SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 29
Baixar para ler offline
Acadêmicos: Arlei Antunes, Gabrieli Machado, Leticia Pittuco e Luiza Behr
Professora: Ligia Trevisan
Trabalho proposto pela professora Lígia Trevisan para a
disciplina de Fundamentos Históricos e Epistemológicos I, do
1º semestre do curso de bacharelado em Psicologia da
Universidade Franciscana – UFN.
Santa Maria, RS
2018
 Por mais que a escola behaviorista tenha se estabelecido como enfoque principal
na ciência da Psicologia na primeira metade do século XXI, ela falhou ao tentar ser
uma ciência satisfatória. Buscando outros caminhos.
 Com a crise do condutivismo, os pesquisadores em Psicologia se viram obrigados a
buscar outras vias para evitar que seu objeto de estudo lhes escapasse das mãos
 Por não tratarem de modo científico os problemas relativos aos processos psíquicos
superiores, havia a necessidade deste enfoque condutivista ser substituído por
outro.
 Os behavioristas, temerosos de tornarem-se vítimas das falácias subjetivas
recusadas em um primeiro momento, já pensavam sobre os processos mentais.
 Não era mais possível acreditar que a ciência psicológica fosse simplesmente
colecionar fatos observáveis e entendê-los.
 A Psicologia Cognitiva surgiu, em parte, por causa do crescente
reconhecimento de que entender a psique era algo sensivelmente
mais complexo do que se pensava ser no comportamentalismo
behaviorista.
 Com o avanço da engenharia eletrônica e da informática nos anos
1950 e 1960, surgiram as máquinas capazes de desenvolver
condutas inteligentes.
 Houve, a partir dos anos 1960, um considerável desenvolvimento de
programas que imitavam condutas inteligentes (processos
superiores), imprescindíveis para o entendimento das condutas
humanas.
 A mente humana e o computador são sistemas de processamento
de informações (Neisser, 1967).
 A Terapia Cognitiva nasceu na
década de 1960, com Aaron T. Beck,
nos EUA, na Universidade da
Pensilvânia.
 Inicialmente seu objetivo era uma
psicoterapia que fosse breve,
estruturada e focada no presente.
 Com o passar do tempo começou a
ser usada para outros tipos de
distúrbios mentais. Como por
exemplo, ansiedade, fobia social,
síndrome do pânico e etc.
 Cognição: As pessoas pensam.
 Psicologia cognitiva: Os cientista pensam a respeito de como as pessoas
pensam.
 Estudantes da Psicologia cognitiva: As pessoas pensam sobre a
maneira como os cientistas pensam a respeito de como as pessoas
pensam
 Os professores que ensinam psicologia cognitiva aos estudantes: Faz
com que você capte a ideia.
 A psicologia cognitiva trata do modo como as pessoas percebem,
aprendem, recordam e pensam sobre a informação.
 Uma escola do pensamento defendeu por muito tempo que aspectos
do comportamento humano são inteiramente governados pela
natureza humana.
 Uma escola do pensamento postulou que muitos aspectos do
comportamento humano são determinados quase inteiramente por
nossa educação, ou seja, os contextos ambientais nos quais somos
criados, e onde mais tarde funcionamos como adultos.
 Vários aspectos do comportamento humano são governados por
uma interação entre a nossa natureza inata (congênita) e nossa
educação ambiental, ou seja, aprendemos conforme o ambiente em
que vivemos e sua perspectivas de vida.
Geralmente atribuímos as origens das bases mais antigas da psicologia
cognitiva à duas abordagens diferentes à compreensão da mente humana:
Filosofia e Fisiologia.
 A filosofia, que procura compreender a natureza geral de muitos aspectos do
mundo, principalmente através da introspecção.
 E, a fisiologia, o estudo cientifico das funções vitais mantenedoras da matéria
viva, principalmente através de métodos empíricos (baseados na observação).
Mesmo agora os problemas levantados nesses dois campos de origem
continuam a influenciar a maneira pela qual a psicologia cognitiva se
desenvolveu.
Ambas as raízes foram fundidas para a formação dos principais
fundamentos da psicologia. Com isso, a psicologia cognitiva também se
beneficiou da investigação interdisciplinar em linguística, inteligência artificial,
psicologia biológica e antropologia.
 Alguns objetivos das pesquisas em psicologia cognitiva incluem a
coleta de dados, a analise de dados, o desenvolvimento teórico, a
formulação da hipótese, o teste das hipóteses e talvez a aplicação à
meios externos ao ambiente de pesquisa.
 A coleta de dados reflete um aspecto empírico da investigação
científica e os psicólogos cognitivos usam vários métodos para
extrair inferências a partir desses dados.
 A maioria dos psicólogos cognitivos querem entender mais do que o
que é a cognição; a maior parte procura também compreender o
como e o porque pensar. Isto é, os pesquisadores buscam meios
para explicar a cognição tanto quanto para descrevê-la.
 Os psicólogos cognitivos estudam
as bases biológicas da cognição,
tanto quanto as imagens mentais
como: a atenção, a consciência, a
percepção, a memória, a linguagem,
a resolução de problemas, a
criatividade, a tomada de decisões,
o raciocínio, as mudanças cognitivas
durante o desenvolvimento ao longo
da vida, a inteligência humana e
artificial, entre outros aspectos do
pensamento humano
 Quatro importantes abordagens
da cognição humana foram
desenvolvidas.
 Combinando as 4 abordagens
teremos um entendimento
completo da cognição humana.
A Terapia Cognitiva: é um tipo específico de terapia
utilizada por psicólogos para entender o comportamento,
o pensamento e as emoções de um cliente, afim de tratá-
lo.
A Terapia Cognitiva Comportamental (TCC): é um termo
genérico usado para uma série de terapias.
Isto destaca que a Terapia Cognitiva e a TCC não são as
mesmas, mas sim, duas diversidades.A TCC é uma evolução da terapia
cognitiva, possuindo características mais
amplas.
 Uma das principais teorias de desenvolvimento cognitivo é: “A Teoria do
Desenvolvimento Cognitivo de Jean Piaget”.
 Ele estudou como ocorreu a evolução do conhecimento humano até a adolescência
 O sujeito é um ser ativo pelas suas efetivas ações mentais sobre os objetos de
conhecimento e conforme o ele vai formando sua inteligência/conhecimentos, na
interação com o mundo, tem a possibilidade de conquistar a autonomia.
 Muitos elementos são importantes neste processo de construção: aspecto cognitivo,
moral, social, afetivo, a linguagem até que o indivíduo conquiste a autonomia moral
e intelectual.
 O eixo central é a interação entre o organismo e o meio, e essa interação ocorre
através de dois processos simultâneos: a organização interna e a adaptação ao
meio, e ocorre através da assimilação e acomodação.
 Sensório motor (de 0 a 2 anos): evoluem de reflexos para ações prazerosas, é o
início da linguagem e a criança conquista a percepção de si mesma e do mundo à
sua volta;
• Pré-operatório (dos 2 aos 7 anos): grande conquista da linguagem e a
construção da representação do mundo pelos símbolos, é egocêntrica e
moralmente não se coloca no lugar do outro;
• Operatório concreto (dos 7 aos 11-12 anos): presença da reversibilidade das
ações mentais, adquire a lógica nos processos mentais e discrimina objetos por
diferenças e similaridades, uso de abstração empírica para a construção da
abstração reflexiva;
• Operatório formal (a partir de 12 anos): o cognitivo avança para a vida adulta,
pensamento lógico e dedutivo, raciocina sobre hipóteses.
Maturação: crescimento e desenvolvimento biológico
dos órgãos;
• Exercitação: funcionamento dos esquemas e
órgãos que implica na formação de hábitos;
• Aprendizagem social: aquisição de valores,
linguagem, costumes e padrões culturais e sociais;
• Equilíbrio: processo de autorregulação interna do
organismo, que se constitui na busca sucessiva de
reequilíbrio, após cada desequilíbrio sofrido.
A TCC é uma abordagem do senso comum que se
baseia em dois princípios centrais:
Nossas cognições tem uma influência controladora sobre
nossas emoções e comportamentos;
O modo como agimos ou nos comportamos pode afetar
profundamente nossos padrões de pensamentos e
nossas emoções
O processamento cognitivo recebe um papel central
nesse modelo, porque o ser humano continuamente
avalia a relevância dos acontecimentos internamente
e no ambiente que o circunda.
 O modelo cognitivo- comportamental propõe que o pensamento disfuncional é
comum em todos os transtornos. E portanto o pensamento negativo distorcido
altera nosso humor e consequentemente nosso comportamento.
 O que nos afeta não são os acontecimentos e sim a forma que os interpretamos.
 Quando o paciente consegue identificar seus pensamentos e crenças errôneas,
melhora o emocional e o comportamento.
 O terapeuta deve buscar a relação entre os pensa‐ mentos, emoções e
comportamentos do indivíduo para assim orientar as intervenções de tratamento
Níveis de processamento cognitivo: Foram identificados
três níveis básicos de processamento cognitivo por Beck e
seus colegas (Beck et al.,1979;D. Clark et al.,1999;Dobson
e Shaw,1986). O nível mais alto da cognição é a
consciência, um estado de atenção no qual decisões
podem ser tomadas racionalmente. A atenção consciente
nos permite:
Monitorar e avaliar as interações com o meio ambiente;
Ligar memórias passadas as experiências presentes;
Controlar e planejar ações futuras (Stemberg, 1996).
Pensamentos automáticos: são cognições que passam
rapidamente por nossas mentes quando estamos em
meio a situações (ou relembrando acontecimentos).
Esquemas: são crenças nucleares que agem como
matrizes ou regras subjacentes para o processamento de
informações. Eles servem a uma função crucial aos seres
humanos, que lhes permite selecionar, filtrar, codificar e
atribuir significados às informações vindas do meio
ambiente.
Esquema simples: regras sobre a natureza física do
ambiente, gerenciamento prático das atividades
cotidianas ou leis da natureza que podem ter pouco ou
nenhum efeito sobre a psicopatologia.
 Exemplos:
“ Seja um motorista defensivo”
“Abrigue-se durante uma tempestade”
São compostas por regras, atitudes e suposições. São
regras condicionadas como afirmações do tipo: “ Se-
então” que influenciam diretamente a autoestima e a
regulação emocional.
Por exemplo:
“Tenho que ser perfeito para ser aceito”
“Se eu não agradar à todos o tempo todo eles irão me
rejeitar”
“Se eu trabalhar duro conseguirei ter sucesso”
 São o nível mais fundamental de crença elas são
globais, rígidas e super generalizadas, são
consideradas como verdades absolutas.
Por exemplo:
“Não sou digna de amor”
“Sou burra”
“Sou um fracasso”
“Sou uma boa amiga”
“Posso confiar nos outros”
 As nossas crenças centrais influenciam nossas
crenças intermediárias que por sua vez influenciam
nos pensamentos automáticos.
 Os esquemas ou crenças nucleares possuem forte
influência na autoestima e no comportamento.
• Todas as pessoas
possuem um
conjunto de
esquemas
adaptativos e
desadaptativos
• O objetivo da TCC é
reconhecer e
desenvolver os
esquemas
adaptativos e ao
mesmo tempo tentar
modificar ou reduzir
a influência dos
esquemas
 Terapia Cognitiva Comportamental: concentra-se no aqui e
agora (situações momentâneas).
 No entanto, é necessário ter uma visão longitudinal, incluindo o
histórico familiar, desenvolvimento durante a primeira infância,
traumas, experiências positivas e negativas, educação, história
de trabalho e influências sociais. Para assim conseguir entender
completamente o paciente e elaborar um plano de tratamento
individualizado.
Utiliza métodos de estruturação com uso de uma agenda
e feedback para maximizar a eficiência das sessões de
tratamento, ajudar os pacientes a organizar seus esforços
em direção a recuperação e intensificar o aprendizado.
A agenda é feita de forma a dar um direcionamento claro
à sessão e poder visualizar todo progresso alcançado aos
poucos.
 Tem o objetivo de identificar pensamentos automáticos e
esquemas nas sessões de terapia, ensinar habilidades para
mudar cognições e depois fazer com que o paciente realize
uma série de exercícios para expandir o aprendizado da
terapia às situações do “mundo real”.
 É necessário a prática repetitiva para que os pacientes
possam identificar e modificar prontamente cognições
desadaptativas.
 O método mais usado é o questionamento socrático, além
dos registros de pensamento na forma escrita que pode
ajudar a criar um estilo mais racional de pensamento.
Destina-se a ajudar as
pessoas:
 Romper padrões de evitação
e desesperança;
 Enfrentar gradativamente
situações temidas, como:
 Desenvolver habilidades de
enfrentamento;
 Reduzir emoções dolorosas
e citação autonômica;
• Algumas das intervenções mais importantes
são: ativação comportamental, exposição
hierárquica (dessensibilização sistemática),
prescrição gradual de tarefas, programação de
atividades de eventos prazerosos, treinamento
de respiração e relaxamento.
• Essas técnicas podem servir como
ferramentas poderosas para ajudar a reduzir
sintomas e promover mudanças positivas.
 A maior ênfase da tcc com jovens está no
entendimento do desenvolvimento de
repertorio comportamental deles e
concomitantes processos cognitivos e
perceptivos.
 Cognições são vistas como um conjunto
organizado de crenças, atitudes,
memórias e expectativas juntamente com
uma série de estratégias para usar este
corpo de conhecimento de uma maneira
adaptativa.
 Pode ser útil focar em cada uma destas
variáveis ao se conceituar e tratar
dificuldades emocionais e
comportamentais em jovens.
A Terapia Cognitiva
Comportamental com crianças e
adolescentes, contudo, requer
mais do que apenas adaptação
técnica desenvolvida para o uso
com adultos.
Requer que reformule-se teorias
cognitivo-comportamentais de
psicopatologia e psicoterapia
em termos de desenvolvimento.
As avaliações são
feitas não apenas
quanto ao
comportamento e
humor da criança,
mas também quanto à
gama completa de
fatores cognitivos,
sociais e ambientais
que podem sustentar
 Essas técnicas devem ser
adaptadas para o uso de
crianças e adolescentes,
pois há o benefício de
sofisticação social e
linguística, já que na maior
parte das vezes as
crianças são introduzidas
na terapia sem adaptação
social.
 Crianças em idade escolar
por exemplo, normalmente
não possuem a
capacidade de classificar
estados emocionais,
preocupações ou
WRIGHT, Jesse H.; BASCO, Monica R.; THASE, Michael E. Aprendendo a terapia cognitivo-
comportamental. Porto Alegre: Artmed, 2008.
VASCONCELLOS, Jorge Luís Cruz de. HISTÓRIA DA PSICOLOGIA COGNITIVA:
ANTECEDENTES DA PSICOLOGIA COGNITIVA. SAÚDE MENTAL EM FOCO DO CESUCA -
ISSN 2316-3674, [S.l.], v. 1, n. 1, ago. 2012.
STERNBERG, Robert J. Psicologia cognitiva. Porto Alegre: Artmed, 2000.
BECK, A.T.; RUSH; SHAW & EMERY. Terapia Cognitiva da Depressão. Porto Alegre: Artmed,
1996.
SOUZA, Felipe. História da terapia cognitiva. Disponível em:
<http://www.psicologiamsn.com/2014/03/historia-da-terapia-cognitiva.html> Acesso em: 18 de
outubro de 2018.
AZEVEDO, Tiago. Diferenças entre Terapia Cognitiva e Terapia Cognitivo-Comportamental.
Disponível em: < https://psicoativo.com/2016/09/diferencas-entre-terapia-cognitiva-e-terapia-
cognitivo-comportamental.html> Acesso em: 17 de Outubro de 2018.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Teoria do Esquema - Cognitivo-Comportamental
Teoria do Esquema - Cognitivo-ComportamentalTeoria do Esquema - Cognitivo-Comportamental
Teoria do Esquema - Cognitivo-ComportamentalNilson Dias Castelano
 
TCC - Terapia cognitivo-comportamental
TCC - Terapia cognitivo-comportamentalTCC - Terapia cognitivo-comportamental
TCC - Terapia cognitivo-comportamentalAntonino Silva
 
Teoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
Teoria e Pratica - Abordagem PsicanaliticaTeoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
Teoria e Pratica - Abordagem PsicanaliticaDeisiane Cazaroto
 
Diferentes abordagens da psicologia
Diferentes abordagens da psicologiaDiferentes abordagens da psicologia
Diferentes abordagens da psicologiaRita Cristiane Pavan
 
Tratamento da Depressão em Terapia Comportamental e Cognitiva
Tratamento da Depressão em Terapia Comportamental e CognitivaTratamento da Depressão em Terapia Comportamental e Cognitiva
Tratamento da Depressão em Terapia Comportamental e CognitivaMarcelo da Rocha Carvalho
 
Terapia Comportamental e Cognitiva, uma introdução.
Terapia Comportamental e Cognitiva, uma introdução.Terapia Comportamental e Cognitiva, uma introdução.
Terapia Comportamental e Cognitiva, uma introdução.Marcelo da Rocha Carvalho
 
Introdução à psicopatologia
Introdução à psicopatologiaIntrodução à psicopatologia
Introdução à psicopatologiaCaio Maximino
 
Teorias e técnicas psicoterápicas
Teorias e técnicas psicoterápicasTeorias e técnicas psicoterápicas
Teorias e técnicas psicoterápicasMarceloSantos887
 
Método Socrático em Terapia Cognitiva-Comportamental
Método Socrático em Terapia Cognitiva-ComportamentalMétodo Socrático em Terapia Cognitiva-Comportamental
Método Socrático em Terapia Cognitiva-ComportamentalMarcelo da Rocha Carvalho
 

Mais procurados (20)

Conceitualização em Terapia Cognitiva
Conceitualização em Terapia CognitivaConceitualização em Terapia Cognitiva
Conceitualização em Terapia Cognitiva
 
TCC - Terapia Cognitiva Comportamental
TCC - Terapia Cognitiva ComportamentalTCC - Terapia Cognitiva Comportamental
TCC - Terapia Cognitiva Comportamental
 
Gestalt-Terapia
Gestalt-TerapiaGestalt-Terapia
Gestalt-Terapia
 
historia da tcc
historia da tcchistoria da tcc
historia da tcc
 
Terapia Comportamental e Cognitiva
Terapia Comportamental e CognitivaTerapia Comportamental e Cognitiva
Terapia Comportamental e Cognitiva
 
Teoria do Esquema - Cognitivo-Comportamental
Teoria do Esquema - Cognitivo-ComportamentalTeoria do Esquema - Cognitivo-Comportamental
Teoria do Esquema - Cognitivo-Comportamental
 
TCC - Terapia cognitivo-comportamental
TCC - Terapia cognitivo-comportamentalTCC - Terapia cognitivo-comportamental
TCC - Terapia cognitivo-comportamental
 
Teoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
Teoria e Pratica - Abordagem PsicanaliticaTeoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
Teoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
 
Diferentes abordagens da psicologia
Diferentes abordagens da psicologiaDiferentes abordagens da psicologia
Diferentes abordagens da psicologia
 
Ansiedade estratégias de tratamento em TCC
Ansiedade estratégias de tratamento em TCCAnsiedade estratégias de tratamento em TCC
Ansiedade estratégias de tratamento em TCC
 
Tratamento da Depressão em Terapia Comportamental e Cognitiva
Tratamento da Depressão em Terapia Comportamental e CognitivaTratamento da Depressão em Terapia Comportamental e Cognitiva
Tratamento da Depressão em Terapia Comportamental e Cognitiva
 
Terapia Comportamental e Cognitiva, uma introdução.
Terapia Comportamental e Cognitiva, uma introdução.Terapia Comportamental e Cognitiva, uma introdução.
Terapia Comportamental e Cognitiva, uma introdução.
 
Introdução à psicopatologia
Introdução à psicopatologiaIntrodução à psicopatologia
Introdução à psicopatologia
 
Aula - Introdução à Psicologia 1
Aula - Introdução à Psicologia 1Aula - Introdução à Psicologia 1
Aula - Introdução à Psicologia 1
 
Teorias e técnicas psicoterápicas
Teorias e técnicas psicoterápicasTeorias e técnicas psicoterápicas
Teorias e técnicas psicoterápicas
 
Teoria PsicanalíTica
Teoria PsicanalíTicaTeoria PsicanalíTica
Teoria PsicanalíTica
 
Aula psicanálise
Aula psicanáliseAula psicanálise
Aula psicanálise
 
Grupoterapias
GrupoterapiasGrupoterapias
Grupoterapias
 
Método Socrático em Terapia Cognitiva-Comportamental
Método Socrático em Terapia Cognitiva-ComportamentalMétodo Socrático em Terapia Cognitiva-Comportamental
Método Socrático em Terapia Cognitiva-Comportamental
 
slides da história da psicologia
slides da história da psicologiaslides da história da psicologia
slides da história da psicologia
 

Semelhante a Terapia Cognitivo-Comportamental

Apostila noções de psicologia
Apostila noções de psicologiaApostila noções de psicologia
Apostila noções de psicologiamgmedeiros
 
Psicologias[1]
Psicologias[1]Psicologias[1]
Psicologias[1]Rildo45
 
Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagemPsicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagemLuiz Maciel
 
Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagemPsicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagemLuiz Maciel
 
A invenção do espaço psi historia e epistemologia da psicologia 2014 pdf
A invenção do espaço psi historia e epistemologia da psicologia  2014 pdfA invenção do espaço psi historia e epistemologia da psicologia  2014 pdf
A invenção do espaço psi historia e epistemologia da psicologia 2014 pdfJonia Lacerda
 
História da psicologia
História da psicologiaHistória da psicologia
História da psicologiaLeila Bezerra
 
AULA 01 INTRODUÇÃO A PSI APLICADA.pdf
AULA 01 INTRODUÇÃO A PSI APLICADA.pdfAULA 01 INTRODUÇÃO A PSI APLICADA.pdf
AULA 01 INTRODUÇÃO A PSI APLICADA.pdfMirnaKathary1
 
Resumo Psicologia Aplicada ao Direito
Resumo Psicologia Aplicada ao DireitoResumo Psicologia Aplicada ao Direito
Resumo Psicologia Aplicada ao DireitoThaisremo
 
Desenvolvimento infantil piaget-vygtsky-maturama-wallon
Desenvolvimento infantil piaget-vygtsky-maturama-wallonDesenvolvimento infantil piaget-vygtsky-maturama-wallon
Desenvolvimento infantil piaget-vygtsky-maturama-wallonElisa Maria Gomide
 

Semelhante a Terapia Cognitivo-Comportamental (20)

psicologia geral
psicologia geralpsicologia geral
psicologia geral
 
Apostila noções de psicologia
Apostila noções de psicologiaApostila noções de psicologia
Apostila noções de psicologia
 
Psic doc1 m1
Psic doc1 m1Psic doc1 m1
Psic doc1 m1
 
Psicologia
PsicologiaPsicologia
Psicologia
 
Unidade 01 psicologia (1)
Unidade 01   psicologia (1)Unidade 01   psicologia (1)
Unidade 01 psicologia (1)
 
Comportamento Humano
Comportamento HumanoComportamento Humano
Comportamento Humano
 
Psicologias[1]
Psicologias[1]Psicologias[1]
Psicologias[1]
 
Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagemPsicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagem
 
Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagemPsicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagem
 
Introdução Psicologia
Introdução Psicologia Introdução Psicologia
Introdução Psicologia
 
Psicologia da educação 1
Psicologia da educação 1Psicologia da educação 1
Psicologia da educação 1
 
A invenção do espaço psi historia e epistemologia da psicologia 2014 pdf
A invenção do espaço psi historia e epistemologia da psicologia  2014 pdfA invenção do espaço psi historia e epistemologia da psicologia  2014 pdf
A invenção do espaço psi historia e epistemologia da psicologia 2014 pdf
 
Psicologia Esse
Psicologia EssePsicologia Esse
Psicologia Esse
 
Trabalho de pares correçao
Trabalho de pares correçaoTrabalho de pares correçao
Trabalho de pares correçao
 
História da psicologia
História da psicologiaHistória da psicologia
História da psicologia
 
AULA 01 INTRODUÇÃO A PSI APLICADA.pdf
AULA 01 INTRODUÇÃO A PSI APLICADA.pdfAULA 01 INTRODUÇÃO A PSI APLICADA.pdf
AULA 01 INTRODUÇÃO A PSI APLICADA.pdf
 
Resumo Psicologia Aplicada ao Direito
Resumo Psicologia Aplicada ao DireitoResumo Psicologia Aplicada ao Direito
Resumo Psicologia Aplicada ao Direito
 
Psicologia da educação
Psicologia da educaçãoPsicologia da educação
Psicologia da educação
 
Psicologia pastoral
Psicologia pastoralPsicologia pastoral
Psicologia pastoral
 
Desenvolvimento infantil piaget-vygtsky-maturama-wallon
Desenvolvimento infantil piaget-vygtsky-maturama-wallonDesenvolvimento infantil piaget-vygtsky-maturama-wallon
Desenvolvimento infantil piaget-vygtsky-maturama-wallon
 

Último

Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...Martin M Flynn
 
As variações do uso da palavra "como" no texto
As variações do uso da palavra "como" no  textoAs variações do uso da palavra "como" no  texto
As variações do uso da palavra "como" no textoMariaPauladeSouzaTur
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLaseVasconcelos1
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxGislaineDuresCruz
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxJMTCS
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfQueleLiberato
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.HildegardeAngel
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxAntonioVieira539017
 
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETOProjeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETODouglasVasconcelosMa
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileirosMary Alvarenga
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...nexocan937
 

Último (20)

Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
 
As variações do uso da palavra "como" no texto
As variações do uso da palavra "como" no  textoAs variações do uso da palavra "como" no  texto
As variações do uso da palavra "como" no texto
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
Os Ratos - Dyonelio Machado FUVEST 2025
Os Ratos  -  Dyonelio Machado  FUVEST 2025Os Ratos  -  Dyonelio Machado  FUVEST 2025
Os Ratos - Dyonelio Machado FUVEST 2025
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
 
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETOProjeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
 

Terapia Cognitivo-Comportamental

  • 1. Acadêmicos: Arlei Antunes, Gabrieli Machado, Leticia Pittuco e Luiza Behr Professora: Ligia Trevisan
  • 2. Trabalho proposto pela professora Lígia Trevisan para a disciplina de Fundamentos Históricos e Epistemológicos I, do 1º semestre do curso de bacharelado em Psicologia da Universidade Franciscana – UFN. Santa Maria, RS 2018
  • 3.  Por mais que a escola behaviorista tenha se estabelecido como enfoque principal na ciência da Psicologia na primeira metade do século XXI, ela falhou ao tentar ser uma ciência satisfatória. Buscando outros caminhos.  Com a crise do condutivismo, os pesquisadores em Psicologia se viram obrigados a buscar outras vias para evitar que seu objeto de estudo lhes escapasse das mãos  Por não tratarem de modo científico os problemas relativos aos processos psíquicos superiores, havia a necessidade deste enfoque condutivista ser substituído por outro.  Os behavioristas, temerosos de tornarem-se vítimas das falácias subjetivas recusadas em um primeiro momento, já pensavam sobre os processos mentais.  Não era mais possível acreditar que a ciência psicológica fosse simplesmente colecionar fatos observáveis e entendê-los.
  • 4.  A Psicologia Cognitiva surgiu, em parte, por causa do crescente reconhecimento de que entender a psique era algo sensivelmente mais complexo do que se pensava ser no comportamentalismo behaviorista.  Com o avanço da engenharia eletrônica e da informática nos anos 1950 e 1960, surgiram as máquinas capazes de desenvolver condutas inteligentes.  Houve, a partir dos anos 1960, um considerável desenvolvimento de programas que imitavam condutas inteligentes (processos superiores), imprescindíveis para o entendimento das condutas humanas.  A mente humana e o computador são sistemas de processamento de informações (Neisser, 1967).
  • 5.  A Terapia Cognitiva nasceu na década de 1960, com Aaron T. Beck, nos EUA, na Universidade da Pensilvânia.  Inicialmente seu objetivo era uma psicoterapia que fosse breve, estruturada e focada no presente.  Com o passar do tempo começou a ser usada para outros tipos de distúrbios mentais. Como por exemplo, ansiedade, fobia social, síndrome do pânico e etc.
  • 6.  Cognição: As pessoas pensam.  Psicologia cognitiva: Os cientista pensam a respeito de como as pessoas pensam.  Estudantes da Psicologia cognitiva: As pessoas pensam sobre a maneira como os cientistas pensam a respeito de como as pessoas pensam  Os professores que ensinam psicologia cognitiva aos estudantes: Faz com que você capte a ideia.
  • 7.  A psicologia cognitiva trata do modo como as pessoas percebem, aprendem, recordam e pensam sobre a informação.  Uma escola do pensamento defendeu por muito tempo que aspectos do comportamento humano são inteiramente governados pela natureza humana.  Uma escola do pensamento postulou que muitos aspectos do comportamento humano são determinados quase inteiramente por nossa educação, ou seja, os contextos ambientais nos quais somos criados, e onde mais tarde funcionamos como adultos.  Vários aspectos do comportamento humano são governados por uma interação entre a nossa natureza inata (congênita) e nossa educação ambiental, ou seja, aprendemos conforme o ambiente em que vivemos e sua perspectivas de vida.
  • 8. Geralmente atribuímos as origens das bases mais antigas da psicologia cognitiva à duas abordagens diferentes à compreensão da mente humana: Filosofia e Fisiologia.  A filosofia, que procura compreender a natureza geral de muitos aspectos do mundo, principalmente através da introspecção.  E, a fisiologia, o estudo cientifico das funções vitais mantenedoras da matéria viva, principalmente através de métodos empíricos (baseados na observação). Mesmo agora os problemas levantados nesses dois campos de origem continuam a influenciar a maneira pela qual a psicologia cognitiva se desenvolveu. Ambas as raízes foram fundidas para a formação dos principais fundamentos da psicologia. Com isso, a psicologia cognitiva também se beneficiou da investigação interdisciplinar em linguística, inteligência artificial, psicologia biológica e antropologia.
  • 9.  Alguns objetivos das pesquisas em psicologia cognitiva incluem a coleta de dados, a analise de dados, o desenvolvimento teórico, a formulação da hipótese, o teste das hipóteses e talvez a aplicação à meios externos ao ambiente de pesquisa.  A coleta de dados reflete um aspecto empírico da investigação científica e os psicólogos cognitivos usam vários métodos para extrair inferências a partir desses dados.  A maioria dos psicólogos cognitivos querem entender mais do que o que é a cognição; a maior parte procura também compreender o como e o porque pensar. Isto é, os pesquisadores buscam meios para explicar a cognição tanto quanto para descrevê-la.
  • 10.  Os psicólogos cognitivos estudam as bases biológicas da cognição, tanto quanto as imagens mentais como: a atenção, a consciência, a percepção, a memória, a linguagem, a resolução de problemas, a criatividade, a tomada de decisões, o raciocínio, as mudanças cognitivas durante o desenvolvimento ao longo da vida, a inteligência humana e artificial, entre outros aspectos do pensamento humano  Quatro importantes abordagens da cognição humana foram desenvolvidas.  Combinando as 4 abordagens teremos um entendimento completo da cognição humana.
  • 11. A Terapia Cognitiva: é um tipo específico de terapia utilizada por psicólogos para entender o comportamento, o pensamento e as emoções de um cliente, afim de tratá- lo. A Terapia Cognitiva Comportamental (TCC): é um termo genérico usado para uma série de terapias. Isto destaca que a Terapia Cognitiva e a TCC não são as mesmas, mas sim, duas diversidades.A TCC é uma evolução da terapia cognitiva, possuindo características mais amplas.
  • 12.  Uma das principais teorias de desenvolvimento cognitivo é: “A Teoria do Desenvolvimento Cognitivo de Jean Piaget”.  Ele estudou como ocorreu a evolução do conhecimento humano até a adolescência  O sujeito é um ser ativo pelas suas efetivas ações mentais sobre os objetos de conhecimento e conforme o ele vai formando sua inteligência/conhecimentos, na interação com o mundo, tem a possibilidade de conquistar a autonomia.  Muitos elementos são importantes neste processo de construção: aspecto cognitivo, moral, social, afetivo, a linguagem até que o indivíduo conquiste a autonomia moral e intelectual.  O eixo central é a interação entre o organismo e o meio, e essa interação ocorre através de dois processos simultâneos: a organização interna e a adaptação ao meio, e ocorre através da assimilação e acomodação.
  • 13.  Sensório motor (de 0 a 2 anos): evoluem de reflexos para ações prazerosas, é o início da linguagem e a criança conquista a percepção de si mesma e do mundo à sua volta; • Pré-operatório (dos 2 aos 7 anos): grande conquista da linguagem e a construção da representação do mundo pelos símbolos, é egocêntrica e moralmente não se coloca no lugar do outro; • Operatório concreto (dos 7 aos 11-12 anos): presença da reversibilidade das ações mentais, adquire a lógica nos processos mentais e discrimina objetos por diferenças e similaridades, uso de abstração empírica para a construção da abstração reflexiva; • Operatório formal (a partir de 12 anos): o cognitivo avança para a vida adulta, pensamento lógico e dedutivo, raciocina sobre hipóteses.
  • 14. Maturação: crescimento e desenvolvimento biológico dos órgãos; • Exercitação: funcionamento dos esquemas e órgãos que implica na formação de hábitos; • Aprendizagem social: aquisição de valores, linguagem, costumes e padrões culturais e sociais; • Equilíbrio: processo de autorregulação interna do organismo, que se constitui na busca sucessiva de reequilíbrio, após cada desequilíbrio sofrido.
  • 15. A TCC é uma abordagem do senso comum que se baseia em dois princípios centrais: Nossas cognições tem uma influência controladora sobre nossas emoções e comportamentos; O modo como agimos ou nos comportamos pode afetar profundamente nossos padrões de pensamentos e nossas emoções
  • 16. O processamento cognitivo recebe um papel central nesse modelo, porque o ser humano continuamente avalia a relevância dos acontecimentos internamente e no ambiente que o circunda.
  • 17.  O modelo cognitivo- comportamental propõe que o pensamento disfuncional é comum em todos os transtornos. E portanto o pensamento negativo distorcido altera nosso humor e consequentemente nosso comportamento.  O que nos afeta não são os acontecimentos e sim a forma que os interpretamos.  Quando o paciente consegue identificar seus pensamentos e crenças errôneas, melhora o emocional e o comportamento.  O terapeuta deve buscar a relação entre os pensa‐ mentos, emoções e comportamentos do indivíduo para assim orientar as intervenções de tratamento
  • 18. Níveis de processamento cognitivo: Foram identificados três níveis básicos de processamento cognitivo por Beck e seus colegas (Beck et al.,1979;D. Clark et al.,1999;Dobson e Shaw,1986). O nível mais alto da cognição é a consciência, um estado de atenção no qual decisões podem ser tomadas racionalmente. A atenção consciente nos permite: Monitorar e avaliar as interações com o meio ambiente; Ligar memórias passadas as experiências presentes; Controlar e planejar ações futuras (Stemberg, 1996).
  • 19. Pensamentos automáticos: são cognições que passam rapidamente por nossas mentes quando estamos em meio a situações (ou relembrando acontecimentos). Esquemas: são crenças nucleares que agem como matrizes ou regras subjacentes para o processamento de informações. Eles servem a uma função crucial aos seres humanos, que lhes permite selecionar, filtrar, codificar e atribuir significados às informações vindas do meio ambiente.
  • 20. Esquema simples: regras sobre a natureza física do ambiente, gerenciamento prático das atividades cotidianas ou leis da natureza que podem ter pouco ou nenhum efeito sobre a psicopatologia.  Exemplos: “ Seja um motorista defensivo” “Abrigue-se durante uma tempestade”
  • 21. São compostas por regras, atitudes e suposições. São regras condicionadas como afirmações do tipo: “ Se- então” que influenciam diretamente a autoestima e a regulação emocional. Por exemplo: “Tenho que ser perfeito para ser aceito” “Se eu não agradar à todos o tempo todo eles irão me rejeitar” “Se eu trabalhar duro conseguirei ter sucesso”
  • 22.  São o nível mais fundamental de crença elas são globais, rígidas e super generalizadas, são consideradas como verdades absolutas. Por exemplo: “Não sou digna de amor” “Sou burra” “Sou um fracasso” “Sou uma boa amiga” “Posso confiar nos outros”  As nossas crenças centrais influenciam nossas crenças intermediárias que por sua vez influenciam nos pensamentos automáticos.  Os esquemas ou crenças nucleares possuem forte influência na autoestima e no comportamento. • Todas as pessoas possuem um conjunto de esquemas adaptativos e desadaptativos • O objetivo da TCC é reconhecer e desenvolver os esquemas adaptativos e ao mesmo tempo tentar modificar ou reduzir a influência dos esquemas
  • 23.  Terapia Cognitiva Comportamental: concentra-se no aqui e agora (situações momentâneas).  No entanto, é necessário ter uma visão longitudinal, incluindo o histórico familiar, desenvolvimento durante a primeira infância, traumas, experiências positivas e negativas, educação, história de trabalho e influências sociais. Para assim conseguir entender completamente o paciente e elaborar um plano de tratamento individualizado.
  • 24. Utiliza métodos de estruturação com uso de uma agenda e feedback para maximizar a eficiência das sessões de tratamento, ajudar os pacientes a organizar seus esforços em direção a recuperação e intensificar o aprendizado. A agenda é feita de forma a dar um direcionamento claro à sessão e poder visualizar todo progresso alcançado aos poucos.
  • 25.  Tem o objetivo de identificar pensamentos automáticos e esquemas nas sessões de terapia, ensinar habilidades para mudar cognições e depois fazer com que o paciente realize uma série de exercícios para expandir o aprendizado da terapia às situações do “mundo real”.  É necessário a prática repetitiva para que os pacientes possam identificar e modificar prontamente cognições desadaptativas.  O método mais usado é o questionamento socrático, além dos registros de pensamento na forma escrita que pode ajudar a criar um estilo mais racional de pensamento.
  • 26. Destina-se a ajudar as pessoas:  Romper padrões de evitação e desesperança;  Enfrentar gradativamente situações temidas, como:  Desenvolver habilidades de enfrentamento;  Reduzir emoções dolorosas e citação autonômica; • Algumas das intervenções mais importantes são: ativação comportamental, exposição hierárquica (dessensibilização sistemática), prescrição gradual de tarefas, programação de atividades de eventos prazerosos, treinamento de respiração e relaxamento. • Essas técnicas podem servir como ferramentas poderosas para ajudar a reduzir sintomas e promover mudanças positivas.
  • 27.  A maior ênfase da tcc com jovens está no entendimento do desenvolvimento de repertorio comportamental deles e concomitantes processos cognitivos e perceptivos.  Cognições são vistas como um conjunto organizado de crenças, atitudes, memórias e expectativas juntamente com uma série de estratégias para usar este corpo de conhecimento de uma maneira adaptativa.  Pode ser útil focar em cada uma destas variáveis ao se conceituar e tratar dificuldades emocionais e comportamentais em jovens. A Terapia Cognitiva Comportamental com crianças e adolescentes, contudo, requer mais do que apenas adaptação técnica desenvolvida para o uso com adultos. Requer que reformule-se teorias cognitivo-comportamentais de psicopatologia e psicoterapia em termos de desenvolvimento.
  • 28. As avaliações são feitas não apenas quanto ao comportamento e humor da criança, mas também quanto à gama completa de fatores cognitivos, sociais e ambientais que podem sustentar  Essas técnicas devem ser adaptadas para o uso de crianças e adolescentes, pois há o benefício de sofisticação social e linguística, já que na maior parte das vezes as crianças são introduzidas na terapia sem adaptação social.  Crianças em idade escolar por exemplo, normalmente não possuem a capacidade de classificar estados emocionais, preocupações ou
  • 29. WRIGHT, Jesse H.; BASCO, Monica R.; THASE, Michael E. Aprendendo a terapia cognitivo- comportamental. Porto Alegre: Artmed, 2008. VASCONCELLOS, Jorge Luís Cruz de. HISTÓRIA DA PSICOLOGIA COGNITIVA: ANTECEDENTES DA PSICOLOGIA COGNITIVA. SAÚDE MENTAL EM FOCO DO CESUCA - ISSN 2316-3674, [S.l.], v. 1, n. 1, ago. 2012. STERNBERG, Robert J. Psicologia cognitiva. Porto Alegre: Artmed, 2000. BECK, A.T.; RUSH; SHAW & EMERY. Terapia Cognitiva da Depressão. Porto Alegre: Artmed, 1996. SOUZA, Felipe. História da terapia cognitiva. Disponível em: <http://www.psicologiamsn.com/2014/03/historia-da-terapia-cognitiva.html> Acesso em: 18 de outubro de 2018. AZEVEDO, Tiago. Diferenças entre Terapia Cognitiva e Terapia Cognitivo-Comportamental. Disponível em: < https://psicoativo.com/2016/09/diferencas-entre-terapia-cognitiva-e-terapia- cognitivo-comportamental.html> Acesso em: 17 de Outubro de 2018.