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PROJETO DIDÁTICO
Projeto Didático
 é um tipo de organização e planejamento do tempo e dos
    conteúdos que envolve uma situação- problema;
   objetivo é articular propósitos didáticos e propósitos
    sociais;
   propõe um sentido mais amplo às práticas escolares;
   evita a fragmentação dos conteúdos;
   torna a garotada corresponsável pela própria
    aprendizagem.
   redes de todo o país incentivam o trabalho com essa
    modalidade
   algumas escolas preveem no currículo os que serão
    realizados durante o ano;
   eles ajudam a ensinar mais e melhor.
Características de uma Boa
Proposta
 Podem ser planejados e organizados de inúmeras formas, porém
 algumas ações são fundamentais:
 1. Tema: delimitar e conhecer bem o assunto que será estudado e
 pesquisá-lo previamente.
 2. Objetivos: escolher uma meta de aprendizagem principal e outras
 secundárias que atendam às necessidades de aprendizagem
 3. Conteúdos: ter clareza do que as crianças conhecem e desconhecem
 sobre o tema e o conteúdo do trabalho.
 4. Tempo estimado: construir um cronograma com prazos para cada
 atividade, delimitando a duração total do trabalho.
 5. Material necessário: selecionar previamente os recursos e materiais
 que serão usados, como sites e livros de consulta.
 6. Apresentação da proposta: deixar claro para a sala os objetivos sociais
 do trabalho e quais os próximos passos.
7. Planejamento das etapas: relacionar uma etapa à outra, em
uma complexidade crescente.
8. Encaminhamentos: antecipar quais serão as perguntas que
você fará para encaminhar a atividade.
9. Agrupamentos: prever quais momentos serão em grupo, em
duplas e individuais.
10. Versões provisórias: revisar o que a garotada fez e pedir
novas versões do trabalho.
11. Produto final: escolher um produto final forte para dar
visibilidade aos processos de aprendizagem e aos conteúdos
aprendidos.
12. Avaliação: prever os critérios de avaliação e registrar a
participação de cada um ao longo do trabalho.
Projeto e
Interdisciplinaridade
 um projeto focado em apenas uma área tem grande valor,
  já que permite um mergulho mais profundo no conteúdo
  trabalhado.
 embora objetivos de disciplinas diferentes estejam
  coordenados numa mesma proposta, muitas vezes só os
  relacionados a uma delas estão sendo desenvolvidos;
 algumas vezes os conteúdos de nenhuma das áreas não são
  trabalhados de forma correta;
 Um bom projeto é aquele que indica intenções claras de
  ensino e permite novas aprendizagens relacionadas a todas
  as disciplinas envolvidas:
  "Não é raro a turma apenas utilizar conhecimentos que já
  possui“ (Maria Alice Junqueira, professora de Pedagogia do
  Instituto de Educação Superior Vera Cruz, em São Paulo);
 Os projetos institucionais são ações que
  envolvem toda a escola em torno de um mesmo
  objetivo - por exemplo, produzir um jornal ou
  uma campanha:
   cada professor precisa pensar em atividades
    relacionadas a ele para desenvolver com sua turma;
   Não há necessariamente um produto final ou um propósito social
    para o trabalho;
 tema gerador – cabe ao professor escolher quais
  serão os conteúdos a enfocar e os objetivos a
  alcançar:
   problema        organizar as atividades em cima de
    um tema considerado envolvente pelos alunos, em vez
    de fazer um planejamento baseado nas reais
    necessidades de aprendizagem deles.
Criar um Projeto ou Aplicar um
já Testado...
 Para um profissional que tem pouca experiência com esse tipo
  de trabalho, é melhor utilizar um bom modelo, com todas as
  etapas definidas e os objetivos previamente pensados e
  aprovados;
  "Um projeto nunca vai ser uma receita fechada, que o professor
  simplesmente lê e desenvolve em classe com a turma. É preciso
  adaptar as atividades levando em consideração as características
  dos alunos e a realidade local“ (Clélia Cortez, coordenadora
  pedagógica do Colégio Vera Cruz, em São Paulo);
 quando há um exemplo a seguir, é preciso analisar se as questões
  colocadas pelo autor estão de acordo com o nível de
  conhecimento do grupo;
 os materiais sugeridos são adequados e estão disponíveis;
 as etapas são suficientes para a realização de todas as atividades:
"Ao longo do trabalho, adaptações são necessárias
    para o cumprimento dos objetivos.”
    "São esses cuidados que garantem os traços de
    autoria no desenvolvimento da proposta.“ (Clélia
    Cortez)
   professor experiente pode criar os próprios projetos;
   organizá-los num banco, a ser utilizado com
    variações de tema, conteúdo e série;
   não significa que uma estratégia de sucesso deva
    ser repetida ano após ano;
   mesmo que o currículo seja o mesmo, os alunos são
    diferentes e isso exige mudanças.
Quando optar por um projeto...

 Alguns conteúdos curriculares permitem (e às
  vezes pedem) um trabalho aprofundado e
  que inclua as práticas sociais relacionadas a
  ele.

 Conteúdos de Língua portuguesa
     sistema alfabético de escrita;
     comunicação oral;
     comportamentos escritores;
     Comportamentos leitores;
 Por que é adequado
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    aos que não estão alfabetizados;
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    aos conteúdos relacionados à linguagem;
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   Desperdiçar a oportunidade de refletir sobre o
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Planejamento
 primeiro passo é ter clareza sobre o que você quer ensinar, o
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 garantir dois importantes critérios didáticos: a continuidade e a
  variedade de conteúdos ao longo dos anos.
 Conhecer o conteúdo a fundo e selecionar os materiais a ser
  usados, como textos, livros e sites
 Só então são elaboradas as etapas:
      Sobre o que eu espero que a classe reflita?
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 Pensar no encadeamento das etapas também é fundamental:
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   o projeto necessitar de um propósito central (trabalhar comportamentos escritores, por
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        a turma a avançar;
   Exemplo de trabalho com contos:
     oferecer às crianças diversos livros para ampliar o repertório;
     propor uma análise das características do gênero estudado, sistematizando os
       conhecimentos adquiridos.;
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     redigir as próprias versões;
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   é possível pensar em objetivos secundários que não tenham necessariamente relação com
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        como no caso de as crianças fazerem um desenho para a capa do livro da turma;
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Interferir no Produto Final

 sim – mas desde que o objetivo seja fazer com
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  realizado;
 não é tarefa do professor melhorar sozinho o
  acabamento de um cartaz ou o texto de um diário
  de campo escrito pelos alunos;
  "Quando está envolvida com o propósito social do
  projeto e sabe para que ele serve, a garotada se
  dispõe a refazê-lo inúmeras vezes", avalia Paula
  Stella;
 versões, no que foi prontamente atendido.
 Ex.: Para a montagem de um seminário (produto
  final escolhido), os alunos realizam entrevistas
  com moradores de uma cidade. O professor pode
  pedir que retomem algumas conversas, ao avaliar
  um esboço do painel de apoio e da apresentação,
  apontar problemas e estimular a construção de
  novas versões.
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   são duas as funções principais das cerimônias de fechamento de um projeto
    didático:
     dar ao aluno visibilidade para o processo de aprendizagem pelo qual passou;
     apresentar o trabalho da turma para a comunidade e os pais, que são
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   o evento só cumprirá esses dois papéis se:
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   não é correto transformar a culminância na grande estrela de um projeto.
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  • 2. Projeto Didático  é um tipo de organização e planejamento do tempo e dos conteúdos que envolve uma situação- problema;  objetivo é articular propósitos didáticos e propósitos sociais;  propõe um sentido mais amplo às práticas escolares;  evita a fragmentação dos conteúdos;  torna a garotada corresponsável pela própria aprendizagem.  redes de todo o país incentivam o trabalho com essa modalidade  algumas escolas preveem no currículo os que serão realizados durante o ano;  eles ajudam a ensinar mais e melhor.
  • 3. Características de uma Boa Proposta Podem ser planejados e organizados de inúmeras formas, porém algumas ações são fundamentais: 1. Tema: delimitar e conhecer bem o assunto que será estudado e pesquisá-lo previamente. 2. Objetivos: escolher uma meta de aprendizagem principal e outras secundárias que atendam às necessidades de aprendizagem 3. Conteúdos: ter clareza do que as crianças conhecem e desconhecem sobre o tema e o conteúdo do trabalho. 4. Tempo estimado: construir um cronograma com prazos para cada atividade, delimitando a duração total do trabalho. 5. Material necessário: selecionar previamente os recursos e materiais que serão usados, como sites e livros de consulta. 6. Apresentação da proposta: deixar claro para a sala os objetivos sociais do trabalho e quais os próximos passos.
  • 4. 7. Planejamento das etapas: relacionar uma etapa à outra, em uma complexidade crescente. 8. Encaminhamentos: antecipar quais serão as perguntas que você fará para encaminhar a atividade. 9. Agrupamentos: prever quais momentos serão em grupo, em duplas e individuais. 10. Versões provisórias: revisar o que a garotada fez e pedir novas versões do trabalho. 11. Produto final: escolher um produto final forte para dar visibilidade aos processos de aprendizagem e aos conteúdos aprendidos. 12. Avaliação: prever os critérios de avaliação e registrar a participação de cada um ao longo do trabalho.
  • 5. Projeto e Interdisciplinaridade  um projeto focado em apenas uma área tem grande valor, já que permite um mergulho mais profundo no conteúdo trabalhado.  embora objetivos de disciplinas diferentes estejam coordenados numa mesma proposta, muitas vezes só os relacionados a uma delas estão sendo desenvolvidos;  algumas vezes os conteúdos de nenhuma das áreas não são trabalhados de forma correta;  Um bom projeto é aquele que indica intenções claras de ensino e permite novas aprendizagens relacionadas a todas as disciplinas envolvidas: "Não é raro a turma apenas utilizar conhecimentos que já possui“ (Maria Alice Junqueira, professora de Pedagogia do Instituto de Educação Superior Vera Cruz, em São Paulo);
  • 6.  Os projetos institucionais são ações que envolvem toda a escola em torno de um mesmo objetivo - por exemplo, produzir um jornal ou uma campanha:  cada professor precisa pensar em atividades relacionadas a ele para desenvolver com sua turma;  Não há necessariamente um produto final ou um propósito social para o trabalho;  tema gerador – cabe ao professor escolher quais serão os conteúdos a enfocar e os objetivos a alcançar:  problema organizar as atividades em cima de um tema considerado envolvente pelos alunos, em vez de fazer um planejamento baseado nas reais necessidades de aprendizagem deles.
  • 7. Criar um Projeto ou Aplicar um já Testado...  Para um profissional que tem pouca experiência com esse tipo de trabalho, é melhor utilizar um bom modelo, com todas as etapas definidas e os objetivos previamente pensados e aprovados; "Um projeto nunca vai ser uma receita fechada, que o professor simplesmente lê e desenvolve em classe com a turma. É preciso adaptar as atividades levando em consideração as características dos alunos e a realidade local“ (Clélia Cortez, coordenadora pedagógica do Colégio Vera Cruz, em São Paulo);  quando há um exemplo a seguir, é preciso analisar se as questões colocadas pelo autor estão de acordo com o nível de conhecimento do grupo;  os materiais sugeridos são adequados e estão disponíveis;  as etapas são suficientes para a realização de todas as atividades:
  • 8. "Ao longo do trabalho, adaptações são necessárias para o cumprimento dos objetivos.” "São esses cuidados que garantem os traços de autoria no desenvolvimento da proposta.“ (Clélia Cortez)  professor experiente pode criar os próprios projetos;  organizá-los num banco, a ser utilizado com variações de tema, conteúdo e série;  não significa que uma estratégia de sucesso deva ser repetida ano após ano;  mesmo que o currículo seja o mesmo, os alunos são diferentes e isso exige mudanças.
  • 9. Quando optar por um projeto...  Alguns conteúdos curriculares permitem (e às vezes pedem) um trabalho aprofundado e que inclua as práticas sociais relacionadas a ele.  Conteúdos de Língua portuguesa  sistema alfabético de escrita;  comunicação oral;  comportamentos escritores;  Comportamentos leitores;
  • 10.  Por que é adequado  Fornece um contexto favorável de leitura e escrita aos que não estão alfabetizados;  Articula o conhecimento sobre o sistema de escrita aos conteúdos relacionados à linguagem;  Favorece a união dos propósitos didáticos aos sociais, já que a turma sabe para quem, por que e o que escrever;  Erros mais comuns  Desperdiçar a oportunidade de refletir sobre o sistema alfabético;  Focar o trabalho no produto final
  • 11. Planejamento  primeiro passo é ter clareza sobre o que você quer ensinar, o que espera que os alunos aprendam e o que eles já sabem;  garantir dois importantes critérios didáticos: a continuidade e a variedade de conteúdos ao longo dos anos.  Conhecer o conteúdo a fundo e selecionar os materiais a ser usados, como textos, livros e sites  Só então são elaboradas as etapas:  Sobre o que eu espero que a classe reflita?  No que quero que avance?  projetos ajudam a dar voz às crianças por meio da problematização constante.  Pensar no encadeamento das etapas também é fundamental:  A ordem é lógica?  Esse é o melhor caminho para que a garotada aprenda?
  • 12.  construir um cronograma;  detalhar como desenvolver o trabalho em sala;  definir o produto final;  se haverá um momento de finalização e socialização do trabalho:  qual o objetivo dessa culminância?  decisões interferem na gestão de tempo e na busca pelos recursos;  definir os critérios de avaliação; TUDO ISSO PRECISA ESTAR ESCRITO E SERVE COMO UMA BÚSSOLA PARA O TRABALHO.
  • 13. Etapas e Objetivos?  o projeto necessitar de um propósito central (trabalhar comportamentos escritores, por exemplo);  cada atividade deve ter o seu, sempre relacionado ao principal;  Quando se sabe o que é preciso ensinar em cada momento, é mais fácil intervir e ajudar a turma a avançar;  Exemplo de trabalho com contos:  oferecer às crianças diversos livros para ampliar o repertório;  propor uma análise das características do gênero estudado, sistematizando os conhecimentos adquiridos.;  realizar uma produção coletiva para que a turma se familiarizasse com esse tipo de texto;  redigir as próprias versões;  revisar;  é possível pensar em objetivos secundários que não tenham necessariamente relação com o propósito de ensino maior (produto final):  como no caso de as crianças fazerem um desenho para a capa do livro da turma;  o principal cuidado é não reservar muito tempo para esses momentos secundários.;  eles devem ser pontuais e focados.
  • 14. Antecipar as Dificuldades dos Alunos?  é preciso pensar em atividades específicas para estudantes com níveis diferentes de saber.  para contemplar todos eles, há três saídas:  variar a complexidade das tarefas apresentadas;  organizar os alunos em grupos e dar atenção àqueles que mais precisam:  Outra opção é retomar registros de atividades anteriores e verificar os pontos que vão necessitar de mais atenção durante o projeto.
  • 15. As Atividades em Grupo?  um bom projeto contempla atividades em que os alunos atuam sozinhos, em duplas e em grupos;  como os projetos envolvem a turma toda e o produto final é uma obra coletiva, muitos pensam que tudo deve ser feito em equipe;  é importante que as ações estejam articuladas entre si:  a atividade começa coletivamente, com a ampliação do repertório ;  em seguida são formados pequenos grupos e/ou trios e duplas;  novamente juntos;  ao final cada aluno fica responsável por uma produção individual.  Um bom critério para definir de que forma os estudantes vão realizar a tarefa é sua complexidade:  a leitura de um texto, por exemplo, deve ser feita em grupo quando a garotada tem pouca experiência com o tema ou o gênero.
  • 16. Interferir no Produto Final  sim – mas desde que o objetivo seja fazer com que a própria turma aperfeiçoe o trabalho realizado;  não é tarefa do professor melhorar sozinho o acabamento de um cartaz ou o texto de um diário de campo escrito pelos alunos; "Quando está envolvida com o propósito social do projeto e sabe para que ele serve, a garotada se dispõe a refazê-lo inúmeras vezes", avalia Paula Stella;  versões, no que foi prontamente atendido.
  • 17.  Ex.: Para a montagem de um seminário (produto final escolhido), os alunos realizam entrevistas com moradores de uma cidade. O professor pode pedir que retomem algumas conversas, ao avaliar um esboço do painel de apoio e da apresentação, apontar problemas e estimular a construção de novas versões.
  • 18. A Importância da Culminância?  são duas as funções principais das cerimônias de fechamento de um projeto didático:  dar ao aluno visibilidade para o processo de aprendizagem pelo qual passou;  apresentar o trabalho da turma para a comunidade e os pais, que são estimulados a perceber o avanço de seus filhos.  o evento só cumprirá esses dois papéis se:  estiver prevista a exposição dos objetivos de cada atividade realizada;  dos registros das várias versões do produto final e;  das fotos que ilustram o processo;  Fazer uma festa bonita não deve ser a maior preocupação da escola- como é bastante comum -, mas o mínimo de organização precisa ser garantido.  não é correto transformar a culminância na grande estrela de um projeto.  Alerta: a participação dos alunos na culminância deve ter caráter pedagógico.