Doenças causadas por bactérias

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SLIDE SOBRE: DOENÇAS CAUSADAS POR BACTÉRIAS, BACTÉRIAS BENÉFICAS, ARMAS BACTERIOLÓGICAS.

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Doenças causadas por bactérias

  1. 1. As bactérias são os seres vivos mais antigos na natureza (evidências encontradas em rochas de 3,8 bilhões de anos). As bactérias são seres muito pequenos que, em sua maior parte, não podem ser vistos a olho nu. Apesar de seu tamanho, elas se multiplicam em grande velocidade.
  2. 2. Existem bactérias por todo o planeta. Em uma gota d’água fresca existem cerca de 1 milhão de bactérias. Em nosso corpo há 10x mais bactérias do que nossas próprias células, grande parte delas localizadas na pele e trato gastrointestinal. Nosso corpo possui uma flora bacteriana própria que não nos causa doença, pelo contrário, ajuda na nossa digestão e nos protege contra bactérias invasoras. Bactéria são vitais para a vida na Terra.
  3. 3. Entretanto, algumas bactérias causam muitas doenças em seres humanos e animais, desde pequenas cáries até grandes infecções que podem levar à morte. Podemos citar como principais tipos de bactérias:
  4. 4. Cada bactéria é transmitida de uma maneira diferente. •Secreções respiratórias: Doenças como meningite, tuberculose e coqueluche são transmitidas através de tosse ou perdigotos (gotículas contaminadas de saliva). •Ato sexual: gonorreia e a sífilis são doenças sexualmente transmissíveis. •Intoxicação alimentar: bactérias adquiridas através de alimentos mal conservados, como nos casos da Salmonela e da Shigella.
  5. 5. Infecção das vias aéreas causada pela bactéria Bordetella pertussis. O contágio pode ser: •através de gotículas de saliva •objetos contaminados com secreções de pessoas doentes.
  6. 6. • Período de incubação: 7 – 15 dias. • Fases da doença: 1ª Fase (Fase catarral): Anorexia, espirros, lacrimejamento, coriza, mal- estar, irritabilidade, tosse discreta, muita secreção catarral na garganta ( 7 – 14 dias).
  7. 7. 2ª Fase (Fase paroxística): Crises fortes e frequentes de tosse, dificuldade para respirar (geralmente estado afebril). 3ª fase (Período de convalescença): Nessa fase as crises de tosse diminuem, até o restabelecimento total.
  8. 8. Complicações • Distúrbios respiratórios - Pneumonia • Distúrbios neurológicos – Convulsão • Distúrbios hemorrágicos
  9. 9. Medidas de controle • Imunização com a Vacina tríplice (DPT) (contra difteria, coqueluche e tétano), com doses administrativas a partir de 2 meses de idade. • Tratamento e isolamento temporário dos doentes. • Apesar de ser altamente contagiosa, a coqueluche só se torna realmente grave quando ataca menores de um ano de idade, subnutridos ou portadores de outras doenças que tenham sua capacidade de defesa comprometida.
  10. 10. Hanseníase (Lepra) O que é Hanseníase? A hanseníase é uma doença infecciosa e contagiosa causada por um bacilo denominado Mycobacterium leprae. A hanseníase não é hereditária e sua evolução depende de características do sistema imunológico da pessoa que foi infectada.
  11. 11. Hanseníase (Lepra) Sinais e sintomas dermatológicos A hanseníase manifesta-se através de lesões de pele que se apresentam com diminuição ou ausência de sensibilidade. As lesões mais comuns são: • Manchas esbranquiçadas ou avermelhadas – alterações na cor da pele;
  12. 12. Hanseníase (Lepra) • Placas – alterações na espessura da pele, de forma localizada, com bordas elevadas; • Infiltrações – alterações na espessura da pele, de forma difusa, sem bordas; • Tubérculos – caroços externos;
  13. 13. Hanseníase (Lepra) • Nódulos – caroços subcutâneos. Modo de transmissão A transmissão se dá por meio de uma pessoa doente que apresenta a forma infectante da doença e que, estando sem tratamento, elimina o bacilo por meio das vias respiratórias (secreções nasais, tosses, espirros), podendo assim infectar outras pessoas suscetíveis.
  14. 14. Hanseníase (Lepra) O bacilo de Hansen tem capacidade de infectar grande número de pessoas, mas poucas pessoas adoecem, porque a maioria apresenta capacidade de defesa do organismo contra o bacilo. A hanseníase é causada pelo bacilo Mycobacterium leprae, ou bacilo de Hansen, que se instala no organismo da pessoa infectada, podendo se multiplicar.
  15. 15. Hanseníase (Lepra) O tempo de multiplicação do bacilo é lento, podendo durar de 11 a 16 dias. Período de incubação A hanseníase apresenta longo período de incubação; em média, de 2 a 7 anos. Há referências com períodos mais curtos, de 7 meses, como também a mais longos, de 10 anos.
  16. 16. Hanseníase (Lepra) Período de Transmissibilidade Os pacientes multibacilares podem transmitir Hanseníase, antes de iniciar o tratamento específico. Diagnóstico O diagnóstico é clínico, feito através do exame dermato-neurológico, que consiste em um exame minucioso da pele e palpação dos nervos periféricos situados nos braços e pernas.
  17. 17. Hanseníase (Lepra) Como não é uma doença no sangue, pois o bacilo gosta de temperatura mais fria para se multiplicar, a pesquisa do bacilo de Hansen é feita através de esfregaços cutâneos, por meio de um pequeno corte na pele dos lóbulos das orelhas, cotovelos e lesão (regiões frias do corpo). Além disso, para se confirmar o diagnóstico, pode ser feita biópsia (retirada de um pequeno fragmento) da lesão de pele.
  18. 18. Hanseníase (Lepra) Medida de Controle e Tratamento A primeira dose de rifampicina é capaz de eliminar as cepas viáveis do bacilo de Hansen em até 99,99% da carga bacilar de um indivíduo. Diagnóstico precoce dos casos, através do atendimento de demanda espontânea, exame dos contatos para tratamento específico, que deve ser feito em nível eminentemente ambulatorial.
  19. 19. Gonorréia é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pela Neisseria gonorrheae ou gonococo. Bactéria que cresce e multiplica-se facilmente em áreas quentes e úmidas do trato reprodutivo como útero e tubos de falópio na mulher; e uretra em homens e mulheres. A bactéria também pode crescer na boca, garganta, olhos e ânus.
  20. 20. Modo de transmissão A principal forma de transmissão da gonorréia é por meio de relação sexual com pessoa infectada, seja essa relação oral, vaginal ou anal, sem o uso de preservativo. Mesmo sem apresentar sintomas, as mulheres contaminadas transmitem a bactéria causadora da doença.
  21. 21. Pode ocorrer também, durante o parto, transmissão da mãe contaminada para o bebê. Caso esse tipo de transmissão aconteça, corre-se o risco de o bebê ter os olhos gravemente afetados, podendo levar à cegueira.
  22. 22. PERÍODO DE INCUBAÇÃO • Geralmente, entre 2 e 5 dias. PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE • Pode durar de meses a anos, se o paciente não for tratado. O tratamento eficaz rapidamente interrompe a transmissão.
  23. 23. Sinais e Sintomas da Gonorréia Na maioria dos casos, a Gonorréia passa despercebida. Mas pode acontecer da doença despertar alguns sintomas característicos, principalmente na região genital. Sintomas da gonorreia na Mulher: •Dor ou ardor ao urinar; •Incontinência urinária; •Corrimento branco-amarelado, semelhante ao pus;
  24. 24. • Pode haver dor de garganta e comprometimento da voz, faringite gonocócica, quando há relação íntima oral; • Pode haver obstrução do canal anal, quando há relação íntima anal. • No entanto, cerca de 70% das mulheres não apresentam sintomas.
  25. 25. Sintomas da gonorreia no Homem: • Dor e ardência ao urinar; • Febre baixa; • Secreção de pus; • Dor ou suor em um dos testículos.
  26. 26. Gonorréia também pode surgir em outras partes do corpo: • Olhos: dor, sensibilidade à luz e secreção de pus em um ou nos dois olhos. • Articulações: se a bactéria afetar alguma articulação do corpo, esta poderá ficar quente, vermelha, inchada e muito dolorida.
  27. 27. Sintomas da gonorreia no bebê recém-nascido (conjuntivite gonocócica): • Dor nos olhos; • Olhos inchados; • Secreção purulenta nos olhos; • Dificuldade em abrir os olhos. Esta situação quando não é devidamente tratada pode levar à cegueira permanente. A infecção ocular no adulto pode ocorrer quando este toca nas partes íntimas e depois (sem lavar as mãos) coça os olhos, por exemplo.
  28. 28. Diagnóstico da Gonorréia Na maior parte das vezes o diagnóstico da Gonorréia é feito através da observação clínica da área afetada e dos sintomas da doença, contudo, se for necessário pode-se realizar um exame de sangue e exames ginecológicos como: • Cultura endocervical em mulheres; • Cultura do corrimento uretral em homens; • Cultura do esfregaço da garganta em homens e mulheres; • Cultura retal em homens e mulheres.
  29. 29. Tratamento para gonorreia O tratamento para a gonorreia é feito com a toma de antibióticos como a Azitromicina em dose única ou por aproximadamente 10 dias consecutivos, à critério médico. Nos bebês, a dose recomendada é de 25 a 50 mg/Kg de Ceftriaxona, de 7 a 10 dias.
  30. 30. Medidas de controle da Gonorréia Interrupção da cadeia de transmissão pela triagem e referência dos pacientes com DST e seus parceiros para diagnóstico e terapia adequados; Promoção do uso de preservativos - método mais eficaz para a redução do risco de transmissão do HIV e outras. Educação em saúde, de modo geral.
  31. 31. Tétano Tétano é uma grave doença bacteriana que afeta o sistema neurológico e que, entre outras complicações, pode levar inclusive à morte.
  32. 32. Tétano Agente Etiológico O tétano é causado pela bactéria Clostridium tetani, que pode ser encontrada no solo, poeira e nas fezes de animais.
  33. 33. Tétano A infecção por tétano começa quando os esporos da bactéria transmissora entram no corpo por meio de uma ferida, onde liberam bactérias que se espalham pela corrente sanguínea e produzem um veneno chamado tetanospasmina.
  34. 34. Tétano Esse veneno bloqueia os sinais neurológicos da coluna vertebral para os músculos, causando espasmos musculares intensos. Os espasmos podem ser tão fortes que rompem os músculos ou causam fraturas na coluna.
  35. 35. Tétano Fatores de risco Alguns fatores contribuem para o desenvolvimento do tétano. Veja: • Não ter se vacina contra tétano ou não ter tomado a segunda dose da vacina. • Estar infectado com outra bactéria. • Apresentar uma ferida ou um ferimento na pele, causado por algum objeto enferrujado e sujo, a exemplo de pregos. • Inchaço ao redor da ferida.
  36. 36. Tétano Sintomas de Tétano O tempo entre a infecção e os primeiros sinais dos sintomas é geralmente de uma a três semanas. O período de incubação da bactéria é de, em média, sete a oito dias. Os principais sintomas do tétano são: • Espasmos e rigidez no maxilar; • Rigidez nos músculos do pescoço e da nuca; • Rigidez nos músculos do abdômen;
  37. 37. Tétano • Espasmos corporais que provocam dor e duram por vários minutos, geralmente causados por sons altos, toque físico e sensibilidade à luz. • Febre. • Sudorese. • Hipertensão. • Batimentos cardíacos acelerados.
  38. 38. Tétano Diagnóstico O médico poderá confirmar o diagnóstico por meio de um exame físico, no qual procurará por sinais de espasmos e rigidez pelos músculos do corpo. Testes laboratoriais geralmente não são necessários para realizar o diagnóstico de tétano. A não ser que sejam feitos para descartar possibilidades de meningite, raiva e outras doenças com sintomas similares.
  39. 39. Tétano Tratamento de Tétano Não há cura para tétano, por isso o tratamento será focado na cicatrização da ferida por onde entraram os esporos da bactéria e no uso de medicamentos para tratar os sintomas.
  40. 40. Tétano Além de limpar corretamente a região machucada, para evitar complicações mais graves, o médico poderá prescrever alguns medicamentos que podem levar alívio e conforto ao paciente, como antitoxinas, antibióticos, sedativos e outros remédios para tirar a dor. Suporte respiratório com oxigênio, um tubo respiratório e uma máquina de respiração podem ser necessários.
  41. 41. Tétano Medida de Controle Procure um médico ou posto de saúde para tomar a vacina contra tétano se você ainda não o fez ou para tomar a segunda dose. Se você não foi vacinado contra a doença e se ferir com algum objeto enferrujado, independentemente do tamanho da ferida, procure ajuda médica imediatamente. Não espere os sintomas surgirem, pois eles costumam demorar alguns dias para aparecer.
  42. 42. Bactérias Benéficas Descrição São bactérias que agem na regulação, proteção, fermentação , tratamento etc. Você sabia que o seu corpo consegue carregar até 4 kg destes pequenos seres vivos.
  43. 43. Bactérias Benéficas Exemplos: Saccharomyces cerevisiae : Comumente conhecida como levedura de cerveja, agindo na fermentação. Bifidobactérias : Impulsionar o sistema imunológico humano e promove a boa digestão. Bifidobactérias
  44. 44. Bactérias Benéficas Exemplos: Lactobacilluys acidophilus : Útil no tratamento de diarreia. Lactobacillus bulgaricus : E benéfica para o sistema digestivo.
  45. 45. Bactérias Benéficas Bactéria que Coalha (bactéria ácido láctica) Streptococcus thermophilus Nome Oficial : Streptococcus salivarius subsp. Thermophilus Gram positiva: mais suscetível a detergentes; Anaeróbica e Facultativa: Vive tanto na presença como na ausência de ar.
  46. 46. Bactérias Benéficas Streptococcus thermophilus
  47. 47. Bactérias Benéficas Streptococcus thermophilus •Não forma esporos; •E homofermentadora , acido láctica; •E uma espécie de alfa-hemolítico do grupo viridian; •É um micro-organismo termofílico (a temperatura ótima de crescimento varia entre 37 e 42 °C). Ela e utilizada na produção de queijos e iogurte.
  48. 48. Bactérias Benéficas Streptococcus thermophilus Processo Essas bactérias se alimentaram da lactose presente no leite, eliminando ácido lático – responsável pela transformação propriamente dita e se reproduzindo assexuadamente.
  49. 49. Armas Bacteriológicas • Considerada a mais temidas das armas, a biológica tem efeitos devastadores e desconhecidos pela maioria dos médicos. • São vírus e bactérias transformados geneticamente em laboratórios para se tornarem resistentes aos tratamentos.
  50. 50. Armas Bacteriológicas • O uso de armas biológicas, feitas com vírus e bactérias, é impossível de ser detectado por equipamentos de segurança. • Armas que podem dizimar populações ao contaminar o ar, a água ou os alimentos e para as quais não há tratamento.
  51. 51. As Principais • Varíola • Ebola • Peste Bubônica • Anthrax • Toxina botulínica • Toxina t-2
  52. 52. Anthrax
  53. 53. Anthrax Uma das armas biológicas mais temidas, o Anthrax é uma bactéria que tem o nome de uma doença desconhecida pela maioria dos médicos. Ao ser lançado por avião, o anthrax contamina o ar, a água, o solo e os alimentos. É tão pequeno que centenas de milhares desse bacilo cabem num único tubo de ensaio.
  54. 54. Causas • Lesões na pele • Contaminação dos pulmões • Doenças gastrintestinais.
  55. 55. Consequências • Começa como se fosse uma gripe. A pessoa passa a sentir dor no corpo, a expelir catarro. Depois, passa a ter manchas e pequenas vesículas na pele. • A doença evolui e a pessoa passa a ter hemorragia, edema e falência dos órgãos. • A pessoa pode morrer em cinco dias. A bactéria anthrax pode ainda causar meningite, que significa morte.
  56. 56. Prevenção • Para se prevenir é necessário cobrir todo o corpo com roupas com duas camadas e equipamento de proteção respiratória. • Uso de roupas de qualquer tecido. O importante é que proteja todo o corpo, porque o bacilo não penetra nos poros do tecido.
  57. 57. Tratamento • Tratar o anthrax significa usar antibióticos, penicilina e tetraciclina. • O contágio de pessoa para pessoa não é conhecido.
  58. 58. Doenças Históricas • Varíola • Tuberculose • Hanseníase • Sífilis • Praga da batata que matou de fome um milhão de irlandeses, entre 1845 e 1852. • Peste Negra
  59. 59. PESTE NEGRA
  60. 60. Peste Negra Foi a mais mortal das epidemias. Entre 1347 e 1351, a peste negra dizimou metade da população europeia. Embora haja desacordo, as estimativas são de 75 a 200 milhões de mortes. Estudiosos mais conservadores estimam que a população mundial de 450 milhões teria caído para 350 a 370 milhões.
  61. 61. Como Tudo Aconteceu. • Nos porões dos navios de comércio, que vinham do Oriente, entre os anos de 1346 e 1352, chegavam milhares de ratos. • Estes roedores encontraram nas cidades europeias um ambiente favorável, pois estas possuíam condições precárias de higiene.
  62. 62. Agente Etiológico e Transmissão • Pasteurella Pestis. • Transmitida por pulgas dos ratos. • E as pulgas destes roedores transmitiam a bactéria aos homens através da picada.
  63. 63. Sintomas da Doença • Primeiro apareciam nas axilas, virilhas e pescoço vários bubos (bolhas) de pus e sangue. • Febre alta de 41 gruas • Vômitos sanguinolentos e complicações pulmonares • Enquanto outros se curavam espontaneamente. • Era questão de dias para os doentes morrerem, pois não havia cura para a doença e a medicina era pouco desenvolvida.
  64. 64. Prevenção ? Os poucos que tentavam desenvolver remédios eram perseguidos e condenados à morte, acusados de bruxaria. A doença foi identificada e estudada séculos depois desta epidemia. A doença foi sendo controlada no final do século XIV, com a adoção de medidas higiênicas nas cidades medievais.
  65. 65. Preconceito Os mais pobres eram enterrados em valas comuns, apenas enrolados em panos. A doença foi sendo controlada no final do século XIV, com a adoção de medidas higiênicas nas cidades medievais.
  66. 66. Considerações Finais Vários motivos justificam a importância do mundo bacteriano para a humanidade. A Microbiologia permite a familiarização necessária com esse grupo microscópio e oferece condições para o aprimoramento dos conhecimentos nos mais diversos campos da ciência.
  67. 67. Considerações Finais Desde o estudo da citologia bioquímica e da imunização das populações, até os sofisticados estudos de engenharia genética e da exploração da vida no espaço.
  68. 68. Referencias Bibliográficas •http://www.coladaweb.com/biologia/armas-biologicas •http://www.suapesquisa.com/idademedia/peste_negra.htm •http://www.infoescola.com/reino-monera/bacterias/ •http://www.infoescola.com/doencas/doencas-causadas-por-bacterias/ •http://www.brasilescola.com/doencas/doencas-causadas-bacterias. htm •http://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/bacterias/

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