Trabalho realizado por:
André Rocha 11ºP nº2
Maria Inês Teixeira 11ºP nº8
Vírussão os únicos organismos acelulares da Terraatual
• Hipótese 1: The virus-first hypothesis
Nasceu na década de 1920 e apresenta a
ideia de
que os vírus evoluíram de moléculas
primitivas
com propriedades auto-replicativas
juntamente
com as células.
Em co-evolução as moléculas
primitivas puderam explorar o nicho
parasitário
nas primeiras células
• Hipótese 2: Compartimentação
A segunda hipótese foi proposta em 2005.
A ideia remete para origem em
compartimentos.
Os vírus terão surgido como conjuntos de
elementos auto-replicativos com origem em
compartimentos inorgâncios.
Os compartimentos abióticos terão fornecido
isolamento e porosidade que permitiu a troca
de
moléculas, como catalisadores de reacções.
Há várias teorias para a origem dos vírus.
1000 a.c
CHINA
Variola
EGIPTO
Ramsés poliomielite
Nacionalidade Francesa
Nascimento 30 de julho de 1947 (65 anos)
Local Paris
Actividade
Campo(s) Virologia
Instituições INSERM, Instituto Pasteur
Almamater Universidade de Paris
Prêmio(s) Nobel de Fisiologia ou Medicina (2008)
Ganhou o prémio Nobel porque descobriu, em 1983 o vírus da
SIDA
Nacionalidade Francês
Residência França
Nascimento 18 de agosto de 1932 (80 anos)
Local Chabris
Actividade
Campo(s) Medicina e virologia
Instituições Instituto Pasteur, Universidade de Shanghai Jiao Tong
Conhecido(a)
por
Descoberta do HIV
Prêmio(s) Prêmio Japão (1988), National Inventor Hall of Fame (2004),
Nobel de Fisiologia ou Medicina (2008
Residência Alemanha
Nascimento 11 de março de 1936 (77 anos)
Local Gelsenkirchen
Actividade
Campo(s) Medicina
Instituições Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer
Prêmio(s) Prêmio Internacional da Fundação Gairdner (2008), Nobel de
Fisiologia ou Medicina (2008)
Contrariou a tese dominante nos anos 70 e postulou que o cancro do
colo do útero se deve ao vírus do papiloma humano (VPH), batendo-se
pela sua convicção durante uma década.
Haussen contrariou, em 1974, a ligação entre o herpes e o cancro do
colo do útero como se pretendia na época.
é o surto de uma doença infecciosa transmissível que ataca grande
número de pessoas ao mesmo tempo, numa determinada região ou na mesma
localidade, mas cuja causa é acidental e não inerente a essa área geográfica.
Epidemias na História
Na Idade Média, uma epidemia de Peste Negra (peste bulbônica), transmitida
dos ratos para os homens através da picada de pulgas, fez milhões de vítimas
em meados do século XIV.
Risco atual
Atualmente, os médicos e pesquisadores temem uma epidemia da gripe aviária
(gripe do frango). O vírus H5N1, causador desta doença, é resistente e forte. Uma
epidemia desta doença poderia matar milhões de pessoas no mundo todo.
é uma epidemia que atinge num curto período de
tempo as populações de numerosos países.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, uma pandemia pode começar quando
se reúnem estas três condições:
 O aparecimento de uma nova doença à população.
 O agente infecta humanos, causando uma doença séria.
 O agente espalha-se fácil e sustentavelmente entre humanos.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) desenvolveu um plano de preparação de gripe global que define as fases de uma
pandemia, esboços no papel da OMS, e faz recomendações para medidas nacionais antes e durante uma pandemia.
As fases são:
Período de Interpandemia
Fase 1: Nenhum novo subtipo de vírus de gripe foi descoberto em
humanos.
Fase 2: Nenhum novo subtipo de vírus de gripe foi descoberto em
humanos, mas uma doença, variante animal ameaça os humanos.
Períodos de alerta de Pandemia
Fase 3: Infecção (humana) com um subtipo novo mas nenhuma
expansão de humano para humano.
Fase 4: Pequeno(s) foco(s) com transmissão de humano para
humano com localização limitada.
Fase 5: Maior(es) foco(s) mas expansão de humano para humano
ainda localizado.
Período de Pandemia
Fase 6: Pandemia: aumenta a transmissão contínua entre
a população geral.
• São estruturas
macromoleculares que
possuem material genético e
são parasitas intracelulares
obrigatórios.
Parasitam: Animais, vegetais, fungos e bactérias
Fora da célula – vírion (forma infectiva)
Dentro da célula – vírus (após a infeção)
Utilizam organelos e moléculas da célula para as
suas funções.
Proteína + Lípido
(envelope)
Membrana Plasmática
Núcleo viral que
contem material
genético
Vírus não têm qualquer atividade metabólica quando fora da célula hospedeira: eles não podem
captar nutrientes, utilizar energia ou realizar qualquer atividade biossintética.
Há grande debate na comunidade científica sobre se os
vírus devem ser considerados seres vivos ou não, e esse
debate e primariamente um resultado de diferentes
percepções sobre o que vem a ser vida, em outras
palavras, a definição de vida.
Aqueles que defendem a ideia que os vírus não são vivos argumentam que
organismos vivos devem possuir características como a habilidade de importar
nutrientes e energia do ambiente, devem ter metabolismo
Os vírus preenchem alguns desses critérios:
São parte de linhagens contínuas, reproduzem-se e evoluem em resposta ao
ambiente, através de variabilidade e seleção, como qualquer ser vivo.
Porém, não têm metabolismo próprio, por isso deveriam ser considerados
"partículas infecciosas", ao invés de seres vivos propriamente ditos.
• São organismos acelulares
• São parasitas intercelulares obrigatórios
• Não fazem síntese proteica nem respiração celular
• O material genético pode ser RNA e DNA
• O material genético possui apenas informação para produzir RNAm e RNAt e
RNAr, que são as próprias células hospedeiras
• O corpo é composto por uma carapaça proteica (capsídeo) que tem no seu
interior uma molécula de ácido nucleico
Seres vivos acelulares / partículas infeciosas
Cápsula proteica que protege o material genético.
Capsídeo + cápsula + DNA
Ametabólicos
Sem metabolismo próprio. Utilizam enzimas e reações da célula
hospedeira
Parasitas intracelulares obrigatórios
Só se reproduzem se estiverem dentro de uma célula hospedeira.
A variabilidade genética em vírus
acontece de duas formas: Mutação
e Recombinação
Ciclo Reprodutivo
São quatro as fases do ciclo de vida de um vírus:
1º Entrada do vírus na célula: ocorre a absorção e fixação do vírus na
superfície celular e logo em seguida a penetração através da membrana
celular.
2º Eclipse: um tempo depois da penetração, o vírus fica
adormecido e não mostra sinais de sua presença ou atividade.
3º Multiplicação: ocorre a replicação do ácido nucléico e as sínteses das proteínas do
capsídeo. Os ácidos nucleicos e as proteínas sintetizadas se desenvolvem com rapidez,
produzindo novas partículas de vírus
4º Liberação: as novas partículas de vírus saem
para infetar novas células sadias.
Multiplicação do vírus
• Como os vírus não são seres vivos não se encaixam na
sua classificação, por essa razão tem a sua própria:
Género: simplexvirusFamilia: Herperviridade
Espécie: HHV Variedades: HHV-1 e HHV- 2
Terminaç
ão de
família
Terminaç
ão de
género
• As famílias são definidas pelo tipo de material genético (RNA e DNA)
• Conceito de espécie: uma espécie viral compreende um grupo de vírus que
compartilham o mesmo material genético.
• O Comitê Internacional de Taxonomia de Vírus estabelece regras de
classificação e nomenclatura de vírus.
• O CITV é uma entidade composta por grupos especializados de virologistas
de todas as partes do mundo
• Criado por David Baltimore, é um modo de classificação que ordena os vírus em sete
grupos, com base na característica do genoma viral e na forma como este é transcrito a
mRNA.
• Neste sistema, os vírus são agrupados como apresentado a seguir:
Grupo I: Vírus DNA dupla fita (dsDNA)
Grupo II: Vírus DNA fita simples (ssDNA)
Grupo III: Vírus RNA dupla fita (dsRNA) Grupo IV: Vírus RNA fita simples senso positivo ((+)ssRNA)
Grupo V: Vírus RNA fita simples senso negativo ((-)ssRNA)
Grupo VI: Vírus RNA com transcrição reversa (ssRNA-RT)
Grupo VII: Vírus DNA com transcrição reversa (dsDNA-RT
Evolução química:
• Os vírus podem representar micróbios extremamente reduzidos.
• Formas primordiais de vida que apareceram separadamente na sopa primordial que deu
origem às primeiras células.
• Esta hipótese tem pouca aceitação.
Algumas hipóteses:
Evolução retrógrada
• Os vírus teriam se originado a partir de microrganismos parasitas intracelulares que ao
longo do tempo perderam partes do genoma responsáveis pela codificação de proteínas
envolvidas em processos metabólicos essenciais, mantendo-se apenas os genes que
garantiriam aos vírus sua identidade e capacidade de replicação.
DNA auto-replicante
• Os vírus originaram-se a partir de sequências de DNA auto-replicantes que assumiram
uma função parasita para sobreviverem na natureza.
Origem celular
• Os vírus podem ser derivados de componentes de células de seus próprios hospedeiros
que se tornaram autónomos, comportando-se como genes que passaram a existir
independentemente da célula.
• Algumas regiões do genoma de certos vírus assemelham-se a sequências de genes
celulares que codificam proteínas funcionais.
• Esta hipótese é apontada como a mais provável para explicar a origem dos vírus.
Exemplos de doenças humanas provocadas por vírus:
Hepatite
Sarampo, Rubéola,
Catapora e Caxumba
Dengue Poliomielite.
febre amarela Varíola
SIDA
Malária
 A sigla SIDA significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.
 O vírus da SIDA é conhecido como HIV e encontra-se no sangue, no esperma, na
secreção vaginal e no leite materno das pessoas infetadas pelo vírus
 É uma doença que ataca o sistema imunológico devido à
destruição dos glóbulos brancos.
 A SIDA é considerada um dos maiores problemas da atualidade
pelo seu caráter pandêmico (ataca ao mesmo tempo muitas
pessoas numa mesma região) e sua gravidade.
Quando a resistência começa a cair ainda mais, várias doenças
oportunistas começam a aparecer:
• Pneumonia
• Alguns tipos de câncro
• Problemas neurológicos
• Perda de memória
• Dificuldades de coordenação motora
• Sarcoma de Kaposi (tipo de câncro que causa lesões na pele,
intestino e estômago)
Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti
Os principais sintomas são:
 Febre alta
 Dores no corpo e nos olhos
 Cansaço e falta de apetite
 Pode também haver erupções na pele semelhante ao sarampo
• Embora na maioria das pessoas essa virose cause apenas
febre, mal estar, em alguns indivíduos, ela pode atacar o
sistema nervoso, provocando paralisia.
• Uma vez instalada a doença, não há um procedimento
específico para curá-la , sendo feito apenas um
tratamento fisioterápico nos casos em que ocorre a
paralisia, visando melhorar a condição muscular.
• Assim sendo, para evitar tal doença, é muito importante
que os pais vacinem os seus filhos na época recomendada
pelo médico.
• É uma inflamação do fígado que pode ser causada também por outros parasitas ou
substâncias químicas.
• A transmissão ocorre por água e alimento contaminados, por transfusões de sangue
contaminados, por seringas e agulhas de injeção mal esterilizadas.
• A evolução costuma ser benigna.
• Médico necessário
• O doente deve ficar isolado, em repouso com boa alimentação.
• Estas doenças também são transmitidas por
saliva, gotículas eliminadas pela tosse por
exemplo, atacando geralmente crianças.
• O doente deve ficar de cama, em isolamento
e receber boa alimentação.
• Orientação médica no caso de infecções
bacterianas.
• A rubéola é perigosa quando contraída por
mulheres grávidas, pois o vírus pode
provocar anomalias no embrião (catarata,
surdo - mudez e doenças cardíacas, entre
outras).
Também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
Provoca:
 Febre
 Vômito
 lesões no fígado
A profilaxia é feita através do combate ao mosquito e da vacinação
Esquema de replicação do vírus da
Febre Amarela
• A varíola (bexiga) é uma doença infecto-contagiosa.
• É causada por um Orthopoxvirus, um dos maiores vírus que infectam seres humanos, com
cerca de 300 nanometros de diâmetro, o que é suficientemente grande para ser visto como um
ponto ao microscópio óptico.
• A varíola afetou a humanidade de forma significativa, por mais de 10000 anos.
• Múmias, como a de Ramsés V, que data o período de 1157 a.C, apresentam sinais típicos da
varíola.
A malária é uma doença infeciosa, causada
por parasitas protozoários, transmitida por
mosquitos.
Malária espalha-se em regiões tropicais e
sub-tropicais, como partes das Américas,
Ásia e África.
Malária é uma das doenças mais comuns e um
grande problema de saúde pública em vários
países.
 Febre
 Calafrio
 dor nas articulações
 Vômito
 Anemia
 Hemoglobinúria
 convulsões.
 O sintoma clássico da malária é
ocorrência cíclica de frio súbito
seguido por tremores de frio.
• As vacinas são o meio mais eficaz e seguro de proteção contra certas
doenças.
• É preciso receber várias doses da mesma vacina para que esta seja eficaz.
Outras vezes é também necessário fazer doses de reforço, nalguns casos ao
longo de toda a vida.
• O PNV é da responsabilidade do Ministério da Saúde e integra as vacinas consideradas
mais importantes para defender a saúde da população portuguesa.
• As vacinas que fazem parte do PNV podem ser alteradas de um ano para o outro, em
função da adaptação do programa às necessidades da população, nomeadamente pela
integração de novas vacinas.
Virus
Virus

Virus

  • 1.
    Trabalho realizado por: AndréRocha 11ºP nº2 Maria Inês Teixeira 11ºP nº8 Vírussão os únicos organismos acelulares da Terraatual
  • 2.
    • Hipótese 1:The virus-first hypothesis Nasceu na década de 1920 e apresenta a ideia de que os vírus evoluíram de moléculas primitivas com propriedades auto-replicativas juntamente com as células. Em co-evolução as moléculas primitivas puderam explorar o nicho parasitário nas primeiras células • Hipótese 2: Compartimentação A segunda hipótese foi proposta em 2005. A ideia remete para origem em compartimentos. Os vírus terão surgido como conjuntos de elementos auto-replicativos com origem em compartimentos inorgâncios. Os compartimentos abióticos terão fornecido isolamento e porosidade que permitiu a troca de moléculas, como catalisadores de reacções. Há várias teorias para a origem dos vírus.
  • 3.
  • 4.
    Nacionalidade Francesa Nascimento 30de julho de 1947 (65 anos) Local Paris Actividade Campo(s) Virologia Instituições INSERM, Instituto Pasteur Almamater Universidade de Paris Prêmio(s) Nobel de Fisiologia ou Medicina (2008) Ganhou o prémio Nobel porque descobriu, em 1983 o vírus da SIDA
  • 5.
    Nacionalidade Francês Residência França Nascimento18 de agosto de 1932 (80 anos) Local Chabris Actividade Campo(s) Medicina e virologia Instituições Instituto Pasteur, Universidade de Shanghai Jiao Tong Conhecido(a) por Descoberta do HIV Prêmio(s) Prêmio Japão (1988), National Inventor Hall of Fame (2004), Nobel de Fisiologia ou Medicina (2008
  • 6.
    Residência Alemanha Nascimento 11de março de 1936 (77 anos) Local Gelsenkirchen Actividade Campo(s) Medicina Instituições Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer Prêmio(s) Prêmio Internacional da Fundação Gairdner (2008), Nobel de Fisiologia ou Medicina (2008) Contrariou a tese dominante nos anos 70 e postulou que o cancro do colo do útero se deve ao vírus do papiloma humano (VPH), batendo-se pela sua convicção durante uma década. Haussen contrariou, em 1974, a ligação entre o herpes e o cancro do colo do útero como se pretendia na época.
  • 7.
    é o surtode uma doença infecciosa transmissível que ataca grande número de pessoas ao mesmo tempo, numa determinada região ou na mesma localidade, mas cuja causa é acidental e não inerente a essa área geográfica. Epidemias na História Na Idade Média, uma epidemia de Peste Negra (peste bulbônica), transmitida dos ratos para os homens através da picada de pulgas, fez milhões de vítimas em meados do século XIV.
  • 8.
    Risco atual Atualmente, osmédicos e pesquisadores temem uma epidemia da gripe aviária (gripe do frango). O vírus H5N1, causador desta doença, é resistente e forte. Uma epidemia desta doença poderia matar milhões de pessoas no mundo todo.
  • 9.
    é uma epidemiaque atinge num curto período de tempo as populações de numerosos países. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, uma pandemia pode começar quando se reúnem estas três condições:  O aparecimento de uma nova doença à população.  O agente infecta humanos, causando uma doença séria.  O agente espalha-se fácil e sustentavelmente entre humanos.
  • 10.
    A Organização Mundialde Saúde (OMS) desenvolveu um plano de preparação de gripe global que define as fases de uma pandemia, esboços no papel da OMS, e faz recomendações para medidas nacionais antes e durante uma pandemia. As fases são: Período de Interpandemia Fase 1: Nenhum novo subtipo de vírus de gripe foi descoberto em humanos. Fase 2: Nenhum novo subtipo de vírus de gripe foi descoberto em humanos, mas uma doença, variante animal ameaça os humanos. Períodos de alerta de Pandemia Fase 3: Infecção (humana) com um subtipo novo mas nenhuma expansão de humano para humano. Fase 4: Pequeno(s) foco(s) com transmissão de humano para humano com localização limitada. Fase 5: Maior(es) foco(s) mas expansão de humano para humano ainda localizado. Período de Pandemia Fase 6: Pandemia: aumenta a transmissão contínua entre a população geral.
  • 12.
    • São estruturas macromolecularesque possuem material genético e são parasitas intracelulares obrigatórios. Parasitam: Animais, vegetais, fungos e bactérias Fora da célula – vírion (forma infectiva) Dentro da célula – vírus (após a infeção) Utilizam organelos e moléculas da célula para as suas funções.
  • 13.
    Proteína + Lípido (envelope) MembranaPlasmática Núcleo viral que contem material genético
  • 14.
    Vírus não têmqualquer atividade metabólica quando fora da célula hospedeira: eles não podem captar nutrientes, utilizar energia ou realizar qualquer atividade biossintética. Há grande debate na comunidade científica sobre se os vírus devem ser considerados seres vivos ou não, e esse debate e primariamente um resultado de diferentes percepções sobre o que vem a ser vida, em outras palavras, a definição de vida.
  • 15.
    Aqueles que defendema ideia que os vírus não são vivos argumentam que organismos vivos devem possuir características como a habilidade de importar nutrientes e energia do ambiente, devem ter metabolismo Os vírus preenchem alguns desses critérios: São parte de linhagens contínuas, reproduzem-se e evoluem em resposta ao ambiente, através de variabilidade e seleção, como qualquer ser vivo. Porém, não têm metabolismo próprio, por isso deveriam ser considerados "partículas infecciosas", ao invés de seres vivos propriamente ditos.
  • 16.
    • São organismosacelulares • São parasitas intercelulares obrigatórios • Não fazem síntese proteica nem respiração celular • O material genético pode ser RNA e DNA • O material genético possui apenas informação para produzir RNAm e RNAt e RNAr, que são as próprias células hospedeiras • O corpo é composto por uma carapaça proteica (capsídeo) que tem no seu interior uma molécula de ácido nucleico
  • 17.
    Seres vivos acelulares/ partículas infeciosas Cápsula proteica que protege o material genético. Capsídeo + cápsula + DNA Ametabólicos Sem metabolismo próprio. Utilizam enzimas e reações da célula hospedeira Parasitas intracelulares obrigatórios Só se reproduzem se estiverem dentro de uma célula hospedeira. A variabilidade genética em vírus acontece de duas formas: Mutação e Recombinação
  • 18.
    Ciclo Reprodutivo São quatroas fases do ciclo de vida de um vírus: 1º Entrada do vírus na célula: ocorre a absorção e fixação do vírus na superfície celular e logo em seguida a penetração através da membrana celular. 2º Eclipse: um tempo depois da penetração, o vírus fica adormecido e não mostra sinais de sua presença ou atividade. 3º Multiplicação: ocorre a replicação do ácido nucléico e as sínteses das proteínas do capsídeo. Os ácidos nucleicos e as proteínas sintetizadas se desenvolvem com rapidez, produzindo novas partículas de vírus 4º Liberação: as novas partículas de vírus saem para infetar novas células sadias.
  • 19.
  • 20.
    • Como osvírus não são seres vivos não se encaixam na sua classificação, por essa razão tem a sua própria: Género: simplexvirusFamilia: Herperviridade Espécie: HHV Variedades: HHV-1 e HHV- 2 Terminaç ão de família Terminaç ão de género
  • 21.
    • As famíliassão definidas pelo tipo de material genético (RNA e DNA) • Conceito de espécie: uma espécie viral compreende um grupo de vírus que compartilham o mesmo material genético. • O Comitê Internacional de Taxonomia de Vírus estabelece regras de classificação e nomenclatura de vírus. • O CITV é uma entidade composta por grupos especializados de virologistas de todas as partes do mundo
  • 22.
    • Criado porDavid Baltimore, é um modo de classificação que ordena os vírus em sete grupos, com base na característica do genoma viral e na forma como este é transcrito a mRNA. • Neste sistema, os vírus são agrupados como apresentado a seguir: Grupo I: Vírus DNA dupla fita (dsDNA) Grupo II: Vírus DNA fita simples (ssDNA) Grupo III: Vírus RNA dupla fita (dsRNA) Grupo IV: Vírus RNA fita simples senso positivo ((+)ssRNA) Grupo V: Vírus RNA fita simples senso negativo ((-)ssRNA) Grupo VI: Vírus RNA com transcrição reversa (ssRNA-RT) Grupo VII: Vírus DNA com transcrição reversa (dsDNA-RT
  • 25.
    Evolução química: • Osvírus podem representar micróbios extremamente reduzidos. • Formas primordiais de vida que apareceram separadamente na sopa primordial que deu origem às primeiras células. • Esta hipótese tem pouca aceitação. Algumas hipóteses:
  • 26.
    Evolução retrógrada • Osvírus teriam se originado a partir de microrganismos parasitas intracelulares que ao longo do tempo perderam partes do genoma responsáveis pela codificação de proteínas envolvidas em processos metabólicos essenciais, mantendo-se apenas os genes que garantiriam aos vírus sua identidade e capacidade de replicação.
  • 27.
    DNA auto-replicante • Osvírus originaram-se a partir de sequências de DNA auto-replicantes que assumiram uma função parasita para sobreviverem na natureza.
  • 28.
    Origem celular • Osvírus podem ser derivados de componentes de células de seus próprios hospedeiros que se tornaram autónomos, comportando-se como genes que passaram a existir independentemente da célula. • Algumas regiões do genoma de certos vírus assemelham-se a sequências de genes celulares que codificam proteínas funcionais. • Esta hipótese é apontada como a mais provável para explicar a origem dos vírus.
  • 29.
    Exemplos de doençashumanas provocadas por vírus: Hepatite Sarampo, Rubéola, Catapora e Caxumba Dengue Poliomielite. febre amarela Varíola SIDA Malária
  • 30.
     A siglaSIDA significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.  O vírus da SIDA é conhecido como HIV e encontra-se no sangue, no esperma, na secreção vaginal e no leite materno das pessoas infetadas pelo vírus
  • 31.
     É umadoença que ataca o sistema imunológico devido à destruição dos glóbulos brancos.  A SIDA é considerada um dos maiores problemas da atualidade pelo seu caráter pandêmico (ataca ao mesmo tempo muitas pessoas numa mesma região) e sua gravidade.
  • 33.
    Quando a resistênciacomeça a cair ainda mais, várias doenças oportunistas começam a aparecer: • Pneumonia • Alguns tipos de câncro • Problemas neurológicos • Perda de memória • Dificuldades de coordenação motora • Sarcoma de Kaposi (tipo de câncro que causa lesões na pele, intestino e estômago)
  • 35.
    Transmitida pelo mosquitoAedes aegypti Os principais sintomas são:  Febre alta  Dores no corpo e nos olhos  Cansaço e falta de apetite  Pode também haver erupções na pele semelhante ao sarampo
  • 36.
    • Embora namaioria das pessoas essa virose cause apenas febre, mal estar, em alguns indivíduos, ela pode atacar o sistema nervoso, provocando paralisia. • Uma vez instalada a doença, não há um procedimento específico para curá-la , sendo feito apenas um tratamento fisioterápico nos casos em que ocorre a paralisia, visando melhorar a condição muscular. • Assim sendo, para evitar tal doença, é muito importante que os pais vacinem os seus filhos na época recomendada pelo médico.
  • 37.
    • É umainflamação do fígado que pode ser causada também por outros parasitas ou substâncias químicas. • A transmissão ocorre por água e alimento contaminados, por transfusões de sangue contaminados, por seringas e agulhas de injeção mal esterilizadas. • A evolução costuma ser benigna. • Médico necessário • O doente deve ficar isolado, em repouso com boa alimentação.
  • 39.
    • Estas doençastambém são transmitidas por saliva, gotículas eliminadas pela tosse por exemplo, atacando geralmente crianças. • O doente deve ficar de cama, em isolamento e receber boa alimentação. • Orientação médica no caso de infecções bacterianas. • A rubéola é perigosa quando contraída por mulheres grávidas, pois o vírus pode provocar anomalias no embrião (catarata, surdo - mudez e doenças cardíacas, entre outras).
  • 40.
    Também transmitida pelomosquito Aedes aegypti. Provoca:  Febre  Vômito  lesões no fígado A profilaxia é feita através do combate ao mosquito e da vacinação
  • 41.
    Esquema de replicaçãodo vírus da Febre Amarela
  • 42.
    • A varíola(bexiga) é uma doença infecto-contagiosa. • É causada por um Orthopoxvirus, um dos maiores vírus que infectam seres humanos, com cerca de 300 nanometros de diâmetro, o que é suficientemente grande para ser visto como um ponto ao microscópio óptico. • A varíola afetou a humanidade de forma significativa, por mais de 10000 anos. • Múmias, como a de Ramsés V, que data o período de 1157 a.C, apresentam sinais típicos da varíola.
  • 44.
    A malária éuma doença infeciosa, causada por parasitas protozoários, transmitida por mosquitos. Malária espalha-se em regiões tropicais e sub-tropicais, como partes das Américas, Ásia e África. Malária é uma das doenças mais comuns e um grande problema de saúde pública em vários países.
  • 45.
     Febre  Calafrio dor nas articulações  Vômito  Anemia  Hemoglobinúria  convulsões.  O sintoma clássico da malária é ocorrência cíclica de frio súbito seguido por tremores de frio.
  • 47.
    • As vacinassão o meio mais eficaz e seguro de proteção contra certas doenças. • É preciso receber várias doses da mesma vacina para que esta seja eficaz. Outras vezes é também necessário fazer doses de reforço, nalguns casos ao longo de toda a vida.
  • 48.
    • O PNVé da responsabilidade do Ministério da Saúde e integra as vacinas consideradas mais importantes para defender a saúde da população portuguesa. • As vacinas que fazem parte do PNV podem ser alteradas de um ano para o outro, em função da adaptação do programa às necessidades da população, nomeadamente pela integração de novas vacinas.