Apresentação de biologia!

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Trabalho sobre doenças

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Apresentação de biologia!

  1. 1. DOENÇAS<br />COTUCA<br />BIOLOGIA<br />Professora Ionara<br />Ana Gabriela Peró RA:0904<br />Bruna Miatelo RA:09012<br />Carolina Morgante RA:09014<br />Carolina Yumi RA:09015<br />IsabeliAkemi RA:09023<br />MariliaMugnol RA:09029<br />Mayara Quijada RA:09032<br />LeticiaSitta RA:09027<br />
  2. 2. ÍNDICE GERAL:<br />Dengue...........................................Slide 3<br />Gastroenteriterotaviral..................Slide 11<br />Gonorréia.......................................Slide 18<br />Antraz.............................................Slide 25<br />Meningite bacteriana.....................Slide 32<br />Leishmaniose tegumentar..............Slide 39<br />Leishmaniose visceral.....................Slide 47<br />Histoplamose..................................Slide 54<br />
  3. 3. Doença:<br />DENGUE<br />Causador:<br />Vírus da famílaFlavirus<br />
  4. 4. Ciclo evolutivo da doença<br /> Dengue é uma doença infecciosa causada por um arbovírus que ocorre principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo, inclusive no Brasil.<br /> A infecção pelo vírus, transmitido pela picada do mosquito AedesAegyptiou do Aedesalbopictus. O período de incubação do vírus é e cerca de 5 dias, sendo que depois a pessoa contaminada passa a apresentar:<br />Fonte:Prefeitura de Vinhedo<br />
  5. 5. Dengue clássica<br />X<br />Dengue Hemorragica<br /> A diferença entre a dengue clássica e a dengue hemorrágica é que , na hemorrágica , o vírus também se replica nas células sangüíneas e atinge a medula óssea, comprometendo a produção de plaquetas . Durante sua multiplicação, formam-se substâncias que agridem as paredes dos vasos sangüíneos, provocando uma perda de líquido Quando isto ocorre muito rapidamente, aliado à diminuição de plaquetas, podem ocorrer sérios distúrbios no sistema circulatório, como hemorragias e queda da pressão arterial (choque). <br />No quadro de dengue hemorrágica, há sintomas diferentes do da clássica.<br />
  6. 6. Sintomas<br />
  7. 7. Organismo causador<br /> Dentro do mosquito que picou alguém infectadoo vírus multiplica-se no intestino do inseto chegando depois às glândulas salivares, de onde sairá para a corrente sangüínea de outra pessoa picada.Nessa pessoa infectada, o vírus se multiplica e depois volta a circular na corrente sangüínea. Pouco depois, ocorrem os primeiros<br /> Quanto ao AedesAegypti, trata-se de um mosquito hematófago originário da África com cerca de 1 cm, cor preta com listras brancas, que costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas ultimas da tarde, como em ambientes tropicais. Como durante a reprodução, a fêmea precisa de sangue para o desenvolvimento dos ovos, é nessa fase que ocorre a transmissão da doença.<br />
  8. 8. CONTÁGIO<br /> O mosquito transmissor,AedesAegypti, deixa seu ovos em água parada, limpa ou suja, e passará por mais três fases: larva, pulpa e adulto.<br /> As fêmeas adultas picam a pessoa infectada, mantendo o vírus na saliva e o retransmite. A transmissão ocorre pelo ciclo homem - Aedesaegypti- homem. <br />Fonte:www.caicmariano.com.br<br />Fonte+http://www.dengue.org.br/mosquito_aedes.html<br />Como os ovos do mosquito só se desenvolvem em água parada, é importante tomar cuidado com possiveis criadouros, como: vasos, caixas d’água, pneus, calhas, latas, bromelias, ralos , e qualquer outro foco de acumulo de águas.<br />
  9. 9. Formas de diagnostico<br />e profilaxia<br /> A única forma possível de se evitar a dengue, é pela eliminação do mosquito transmissor, que por ser versátil quanto a escolha de criadouros e por ter ovos resistentes, é de difícil controle. Logo, a forma de profilaxia da doença se dá pelo combate a locais de acumulo de água ( pneus, latas, vasos e qualquer outro lugar propicio para o desenvolvimento dos ovos). O Brasil, hoje vive uma verdadeira epidemia de dengue, logo, todo cuidado é necessário<br />Incidência de Dengue por Município em 2008<br /> É importante procurar orientação médica ao surgirem os primeiros sintomas, pois as manifestações iniciais podem ser confundidas com outras doenças, como febre amarela, malária ou leptospirose e não servem para indicar o grau de gravidade da doença.<br />Fonte: SVS/SES <br />
  10. 10. Riscos de não tratamento<br /> A dengue clássica é requer bastante repouso e a ingestão de muito líquido, como água, sucos naturais ou chá. No tratamento, também são usados medicamentos anti-térmicos que devem recomendados por um médico.É importante destacar que a pessoa com dengue NÃO pode tomar remédio a base de ácido acetil salicílico<br /> Isso demonstra que a atenção maior deve ser dada ao casos graves, já que os si tomas da clássica tendem a passar em 10 dias.<br /> Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas. <br /> A dengue não é o tipo de doença capaz de deixar as seqüelas, mas o não tratamento – ainda mais dos casos de hemorrágica- podem levar a morte.De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem. <br />
  11. 11. Doença:<br />Gastroenterite<br />Rotaviral<br />Causador:<br />Rotavírus<br />Imagem retirada do site: www.lvapli.ufsc.br<br />
  12. 12. Esquema do Ciclo Evolutivo da doença<br />Contaminação oral<br />Estômago<br />O rotavírus é transmitido por via fecal-oral, por contato de pessoa a pessoa, e também por meio da água, alimentos, utensílios ou superfícies contaminadas.<br />2. Uma vez no organismo, ele invade a mucosa intestinal e causa lesões celulares, provocando a diarreia aquosa. <br />Intestino<br />femina-mt.com.br<br />
  13. 13. Sintomas Característicos da pessoa contaminada<br />A infecção por rotavírus pode ser assintomática, ou seja, pode não causar sintomas. Mas, em geral, as manifestações costumam aparecer, em média, dentro de três dias, podendo variar de um quadro leve, com diarreia aquosa e duração limitada, a um quadro grave com desidratação, febre, vômitos e cólicas. O tempo de duração dos sintomas geralmente é de uma semana. Se não tratada, a rotavirose pode levar à morte. <br />Outros sintomas que podem sinalizar a infecção por rotavírus são: prostração (criança fica abatida) ou irritabilidade; boca seca, língua seca e/ou lábios ressecados; olhos fundos; em bebês, uma moleira funda e não urinar ou não molhar as fraldas durante oito horas. <br />Quanto mais nova for a criança, maior o risco de desidratação. <br />
  14. 14. Organismo causador<br />Os rotavírus estão classificados temporariamente na família Reoviridae que engloba vírus com RNA segmentado em seu genoma e com simetria cúbica.<br />Seu capsídeo é icosaédrico de 65-75nm, formado por três camadas de proteínas; não-envelopado.<br />Ciclo de vida do rotavírus<br />O vírus penetra na célula via endocitose e replica-se no citoplasma da célula hospedeira.<br />A transcrição do RNAm ocorre via RNA polimerase. <br />Imagem retirada do site: www.lvapli.ufsc.br<br />As proteínas do capsídeo são traduzidas.<br />Os segmentos de RNAm replicados são empacotados no nucleocapsídeo imaturo.<br />O RNAm é replicado para formar o genoma de RNA dupla fita.<br />
  15. 15. Contágio<br />Os rotavírus, eliminados em grande concentração nas fezes infectadas, são transmitidos pela via fecal-oral.<br />A transmissão do rotavírus se dá através do contato direto com objetos e alimentos contaminados, ingestão de água contaminada ou de pessoa por pessoa.<br />É um vírus estável no meioambiente e relativamenteresistente à detergentes.<br />
  16. 16. Formas de diagnóstico<br />O diagnóstico pode ser feito por detecção de antígenos do rotavírus em amostras de fezes. As variedades do rotavírus podem depois ser caracterizadas por outros testes, porém estes não são comumente realizados. <br />A doença atinge de forma mais intensa crianças de 6 meses a dois anos, apresentando um quadro abrupto de vômito, que na maioria das vezes precede a diarréia, e a presença de febre alta. <br />Em crianças até os 4 meses pode haver infecção assintomática, aventando-se a ação protetora de anticorpos maternos e do aleitamento natural. <br />A época ideal para detecção do vírus nas fezes vai do primeiro ao quarto dia de doença, período de maior excreção viral. <br /> Profilaxia<br />Práticas higiênicas tradicionais e universais como lavagem de mãos, controle da água e dos alimentos, destino adequado dos dejetos e do esgoto são básicas para a prevenção do vírus. O fundamental do tratamento é prevenir a desidratação e distúrbios hidreletrolíticos. Não há terapêutica específica para combater o rotavírus e não se recomenda o uso de antimicrobianos e antidiarreicos. Além das medidas tradicionais de higiene e de saneamento básico para sua prevenção, existe uma vacina oral para o combate do rotavírus.<br />
  17. 17. Riscos do não-tratamento<br />Existem vários relatos na literatura associando a infecção por rotavírus a encefalites, Síndrome de Reye e à Doença de Kawasaki. De todas as complicações as que não assumem caráter circunstancial são a diarréia prolongada em imunodeprimidos e a enterocolitenecrotisante em neonatos. <br />
  18. 18. Doença:<br />Gonorréia<br />Causador:<br />Neisseriagonorrhoeae<br />
  19. 19. Ciclo evolutivo da doença<br /> Gonorréia é uma doença sexualmente transmissível, causada pela bactéria Neisseriagonorrhoeae, que afeta principalmente o colo do útero (mulheres), porém também pode atingir e prejudicar os órgãos sexuais masculinos.<br /> É uma doença que acompanha a humanidade desde a antiguidade, mas somente com o advento das sulfonamidas e da penicilina em 1943, houve disponibilização de terapêutica eficaz.<br />Células infectadas pela <br /> gonorréia<br />Fonte:www.brasilescola.com<br />
  20. 20. Sintomas:<br /> Os sintomas costumam aparecer entre 2 a 10 dias após o contato:<br /><ul><li>Mulheres:
  21. 21. corrimento amarelo e/ou esverdeado da vagina;
  22. 22. Sangramento fora do normal/ incomum;
  23. 23. dores na região inferior do abdome;
  24. 24. Hemorragia e dor ao urinar;
  25. 25. Coceira;
  26. 26. Dor na relação sexual;
  27. 27. Infecção nas trompas e ovários;
  28. 28. Homens:
  29. 29. Inflamação;
  30. 30. Incômodo o urinar;
  31. 31. secreção com pus/ corrimento amarelo;
  32. 32. pode apresentar sangue ao urinar;
  33. 33. Ardência; </li></ul>Fonte:www.redece.org/gono.htm<br />Fonte:www.redece.org/gono.htm<br />
  34. 34. Organismo causador<br />Causada pela Neisseriagonorrhoeae: <br />um diplococo gram-negativo; <br />não flagelado;<br />não formador de esporos;<br />encapsulado;<br />anaeróbio facultativo; ; Fonte:www.google.com/imagens.htm<br />único hospedeiro é homem<br />Além da gonorréia, a bactéria pode provocar conjuntivite quando se instala no globo ocular, isso acontece principalmente com bebês recém nascidos que durante o parto normal entram em contato com as secreções da mãe contaminada.<br />A bactéria cresce e multiplica-se facilmente em áreas quentes e úmidas do trato reprodutivo humano, mas também pode se desenvolver na boca, olhos, garganta e anus;<br />
  35. 35. Transmissão e Contágio<br /><ul><li> Através do contato sexual com um(a) parceiro(a) contaminado(a), é a principal forma de contagio. Já que nessas ocasiões a pessoa não contaminada entra em contato com as secreções vaginais, ou sêmen contaminado;
  36. 36. As mulheres muitas vezes não tem sintomas tão expressivos quanto no caso dos homens, por isso em vários casos não têm o conhecimento que estão contaminadas, mas é importante lembrar que mesmo sem os sintomas estas podem transmitir e contaminar outras pessoas;
  37. 37. Durante o parto pode haver transmissão da mãe contaminada para o bebê, nesses casos o bebê corre o risco de ter seus olhos gravemente afetados, podendo levar a cegueira;</li></ul>Fonte:www.google.com.br/imagens.htm<br />
  38. 38. Diagnóstico e profilaxia<br />Diagnóstico:<br /><ul><li>O diagnostico é feito através de exames feitos a partir da secreção como: coloração de Gram ou bateria de meio de cultura.
  39. 39. Outra forma de diagnóstico é a análise do histórico do paciente;
  40. 40. Profilaxia:
  41. 41. Uso de preservativos de látex.
  42. 42. Pré-natal,
  43. 43. Higiene pós culto
  44. 44. Manter relações monogâmicas de longo período com parceiro saudável
  45. 45. Usar lubrificantes à base de água (KY, Preserv Gel) nas relações sexuais anais.
  46. 46. É recomendado realizar sempre o auto-exame, observando os próprios órgãos genitais e vendo se a cor, aparência, cheiro e a pele estão saudáveis. </li></ul>S=sim<br />N=não<br />Fonte:www.bvsms.saude.gov.br<br />
  47. 47. Riscos do não- tratamento<br />Tratamento:<br /><ul><li>O tratamento é feito com o uso de antibióticos, ministrados tanto por via oral quanto por injeções;
  48. 48. No começo o antibiótico mais usado era a penicilina, porém por causa da grande resistência adquirida por essa bactéria ao longo dos anos ao medicamento, este recentemente está deixando de ser usado devido a sua menor eficiência.;
  49. 49. No caso da gonorréia ocular, chamada conjuntivite gonocócica, é acrescido o colírio de nitrato de prata;</li></ul>Complicações caso não tratada adequadamente:<br /><ul><li>pode ocasionar o aborto espontâneo ou nascimento de uma criança já morta, ou prematura;baixo peso, endometrite pós-parto.
  50. 50. Doença Inflamatória Pélvica.
  51. 51. Meningite
  52. 52. Pneumonia e Otite média do recém-nascido
  53. 53. Gravidez ectópica, quando o feto se desenvolve fora do útero;
  54. 54. infecção no globo ocular, podendo levar a cegueira;
  55. 55. Esterilidade tanto do homem quanto da mulher;
  56. 56. Causar estreitamento uretral do homem;</li></li></ul><li>Doença:<br />ANTRAZ<br />Antraz é uma infecção aguda causada por uma bactéria que esporogênica, o Bacillusanthracis.<br />Causador:<br />Bacillusanthracis<br />
  57. 57. Ciclo Evolutivo da Doença<br />Quando a bactéria do antraz entra no corpo, por via respiratória, cutânea ou gastrointestinal, e encontra o ambiente de que necessita, move-se para os nódulos linfáticos. De lá começa a se multiplicar e a produzir uma toxina que ataca as células humanas, resultando em hemorragia, inchaço, queda da pressão arterial e, finalmente, a morte.<br />Ciclo do antraz respiratório<br />www.anestesiologia.com.br<br />
  58. 58. Sintomas Característicos<br />NaInfecção cutânea, de 24 a 48 após o contato, é produzida uma pápula pruriginosa,("um caroço que coça") que lembra uma picada de inseto. A morte é rara caso o tratamento correto seja instituído, porém 20% dos casos não tratados resultarão em morte.<br />Os sintomas normalmente aparecem de um a seis dias a partir da contaminação. Freqüentemente há uma melhora temporária seguida de uma piora dos sintomas. Os sintomas variam com o tipo de infecção: cutânea, respiratória ou gastrointestinal. <br />Oantraz respiratório é geralmente fatal. Os sintomas iniciais lembram um resfriado comum. Após alguns dias, os sintomas podem progredir para problemas respiratórios sérios e morte. <br />A forma intestinal do antraz é caracterizada por uma inflamação aguda do trato intestinal. Os sintomas incluem náusea, perda de apetite, vômitos, febre seguida de dor abdominal, vômitos sanguinolentos, e diarréia severa. O antraz intestinal resulta em morte em 25-60% dos casos.<br />
  59. 59. Organismo Causador<br /> Em seu estado bacteriano, o antraz sobrevive fora do ambiente de um hospedeiro apropriado por somente 24 horas. Mas no interior do corpo, onde obtém os nutrientes de que necessita para crescer, o antraz germina e se espalha rapidamente. <br />PublicHealthImageLibrary<br />O agente causador do Antraz é a bactéria- Bacillusanthracis:<br />· bacilo grande;<br />· aeróbio facultativo;<br />· móvel;<br />· gram-positivo;<br />· encapsulado;<br />· esporogênica (formadora de esporos). <br />O Antraz é natural em regiões agrícolas onde existem animais herbívoros, domésticos ou selvagens. O homem é um hospedeiro acidental, sendo que esta doença é mais comum em agricultores e veterinários<br />
  60. 60. Contágio<br />O Antraz é natural em regiões agrícolas onde existem animais herbívoros, domésticos ou selvagens. O homem é um hospedeiro acidental, sendo que esta doença é mais comum em agricultores e veterinários.<br />
  61. 61. Diagnóstico e Profilaxia<br />Diagnóstico:<br />Para diagnosticar o antraz, isola-se a bactéria do sangue, lesões da pele, ou de secreções respiratórias da pessoa sob suspeita de infecção. Pode também fazer um diagnostico encontrando anticorpos específicos no sangue das mesmas.<br />Profilaxia:<br />As maneiras de se prevenir o antraz é evitar o contato com animais e produtos contaminados e evitar comer carne mal cozida. Outra forma de prevenção é a vacina que possui tem 93% de eficácia na proteção contra a infecção.<br />O tratamento baseia-se na administração de antibióticos (penicilina, doxiciclina, ciprofloxacina e outros). Para ser efetivo, o tratamento deve ser iniciado precocemente. Caso não tratado o antraz pode ser fatal. <br />
  62. 62. Complicações e Sequelas<br /> Se o Antraz não for diagnosticado rapidamente, ou não for tratado de maneira correta, a doença pode levar a morte, o risco varia de acordo com o tipo de infecção. Devido a este risco, a suspeita de um ato terrorista através de cartas nos EUA teve grande repercussão. Pessoas comuns recebiam cartas contendo um “pó branco”, que viria a ser esporos da bactéria do antraz. Estes, quando inalados (ao abrir a carta, por exemplo) ou em contato com feridas cutâneas, infectavam tais pessoas. <br /> Infelizmente, o antraz respiratório é geralmente fatal e, após alguns dias, os sintomas característicos da doença podem progredir para problemas respiratórios sérios e morte. Já na infecção cutânea a morte é rara, caso o tratamento correto seja instituído, porém 20% dos casos não tratados resultarão em morte. <br />
  63. 63. Doença:<br />MENINGITE <br />BACTERIANA<br />Causador:<br />Fneisseriameningitidis<br />
  64. 64. Ciclo evolutivo da meningite<br />Se patogênicos, as bactérias farão o seu caminho para a colonização nasofaringe, ou a parte superior da garganta. Após a colonização, as bactérias irão aderir topili e atravessam a epithilium nasofaringe pelo processo de endocitose. Depois que as bactérias tenham entrado no sistema circulatório que irá se adaptar ao ambiente de acolhimento. Pode infectar várias partes do tecido hosts, mas em casos mais graves, grande parte das bactérias farão o seu caminho para as meninges do cérebro. Uma vez no meninges do cérebro que as bactérias seguirá seu ciclo de vida e como um lançamento de produto Lipopolissacarídeo, Uma molécula que promove citocinas pró-inflamatórias, e fará com que as meninges para inflamar, ou meningite.<br />
  65. 65. Sintomas<br />Os sintomas comuns da meningite bacteriana são:<br /><ul><li>Fadiga
  66. 66. Febre
  67. 67. Dor de cabeça
  68. 68. Vômitos
  69. 69. Rigidez da nuca</li></ul>A doença pode progredir, apresentando sintomas como:<br /><ul><li>Convulsões
  70. 70. Coma</li></ul>Ou morte, que ocorre em 10% dos casos<br />Um sintoma raro é a erupção purpúrica ( cutânea), que causa morte em 50% dos casos<br />Fonte:www.brasilescola.com<br />
  71. 71. Organismo causadorNeisseriameningitidis<br /><ul><li>Conhecido como meningococo
  72. 72. É uma eubacterium
  73. 73. Causa meningite
  74. 74. Seu habitat natural é dentro do nasofaringe trato dos seres humanos
  75. 75. É patógeno para os humanos, mas não infecta outros organismos vivos
  76. 76. É gram- negativa
  77. 77. Diplococcal
  78. 78. Aeróbia e heterotrófico
  79. 79. Possui cápsula de polissacarídeos em sua constituição</li></ul>Fonte: www.saude.df.gov.br/sites<br />
  80. 80. Transmissão<br />A transmissão ocorre através de secreções respiratórias e da garganta,por meios como:<br /><ul><li>Beijo
  81. 81. Tosse
  82. 82. Espirro
  83. 83. Partilha de alimentos e bebidas</li></ul>O componente ambiental em que se encontra a doença é principalmente o ar<br />
  84. 84. Diagnóstico e profilaxia<br />Diagnóstico:<br />Para diagnosticar, o médico obterá uma CSF (fluido espinal cerebral) da amostra e que seja enviado a um laboratório para o crescimento e análises químicas. A amostra é obtida através de uma punção lombar em que a agulha é inserida na porção lombar da medula espinhal <br />Tratamento:<br />Imediatamente após a suspeita de meningite bacteriana de um paciente será colocado em uso de antibióticos por via intravenosa<br />
  85. 85. Riscos do não-tratamento<br />Sem tratamento ou a demora para procurar assistência médica, as sequelas podem ser:<br /><ul><li>Dificuldades no aprendizado
  86. 86. Retardo mental
  87. 87. Paralisia cerebral
  88. 88. Surdez
  89. 89. Cegueira
  90. 90. Morte</li></li></ul><li>Doença:<br />Leishmaniose<br /> Tegumentar (cutânea)<br />Causador:<br />Leishmania braziliensi <br />
  91. 91. Ciclo Evolutivo<br /> No mosquito: <br />Formas amastigotas (leishmânias) transgormam-se em promastigotas (leptômonas) que se reproduzem intensamente.<br />Nos tecidos dos animais infectados:<br />Formas promastigotas transformam se em amastigotas (leishmânias), ondeexercemsuareprodução e parasitismo.<br />http://workforce.cup.edu/Buckelew/Leishmania%20life%20cycle.htm<br />
  92. 92. Homem: hospedeiro acidental<br />Leishmaniose<br />Cutânea difusa<br />Fonte: Profa. Dra. Irene Soares, FCF/USP (trabalho de 2005)<br />
  93. 93. Sintomas característicos<br /><ul><li> Primeiros sintomas surgem de 10 dias a 3 meses.
  94. 94. Lesão se iniciapequena, arredondada, profunda e com bordaavermelhadanaregiãodapicada e no rosto. Podesurgirapenasumaouemmaiorquantidade.
  95. 95. Nariz e a boca podem ficar desfigurados ou destruídos. A deformação do nariz origina o "nariz-de-tapir" ou "focinho-de-anta".
  96. 96. Caso o tratamentonãosejafeito de forma correta, apósmesesouanos a doençapoderessurgir.</li></li></ul><li>Organismo causadorLeishmania braziliensis<br /><ul><li>Parasita homoflagelado.
  97. 97. Multiplicam-se por divisão binária dentro do hospedeiro.</li></ul>http://www.microbiologybytes.com/introduction/Parasitology.html<br />
  98. 98. Contágio<br /><ul><li>É feito pelos mosquitos dípteros da família Psychodidae denominados flebotomíneos, também conhecidos como Cangalha, Cangalhinha, mosquito-palha, birigui, tatuíra
  99. 99. São menores que os pernilongos comuns;
  100. 100. Apresentam-se muito pilosos e de coloração clara (cor de palha ou castanhos claros)
  101. 101. São facilmente reconhecidos pela atitude que adotam quando pousam, pois as asas permanecem erectas e entreabertas;
  102. 102. As fêmeas são ativas preferencialmente em horário noturno a partir das 20:00 horas.</li></li></ul><li>Parasita, vetor e ferida típica <br />Fonte: Brasil Escola<br />
  103. 103. Formas de diagnóstico e Profilaxia<br /><ul><li>Diagnóstico: exame de sangue, a fim de encontrar anticorpos específicos; biópsia ou raspadura da lesão.
  104. 104. Prevenção: combate ao mosquito (uso de mosquiteiros e repelentes, cuidado em matas)
  105. 105. O tratamento é feito com tártaro emético e antimoniato de N-metilglucamina (menos tóxico e mais ativo), por via intramuscular ou endovenosa. Para um tratamento eficiente deve-se procurar os centros médicos, o mais cedo possível, pois se não as lesões podem deixar sérias cicatrizes e há risco da doença voltar.</li></li></ul><li>Doença:<br />Leishmaniose visceral<br />Causador:<br />Leishmania chagasi <br />É uma doença do tipo zoonose (doença dos animais que pode se transmitir aos homens) causada pelo protozoário LeishmaniaChagasi, parasita de vertebrados mamíferos.<br />Fonte: www.sanger.ac.uk/.../070617_leishmania_300.jpg <br />
  106. 106. Ciclo Evolutivo da Doença<br />Fonte: www.dombosco.com.br/.../imagens/AP5_01.jpg<br />Fonte: www.dpd.cdc.gov/.../Leishmania_LifeCycle.gif <br />
  107. 107. Sintomas<br />Os principais sintomas são: febre, dor abdominal, tosse, perda de peso e do apetite, aumento do baço, fígado e glânglios linfáticos, anemia, modificação dos glóbulos brancos, plaquetas, hemorragias e infecções bacterianas são comuns.<br />Fonte: www.fisfar.ufc.br/.../images/stories/leishm.png <br />
  108. 108. Organismo Causador<br />Promastigota.<br /> Amastigota (no hospedeiro vertebrado):<br />Intracelular, arredondada, cinetoplasto em forma de bastão e ausência de flagelo livre<br />• Parasitas exclusivos de células do sistema fagocítico mononuclear (preferencialmente macrófagos)<br />• Multiplicam-se por divisão binária <br />Promastigota (no inseto vetor):<br />Extracelular, alongada e presença de flagelo<br />Procíclico: forma de divisão<br />Metacíclico: forma infectiva<br />Fonte: www.uni-tuebingen.de/.../images/leishmania.jpg <br />
  109. 109. Contágio<br />A doença é transmitida através de picadas de insetos flebotomíneos (Phlebotomussp., Lutzomyiasp.) que inoculam promastigotasmetacíclicos durante o repasto sanguíneo.<br />No Brasil: gênero Lutzomya (mosquito palha, cangalhinha ou birigui) <br />Somente as fêmeas desses mosquitos podem ser os vetores, pois elas são phlebotomus (insetos que chupam sangue) e necessitam do sangue para o amadurecimento dos ovos. Portanto só as fêmeas transmitem a doença.<br />Seu habitat é o domicílio e o peridomicílio humano onde se alimenta de sangue do cão, do homem, de outros mamíferos e aves. <br />Os animais infectados com maior grau de importância em relação aos humanos são os cães, os roedores e os próprios humanos. <br />Fonte: blig.ig.com.br/wedson/files/mosquito_palha.jpg <br />Fonte: www.saude.df.gov.br/sites/100/163/00001122.jpg<br />
  110. 110. Diagnósticos Profilaxia<br /><ul><li> A forma mais efetiva de prevenção é se proteger contra as picadas dos insetos, fazendo uso de repelentes, roupas adequadas, telas nas janelas e portas e mosquiteiros nas camas.
  111. 111. Caso more na zona rural, evite sair de casa nos horários de maior atividade dos insetos, que é o raiar e cair do dia.</li></ul>Pessoas com febre e barriga inchada (fígado ou baço inchado), residentes (ou que estiveram) em áreas de ocorrência de transmissão são consideradas suspeitas de terem contraído leishmaniose visceral. O diagnóstico é comprovado através de exame de sangue, punção da medula óssea ou linfonodo ou biópsia do baço ou fígado.<br />
  112. 112. Riscos do não-tratamento<br />Complicações que levam ao óbito:<br />Infecções (pele, ouvido, pulmões)<br />Sangramento agudo<br />Caquexia, ICC<br />
  113. 113. Doença:<br />HISTOPLASMOSE<br />Causador:<br />Histoplasmacapsulatum<br />
  114. 114. Sintomas<br />A maioria das pessoas não tem efeitos aparentes da doença. A doença respiratória aguda é caracterizada por sintomas respiratórios, sensação geral de estado de doença, febre, dor no peito e tosse seca. <br />A doença crônica nos pulmões parece com tuberculose e pode piorar no curso de meses ou anos. Se os sintomas ocorrerem eles devem começar dentro de 3 a 17 dias depois da exposição, sendo que a média é de 10 dias.<br />
  115. 115. Organismo causador : Histoplasmacapsulatum<br /> H. capsulatum é um fungo dimórfico (forma filamentosa), ele produz corpos de frutificação em forma de micronidia (2-5 mm) e macronidia (5-18 m). A infecção ocorre através da inalação de micronidia. O período de incubação é de 12 a 16 dias durante o qual o micronidia converter para a fase de levedura e reproduzir por brotamento. Estas leveduras são posteriormente fagocitados pelos macrófagos. A infecção fúngica continua a reproduzir intracelularmente e dissemina por todo o corpo através da circulação linfática e hematogênica. <br />Fonte : http://student.ccbcmd.edu/courses/bio141/labmanua/lab10/u1fig39b.html<br />
  116. 116. Forma de contaminação<br /> O Histoplasmacapsulatumcresce em solo e material contaminado por dejetos de morcegos ou aves. Os esporos vão para o ar quando o solo contaminado é mexido e respirá-los podem causar a infecção. A histoplasmose não é transmitida de pessoa para pessoa.<br />
  117. 117. Tratamento e Prevenção<br /><ul><li>Como tratamento usa-se medicamentos anti-fungos para tratar casos graves de histoplasmose aguda e todos os casos crônicos e sua forma disseminada. Casos leves de histoplasmose geralmente são curados sem tratamento. Infecções passadas resultam em proteção parcial contra os efeitos da doença em caso de nova infecção.
  118. 118. Para a sua prevenção é necessário o uso de máscaras adequadas e a visita a grutas e cavernas deve ser feita na companhia de profissionais capacitados para estes passeios. Outro cuidado importante deve-se ter em locais como pombais, galinheiros e mesmo prédios urbanos que podem ser habitat de pombos e morcegos. Antes de entrar nesses locais deve-se limpá-los jogando água para poder remover a poeira sem inalá-la e preferencialmente usando máscara.</li></li></ul><li>Riscos do não-tratamento<br /> Ocasionalmente outros órgãos podem ser afetados, sendo que essa forma da doença é chamada histoplasmose disseminada (mais comum em pessoas com câncer ou AIDS) e pode ser fatal se não tratada.<br />
  119. 119. Fonte: http://www.hse.rj.saude.gov.br/profissional/revista/37/histopla.asp<br /> Radiografias de tórax dos três pacientes com Aids e histoplasmose disseminada, mostrando infiltrados pulmonares de padrões variados e inespecíficos.<br />
  120. 120. Fim!!<br />
  121. 121. FONTES:<br /><ul><li>http://www.dengue.org.br/dengue.html
  122. 122. http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=22207
  123. 123. http://www.dengue.org.br/mosquito_aedes.html
  124. 124. http://www.dengue.org.br/dengue_sintomas.html
  125. 125. http://www.combateadengue.com.br/?p=31
  126. 126. SVS/SES ( Secretaria de Vigilancia de Saúde
  127. 127. Secretaria da Saúde do município de Vinhedo
  128. 128. http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMIS404F9B97PTBRIE.htm
  129. 129. http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/multimedia/adolescente/dstaids2.swf
  130. 130. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_bolso_5ed2.pdf
  131. 131. Secretaria da saúde do Rio grande do Sul
  132. 132. http://www.saude.rs.gov.br/wsa/portal/index.jsp?menu=organograma&cod=1236
  133. 133. Revista da sociedade brasileira de Medicina Tropical
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  135. 135. http://www.dst.com.br/pag04.htm
  136. 136. http://www.redece.org/gono.htm
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  140. 140. http://www.brasilescola.com/doencas
  141. 141. http://www.abcdasaude.com.br</li></li></ul><li><ul><li>Brasil Escola: http://www.brasilescola.com/doencas/leishmaniose-tegumentar.htm
  142. 142. Colégio São Francisco: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/leishmaniose/leishmaniose-tegumentar.php
  143. 143. Profa. Dra. Irene Soares - Disciplina Parasitologia Clínica, FCF/USP (trabalho de 2005)
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  145. 145. www.boasaude.uol.com.br
  146. 146. www.abcdasaude.com.br
  147. 147. www.ff.up.pt
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