SlideShare uma empresa Scribd logo
Saúde Pública II
                    Imunização




By Ismael Costa                      1
Prof. Ismael Costa
ISMAC@GLOBO.COM
WWW.BLOGPROFISMAEL.BLOGSPOT.COM
CONCEITOS BÁSICOS EM IMUNIZAÇÃO


    • O processo imunológico pelo qual se
      desenvolve a proteção conferida pelas vacinas
      compreende o conjunto de mecanismos
      através dos quais o organismo humano
      reconhece uma substância como estranha,
      para, em seguida, metabolizá-la, neutralizá-la
      e/ou eliminá-la.
    • A resposta imune do organismo às vacinas
      depende basicamente de dois tipos de
      fatores: os inerentes às vacinas e os
      relacionados com o próprio organismo.


SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS        3
CONCEITOS BÁSICOS EM IMUNIZAÇÃO
•   RESISTÊNCIA
•   RESISTÊNCIA NATURAL:
•   IMUNIDADE: é o estado de resistência associado à
    presença de anticorpos com ação específica sobre o
    microorganismo causador de determinada doença
    infecciosa ou sobre suas toxinas. Pode ser passiva ou
    ativa.
•   Imunidade passiva naturalmente adquirida: é de
    curta duração e pode ser obtida por transferência da
    mãe para o filho (placenta, amamentação).
•   Imunidade passiva artificialmente adquirida:
    também de curta duração, é obtida pela
    administração de soros e imunoglobulina humana.
•   Imunidade ativa naturalmente adquirida: é
    duradoura, obtida através de infecção ou doença.
•   Imunidade      ativa    artificialmente    adquirida:
    duradoura, obtida pela inoculação de vacinas.

                                                            4
Resposta imunológica
Ao entrar em contato com alguma substância estranha ao organismo,
   nosso sistema imunológico produz uma resposta que pode levar à
   formação de anticorpos (imunoglobulinas) e linfócitos de memória.
Esta resposta leva um tempo determinado, qualquer novo estímulo
   neste intervalo não altera a resposta, logo todas as vacinas possuem
   um intervalo mínimo entre as doses.
No entanto, se houver formação de linfócitos de memória, sempre que
   houver um novo contato com o antígeno, a resposta continuará do
   ponto onde parou, logo não existe intervalo máximo entre as doses,
   em outras palavras não devemos repetir ou recomeçar um esquema
   vacinal. As dose administradas deverão ser consideradas e o
   esquema deverá ser completado.




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                    5
TIPOS DE AGENTES IMUNIZANTES

• Vacina inativada: composta por bactérias ou
  vírus mortos, derivados de agentes infecciosos
  purificados e/ou modificados química ou
  geneticamente.
• Vacina atenuada: bactérias ou vírus vivos
  enfraquecidos, atenuados por múltiplas
  passagens em culturas de células. Estas vacinas
  desenvolvem uma “infecção” e não devem ser
  aplicadas em gestantes pelos riscos ao feto.




                                                    6
Bacterianas       Virais


Atenuadas    BCG               Rotavírus
             Cólera            Sarampo
             Febre Tifóide *   Caxumba
                               Rubéola
                               Varicela
                               VOP
                               Febre Amarela
Inativadas   Difteria          Gripe
             Tétano            VIP
             Coqueluche        Raiva
             Hib               Hepatite B
             Meningocócica     Hepatite A
             Pneumocócica
             Febre Tifóide
                                               7
Composição das vacinas
• a) líquido de suspensão: constituído geralmente por
  água destilada ou solução salina fisiológica, podendo
  conter proteínas e outros componentes originários dos
  meios de cultura ou das células utilizadas no processo
  de produção das vacinas;
• b) conservantes, estabilizadores e antibióticos:
  pequenas quantidades de substâncias antibióticas ou
  germicidas são incluídas na composição de vacinas para
  evitar o crescimento de contaminantes (bactérias e
  fungos); estabilizadores (nutrientes) são adicionados a
  vacinas constituídas por agentes infecciosos vivos
  atenuados.
• Reações alérgicas podem ocorrer se a pessoa vacinada
  for sensível a algum desses componentes;
• c) adjuvantes: compostos contendo alumínio são
  comumente utilizados para aumentar o poder
  imunogênico de algumas vacinas, amplificando o
  estímulo provocado por esses agentes imunizantes
  (toxóide tetânico e toxóide diftérico, por exemplo).
SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS             8
Contra indicações gerais para vacinação

• Para vacinas de bactérias ou vírus vivos
  atenuados:
• imunodeficiência congênita ou adquirida
• presença de neoplasia maligna.
• Outras: Hipersensibilidade (alergias)




                                             9
Situações que indicam adiamento da vacinação

• tratamento com corticóides em doses
  imunossupressoras ( 2mg/kg/dia em
  crianças ou 20 mg/kg/dia em adultos, por
  mais de 1 semana) ou outras terapêuticas
  imunossupressoras           (quimioterapia
  antineoplásica, radioterapia). Neste caso,
  deve-se agendar a vacinação para três (3)
  meses após a conclusão do tratamento.
• durante a evolução de doenças agudas
  febris.
                                               10
Adiamento – cont.

    • O uso de imunoglobulinas também deve adiar
      a aplicação de algumas vacinas vivas, como as
      contra sarampo e rubéola. (3 meses)
    • Há interferência entre a vacina de varicela e
      outras vacinas de vírus vivos de uso
      parenteral, devendo ser aplicadas no mesmo
      dia, em locais diferentes ou com intervalo de
      30 dias.


SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS   11
Atenção
  • Obs: Não há interferência entre as vacinas
    utilizadas no calendário de rotina do PNI, que,
    portanto,       podem        ser     aplicadas
    simultaneamente ou com qualquer intervalo
    entre si.
  • Uma exceção, por falta de informações
    adequadas, é a vacina contra febre amarela:
    recomenda-se        que       seja    aplicada
    simultaneamente ou com intervalo de duas
    semanas das outras vacinas vivas.
  • Entre VORH e VOP – ou simultâneas ou com
    14 dias de intervalo.

SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS       12
Falsas contra-indicações
• a) doenças benignas comuns, tais como afecções recorrentes infecciosas ou
  alérgicas das vias respiratórias superiores, com tosse e/ou coriza, diarréia
  leve ou moderada, doenças da pele (impetigo, escabiose etc);
• b) desnutrição;
• c) aplicação de vacina contra a raiva em andamento;
• d) doença neurológica estável (síndrome convulsiva controlada, por
  exemplo) ou pregressa, com seqüela presente;
• e) antecedente familiar de convulsão;
• f) tratamento sistêmico com corticosteróide durante curto período (inferior
  a duas semanas), ou tratamento prolongado diário ou em dias alternados
  com doses baixas ou moderadas;
• g) alergias, exceto as reações alérgicas sistêmicas e graves, relacionadas a
  componentes de determinadas vacinas;
• h) prematuridade ou baixo peso no nascimento.(exceto BCG)
• i) internação hospitalar



SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                            13
Orientações gerais sobre as vias de
               administração de vacinas
•   - O local mais indicado para injeções intradérmicas é a face anterior do
    antebraço;
•   - O volume máximo indicado a ser introduzido por essa via é 0,5 ml;
•   - A vacina BCG-ID tem 0,1 de volume;
•   - A limpeza de pele suja deverá ser feita com água e sabão;
•   - O álcool comum não deve ser utilizado porque tem baixa volatilidade e
    baixo poder antisséptico;
•   - Em situações especiais (ambiente hospitalar ou zona rural) utilizar
    álcool a 70%;
•   - Na injeção intradérmica não é indicada a limpeza com álcool para evitar
    uma possível interação com o líquido injetado;
•   - A via subcutânea é apropriada para a administração de soluções não
    irritantes, num volume máximo de 1,5 ml, que necessitam ser absorvidas
    lentamente, assegurando uma ação contínua;
•   - Os locais mais indicados para injeções subcutâneas são: terço proximal
    do deltóide, face superior externa do braço, face anterior da coxa e face
    anterior do antebraço.
                                                                                14
Orientações gerais sobre as vias de
              administração de vacinas
• - Observar a seguinte angulação: 30º para pessoas magras; 45º
  para pessoas normais e 60º para pessoas obesas.
• - Fazer leve compressão com algodão seco;
• - Na via intramuscular a solução é introduzida dentro do tecido
  muscular;
• - É apropriada para administração de soluções irritantes
  (aquosas ou oleosas) em volumes até 5 ml. A absorção é rápida
  e o efeito é imediato;
• - Os locais selecionados devem estar distantes dos grandes
  nervos e vasos sanguíneos. Os mais utilizados são: o vasto
  lateral da coxa, o dorso glúteo ou o músculo grande glúteo e o
  deltóide;
• - Em crianças com pouca massa muscular utilizar a angulação
  de 60º, em sentido podálico.

                                                                    15
Situações especiais
• Surtos ou epidemias: Em vigência de surto ou epidemia de doença cuja
  vacinação esteja incluída no PNI, podem ser adotadas medidas de
  controle que incluem a vacinação em massa da população-alvo (estado,
  município, creche etc), sem necessidade de obedecer rigorosamente aos
  esquemas do Manual.
• Campanha de vacinação: Constitui estratégia cujo objetivo é o controle
  de uma doença de forma intensiva ou a ampliação da cobertura vacinal
  para complementar trabalho de rotina.
• Vacinação de gestantes: Não há nenhuma evidência de que a
  administração em gestantes de vacinas de vírus inativados (vacina contra
  a raiva, por exemplo) ou de bactérias mortas, toxóides (toxóide tetânico e
  toxóide diftérico) e de vacinas constituídas por componentes de agentes
  infecciosos (vacina contra infecção meningocócica e vacina contra
  hepatite B, por exemplo) acarrete qualquer risco para o feto.



SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                          16
• As vacinas vivas (vacina contra sarampo, contra rubéola, contra
    caxumba, contra febre amarela, BCG) são contra-indicadas em
    gestantes.
  • Infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) - AIDS
  • As pessoas com infecção assintomática pelo HIV comprovada por
    testes sorológicos poderão receber todas as vacinas incluídas no PNI.
  • Em HIV - positivos sintomáticos, isto é, pacientes com aids, deve-se
    evitar as vacinas vivas, sempre que possível, especialmente o BCG,
    que é contra-indicado.
  • Nos pacientes com aids pode-se ainda lançar mão da vacina
    inativada contra poliomielite, disponível nos Centros de Referências
    de Imunobiológicos Especiais (CRIEs).




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                        17
18
SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
Observações
    •   BCG
    •   Hepatite B
    •   DTP
    •   VORH
    •   Pneumo 10 conj.
    •   Meningo C conj.
    •   Febre amarela




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
Calendário adolescente




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
Calendário do adulto e idoso




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
Informações vacinais
    Vacina                 Composição                      Contra-indicações                 Estabilidade
                BCG (bacilo de Calmette &               Peso menor de 2 kg,          6h, a luz solar inativa a
      BCG
                Guérin) liofilizado                     AIDS.                        BCG.
                Partículas virais, hidróxido de         Reação        anafilática    O congelamento inativa a
                alumínio como adjuvante e o             sistêmica                    vacina. Depois de aberto o
                timerosal como conservante                                           frasco-ampola de múltiplas
   Hepatite B
                                                                                     doses, a vacina poderá ser
                                                                                     utilizada durante até o final
                                                                                     do prazo de validade.
                Contém os três tipos de poliovírus      Diarréia e vomita     (na    Até o final
      VOP
                atenuados (tipos I,II e III).           rotina)
                Vírus isolados de humanos e             Gastroenterite               Caso a mesma não seja
                atenuados                               (internação)                 administrada
                                                                                     imediatamente, deve ser
     VORH
                                                                                     mantida entre _ 2°C e +
                                                                                     8°C e desprezada após 24
                                                                                     horas
                Polissacarídeo capsulas – PRP-          Reação         anafilática   Até o final
                (poliribosil-ribitol-fosfato),          sistêmica
      HlB
                conjugado quimicamente a uma
                proteína carreadora.
                Vírus        vivos         atenuados,   Alergia anafilática ao ovo   4h
     Febre
                apresentada        sob     a    forma
    amarela
                liofilizada.
                Vírus vivos atenuados contra o          Alergia   anafilática   ao   8h
                sarampo, a caxumba e a rubéola.         ovo, gravidez, uso de
    Tri-Viral
                                                        imunoglobina          (3m
                                                        anteriores)




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
Toxóide diftérico, toxóide tetânico   Criança com 7 anos ou +       Até o final
              e Bordetella pertussis inativada      Doença        neurológica
    DTP       em    suspensão,     tendo    como    ativa, reação grave à
              adjuvante hidróxido ou fosfato de     doses anteriores.
              alumínio.
              Toxóide    diftérico   e    toxóide   Anafilática      sistêmica    Até o final
              tetânico, tendo como adjuvante        grave     seguindo-se     à
              hidróxido ou fosfato de alumínio      aplicação     de      dose
                                                    anterior; síndrome de
     dT
                                                    Guillain-Barré nas seis
                                                    semanas        após       a
                                                    vacinação contra difteria
                                                    e/ou tétano anterior.
   Pneumo     Polissacarídeo de pneumococos         Reação          anafilática   Até o final
    10conj    conjugados                            sistêmica
              Polissacarídeo do Mn C conjugado      Reação          anafilática   Até o final
  Meningo C
              a toxóide tetânico. Adjuvante de      sistêmica
    conj
              hidróxido de alumínio.




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
Utilizam-se dois tipos de vacinas     História de anafilaxia a    Até o final
             inativas contra influenza: vacinas    proteínas do ovo ou a
             de vírus de fracionados; vacinas      outros componentes da
             de subunidades. Trivalentes (2        vacina
   Anti-
             vírus tipo A e 1 tipo B). Na
 Influenza
             composição das vacinas, entram
             antibióticos como a neomincina
             ou polimixina e podem conter
             timerosal como conservante
             É constituída de uma suspensão        Reação        anafilática   Até o final
             de     antígenos    polissacarídeos   sistêmica
 Pneumo 23   purificados, com 23 sorotipos de
             pneumococo, em solução salina e
             conservada por fenol.
             Cultivo celular (inativada)           Reação        anafilática   Até o final
   Raiva
                                                   sistêmica




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
Imunização contra tétano em caso de ferimento




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS    26
Imunização de tétano em gestantes

    •   Gestante não-vacinada
    •   Esquema básico: consta de três doses, podendo ser adotado
        um dos seguintes esquemas:
    •   a) as primeiras duas doses com intervalo de dois meses
        (mínimo de um mês) - aplicando-se a primeira o mais
        precocemente possível - e a terceira, seis meses depois da
        segunda; caso só haja tempo para aplicação de duas doses, a
        segunda deve ser aplicada 20 dias, ou mais, antes da data
        provável do parto (esquema 0, 2, 8).
    •   b) três doses, de dois em dois meses (intervalos mínimos de
        um mês) - aplicando-se a primeira dose o mais precocemente
        possível; caso só haja tempo para aplicar duas doses, a
        segunda deve ser aplicada 20 dias, ou mais, antes da data
        provável do parto (esquema 0, 2, 4). Por motivos de ordem
        operacional, tem-se optado por um ou outro esquema nas
        diferentes regiões do país.
                                       By Ismael Costa
SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                       27
Imunização de tétano em gestantes

    • Gestante vacinada
    • Esquema básico: na gestante que já recebeu uma ou duas
      doses da vacina contra o tétano (DTP, DT, dT ou TT) deverão
      ser aplicadas mais duas ou uma dose, respectivamente, da
      vacina dupla tipo adulto (dT), para se completar o esquema
      básico de três doses. Essa terceira dose deve ser aplicada 20
      dias ou mais antes da data provável do parto.
    • Reforços: de dez em dez anos; antecipar a dose de reforço
      se ocorrer nova gravidez cinco anos, ou mais, depois da
      aplicação da última dose. A dose de reforço deve ser
      aplicada 20 dias ou mais antes da data provável do parto.




                                      By Ismael Costa
SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                       28
Vacina contra Raiva Humana
•  A vacina contra raiva para uso humano, empregada rotineiramente no Brasil, é a
  vacina do tipo cultivo celular.
• Profilaxia preexposição
• A vacina contra a raiva é indicada a pessoas que se expõem repetida ou
  continuamente ao risco da infecção, a saber: profissionais com atividade em
  laboratórios onde se trabalhe com o vírus da raiva, em particular laboratórios de
  diagnóstico sorológico ou anatomopatológico e de pesquisa em virologia;
  médicos veterinários; profissionais que atuem em serviços de controle da raiva
  animal (tratadores, vacinadores e laçadores); pessoas que entram em contato
  freqüente com animais que possam transmitir a raiva.
• A profilaxia preexposição é efetuada com a administração, por via intramuscular,
  no deltóide ou no vasto lateral da coxa, de três doses da vacina do tipo cultivo
  celular, no esquema 0, 7 e 28. Deve ser realizada sorologia 10 dias após a última
  dose. O título de anticorpos deve ser superior a 0,5 UI/ml.



SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                               29
Esquema para tratamento profilático pós-exposição anti-
         rábico com a vacina Cultivo celular




                                                          30
Sp2 imunização - hupe
Anti-rábica - observações
• É preciso sempre avaliar os hábitos e cuidados
  recebidos pelo cão e gato
• Nas agressões por morcegos deve-se indicar a
  soro-vacinação independente da gravidade da
  lesão, ou indicar conduta de re-exposição.
• Aplicação do soro peri-focal na (s) porta (s) de
  entrada. Quando não for possível infiltrar toda a
  dose, a quantidade restante deve ser aplicada por
  via intramuscular, podendo ser utilizada a região
  glútea.
• Sempre aplicar em local anatômico diferente do
  que aplicou a vacina.

                                                      32
Pneumocóccica 10 conjugada

    •   a) Indicações ; Imunização ativa de crianças de 2 meses a < de 24 meses de idade
        contra doença invasiva e otite média aguda causadas por Streptococcus
        pneumoniae sorotipos 1, 4, 5, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19F e 23F.
    •   b) Composição e Apresentação: A vacina pneumocócica 10-valente é constituída
        por 10 (dez) sorotipos de pneumococos (1,4,5,6B,7F,9V, 14, 18C, 19F, 23F) e
        conjugada com a proteína D de Haemophilus influenzae para oito de seus
        sorotipos e carreadores de toxóide diftérico (DT) e de toxóide tetânico (TT ou T)
        usados por dois sorotipos.
    •   A vacina contém excipiente cloreto de sódio, fosfato de alumínio e água para
        injeção, (q.s.p. 0,5ml). Não contém conservantes. A embalagem possui 10 frascos-
        ampola de vidro, apresentados em unidose, com 0,5 ml.
    •   c) Via de Administração, Cuidados de Conservação, Validade.
    •   A vacina deve ser administrada por injeção intramuscular de preferência na área
        do vastro lateral da coxa da criança. Nenhum dado está disponível sobre a
        administração subcutânea da vacina pneumocócica conjugada 10-valente.


SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                                        33
Pneumocóccica 10 conjugada

    • Administrar     com      cautela    em     indivíduos    com
      trombocitopenia ou qualquer outro distúrbio de coagulação,
      uma vez que pode ocorrer sangramento após a administração
      intramuscular nesses pacientes. A vacina deve ser conservada,
      na embalagem original, para ser protegida da luz e sob
      refrigeração entre 2°C e 8°C, não podendo ser congelada.




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                  34
35
36
37
Pneumo 10

    • As reações adversas mais comuns observadas depois da
      vacinação primária foram rubor no local da injeção e
      irritabilidade, que ocorreram após 38,3% e 52,3%
      respectivamente dos casos após a vacinação. Com o reforço,
      estas reações adversas foram verificadas em 52,6% e 55,4%
      dos vacinados, respectivamente. A maioria das reações
      relatadas foi de intensidade leve a moderada e não tiveram
      longa duração.




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS               38
Meningo C conjugada
    • Apresentação: Embalagem unidose, contendo dois frascos: um com o pó
      liofilizado branco ou esbranquiçado (antígeno) e outro com 0,8 ml de um
      líquido branco opaco (diluente).
    • Composição: Cada dose de 0,5 mL. da vacina contém:
    • Oligossacarídeo meningocócico C.................................................10 μg
    • Conjugado com proteína CRM197 do C. diphteriae..........12,5 a 25,0 μg
    • Hidróxido de alumínio.................................................0,3 a 0,4 mg Al3+
    • Excipientes: Manitol, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato
      de sódio dibásico heptaidratado, cloreto de sódio e água para injeção.
      Observação: Não contém conservante.
    • Via de Administração : A vacina deve ser administrada exclusivamente pela
      via intramuscular profunda, de preferência na área ântero-lateral da coxa
      direita da criança.



SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                                         39
Meningo C conjugada

    • Atenção: Administrar com cautela em
      indivíduos com trombocitopenia ou qualquer
      outro distúrbio de coagulação, uma vez que
      pode      ocorrer   sangramento        após a
      administração intramuscular nesses pacientes.
    • Cuidados de conservação e validade:
      conservar na embalagem original e sob
      refrigeração entre 2°C e 8°C. não congelar.
      evitar a exposição direta a luz solar.

SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS   40
41
Meningo C conjugada
  • Eventos adversos: Como ocorre com outros imunobiológicos a
    vacina meningocócica do grupo C, conjugada – CRM197 pode
    causar algumas reações indesejáveis em algumas pessoas:
  • Eventos adversos locais: dor, rubor, edema, endurecimento e
    hipersensibilidade.
  • Eventos adversos sistêmicos: em crianças menores há relato de
    febre, choro, irritabilidade, sonolência ou comprometimento do
    sono, anorexia, diarréia e vômitos. A maioria dos eventos
    adversos ocorreram nos primeiros dias após a vacinação,
    principalmente no dia da aplicação, podendo alcançar até 3 a 6
    dias. A maioria foram autolimitados e com boa evolução.



SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS               42
VORH
 • Vômitos e diarréia: A criança com quadro de gastrenterite que
   leva à hospitalização deve ter a vacinação adiada.
 • Higiene pós-vacinação: é importante manter uma boa higiene
   pessoal e no manuseio das fezes de crianças vacinadas, tendo em
   vista a eliminação de vírus vacinal nas fezes. A lavagem das mãos é
   a melhor forma de manter esta higiene, especialmente após
   manuseio de fraldas.
 • Os estudos clínicos que avaliaram a administração da VORH e da
   pólio oral (VOP) foram realizados com administração das vacinas
   com um intervalo de 2 (duas) semanas ou concomitante. Os
   resultados mostraram que não houve interferência na resposta
   vacinal para ambas as vacinas, considerando as duas doses da
   VORH.


SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                    43
Organização da sala de vacinação
   • as paredes e o piso devem ser laváveis;
   • deve ter pia com torneira;
   • deve ter interruptor exclusivo para cada
   equipamento elétrico;
   • deve ter arejamento e iluminação adequados,
   evitando a incidência de luz solar direta; e
   • deve ter entrada e saída independentes, se possível.
   Além disso, a sala de vacinação deve ser mantida em
   condições de higiene e limpeza e ser exclusiva para a
   administração dos imunobiológicos.
   Observação:
   • Nos locais onde há grande demanda, utilizar duas
   salas com comunicação direta, uma para a triagem e a
   orientação da clientela e outra para a administração
   dos imunobiológicos.
                                      By Ismael Costa
SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS             44
Vacinação de profissionais de
               saúde
    • Esquema de hepatite B para profissionais de saúde.
    • Estes profissionais podem ser vacinados contra a
      Hepatite B sem fazer teste sorológico prévio.
    • Recomenda-se a sorologia um a dois meses após a
      última dose do esquema vacinal, para verificar se
      houve resposta satisfatória à vacina (Anti-HBs >
      10UI/mL) para todos esses profissionais.




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
Sp2 imunização - hupe
NR7

    • Compete ao empregador:
    • a) garantir a elaboração e efetiva implementação do
      PCMSO, bem como zelar pela sua eficácia;
    • b) custear sem ônus para o empregado todos os
      procedimentos relacionados ao PCMSO.
    • Obs: Fica evidente que os riscos a saúde deverão ser
      contemplados nos PCMSO e cabe ao empregador
      custear o programa.



SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
NR32

    • Da Vacinação dos Trabalhadores
    • A todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido,
      gratuitamente, programa de imunização ativa contra tétano,
      difteria, hepatite B e os estabelecidos no PCMSO.
    • Sempre que houver vacinas eficazes contra outros agentes
      biológicos a que os trabalhadores estão, ou poderão estar,
      expostos, o empregador deve fornecê-las gratuitamente.
    • Deve ser considerada a necessidade específica de vacinas, de
      acordo com a atividade de cada trabalhador, deve ser
      considerada, mesmo que a vacinação não seja obrigatória.



SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
Sp2 imunização - hupe
REDE DE FRIO
• É o sistema de conservação dos imunobiológicos, onde se
  incluem: o armazenamento, o transporte e a manipulação
  destes produtos em condições adequadas de refrigeração,
  desde o laboratório produtor até o momento em que são
  administrados.
• Na rede de frio existem cinco instâncias: a nacional, a central
  estadual, a regional, a municipal e a local para o
  armazenamento e transporte de uma esfera à outra.




                                                                    50
Instâncias
• Instância nacional e central estadual: são instaladas câmaras
  frias com compartimentos separados para conservar os
  imunobiológicos a -20ºC (que podem ser congelados) e entre
  +2ºC e +8ºC (aqueles que não podem ser congelados). Na
  instância central estadual podem ser utilizados, também
  freezers (-20ºC) e geladeiras comerciais (4, 6 ou 8 portas) para
  os produtos conservados entre +2ºC e +8ºC.
• Instâncias regional e municipal: os imunobiológicos são
  conservados em câmaras frias ou em freezers e em
  refrigeradores, conforme a temperatura indicada para cada
  produto.
• Instância local: nos centros e postos de saúde, hospitais e
  ambulatórios, os imunobiológicos são conservados entre +2ºC e
  +8ºC, em refrigeradores domésticos ou em caixas térmicas.


                                                                     51
Procedimentos para a utilização de
                termômetros

• Em todas as instâncias da rede de frio o controle da
  temperatura é feito pela verificação em
  termômetros.
• Na sala de vacinação, nos postos de vacinação fixos
  ou volantes bem como no transporte, os
  imunobiológicos devem ser conservados entre +2ºC
  e +8ºC. Para controlar a temperatura são utilizados
  os seguintes termômetros: de máxima e mínima;
  linear e de cabo extensor.


                                                         52
• A temperatura dos equipamentos é verificada,
  pelo menos, duas vezes ao dia, no início e no
  final do dia de trabalho.
• A cada verificação a temperatura lida deve ser
  registrada no formulário de Controle de
  Temperatura




                                                   53
Orientações para o uso de
                 refrigeradores

    • - Deve ser de compartimento único (bi-plex não
      mantém a temperatura exigida)
    • - Evitar estoques acima do consumo da unidade
      e da capacidade do refrigerador, pois reduz o
      risco de exposição a situações que possam
      comprometer a qualidade (potência) dos
      produtos.
    • - Colocar o equipamento distante de fonte de
      calor (estufa, autoclave) e fora do alcance dos
      raios solares.
    • - Deixá-lo perfeitamente nivelado.


SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS         54
• - Afastá-lo da parede pelo menos 20 cm para permitir a
      circulação do ar no condensador.
    • - Usar tomada exclusiva
    • - Regular o termostato de modo a atingir a temperatura
      exigida.
    • - Após o ajuste o termostato não pode ser manipulado, nem
      mesmo durante a limpeza.
    • - O refrigerador deve ser de uso exclusivo para a guarda de
      imunobiológicos.
    • - Evitar abri-lo mais de duas vezes ao dia (fazer previsão do
      consumo e retirar tudo que vai precisar).



SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                  55
Organização do refrigerador

    • Colocar o termômetro na prateleira central.
    • - Arrumar os imunobiológicos em bandejas perfuradas.
    • - Observar a seguinte disposição dos imunobiológicos:
    • na primeira prateleira as vacinas virais que podem ser
      congeladas;
    • na segunda as vacinas bacterianas e as virais que não podem
      ser congeladas e os soros e,
    • na terceira prateleira os diluentes.




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                56
Posição
                                      Vacinas                                   na
                                                                             Geladeira
                           Virais                      Bacterianas           1º   2º
           Rotavírus (VORH), Pólio (VOP), Tri-
 Podem     viral (sarampo, Caxumba, Rubéola),
                                                            ***              X
Congelar   Febre amarela, Pólio inativada (VIP),
           Hepatite A.
                                                   Difteria,      Tétano,
                                                   coqueluche,       BCG,
  Não
           Hepatite B, Raiva Humana, Anti-         Pneumocócica,
 podem                                                                            X
           influenza                               Meningocócica, febre
congelar
                                                   tifóide,  Cólera,    H.
                                                   inluenzae tipo B (HiB)




                                                                                         57
58
Observações -refrigeradores
• - Não colocar imunobiológicos na porta e na parte de baixo do
  refrigerador.
• - Não colocar nem um tipo de produto na porta do refrigerador.
• - O estoque de diluentes pode ser deixado em temperatura ambiente
  desde que, no momento da administração já esteja na temperatura da
  vacina. Para tanto, deve ser colocado no refrigerador na véspera ou
  pelo menos 6 horas antes do uso.
• - Produtos guardados na embalagem original devem ser arrumados de
  modo a manter uma distância de dois dedos entre as caixas para
  permitir a circulação do ar.
• - A limpeza do refrigerador deve ser feita a cada 15 dias, ou quando a
  camada de gelo atingir 0,5 cm.




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                            59
Procedimentos básicos em situação de emergência

• Manter o equipamento fechado até que a corrente seja reativada ou
  que se verifique o tipo de problema.
• Quando o defeito identificado não for solucionado em até seis horas,
  providenciar para que os imunobiológicos sejam colocados em caixas
  térmicas, mantendo a temperatura ente +2ºC e +8ºC, até que sejam
  transferidos para outro equipamento em um serviço ou na instância
  mais próxima.
• - O prazo de quatro a seis horas só deve ser tolerado quando o
  refrigerador:
• a) está funcionando em perfeitas condições;
• b) tem vedação perfeita da borracha da porta;
• c) tem controle diário de temperatura;
• d) contém gelo reciclável, sacos plásticos ou recipientes com gelo no
  evaporador;
• e) contém garrafas com água na última prateleira.


SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                           60
• Ao colocar um imunobiológico sob suspeita são adotadas as seguintes
  providências:
• a) suspender a utilização dos produtos sob suspeita, mantendo-os em
  refrigeração adequada;
• b) registrar no formulário para solicitação de re-teste de imunobiológicos as
  seguintes informações: lote, quantidade, validade, apresentação, laboratório
  produtor, local e condições de armazenamento;
• c) descrição do problema identificado;
• d) a alteração de temperatura verificada e outras informações sobre o momento
  da detecção do problema;
• e) contatar a instância da rede de frio imediatamente superior;
• f) discutir o destino a ser dado ao imunobiológico;




SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS                             61
QUESTÕES
Prefeitura de Areial/PB – enfermeiro- 2011
1-Em qual situação a vacina BCG está contra-indicada?
A) Portadores de HIV (positivo)
B) Comunicantes de hanseníase
C) Comunicantes de HIV positivos
D) Crianças em idade escolar sem cicatriz vacinal de BCG
E) Crianças ao nascer
Prefeitura de Areial/PB – enfermeiro- 2011
1-Em qual situação a vacina BCG está contra-indicada?
A) Portadores de HIV (positivo)
B) Comunicantes de hanseníase
C) Comunicantes de HIV positivos
D) Crianças em idade escolar sem cicatriz vacinal de BCG
E) Crianças ao nascer
Lagoa da Prata 2012
2-São exemplos de vacinas de microrganismos vivos e vacinas de
microrganismos inativados, respectivamente, EXCETO:
(A) Tríplice bacteriana e tríplice viral.
(B) Anti-pólio (sabin) e tríplice bacteriana.
(C) Anti-febre amarela e anti-varicela.
(D) Dupla adulto e anti-meningocócica C conjugada.
Lagoa da Prata 2012
2-São exemplos de vacinas de microrganismos vivos e vacinas de
microrganismos inativados, respectivamente, EXCETO:
(A) Tríplice bacteriana e tríplice viral.
(B) Anti-pólio (sabin) e tríplice bacteriana.
(C) Anti-febre amarela e anti-varicela.
(D) Dupla adulto e anti-meningocócica C conjugada.
Campo mourão 2012
3 - De acordo com o Calendário de Imunização, uma criança com
180 dias de idade deverá receber as seguintes vacinas:
a) BCG e Febre amarela.
b) Hepatite e Sarampo.
c) Tríplice Viral e Hepatite.
d) Sabin, Hepatite e Tetravalente.
Campo mourão 2012
3 - De acordo com o Calendário de Imunização, uma criança com
180 dias (6 meses) de idade deverá receber as seguintes vacinas:
a) BCG e Febre amarela.
b) Hepatite e Sarampo.
c) Tríplice Viral e Hepatite.
d) Sabin, Hepatite e Tetravalente.
São Mateus do Sul- 2012
4. As vacinas que podem ser conservadas a uma temperatura de
-20°C são:
A ( ) Antiamarílica e antitetânica;
B ( ) Anti-sarampo e antipólio;
C ( ) DPT e antitetânica;
D ( ) Antirrábica e antissarampo;
E ( ) Antipolio e BCG.
São Mateus do Sul- 2012
4. As vacinas que podem ser conservadas a uma temperatura de
-20°C são:
A ( ) Antiamarílica e antitetânica;
B ( X) Anti-sarampo e antipólio;
C ( ) DPT e antitetânica;
D ( ) Antirrábica e antissarampo;
E ( ) Antipolio e BCG.
Cambé 2012
5-A BCG-ID é uma vacina indicada para prevenir as formas graves de tuberculose e
hanseníase, conforme preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Sobre
esta vacina, pode-se afirmar que estão corretas todas as alternativas, EXCETO:
A) A BCG, no Brasil, é comumente apresentada em ampola com 10 doses, de vidro
acastanhado, para proteger a vacina da ação direta da luz solar, da qual deve ser
sempre afastada.
B) Após a reconstituição desta vacina, deve ser usada no prazo máximo de 6 horas.
C) O volume correspondente a cada dose é de 0,1 ml, administrada por via subcutânea
no braço direito, na altura da inserção inferior do músculo deltoide.
D) Ao aplicar a vacina, os pais da criança devem ser orientados que a reação vacinal
pode ocorrer em até 6 meses, observando que pode ocorrer em algumas etapas:
nódulo local, pústula, crosta, úlcera e cicatriz.
E) A vacina BCG-ID é preparada com vírus vivos atenuados
Cambé 2012
5-A BCG-ID é uma vacina indicada para prevenir as formas graves de tuberculose e
hanseníase, conforme preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Sobre
esta vacina, pode-se afirmar que estão corretas todas as alternativas, EXCETO:
A) A BCG, no Brasil, é comumente apresentada em ampola com 10 doses, de vidro
acastanhado, para proteger a vacina da ação direta da luz solar, da qual deve ser
sempre afastada.
B) Após a reconstituição desta vacina, deve ser usada no prazo máximo de 6 horas.
C) O volume correspondente a cada dose é de 0,1 ml, administrada por via subcutânea
no braço direito, na altura da inserção inferior do músculo deltoide.
D) Ao aplicar a vacina, os pais da criança devem ser orientados que a reação vacinal
pode ocorrer em até 6 meses, observando que pode ocorrer em algumas etapas:
nódulo local, pústula, crosta, úlcera e cicatriz.
E) A vacina BCG-ID é preparada com vírus vivos atenuados
6-Sobre a vacina dupla bacteriana, é incorreto afirmar: (Capela –
2010)
(A) A vacina dupla do tipo infantil poderá ser aplicada em
menores de sete anos e a dupla do tipo adulto a partir desta
idade;
(B) A via de administração é a IM profunda, preferencialmente no
vasto lateral da coxa; em crianças com mais de dois anos de idade
pode ser aplicada na região deltóide;
(C) A vacina dupla do tipo infantil contém uma menor
concentração de toxóide diftérico, a mesma de toxóide tetânico e
não contém o componente Palácios, presente na vacina tríplice
(DTP);
(D) A vacina dupla do tipo adulto é empregada como reforço da
vacinação efetuada com a tríplice ou com a dupla do tipo infantil.
6-Sobre a vacina dupla bacteriana, é incorreto afirmar: (Capela –
2010)
(A) A vacina dupla do tipo infantil poderá ser aplicada em
menores de sete anos e a dupla do tipo adulto a partir desta
idade;
(B) A via de administração é a IM profunda, preferencialmente no
vasto lateral da coxa; em crianças com mais de dois anos de idade
pode ser aplicada na região deltóide;
(C) A vacina dupla do tipo infantil contém uma menor
concentração de toxóide diftérico, a mesma de toxóide tetânico
e não contém o componente Palácios, presente na vacina
tríplice (DTP);
(D) A vacina dupla do tipo adulto é empregada como reforço da
vacinação efetuada com a tríplice ou com a dupla do tipo infantil.
7-Quanto a vacinas, marque V para as alternativas verdadeiras e F para as
falsas: (Bom Jardim – 2009)
( ) Os imunobiológicos vacinas, soros e imunoglobulinas são produtos
termolábeis, ou seja, produzidos para conservação a - 20ºC e na faixa de 2ºC a
8ºC.
( ) São de via de aplicação subcutânea deltóide: F. A (febre amarela), influenza,
tríplice viral e pneumo 23.
( ) A vacina contra febre amarela e a BCG perdem a validade após 6 horas
aberta.
( ) A vacina pneumo 23 e contra raiva humana são de uso imediato.
( ) A vacina DTP só deve ser aplicada até 6 anos, 11 meses e 29 dias.
A sequência correta é:
a) V, F, V, F, V;
b) F, F, V, V, F;
c) F, V, V, V, F;
d) V, V, F, F, V;
e) F, V, V, F, V.
7-Quanto a vacinas, marque V para as alternativas verdadeiras e F para as
falsas: (Bom Jardim – 2009)
( ) Os imunobiológicos vacinas, soros e imunoglobulinas são produtos
termolábeis, ou seja, produzidos para conservação a - 20ºC e na faixa de 2ºC a
8ºC.
( ) São de via de aplicação subcutânea deltóide: F. A (febre amarela), influenza,
tríplice viral e pneumo 23.
( ) A vacina contra febre amarela e a BCG perdem a validade após 6 horas
aberta.
( ) A vacina pneumo 23 e contra raiva humana são de uso imediato.
( ) A vacina DTP só deve ser aplicada até 6 anos, 11 meses e 29 dias.
A sequência correta é:
a) V, F, V, F, V;
b) F, F, V, V, F;
c) F, V, V, V, F;
d) V, V, F, F, V;
e) F, V, V, F, V.
8- Numere a coluna da direita com base nas informações relativas aos princípios ativos
dos imunobiológicos da coluna da esquerda. (Brejo dos Santos 2009):
1 - Vírus vivo atenuado
2 - Bactéria viva atenuada
3 - Toxóide
4 - Vírus inativado
5 – Polissacarídeo conjugado
( ) Vacina contra Haemophilus influenza tipo b (Hib)
( ) B.C.G.
( ) Vacina dupla adulto (dT)
( ) Vacina contra hepatite A
( ) Vacina tríplice viral (V.T.V.)
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta da coluna da direita, de cima
para baixo.
A) 5, 2, 3, 4, 1;
B) 4, 2, 3, 5, 1;
C) 4, 3, 2, 5, 1;
D) 1, 2, 3, 4, 5.
8- Numere a coluna da direita com base nas informações relativas aos princípios ativos
dos imunobiológicos da coluna da esquerda. (Brejo dos Santos 2009):
1 - Vírus vivo atenuado
2 - Bactéria viva atenuada
3 - Toxóide
4 - Vírus inativado
5 – Polissacarídeo conjugado
( ) Vacina contra Haemophilus influenza tipo b (Hib)
( ) B.C.G.
( ) Vacina dupla adulto (dT)
( ) Vacina contra hepatite A
( ) Vacina tríplice viral (V.T.V.)
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta da coluna da direita, de cima
para baixo.
A) 5, 2, 3, 4, 1;
B) 4, 2, 3, 5, 1;
C) 4, 3, 2, 5, 1;
D) 1, 2, 3, 4, 5.
UFPA 2011
9-Um adolescente de 15 anos de idade, em boas condições de
saúde, compareceu ao setor de vacinação de uma unidade de
saúde para receber a vacina contra hepatite B e, durante a
triagem, não apresentou comprovante de vacinação anterior.
Nesse caso, a conduta adequada do profissional de saúde do
setor, de acordo com o Ministério da Saúde, seria
(A) vacinar somente mediante sorologia negativa para hepatite B.
(B) vacinar com o esquema de duas doses.
(C) administrar somente dose de reforço.
(D) considerar o adolescente vacinado.
(E) vacinar seguindo o esquema de três doses.
UFPA 2011
9-Um adolescente de 15 anos de idade, em boas condições de
saúde, compareceu ao setor de vacinação de uma unidade de
saúde para receber a vacina contra hepatite B e, durante a
triagem, não apresentou comprovante de vacinação anterior.
Nesse caso, a conduta adequada do profissional de saúde do
setor, de acordo com o Ministério da Saúde, seria
(A) vacinar somente mediante sorologia negativa para hepatite B.
(B) vacinar com o esquema de duas doses.
(C) administrar somente dose de reforço.
(D) considerar o adolescente vacinado.
(E) vacinar seguindo o esquema de três doses.
Lajes pintadas/SC- 2011
10. Quando se segue adequadamente o calendário vacinal
recomendado pelo Ministério da Saúde, a vacina pneumocócica
10 (conjugada) deve ser administrada:
a) Aos 3, 9, 12 e 18 meses;
b) Aos 1, 3, 6 e 15 meses;
c) Aos 0, 4, 9 e 18 meses;
d) Aos 2, 4, 6 e 12 meses.
Lajes pintadas/SC- 2011
10. Quando se segue adequadamente o calendário vacinal
recomendado pelo Ministério da Saúde, a vacina pneumocócica
10 (conjugada) deve ser administrada:
a) Aos 3, 9, 12 e 18 meses;
b) Aos 1, 3, 6 e 15 meses;
c) Aos 0, 4, 9 e 18 meses;
d) Aos 2, 4, 6 e 12 meses.
Nova União – 2011
11-Fatores de ordem geral podem ser considerados como
possíveis contra-indicações comuns à administração de todos os
imunobiológicos. Dos fatores descritos abaixo, marque aquele
que NÃO se enquadra às contra-indicações gerais para a
administração de imunobiológicos.
a) Reação de hipersensibilidade após recebimento de qualquer
dose.
b) Hipersensibilidade a componentes do produto.
c) A presença de neoplasia maligna.
d) Ocorrência de febre após a administração de uma vacina.
Nova União – 2011
11-Fatores de ordem geral podem ser considerados como
possíveis contra-indicações comuns à administração de todos os
imunobiológicos. Dos fatores descritos abaixo, marque aquele
que NÃO se enquadra às contra-indicações gerais para a
administração de imunobiológicos.
a) Reação de hipersensibilidade após recebimento de qualquer
dose.
b) Hipersensibilidade a componentes do produto.
c) A presença de neoplasia maligna.
d) Ocorrência de febre após a administração de uma vacina.
IFCE 2012
12. Sobre o calendário básico de vacinação, definido pelo Programa Nacional de Imunizações da
Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (PNI/MS), analise as afirmativas.
I. A vacina BCG previne, principalmente, as formas graves de tuberculose e deve ser aplicada,
quando o bebê nasce, em dose única. Em prematuros, deve ser aplicada no 2º mês de vida ou após
ele atingir 1,600 kg.
II. A vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis e Haemophilus influenzae b (conjugada) deve ser
administrada aos 2, 4 e 6 meses de idade. À vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis – DTP são
indicados dois reforços. O primeiro reforço deve ser administrado aos 15 meses de idade e o
segundo aos 4 (quatro) anos. A idade máxima para administrar esta vacina é aos 6 anos, 11meses e
29 dias.
III. A vacina da hepatite B (recombinante) deve ser administrada em adolescentes não vacinados
ou sem comprovante de vacinação anterior, seguindo o esquema de três doses (0, 1 e 6) com
intervalo de um mês entre a primeira e a segunda dose, e de seis meses entre a primeira e a
terceira dose. Aqueles com esquema incompleto seguem o esquema de três doses.
IV. A vacina pneumocócica deve ser administrada em 3 doses (2, 4 e 6 meses de idade), juntamente
com a vacina hepatite B.
V. A vacina oral rotavírus humano deve ser administrada em duas doses, seguindo os limites de
faixa etária: a primeira dose entre 1 mês e 15 dias a 3 meses e 7 dias; e a segunda dose, entre 3
meses e 7 dias a 5 meses e 15 dias. O intervalo mínimo preconizado entre a primeira e a segunda
dose é de 30 dias.
Estão corretas:
A) I e II. B) II, III e IV. C) I, III e V. D) II e V. E) IV e V.
IFCE 2012
12. Sobre o calendário básico de vacinação, definido pelo Programa Nacional de Imunizações da
Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (PNI/MS), analise as afirmativas.
I. A vacina BCG previne, principalmente, as formas graves de tuberculose e deve ser aplicada,
quando o bebê nasce, em dose única. Em prematuros, deve ser aplicada no 2º mês de vida ou
após ele atingir 1,600 kg.
II. A vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis e Haemophilus influenzae b (conjugada) deve ser
administrada aos 2, 4 e 6 meses de idade. À vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis – DTP são
indicados dois reforços. O primeiro reforço deve ser administrado aos 15 meses de idade e o
segundo aos 4 (quatro) anos. A idade máxima para administrar esta vacina é aos 6 anos, 11meses e
29 dias.
III. A vacina da hepatite B (recombinante) deve ser administrada em adolescentes não vacinados
ou sem comprovante de vacinação anterior, seguindo o esquema de três doses (0, 1 e 6) com
intervalo de um mês entre a primeira e a segunda dose, e de seis meses entre a primeira e a
terceira dose. Aqueles com esquema incompleto seguem o esquema de três doses.
IV. A vacina pneumocócica deve ser administrada em 3 doses (2, 4 e 6 meses de idade), juntamente
com a vacina hepatite B.
V. A vacina oral rotavírus humano deve ser administrada em duas doses, seguindo os limites de
faixa etária: a primeira dose entre 1 mês e 15 dias a 3 meses e 7 dias; e a segunda dose, entre 3
meses e 7 dias a 5 meses e 15 dias. O intervalo mínimo preconizado entre a primeira e a segunda
dose é de 30 dias.
Estão corretas:
A) I e II. B) II, III e IV. C) I, III e V. D) II e V. E) IV e V. F) II, IV e V
Linhares/ES- 2011
13- Seguindo o calendário básico de vacinação da criança do
Ministério da Saúde, o recém-nascido a termo, com peso superior
a 2 Kg, deve receber as doses da vacina contra hepatite B:
A) ao nascer, 2 meses e 1 ano.
B) 2 meses, 4 meses e 6 meses.
C) 3 meses, 5 meses e 1 ano.
D) 1 mês, 5 meses e 4 anos.
E) ao nascer, 1 mês e 6 meses.
Linhares/ES- 2011
13- Seguindo o calendário básico de vacinação da criança do
Ministério da Saúde, o recém-nascido a termo, com peso superior
a 2 Kg, deve receber as doses da vacina contra hepatite B:
A) ao nascer, 2 meses e 1 ano.
B) 2 meses, 4 meses e 6 meses.
C) 3 meses, 5 meses e 1 ano.
D) 1 mês, 5 meses e 4 anos.
E) ao nascer, 1 mês e 6 meses.
IABAS-2011
14-A raiva é uma moléstia infecciosa aguda, com prognóstico fatal, causada por um
vírus que se propaga no sistema nervoso central, passa para as glândulas salivares,
onde também se replica, dali sendo eliminado na saliva das pessoas ou animais
enfermos. Com relação ao tratamento profilático anti-rábico humano com a vacina de
cultivo celular (células vero), é correto afirmar que:
(A) mordeduras de animais em mãos e polpas digitais são em geral consideradas
acidentes leves;
(B) não é indicado tratamento para ferimento causado por unha de gato;
(C) o esquema anti-rábico humano pré-exposição compreende 5 doses, com os
seguintes dias de aplicação: 0, 3, 7, 14 e 28 (considerando dia 0 como o dia do
acidente);
(D) lambedura de mucosa é considerada acidente grave e deve-se iniciar o tratamento o
mais precocemente possível;
(E) em caso de mordedura única superficial em tronco ou membros (com exceção das
mãos) com animal clinicamente sadio não há necessidade de observação do animal.
IABAS-2011
14-A raiva é uma moléstia infecciosa aguda, com prognóstico fatal, causada por um
vírus que se propaga no sistema nervoso central, passa para as glândulas salivares,
onde também se replica, dali sendo eliminado na saliva das pessoas ou animais
enfermos. Com relação ao tratamento profilático anti-rábico humano com a vacina de
cultivo celular (células vero), é correto afirmar que:
(A) mordeduras de animais em mãos e polpas digitais são em geral consideradas
acidentes leves;
(B) não é indicado tratamento para ferimento causado por unha de gato;
(C) o esquema anti-rábico humano pré-exposição compreende 5 doses, com os
seguintes dias de aplicação: 0, 3, 7, 14 e 28 (considerando dia 0 como o dia do
acidente);
(D) lambedura de mucosa é considerada acidente grave e deve-se iniciar o tratamento
o mais precocemente possível;
(E) em caso de mordedura única superficial em tronco ou membros (com exceção das
mãos) com animal clinicamente sadio não há necessidade de observação do animal.
IABAS-2011
15-A vacina é o imunobiológico que contém um ou mais agentes imunizantes em diversas
formas. Sobre a composição das vacinas, NÃO é correto afirmar que:
(A) pequenas quantidades de substâncias antibióticas ou germicidas são incluídas na
composição das vacinas para evitar o crescimento dos contaminantes;
(B) os adjuvantes são compostos de alumínio utilizados para aumentar o poder imunogênico
de algumas vacinas;
(C) os líquidos em suspensão são constituídos por soluções alcoólicas utilizados para
aumentar o poder imunogênico de algumas vacinas, amplificando o estímulo provocado por
esses agentes imunizantes (toxoide tetânico e toxoide diftérico, por exemplo);
(D) o líquido de suspensão é constituído geralmente por água destilada ou solução salina
fisiológica, podendo conter proteínas e outros componentes originários dos meios de
cultura ou das células utilizadas no processo de produção das vacinas;
(E) estabilizadores (nutrientes) são adicionados a vacinas constituídas por agentes
infecciosos vivos atenuados. Reações alérgicas podem ocorrer se a pessoa vacinada for
sensível a algum desses componentes.
IABAS-2011
15-A vacina é o imunobiológico que contém um ou mais agentes imunizantes em diversas
formas. Sobre a composição das vacinas, NÃO é correto afirmar que:
(A) pequenas quantidades de substâncias antibióticas ou germicidas são incluídas na
composição das vacinas para evitar o crescimento dos contaminantes;
(B) os adjuvantes são compostos de alumínio utilizados para aumentar o poder imunogênico
de algumas vacinas;
(C) os líquidos em suspensão são constituídos por soluções alcoólicas utilizados para
aumentar o poder imunogênico de algumas vacinas, amplificando o estímulo provocado
por esses agentes imunizantes (toxoide tetânico e toxoide diftérico, por exemplo);
(D) o líquido de suspensão é constituído geralmente por água destilada ou solução salina
fisiológica, podendo conter proteínas e outros componentes originários dos meios de
cultura ou das células utilizadas no processo de produção das vacinas;
(E) estabilizadores (nutrientes) são adicionados a vacinas constituídas por agentes
infecciosos vivos atenuados. Reações alérgicas podem ocorrer se a pessoa vacinada for
sensível a algum desses componentes.
Sp2 imunização - hupe

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptx
SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptxSAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptx
SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptx
WellingtonTeixeira24
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Will Nunes
 
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saberIMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
Prof. Marcus Renato de Carvalho
 
PAISM - PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DA MULHER
PAISM - PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DA MULHER PAISM - PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DA MULHER
PAISM - PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DA MULHER
Karen Lira
 
Aula sinais vitais
Aula sinais vitaisAula sinais vitais
Aula sinais vitais
Viviane da Silva
 
Imunização
Imunização Imunização
Imunização
Ismael Costa
 
PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...
PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...
PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...
Prof. Marcus Renato de Carvalho
 
Fundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagemFundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagem
Jardiel7
 
Sífilis Congênita
Sífilis CongênitaSífilis Congênita
Aula Programa Nacional de Imunizacao
Aula Programa Nacional de ImunizacaoAula Programa Nacional de Imunizacao
Aula Programa Nacional de Imunizacao
Erivaldo Rosendo
 
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de EnfermagemEstrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Centro Universitário Ages
 
Farmacologia para enfermagem
Farmacologia para enfermagemFarmacologia para enfermagem
Farmacologia para enfermagem
Ana Hollanders
 
AdministraçãO De Enfermagem Parte 1
AdministraçãO De Enfermagem Parte 1AdministraçãO De Enfermagem Parte 1
AdministraçãO De Enfermagem Parte 1
Eduardo Gomes da Silva
 
Enfermagem Obstétrica - Diretrizes Assistenciais
Enfermagem Obstétrica - Diretrizes AssistenciaisEnfermagem Obstétrica - Diretrizes Assistenciais
Enfermagem Obstétrica - Diretrizes Assistenciais
Centro Universitário Ages
 
Imunização vacinas.pptx
Imunização vacinas.pptxImunização vacinas.pptx
Imunização vacinas.pptx
CELEYCOELHODESOUZA
 
Terminologias cirurgicas
Terminologias cirurgicasTerminologias cirurgicas
Terminologias cirurgicas
enfermagemnaveia
 
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
Luis Dantas
 
Assistência de enfermagem em neonatologia
Assistência de enfermagem em neonatologiaAssistência de enfermagem em neonatologia
Assistência de enfermagem em neonatologia
Amanda Corrêa
 
Lei 8080.90
Lei 8080.90Lei 8080.90
Lei 8080.90
Flávio Rocha
 
Atenção Primária à Saúde
Atenção Primária à SaúdeAtenção Primária à Saúde

Mais procurados (20)

SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptx
SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptxSAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptx
SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptx
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
 
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saberIMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
 
PAISM - PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DA MULHER
PAISM - PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DA MULHER PAISM - PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DA MULHER
PAISM - PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DA MULHER
 
Aula sinais vitais
Aula sinais vitaisAula sinais vitais
Aula sinais vitais
 
Imunização
Imunização Imunização
Imunização
 
PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...
PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...
PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...
 
Fundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagemFundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagem
 
Sífilis Congênita
Sífilis CongênitaSífilis Congênita
Sífilis Congênita
 
Aula Programa Nacional de Imunizacao
Aula Programa Nacional de ImunizacaoAula Programa Nacional de Imunizacao
Aula Programa Nacional de Imunizacao
 
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de EnfermagemEstrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
 
Farmacologia para enfermagem
Farmacologia para enfermagemFarmacologia para enfermagem
Farmacologia para enfermagem
 
AdministraçãO De Enfermagem Parte 1
AdministraçãO De Enfermagem Parte 1AdministraçãO De Enfermagem Parte 1
AdministraçãO De Enfermagem Parte 1
 
Enfermagem Obstétrica - Diretrizes Assistenciais
Enfermagem Obstétrica - Diretrizes AssistenciaisEnfermagem Obstétrica - Diretrizes Assistenciais
Enfermagem Obstétrica - Diretrizes Assistenciais
 
Imunização vacinas.pptx
Imunização vacinas.pptxImunização vacinas.pptx
Imunização vacinas.pptx
 
Terminologias cirurgicas
Terminologias cirurgicasTerminologias cirurgicas
Terminologias cirurgicas
 
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
 
Assistência de enfermagem em neonatologia
Assistência de enfermagem em neonatologiaAssistência de enfermagem em neonatologia
Assistência de enfermagem em neonatologia
 
Lei 8080.90
Lei 8080.90Lei 8080.90
Lei 8080.90
 
Atenção Primária à Saúde
Atenção Primária à SaúdeAtenção Primária à Saúde
Atenção Primária à Saúde
 

Destaque

Vacinas
VacinasVacinas
Vacinas
rwportela
 
Imunização
ImunizaçãoImunização
Programa de imunização
Programa de imunizaçãoPrograma de imunização
Programa de imunização
Lucas Matos
 
Vacina2
Vacina2Vacina2
Vacina2
Ariadne Diana
 
Tuberculose slide
Tuberculose slideTuberculose slide
Tuberculose slide
Vinicius Monteirobarreto
 
Tributação, cenários, tendências e oportunidades para 2017
Tributação, cenários, tendências e oportunidades para 2017Tributação, cenários, tendências e oportunidades para 2017
Tributação, cenários, tendências e oportunidades para 2017
Universidade Corporativa do Transporte
 
Livro manual de imunizações - hospital albert einstein
Livro   manual de imunizações - hospital albert einsteinLivro   manual de imunizações - hospital albert einstein
Livro manual de imunizações - hospital albert einstein
karol_ribeiro
 
Oficina de Capacitação de Rede de Frio
Oficina de Capacitação de Rede de FrioOficina de Capacitação de Rede de Frio
Oficina de Capacitação de Rede de Frio
imunizacao
 
História da vacina
História da vacinaHistória da vacina
História da vacina
Mônica Abreu
 
ICSA32 - Adjuvantes
ICSA32 - AdjuvantesICSA32 - Adjuvantes
ICSA32 - Adjuvantes
Ricardo Portela
 
História das Vacinas
História das VacinasHistória das Vacinas
História das Vacinas
Gabriela Bruno
 
A resposta imune
A resposta imuneA resposta imune
A resposta imune
Annie Oliveira
 
Transtorno de Conduta
Transtorno de CondutaTranstorno de Conduta
Transtorno de Conduta
Cassia Dias
 
Imunização em saúde do trabalhador
Imunização em saúde do trabalhadorImunização em saúde do trabalhador
Imunização em saúde do trabalhador
Ismael Costa
 
Slaide
SlaideSlaide
Slaide
evyllinn
 
Tuberculose (trabalho/apresentação ppt) - Ana Margarida Pinto
Tuberculose (trabalho/apresentação ppt) - Ana Margarida PintoTuberculose (trabalho/apresentação ppt) - Ana Margarida Pinto
Tuberculose (trabalho/apresentação ppt) - Ana Margarida Pinto
AMLDRP
 
Tuberculose Aula
Tuberculose   AulaTuberculose   Aula
Tuberculose Aula
douglas silva
 
Tuberculose
TuberculoseTuberculose
Tuberculose
TAS2214
 
Tuberculose
TuberculoseTuberculose
Tuberculose
Inês Santos
 
Técnicas de administração de vacinas 2016
Técnicas de administração de vacinas 2016Técnicas de administração de vacinas 2016
Técnicas de administração de vacinas 2016
imunizacao
 

Destaque (20)

Vacinas
VacinasVacinas
Vacinas
 
Imunização
ImunizaçãoImunização
Imunização
 
Programa de imunização
Programa de imunizaçãoPrograma de imunização
Programa de imunização
 
Vacina2
Vacina2Vacina2
Vacina2
 
Tuberculose slide
Tuberculose slideTuberculose slide
Tuberculose slide
 
Tributação, cenários, tendências e oportunidades para 2017
Tributação, cenários, tendências e oportunidades para 2017Tributação, cenários, tendências e oportunidades para 2017
Tributação, cenários, tendências e oportunidades para 2017
 
Livro manual de imunizações - hospital albert einstein
Livro   manual de imunizações - hospital albert einsteinLivro   manual de imunizações - hospital albert einstein
Livro manual de imunizações - hospital albert einstein
 
Oficina de Capacitação de Rede de Frio
Oficina de Capacitação de Rede de FrioOficina de Capacitação de Rede de Frio
Oficina de Capacitação de Rede de Frio
 
História da vacina
História da vacinaHistória da vacina
História da vacina
 
ICSA32 - Adjuvantes
ICSA32 - AdjuvantesICSA32 - Adjuvantes
ICSA32 - Adjuvantes
 
História das Vacinas
História das VacinasHistória das Vacinas
História das Vacinas
 
A resposta imune
A resposta imuneA resposta imune
A resposta imune
 
Transtorno de Conduta
Transtorno de CondutaTranstorno de Conduta
Transtorno de Conduta
 
Imunização em saúde do trabalhador
Imunização em saúde do trabalhadorImunização em saúde do trabalhador
Imunização em saúde do trabalhador
 
Slaide
SlaideSlaide
Slaide
 
Tuberculose (trabalho/apresentação ppt) - Ana Margarida Pinto
Tuberculose (trabalho/apresentação ppt) - Ana Margarida PintoTuberculose (trabalho/apresentação ppt) - Ana Margarida Pinto
Tuberculose (trabalho/apresentação ppt) - Ana Margarida Pinto
 
Tuberculose Aula
Tuberculose   AulaTuberculose   Aula
Tuberculose Aula
 
Tuberculose
TuberculoseTuberculose
Tuberculose
 
Tuberculose
TuberculoseTuberculose
Tuberculose
 
Técnicas de administração de vacinas 2016
Técnicas de administração de vacinas 2016Técnicas de administração de vacinas 2016
Técnicas de administração de vacinas 2016
 

Semelhante a Sp2 imunização - hupe

Aula de imunização intensivo Estado
Aula de imunização intensivo EstadoAula de imunização intensivo Estado
Aula de imunização intensivo Estado
Ismael Costa
 
AB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (3).pdf
AB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (3).pdfAB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (3).pdf
AB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (3).pdf
arymurilo123
 
AB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (2).pdf
AB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (2).pdfAB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (2).pdf
AB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (2).pdf
arymurilo123
 
Imunização.pptx
Imunização.pptxImunização.pptx
Imunização.pptx
Juliana Cavalcante
 
AULA 2 - Programa Nacional de Imunização (PNI).pdf
AULA 2 - Programa Nacional de Imunização (PNI).pdfAULA 2 - Programa Nacional de Imunização (PNI).pdf
AULA 2 - Programa Nacional de Imunização (PNI).pdf
AlefySantos2
 
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
Eduardo Gomes da Silva
 
Vacinação 2017
Vacinação 2017Vacinação 2017
Vacinação 2017
Isadora Ribeiro
 
Aula Programa Nacional Imunização - Concurso Ipasgo - parte 03 de 03
Aula Programa Nacional Imunização - Concurso Ipasgo - parte 03 de 03Aula Programa Nacional Imunização - Concurso Ipasgo - parte 03 de 03
Aula Programa Nacional Imunização - Concurso Ipasgo - parte 03 de 03
Instituto Consciência GO
 
Polio inativada
Polio inativadaPolio inativada
Polio inativada
Liene Campos
 
Polio inativada
Polio inativadaPolio inativada
Polio inativada
Liene Campos
 
Polio inativada
Polio inativadaPolio inativada
Polio inativada
Liene Campos
 
Vacinação.pptx
Vacinação.pptxVacinação.pptx
Vacinação.pptx
robekelly
 
Saladevacina 130912210756-phpapp01
Saladevacina 130912210756-phpapp01Saladevacina 130912210756-phpapp01
Saladevacina 130912210756-phpapp01
Kelly Praxedes
 
Polio inativada
Polio inativadaPolio inativada
Polio inativada
Liene Campos
 
vacina-e-imunoterapia (1).pptx
vacina-e-imunoterapia (1).pptxvacina-e-imunoterapia (1).pptx
vacina-e-imunoterapia (1).pptx
nagelasouza1
 
Imunização em saúde do trabalhadoor.pptx
Imunização em saúde do trabalhadoor.pptxImunização em saúde do trabalhadoor.pptx
Imunização em saúde do trabalhadoor.pptx
JessiellyGuimares
 
Curso de vacinas
Curso de vacinasCurso de vacinas
Curso de vacinas
Michelle Machado
 
5° PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO.pptx
5° PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO.pptx5° PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO.pptx
5° PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO.pptx
WagnerSantos729263
 
Folheto USF Descobrimentos sobre Vacinas Extra-PNV
Folheto USF Descobrimentos sobre Vacinas Extra-PNVFolheto USF Descobrimentos sobre Vacinas Extra-PNV
Folheto USF Descobrimentos sobre Vacinas Extra-PNV
Francisco Vilaça Lopes
 
Hiv na infância
Hiv na infânciaHiv na infância
Hiv na infância
Patricia Nunes
 

Semelhante a Sp2 imunização - hupe (20)

Aula de imunização intensivo Estado
Aula de imunização intensivo EstadoAula de imunização intensivo Estado
Aula de imunização intensivo Estado
 
AB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (3).pdf
AB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (3).pdfAB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (3).pdf
AB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (3).pdf
 
AB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (2).pdf
AB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (2).pdfAB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (2).pdf
AB 2018 IMUNIZAÇÃO dias 15,16 e 21 08 (2).pdf
 
Imunização.pptx
Imunização.pptxImunização.pptx
Imunização.pptx
 
AULA 2 - Programa Nacional de Imunização (PNI).pdf
AULA 2 - Programa Nacional de Imunização (PNI).pdfAULA 2 - Programa Nacional de Imunização (PNI).pdf
AULA 2 - Programa Nacional de Imunização (PNI).pdf
 
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
 
Vacinação 2017
Vacinação 2017Vacinação 2017
Vacinação 2017
 
Aula Programa Nacional Imunização - Concurso Ipasgo - parte 03 de 03
Aula Programa Nacional Imunização - Concurso Ipasgo - parte 03 de 03Aula Programa Nacional Imunização - Concurso Ipasgo - parte 03 de 03
Aula Programa Nacional Imunização - Concurso Ipasgo - parte 03 de 03
 
Polio inativada
Polio inativadaPolio inativada
Polio inativada
 
Polio inativada
Polio inativadaPolio inativada
Polio inativada
 
Polio inativada
Polio inativadaPolio inativada
Polio inativada
 
Vacinação.pptx
Vacinação.pptxVacinação.pptx
Vacinação.pptx
 
Saladevacina 130912210756-phpapp01
Saladevacina 130912210756-phpapp01Saladevacina 130912210756-phpapp01
Saladevacina 130912210756-phpapp01
 
Polio inativada
Polio inativadaPolio inativada
Polio inativada
 
vacina-e-imunoterapia (1).pptx
vacina-e-imunoterapia (1).pptxvacina-e-imunoterapia (1).pptx
vacina-e-imunoterapia (1).pptx
 
Imunização em saúde do trabalhadoor.pptx
Imunização em saúde do trabalhadoor.pptxImunização em saúde do trabalhadoor.pptx
Imunização em saúde do trabalhadoor.pptx
 
Curso de vacinas
Curso de vacinasCurso de vacinas
Curso de vacinas
 
5° PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO.pptx
5° PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO.pptx5° PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO.pptx
5° PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO.pptx
 
Folheto USF Descobrimentos sobre Vacinas Extra-PNV
Folheto USF Descobrimentos sobre Vacinas Extra-PNVFolheto USF Descobrimentos sobre Vacinas Extra-PNV
Folheto USF Descobrimentos sobre Vacinas Extra-PNV
 
Hiv na infância
Hiv na infânciaHiv na infância
Hiv na infância
 

Mais de Ismael Costa

Aprim sp2e 3-ebserh
Aprim sp2e 3-ebserhAprim sp2e 3-ebserh
Aprim sp2e 3-ebserh
Ismael Costa
 
Pep – hiv – protocolo 2015
Pep – hiv – protocolo 2015Pep – hiv – protocolo 2015
Pep – hiv – protocolo 2015
Ismael Costa
 
Aprimore sp3-unirio
Aprimore sp3-unirioAprimore sp3-unirio
Aprimore sp3-unirio
Ismael Costa
 
Tuberculose, Hanseníase, Meningites - 2016 - UNIRIO
Tuberculose, Hanseníase, Meningites - 2016 - UNIRIOTuberculose, Hanseníase, Meningites - 2016 - UNIRIO
Tuberculose, Hanseníase, Meningites - 2016 - UNIRIO
Ismael Costa
 
Manual hipertensão 2013
Manual hipertensão 2013Manual hipertensão 2013
Manual hipertensão 2013
Ismael Costa
 
Manual diabetes - 2013
Manual diabetes - 2013Manual diabetes - 2013
Manual diabetes - 2013
Ismael Costa
 
Manual de normas e procedimentos de vacinacao_2014
Manual de normas e procedimentos de vacinacao_2014Manual de normas e procedimentos de vacinacao_2014
Manual de normas e procedimentos de vacinacao_2014
Ismael Costa
 
Manual rede frio 4ed - 2013
Manual rede frio 4ed -  2013Manual rede frio 4ed -  2013
Manual rede frio 4ed - 2013
Ismael Costa
 
Nova portaria de notificação compulsória 2014
Nova portaria de notificação compulsória 2014Nova portaria de notificação compulsória 2014
Nova portaria de notificação compulsória 2014
Ismael Costa
 
Preparacao resposta virus_chikungunya_brasil
Preparacao resposta virus_chikungunya_brasilPreparacao resposta virus_chikungunya_brasil
Preparacao resposta virus_chikungunya_brasil
Ismael Costa
 
Guia vigilancia saude_completo
Guia vigilancia saude_completoGuia vigilancia saude_completo
Guia vigilancia saude_completo
Ismael Costa
 
Política de saúde 1
Política de saúde 1Política de saúde 1
Política de saúde 1
Ismael Costa
 
Saúde - UFRJ-2013 lei 8112
Saúde - UFRJ-2013 lei 8112Saúde - UFRJ-2013 lei 8112
Saúde - UFRJ-2013 lei 8112
Ismael Costa
 
Acidentes com animais peçonhentos
Acidentes com animais peçonhentosAcidentes com animais peçonhentos
Acidentes com animais peçonhentos
Ismael Costa
 
Questões complementares aula de sus – intensivo sms
Questões complementares aula de sus – intensivo smsQuestões complementares aula de sus – intensivo sms
Questões complementares aula de sus – intensivo sms
Ismael Costa
 
Novo calendário da vacinação 2013
Novo calendário da vacinação 2013Novo calendário da vacinação 2013
Novo calendário da vacinação 2013
Ismael Costa
 
Convocação de parceiros
Convocação de parceirosConvocação de parceiros
Convocação de parceiros
Ismael Costa
 
5s cap 53
5s cap 535s cap 53
5s cap 53
Ismael Costa
 
Aula saúde do idoso - turma regular
Aula saúde do idoso - turma regularAula saúde do idoso - turma regular
Aula saúde do idoso - turma regular
Ismael Costa
 
Questões saúde pública
Questões saúde públicaQuestões saúde pública
Questões saúde pública
Ismael Costa
 

Mais de Ismael Costa (20)

Aprim sp2e 3-ebserh
Aprim sp2e 3-ebserhAprim sp2e 3-ebserh
Aprim sp2e 3-ebserh
 
Pep – hiv – protocolo 2015
Pep – hiv – protocolo 2015Pep – hiv – protocolo 2015
Pep – hiv – protocolo 2015
 
Aprimore sp3-unirio
Aprimore sp3-unirioAprimore sp3-unirio
Aprimore sp3-unirio
 
Tuberculose, Hanseníase, Meningites - 2016 - UNIRIO
Tuberculose, Hanseníase, Meningites - 2016 - UNIRIOTuberculose, Hanseníase, Meningites - 2016 - UNIRIO
Tuberculose, Hanseníase, Meningites - 2016 - UNIRIO
 
Manual hipertensão 2013
Manual hipertensão 2013Manual hipertensão 2013
Manual hipertensão 2013
 
Manual diabetes - 2013
Manual diabetes - 2013Manual diabetes - 2013
Manual diabetes - 2013
 
Manual de normas e procedimentos de vacinacao_2014
Manual de normas e procedimentos de vacinacao_2014Manual de normas e procedimentos de vacinacao_2014
Manual de normas e procedimentos de vacinacao_2014
 
Manual rede frio 4ed - 2013
Manual rede frio 4ed -  2013Manual rede frio 4ed -  2013
Manual rede frio 4ed - 2013
 
Nova portaria de notificação compulsória 2014
Nova portaria de notificação compulsória 2014Nova portaria de notificação compulsória 2014
Nova portaria de notificação compulsória 2014
 
Preparacao resposta virus_chikungunya_brasil
Preparacao resposta virus_chikungunya_brasilPreparacao resposta virus_chikungunya_brasil
Preparacao resposta virus_chikungunya_brasil
 
Guia vigilancia saude_completo
Guia vigilancia saude_completoGuia vigilancia saude_completo
Guia vigilancia saude_completo
 
Política de saúde 1
Política de saúde 1Política de saúde 1
Política de saúde 1
 
Saúde - UFRJ-2013 lei 8112
Saúde - UFRJ-2013 lei 8112Saúde - UFRJ-2013 lei 8112
Saúde - UFRJ-2013 lei 8112
 
Acidentes com animais peçonhentos
Acidentes com animais peçonhentosAcidentes com animais peçonhentos
Acidentes com animais peçonhentos
 
Questões complementares aula de sus – intensivo sms
Questões complementares aula de sus – intensivo smsQuestões complementares aula de sus – intensivo sms
Questões complementares aula de sus – intensivo sms
 
Novo calendário da vacinação 2013
Novo calendário da vacinação 2013Novo calendário da vacinação 2013
Novo calendário da vacinação 2013
 
Convocação de parceiros
Convocação de parceirosConvocação de parceiros
Convocação de parceiros
 
5s cap 53
5s cap 535s cap 53
5s cap 53
 
Aula saúde do idoso - turma regular
Aula saúde do idoso - turma regularAula saúde do idoso - turma regular
Aula saúde do idoso - turma regular
 
Questões saúde pública
Questões saúde públicaQuestões saúde pública
Questões saúde pública
 

Sp2 imunização - hupe

  • 1. Saúde Pública II Imunização By Ismael Costa 1
  • 3. CONCEITOS BÁSICOS EM IMUNIZAÇÃO • O processo imunológico pelo qual se desenvolve a proteção conferida pelas vacinas compreende o conjunto de mecanismos através dos quais o organismo humano reconhece uma substância como estranha, para, em seguida, metabolizá-la, neutralizá-la e/ou eliminá-la. • A resposta imune do organismo às vacinas depende basicamente de dois tipos de fatores: os inerentes às vacinas e os relacionados com o próprio organismo. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 3
  • 4. CONCEITOS BÁSICOS EM IMUNIZAÇÃO • RESISTÊNCIA • RESISTÊNCIA NATURAL: • IMUNIDADE: é o estado de resistência associado à presença de anticorpos com ação específica sobre o microorganismo causador de determinada doença infecciosa ou sobre suas toxinas. Pode ser passiva ou ativa. • Imunidade passiva naturalmente adquirida: é de curta duração e pode ser obtida por transferência da mãe para o filho (placenta, amamentação). • Imunidade passiva artificialmente adquirida: também de curta duração, é obtida pela administração de soros e imunoglobulina humana. • Imunidade ativa naturalmente adquirida: é duradoura, obtida através de infecção ou doença. • Imunidade ativa artificialmente adquirida: duradoura, obtida pela inoculação de vacinas. 4
  • 5. Resposta imunológica Ao entrar em contato com alguma substância estranha ao organismo, nosso sistema imunológico produz uma resposta que pode levar à formação de anticorpos (imunoglobulinas) e linfócitos de memória. Esta resposta leva um tempo determinado, qualquer novo estímulo neste intervalo não altera a resposta, logo todas as vacinas possuem um intervalo mínimo entre as doses. No entanto, se houver formação de linfócitos de memória, sempre que houver um novo contato com o antígeno, a resposta continuará do ponto onde parou, logo não existe intervalo máximo entre as doses, em outras palavras não devemos repetir ou recomeçar um esquema vacinal. As dose administradas deverão ser consideradas e o esquema deverá ser completado. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 5
  • 6. TIPOS DE AGENTES IMUNIZANTES • Vacina inativada: composta por bactérias ou vírus mortos, derivados de agentes infecciosos purificados e/ou modificados química ou geneticamente. • Vacina atenuada: bactérias ou vírus vivos enfraquecidos, atenuados por múltiplas passagens em culturas de células. Estas vacinas desenvolvem uma “infecção” e não devem ser aplicadas em gestantes pelos riscos ao feto. 6
  • 7. Bacterianas Virais Atenuadas BCG Rotavírus Cólera Sarampo Febre Tifóide * Caxumba Rubéola Varicela VOP Febre Amarela Inativadas Difteria Gripe Tétano VIP Coqueluche Raiva Hib Hepatite B Meningocócica Hepatite A Pneumocócica Febre Tifóide 7
  • 8. Composição das vacinas • a) líquido de suspensão: constituído geralmente por água destilada ou solução salina fisiológica, podendo conter proteínas e outros componentes originários dos meios de cultura ou das células utilizadas no processo de produção das vacinas; • b) conservantes, estabilizadores e antibióticos: pequenas quantidades de substâncias antibióticas ou germicidas são incluídas na composição de vacinas para evitar o crescimento de contaminantes (bactérias e fungos); estabilizadores (nutrientes) são adicionados a vacinas constituídas por agentes infecciosos vivos atenuados. • Reações alérgicas podem ocorrer se a pessoa vacinada for sensível a algum desses componentes; • c) adjuvantes: compostos contendo alumínio são comumente utilizados para aumentar o poder imunogênico de algumas vacinas, amplificando o estímulo provocado por esses agentes imunizantes (toxóide tetânico e toxóide diftérico, por exemplo). SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 8
  • 9. Contra indicações gerais para vacinação • Para vacinas de bactérias ou vírus vivos atenuados: • imunodeficiência congênita ou adquirida • presença de neoplasia maligna. • Outras: Hipersensibilidade (alergias) 9
  • 10. Situações que indicam adiamento da vacinação • tratamento com corticóides em doses imunossupressoras ( 2mg/kg/dia em crianças ou 20 mg/kg/dia em adultos, por mais de 1 semana) ou outras terapêuticas imunossupressoras (quimioterapia antineoplásica, radioterapia). Neste caso, deve-se agendar a vacinação para três (3) meses após a conclusão do tratamento. • durante a evolução de doenças agudas febris. 10
  • 11. Adiamento – cont. • O uso de imunoglobulinas também deve adiar a aplicação de algumas vacinas vivas, como as contra sarampo e rubéola. (3 meses) • Há interferência entre a vacina de varicela e outras vacinas de vírus vivos de uso parenteral, devendo ser aplicadas no mesmo dia, em locais diferentes ou com intervalo de 30 dias. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 11
  • 12. Atenção • Obs: Não há interferência entre as vacinas utilizadas no calendário de rotina do PNI, que, portanto, podem ser aplicadas simultaneamente ou com qualquer intervalo entre si. • Uma exceção, por falta de informações adequadas, é a vacina contra febre amarela: recomenda-se que seja aplicada simultaneamente ou com intervalo de duas semanas das outras vacinas vivas. • Entre VORH e VOP – ou simultâneas ou com 14 dias de intervalo. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 12
  • 13. Falsas contra-indicações • a) doenças benignas comuns, tais como afecções recorrentes infecciosas ou alérgicas das vias respiratórias superiores, com tosse e/ou coriza, diarréia leve ou moderada, doenças da pele (impetigo, escabiose etc); • b) desnutrição; • c) aplicação de vacina contra a raiva em andamento; • d) doença neurológica estável (síndrome convulsiva controlada, por exemplo) ou pregressa, com seqüela presente; • e) antecedente familiar de convulsão; • f) tratamento sistêmico com corticosteróide durante curto período (inferior a duas semanas), ou tratamento prolongado diário ou em dias alternados com doses baixas ou moderadas; • g) alergias, exceto as reações alérgicas sistêmicas e graves, relacionadas a componentes de determinadas vacinas; • h) prematuridade ou baixo peso no nascimento.(exceto BCG) • i) internação hospitalar SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 13
  • 14. Orientações gerais sobre as vias de administração de vacinas • - O local mais indicado para injeções intradérmicas é a face anterior do antebraço; • - O volume máximo indicado a ser introduzido por essa via é 0,5 ml; • - A vacina BCG-ID tem 0,1 de volume; • - A limpeza de pele suja deverá ser feita com água e sabão; • - O álcool comum não deve ser utilizado porque tem baixa volatilidade e baixo poder antisséptico; • - Em situações especiais (ambiente hospitalar ou zona rural) utilizar álcool a 70%; • - Na injeção intradérmica não é indicada a limpeza com álcool para evitar uma possível interação com o líquido injetado; • - A via subcutânea é apropriada para a administração de soluções não irritantes, num volume máximo de 1,5 ml, que necessitam ser absorvidas lentamente, assegurando uma ação contínua; • - Os locais mais indicados para injeções subcutâneas são: terço proximal do deltóide, face superior externa do braço, face anterior da coxa e face anterior do antebraço. 14
  • 15. Orientações gerais sobre as vias de administração de vacinas • - Observar a seguinte angulação: 30º para pessoas magras; 45º para pessoas normais e 60º para pessoas obesas. • - Fazer leve compressão com algodão seco; • - Na via intramuscular a solução é introduzida dentro do tecido muscular; • - É apropriada para administração de soluções irritantes (aquosas ou oleosas) em volumes até 5 ml. A absorção é rápida e o efeito é imediato; • - Os locais selecionados devem estar distantes dos grandes nervos e vasos sanguíneos. Os mais utilizados são: o vasto lateral da coxa, o dorso glúteo ou o músculo grande glúteo e o deltóide; • - Em crianças com pouca massa muscular utilizar a angulação de 60º, em sentido podálico. 15
  • 16. Situações especiais • Surtos ou epidemias: Em vigência de surto ou epidemia de doença cuja vacinação esteja incluída no PNI, podem ser adotadas medidas de controle que incluem a vacinação em massa da população-alvo (estado, município, creche etc), sem necessidade de obedecer rigorosamente aos esquemas do Manual. • Campanha de vacinação: Constitui estratégia cujo objetivo é o controle de uma doença de forma intensiva ou a ampliação da cobertura vacinal para complementar trabalho de rotina. • Vacinação de gestantes: Não há nenhuma evidência de que a administração em gestantes de vacinas de vírus inativados (vacina contra a raiva, por exemplo) ou de bactérias mortas, toxóides (toxóide tetânico e toxóide diftérico) e de vacinas constituídas por componentes de agentes infecciosos (vacina contra infecção meningocócica e vacina contra hepatite B, por exemplo) acarrete qualquer risco para o feto. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 16
  • 17. • As vacinas vivas (vacina contra sarampo, contra rubéola, contra caxumba, contra febre amarela, BCG) são contra-indicadas em gestantes. • Infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) - AIDS • As pessoas com infecção assintomática pelo HIV comprovada por testes sorológicos poderão receber todas as vacinas incluídas no PNI. • Em HIV - positivos sintomáticos, isto é, pacientes com aids, deve-se evitar as vacinas vivas, sempre que possível, especialmente o BCG, que é contra-indicado. • Nos pacientes com aids pode-se ainda lançar mão da vacina inativada contra poliomielite, disponível nos Centros de Referências de Imunobiológicos Especiais (CRIEs). SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 17
  • 19. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  • 20. Observações • BCG • Hepatite B • DTP • VORH • Pneumo 10 conj. • Meningo C conj. • Febre amarela SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  • 21. Calendário adolescente SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  • 22. Calendário do adulto e idoso SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  • 23. Informações vacinais Vacina Composição Contra-indicações Estabilidade BCG (bacilo de Calmette & Peso menor de 2 kg, 6h, a luz solar inativa a BCG Guérin) liofilizado AIDS. BCG. Partículas virais, hidróxido de Reação anafilática O congelamento inativa a alumínio como adjuvante e o sistêmica vacina. Depois de aberto o timerosal como conservante frasco-ampola de múltiplas Hepatite B doses, a vacina poderá ser utilizada durante até o final do prazo de validade. Contém os três tipos de poliovírus Diarréia e vomita (na Até o final VOP atenuados (tipos I,II e III). rotina) Vírus isolados de humanos e Gastroenterite Caso a mesma não seja atenuados (internação) administrada imediatamente, deve ser VORH mantida entre _ 2°C e + 8°C e desprezada após 24 horas Polissacarídeo capsulas – PRP- Reação anafilática Até o final (poliribosil-ribitol-fosfato), sistêmica HlB conjugado quimicamente a uma proteína carreadora. Vírus vivos atenuados, Alergia anafilática ao ovo 4h Febre apresentada sob a forma amarela liofilizada. Vírus vivos atenuados contra o Alergia anafilática ao 8h sarampo, a caxumba e a rubéola. ovo, gravidez, uso de Tri-Viral imunoglobina (3m anteriores) SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  • 24. Toxóide diftérico, toxóide tetânico Criança com 7 anos ou + Até o final e Bordetella pertussis inativada Doença neurológica DTP em suspensão, tendo como ativa, reação grave à adjuvante hidróxido ou fosfato de doses anteriores. alumínio. Toxóide diftérico e toxóide Anafilática sistêmica Até o final tetânico, tendo como adjuvante grave seguindo-se à hidróxido ou fosfato de alumínio aplicação de dose anterior; síndrome de dT Guillain-Barré nas seis semanas após a vacinação contra difteria e/ou tétano anterior. Pneumo Polissacarídeo de pneumococos Reação anafilática Até o final 10conj conjugados sistêmica Polissacarídeo do Mn C conjugado Reação anafilática Até o final Meningo C a toxóide tetânico. Adjuvante de sistêmica conj hidróxido de alumínio. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  • 25. Utilizam-se dois tipos de vacinas História de anafilaxia a Até o final inativas contra influenza: vacinas proteínas do ovo ou a de vírus de fracionados; vacinas outros componentes da de subunidades. Trivalentes (2 vacina Anti- vírus tipo A e 1 tipo B). Na Influenza composição das vacinas, entram antibióticos como a neomincina ou polimixina e podem conter timerosal como conservante É constituída de uma suspensão Reação anafilática Até o final de antígenos polissacarídeos sistêmica Pneumo 23 purificados, com 23 sorotipos de pneumococo, em solução salina e conservada por fenol. Cultivo celular (inativada) Reação anafilática Até o final Raiva sistêmica SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  • 26. Imunização contra tétano em caso de ferimento SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 26
  • 27. Imunização de tétano em gestantes • Gestante não-vacinada • Esquema básico: consta de três doses, podendo ser adotado um dos seguintes esquemas: • a) as primeiras duas doses com intervalo de dois meses (mínimo de um mês) - aplicando-se a primeira o mais precocemente possível - e a terceira, seis meses depois da segunda; caso só haja tempo para aplicação de duas doses, a segunda deve ser aplicada 20 dias, ou mais, antes da data provável do parto (esquema 0, 2, 8). • b) três doses, de dois em dois meses (intervalos mínimos de um mês) - aplicando-se a primeira dose o mais precocemente possível; caso só haja tempo para aplicar duas doses, a segunda deve ser aplicada 20 dias, ou mais, antes da data provável do parto (esquema 0, 2, 4). Por motivos de ordem operacional, tem-se optado por um ou outro esquema nas diferentes regiões do país. By Ismael Costa SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 27
  • 28. Imunização de tétano em gestantes • Gestante vacinada • Esquema básico: na gestante que já recebeu uma ou duas doses da vacina contra o tétano (DTP, DT, dT ou TT) deverão ser aplicadas mais duas ou uma dose, respectivamente, da vacina dupla tipo adulto (dT), para se completar o esquema básico de três doses. Essa terceira dose deve ser aplicada 20 dias ou mais antes da data provável do parto. • Reforços: de dez em dez anos; antecipar a dose de reforço se ocorrer nova gravidez cinco anos, ou mais, depois da aplicação da última dose. A dose de reforço deve ser aplicada 20 dias ou mais antes da data provável do parto. By Ismael Costa SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 28
  • 29. Vacina contra Raiva Humana • A vacina contra raiva para uso humano, empregada rotineiramente no Brasil, é a vacina do tipo cultivo celular. • Profilaxia preexposição • A vacina contra a raiva é indicada a pessoas que se expõem repetida ou continuamente ao risco da infecção, a saber: profissionais com atividade em laboratórios onde se trabalhe com o vírus da raiva, em particular laboratórios de diagnóstico sorológico ou anatomopatológico e de pesquisa em virologia; médicos veterinários; profissionais que atuem em serviços de controle da raiva animal (tratadores, vacinadores e laçadores); pessoas que entram em contato freqüente com animais que possam transmitir a raiva. • A profilaxia preexposição é efetuada com a administração, por via intramuscular, no deltóide ou no vasto lateral da coxa, de três doses da vacina do tipo cultivo celular, no esquema 0, 7 e 28. Deve ser realizada sorologia 10 dias após a última dose. O título de anticorpos deve ser superior a 0,5 UI/ml. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 29
  • 30. Esquema para tratamento profilático pós-exposição anti- rábico com a vacina Cultivo celular 30
  • 32. Anti-rábica - observações • É preciso sempre avaliar os hábitos e cuidados recebidos pelo cão e gato • Nas agressões por morcegos deve-se indicar a soro-vacinação independente da gravidade da lesão, ou indicar conduta de re-exposição. • Aplicação do soro peri-focal na (s) porta (s) de entrada. Quando não for possível infiltrar toda a dose, a quantidade restante deve ser aplicada por via intramuscular, podendo ser utilizada a região glútea. • Sempre aplicar em local anatômico diferente do que aplicou a vacina. 32
  • 33. Pneumocóccica 10 conjugada • a) Indicações ; Imunização ativa de crianças de 2 meses a < de 24 meses de idade contra doença invasiva e otite média aguda causadas por Streptococcus pneumoniae sorotipos 1, 4, 5, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19F e 23F. • b) Composição e Apresentação: A vacina pneumocócica 10-valente é constituída por 10 (dez) sorotipos de pneumococos (1,4,5,6B,7F,9V, 14, 18C, 19F, 23F) e conjugada com a proteína D de Haemophilus influenzae para oito de seus sorotipos e carreadores de toxóide diftérico (DT) e de toxóide tetânico (TT ou T) usados por dois sorotipos. • A vacina contém excipiente cloreto de sódio, fosfato de alumínio e água para injeção, (q.s.p. 0,5ml). Não contém conservantes. A embalagem possui 10 frascos- ampola de vidro, apresentados em unidose, com 0,5 ml. • c) Via de Administração, Cuidados de Conservação, Validade. • A vacina deve ser administrada por injeção intramuscular de preferência na área do vastro lateral da coxa da criança. Nenhum dado está disponível sobre a administração subcutânea da vacina pneumocócica conjugada 10-valente. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 33
  • 34. Pneumocóccica 10 conjugada • Administrar com cautela em indivíduos com trombocitopenia ou qualquer outro distúrbio de coagulação, uma vez que pode ocorrer sangramento após a administração intramuscular nesses pacientes. A vacina deve ser conservada, na embalagem original, para ser protegida da luz e sob refrigeração entre 2°C e 8°C, não podendo ser congelada. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 34
  • 35. 35
  • 36. 36
  • 37. 37
  • 38. Pneumo 10 • As reações adversas mais comuns observadas depois da vacinação primária foram rubor no local da injeção e irritabilidade, que ocorreram após 38,3% e 52,3% respectivamente dos casos após a vacinação. Com o reforço, estas reações adversas foram verificadas em 52,6% e 55,4% dos vacinados, respectivamente. A maioria das reações relatadas foi de intensidade leve a moderada e não tiveram longa duração. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 38
  • 39. Meningo C conjugada • Apresentação: Embalagem unidose, contendo dois frascos: um com o pó liofilizado branco ou esbranquiçado (antígeno) e outro com 0,8 ml de um líquido branco opaco (diluente). • Composição: Cada dose de 0,5 mL. da vacina contém: • Oligossacarídeo meningocócico C.................................................10 μg • Conjugado com proteína CRM197 do C. diphteriae..........12,5 a 25,0 μg • Hidróxido de alumínio.................................................0,3 a 0,4 mg Al3+ • Excipientes: Manitol, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, cloreto de sódio e água para injeção. Observação: Não contém conservante. • Via de Administração : A vacina deve ser administrada exclusivamente pela via intramuscular profunda, de preferência na área ântero-lateral da coxa direita da criança. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 39
  • 40. Meningo C conjugada • Atenção: Administrar com cautela em indivíduos com trombocitopenia ou qualquer outro distúrbio de coagulação, uma vez que pode ocorrer sangramento após a administração intramuscular nesses pacientes. • Cuidados de conservação e validade: conservar na embalagem original e sob refrigeração entre 2°C e 8°C. não congelar. evitar a exposição direta a luz solar. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 40
  • 41. 41
  • 42. Meningo C conjugada • Eventos adversos: Como ocorre com outros imunobiológicos a vacina meningocócica do grupo C, conjugada – CRM197 pode causar algumas reações indesejáveis em algumas pessoas: • Eventos adversos locais: dor, rubor, edema, endurecimento e hipersensibilidade. • Eventos adversos sistêmicos: em crianças menores há relato de febre, choro, irritabilidade, sonolência ou comprometimento do sono, anorexia, diarréia e vômitos. A maioria dos eventos adversos ocorreram nos primeiros dias após a vacinação, principalmente no dia da aplicação, podendo alcançar até 3 a 6 dias. A maioria foram autolimitados e com boa evolução. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 42
  • 43. VORH • Vômitos e diarréia: A criança com quadro de gastrenterite que leva à hospitalização deve ter a vacinação adiada. • Higiene pós-vacinação: é importante manter uma boa higiene pessoal e no manuseio das fezes de crianças vacinadas, tendo em vista a eliminação de vírus vacinal nas fezes. A lavagem das mãos é a melhor forma de manter esta higiene, especialmente após manuseio de fraldas. • Os estudos clínicos que avaliaram a administração da VORH e da pólio oral (VOP) foram realizados com administração das vacinas com um intervalo de 2 (duas) semanas ou concomitante. Os resultados mostraram que não houve interferência na resposta vacinal para ambas as vacinas, considerando as duas doses da VORH. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 43
  • 44. Organização da sala de vacinação • as paredes e o piso devem ser laváveis; • deve ter pia com torneira; • deve ter interruptor exclusivo para cada equipamento elétrico; • deve ter arejamento e iluminação adequados, evitando a incidência de luz solar direta; e • deve ter entrada e saída independentes, se possível. Além disso, a sala de vacinação deve ser mantida em condições de higiene e limpeza e ser exclusiva para a administração dos imunobiológicos. Observação: • Nos locais onde há grande demanda, utilizar duas salas com comunicação direta, uma para a triagem e a orientação da clientela e outra para a administração dos imunobiológicos. By Ismael Costa SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 44
  • 45. Vacinação de profissionais de saúde • Esquema de hepatite B para profissionais de saúde. • Estes profissionais podem ser vacinados contra a Hepatite B sem fazer teste sorológico prévio. • Recomenda-se a sorologia um a dois meses após a última dose do esquema vacinal, para verificar se houve resposta satisfatória à vacina (Anti-HBs > 10UI/mL) para todos esses profissionais. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  • 47. NR7 • Compete ao empregador: • a) garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO, bem como zelar pela sua eficácia; • b) custear sem ônus para o empregado todos os procedimentos relacionados ao PCMSO. • Obs: Fica evidente que os riscos a saúde deverão ser contemplados nos PCMSO e cabe ao empregador custear o programa. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  • 48. NR32 • Da Vacinação dos Trabalhadores • A todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente, programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B e os estabelecidos no PCMSO. • Sempre que houver vacinas eficazes contra outros agentes biológicos a que os trabalhadores estão, ou poderão estar, expostos, o empregador deve fornecê-las gratuitamente. • Deve ser considerada a necessidade específica de vacinas, de acordo com a atividade de cada trabalhador, deve ser considerada, mesmo que a vacinação não seja obrigatória. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  • 50. REDE DE FRIO • É o sistema de conservação dos imunobiológicos, onde se incluem: o armazenamento, o transporte e a manipulação destes produtos em condições adequadas de refrigeração, desde o laboratório produtor até o momento em que são administrados. • Na rede de frio existem cinco instâncias: a nacional, a central estadual, a regional, a municipal e a local para o armazenamento e transporte de uma esfera à outra. 50
  • 51. Instâncias • Instância nacional e central estadual: são instaladas câmaras frias com compartimentos separados para conservar os imunobiológicos a -20ºC (que podem ser congelados) e entre +2ºC e +8ºC (aqueles que não podem ser congelados). Na instância central estadual podem ser utilizados, também freezers (-20ºC) e geladeiras comerciais (4, 6 ou 8 portas) para os produtos conservados entre +2ºC e +8ºC. • Instâncias regional e municipal: os imunobiológicos são conservados em câmaras frias ou em freezers e em refrigeradores, conforme a temperatura indicada para cada produto. • Instância local: nos centros e postos de saúde, hospitais e ambulatórios, os imunobiológicos são conservados entre +2ºC e +8ºC, em refrigeradores domésticos ou em caixas térmicas. 51
  • 52. Procedimentos para a utilização de termômetros • Em todas as instâncias da rede de frio o controle da temperatura é feito pela verificação em termômetros. • Na sala de vacinação, nos postos de vacinação fixos ou volantes bem como no transporte, os imunobiológicos devem ser conservados entre +2ºC e +8ºC. Para controlar a temperatura são utilizados os seguintes termômetros: de máxima e mínima; linear e de cabo extensor. 52
  • 53. • A temperatura dos equipamentos é verificada, pelo menos, duas vezes ao dia, no início e no final do dia de trabalho. • A cada verificação a temperatura lida deve ser registrada no formulário de Controle de Temperatura 53
  • 54. Orientações para o uso de refrigeradores • - Deve ser de compartimento único (bi-plex não mantém a temperatura exigida) • - Evitar estoques acima do consumo da unidade e da capacidade do refrigerador, pois reduz o risco de exposição a situações que possam comprometer a qualidade (potência) dos produtos. • - Colocar o equipamento distante de fonte de calor (estufa, autoclave) e fora do alcance dos raios solares. • - Deixá-lo perfeitamente nivelado. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 54
  • 55. • - Afastá-lo da parede pelo menos 20 cm para permitir a circulação do ar no condensador. • - Usar tomada exclusiva • - Regular o termostato de modo a atingir a temperatura exigida. • - Após o ajuste o termostato não pode ser manipulado, nem mesmo durante a limpeza. • - O refrigerador deve ser de uso exclusivo para a guarda de imunobiológicos. • - Evitar abri-lo mais de duas vezes ao dia (fazer previsão do consumo e retirar tudo que vai precisar). SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 55
  • 56. Organização do refrigerador • Colocar o termômetro na prateleira central. • - Arrumar os imunobiológicos em bandejas perfuradas. • - Observar a seguinte disposição dos imunobiológicos: • na primeira prateleira as vacinas virais que podem ser congeladas; • na segunda as vacinas bacterianas e as virais que não podem ser congeladas e os soros e, • na terceira prateleira os diluentes. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 56
  • 57. Posição Vacinas na Geladeira Virais Bacterianas 1º 2º Rotavírus (VORH), Pólio (VOP), Tri- Podem viral (sarampo, Caxumba, Rubéola), *** X Congelar Febre amarela, Pólio inativada (VIP), Hepatite A. Difteria, Tétano, coqueluche, BCG, Não Hepatite B, Raiva Humana, Anti- Pneumocócica, podem X influenza Meningocócica, febre congelar tifóide, Cólera, H. inluenzae tipo B (HiB) 57
  • 58. 58
  • 59. Observações -refrigeradores • - Não colocar imunobiológicos na porta e na parte de baixo do refrigerador. • - Não colocar nem um tipo de produto na porta do refrigerador. • - O estoque de diluentes pode ser deixado em temperatura ambiente desde que, no momento da administração já esteja na temperatura da vacina. Para tanto, deve ser colocado no refrigerador na véspera ou pelo menos 6 horas antes do uso. • - Produtos guardados na embalagem original devem ser arrumados de modo a manter uma distância de dois dedos entre as caixas para permitir a circulação do ar. • - A limpeza do refrigerador deve ser feita a cada 15 dias, ou quando a camada de gelo atingir 0,5 cm. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 59
  • 60. Procedimentos básicos em situação de emergência • Manter o equipamento fechado até que a corrente seja reativada ou que se verifique o tipo de problema. • Quando o defeito identificado não for solucionado em até seis horas, providenciar para que os imunobiológicos sejam colocados em caixas térmicas, mantendo a temperatura ente +2ºC e +8ºC, até que sejam transferidos para outro equipamento em um serviço ou na instância mais próxima. • - O prazo de quatro a seis horas só deve ser tolerado quando o refrigerador: • a) está funcionando em perfeitas condições; • b) tem vedação perfeita da borracha da porta; • c) tem controle diário de temperatura; • d) contém gelo reciclável, sacos plásticos ou recipientes com gelo no evaporador; • e) contém garrafas com água na última prateleira. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 60
  • 61. • Ao colocar um imunobiológico sob suspeita são adotadas as seguintes providências: • a) suspender a utilização dos produtos sob suspeita, mantendo-os em refrigeração adequada; • b) registrar no formulário para solicitação de re-teste de imunobiológicos as seguintes informações: lote, quantidade, validade, apresentação, laboratório produtor, local e condições de armazenamento; • c) descrição do problema identificado; • d) a alteração de temperatura verificada e outras informações sobre o momento da detecção do problema; • e) contatar a instância da rede de frio imediatamente superior; • f) discutir o destino a ser dado ao imunobiológico; SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 61
  • 63. Prefeitura de Areial/PB – enfermeiro- 2011 1-Em qual situação a vacina BCG está contra-indicada? A) Portadores de HIV (positivo) B) Comunicantes de hanseníase C) Comunicantes de HIV positivos D) Crianças em idade escolar sem cicatriz vacinal de BCG E) Crianças ao nascer
  • 64. Prefeitura de Areial/PB – enfermeiro- 2011 1-Em qual situação a vacina BCG está contra-indicada? A) Portadores de HIV (positivo) B) Comunicantes de hanseníase C) Comunicantes de HIV positivos D) Crianças em idade escolar sem cicatriz vacinal de BCG E) Crianças ao nascer
  • 65. Lagoa da Prata 2012 2-São exemplos de vacinas de microrganismos vivos e vacinas de microrganismos inativados, respectivamente, EXCETO: (A) Tríplice bacteriana e tríplice viral. (B) Anti-pólio (sabin) e tríplice bacteriana. (C) Anti-febre amarela e anti-varicela. (D) Dupla adulto e anti-meningocócica C conjugada.
  • 66. Lagoa da Prata 2012 2-São exemplos de vacinas de microrganismos vivos e vacinas de microrganismos inativados, respectivamente, EXCETO: (A) Tríplice bacteriana e tríplice viral. (B) Anti-pólio (sabin) e tríplice bacteriana. (C) Anti-febre amarela e anti-varicela. (D) Dupla adulto e anti-meningocócica C conjugada.
  • 67. Campo mourão 2012 3 - De acordo com o Calendário de Imunização, uma criança com 180 dias de idade deverá receber as seguintes vacinas: a) BCG e Febre amarela. b) Hepatite e Sarampo. c) Tríplice Viral e Hepatite. d) Sabin, Hepatite e Tetravalente.
  • 68. Campo mourão 2012 3 - De acordo com o Calendário de Imunização, uma criança com 180 dias (6 meses) de idade deverá receber as seguintes vacinas: a) BCG e Febre amarela. b) Hepatite e Sarampo. c) Tríplice Viral e Hepatite. d) Sabin, Hepatite e Tetravalente.
  • 69. São Mateus do Sul- 2012 4. As vacinas que podem ser conservadas a uma temperatura de -20°C são: A ( ) Antiamarílica e antitetânica; B ( ) Anti-sarampo e antipólio; C ( ) DPT e antitetânica; D ( ) Antirrábica e antissarampo; E ( ) Antipolio e BCG.
  • 70. São Mateus do Sul- 2012 4. As vacinas que podem ser conservadas a uma temperatura de -20°C são: A ( ) Antiamarílica e antitetânica; B ( X) Anti-sarampo e antipólio; C ( ) DPT e antitetânica; D ( ) Antirrábica e antissarampo; E ( ) Antipolio e BCG.
  • 71. Cambé 2012 5-A BCG-ID é uma vacina indicada para prevenir as formas graves de tuberculose e hanseníase, conforme preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Sobre esta vacina, pode-se afirmar que estão corretas todas as alternativas, EXCETO: A) A BCG, no Brasil, é comumente apresentada em ampola com 10 doses, de vidro acastanhado, para proteger a vacina da ação direta da luz solar, da qual deve ser sempre afastada. B) Após a reconstituição desta vacina, deve ser usada no prazo máximo de 6 horas. C) O volume correspondente a cada dose é de 0,1 ml, administrada por via subcutânea no braço direito, na altura da inserção inferior do músculo deltoide. D) Ao aplicar a vacina, os pais da criança devem ser orientados que a reação vacinal pode ocorrer em até 6 meses, observando que pode ocorrer em algumas etapas: nódulo local, pústula, crosta, úlcera e cicatriz. E) A vacina BCG-ID é preparada com vírus vivos atenuados
  • 72. Cambé 2012 5-A BCG-ID é uma vacina indicada para prevenir as formas graves de tuberculose e hanseníase, conforme preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Sobre esta vacina, pode-se afirmar que estão corretas todas as alternativas, EXCETO: A) A BCG, no Brasil, é comumente apresentada em ampola com 10 doses, de vidro acastanhado, para proteger a vacina da ação direta da luz solar, da qual deve ser sempre afastada. B) Após a reconstituição desta vacina, deve ser usada no prazo máximo de 6 horas. C) O volume correspondente a cada dose é de 0,1 ml, administrada por via subcutânea no braço direito, na altura da inserção inferior do músculo deltoide. D) Ao aplicar a vacina, os pais da criança devem ser orientados que a reação vacinal pode ocorrer em até 6 meses, observando que pode ocorrer em algumas etapas: nódulo local, pústula, crosta, úlcera e cicatriz. E) A vacina BCG-ID é preparada com vírus vivos atenuados
  • 73. 6-Sobre a vacina dupla bacteriana, é incorreto afirmar: (Capela – 2010) (A) A vacina dupla do tipo infantil poderá ser aplicada em menores de sete anos e a dupla do tipo adulto a partir desta idade; (B) A via de administração é a IM profunda, preferencialmente no vasto lateral da coxa; em crianças com mais de dois anos de idade pode ser aplicada na região deltóide; (C) A vacina dupla do tipo infantil contém uma menor concentração de toxóide diftérico, a mesma de toxóide tetânico e não contém o componente Palácios, presente na vacina tríplice (DTP); (D) A vacina dupla do tipo adulto é empregada como reforço da vacinação efetuada com a tríplice ou com a dupla do tipo infantil.
  • 74. 6-Sobre a vacina dupla bacteriana, é incorreto afirmar: (Capela – 2010) (A) A vacina dupla do tipo infantil poderá ser aplicada em menores de sete anos e a dupla do tipo adulto a partir desta idade; (B) A via de administração é a IM profunda, preferencialmente no vasto lateral da coxa; em crianças com mais de dois anos de idade pode ser aplicada na região deltóide; (C) A vacina dupla do tipo infantil contém uma menor concentração de toxóide diftérico, a mesma de toxóide tetânico e não contém o componente Palácios, presente na vacina tríplice (DTP); (D) A vacina dupla do tipo adulto é empregada como reforço da vacinação efetuada com a tríplice ou com a dupla do tipo infantil.
  • 75. 7-Quanto a vacinas, marque V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas: (Bom Jardim – 2009) ( ) Os imunobiológicos vacinas, soros e imunoglobulinas são produtos termolábeis, ou seja, produzidos para conservação a - 20ºC e na faixa de 2ºC a 8ºC. ( ) São de via de aplicação subcutânea deltóide: F. A (febre amarela), influenza, tríplice viral e pneumo 23. ( ) A vacina contra febre amarela e a BCG perdem a validade após 6 horas aberta. ( ) A vacina pneumo 23 e contra raiva humana são de uso imediato. ( ) A vacina DTP só deve ser aplicada até 6 anos, 11 meses e 29 dias. A sequência correta é: a) V, F, V, F, V; b) F, F, V, V, F; c) F, V, V, V, F; d) V, V, F, F, V; e) F, V, V, F, V.
  • 76. 7-Quanto a vacinas, marque V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas: (Bom Jardim – 2009) ( ) Os imunobiológicos vacinas, soros e imunoglobulinas são produtos termolábeis, ou seja, produzidos para conservação a - 20ºC e na faixa de 2ºC a 8ºC. ( ) São de via de aplicação subcutânea deltóide: F. A (febre amarela), influenza, tríplice viral e pneumo 23. ( ) A vacina contra febre amarela e a BCG perdem a validade após 6 horas aberta. ( ) A vacina pneumo 23 e contra raiva humana são de uso imediato. ( ) A vacina DTP só deve ser aplicada até 6 anos, 11 meses e 29 dias. A sequência correta é: a) V, F, V, F, V; b) F, F, V, V, F; c) F, V, V, V, F; d) V, V, F, F, V; e) F, V, V, F, V.
  • 77. 8- Numere a coluna da direita com base nas informações relativas aos princípios ativos dos imunobiológicos da coluna da esquerda. (Brejo dos Santos 2009): 1 - Vírus vivo atenuado 2 - Bactéria viva atenuada 3 - Toxóide 4 - Vírus inativado 5 – Polissacarídeo conjugado ( ) Vacina contra Haemophilus influenza tipo b (Hib) ( ) B.C.G. ( ) Vacina dupla adulto (dT) ( ) Vacina contra hepatite A ( ) Vacina tríplice viral (V.T.V.) Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta da coluna da direita, de cima para baixo. A) 5, 2, 3, 4, 1; B) 4, 2, 3, 5, 1; C) 4, 3, 2, 5, 1; D) 1, 2, 3, 4, 5.
  • 78. 8- Numere a coluna da direita com base nas informações relativas aos princípios ativos dos imunobiológicos da coluna da esquerda. (Brejo dos Santos 2009): 1 - Vírus vivo atenuado 2 - Bactéria viva atenuada 3 - Toxóide 4 - Vírus inativado 5 – Polissacarídeo conjugado ( ) Vacina contra Haemophilus influenza tipo b (Hib) ( ) B.C.G. ( ) Vacina dupla adulto (dT) ( ) Vacina contra hepatite A ( ) Vacina tríplice viral (V.T.V.) Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta da coluna da direita, de cima para baixo. A) 5, 2, 3, 4, 1; B) 4, 2, 3, 5, 1; C) 4, 3, 2, 5, 1; D) 1, 2, 3, 4, 5.
  • 79. UFPA 2011 9-Um adolescente de 15 anos de idade, em boas condições de saúde, compareceu ao setor de vacinação de uma unidade de saúde para receber a vacina contra hepatite B e, durante a triagem, não apresentou comprovante de vacinação anterior. Nesse caso, a conduta adequada do profissional de saúde do setor, de acordo com o Ministério da Saúde, seria (A) vacinar somente mediante sorologia negativa para hepatite B. (B) vacinar com o esquema de duas doses. (C) administrar somente dose de reforço. (D) considerar o adolescente vacinado. (E) vacinar seguindo o esquema de três doses.
  • 80. UFPA 2011 9-Um adolescente de 15 anos de idade, em boas condições de saúde, compareceu ao setor de vacinação de uma unidade de saúde para receber a vacina contra hepatite B e, durante a triagem, não apresentou comprovante de vacinação anterior. Nesse caso, a conduta adequada do profissional de saúde do setor, de acordo com o Ministério da Saúde, seria (A) vacinar somente mediante sorologia negativa para hepatite B. (B) vacinar com o esquema de duas doses. (C) administrar somente dose de reforço. (D) considerar o adolescente vacinado. (E) vacinar seguindo o esquema de três doses.
  • 81. Lajes pintadas/SC- 2011 10. Quando se segue adequadamente o calendário vacinal recomendado pelo Ministério da Saúde, a vacina pneumocócica 10 (conjugada) deve ser administrada: a) Aos 3, 9, 12 e 18 meses; b) Aos 1, 3, 6 e 15 meses; c) Aos 0, 4, 9 e 18 meses; d) Aos 2, 4, 6 e 12 meses.
  • 82. Lajes pintadas/SC- 2011 10. Quando se segue adequadamente o calendário vacinal recomendado pelo Ministério da Saúde, a vacina pneumocócica 10 (conjugada) deve ser administrada: a) Aos 3, 9, 12 e 18 meses; b) Aos 1, 3, 6 e 15 meses; c) Aos 0, 4, 9 e 18 meses; d) Aos 2, 4, 6 e 12 meses.
  • 83. Nova União – 2011 11-Fatores de ordem geral podem ser considerados como possíveis contra-indicações comuns à administração de todos os imunobiológicos. Dos fatores descritos abaixo, marque aquele que NÃO se enquadra às contra-indicações gerais para a administração de imunobiológicos. a) Reação de hipersensibilidade após recebimento de qualquer dose. b) Hipersensibilidade a componentes do produto. c) A presença de neoplasia maligna. d) Ocorrência de febre após a administração de uma vacina.
  • 84. Nova União – 2011 11-Fatores de ordem geral podem ser considerados como possíveis contra-indicações comuns à administração de todos os imunobiológicos. Dos fatores descritos abaixo, marque aquele que NÃO se enquadra às contra-indicações gerais para a administração de imunobiológicos. a) Reação de hipersensibilidade após recebimento de qualquer dose. b) Hipersensibilidade a componentes do produto. c) A presença de neoplasia maligna. d) Ocorrência de febre após a administração de uma vacina.
  • 85. IFCE 2012 12. Sobre o calendário básico de vacinação, definido pelo Programa Nacional de Imunizações da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (PNI/MS), analise as afirmativas. I. A vacina BCG previne, principalmente, as formas graves de tuberculose e deve ser aplicada, quando o bebê nasce, em dose única. Em prematuros, deve ser aplicada no 2º mês de vida ou após ele atingir 1,600 kg. II. A vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis e Haemophilus influenzae b (conjugada) deve ser administrada aos 2, 4 e 6 meses de idade. À vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis – DTP são indicados dois reforços. O primeiro reforço deve ser administrado aos 15 meses de idade e o segundo aos 4 (quatro) anos. A idade máxima para administrar esta vacina é aos 6 anos, 11meses e 29 dias. III. A vacina da hepatite B (recombinante) deve ser administrada em adolescentes não vacinados ou sem comprovante de vacinação anterior, seguindo o esquema de três doses (0, 1 e 6) com intervalo de um mês entre a primeira e a segunda dose, e de seis meses entre a primeira e a terceira dose. Aqueles com esquema incompleto seguem o esquema de três doses. IV. A vacina pneumocócica deve ser administrada em 3 doses (2, 4 e 6 meses de idade), juntamente com a vacina hepatite B. V. A vacina oral rotavírus humano deve ser administrada em duas doses, seguindo os limites de faixa etária: a primeira dose entre 1 mês e 15 dias a 3 meses e 7 dias; e a segunda dose, entre 3 meses e 7 dias a 5 meses e 15 dias. O intervalo mínimo preconizado entre a primeira e a segunda dose é de 30 dias. Estão corretas: A) I e II. B) II, III e IV. C) I, III e V. D) II e V. E) IV e V.
  • 86. IFCE 2012 12. Sobre o calendário básico de vacinação, definido pelo Programa Nacional de Imunizações da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (PNI/MS), analise as afirmativas. I. A vacina BCG previne, principalmente, as formas graves de tuberculose e deve ser aplicada, quando o bebê nasce, em dose única. Em prematuros, deve ser aplicada no 2º mês de vida ou após ele atingir 1,600 kg. II. A vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis e Haemophilus influenzae b (conjugada) deve ser administrada aos 2, 4 e 6 meses de idade. À vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis – DTP são indicados dois reforços. O primeiro reforço deve ser administrado aos 15 meses de idade e o segundo aos 4 (quatro) anos. A idade máxima para administrar esta vacina é aos 6 anos, 11meses e 29 dias. III. A vacina da hepatite B (recombinante) deve ser administrada em adolescentes não vacinados ou sem comprovante de vacinação anterior, seguindo o esquema de três doses (0, 1 e 6) com intervalo de um mês entre a primeira e a segunda dose, e de seis meses entre a primeira e a terceira dose. Aqueles com esquema incompleto seguem o esquema de três doses. IV. A vacina pneumocócica deve ser administrada em 3 doses (2, 4 e 6 meses de idade), juntamente com a vacina hepatite B. V. A vacina oral rotavírus humano deve ser administrada em duas doses, seguindo os limites de faixa etária: a primeira dose entre 1 mês e 15 dias a 3 meses e 7 dias; e a segunda dose, entre 3 meses e 7 dias a 5 meses e 15 dias. O intervalo mínimo preconizado entre a primeira e a segunda dose é de 30 dias. Estão corretas: A) I e II. B) II, III e IV. C) I, III e V. D) II e V. E) IV e V. F) II, IV e V
  • 87. Linhares/ES- 2011 13- Seguindo o calendário básico de vacinação da criança do Ministério da Saúde, o recém-nascido a termo, com peso superior a 2 Kg, deve receber as doses da vacina contra hepatite B: A) ao nascer, 2 meses e 1 ano. B) 2 meses, 4 meses e 6 meses. C) 3 meses, 5 meses e 1 ano. D) 1 mês, 5 meses e 4 anos. E) ao nascer, 1 mês e 6 meses.
  • 88. Linhares/ES- 2011 13- Seguindo o calendário básico de vacinação da criança do Ministério da Saúde, o recém-nascido a termo, com peso superior a 2 Kg, deve receber as doses da vacina contra hepatite B: A) ao nascer, 2 meses e 1 ano. B) 2 meses, 4 meses e 6 meses. C) 3 meses, 5 meses e 1 ano. D) 1 mês, 5 meses e 4 anos. E) ao nascer, 1 mês e 6 meses.
  • 89. IABAS-2011 14-A raiva é uma moléstia infecciosa aguda, com prognóstico fatal, causada por um vírus que se propaga no sistema nervoso central, passa para as glândulas salivares, onde também se replica, dali sendo eliminado na saliva das pessoas ou animais enfermos. Com relação ao tratamento profilático anti-rábico humano com a vacina de cultivo celular (células vero), é correto afirmar que: (A) mordeduras de animais em mãos e polpas digitais são em geral consideradas acidentes leves; (B) não é indicado tratamento para ferimento causado por unha de gato; (C) o esquema anti-rábico humano pré-exposição compreende 5 doses, com os seguintes dias de aplicação: 0, 3, 7, 14 e 28 (considerando dia 0 como o dia do acidente); (D) lambedura de mucosa é considerada acidente grave e deve-se iniciar o tratamento o mais precocemente possível; (E) em caso de mordedura única superficial em tronco ou membros (com exceção das mãos) com animal clinicamente sadio não há necessidade de observação do animal.
  • 90. IABAS-2011 14-A raiva é uma moléstia infecciosa aguda, com prognóstico fatal, causada por um vírus que se propaga no sistema nervoso central, passa para as glândulas salivares, onde também se replica, dali sendo eliminado na saliva das pessoas ou animais enfermos. Com relação ao tratamento profilático anti-rábico humano com a vacina de cultivo celular (células vero), é correto afirmar que: (A) mordeduras de animais em mãos e polpas digitais são em geral consideradas acidentes leves; (B) não é indicado tratamento para ferimento causado por unha de gato; (C) o esquema anti-rábico humano pré-exposição compreende 5 doses, com os seguintes dias de aplicação: 0, 3, 7, 14 e 28 (considerando dia 0 como o dia do acidente); (D) lambedura de mucosa é considerada acidente grave e deve-se iniciar o tratamento o mais precocemente possível; (E) em caso de mordedura única superficial em tronco ou membros (com exceção das mãos) com animal clinicamente sadio não há necessidade de observação do animal.
  • 91. IABAS-2011 15-A vacina é o imunobiológico que contém um ou mais agentes imunizantes em diversas formas. Sobre a composição das vacinas, NÃO é correto afirmar que: (A) pequenas quantidades de substâncias antibióticas ou germicidas são incluídas na composição das vacinas para evitar o crescimento dos contaminantes; (B) os adjuvantes são compostos de alumínio utilizados para aumentar o poder imunogênico de algumas vacinas; (C) os líquidos em suspensão são constituídos por soluções alcoólicas utilizados para aumentar o poder imunogênico de algumas vacinas, amplificando o estímulo provocado por esses agentes imunizantes (toxoide tetânico e toxoide diftérico, por exemplo); (D) o líquido de suspensão é constituído geralmente por água destilada ou solução salina fisiológica, podendo conter proteínas e outros componentes originários dos meios de cultura ou das células utilizadas no processo de produção das vacinas; (E) estabilizadores (nutrientes) são adicionados a vacinas constituídas por agentes infecciosos vivos atenuados. Reações alérgicas podem ocorrer se a pessoa vacinada for sensível a algum desses componentes.
  • 92. IABAS-2011 15-A vacina é o imunobiológico que contém um ou mais agentes imunizantes em diversas formas. Sobre a composição das vacinas, NÃO é correto afirmar que: (A) pequenas quantidades de substâncias antibióticas ou germicidas são incluídas na composição das vacinas para evitar o crescimento dos contaminantes; (B) os adjuvantes são compostos de alumínio utilizados para aumentar o poder imunogênico de algumas vacinas; (C) os líquidos em suspensão são constituídos por soluções alcoólicas utilizados para aumentar o poder imunogênico de algumas vacinas, amplificando o estímulo provocado por esses agentes imunizantes (toxoide tetânico e toxoide diftérico, por exemplo); (D) o líquido de suspensão é constituído geralmente por água destilada ou solução salina fisiológica, podendo conter proteínas e outros componentes originários dos meios de cultura ou das células utilizadas no processo de produção das vacinas; (E) estabilizadores (nutrientes) são adicionados a vacinas constituídas por agentes infecciosos vivos atenuados. Reações alérgicas podem ocorrer se a pessoa vacinada for sensível a algum desses componentes.