Orientação Técnica Educação Financeira - Ensino Fundamental - anos finais

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  • Verdade absoluta – “Eu ensinei, ele que não aprendeu”.
  • A aprendizagem não se dá somente em ver e ouvir, o professor precisa provocar dúvidas e perguntas. Mediação é diálogo de pensamentos.
  • O professor precisa interpretar seu aluno, o que ele pensa, acompanhar seu jeito de ser e viver.
  • O Professor precisa de um tempo de diálogo com seu aluno, para conhecê-lo e adequar sua prática.
  • Para Bernard Charlot, professor de Ciências da Educação da Universidade de Paris 8 e da pós-graduação da Universidade Federal de Sergipe, uma das principais competências que se espera de um profissional da Educação é a capacidade de se relacionar.
  • Bases da mudança:questionar os porquês (processos de pensamento) – prof e aluno e interpretar as respostas dos alunos ao invés de corrigi-las.
  • O Professor precisa apontar o caminho ao aluno. Ele também precisa intervir a tempo para que esse aluno alcance as habilidades requeridas em sua série.
  • Atenção e presença-concentração que inclui a escuta de silêncios e ruídos na comunicação. Entrega ao outro – estar aberto a ouvi-lo partindo de suas hipóteses, de seu pensar, adequando o seu ritmo ao nosso. A escuta do aprendiz – significa o professor estudar a si próprio. Olhar estudioso – selecionar dados, ordenar, classificar para poder interpretar os significados lidos.
  • Sansão por reciprocidade (Piaget) - Exemplo: O aluno chutou o lixo, segundo Piaget, o Professor pede para o aluno recolher o lixo e pedir desculpas para a classe por tentar estragar um equipamento coletivo. Dessa maneira envolve-se o aluno, responsabilizando-o.
    Formação continuada – amizade entre os professores e grupos de estudo. Trabalho coletivo na escola.
    Resgate da vontade de ser professor. O professor tem o poder da palavra e deve utilizá-la como instrumento de transformação.
  • .
  • Orientação Técnica Educação Financeira - Ensino Fundamental - anos finais

    1. 1. “Gestão, liderança e ética” Pensatas Pedagógicas – Mario Sergio Cortella Nascido em Londrina, interior do Paraná, na juventude experimentou a vida monástica em um convento da Ordem Carmelitana Descalça, mas abandonou a perspectiva de ser monge para seguir a carreira acadêmica. Concluiu sua graduação em 1975 na Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira. Em 1989 concluiu seu mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), sob a orientação do Prof. Dr. Moacir Gadotti, e em 1997, sob a orientação do Prof. Dr. Paulo Freire, conclui seu doutorado também em Educação pela PUC-SP. É professor titular do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e de pós-graduação em Educação da PUC-SP, na qual está de 1977 a 2012.
    2. 2. “Há 15 anos atrás” ou “Há 15 anos” “Meio-dia e meio” ou “Meio-dia e meia” “Quinhentos gramas” ou “Quinhentas gramas” “Eu não gosto de doce, mas adoro chocolate” ou “Eu não gosto de doce, mais adoro chocolate” “Meia confusa” ou “Meio confusa” “Fazem 10 anos” ou “Faz 10 anos” “13h ou 13hs.”
    3. 3. "(...) conceber e nomear o “fazer testes”, o “dar notas”, por avaliação é uma atitude simplista e ingênua! Significa reduzir o processo avaliativo, de acompanhamento e ação com base na reflexão, a parcos instrumentos auxiliares desse processo, como se nomeássemos por bisturi um procedimento cirúrgico". (Hoffmann, 2000, p. 53)
    4. 4. Para Jussara Hoffmann – A avaliação é essencial à educação. Inerente e indissociável enquanto concebida como problematização, questionamento, reflexão sobre a ação. Um professor que não avalia constantemente a ação educativa, no sentido indagativo, investigativo, do termo, instala sua docência em verdades absolutas, pré- moldadas e terminais. – A avaliação é reflexão transformada em ação. Ação essa que nos impulsiona para novas reflexões. Reflexão permanente do educador sobre a realidade e acompanhamento, passo a passo do educando, na sua trajetória de construção de conhecimento.
    5. 5. Segundo Hoffmann, avaliar é dinamizar oportunidades de ação-reflexão. O PPP (Projeto Político Pedagógico) e a análise dos índices de aprovação das escolas, mostram que deve haver uma conjugação dos conceitos de educação/ensino- aprendizagem e avaliação. Transformar a prática avaliativa significa questionar a educação desde as suas concepções, seus fundamentos, suas organizações, suas normas burocráticas. Significa mudanças conceituais, redefinição de conteúdos, das funções docentes entre outras.
    6. 6. Sentimento de compromisso em relação àquela pessoa com quem está se relacionando. O professor se torna um aprendiz do processo.
    7. 7. AVALIAÇÃO FORMATIVA PROFESSOR SERÁ INFORMADO DOS EFEITOS REAIS DE SUAS AÇÕES, PODENDO REPENSAR E REGULAR SUA AÇÃO PEDAGÓGICA. APRENDIZ TERÁ OPORTUNIDADE DE TOMAR CONSCIÊNCIA DE SUAS DIFICULDADES E, POSSIVELMENTE, RECONHECER E CORRIGIR SEUS PRÓPRIOS ERROS
    8. 8. Entende-se a avaliação como um projeto de futuro: o professor interpreta a prova não para saber o que o aluno não sabe, mas para pensar em quais estratégias pedagógicas ele deverá desenvolver para atender esse aluno.
    9. 9. • Tempo de admiração – Observação dos alunos e levantamento de hipóteses acerca de suas manifestações (conhecer a pessoa do aluno); • Tempo de reflexão – Análise individual dos percursos de aprendizagem ( o que o aluno aprendeu até então e o que eu posso utilizar para que ele aprenda); • Tempo de reconstrução – Mediação, replanejamento e mudança de metodologias. (Livro “Jogo do contrário”- Jussara Hoffman)
    10. 10. Diz Madalena Freire (1995, p.13) que “não fomos educados para um olhar pensando o mundo, a realidade, nós mesmos. Nosso olhar cristalizado nos esteerótipos produziu em nós paralisia, fatalismo, cegueira”. Admirar o aluno pressupõe: •A atenção e a presença do educador; •A entrega ao outro; •A escuta do aprendiz em sua própria história; •O olhar estudioso, curioso e pesquisador.
    11. 11. Qualidade – interpretações de diferentes intensidades e matizes; Aprendizagem – múltiplas dimensões do aprender de cada aluno; Avaliação – concepções de educação, de sujeito e de sociedade diferentes
    12. 12. Segundo Charlot (2000) a construção do saber envolve sempre: •A mobilização – o aprendiz se mobiliza ao se interessar em aprender algo; •A experiência educativa – ele passa a observar algum fenômeno, buscar dados, reunir informações, ouvir sobre o assunto, ler, participar de debates; •A expressão do conhecimento – o aprendiz se expressa por meio de múltiplas linguagens: fala, escrita, música, corpo, desenho, escultura, pintura, etc.
    13. 13. Avaliar para promover e reprovar ou formar para a vida? O terceiro tempo da avaliação é o tempo da transformação, do compromisso com a criação, tempo de fazer diferença sobre a vida que desejamos para as futuras gerações.
    14. 14. Contrato didático: o "não dito" é essencial “O conceito de contrato didático surgiu em 1980 durante uma enquete clínica e estatística com estudantes com dificuldades em Matemática (1975-1980), realizada pelo Centro de Observação e Pesquisas sobre o Ensino de Matemática (Corem, sigla em francês) da Universidade de Bordeaux, como parte de minhas pesquisas sobre situações matemáticas.” (Guy Brousseau).
    15. 15. Contrato didático O Contrato Didático é definido por Guy Brousseau como sendo a totalidade de comportamentos do docente esperados pelo aluno e a totalidade dos comportamentos do aluno que são esperados por esse docente, ou seja, são as expectativas do professor em relação ao aluno e deste em relação ao professor, incluindo-se o saber e as maneiras como esse saber é tratado por ambas as partes. A diferença entre o contrato didático e o contrato pedagógico é que no didático está em jogo o saber. Esse saber é específico do contrato didático, o qual é influenciado pelos contextos de ensino e aprendizagem.
    16. 16. Contrato didático Para resolver uma tarefa, os estudantes não somente buscam interpretar o que é pedido por escrito ou oralmente. Eles também levam em conta o modo de ensinar do educador, que por sua vez espera certos comportamentos da turma. Essa tensão de expectativas, impalpável, invisível e não verbalizada, é o chamado contrato didático, um vínculo entre quem leciona e os que estudam, para o planejamento e a execução de situações de ensino e de aprendizagem.
    17. 17. Contrato didático 1. A apresentação das instruções;   2. A devolução do professor, que deve gerar uma atividade autônoma dos estudantes;   3. A situação matemática na qual o aluno procura, sozinho ou em colaboração com parceiros, obter alguns resultados instrutivos;   4. A institucionalização, a integração como referência para o futuro dos resultados do processo de aprendizagem que são bem compreendidos e compartilhados.
    18. 18. Celso Vasconcelos classifica a gestão de sala de aula em três dimensões: Relacionamento interpessoal – O professor precisa conhecer seu aluno; Disciplina – Parceria com a família e resolver conflitos logo no início. Sansão por reciprocidade x Postura espontaneísta. Sansão por reciprocidade (Piaget): Uma sansão que tem a ver com o ato que o aluno cometeu, que visa um processo de reflexão e reparação do erro e restabelecimento do vínculo;  Trabalho com conhecimento – A formação do Professor, a inicial e a continuada.
    19. 19. “Os sonhos nunca são perdidos. Eles significam o que há de melhor na vida dos homens e dos povos. Perdidos são os céticos que escondem sob uma ironia fácil a sua impotência para compreender e agir”. Bento de Jesus Caraça (1901 – 1948)
    20. 20. https://www.youtube.com/watch?v=Fb1TduxJYL8
    21. 21. DISCIPLINA: PROFESSOR: TURMA: 6º ano – Ensino Fundamental 1.OBJETIVOS DA DISCIPLINA A disciplina de Matemática é composta por quatro grandes temas: Grandezas e Medidas, Números, Tratamento da Informação e Geometria. Cada tema desenvolve suas respectivas habilidades e competências.
    22. 22. 2. RESUMO DOS ASSUNTOS ABORDADOS • 1º BIMESTRE Números Naturais e Frações • 2º BIMESTRE Números Decimais e Sistemas de Medida • 3º BIMESTRE Formas Geométricas e Perímetro e Área • 4º BIMESTRE Estatística
    23. 23. 3. DIREITOS E DEVERES DO DISCENTE/ALUNO • Usar o celular na aula somente quando solicitado pelo professor para uso pedagógico ; • Manter a sala limpa e organizada; • Hábito de estudo; • Respeitar todos os integrantes da Unidade Escolar; • Fazer uso e cuidar do seu material escolar.
    24. 24. 4. DIREITOS E DEVERES DO DOCENTE/PROFESSOR - Participar da Proposta Pedagógica da escola. - Elaborar um Plano de Ensino e também o Plano Semanal. - Priorizar a aprendizagem dos alunos. - Elaborar estratégias para os alunos de menor rendimento. - Ministrar aulas nos dias letivos estabelecidos pela escola. - Participar das reuniões pedagógicas da Unidade Escolar, bem como a ATPC. - Procurar a interação entre família, comunidade e escola. - Dialogar com o aluno, ajudá-lo e saber ouvi-lo.
    25. 25. 4. DIREITOS E DEVERES DO DOCENTE/PROFESSOR É direito do Professor: - SER RESPEITADO. - Propiciar discussões entre os alunos para que haja uma troca de conhecimento (Professor/aluno); - Ter apoio do Professor Coordenador Pedagógico; - Ter segurança no exercício da sua atividade profissional.
    26. 26. 5. QUEBRA DO CONTRATO • Falta de respeito com o Professor/Aluno; • Falta de respeito entre os alunos; • Baixo desempenho em sala de aula (Professor/Aluno); • Baixa assiduidade (Professor/Aluno); • Falta de compromisso no ensino/ aprendizagem (Professor/Aluno). 6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO • Recuperação contínua; • Tipos de avaliação ( Prova, Pesquisa, Seminário, Auto-avaliação, etc.)
    27. 27. • A partir do exemplo dado e com o Currículo em mãos, elaborar em grupos um Contrato Didático. • Socialização.
    28. 28. A EDUCACAO FINANCEIRA E UM PROCESSO QUȨ ̃ ́ COLABORA COM OS INDIVIDUOS PARA:́ •Melhorar a compreensão em relacão a conceitos ȩ produtos financeiros; •Desenvolver os valores e as competencias necessarias parâ ́ tomar consciencia das oportunidades e riscos das escolhaŝ financeiras; •Fazer escolhas bem informados e a adotar acões quȩ melhorem o bem-estar, comprometidos com o futuro.
    29. 29. DIMENSAO ESPACIAL - Refere-se ao impacto das acoes̃ ̧ ̃ individuais sobre as sociais, e vice-versa, congregando os niveis individual local, regional, nacional e global.́ Objetivos: •Formar para a cidadania; •Educar para o consumo consciente e responsavel;́ •Oferecer conceitos e ferramentas baseadas em mudanca̧ de atitude; •Formar disseminador.
    30. 30. DIMENSAO TEMPORAL - Permite compreender as inter-̃ relacoes do tempo nas decisões tomadas. Os espacos são̧ ̃ ̧ atravessados por essa dimensão conectando passado, presente e futuro Objetivos: •Ensinar a planejar a curto, médio e longo prazos; •Desenvolver a cultura da prevencão;̧ •Possibilitar a mudanca da condicão atual.̧ ̧
    31. 31. OBJETIVOS Incentivar a desenvoltura do hábito de estudos diários; Integrar alunos e familiares na prática de estudos; Contextualizar a matemática de acordo com o cotidiano do aluno.
    32. 32. HABILIDADES DESENVOLVIDAS Reconhecer o amplo uso dos números decimais em situações do cotidiano, principalmente no que se refere ao uso do dinheiro; Incentivar os alunos no processo de pesquisa, leitura e contextualização da matemática; Despertar o interesse do aluno para a aprendizagem.
    33. 33. PROCEDIMENTOS 1° passo: Apresentação de uma seleção com 11 itens da cesta básica; 2° passo: Pesquisa dos valores, em reais, de cada item da lista apresentada – lição de casa; 3° passo: Apresentação da pesquisa e discussão dos resultados – debate; 4° passo: Realização de nova pesquisa a partir da mesma lista – em tablóides de 5 supermercados diferentes; 5° passo: Cálculos da soma total da lista – apontando o melhor local para compra; 6° passo: Discussão e resolução de situações problema envolvendo compra e venda de produtos.
    34. 34. Leitura e pesquisa: concentração e envolvimento
    35. 35. Interesse, participação e integração
    36. 36. Parcerias e discussões – inclusão e participação de alunos prioritários
    37. 37. Atingidos os objetivos esperados, a avaliação foi feita de forma contínua e de acordo com a participação em cada etapa do processo: apresentação da pesquisa, envolvimento e participação e por fim, uma auto avaliação em grupo. Resultados e Avaliação
    38. 38. Objetivos •Fazer um planejamento financeiro ajudando os jovens a se tornar cidadãos conscientes. •Criar uma mentalidade adequada e saudável em relação ao dinheiro, propondo bate-papo sobre consumo, inflação e juros - assuntos dos quais os jovens costumam ouvir falar nas conversas entre adultos e na mídia.
    39. 39. A Educação Financeira não deve ser confundida com o ensino de técnicas ou macetes de bem administrar dinheiro, tem como objetivo criar uma mentalidade adequada e saudável em relação ao dinheiro. Acima de tudo, a Educação Financeira deve ensinar que a responsabilidade social e a ética precisam estar sempre presentes no ganho e uso do dinheiro.
    40. 40. Atividade Proposta É melhor pagar à vista ou a prazo? Calcule os valores:
    41. 41. Feedback Essa foi a atividade inicial para do projeto de Educação Financeira, onde os alunos se sentiram motivados em realizarem as atividades propostas, pois notaram a aplicabilidade do conteúdo desenvolvido. Foi interessante observar que durante o desenvolvimento das atividades eles calcularam o quanto tempo teriam que trabalhar para conseguir adquirir um iPhone, servindo como motivação para a próxima aula, onde os alunos iniciaram o entendimento de despesas, como planejá-las e poupar.
    42. 42. Confecção de um Projeto de Educação Financeira, a partir das informações fornecidas na Orientação Técnica de hoje. O objetivo é a conscientização dos alunos e seus familiares na aplicação correta do dinheiro em sua vida e ainda a utilização de temas atuais para uma melhor utilização do próprio dinheiro.
    43. 43. Um exemplo de como trabalhar junto aos alunos pode ser abordar o tema ENERGIA, que é atual e importante na conscientização. Uma pesquisa pode ser feita no site da ANEEL, ou ainda no site da Secretaria de Energia, onde podemos baixar um simulador, para que os alunos calculem uma previsão de consumo de energia da sua residência.
    44. 44. Outro exemplo é a confecção de um jornal com o tema da Educação Financeira. Nas diversas seções (cadernos) do jornal, os alunos podem pesquisar, desenhar, encontrar passatempos, etc. Pode-se ainda mostrar aos alunos como analisar uma nota fiscal, localizar os tributos de cada produto, visando assim o valor despendido com impostos.
    45. 45. Valor total da compra R$ 39,55 Valor aproximado dos tributos R$ 11, 43  28.66%
    46. 46. Elaborar em grupos um Projeto de Educação Financeira.
    47. 47. HOFFMAN, Jussara. Avaliação Mediadora; Uma Pratica da Construção da Pré-escola a Universidade. 17.ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2000. HOFFMAN, Jussara. O Jogo do Contrário em Avaliação.. 9.ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2014. BROUSSEAU, Guy. Introdução ao estudo das situações didáticas: conteúdos e métodos de ensino/ Guy Brousseau: apresentação de Benedito Antonio da Silva; consultoria técnica José Carlos Miguel; (tradução Camila Bogéa). - São Paulo: Ática, 2008. CURRÍCULO+. Disponível em: http://curriculomais.educacao.sp.gov.br/odas/search?q=Educação+fiscal . Acesso em 11/03/2015. Educação Financeira nas Escolas. Disponível em: http://educacaofinanceira.com.br/index.php/escolas/conteudo/513 e http://www.edufinanceiranaescola.gov.br. Acesso em 12/03/2015.   VASCONCELOS, CELSO. Gestão de sala de aula. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=2YVd6AmYUK0 https://www.youtube.com/watch?v=xxcj7NBT8fA https://www.youtube.com/watch?v=94CIL-qGLRI. Acesso em 12/03/2015. SECRETARIA DE ENERGIA. Simulador de consumo residencial. Disponível em: http://www.energia.sp.gov.br/portal.php/simulador_consumo_residencial REVISTA NOVA ESCOLA. Contrato didático: o "não dito" é essencial. http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/contrato-didatico-nao-dito-essencial-757864.shtml
    48. 48. SERASA. Gibi dinheiro não é brincadeira. Disponível em: http://www.serasaexperian.com.br/e-book/guias/gibi_dinheiro/? __utma=52222891.2028509527.1426640893.1426640893.1426640893.1&__utmb=52222891.65.8.1426641369 166&__utmc=52222891&__utmx=-&__utmz=52222891.1426640893.1.1.utmcsr=google| utmccn=(organic)|utmcmd=organic|utmctr=(not%20provided)&__utmv=-&__utmk=200625706 Acesso em 16/03/15. SERASA. Simulador. Disponível em: http://www.serasaconsumidor.com.br/simuladores/simulador-de-sonhos/ http://www.serasaconsumidor.com.br/simuladores/simuladores-alcool-ou-gasolina/ Acesso em 16/03/15. BOVESPA. Orçamento pessoal.http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/educacional/orcamento- pessoal.aspx?idioma=pt-br Jogos Educação Fiscal. http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/11/25/jogos- ensinam-criancas-a-lidar-com-o-dinheiro-especialistas-apontam-pros-e-contras.jhtm#fotoNav=1 http://educacaofinanceira.com.br/index.php/rodape/view/jogos http://www.eletros.com.br/educprevidenciaria/jogo-da-forca.html JOGO GESTÃO FINANCEIRA COM DIVERSÃO. http://www.mesadinha.com
    49. 49. Finanças pessoais. Disponível em: http://economia.uol.com.br/financas- pessoais/noticias/redacao/2014/11/18/livro-ensina-a-cuidar-do-bolso-evite- emprestar-a-parentes-e-fuja-da-manada.htm Educação Financeira para todos. Disponível em:http://www.financaspraticas.com.br Vídeo “Diferenças entre autoritarismo e autoridade”. Yves de La Taille e Telma Vinha. https://www.youtube.com/watch?v=Fb1TduxJYL8

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