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VIRUS
BIOLOGIA
PROF: YGOR MICHEL
CARACTERÍSTICAS GERAIS

Acelulares
➢

Não possuem organelas e nem
metabolismo.

Parasitas Intracelulares Obrigatórios
➢

Só se duplicam dentro de células
hospedeiras

Sub – microscópico
➢

Só observado em microscópios
eletrônicos/ bem pequenos.

VÍRUS H1N1
ESTRUTURA
• O VÍRUS É FORMADO BASICAMENTE DE :
Material genético- partes de ácido nucléico.
DNA ou RNA – nunca os dois juntos.
O ácido nucléico sempre é envolto por uma
cápsula de proteína – Capsídeo.
Alguns vírus possuem ainda um envelope
lipoproteíco – nucleocapsídeo.
Esses vírus são chamados de envelopados.
PARASITAS OBRIGATÓRIOS
✓

✓

Se estão fora da
célula ficam
“adormecidos”víron.
Se estão dentro
da célula se
multiplicam e
acabam matando
a célula.

•

Os vírus têm que
parasitar a célula
para se duplicar,
usando toda a
“maquinária” da
célula – organelaspara se multiplicar.
COMPARATIVO
BACTÉRIAS
Bactérias
típicas

Riquétsias /
Clamídias

VÍRUS

Parasita intracelular

-

+

+

Membrana plasmática

+

+

-

Fissão binária

+

+

-

Passagem através de filtros
bacteriológicos

-

-/+

+

DNA e RNA em ambos

+

+

-

Metabolismo de geração
de ATP

+

+/-

-

Ribossomos

+

+

-

Sensíveis a antibióticos

+

+

-

Sensíveis a interferons

-

-

+
PARASITAS ESPECÍFICOS
São parasitas
altamente
específicos, capazes
de só parasitar um
tipo de célula , ou
órgão, ou espécie.
Causam doenças
com a gripe, AIDS,
caxumba, sarampo,
dengue, catapora,
hepatite,...
BACTERIÓFAGOS

Fagos que parasitam bactérias
Material genético é envolvido pelo capsídeo
Conjunto formado pelo
ácido nucléico e o capsídeo : vírion
REPLICAÇÃO DOS VÍRUS
Independente do tipo da célula hospedeira,
todos os vírus seguem as mesmas etapas
básicas, conhecidas como ciclo lítico :
• Absorção :uma partícula de vírus prende-se
a uma célula hospedeira;
• Entrada :a partícula libera suas instruções
genéticas dentro da célula hospedeira;
• Replicação :o material genético injetado
recruta as enzimas da célula hospedeira, as
enzimas fazem as partes de novas
partículas de vírus;
• Montagem :as novas partículas juntam-se
formando novos vírus;
• Liberação: os novos vírus rompem a célula
hospedeira e libertam-se.
CICLO LISOGÊNICO
•

•

•

O DNA viral se incorpora ao
DNA da célula hospedeira,
que continua a se reproduzir.
Algum evento externo ou
instruções do próprio DNA
viral inicia a replicação viral
que estava “adormecida.”
A reprodução do vírus se
inicia normalmente, como no
ciclo lítico.
CICLOS
CICLO LÍTICO

• CICLO LISOGÊNICO
✓

O DNA do vírus se incorpora
no DNA de uma célula mas
não interfere no metabolismo
da célula hospedeira, que
continua reproduzindo
normalmente, transmitindo o
DNA viral às células
descendentes.

✓

O DNA viral passa a comandar
o metabolismo da célula
hospedeira e a faz várias
cópias que se transcrevem em
RNAm virais. Com essa
reprodução exagerada ocorre
uma lise ( destruição) na
célula, liberando os novos
vírus que podem infectar
outras bactérias e assim
sucessivamente.
COMPARATIVO
Estágio
Adsorção

Bacteriófagos

Vírus animais

As fibras da cauda
Os sítios de ancoragem são
ancoram nas proteínas da
proteínas da membrana
parede celular
plasmática e glicoproteínas

Penetração

O DNA viral é injetado
dentro da célula
hospedeira

O capsídeo entra por
endocitose ou por fusão

Decapsidação

Desnecessário

Remoção enzimática da
proteína do capsídeo

Biossíntese

No citoplasma

No núcleo (vírus de DNA) ou
no citoplasma (vírus de RNA)

Infecção crônica

Lisogenia

Latência; infecções virais
lentas; cancêr

Liberação

Lise da célula hospedeira

Os vírus envelopados
brotam, os não
envelopados rompem a
membrana plasmática

Elaboração Prof. Viviane Ferreira
ORIGEM
Escala evolutiva não é bem conhecida.
o Vírus – forma de vida primordial ?
o As células deram origem aos vírus.
o Alguns cientistas consideram os vírus como
evolução de "restos" de células: a degradação
de pedaços de ácidos nucléicos celulares que,
posteriormente, adquiriram o capsídeo e
envelope, deu origem aos vírus.
o
VÍRUS, UM SER VIVO?
• NÃO SÃO SERES VIVOS
➢

➢
➢

Não são formados por células.
Sem metabolismo.
Necessitam de uma célula
para se reproduzir.

SÃO SERES VIVOS.
o

o
o

Se reproduzem.
Possuem material genético.
O material genético sofre
mutação.
PRÍONS

•

Partícula proteíca

•

Menores que os vírus

•

Doença da vaca louca
(encefalopatia espongiforme)

•

Humanos – degeneração do
sistema nervoso
DOENÇAS CAUSADAS POR VÍRUS
Resfriado Comum
Caxumba;
Raiva;
Rubéola;
Sarampo;
Hepatites;
Dengue;
Poliomielite;
Febre amarela;
Varicela ou
Catapora;

Varíola;
Meningite viral;
Mononucleose
Infecciosa;
Herpes
Condiloma
Hantavirose
AIDS.
H1N1 ( influenza A)
VIROSES
São doenças causadas por vírus, que
apresentam manifestações bem diferentes;

16
AIDS

O Vírus da AIDS , ou HIV
, é um retrovírus
envelopado . Possui no
centro duas moléculas
de RNA , cada uma
delas envolta por
moléculas protéicas
HIV
CONTÁGIO

•
•
•
•

Relações sexuais;
Seringas ou material
contaminado;
Transfusões de sangue;
De mãe para filho;

19
SINTOMAS
•
•
•
•

Causa imunodeficiência;
Aparições de infecções oportunistas;
Sintomas: febre, fadiga, inchaço dos gânglios;
Após anos a doença pode se complicar e levar a morte.
TRATAMENTO
•
•
•

Não existe vacina;
Não existe cura, porém medicamentos que inibem
a ação da enzimas;
Formulação de novos medicamentos;
SARAMPO

•

Doença causada
por vírus, febril
que causa
inflamação do
sistema
respiratório e
manchas.
CONTÁGIO

•
•
•

Secreções dos olhos, nariz e garganta;
Espirro e tosse;
Contato anterior ao aparecimento das erupções;
24
SINTOMAS

Após 11 dias aparecem os
sintomas, como: coriza,
febre, dores;
• Manchas na boca e
posteriormente no corpo;
•
COMPLICAÇÕES
•

Não é grave, porém podem aparecer complicações;

TRATAMENTO E PROFILAXIA
Sintomático;
Vacinas;
RUBEÓLA

•

•

Doença begnina, que
acometem tanto
crianças como
adultos;
O contágio é direto
por via respiratória ou
sangue materno;
SINTOMAS

Incubação de 14 a 21
dias;
• Dor de cabeça, Mal
estar, febre e etc.
• Após esses sintomas
surgem as manchas;
•
TRATAMENTO
•
•
•

Geralmente não é grave;
Grave: contágio congênito com mal formações;
Tratamento com repouso (ação do sistema imune);

29
DENGUE

Natural do Brasil;
• Vírus Flaviviridae;
• Transmissão: picada da
fêmea do Aedes aegypti
contaminada;
• Difícil diagnóstico,
somente exame de
sangue;
•
SINTOMAS

•
•

•
•
•

Febre alta;
Dores no corpo;
Prostação;
Erupções avermelhadas;
Hemorragias nos casos
graves;
CICLO DA DOENÇA
CICLO DA DOENÇA

32
PREVENÇÃO
FREBE AMARELA

Mais acentuada em alguns
estados: MG, TO e GO;
• Após contágio: Febre,
dores, irritação, pulso
baixo, enjôo;
• Pessoa amarelada;
• Complicações no fígado,
rins e hemorragias;
•
•
•

Febre amarela urbana- transmitita pelo mosquito Aedes aegypti;
Febre amarela silvestre- Mosquito Haemagogus;

35
PREVEÇÃO
•
•
•

Não tem tratamento, só repouso;
Combate ao mosquito;
Vacinas a parti dos 6 anos;
HEPATITE

Inflamação no fígado;
• Pode ser viral ou tóxica;
•
HEPATITES VIRAIS
•

•
•
•

•

Hepatite A- Contaminação água e alimentos,
menos grave;
Hepatite B-Contaminação sangue, via sexual
e de mãe para filho, mais grave;
Hepatite C- Transfusões de sangue ou uso de
drogas injetáveis; Grave;
Hepatite D- Aparece somente junto com a B,
na Amazônia;
Hepatite E- Endêmica da Ásia;
CARACTERÍSTICAS

•
•
•

Geralmente assintomático;
Variação de 2 a 6 semanas;
Alguns sintomas: Mal
estar, fadiga, febre, dor no
fígado, urina escura, pele e
olhos amarelados;
PREVENÇÃO

Lava as mão após usar o banheiro;
• Cuidado com seringas;
• Evitar contato sexual com contaminados;
• Vacinação contra a hepatite B-grupo de risco;
•
HERPES
CAXUMBA

42
POLIOMELITE
RAIVA

44
VARIÓLA

45
TERAPIA GENÉTICA
Com objetivo de “curar” certas doenças como a
diabetes, se tenta colocar um gene ou genes
saudáveis no vírus.
O vírus infecta a célula alvo que assimila gene e
começa a fabricar as proteínas ou hormônios que
faltam ao organismo.
Virus