SlideShare uma empresa Scribd logo
Vacinas e Vias de Administração
ICSA32 - Vias de Administração de Vacinas
Rotas de Administração
• Em outras palavras: primeiro sítio de contato
entre o antígeno e o sistema imune do
hospedeiro
• Ponto de entrada do antígeno no organismo
da pessoa a ser vacinada
Rotas de Administração
• Levando-se em consideração esse aspecto,
deve-se priorizar então sítios e vias de
administração que:
• Induzam um contato máximo entre o antígeno
e o sistema imune (APCs principalmente)
• Ativem a forma correta de imunidade
Do que depende a escolha?
• Tipo de antígeno utilizado
• Tipo de adjuvante
• Compartimento do Sistema Imune a ser
estimulado
• Características da pessoa/animal a ser
vacinado
• Espécie a ser vacinada
“CERTOs” de administração de vacinas
• Paciente CERTO
• Vacina e diluentes CERTOS
• Tempo CERTOS
• Incluindo administração na idade correta, intervalo
correto, e principalmente validade correta
• DOSE CERTA
• Rota, agulha e técnica CERTAS
• Sítio de inoculação CERTO
Administração de Vacinas
•Preparação
•Técnica de administração
•Escolha certa de seringa
•Sítio de inoculação
Essas são considerações
importantes porque todos
podem afetar a
imunogenicidade e o
risco de reações locais.
Reconstituição de Vacina
•Cada vacina deve ser reconstituída no momento da aplicação para que:
-Evitar erros
-Manter eficácia e estabilidade
•Reconstituição de vacinas liofilizadas:
-Somente usar o diluente apropriado ou fornecido e dentro da validade
-Não misturar vacinas, ou fazê-lo somente sob prescrição
-O diluente deve ser adicionado lentamente para evitar formação de grumos e permitir boa
homogeneização
•Antes da administração:
- Checar se a cor ou a composição da vacina está como especificado
- Checar se a vacina é mesmo a correta, e se a dose é a correta para o paciente
- Checar a data de validade
Immunisation Department, Centre for Infections
TAMANHO DA AGULHA
Para administração intramuscular, a agulha precisa ser longa, para ter certeza
de que foi injetada no músculo
Na ausência de uma agulha correta, usar uma de 25mm
16mm – para recém-nascidos ou crianças pequenas
Adultos com grande massa muscular – 38mm
SÍTIO DE INOCULAÇÃO
Evitar nervos e vasos sanguíneos
Glúteos: Não deve ser utilizado, devido a :
-risco de danos ao nervo ciático
-injetar a vacina em tecido gorduroso denso ao invés do músculo
A inoculação de vacinas no tecido adiposo dos glúteos já
demonstrou reduzir a imunogenicidade das vacinas de Hepatite B
e raiva.
ANTES DA INOCULAÇÃO…..
Vacinadores devem estar certos que:
• Se há ou não contra-indicações específicas
• Obter consentimento do vacinado
• A pessoa a ser vacinada está completamente informada acerca
da vacina e do processo vacinal
• A pessoa a ser vacinada está ciente das possíveis reações
adversas e como tratá-las
 Normalmente vidro / Algumas vezes plásticos especiais
não adsorvíveis
 Cada frasco deve ter a dose e a data de validade
 Sem rótulo, SEM administração
ICSA32 - Vias de Administração de Vacinas
Importância de realizar a via de
administração de vacina correta
• Promover a melhor resposta imune celular e
humoral possível
• Reduzir a possibilidade de reação colateral
adversa
Administração subcutânea
• Administração no tecido logo abaixo da derme
e acima da camada muscular
• Sítios de inoculação mais comuns: região
superior lateral do braço (humanos);
carnívoros, bovinos, equinos – região superior
anterior da nuca
Administração subcutânea
• Agulha – gauge 23 a 25, tamanho 5/8
• Agulha a ser inserida num ângulo de 45 graus.
Administração subcutânea
Administração subcutânea
Administração subcutânea
Administração Intramuscular
Sítios para administração
intramuscular
• O local depende da idade da pessoa a ser
vacinada, e do tônus muscular individual
• Para crianças mais velhas e adultos, usar o
músculo deltóide
• Ideal para vacinas de DNA
Sítios para administração
intramuscular
Sítios para administração
intramuscular
Administração intramuscular
• Gauge: 22 a 25
• Tamanho: Recém-nascidos – 5/8
Crianças – 1
Adultos – 1 a 1 1/2
Administração intramuscular
VIA INTRADÉRMICA
• Talvez a mais eficiente por permitir um
contato amplo com células dendríticas
• Mas também é a de mais difícil inoculação
• Ângulo certo, local certo, ausência de
adjuvantes que predisponham a
fotossensibilização...
• Em desuso...
Escarificação
• Meio de inoculação muito específico para
determinados agentes – Small pox!
• Não utilizado em larga escala – dificuldade de
inoculação
• Possível opção para vacinas contra sarnas
VIA INTRANASAL
• Ideal para ativação de um compartimento
específico da imunidade de mucosa
• Problema: DOSE – administração correta!
• Muito utilizado em veterinária para infecções
pulmonares e do trato respiratório superior
• O caso de Bordetella bronchiseptica
VIA ORAL
• Não utilizada pelo potencial que existe de
causar TOLERÂNCIA, ao invés de ativação do
sistema imune
• Casos específicos: vacinas atenuadas nas quais
há absorção antes de entrar em contato com o
sistema imune de mucosa do TGI
• E patógenos do TGI? Como fazer?
Controle de Higiene
• Usar desinfetantes a base de álcool
• Importante: esperar secar o álcool antes de
inocular!!
• Luvas: utilizadas se:
Houver risco de contato com sangue ou
outros fluidos corporais
Houver lesões na mão
Política do local de vacinação
Biossegurança
• Nunca colocar a capa de volta na agulha,
reaproveitá-la ou cortá-la
• Desprezar a agulha em recipiente próprio para
material cortante
• Usar equipamentos livres de agulha sempre
que for possível - BCG
Erros de Administração de Vacinas
• Administração da formulação de vacina
ERRADA
• Diluente ou reconstituintes ERRADOS
• Via de administração ERRADOS
Erros de Administração de Vacinas
• Rota errada de administração
–IM dada SC
Repetir se for raiva ou hepatite B
–SC dada IM
Não repetir
–Oral ou intranasal dadas IM or SC (!)
Sempre repetir
Como prevenir erros de
administração?
•Todos os erros de vacinação são erros
humanos, e portanto, são preveníveis
• Seja certo de que o pessoal envolvido é
bem treinado e supervisionado
• Prover educação para correta imunização
Alguns detalhes...
• Não é necessário trocar agulhas entre o processo
de reconstituição da vacina e administração, a
não ser que essa seja contaminada por contato
com outra superfície, ou sofra curvaturas
• NUNCA misturar vacinas em somente um
inóculo!!!
• Se for aplicar duas vacinas diferentes em um
mesmo sítio de inoculação, verificar antes a
compatibilidade, e espaçar em no mínimo 4cm

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula feridas e curativos
Aula feridas e curativosAula feridas e curativos
Aula feridas e curativos
Viviane da Silva
 
Anotação+de+enfermagem
Anotação+de+enfermagemAnotação+de+enfermagem
Anotação+de+enfermagem
Ivanete Dias
 
Aula Programa Nacional de Imunizacao
Aula Programa Nacional de ImunizacaoAula Programa Nacional de Imunizacao
Aula Programa Nacional de Imunizacao
Erivaldo Rosendo
 
Sinais vitais aula 4
Sinais vitais aula 4Sinais vitais aula 4
Sinais vitais aula 4
Morgana Oliveira
 
Avaliação e tratamento de feridas - CBCENF
Avaliação e tratamento de feridas - CBCENFAvaliação e tratamento de feridas - CBCENF
Avaliação e tratamento de feridas - CBCENF
Janaína Lassala
 
Aula assistência de enfermagem no puerperio imeditato
Aula assistência de enfermagem no puerperio imeditatoAula assistência de enfermagem no puerperio imeditato
Aula assistência de enfermagem no puerperio imeditato
Viviane da Silva
 
Importância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.ppt
Importância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.pptImportância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.ppt
Importância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.ppt
ValdemilsonVieira
 
Prevenção e controle de infecção
Prevenção e controle de infecçãoPrevenção e controle de infecção
Prevenção e controle de infecção
Sallus Consultoria e Treinamento em Saúde
 
Medicação em pediatria
Medicação em pediatriaMedicação em pediatria
Medicação em pediatria
Gilberto de Jesus
 
Aula higienização das mãos
Aula higienização das mãosAula higienização das mãos
Aula higienização das mãos
Proqualis
 
Aula sinais vitais
Aula sinais vitaisAula sinais vitais
Aula sinais vitais
Viviane da Silva
 
Aula de feridas e curativos - Completa
Aula de feridas e curativos -  CompletaAula de feridas e curativos -  Completa
Aula de feridas e curativos - Completa
SMS - Petrópolis
 
Monitorização UTI
Monitorização UTIMonitorização UTI
Monitorização UTI
Julio Cesar Matias
 
Sistematização da assistência de enfermagem
Sistematização da assistência de enfermagemSistematização da assistência de enfermagem
Sistematização da assistência de enfermagem
Danilo Nunes Anunciação
 
Semiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Semiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas FontesSemiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Semiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Lucas Fontes
 
Isolamento
IsolamentoIsolamento
Isolamento
Rodrigo Abreu
 
Infecção hospitalar
Infecção hospitalarInfecção hospitalar
Infecção hospitalar
Rafaela Carvalho
 
Humanização na assistência de enfermagem
Humanização na assistência de enfermagemHumanização na assistência de enfermagem
Humanização na assistência de enfermagem
Estephane ingrid Souza Pessoa
 
Admissão do paciente na unidade
Admissão do paciente na unidadeAdmissão do paciente na unidade
Admissão do paciente na unidade
ISCISA
 
Fundamentos de enfermagem aula 3
Fundamentos de enfermagem aula 3Fundamentos de enfermagem aula 3
Fundamentos de enfermagem aula 3
9999894014
 

Mais procurados (20)

Aula feridas e curativos
Aula feridas e curativosAula feridas e curativos
Aula feridas e curativos
 
Anotação+de+enfermagem
Anotação+de+enfermagemAnotação+de+enfermagem
Anotação+de+enfermagem
 
Aula Programa Nacional de Imunizacao
Aula Programa Nacional de ImunizacaoAula Programa Nacional de Imunizacao
Aula Programa Nacional de Imunizacao
 
Sinais vitais aula 4
Sinais vitais aula 4Sinais vitais aula 4
Sinais vitais aula 4
 
Avaliação e tratamento de feridas - CBCENF
Avaliação e tratamento de feridas - CBCENFAvaliação e tratamento de feridas - CBCENF
Avaliação e tratamento de feridas - CBCENF
 
Aula assistência de enfermagem no puerperio imeditato
Aula assistência de enfermagem no puerperio imeditatoAula assistência de enfermagem no puerperio imeditato
Aula assistência de enfermagem no puerperio imeditato
 
Importância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.ppt
Importância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.pptImportância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.ppt
Importância do Uso dos Termos Técnicos em Enfermagem.ppt
 
Prevenção e controle de infecção
Prevenção e controle de infecçãoPrevenção e controle de infecção
Prevenção e controle de infecção
 
Medicação em pediatria
Medicação em pediatriaMedicação em pediatria
Medicação em pediatria
 
Aula higienização das mãos
Aula higienização das mãosAula higienização das mãos
Aula higienização das mãos
 
Aula sinais vitais
Aula sinais vitaisAula sinais vitais
Aula sinais vitais
 
Aula de feridas e curativos - Completa
Aula de feridas e curativos -  CompletaAula de feridas e curativos -  Completa
Aula de feridas e curativos - Completa
 
Monitorização UTI
Monitorização UTIMonitorização UTI
Monitorização UTI
 
Sistematização da assistência de enfermagem
Sistematização da assistência de enfermagemSistematização da assistência de enfermagem
Sistematização da assistência de enfermagem
 
Semiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Semiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas FontesSemiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Semiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
 
Isolamento
IsolamentoIsolamento
Isolamento
 
Infecção hospitalar
Infecção hospitalarInfecção hospitalar
Infecção hospitalar
 
Humanização na assistência de enfermagem
Humanização na assistência de enfermagemHumanização na assistência de enfermagem
Humanização na assistência de enfermagem
 
Admissão do paciente na unidade
Admissão do paciente na unidadeAdmissão do paciente na unidade
Admissão do paciente na unidade
 
Fundamentos de enfermagem aula 3
Fundamentos de enfermagem aula 3Fundamentos de enfermagem aula 3
Fundamentos de enfermagem aula 3
 

Semelhante a ICSA32 - Vias de Administração de Vacinas

Administracao_de_Medicamentos.ppt
Administracao_de_Medicamentos.pptAdministracao_de_Medicamentos.ppt
Administracao_de_Medicamentos.ppt
ssuser8e1fc0
 
AULA 6 - Cuidados na administração vacinas
AULA 6 - Cuidados na administração vacinasAULA 6 - Cuidados na administração vacinas
AULA 6 - Cuidados na administração vacinas
BilatoCorreiaEleoter
 
Administração de injetáveis.pptx
Administração de injetáveis.pptxAdministração de injetáveis.pptx
Administração de injetáveis.pptx
LarissaCampos96
 
Segurança do paciente em unidades de urgência
Segurança do paciente em unidades de urgênciaSegurança do paciente em unidades de urgência
Segurança do paciente em unidades de urgência
Aroldo Gavioli
 
Técnicas de administração de vacinas 2016
Técnicas de administração de vacinas 2016Técnicas de administração de vacinas 2016
Técnicas de administração de vacinas 2016
imunizacao
 
Aula 07- Administração de medicamentos em pediatria.pptx
Aula 07- Administração de medicamentos  em pediatria.pptxAula 07- Administração de medicamentos  em pediatria.pptx
Aula 07- Administração de medicamentos em pediatria.pptx
THAINALIMA25
 
_Administrao_de_Medicamentos-1.ppt
_Administrao_de_Medicamentos-1.ppt_Administrao_de_Medicamentos-1.ppt
_Administrao_de_Medicamentos-1.ppt
CELEYCOELHODESOUZA
 
SEGURANÇA DO PACIENTE - UTI - resumo e aula juntos
SEGURANÇA DO PACIENTE - UTI - resumo e aula juntosSEGURANÇA DO PACIENTE - UTI - resumo e aula juntos
SEGURANÇA DO PACIENTE - UTI - resumo e aula juntos
MatheusFerreira835997
 
Administracao de medicamentos_por_via_intramuscular[1]
Administracao de medicamentos_por_via_intramuscular[1]Administracao de medicamentos_por_via_intramuscular[1]
Administracao de medicamentos_por_via_intramuscular[1]
tatinurse
 
ICSA32 - Fases de desenvolvimento de vacinas
ICSA32 - Fases de desenvolvimento de vacinasICSA32 - Fases de desenvolvimento de vacinas
ICSA32 - Fases de desenvolvimento de vacinas
Ricardo Portela
 
PROTEÇÃO E SEGURANÇA DAS VACINAS.pptx
PROTEÇÃO E SEGURANÇA DAS VACINAS.pptxPROTEÇÃO E SEGURANÇA DAS VACINAS.pptx
PROTEÇÃO E SEGURANÇA DAS VACINAS.pptx
ElaineParenteLustosa1
 
Sp2 imunização - hupe
Sp2 imunização - hupeSp2 imunização - hupe
Sp2 imunização - hupe
Ismael Costa
 
Uso de Antibióticos em Neonatologia: menos é mais!
Uso de Antibióticos em Neonatologia: menos é mais!Uso de Antibióticos em Neonatologia: menos é mais!
MEDICAMENTOS
MEDICAMENTOSMEDICAMENTOS
MEDICAMENTOS
MarlaSoutoFranzolli1
 
Apostila de biossegurança nas ações de enfermagem
Apostila de biossegurança nas ações de enfermagemApostila de biossegurança nas ações de enfermagem
Apostila de biossegurança nas ações de enfermagem
Douglas Oliveira
 
Recomendações de Segurança na Administração de Injetáveis
Recomendações de Segurança na Administração de InjetáveisRecomendações de Segurança na Administração de Injetáveis
Recomendações de Segurança na Administração de Injetáveis
Fernando Barroso
 
Imunização.pptx
Imunização.pptxImunização.pptx
Imunização.pptx
Juliana Cavalcante
 
13 vias de administração
13 vias de administração13 vias de administração
13 vias de administração
Jose Maciel Dos Anjos
 
12 congresso de terapia intensiva pediátrica
12 congresso  de terapia intensiva pediátrica12 congresso  de terapia intensiva pediátrica
12 congresso de terapia intensiva pediátrica
Sandra Brassica
 
12 Congresso De Terapia Intensiva PediáTrica
12 Congresso  De Terapia Intensiva PediáTrica12 Congresso  De Terapia Intensiva PediáTrica
12 Congresso De Terapia Intensiva PediáTrica
sbrassica
 

Semelhante a ICSA32 - Vias de Administração de Vacinas (20)

Administracao_de_Medicamentos.ppt
Administracao_de_Medicamentos.pptAdministracao_de_Medicamentos.ppt
Administracao_de_Medicamentos.ppt
 
AULA 6 - Cuidados na administração vacinas
AULA 6 - Cuidados na administração vacinasAULA 6 - Cuidados na administração vacinas
AULA 6 - Cuidados na administração vacinas
 
Administração de injetáveis.pptx
Administração de injetáveis.pptxAdministração de injetáveis.pptx
Administração de injetáveis.pptx
 
Segurança do paciente em unidades de urgência
Segurança do paciente em unidades de urgênciaSegurança do paciente em unidades de urgência
Segurança do paciente em unidades de urgência
 
Técnicas de administração de vacinas 2016
Técnicas de administração de vacinas 2016Técnicas de administração de vacinas 2016
Técnicas de administração de vacinas 2016
 
Aula 07- Administração de medicamentos em pediatria.pptx
Aula 07- Administração de medicamentos  em pediatria.pptxAula 07- Administração de medicamentos  em pediatria.pptx
Aula 07- Administração de medicamentos em pediatria.pptx
 
_Administrao_de_Medicamentos-1.ppt
_Administrao_de_Medicamentos-1.ppt_Administrao_de_Medicamentos-1.ppt
_Administrao_de_Medicamentos-1.ppt
 
SEGURANÇA DO PACIENTE - UTI - resumo e aula juntos
SEGURANÇA DO PACIENTE - UTI - resumo e aula juntosSEGURANÇA DO PACIENTE - UTI - resumo e aula juntos
SEGURANÇA DO PACIENTE - UTI - resumo e aula juntos
 
Administracao de medicamentos_por_via_intramuscular[1]
Administracao de medicamentos_por_via_intramuscular[1]Administracao de medicamentos_por_via_intramuscular[1]
Administracao de medicamentos_por_via_intramuscular[1]
 
ICSA32 - Fases de desenvolvimento de vacinas
ICSA32 - Fases de desenvolvimento de vacinasICSA32 - Fases de desenvolvimento de vacinas
ICSA32 - Fases de desenvolvimento de vacinas
 
PROTEÇÃO E SEGURANÇA DAS VACINAS.pptx
PROTEÇÃO E SEGURANÇA DAS VACINAS.pptxPROTEÇÃO E SEGURANÇA DAS VACINAS.pptx
PROTEÇÃO E SEGURANÇA DAS VACINAS.pptx
 
Sp2 imunização - hupe
Sp2 imunização - hupeSp2 imunização - hupe
Sp2 imunização - hupe
 
Uso de Antibióticos em Neonatologia: menos é mais!
Uso de Antibióticos em Neonatologia: menos é mais!Uso de Antibióticos em Neonatologia: menos é mais!
Uso de Antibióticos em Neonatologia: menos é mais!
 
MEDICAMENTOS
MEDICAMENTOSMEDICAMENTOS
MEDICAMENTOS
 
Apostila de biossegurança nas ações de enfermagem
Apostila de biossegurança nas ações de enfermagemApostila de biossegurança nas ações de enfermagem
Apostila de biossegurança nas ações de enfermagem
 
Recomendações de Segurança na Administração de Injetáveis
Recomendações de Segurança na Administração de InjetáveisRecomendações de Segurança na Administração de Injetáveis
Recomendações de Segurança na Administração de Injetáveis
 
Imunização.pptx
Imunização.pptxImunização.pptx
Imunização.pptx
 
13 vias de administração
13 vias de administração13 vias de administração
13 vias de administração
 
12 congresso de terapia intensiva pediátrica
12 congresso  de terapia intensiva pediátrica12 congresso  de terapia intensiva pediátrica
12 congresso de terapia intensiva pediátrica
 
12 Congresso De Terapia Intensiva PediáTrica
12 Congresso  De Terapia Intensiva PediáTrica12 Congresso  De Terapia Intensiva PediáTrica
12 Congresso De Terapia Intensiva PediáTrica
 

Mais de Ricardo Portela

ICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacao
ICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacaoICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacao
ICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacao
Ricardo Portela
 
3 ways to make the research writing process easier
3 ways to make the research writing process easier3 ways to make the research writing process easier
3 ways to make the research writing process easier
Ricardo Portela
 
Twenty one suggestions
Twenty one suggestionsTwenty one suggestions
Twenty one suggestions
Ricardo Portela
 
ICSA32 - Antigen Discovery
ICSA32 - Antigen DiscoveryICSA32 - Antigen Discovery
ICSA32 - Antigen Discovery
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Anticorpos monoclonais
ICSA17 Imunologia (Prática) - Anticorpos monoclonaisICSA17 Imunologia (Prática) - Anticorpos monoclonais
ICSA17 Imunologia (Prática) - Anticorpos monoclonais
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoprecipitação
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunoprecipitaçãoICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoprecipitação
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoprecipitação
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoaglutinação
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunoaglutinaçãoICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoaglutinação
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoaglutinação
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunofluorescencia
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunofluorescenciaICSA17 Imunologia (Prática) - Imunofluorescencia
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunofluorescencia
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxo
ICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxoICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxo
ICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxo
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - ELISA
ICSA17 Imunologia (Prática) - ELISAICSA17 Imunologia (Prática) - ELISA
ICSA17 Imunologia (Prática) - ELISA
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitos
ICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitosICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitos
ICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitos
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunocromatografia
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunocromatografiaICSA17 Imunologia (Prática) - Imunocromatografia
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunocromatografia
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico
ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico
ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico
Ricardo Portela
 
ICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hiv
ICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hivICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hiv
ICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hiv
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia - Manual eletroforese
ICSA17 Imunologia - Manual eletroforeseICSA17 Imunologia - Manual eletroforese
ICSA17 Imunologia - Manual eletroforese
Ricardo Portela
 
ICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cães
ICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cãesICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cães
ICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cães
Ricardo Portela
 
ICSC48 - Criação e manejo de coelhos
ICSC48 - Criação e manejo de coelhosICSC48 - Criação e manejo de coelhos
ICSC48 - Criação e manejo de coelhos
Ricardo Portela
 
ICSC48 - Criação e manejo de cobaias
ICSC48 - Criação e manejo de cobaiasICSC48 - Criação e manejo de cobaias
ICSC48 - Criação e manejo de cobaias
Ricardo Portela
 
ICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratos
ICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratosICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratos
ICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratos
Ricardo Portela
 
ICSC48 - Classificação dos biotérios
ICSC48 - Classificação dos biotériosICSC48 - Classificação dos biotérios
ICSC48 - Classificação dos biotérios
Ricardo Portela
 

Mais de Ricardo Portela (20)

ICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacao
ICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacaoICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacao
ICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacao
 
3 ways to make the research writing process easier
3 ways to make the research writing process easier3 ways to make the research writing process easier
3 ways to make the research writing process easier
 
Twenty one suggestions
Twenty one suggestionsTwenty one suggestions
Twenty one suggestions
 
ICSA32 - Antigen Discovery
ICSA32 - Antigen DiscoveryICSA32 - Antigen Discovery
ICSA32 - Antigen Discovery
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Anticorpos monoclonais
ICSA17 Imunologia (Prática) - Anticorpos monoclonaisICSA17 Imunologia (Prática) - Anticorpos monoclonais
ICSA17 Imunologia (Prática) - Anticorpos monoclonais
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoprecipitação
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunoprecipitaçãoICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoprecipitação
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoprecipitação
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoaglutinação
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunoaglutinaçãoICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoaglutinação
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoaglutinação
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunofluorescencia
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunofluorescenciaICSA17 Imunologia (Prática) - Imunofluorescencia
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunofluorescencia
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxo
ICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxoICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxo
ICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxo
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - ELISA
ICSA17 Imunologia (Prática) - ELISAICSA17 Imunologia (Prática) - ELISA
ICSA17 Imunologia (Prática) - ELISA
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitos
ICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitosICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitos
ICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitos
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunocromatografia
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunocromatografiaICSA17 Imunologia (Prática) - Imunocromatografia
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunocromatografia
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico
ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico
ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico
 
ICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hiv
ICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hivICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hiv
ICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hiv
 
ICSA17 Imunologia - Manual eletroforese
ICSA17 Imunologia - Manual eletroforeseICSA17 Imunologia - Manual eletroforese
ICSA17 Imunologia - Manual eletroforese
 
ICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cães
ICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cãesICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cães
ICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cães
 
ICSC48 - Criação e manejo de coelhos
ICSC48 - Criação e manejo de coelhosICSC48 - Criação e manejo de coelhos
ICSC48 - Criação e manejo de coelhos
 
ICSC48 - Criação e manejo de cobaias
ICSC48 - Criação e manejo de cobaiasICSC48 - Criação e manejo de cobaias
ICSC48 - Criação e manejo de cobaias
 
ICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratos
ICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratosICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratos
ICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratos
 
ICSC48 - Classificação dos biotérios
ICSC48 - Classificação dos biotériosICSC48 - Classificação dos biotérios
ICSC48 - Classificação dos biotérios
 

Último

Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
marcos oliveira
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Falcão Brasil
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
Ligia Galvão
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
beathrizalves131
 
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p..._jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
marcos oliveira
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Mary Alvarenga
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Mary Alvarenga
 
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
pattyhsilva271204
 
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e CaminhosAprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Leonel Morgado
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
AngelicaCostaMeirele2
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Mary Alvarenga
 

Último (20)

Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
 
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p..._jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
 
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
 
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e CaminhosAprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
 

ICSA32 - Vias de Administração de Vacinas

  • 1. Vacinas e Vias de Administração
  • 3. Rotas de Administração • Em outras palavras: primeiro sítio de contato entre o antígeno e o sistema imune do hospedeiro • Ponto de entrada do antígeno no organismo da pessoa a ser vacinada
  • 4. Rotas de Administração • Levando-se em consideração esse aspecto, deve-se priorizar então sítios e vias de administração que: • Induzam um contato máximo entre o antígeno e o sistema imune (APCs principalmente) • Ativem a forma correta de imunidade
  • 5. Do que depende a escolha? • Tipo de antígeno utilizado • Tipo de adjuvante • Compartimento do Sistema Imune a ser estimulado • Características da pessoa/animal a ser vacinado • Espécie a ser vacinada
  • 6. “CERTOs” de administração de vacinas • Paciente CERTO • Vacina e diluentes CERTOS • Tempo CERTOS • Incluindo administração na idade correta, intervalo correto, e principalmente validade correta • DOSE CERTA • Rota, agulha e técnica CERTAS • Sítio de inoculação CERTO
  • 7. Administração de Vacinas •Preparação •Técnica de administração •Escolha certa de seringa •Sítio de inoculação Essas são considerações importantes porque todos podem afetar a imunogenicidade e o risco de reações locais.
  • 8. Reconstituição de Vacina •Cada vacina deve ser reconstituída no momento da aplicação para que: -Evitar erros -Manter eficácia e estabilidade •Reconstituição de vacinas liofilizadas: -Somente usar o diluente apropriado ou fornecido e dentro da validade -Não misturar vacinas, ou fazê-lo somente sob prescrição -O diluente deve ser adicionado lentamente para evitar formação de grumos e permitir boa homogeneização •Antes da administração: - Checar se a cor ou a composição da vacina está como especificado - Checar se a vacina é mesmo a correta, e se a dose é a correta para o paciente - Checar a data de validade
  • 9. Immunisation Department, Centre for Infections TAMANHO DA AGULHA Para administração intramuscular, a agulha precisa ser longa, para ter certeza de que foi injetada no músculo Na ausência de uma agulha correta, usar uma de 25mm 16mm – para recém-nascidos ou crianças pequenas Adultos com grande massa muscular – 38mm
  • 10. SÍTIO DE INOCULAÇÃO Evitar nervos e vasos sanguíneos Glúteos: Não deve ser utilizado, devido a : -risco de danos ao nervo ciático -injetar a vacina em tecido gorduroso denso ao invés do músculo A inoculação de vacinas no tecido adiposo dos glúteos já demonstrou reduzir a imunogenicidade das vacinas de Hepatite B e raiva.
  • 11. ANTES DA INOCULAÇÃO….. Vacinadores devem estar certos que: • Se há ou não contra-indicações específicas • Obter consentimento do vacinado • A pessoa a ser vacinada está completamente informada acerca da vacina e do processo vacinal • A pessoa a ser vacinada está ciente das possíveis reações adversas e como tratá-las
  • 12.  Normalmente vidro / Algumas vezes plásticos especiais não adsorvíveis  Cada frasco deve ter a dose e a data de validade  Sem rótulo, SEM administração
  • 14. Importância de realizar a via de administração de vacina correta • Promover a melhor resposta imune celular e humoral possível • Reduzir a possibilidade de reação colateral adversa
  • 15. Administração subcutânea • Administração no tecido logo abaixo da derme e acima da camada muscular • Sítios de inoculação mais comuns: região superior lateral do braço (humanos); carnívoros, bovinos, equinos – região superior anterior da nuca
  • 16. Administração subcutânea • Agulha – gauge 23 a 25, tamanho 5/8 • Agulha a ser inserida num ângulo de 45 graus.
  • 21. Sítios para administração intramuscular • O local depende da idade da pessoa a ser vacinada, e do tônus muscular individual • Para crianças mais velhas e adultos, usar o músculo deltóide • Ideal para vacinas de DNA
  • 24. Administração intramuscular • Gauge: 22 a 25 • Tamanho: Recém-nascidos – 5/8 Crianças – 1 Adultos – 1 a 1 1/2
  • 26. VIA INTRADÉRMICA • Talvez a mais eficiente por permitir um contato amplo com células dendríticas • Mas também é a de mais difícil inoculação • Ângulo certo, local certo, ausência de adjuvantes que predisponham a fotossensibilização... • Em desuso...
  • 27. Escarificação • Meio de inoculação muito específico para determinados agentes – Small pox! • Não utilizado em larga escala – dificuldade de inoculação • Possível opção para vacinas contra sarnas
  • 28. VIA INTRANASAL • Ideal para ativação de um compartimento específico da imunidade de mucosa • Problema: DOSE – administração correta! • Muito utilizado em veterinária para infecções pulmonares e do trato respiratório superior • O caso de Bordetella bronchiseptica
  • 29. VIA ORAL • Não utilizada pelo potencial que existe de causar TOLERÂNCIA, ao invés de ativação do sistema imune • Casos específicos: vacinas atenuadas nas quais há absorção antes de entrar em contato com o sistema imune de mucosa do TGI • E patógenos do TGI? Como fazer?
  • 30. Controle de Higiene • Usar desinfetantes a base de álcool • Importante: esperar secar o álcool antes de inocular!! • Luvas: utilizadas se: Houver risco de contato com sangue ou outros fluidos corporais Houver lesões na mão Política do local de vacinação
  • 31. Biossegurança • Nunca colocar a capa de volta na agulha, reaproveitá-la ou cortá-la • Desprezar a agulha em recipiente próprio para material cortante • Usar equipamentos livres de agulha sempre que for possível - BCG
  • 32. Erros de Administração de Vacinas • Administração da formulação de vacina ERRADA • Diluente ou reconstituintes ERRADOS • Via de administração ERRADOS
  • 33. Erros de Administração de Vacinas • Rota errada de administração –IM dada SC Repetir se for raiva ou hepatite B –SC dada IM Não repetir –Oral ou intranasal dadas IM or SC (!) Sempre repetir
  • 34. Como prevenir erros de administração? •Todos os erros de vacinação são erros humanos, e portanto, são preveníveis • Seja certo de que o pessoal envolvido é bem treinado e supervisionado • Prover educação para correta imunização
  • 35. Alguns detalhes... • Não é necessário trocar agulhas entre o processo de reconstituição da vacina e administração, a não ser que essa seja contaminada por contato com outra superfície, ou sofra curvaturas • NUNCA misturar vacinas em somente um inóculo!!! • Se for aplicar duas vacinas diferentes em um mesmo sítio de inoculação, verificar antes a compatibilidade, e espaçar em no mínimo 4cm