência superior </li></ul><ul><li>120-140-Inteligência muito superior </li></ul><ul><li>Críticas aos testes de inteligência: são utilizados de forma redutora; levam à discriminação social e racial ( estúpido ); a linguagem; confundem inteligência com QI; estão padronizados para determinada classe social; não têm em conta o aspecto emocional de quem realiza o teste. </li></ul><ul><li>Wais </li></ul><ul><li>Escala de inteligência de Wechsler para adultos </li></ul>
  25. 25. Composição da inteligência <ul><li>Análise factorial (Spearman) </li></ul><ul><li>O objectivo é estabelecer correlações entre as várias aptidões da inteligência: memória, percepção, fluência verbal e lógica . </li></ul><ul><li>Vai defender a existência de uma inteligência geral, de carácter fundamentalmente inato. Quem tiver uma boa inteligência geral ( Factor G), terá também uma boa inteligência específica (factor S). É o factor G que dinamiza a inteligência e os factores específicos. </li></ul><ul><li>Análise multifactorial (Thurstone) </li></ul><ul><li>Existem sete aptidões mentais primárias ligadas a tarefas específicas e independentes umas das outras. Vai negar o factor G. As inteligências são: Aptidão numérica; compreensão verbal; memória; fluidez verbal; raciocínio; aptidão espacial e visual; rapidez perceptual. </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Teoria das inteligências múltiplas (Gardner) </li></ul><ul><li>Psicólogo cognitivista, que defende que a inteligência é múltipla, isto é, depende de aptidões que devem ser trabalhadas para se tornarem em capacidades efectivas. Os psicólogos cognitivista vão tentar conhecer os processos cognitivos envolvidos nos comportamentos inteligentes. </li></ul><ul><li>Existem 9 inteligências múltiplas com regras de funcionamento próprio e que actuam de forma independente: I. linguística, lógico-matemática, espacial, musical, intrapessoal, interpessoal, corporal cinestésica, naturalista (capacidade de reconhecer e distinguir plantas e animais) e existencial (capacidade de colocar questões sobre o sentido da existência). </li></ul>
  27. 27. Relação entre a inteligência e os diversos factores <ul><li>Hereditariedade (inato): a inteligência é um produto entre a hereditariedade e o meio. A hereditariedade define os limites, isto é, as potencialidades que um meio adequado irá potenciar. </li></ul><ul><li>Factores sociais : tem que ver com o meio em que estamos inseridos, a qualidade dos estímulos potencia o desenvolvimento qualitativo da inteligência. </li></ul><ul><li>Expectativas: positivas/negativas: estas vão influenciar os aspectos intelectuais dos indivíduos pelas expectativas feitas sobre eles, sobretudo pelas pessoas mais significativas, como por exemplo: pais, professores, etc. Os sujeitos tendem a ajustar-se às expectativas, pelo facto de elas influenciarem o auto conceito, a motivação através do efeito pigmalião, isto é, efeito de profecia. </li></ul>
  28. 28. Pensamento convergente e divergente – a criatividade <ul><li>A inteligência serve para resolver problemas. Podemos resolver problemas de duas maneiras: utilizando o pensamento convergente e divergente, utilizando as estratégias adequadas. </li></ul><ul><li>O pensamento convergente é a existência de uma resposta ou conclusão que surge como única. É um pensamento orientado pela objectividade, e em direcção a uma resposta que surge como única e como a melhor. É pensamento dominado pela lógica e objectividade. </li></ul><ul><li>O pensamento divergente é caracterizado por uma exploração mental de soluções várias, diferentes e originais para um mesmo problema. Este tipo de pensamento leva à criatividade. Pessoas criativas têm uma fluência de ideias imaginativas, uma flexibilidade e uma sensibilidade que as torna capazes de aprenderem relações, não visíveis, existentes nos problemas. </li></ul>
  29. 29. A criatividade <ul><li>As três características essenciais da criatividade são: fluidez, flexibilidade e originalidade. </li></ul><ul><li>A fluidez conduz o criador a propor um grande número de soluções onde a maior parte dos indivíduos só encontra algumas. </li></ul><ul><li>A flexibilidade é a qualidade que permite passar facilmente de uma categoria de coisas, ou de um aspecto de um problema, a outra, em vez de se limitar apenas a um ponto de vista. </li></ul><ul><li>A originalidade , enfim, constitui a característica por excelência do pensamento divergente, criatividade no sentido em que a obra criada resulta da síntese de uma nova combinação de ideias. </li></ul>
  30. 30. A personalidade criativa <ul><li>Características da personalidade criativa: </li></ul><ul><li>Autonomia no seu pensamento e acções. Este tipo de personalidade não se integra facilmente num grupo e não se submete aos valores do mesmo – inconformismo. </li></ul><ul><li>Tende a ser menos dogmática e mais relativista na sua concepção de vida - crítica. </li></ul><ul><li>Admite os aspectos irracionais do seu comportamento; </li></ul><ul><li>Prefere a complexidade e a novidade à simplicidade e ao conhecido – tem um espírito de descoberta. </li></ul><ul><li>Aprecia bom humor e tem um bom sentido de humor (mas não é palhaço, como os alunos da 3, 4 e 5ª feira do meio dia de psicologia). </li></ul>
  31. 31. A Personalidade <ul><li>Conceito de Personalidade </li></ul><ul><li>Natureza da personalidade </li></ul><ul><li>Factores gerais que influenciam a personalidade </li></ul><ul><li>Teorias da Personalidade: Psicanalítica ou psicossocial ou aprendizagem social ou humanista ou auto-realização ou necessidades psicológicas </li></ul>
  32. 32. Personalidade <ul><li>Objecto/Objectivo </li></ul><ul><li>A personalidade é o elemento relativamente estável e duradoiro que nos integra numa totalidade dinâmica e nos dá uma conduta comportamental estável, é a nossa estrutura que subjaz às características de cada um de nós, é o que nos torna únicos diferenciando-nos uns dos outros. </li></ul><ul><li>Conjunto de padrões do comportamento relativamente estáveis e </li></ul><ul><li>duradouros, que nos integram numa totalidade </li></ul><ul><li>dinâmica e que nos </li></ul><ul><li>distinguem uns dos outros. É a personalidade que nos dá a nossa </li></ul><ul><li>Consistência (mantém-se ao longo da vida), </li></ul><ul><li>Essencialidade (é aquilo que somos em si mesmo), </li></ul><ul><li>Estabilidade (permite prever os comportamentos), </li></ul><ul><li>continuidade ( permite prever os comportamentos nas mais diversas situações sociais) e </li></ul><ul><li>Estrutura (permite distinguir-nos dos outros). </li></ul><ul><li>Dinamicidade (é dinâmica porque é uma construção pessoal com os outros) </li></ul><ul><li>Conceito de Personalidade </li></ul><ul><li>Natureza da personalidade </li></ul><ul><li>Factores gerais que influenciam a personalidade </li></ul><ul><li>Teorias da Personalidade: Psicanalítica ou psicossocial ou aprendizagem social ou humanista ou auto-realização ou necessidades psicológicas </li></ul>
  33. 33. Natureza da personalidade é ser dinâmica <ul><li>A personalidade é uma construção pessoal decorre ao longo de toda a vida. </li></ul><ul><li>Tem os seus alicerces no temperamento, sendo também fruto de uma elaboração da nossa história de vida, onde integramos todas as nossas experiências pessoais. </li></ul><ul><li>Tem que ver com a dimensão fisiológica, intelectual, emocional, socio-moral, sendo também independente da representação de si, que cada um tem, da sua auto estima (auto conceito). </li></ul><ul><li>A personalidade caracteriza-se por autonomia, auto controlo, capacidade de comunicação, expressão de ideias e afectos, e construção dos projectos de vida de cada um. </li></ul><ul><li>A personalidade tem uma natureza dinâmica, pois é uma construção pessoal que ocorre ao longo de toda vida e onde ocorrem diversos factores tais como: </li></ul>
  34. 34. <ul><li>Influências hereditárias – hereditariedade: </li></ul><ul><li>O património genético do indivíduo define-se na sua singularidade morfológica, nomeadamente a constituição física e no funcionamento do sistema nervoso e endócrino, que são em grande parte hereditários. O padrão genético estabelecido no memento da concepção influencia as características da personalidade que uma pessoa desenvolverá. </li></ul><ul><li>Meio social – socialização: </li></ul><ul><li>A família, os grupos e a cultura a que se pertence, desempenham um papel determinante na construção da personalidade. Esta construção é feita através do processo de integração do indivíduo em determinada sociedade, isto é, a socialização, em que a família, sobretudo nos primeiros anos assume um papel decisivo pelas características e qualidade das relações existentes e dos estilos educativos. </li></ul><ul><li>Experiências pessoais – infância e adolescência – positivas e negativas: as experiências pessoais abarcam as vivências de cada um e tem uma importância decisiva no desenvolvimento emocional da infância e adolescência na construção da personalidade. A qualidade das relações precoces, nomeadamente na infância e na adolescência, fundamentalmente pelo processo de vinculação e construção da identidade possibilitam a construção das bases da personalidade de cada um. A estruturação e organização da personalidade depende da vivencia experiências pessoais de cada um, sejam elas positivas ou negativas. Quer as experiências positivas quer as negativas afectam a construção da +personalidade. </li></ul>
  35. 35. Teoria da personalidade – Freud e a teoria psicanalítica <ul><li>É corpo teórico explicativo da estrutura do aparelho psíquico (Id., Ego e Super Ego), da vida mental psíquica e afectiva, é um processo terapêutico das perturbações da personalidade. </li></ul><ul><li>Libido </li></ul><ul><li>Mecanismos de defesa do ego: recalcamento; racionalização; projecção </li></ul>
  36. 36. Esquema Psicologia como Ciência Definir o que se vai estudar COMPORTAMENTO Objectivo : -Prever, controlar e explicar; Sentir, pensar e agir; Psicofisiologia Fund. Inatos O que Vai Afectar em 1º Lugar Psicologia Social Fund. Sociais Psicologia do Desenvolvimento Sujeito Meio Experiências Significado dependendo da Motivação PERSONALIDADE Aprendizagem e Memória Inteligência Totalidade Dinamicidade Univocidade Globalidade Estabilidade

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