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Brasil é um país que possui uma grande extensão territorial, tanto latitudinal, quanto longitudinal, portanto apresenta uma
grande variação de biomas, de vegetações.
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País com alta temperatura e umidade, o que favorece a vegetação
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-Abrange 9 países do sul da América
-Maior floresta equatorial do mundo
-Heterogêneas (gde banco heterogenético)
(Brasil possui 60% da floresta, que representa: 41%
do território Nacional), lembrando que o Brasil é o
quinto maior país do mundo
-1,7 bilhões das espécies descritas no mundo 
20% estão no Brasil (55 mil angiospermas no
Brasil/Indonésia: 20 mil, Tailândia: 15 mil/
Madagascar: 10 mil) existe no Bioma uma
biodiversidade imensa
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São várias as denominações dessa extensa cobertura vegetal:
-floresta latifoliada tropical, em vista de suas folhas largas;
-floresta equatorial, em decorrência do clima equatorial que a caracteriza;
-floresta pluvial, em virtude dos elevados índices pluviométricos (embora a floresta pluvial propriamente dita se localize nas
regiões onde a pluviosidade é superior aos 1.800 mm);
-floresta ombrófila, devido à presença de vegetais adaptados à elevada umidade.
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A floresta amazônica apresenta três degraus de vegetação conforme a altitude: a mata de igapó, a mata de várzea e a mata de
terra firme
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Essa floresta que ao longo desses milhões de anos está aí exuberante, se mantém porque existe uma rede muito eficiente de
manutenção desses nutrientes no sistema que é a formação no solo de pequena camada de decomposição, de no máximo 5 cm
de folhas, galhos e animais mortos, que rapidamente são convertidos em nutrientes.
O solo amazônico é bastante pobre, contendo apenas uma fina camada de nutrientes.
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Essa fina camada fértil é oriunda da própria floresta, nela os organismos (insetos, fungos, algas e bactérias) vivos reciclam os
nutrientes dispostos no ambiente.
Além disso, outros fatores contribuem para o processo, como a temperatura, que permanece alta o ano todo; a enorme umidade
relativa do ar presente na região e a restrita variação do clima. Tudo isso garante a sustentação da floresta.
A Serrapilheira é uma cobertura que se forma na superfície do solo
composta por restos de vegetação, como folhas, arbustos, caules e
cascas de frutos em diferentes estágios de decomposição, fazem parte
dela também restos de animais e suas fezes.
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Na Amazônia, a chegada de grandes projetos agropecuários implicou grandes desmatamentos.
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No Brasil, o processo de ocupação da Amazônia intensificou-se, a partir da década de 1960, quando o governo brasileiro passou a
tomar medidas que viabilizassem maior integração da região com o restante do país, como a abertura de estradas.
PIN – Programa de Integração Nacional
Foi o mais importante instrumento de ação
no processo de integração da Amazônia às
regiões ‘mais desenvolvidas’ do país,
durante o período militar.
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Área de desmatamento da floresta amazônica de julho a agosto, no período de 1995 a 2012.
As principais causas do desmatamento na Amazônia têm sido a extração ilegal de madeiras e o avanço das
atividades agropecuárias, especialmente o cultivo de soja e a criação de gado bovino.
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A preservação da Amazônia é fundamental para o controle do aquecimento global.
Isso porque a floresta tem a capacidade de retirar da atmosfera parte do dióxido de carbono, por meio da fotossíntese. Ao
mesmo tempo, parte do desmatamento realizado na Amazônia é feita por queimadas, o que aumenta muito os níveis de CO2.
A própria pecuária, cada vez mais praticada na região, é uma das responsáveis pelo aumento dos gases do efeito estufa na
atmosfera. Assim, conter o desmatamento na Amazônia significa, entre outras coisas, conter o aumento da temperatura global.
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A ocupação brasileira começa pelo litoral
(expansão marítima/ inicio da ocupação/colonização)
-Bioma mais desmatado (espaço de extrema utilização
da população/litoral)ocupação brasileira é ligada ao
litoral
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O Brasil não faz a interiorização...pelo contrário, ocorre uma forte ocupação litorânea
(as maiores cidades brasileiras estão no litoral, ou bem próximas a ele)
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A Mata Atlântica (nome é dado pois está de frente para o Oceano).
-Vegetação de altíssima biodiversidade
(maior que a Floresta Amazônica, pois
ocupa diferentes latitudes e altitudes)
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Serra do Mar e Mantiqueira no SE, Borborema no NE são relevos pelos quais a Mata Atlântica se estende (levando o bioma a
diferentes altitudes e latitudes, uma vez que ela acompanha quase todo o litoral brasileiro)....portanto a biodiversidade dessa
Mata pode ser bem maior que a da Amazônia em alguns locais....
A floresta vai acompanhando o relevo.
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-Vegetação similar a Amazônia,
-bem verde,
-muito densa...
-não tão alta quanto a Amazônia
-mas muito mais desmatada.
As altitudes interferem na temperatura...criando portanto, diferentes habitats...
Atualmente, existe apenas 6,4% de toda a Mata Atlântica....
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Efeito formiga(INPE)
Marcia Hirota explica que nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro – que apresentaram baixos índices de desmatamento – a
preocupação é com o chamado “efeito formiga“. “Não há mais desmatamentos de grandes proporções,
mas eles ainda acontecem para expansão de moradias e infraestrutura. Só não aparecem no nosso
levantamento porque são áreas menores de 3 ha“, diz ela.
Para Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, é imprescindível que todos os municípios
façam seus Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA), que reúnem e normatizam os
elementos necessários à proteção, conservação, recuperação e uso sustentável da Mata Atlântica.
“O Plano traz benefícios para a gestão ambiental e o planejamento do município. Quando o município faz o mapeamento das
áreas verdes e indica como elas serão administradas – por exemplo, se vão virar um parque ou uma área de proteção ambiental –
fica muito mais fácil conduzir processos como o de licenciamento de empreendimentos. Além disso, é uma legislação que coloca
o município muito mais próximo do cidadão, porque também estamos falando em qualidade de vida”, destaca.
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Como atualmente o Brasil
cresce muito para o interior
esse bioma tem diminuído
bastante seu desmatamento
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Exemplo brasileiro para a floresta de conífera (pinheiro de natal)
Ocorre nos estados: SC,PR e RS.
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Apesar de estar em áreas mais frias elas conseguem possuir grande porte (em geral em áreas frias, as vegetações são pequenas)
-possuem folhas aciculifoliadas (pontudas)
-cobertura de cera na folha (não queima)
-possui galhos flexíveis (adaptação para a neve)
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-Essa é a vegetação mais preservada do mundo (pois aparece em áreas muito, muito frias...portanto essa área é pouco
ocupada...por exemplo: a Taiga Siberiana)
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Essa mata de araucária vem sofrendo muito
com a indústria de celulose...uma árvore média
produz 20 resmas de papel.
No Brasil, essa vegetação, por não ser muito fria, é bastante utilizada.
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Os Pampas se trata de um bioma típico de clima frio (junto com as matas de araucárias)
Vegetação sulina com um porte diferente do país... Os pampas, é um bioma restrito ao RS (63% do RS) e apenas 2% do Brasil.
O grande destaque é a pecuária....
Campo limpo (mais homogêneo, mais gramíneo)
Campo sujo (mais arbustos)
Atualmente é até difícil identificar uma área de campo original (muita gramínea importada, para o pasto)
Grande diversidade, mas com pouca representatividade no Brasil, portanto não tem apelo para sua proteção
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-Mata ‘Branca’
-único bioma exclusivamente brasileiro
-vegetação adaptada às condições de aridez
(xerófilas)
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Bioma típico de semiárido.
Considerado o único bioma que encontra-se apenas em território brasileiro (apresenta características específicas
que ocorrem apenas aqui no país).
Está praticamente restrita ao sertão nordestino (60% do NE)
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Vegetação típica do Nordeste semiárido, a caatinga é bastante heterogênea.
Na caatinga seca não arbórea predominam as cactáceas e não há árvores; na caatinga seca arbórea predominam as árvores
como o pau-pereiro e arbustos isolados;
na caatinga arbustiva densa, árvores isoladas formam bosques;
na caatinga localizada em regiões de relevo mais elevado, em áreas de maior pluviosidade, os bosques são mais densos.
Brasil extremamente verde, na caatinga, ocorre um aumento da diversidade
brasileira....(plantas sem folhas, cactáceas, cor esbranquiçada, plantas xerófilas –de
clima seco, diversidade também na fauna)
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Na época das secas, muitas plantas da caatinga perdem suas folhas para diminuir a transpiração e evitar, assim, a perda de água
armazenada, produzindo uma paisagem seca e desolada.
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Da área total original da caatinga, de 1,1 milhão de km2, cerca de 49% já sofreu severa alteração antrópica.
Distribuição do desmatamento da caatinga. Fonte: Ibama. Ministério do Meio Ambiente.
-Em verde, a cobertura vegetal original;
-Em bege, o desmatamento ocorrido antes de 2002; e
-Em marrom, os novos pontos de desmate (entre 2002 e 2008).
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O sertão aliado ao dinheiro da agricultura moderna podem aumentar a devastação do bioma.
A desinformação da população não vê na caatinga sua grande diversidade.
(como se a perda da caatinga não fizesse diferente)
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O cerrado é um domínio vegetal nativo do Brasil Central, mas ocorre também
em manchas de maiores ou menores extensões em Minas Gerais, São Paulo,
porção ocidental da Bahia, sul do Maranhão, largos trechos do Piauí, Mato
Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Roraima e Pará.
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Trata-se da área de transição entre duas comunidades
(biomas).
Essa região vai apresentar características de ambas
vegetações.
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O domínio do cerrado é ultrapassado em extensão somente pela floresta amazônica.
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Apresenta vários aspectos ou fisionomias:
-o cerradão, onde predominam as árvores;
-o cerrado propriamente dito, onde as árvores se encontram distantes umas das outras e apresentam troncos tortuosos e
recobertos por cortiça espessa;
-o campo cerrado;
-o campo sujo e
-o campo limpo, onde a predominância vegetal cabe à biomassa arbustiva e herbácea (arbustos e ervas).
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O cerrado ocupava originalmente 1,9 milhão de km2. Segundo a Embrapa, o bioma já perdeu cerca de 39% de sua cobertura
original.
-bioma mais desmatado das últimas décadas (desde 1970 esse
bioma vem sendo o mais desmatado)
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Os cerrados eram vistos também como áreas “imprestáveis” para a agricultura, devido ao solo ácido, pobre em nutrientes e com
alta concentração de alumínio, elemento desfavorável às espécies vegetais agricultáveis, por apresentar certa toxicidade.
A partir das décadas de 1950 e 1960, porém, ocorreu uma significativa migração de agricultores do Rio Grande do Sul, Santa
Catarina e Paraná para os cerrados de Mato Grosso do Sul e de Goiás, onde compravam terras a preços baixos.
-avanço/modernização da agricultura
(adaptação a soja-que até então era plantada
no sul, para esse tipo de clima) propiciou o
desmate do cerrado
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No cerrado, o solo ácido e pobre em nutrientes foi corrigido e a vegetação foi
largamente substituída pelas grandes plantações de soja destinada à
exportação, pelas pastagens e pelas roças.
A baixa fertilidade do solo para a formação de pastagens foi resolvida com a
introdução de gramíneas de origem africana, rústicas e resistentes, como a
Brachiaria brizanta e a Brachiaria decumbens.
Áreas cobertas
por florestas e cerrados foram
e têm sido intensamente
substituídas por
pastagens no Brasil. Na foto
de 2003, gado no pasto
em Cumari (GO).
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Compreendida entre os estados de MT e MS, essa planície inundável passa até seis meses por ano coberta pela água.
Seus campos são naturalmente propícios á pastagem e a pecuária extensiva.
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Se trata de uma vegetação de grande misturas, não é homogêneo (Complexo do
Pantanal)
Varias características do próprio cerrado mas adaptadas à esse bioma (úmido,
alagados, secos, etc..)
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-Planície inundada (maior do planeta)
-predomínio de terras baixas
-possui vários tipos de vegetação (florestas, arbustos, áreas inundadas)
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-biodiversidade gigantesca
-forte uso da pecuária extensiva (gado solto)
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A partir dos anos 1970, o Pantanal passou a receber migrantes em maior número.
Grandes fazendas de pecuária ocuparam milhares de hectares das terras baixas.
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Da Amazônia para a caatinga, existe uma diferença climática muito grande....portanto se trata de uma área de transição..
Possui uma mata única....(com influencia da umidade amazônica e da seca da caatinga)...produz uma árvore que só tem nessa
região: os cocais (babaçu e carnaúba)
Ecótono: Área de transição entre a
Amazônia e a Caatinga
Babaçu
Carnaúba
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Área de encontro de uma área extremamente seca para outra extremamente úmida (a Mata dos Cocais apresenta características
dos dois lados, áreas úmidas como as áreas amazônicas e mais secas como a Caatinga)
Carnaúba
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-Áreas no PI e MA  áreas pobres (população pobre), donos de terras com muitas áreas (concentração) e uma população pobre
trabalhando para os grandes proprietários
Essas matas têm grande importância comercial, pois do babaçu se
extraem, entre outras substâncias, óleos, fibras e glicerina,e da
carnaúba, a cera.
-Babaçu e Carnaúba  principais árvores
Babaçu
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Como tudo dessa palmeira (Carnaúba) pode ser aproveitado (tronco, folhas, fruto, palmito, raízes e as sementes), é conhecida
como "árvore da providência".
Carnaúba
O mais importante fator de renda para os extrativistas é a
cera extraída das folhas, que é utilizada na fabricação de
cosméticos, ceras industriais e domésticas,
graxas, lubrificantes, discos, filmes
fotográficos, papel carbono e outras
aplicações.
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Por estar em uma área que há pouca ocorrência de chuvas, a palmeira da
carnaúba tem que guardar água, em cada célula de suas folha tem uma espécie de
protetor natural em relação ao sol (protetor solar), um impermeabilizante que não
deixa a água sair de dentro da palmeira.
Quando a folha seca vira um ‘pó’, que ao ser
misturado com a água e aquecido, vira uma cera de
alto valor no mercado.
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Recentemente descobriram que a cera de carnaúba é um dos melhores isolantes
para chips de computador
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O babaçu serve para tirar o óleo e fazer azeite, para temperar, como alimento (misturar com farinha e alimentar as crianças),
sabão, leite do coco do babaçu, palha serve para cobrir as casas, da palmeira se faz adubo, a massa que sai do coco utiliza-se
como remédio.
A dificuldade existente está em quebrar o coco do babaçu.
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As mulheres quebradeiras de coco-babaçu dos Estados do Maranhão, Piauí, Pará e Tocantins, na sua grande maioria, vivem numa
situação de exclusão e subalternidade. O termo quebradeira de coco assume o caráter de identidade coletiva na medida em que
as mulheres que sobrevivem dessa atividade e reconhecem sua posição e condição desvalorizada pela lógica da dominação, se
organizam em movimentos de resistência e de luta pela conquista da terra, pela libertação dos babaçuais, pela autonomia do
processo produtivo. Passam a atribuir significados ao seu trabalho e as suas experiências, tendo como principal referência sua
condição preexistente de acesso e uso dos recursos naturais.
ROCHA, M. R. T. A luta das mulheres quebradeiras de coco-babaçu, pela libertação do coco preso e pela posse da terra. In: Anais do VII Congresso Latino-Americano de Sociologia Rural, Quito,
2006 (adaptado).
Enem 2012 Questão 27
A organização do movimento das quebradeiras de coco de babaçu é resultante da
a)constante violência nos babaçuais na confluência de terras maranhenses, piauienses, paraenses e tocantinenses, região com elevado índice de
homicídios.
b)falta de identidade coletiva das trabalhadoras, migrantes das cidades e com pouco vínculo histórico com as áreas rurais do interior de Tocantins,
Pará, Maranhão e Piauí.
c)escassez de água nas regiões de veredas, ambientes naturais dos babaçus, causada pela construção de açudes particulares, impedindo o amplo
acesso público aos recursos hídricos.
d)progressiva devastação das matas dos cocais, em função do avanço da sojicultura nos chapadões do Meio-Norte brasileiro.
e)dificuldade imposta pelos fazendeiros e posseiros no acesso aos babaçuais localizados no interior de suas propriedades.
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Enem 2012 Questão 27
A organização do movimento das quebradeiras de coco de babaçu é resultante da
a)constante violência nos babaçuais na confluência de terras maranhenses, piauienses, paraenses e tocantinenses, região com elevado índice de
homicídios.
b)falta de identidade coletiva das trabalhadoras, migrantes das cidades e com pouco vínculo histórico com as áreas rurais do interior de Tocantins,
Pará, Maranhão e Piauí.
c)escassez de água nas regiões de veredas, ambientes naturais dos babaçus, causada pela construção de açudes particulares, impedindo o amplo
acesso público aos recursos hídricos.
d)progressiva devastação das matas dos cocais, em função do avanço da sojicultura nos chapadões do Meio-Norte brasileiro.
e)dificuldade imposta pelos fazendeiros e posseiros no acesso aos babaçuais localizados no interior de suas propriedades.
O controle das terras pelos fazendeiros e posseiros na
região da mata dos cocais dificulta o acesso à terra
pelas mulheres quebradeiras que coco-babaçu,
gerando uma organização em prol das quebradeiras
para manutenção cultural e subsistência das mesmas.
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Babaçu
Representa o babaçu uma grande e importante fonte de recursos no campo
do extrativismo vegetal, em especial no Estado do Maranhão, pois o óleo
extraído de suas amêndoas é muito utilizado em diversas indústrias (sabão,
margarina, produtos químicos, etc.). A casca do coquilho também tem valor
comercial, sendo aproveitado como biomassa na produção de energia.
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O extrativismo é a principal atividade econômica na Mata dos Cocais. Milhares de
pessoas vivem do extrativismo do coco de babaçu.
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A costa brasileira possui mais de 7 mil km de extensão em linha contínua e oferece vários tipos de paisagens (dunas, ilhas, praias,
recifes, costões rochosos, baías, estuários, brejos e falésias.
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-habitat de encontro da água doce
com a salgada
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área considerada um ecótono , para alguns biólogos os mangues nem se considera uma vegetação, mas um ecótono, ou seja,
uma área de transição (transição entre a água salgada, as águas doces e o ambiente terrestre).
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Bioma que ocorrem em encontros de águas (água doce dos rios e salgada dos mares)
O que faz desse bioma uma água salobra...gerando grandes lamaçais , de plantas de raízes muito
altas...
vegetação é chamada de halófila, que nada mais é do que plantas que se adaptam
à variação de sal na água e no solo
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todo o sedimento que o rio vem trazendo ao longo do seu curso praticamente fica nessa área, pois nessa região as águas já
não tem mais força, por isso o solo nessa parte do rio é mais lodoso, mais cheia de sedimentos e mais salinidade, pois quando a
maré sobe essa região é encharcada pela água do mar.
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Diferentes espécies se reproduzem ali....alguns estudiosos chamam os manguezais de maternidades marinhas...(pois muitos
animais vão até esse bioma para reproduzir, colocam seus filhotes nesses locais,, os lamaçais tem muitas matérias orgânicas)
-área ‘berçário’ de espécies (peixes, crustáceos) que usam o mangue, trama
de raízes e produzem refúgios para reprodução. Ambiente parcialmente mais
protegido que o mar...
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O cheiro dos manguezais não é bom (área com grande ocorrência de matéria decomposta, cheiro forte)...portanto, essas regiões
foram destruídas para a ocupação humana.
Esse tipo de bioma sofreu com a ocupação da sociedade (Praias)
-o crescimento vertical das cidades afeta diretamente esse tipo de
vegetação(litorânea) Uma grande quantidade de pessoas em um mesmo
espaço (produzindo lixo, produzindo esgoto) que estão muito próximos dessa
vegetação natural
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-área responsável pela FILTRAGEM de substâncias nocivas ao meio ambiente, metais pesados
(as raízes evitam tanto que a poluição saia dos rios e chegue ao mar, quanto as águas salinizadas,
que sobem não cheguem até a cidade)
O lançamento de lixo nos rios leva ao assoreamento que vão aumentar os
sedimentos nos canais, em épocas de cheias, as águas vão subir mais e
chegar até casas e lugares que antes não chegavam.
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Por causa das suas raízes aéreas, o manguezal absorve o impacto das ondas maiores e impedindo que ocorra a retirada de solo e
ajudando a evitar a erosão marinha. Além disso, reduz a velocidade das águas fluviais o que aumenta a deposição de sedimentos.
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-conjunto de formações vegetais que revestem as areias litorâneas, paisagem formada pelo areal próximo ao mar, incluindo a
vegetação.
Vegetação lenhosa e relativamente densa da parte plana mais afastada da praia, formação pioneira com influencia marinha
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-uma planície arenosa, costeira, de origem marinha, incluindo a praia, cordões arenosos, depressões entre cordões, dunas e
margens de lagunas.
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-solo arenoso (salinidade maior e mais areia),
proporcionando essa diferenciação entre a
Mata Atlântica e a Vegetação Litorânea, serem
tão diferentes, mesmo estando tão próximas...o
solo arenoso não permite segurar a umidade (o
solo arenoso não retém água)
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-vegetação de praia vegetação adaptada ao ambiente arenoso, rasteirinha, solo salinizado, as plantas absorvem sal para que
possam absorver tb as águas que respingam do mar (salgada)
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-área de grande interesse econômico/especulação imobiliária
(muito valorizada)
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Mesmo com a existência de leis que o proíbem, o desmatamento ainda é praticado em muitas
áreas, colocando em risco, por exemplo:
■ a diversidade de espécies animais e vegetais e, portanto, o equilíbrio dos diferentes
ecossistemas;
■ o equilíbrio do ciclo hidrológico, que se reflete na distribuição e quantidade de chuvas em
pequena e média escala;
■ a fertilidade dos solos ou a quantidade de terras agricultáveis devido ao processo erosivo;
■ o controle climático em pequena, média e, por vezes, grande escala.
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No Brasil, o processo de ocupação do território e, consequentemente,
da construção do espaço geográfico levou à devastação de grande parte
da vegetação original.
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-
SAS
http://www.ibflorestas.org.br/news/relatorio/relatorio.pdf
http://especiais.ne10.uol.com.br/vocemais20/007-degradacao-do-solo-e-desertificacao.html
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/conteudo_400972.shtml
http://pt.slideshare.net/Maiconbio/biomas-brasileiros-15223688?related=4
http://pt.slideshare.net/leandromdemoura/biomas-brasileiros-33850944?related=3
http://pt.slideshare.net/norivalfp/biomas-brasileiros-completo-1?related=2
http://pt.slideshare.net/JadeCorte/apresentao-mata-cocais
http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/reuniao-anual-da-sbpc-2007/o-nascimento-da-floresta
http://www.brasilescola.com/brasil/o-solo-amazonia-pobre-nutrientes.htm
http://www.conscienciacomciencia.com.br/2009/04/25/serrapilheira-as-folhas-nao-caem-no-chao-por-acaso/
http://bsubstrato.blogspot.com.br/2011_06_01_archive.html
http://www.naturezabrasileira.com.br/foto/20883/serrapilheira___folhas_em_decomposicao___floresta_amazonica___am.aspx
http://amazonia.org.br/2014/01/riquezas-amazonicas-escondem-pobreza-dos-solos-da-regiao/
http://professoralexeinowatzki.webnode.com.br/biogeografia/biomas-terrestres/
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Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
1. o tal "... livro didático "Introduction to
geography" do autor David Norman, livro
amplamente difundido nas escolas
públicas americanas para a Junior High
School..." não se encontra à venda nas
duas maiores livrarias virtuais dos
Estados Unidos. Isso não soa estranho
para um livro 'amplamente difundido'?
2. o autor da página 76 usa um inglês
estropiado para dizer as bobagens;
3. a diagramação da página 76 não
obedece ao padrão de numeração usado
pelas editoras;
4. a frase " Pois chegou as mãos de um
amigo o livro didático 'Introduction ..."
confirma uma das características das
lendas: imprecisão na indicação da fonte
que poderia comprovar a veracidade da
história;
5. a última frase da mensagem não deixa
dúvida: é mais uma pulha virtual.
Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
Cristovam Buarque
Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da
Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um
brasileiro. Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta
minha.
De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não
tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um
país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros
na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças
produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um
milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante o encontro em que recebi a pergunta, as Nações Unidas reuniam o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA.
Por isso, eu disse que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de
Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza especifica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar
essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada
criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o pais onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que
morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa.
(*) Cristovam Buarque, 58, doutor em economia e professor do Departamento de Economia da UnB (Universidade de Brasília), foi governador do Distrito Federal pelo PT (1995-98). Autor, entre outras obras, de
"A Segunda Abolição" (editora Paz e Terra).
Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização,
como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade.
Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.
O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas
sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar
esse imenso patrimônio da Humanidade.
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Nota:
Recebemos um email questionando sobre a autenticidade do texto, pois alguns "web sites" diziam não ser Cristovam Buarque o
seu autor. Entramos em contato com Cristovam que confirmou, em 10/05/2002, ser o texto de sua autoria:
"Prezado Paulo
O artigo é meu e foi publicado no Globo e no Correio Brasiliense, no final de 2000. O fato em si ocorreu em Setembro de 2000
em Nova York, durante o State of The World Forum.
Grande abraço
Cristovam"
e mais, em 28 de maio de 2002:
Prezados (as) amigos (as),
Vem sendo distribuido pela internet por diversas pessoas, o que me surpreende agradavelmente, o artigo "A Internacionalização
do Mundo". O fato que deu origem a este artigo ocorreu em Nova York, nas salas de convenções do Hotel Hilton, durante o
encontro do State of the World Forum, em Setembro de 2000. Publiquei o artigo no Globo e no Correio Braziliense, logo depois.
Mas de vez em quando surgem mudanças e informações adicionais nem sempre verdadeiras. É falso que o
artigo foi publicado no New York Time e outros jornais estrangeiros. Se tivesse sido eu tomaria certamente conhecimento através
de algum amigo.
No mais, fico contente que vocês tenham lido. E para aqueles que ainda não leram aproveito a oportunidade para mandar.
Grande abraço
Cristovam
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  • 1. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 2. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Brasil é um país que possui uma grande extensão territorial, tanto latitudinal, quanto longitudinal, portanto apresenta uma grande variação de biomas, de vegetações.
  • 3. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia País com alta temperatura e umidade, o que favorece a vegetação
  • 4. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 5. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -Abrange 9 países do sul da América -Maior floresta equatorial do mundo -Heterogêneas (gde banco heterogenético) (Brasil possui 60% da floresta, que representa: 41% do território Nacional), lembrando que o Brasil é o quinto maior país do mundo -1,7 bilhões das espécies descritas no mundo  20% estão no Brasil (55 mil angiospermas no Brasil/Indonésia: 20 mil, Tailândia: 15 mil/ Madagascar: 10 mil) existe no Bioma uma biodiversidade imensa
  • 6. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia São várias as denominações dessa extensa cobertura vegetal: -floresta latifoliada tropical, em vista de suas folhas largas; -floresta equatorial, em decorrência do clima equatorial que a caracteriza; -floresta pluvial, em virtude dos elevados índices pluviométricos (embora a floresta pluvial propriamente dita se localize nas regiões onde a pluviosidade é superior aos 1.800 mm); -floresta ombrófila, devido à presença de vegetais adaptados à elevada umidade.
  • 7. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A floresta amazônica apresenta três degraus de vegetação conforme a altitude: a mata de igapó, a mata de várzea e a mata de terra firme
  • 8. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 9. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 10. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 11. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Essa floresta que ao longo desses milhões de anos está aí exuberante, se mantém porque existe uma rede muito eficiente de manutenção desses nutrientes no sistema que é a formação no solo de pequena camada de decomposição, de no máximo 5 cm de folhas, galhos e animais mortos, que rapidamente são convertidos em nutrientes. O solo amazônico é bastante pobre, contendo apenas uma fina camada de nutrientes.
  • 12. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Essa fina camada fértil é oriunda da própria floresta, nela os organismos (insetos, fungos, algas e bactérias) vivos reciclam os nutrientes dispostos no ambiente. Além disso, outros fatores contribuem para o processo, como a temperatura, que permanece alta o ano todo; a enorme umidade relativa do ar presente na região e a restrita variação do clima. Tudo isso garante a sustentação da floresta. A Serrapilheira é uma cobertura que se forma na superfície do solo composta por restos de vegetação, como folhas, arbustos, caules e cascas de frutos em diferentes estágios de decomposição, fazem parte dela também restos de animais e suas fezes.
  • 13. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Na Amazônia, a chegada de grandes projetos agropecuários implicou grandes desmatamentos.
  • 14. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 15. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia No Brasil, o processo de ocupação da Amazônia intensificou-se, a partir da década de 1960, quando o governo brasileiro passou a tomar medidas que viabilizassem maior integração da região com o restante do país, como a abertura de estradas. PIN – Programa de Integração Nacional Foi o mais importante instrumento de ação no processo de integração da Amazônia às regiões ‘mais desenvolvidas’ do país, durante o período militar.
  • 16. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 17. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Área de desmatamento da floresta amazônica de julho a agosto, no período de 1995 a 2012. As principais causas do desmatamento na Amazônia têm sido a extração ilegal de madeiras e o avanço das atividades agropecuárias, especialmente o cultivo de soja e a criação de gado bovino.
  • 18. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografiahttp://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/desmatamento-leva-p-nico-ao-ma/
  • 19. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A preservação da Amazônia é fundamental para o controle do aquecimento global. Isso porque a floresta tem a capacidade de retirar da atmosfera parte do dióxido de carbono, por meio da fotossíntese. Ao mesmo tempo, parte do desmatamento realizado na Amazônia é feita por queimadas, o que aumenta muito os níveis de CO2. A própria pecuária, cada vez mais praticada na região, é uma das responsáveis pelo aumento dos gases do efeito estufa na atmosfera. Assim, conter o desmatamento na Amazônia significa, entre outras coisas, conter o aumento da temperatura global.
  • 20. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 21. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A ocupação brasileira começa pelo litoral (expansão marítima/ inicio da ocupação/colonização) -Bioma mais desmatado (espaço de extrema utilização da população/litoral)ocupação brasileira é ligada ao litoral
  • 22. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O Brasil não faz a interiorização...pelo contrário, ocorre uma forte ocupação litorânea (as maiores cidades brasileiras estão no litoral, ou bem próximas a ele)
  • 23. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A Mata Atlântica (nome é dado pois está de frente para o Oceano). -Vegetação de altíssima biodiversidade (maior que a Floresta Amazônica, pois ocupa diferentes latitudes e altitudes)
  • 24. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Serra do Mar e Mantiqueira no SE, Borborema no NE são relevos pelos quais a Mata Atlântica se estende (levando o bioma a diferentes altitudes e latitudes, uma vez que ela acompanha quase todo o litoral brasileiro)....portanto a biodiversidade dessa Mata pode ser bem maior que a da Amazônia em alguns locais.... A floresta vai acompanhando o relevo.
  • 25. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -Vegetação similar a Amazônia, -bem verde, -muito densa... -não tão alta quanto a Amazônia -mas muito mais desmatada. As altitudes interferem na temperatura...criando portanto, diferentes habitats... Atualmente, existe apenas 6,4% de toda a Mata Atlântica....
  • 26. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Efeito formiga(INPE) Marcia Hirota explica que nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro – que apresentaram baixos índices de desmatamento – a preocupação é com o chamado “efeito formiga“. “Não há mais desmatamentos de grandes proporções, mas eles ainda acontecem para expansão de moradias e infraestrutura. Só não aparecem no nosso levantamento porque são áreas menores de 3 ha“, diz ela. Para Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, é imprescindível que todos os municípios façam seus Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA), que reúnem e normatizam os elementos necessários à proteção, conservação, recuperação e uso sustentável da Mata Atlântica. “O Plano traz benefícios para a gestão ambiental e o planejamento do município. Quando o município faz o mapeamento das áreas verdes e indica como elas serão administradas – por exemplo, se vão virar um parque ou uma área de proteção ambiental – fica muito mais fácil conduzir processos como o de licenciamento de empreendimentos. Além disso, é uma legislação que coloca o município muito mais próximo do cidadão, porque também estamos falando em qualidade de vida”, destaca.
  • 27. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 28. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 29. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 30. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
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  • 32. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 33. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 34. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 35. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Como atualmente o Brasil cresce muito para o interior esse bioma tem diminuído bastante seu desmatamento
  • 36. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 37. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 38. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 39. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 40. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Exemplo brasileiro para a floresta de conífera (pinheiro de natal) Ocorre nos estados: SC,PR e RS.
  • 41. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Apesar de estar em áreas mais frias elas conseguem possuir grande porte (em geral em áreas frias, as vegetações são pequenas) -possuem folhas aciculifoliadas (pontudas) -cobertura de cera na folha (não queima) -possui galhos flexíveis (adaptação para a neve)
  • 42. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -Essa é a vegetação mais preservada do mundo (pois aparece em áreas muito, muito frias...portanto essa área é pouco ocupada...por exemplo: a Taiga Siberiana)
  • 43. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 44. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Essa mata de araucária vem sofrendo muito com a indústria de celulose...uma árvore média produz 20 resmas de papel. No Brasil, essa vegetação, por não ser muito fria, é bastante utilizada.
  • 45. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 46. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Os Pampas se trata de um bioma típico de clima frio (junto com as matas de araucárias) Vegetação sulina com um porte diferente do país... Os pampas, é um bioma restrito ao RS (63% do RS) e apenas 2% do Brasil. O grande destaque é a pecuária.... Campo limpo (mais homogêneo, mais gramíneo) Campo sujo (mais arbustos) Atualmente é até difícil identificar uma área de campo original (muita gramínea importada, para o pasto) Grande diversidade, mas com pouca representatividade no Brasil, portanto não tem apelo para sua proteção
  • 47. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 48. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -Mata ‘Branca’ -único bioma exclusivamente brasileiro -vegetação adaptada às condições de aridez (xerófilas)
  • 49. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Bioma típico de semiárido. Considerado o único bioma que encontra-se apenas em território brasileiro (apresenta características específicas que ocorrem apenas aqui no país). Está praticamente restrita ao sertão nordestino (60% do NE)
  • 50. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Vegetação típica do Nordeste semiárido, a caatinga é bastante heterogênea. Na caatinga seca não arbórea predominam as cactáceas e não há árvores; na caatinga seca arbórea predominam as árvores como o pau-pereiro e arbustos isolados; na caatinga arbustiva densa, árvores isoladas formam bosques; na caatinga localizada em regiões de relevo mais elevado, em áreas de maior pluviosidade, os bosques são mais densos. Brasil extremamente verde, na caatinga, ocorre um aumento da diversidade brasileira....(plantas sem folhas, cactáceas, cor esbranquiçada, plantas xerófilas –de clima seco, diversidade também na fauna)
  • 51. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Na época das secas, muitas plantas da caatinga perdem suas folhas para diminuir a transpiração e evitar, assim, a perda de água armazenada, produzindo uma paisagem seca e desolada.
  • 52. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Da área total original da caatinga, de 1,1 milhão de km2, cerca de 49% já sofreu severa alteração antrópica. Distribuição do desmatamento da caatinga. Fonte: Ibama. Ministério do Meio Ambiente. -Em verde, a cobertura vegetal original; -Em bege, o desmatamento ocorrido antes de 2002; e -Em marrom, os novos pontos de desmate (entre 2002 e 2008).
  • 53. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O sertão aliado ao dinheiro da agricultura moderna podem aumentar a devastação do bioma. A desinformação da população não vê na caatinga sua grande diversidade. (como se a perda da caatinga não fizesse diferente)
  • 54. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 55. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 56. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 57. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O cerrado é um domínio vegetal nativo do Brasil Central, mas ocorre também em manchas de maiores ou menores extensões em Minas Gerais, São Paulo, porção ocidental da Bahia, sul do Maranhão, largos trechos do Piauí, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Roraima e Pará.
  • 58. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Trata-se da área de transição entre duas comunidades (biomas). Essa região vai apresentar características de ambas vegetações.
  • 59. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O domínio do cerrado é ultrapassado em extensão somente pela floresta amazônica.
  • 60. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Apresenta vários aspectos ou fisionomias: -o cerradão, onde predominam as árvores; -o cerrado propriamente dito, onde as árvores se encontram distantes umas das outras e apresentam troncos tortuosos e recobertos por cortiça espessa; -o campo cerrado; -o campo sujo e -o campo limpo, onde a predominância vegetal cabe à biomassa arbustiva e herbácea (arbustos e ervas).
  • 61. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O cerrado ocupava originalmente 1,9 milhão de km2. Segundo a Embrapa, o bioma já perdeu cerca de 39% de sua cobertura original. -bioma mais desmatado das últimas décadas (desde 1970 esse bioma vem sendo o mais desmatado)
  • 62. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Os cerrados eram vistos também como áreas “imprestáveis” para a agricultura, devido ao solo ácido, pobre em nutrientes e com alta concentração de alumínio, elemento desfavorável às espécies vegetais agricultáveis, por apresentar certa toxicidade. A partir das décadas de 1950 e 1960, porém, ocorreu uma significativa migração de agricultores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná para os cerrados de Mato Grosso do Sul e de Goiás, onde compravam terras a preços baixos. -avanço/modernização da agricultura (adaptação a soja-que até então era plantada no sul, para esse tipo de clima) propiciou o desmate do cerrado
  • 63. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia No cerrado, o solo ácido e pobre em nutrientes foi corrigido e a vegetação foi largamente substituída pelas grandes plantações de soja destinada à exportação, pelas pastagens e pelas roças. A baixa fertilidade do solo para a formação de pastagens foi resolvida com a introdução de gramíneas de origem africana, rústicas e resistentes, como a Brachiaria brizanta e a Brachiaria decumbens. Áreas cobertas por florestas e cerrados foram e têm sido intensamente substituídas por pastagens no Brasil. Na foto de 2003, gado no pasto em Cumari (GO).
  • 64. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 65. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Compreendida entre os estados de MT e MS, essa planície inundável passa até seis meses por ano coberta pela água. Seus campos são naturalmente propícios á pastagem e a pecuária extensiva.
  • 66. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Se trata de uma vegetação de grande misturas, não é homogêneo (Complexo do Pantanal) Varias características do próprio cerrado mas adaptadas à esse bioma (úmido, alagados, secos, etc..)
  • 67. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -Planície inundada (maior do planeta) -predomínio de terras baixas -possui vários tipos de vegetação (florestas, arbustos, áreas inundadas)
  • 68. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -biodiversidade gigantesca -forte uso da pecuária extensiva (gado solto)
  • 69. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A partir dos anos 1970, o Pantanal passou a receber migrantes em maior número. Grandes fazendas de pecuária ocuparam milhares de hectares das terras baixas.
  • 70. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 71. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Da Amazônia para a caatinga, existe uma diferença climática muito grande....portanto se trata de uma área de transição.. Possui uma mata única....(com influencia da umidade amazônica e da seca da caatinga)...produz uma árvore que só tem nessa região: os cocais (babaçu e carnaúba) Ecótono: Área de transição entre a Amazônia e a Caatinga Babaçu Carnaúba
  • 72. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Área de encontro de uma área extremamente seca para outra extremamente úmida (a Mata dos Cocais apresenta características dos dois lados, áreas úmidas como as áreas amazônicas e mais secas como a Caatinga) Carnaúba
  • 73. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -Áreas no PI e MA  áreas pobres (população pobre), donos de terras com muitas áreas (concentração) e uma população pobre trabalhando para os grandes proprietários Essas matas têm grande importância comercial, pois do babaçu se extraem, entre outras substâncias, óleos, fibras e glicerina,e da carnaúba, a cera. -Babaçu e Carnaúba  principais árvores Babaçu
  • 74. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Como tudo dessa palmeira (Carnaúba) pode ser aproveitado (tronco, folhas, fruto, palmito, raízes e as sementes), é conhecida como "árvore da providência". Carnaúba O mais importante fator de renda para os extrativistas é a cera extraída das folhas, que é utilizada na fabricação de cosméticos, ceras industriais e domésticas, graxas, lubrificantes, discos, filmes fotográficos, papel carbono e outras aplicações.
  • 75. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Por estar em uma área que há pouca ocorrência de chuvas, a palmeira da carnaúba tem que guardar água, em cada célula de suas folha tem uma espécie de protetor natural em relação ao sol (protetor solar), um impermeabilizante que não deixa a água sair de dentro da palmeira. Quando a folha seca vira um ‘pó’, que ao ser misturado com a água e aquecido, vira uma cera de alto valor no mercado.
  • 76. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Recentemente descobriram que a cera de carnaúba é um dos melhores isolantes para chips de computador
  • 77. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O babaçu serve para tirar o óleo e fazer azeite, para temperar, como alimento (misturar com farinha e alimentar as crianças), sabão, leite do coco do babaçu, palha serve para cobrir as casas, da palmeira se faz adubo, a massa que sai do coco utiliza-se como remédio. A dificuldade existente está em quebrar o coco do babaçu.
  • 78. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 79. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia As mulheres quebradeiras de coco-babaçu dos Estados do Maranhão, Piauí, Pará e Tocantins, na sua grande maioria, vivem numa situação de exclusão e subalternidade. O termo quebradeira de coco assume o caráter de identidade coletiva na medida em que as mulheres que sobrevivem dessa atividade e reconhecem sua posição e condição desvalorizada pela lógica da dominação, se organizam em movimentos de resistência e de luta pela conquista da terra, pela libertação dos babaçuais, pela autonomia do processo produtivo. Passam a atribuir significados ao seu trabalho e as suas experiências, tendo como principal referência sua condição preexistente de acesso e uso dos recursos naturais. ROCHA, M. R. T. A luta das mulheres quebradeiras de coco-babaçu, pela libertação do coco preso e pela posse da terra. In: Anais do VII Congresso Latino-Americano de Sociologia Rural, Quito, 2006 (adaptado). Enem 2012 Questão 27 A organização do movimento das quebradeiras de coco de babaçu é resultante da a)constante violência nos babaçuais na confluência de terras maranhenses, piauienses, paraenses e tocantinenses, região com elevado índice de homicídios. b)falta de identidade coletiva das trabalhadoras, migrantes das cidades e com pouco vínculo histórico com as áreas rurais do interior de Tocantins, Pará, Maranhão e Piauí. c)escassez de água nas regiões de veredas, ambientes naturais dos babaçus, causada pela construção de açudes particulares, impedindo o amplo acesso público aos recursos hídricos. d)progressiva devastação das matas dos cocais, em função do avanço da sojicultura nos chapadões do Meio-Norte brasileiro. e)dificuldade imposta pelos fazendeiros e posseiros no acesso aos babaçuais localizados no interior de suas propriedades.
  • 80. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Enem 2012 Questão 27 A organização do movimento das quebradeiras de coco de babaçu é resultante da a)constante violência nos babaçuais na confluência de terras maranhenses, piauienses, paraenses e tocantinenses, região com elevado índice de homicídios. b)falta de identidade coletiva das trabalhadoras, migrantes das cidades e com pouco vínculo histórico com as áreas rurais do interior de Tocantins, Pará, Maranhão e Piauí. c)escassez de água nas regiões de veredas, ambientes naturais dos babaçus, causada pela construção de açudes particulares, impedindo o amplo acesso público aos recursos hídricos. d)progressiva devastação das matas dos cocais, em função do avanço da sojicultura nos chapadões do Meio-Norte brasileiro. e)dificuldade imposta pelos fazendeiros e posseiros no acesso aos babaçuais localizados no interior de suas propriedades. O controle das terras pelos fazendeiros e posseiros na região da mata dos cocais dificulta o acesso à terra pelas mulheres quebradeiras que coco-babaçu, gerando uma organização em prol das quebradeiras para manutenção cultural e subsistência das mesmas.
  • 81. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Babaçu Representa o babaçu uma grande e importante fonte de recursos no campo do extrativismo vegetal, em especial no Estado do Maranhão, pois o óleo extraído de suas amêndoas é muito utilizado em diversas indústrias (sabão, margarina, produtos químicos, etc.). A casca do coquilho também tem valor comercial, sendo aproveitado como biomassa na produção de energia.
  • 82. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O extrativismo é a principal atividade econômica na Mata dos Cocais. Milhares de pessoas vivem do extrativismo do coco de babaçu.
  • 83. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 84. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A costa brasileira possui mais de 7 mil km de extensão em linha contínua e oferece vários tipos de paisagens (dunas, ilhas, praias, recifes, costões rochosos, baías, estuários, brejos e falésias.
  • 85. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -habitat de encontro da água doce com a salgada
  • 86. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia área considerada um ecótono , para alguns biólogos os mangues nem se considera uma vegetação, mas um ecótono, ou seja, uma área de transição (transição entre a água salgada, as águas doces e o ambiente terrestre).
  • 87. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Bioma que ocorrem em encontros de águas (água doce dos rios e salgada dos mares) O que faz desse bioma uma água salobra...gerando grandes lamaçais , de plantas de raízes muito altas... vegetação é chamada de halófila, que nada mais é do que plantas que se adaptam à variação de sal na água e no solo
  • 88. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia todo o sedimento que o rio vem trazendo ao longo do seu curso praticamente fica nessa área, pois nessa região as águas já não tem mais força, por isso o solo nessa parte do rio é mais lodoso, mais cheia de sedimentos e mais salinidade, pois quando a maré sobe essa região é encharcada pela água do mar.
  • 89. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Diferentes espécies se reproduzem ali....alguns estudiosos chamam os manguezais de maternidades marinhas...(pois muitos animais vão até esse bioma para reproduzir, colocam seus filhotes nesses locais,, os lamaçais tem muitas matérias orgânicas) -área ‘berçário’ de espécies (peixes, crustáceos) que usam o mangue, trama de raízes e produzem refúgios para reprodução. Ambiente parcialmente mais protegido que o mar...
  • 90. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O cheiro dos manguezais não é bom (área com grande ocorrência de matéria decomposta, cheiro forte)...portanto, essas regiões foram destruídas para a ocupação humana. Esse tipo de bioma sofreu com a ocupação da sociedade (Praias) -o crescimento vertical das cidades afeta diretamente esse tipo de vegetação(litorânea) Uma grande quantidade de pessoas em um mesmo espaço (produzindo lixo, produzindo esgoto) que estão muito próximos dessa vegetação natural
  • 91. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -área responsável pela FILTRAGEM de substâncias nocivas ao meio ambiente, metais pesados (as raízes evitam tanto que a poluição saia dos rios e chegue ao mar, quanto as águas salinizadas, que sobem não cheguem até a cidade) O lançamento de lixo nos rios leva ao assoreamento que vão aumentar os sedimentos nos canais, em épocas de cheias, as águas vão subir mais e chegar até casas e lugares que antes não chegavam.
  • 92. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Por causa das suas raízes aéreas, o manguezal absorve o impacto das ondas maiores e impedindo que ocorra a retirada de solo e ajudando a evitar a erosão marinha. Além disso, reduz a velocidade das águas fluviais o que aumenta a deposição de sedimentos.
  • 93. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -conjunto de formações vegetais que revestem as areias litorâneas, paisagem formada pelo areal próximo ao mar, incluindo a vegetação. Vegetação lenhosa e relativamente densa da parte plana mais afastada da praia, formação pioneira com influencia marinha
  • 94. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -uma planície arenosa, costeira, de origem marinha, incluindo a praia, cordões arenosos, depressões entre cordões, dunas e margens de lagunas.
  • 95. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -solo arenoso (salinidade maior e mais areia), proporcionando essa diferenciação entre a Mata Atlântica e a Vegetação Litorânea, serem tão diferentes, mesmo estando tão próximas...o solo arenoso não permite segurar a umidade (o solo arenoso não retém água)
  • 96. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -vegetação de praia vegetação adaptada ao ambiente arenoso, rasteirinha, solo salinizado, as plantas absorvem sal para que possam absorver tb as águas que respingam do mar (salgada)
  • 97. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -área de grande interesse econômico/especulação imobiliária (muito valorizada)
  • 98. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 99. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 100. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Mesmo com a existência de leis que o proíbem, o desmatamento ainda é praticado em muitas áreas, colocando em risco, por exemplo: ■ a diversidade de espécies animais e vegetais e, portanto, o equilíbrio dos diferentes ecossistemas; ■ o equilíbrio do ciclo hidrológico, que se reflete na distribuição e quantidade de chuvas em pequena e média escala; ■ a fertilidade dos solos ou a quantidade de terras agricultáveis devido ao processo erosivo; ■ o controle climático em pequena, média e, por vezes, grande escala.
  • 101. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia No Brasil, o processo de ocupação do território e, consequentemente, da construção do espaço geográfico levou à devastação de grande parte da vegetação original.
  • 102. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia - SAS http://www.ibflorestas.org.br/news/relatorio/relatorio.pdf http://especiais.ne10.uol.com.br/vocemais20/007-degradacao-do-solo-e-desertificacao.html http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/conteudo_400972.shtml http://pt.slideshare.net/Maiconbio/biomas-brasileiros-15223688?related=4 http://pt.slideshare.net/leandromdemoura/biomas-brasileiros-33850944?related=3 http://pt.slideshare.net/norivalfp/biomas-brasileiros-completo-1?related=2 http://pt.slideshare.net/JadeCorte/apresentao-mata-cocais http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/reuniao-anual-da-sbpc-2007/o-nascimento-da-floresta http://www.brasilescola.com/brasil/o-solo-amazonia-pobre-nutrientes.htm http://www.conscienciacomciencia.com.br/2009/04/25/serrapilheira-as-folhas-nao-caem-no-chao-por-acaso/ http://bsubstrato.blogspot.com.br/2011_06_01_archive.html http://www.naturezabrasileira.com.br/foto/20883/serrapilheira___folhas_em_decomposicao___floresta_amazonica___am.aspx http://amazonia.org.br/2014/01/riquezas-amazonicas-escondem-pobreza-dos-solos-da-regiao/ http://professoralexeinowatzki.webnode.com.br/biogeografia/biomas-terrestres/
  • 103. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 104. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia 1. o tal "... livro didático "Introduction to geography" do autor David Norman, livro amplamente difundido nas escolas públicas americanas para a Junior High School..." não se encontra à venda nas duas maiores livrarias virtuais dos Estados Unidos. Isso não soa estranho para um livro 'amplamente difundido'? 2. o autor da página 76 usa um inglês estropiado para dizer as bobagens; 3. a diagramação da página 76 não obedece ao padrão de numeração usado pelas editoras; 4. a frase " Pois chegou as mãos de um amigo o livro didático 'Introduction ..." confirma uma das características das lendas: imprecisão na indicação da fonte que poderia comprovar a veracidade da história; 5. a última frase da mensagem não deixa dúvida: é mais uma pulha virtual.
  • 105. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Cristovam Buarque Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta minha. De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante o encontro em que recebi a pergunta, as Nações Unidas reuniam o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu disse que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza especifica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o pais onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa. (*) Cristovam Buarque, 58, doutor em economia e professor do Departamento de Economia da UnB (Universidade de Brasília), foi governador do Distrito Federal pelo PT (1995-98). Autor, entre outras obras, de "A Segunda Abolição" (editora Paz e Terra). Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da Humanidade.
  • 106. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Nota: Recebemos um email questionando sobre a autenticidade do texto, pois alguns "web sites" diziam não ser Cristovam Buarque o seu autor. Entramos em contato com Cristovam que confirmou, em 10/05/2002, ser o texto de sua autoria: "Prezado Paulo O artigo é meu e foi publicado no Globo e no Correio Brasiliense, no final de 2000. O fato em si ocorreu em Setembro de 2000 em Nova York, durante o State of The World Forum. Grande abraço Cristovam" e mais, em 28 de maio de 2002: Prezados (as) amigos (as), Vem sendo distribuido pela internet por diversas pessoas, o que me surpreende agradavelmente, o artigo "A Internacionalização do Mundo". O fato que deu origem a este artigo ocorreu em Nova York, nas salas de convenções do Hotel Hilton, durante o encontro do State of the World Forum, em Setembro de 2000. Publiquei o artigo no Globo e no Correio Braziliense, logo depois. Mas de vez em quando surgem mudanças e informações adicionais nem sempre verdadeiras. É falso que o artigo foi publicado no New York Time e outros jornais estrangeiros. Se tivesse sido eu tomaria certamente conhecimento através de algum amigo. No mais, fico contente que vocês tenham lido. E para aqueles que ainda não leram aproveito a oportunidade para mandar. Grande abraço Cristovam
  • 107. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia http://www.quatrocantos.com/ lendas/54_amazonia_finraf.ht m http://www.quatrocantos.com/ lendas/27_amazonia.htm http://www.mail- archive.com/ambiental@grupos. com.br/msg01448.html