ORIENTADORA: AMANDA NOLASCO DE OLIVEIRA SANTOS
COORDENADORA: CLAUDIA BIZZIO PEREIRA DO VALE
1º ENCONTRO
Realizada pela Professora Elenice:
 Proporcionar ao professor um repertorio de
saberes possibilitando desenvolver práticas
de ensino de matemática direciona...
O que devemos considerar para que ocorra a
organização do trabalho pedagógico?
 O ambiente formativo ocupa uma posição
central no processo de alfabetização tanto
em linguagem como em matemática;
 É n...
Um dos elementos essências no sucesso escolar é
o professor, sendo assim acreditamos na capacidade
em desenvolver sua prat...
 Perspectiva colaborativa, coletiva, visando o que
a rede necessita;
 Considerar a aprendizagem dos alunos com base
do a...
 Durante o ano letivo é necessário que se
ocorra avaliações (Diagnostico) para que se
possa projetar como será o futuro d...
 Cabe ao professor decidir quais estratégias se deve
retomar do que foi trabalhado;
 Organizar os conteúdos de forma seq...
QUESTÕES A SEREM REFLETIDAS
Para que a aprendizagem se efetive é
preciso analisar quais atividades garantirão da
construçã...
FIO DE CONTA:
Leitura coletiva.
Responder:
O que a professora considerou para organizar
esta atividade e quais procediment...
Atividade 1: seção compartilhando
- O texto diferentes formas de planejamento
destaca a importância do planejamento anual ...
Leitura coletiva
Após a leitura, faça uma lista de materiais que
existem na sua escola e considere se poderiam
ser utiliza...
Se o que se quer é favorecer o trabalho participativo e
criativo dos alunos é preciso organizar o ambiente,
móveis, mesas ...
Atividade 2: seção compartilhando
Leia a narrativa “NEGOCIANDO SIGNIFICADOS
DE UM TEXTO DE PROBLEMA” e discuta com
seus co...
Quais procedimentos ou atividades
garantirão para a continuidade na
construção de conceitos?
O primeiro passo é considerar...
Uma rotina estruturada, onde seja
acompanhada uma sequência organizada de
atividades, em que se separa um tempo pré-
deter...
A apresentação dos conteúdos deve conter inter-
relação entre as sequências, de forma orgânica e
dinâmica. Além disso, é p...
 Divisão de tempo (tipos de atividades);
 Espaço (organização);
 Retomada ou recuperação paralela;
O recurso é somente um meio para a
apropriação do conhecimento, o que garante a
superação das dificuldades é a mediação.
S...
 Leitura coletiva
Retire as principais ideias do texto
As produções das crianças não podem ser adulteradas.
Os erros devem permanecer, fazendo com que o
conhecimento seja visto ...
 Resolvam a situação problema proposta a seu
grupo, utilizando diferentes formas de
registro.
As observações realizadas e registradas
possibilitam ao professor refletir sobre as situações
evidenciadas. Algumas questõ...
COMUNICAÇÃO
Vídeo: Professor Girafales
Chaves e Kiko explicam seus
desenhos ao Prof Girafales[24].wmv
TAREFA
 Ler um dos textos da seção
aprofundando o tema e elaborar
uma questão a ser discutida no
próximo encontro.
 Tira...
ORIENTADORA: AMANDA NOLASCO DE OLIVEIRA SANTOS
COORDENADORA: CLAUDIA BIZZIO PEREIRA DO VALE
2º ENCONTRO
 Realizada pela professora Deise:
Alfabetização
O QUE É ESTAR
ALFABETIZADO?
Letramento
O que é?
Mafalda, Quino
 É na valorização do ler e escrever nas aulas
de matemática que possibilita o acesso a uma
cultura escrita e letrada;
 A...
Método sintético e Analítico:
O método sintético, parte de elementos
menores que as palavras. Insiste,
fundamentalmente, n...
Método Analítico
• Partem da palavra ou unidades maiores.
• Prontidão;
• O erro precisava ser evitado;
• Os textos eram ar...
Os métodos tradicionais de alfabetização, sejam
analíticos, sintéticos ou analítico-sintéticos, apesar
de suas particulari...
•propõem uma alfabetização descontextualizada, na qual
a criança, seus valores culturais, linguagem e inserção
social não ...
•priorizam as funções mentais de identificação
visual, cópia, memorização, reprodução,
coordenação motora. O conhecimento ...
Mudanças nas concepções de
alfabetização
• Sistema de escrita alfabética: apropriação e
consolidação graduais; fluência  a partir de
situações significativas , re...
Alfabetização
Construtivismo/Psicogênese
Letramento
Consciência fonológica
Sociointeracionismo
Sociolinguística
Linguístic...
• Prática social e discursiva  importante abordar o letramento, os
aspectos mais amplos da apropriação da escrita.
• Sist...
• A partir dos anos 1980: ampliação do conceito de alfabetização, que
passou a ser visto não apenas como a decodificação e...
Demonstrando que a escrita alfabética
não era um código, o qual se aprenderia
através de atividades de repetição e
memoriz...
Não existe sujeito do conhecimento sem apropriação de
história. É o registro que historifica o processo para a
conquista d...
 A alfabetização e o letramento são processos
que caminham juntos. Visto que a sociedade
hoje é uma sociedade grafocêntri...
Atividade 3 - Seção compartilhando
Nas próximas narrativas, as professoras Selene
e Ida apresentam trabalhos relacionados ...
 Atividade 4 - Seção compartilhando
Quando trabalhamos com jogos, é fundamental vivenciar o jogo
antes de leva-lo á sala ...
Atividade 5 – seção compartilhando
considerando o trabalho com resolução de
problemas como um dos aspectos centrais
com a ...
 Realizar a intervenção planejada na atividade
5 e recolher 4 registro.
 Levantar o perfil da sua turma.
 SOARES, Magda Becker. Letramento e
Alfabetização: As muitas facetas.
 BRASIL, Secretaria da Educação Básica.
PNAIC: Org...
PNAIC CADERNO 1 Organização do trabalho pedagógico
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PNAIC CADERNO 1 Organização do trabalho pedagógico

  1. 1. ORIENTADORA: AMANDA NOLASCO DE OLIVEIRA SANTOS COORDENADORA: CLAUDIA BIZZIO PEREIRA DO VALE 1º ENCONTRO
  2. 2. Realizada pela Professora Elenice:
  3. 3.  Proporcionar ao professor um repertorio de saberes possibilitando desenvolver práticas de ensino de matemática direcionadas ao dialogo, interações, comunicação de ideias, visando as mediações de professores e nas intencionalidades pedagógica de forma que se amplie as possibilidades das aprendizagem discentes e docentes.
  4. 4. O que devemos considerar para que ocorra a organização do trabalho pedagógico?
  5. 5.  O ambiente formativo ocupa uma posição central no processo de alfabetização tanto em linguagem como em matemática;  É nesse sentido que entendemos a sala de aula como uma comunidade de aprendizagem, onde os alunos e professores aprendem de forma colaborativa;  E para que isto ocorra devemos por em prática o....
  6. 6. Um dos elementos essências no sucesso escolar é o professor, sendo assim acreditamos na capacidade em desenvolver sua pratica com qualidade e de forma coerente através do dialogo com seus pares na escola e com os materiais curriculares, creio que o planejamento é um dos meios para se programar as ações docentes, inicialmente com o pensamento coletivos da escola que requer consciência do que se deseja fazer no ano letivo. P.6 Para que o planejamento se torne um orientador da ação docente, ele precisa refletir um processo de racionalização, organização e coordenação do fazer pedagógico, articulando a atividades escolares, as práticas culturais e sociais da escola, os objetivos, os conteúdos, os métodos e o processo avaliação. P.7 Uma ação coletiva e flexível!
  7. 7.  Perspectiva colaborativa, coletiva, visando o que a rede necessita;  Considerar a aprendizagem dos alunos com base do ano anterior, analisando os portfólio bem como o perfil da turma para que o professor possa ter conhecimento dos avanços e necessidades dos alunos como também questões pertinentes como faltas, acompanhamentos;  Após a escolha dos conteúdo matemáticos, o conjunto docente deve debater a respeito da organização e metodologia para que tais conteúdos sejam desenvolvidos.
  8. 8.  Durante o ano letivo é necessário que se ocorra avaliações (Diagnostico) para que se possa projetar como será o futuro das ações pedagógicas;  Importante de se ressaltar novamente é que o planejamento deve ocorrer de forma flexível (mas tem que existir).  A medida que o professor vai ajustando seu discurso as questões apresentadas pelos alunos, contribui para que estes construam novos conhecimentos.
  9. 9.  Cabe ao professor decidir quais estratégias se deve retomar do que foi trabalhado;  Organizar os conteúdos de forma sequenciadas durante o ano letivo;  Os objetivos devem estar explícitos no planejamento assim como as estratégias metodológicas e os recursos didáticos necessários, investigar quais materiais serão coerentes com a proposta de trabalho;  Considerar se as necessidades dos alunos estão sendo atendidos;  E principalmente manter a postura inquieta, sempre a procura de novas estratégias, métodos...
  10. 10. QUESTÕES A SEREM REFLETIDAS Para que a aprendizagem se efetive é preciso analisar quais atividades garantirão da construção de conceitos? Quais objetivos? O que devem aprender? Como será a continuidade da abordagem ou percurso de aprendizagem? Há que se considerar também que, mesmo com toda a aula planejada, estudada e “cuidada”, é no movimento da sala de aula que esse planejamento ganha vida. (Caderno 1, Pag.15).
  11. 11. FIO DE CONTA: Leitura coletiva. Responder: O que a professora considerou para organizar esta atividade e quais procedimentos utilizados?
  12. 12. Atividade 1: seção compartilhando - O texto diferentes formas de planejamento destaca a importância do planejamento anual e durante o ano letivo. Divida com seus colegas os encaminhamentos que planejou para este ano com relação a alfabetização matemática. Informe e divida o que houve de mudanças em relação ao que fez no ano passado. O planejamento deste ano está considerando as ideias presentes neste texto?
  13. 13. Leitura coletiva Após a leitura, faça uma lista de materiais que existem na sua escola e considere se poderiam ser utilizados em suas aulas de matemática.
  14. 14. Se o que se quer é favorecer o trabalho participativo e criativo dos alunos é preciso organizar o ambiente, móveis, mesas e cadeiras, dentre outros recursos, de modo que as atividades a serem desenvolvidas pelos grupos sejam implementadas de forma adequada, propiciando maior interatividade entre os sujeitos e entre eles e as mídias, cenários favoráveis para a construção de novos conhecimentos.
  15. 15. Atividade 2: seção compartilhando Leia a narrativa “NEGOCIANDO SIGNIFICADOS DE UM TEXTO DE PROBLEMA” e discuta com seus colegas como tem sido a sua pratica de sala de aula com relação à Resolução de problemas.
  16. 16. Quais procedimentos ou atividades garantirão para a continuidade na construção de conceitos? O primeiro passo é considerar o nível de compreensão dos alunos, deve-se realizar uma volta a situações “concretas” e continuas em que o conceito possa ser explorado.
  17. 17. Uma rotina estruturada, onde seja acompanhada uma sequência organizada de atividades, em que se separa um tempo pré- determinado é de extrema importância na vida de uma criança, pois é através dela que se cria vínculos afetivos, garante saúde e educa para a vida.
  18. 18. A apresentação dos conteúdos deve conter inter- relação entre as sequências, de forma orgânica e dinâmica. Além disso, é preciso distinguir os conteúdos essenciais dos desnecessários e definir o necessário para preparar suficientemente o aluno para ler, escrever, interpretar e resolver problemas. Em tempo, sabe-se que o conteúdo, o conhecimento, só adquire significado se vinculado à necessidade real, capaz de fornecer instrumentais teóricos e práticos com propósito na vida social do aluno. E, nessa perspectiva, não basta ter o olhar apenas científico sobre o conteúdo escolar, ainda que numa postura crítica, é necessário vivenciar e trabalhar o processo de seleção e organização, que são instrumentos de um fazer educativo politicamente definido.
  19. 19.  Divisão de tempo (tipos de atividades);  Espaço (organização);  Retomada ou recuperação paralela;
  20. 20. O recurso é somente um meio para a apropriação do conhecimento, o que garante a superação das dificuldades é a mediação. Se torna imprescindível que ao planejar o uso em consonância do objetivo e conteúdo.
  21. 21.  Leitura coletiva Retire as principais ideias do texto
  22. 22. As produções das crianças não podem ser adulteradas. Os erros devem permanecer, fazendo com que o conhecimento seja visto como um processo e não como um produto do que foi escrito no quadro. As correções feitas pelo professor também pedem atenção: ao dar a devolutiva por escrito aos alunos, não basta colocar o sinal de certo ou errado, um "parabéns" ou "precisa melhorar". Para que todos avancem, é preciso explicar o que está errado e por quê, levando-os assim a refletir sobre como raciocinaram ao fazer a proposta. Também é possível avaliar se há continuidade entre as atividades e as sequências didáticas e se elas oferecem um desafio crescente. A intenção é que os conhecimentos construídos anteriormente sirvam para resolver os problemas seguintes. 
  23. 23.  Resolvam a situação problema proposta a seu grupo, utilizando diferentes formas de registro.
  24. 24. As observações realizadas e registradas possibilitam ao professor refletir sobre as situações evidenciadas. Algumas questões podem orientar essa reflexão, tais como:  • Que conquistas o aluno demonstrou nesse período, em relação às expectativas de aprendizagem propostas?  • Que aspectos ainda necessitam ser trabalhados para que ele alcance as expectativas de aprendizagem propostas?  • Quais foram as intervenções realizadas no sentido de auxiliá-lo na superação de suas necessidades?  • Como o aluno respondeu a essas intervenções?  • Que outras providências podem ser tomadas para auxiliá-lo? Certamente, outras questões poderão ser somadas a essas, tendo em vista outros aspectos que o professor julgue necessários para as suas reflexões e para a promoção de melhores condições de aprendizagem para o seu aluno.
  25. 25. COMUNICAÇÃO Vídeo: Professor Girafales Chaves e Kiko explicam seus desenhos ao Prof Girafales[24].wmv
  26. 26. TAREFA  Ler um dos textos da seção aprofundando o tema e elaborar uma questão a ser discutida no próximo encontro.  Tirar uma foto de uma parte de sua sala de aula que você considere alfabetizador em matemática
  27. 27. ORIENTADORA: AMANDA NOLASCO DE OLIVEIRA SANTOS COORDENADORA: CLAUDIA BIZZIO PEREIRA DO VALE 2º ENCONTRO
  28. 28.  Realizada pela professora Deise:
  29. 29. Alfabetização O QUE É ESTAR ALFABETIZADO? Letramento O que é?
  30. 30. Mafalda, Quino
  31. 31.  É na valorização do ler e escrever nas aulas de matemática que possibilita o acesso a uma cultura escrita e letrada;  A medida que conceitos vão sendo apropriados, uma linguagem matemática também vai construída;  E nesta perspectiva retomemos algumas concepções de alfabetização.
  32. 32. Método sintético e Analítico: O método sintético, parte de elementos menores que as palavras. Insiste, fundamentalmente, na correspondência entre o oral e o escrito, entre o som e grafia. Outro ponto chave para este método consiste em ir das partes para o todo. Os elementos mínimos da escrita são as letras. Durante muito tempo se ensinou a pronunciar as letras, estabelecendo-se regras de sonorização da escrita.
  33. 33. Método Analítico • Partem da palavra ou unidades maiores. • Prontidão; • O erro precisava ser evitado; • Os textos eram artificiais; Método fônico: • Sob a influência da linguística, desenvolveu-se tal método, propondo que se parta do oral. A unidade mínima de som da fala é o fonema.
  34. 34. Os métodos tradicionais de alfabetização, sejam analíticos, sintéticos ou analítico-sintéticos, apesar de suas particularidades, possuem algumas características em comum, questionadas pelas novas concepções de alfabetização. Esse questionamento deve-se ao fato de se constituírem em metodologias que, em geral:
  35. 35. •propõem uma alfabetização descontextualizada, na qual a criança, seus valores culturais, linguagem e inserção social não são considerados. •veem a escrita como um código a ser memorizado (baseado em concepções empiristas e mecanicistas), não levando em consideração que as crianças elaboram hipóteses sobre como funciona o sistema de escrita (concepção construtivista).
  36. 36. •priorizam as funções mentais de identificação visual, cópia, memorização, reprodução, coordenação motora. O conhecimento é visto como acúmulo quantitativo e mecânico de informações. •não trabalham com textos reais, de significado sociocultural para as crianças, criando falsas ideias sobre as finalidades sociais da escrita. Ou seja, não se ocupam da dimensão do letramento, da inserção da criança na cultura escrita.
  37. 37. Mudanças nas concepções de alfabetização
  38. 38. • Sistema de escrita alfabética: apropriação e consolidação graduais; fluência  a partir de situações significativas , reflexivas e contextualizadas. • Leitura e produção de textos de diferentes gêneros que circulam socialmente.
  39. 39. Alfabetização Construtivismo/Psicogênese Letramento Consciência fonológica Sociointeracionismo Sociolinguística Linguística/funcionamento do sistema alfabético/ ortográfico
  40. 40. • Prática social e discursiva  importante abordar o letramento, os aspectos mais amplos da apropriação da escrita. • Sistema de notação da língua e não código de transcrição da fala. • Sistema alfabético, de base fonológica,  importante abordar as unidades menores da língua, sua base fonológica. • Sistema ortográfico e não apenas alfabético, regido pelos aspectos fonológicos, ortográficos, etimológicos
  41. 41. • A partir dos anos 1980: ampliação do conceito de alfabetização, que passou a ser visto não apenas como a decodificação e codificação, mas como um processo ativo por meio do qual a criança, desde seus primeiros contatos com a escrita, constrói e reconstrói hipóteses sobre a natureza e o funcionamento da língua escrita. • A língua escrita aí é compreendida como um sistema de representação, de notação da linguagem oral, e não um código de transcrição da fala.  Psicogênese / Linguística
  42. 42. Demonstrando que a escrita alfabética não era um código, o qual se aprenderia através de atividades de repetição e memorização, as autoras propuseram uma concepção de língua escrita como um sistema de notação, que no nosso caso, é o alfabético. Desafiada pelas atividades e pelas intervenções do professor, a criança investiga, testa ideias, repensa, corrige. Aos poucos, se apropria do sistema de escrita.
  43. 43. Não existe sujeito do conhecimento sem apropriação de história. É o registro que historifica o processo para a conquista do produto histórico. Possibilita também a apropriação e socialização do conhecimento e a construção da memória, como história desse processo. Segundo Fonseca (2013, p.9): As praticas sociais envolvendo quantificação, mediação, orientação, ou classificação compõem os modos de usar a língua escrita e são por eles construídas, não só porque representações matemáticas aparecem em textos escritos ou porque é uma herança cultural nos legou modos escritos de fazer matemática, mas porque a própria cultura escrita, que permeia e constitui as práticas matemáticas das sociedades grafocêntricas, é, em geral permeada também por princípios calcados numa mesma racionalidade, que forja ou parametriza essas práticas e que é por elas reforçadas.
  44. 44.  A alfabetização e o letramento são processos que caminham juntos. Visto que a sociedade hoje é uma sociedade grafocêntrica, ou seja, centrada na escrita, não basta ao indivíduo ser simplesmente alfabetizado, ou ele precisa aprender meramente a decodificar.  Faz-se necessário que o indivíduo seja também letrado para que possa exercer as práticas sociais de leitura e escrita nesta sociedade. Segundo Soares (2000, p.7), “infelizmente, a situação de nosso país nas últimas décadas, com relação aos índices de analfabetismo, é muito alarmante, pois muito se discute, mas, na prática, muito pouco é feito”
  45. 45. Atividade 3 - Seção compartilhando Nas próximas narrativas, as professoras Selene e Ida apresentam trabalhos relacionados á Educação Estática. Após ler os relatos e os comentários relacionados, discuta com seus colegas como tem sido o trabalho com esta importante área na sua sala de aula. O que os alunos podem aprender com atividades como está, além de construir e ler gráficos?
  46. 46.  Atividade 4 - Seção compartilhando Quando trabalhamos com jogos, é fundamental vivenciar o jogo antes de leva-lo á sala de aula. A partir desta vivencia poderemos descobrir uma série de conceitos que podem ser desenvolvidos com jogos, além de imaginar possibilidades de intervenção durante e após o momento do seu uso com as crianças. Vamos iniciar jogando duas partidas do jogo “Travessia do Rio”. Discuta com seus colegas que conceitos podem ser desenvolvidos durante a realização desse jogo e quais dificuldades para o seu uso nas salas de aula. Depois dessa discussão, leia a narrativa da professora Cidinéia, que compartilha conosco sua experiência;  O QUE AVALIAR E COMO AVALIAR?
  47. 47. Atividade 5 – seção compartilhando considerando o trabalho com resolução de problemas como um dos aspectos centrais com a Educação Matemática já no inicio de escolarização. No entanto, um trabalho com problemas sempre do mesmo tipo acaba por mecanizar processos e rapidamente leva a pergunta clássica dos alunos: -Professor , é de mais ou de menos? A narrativa da professora Daniela nos auxilia a repensar este modelo. Depois de sua leitura, planeje uma intervenção em sua sala de aula para compartilhar no próximo encontro.
  48. 48.  Realizar a intervenção planejada na atividade 5 e recolher 4 registro.  Levantar o perfil da sua turma.
  49. 49.  SOARES, Magda Becker. Letramento e Alfabetização: As muitas facetas.  BRASIL, Secretaria da Educação Básica. PNAIC: Organização do trabalho Pedagogico. Brasilia: MEC, SEB, 2014.

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