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Unidade 4
Hidrografia
A água é abundante na superfície terrestre e está em
permanente transformação, passando de um estado para
outro: sólido (gelo), líquido (água) e gasoso (vapor de
água).
Ao processo de transformação e circulação da água damos
o nome de ciclo da água ou ciclo hidrológico.
O CICLO DA ÁGUA
Tema 1
Tema 1
Os oceanos são porções de água que ocupam as principais e mais
amplas depressões do relevo do planeta. Trata-se, portanto, de
um imenso conjunto de água misturada com outros elementos,
principalmente os sais minerais, e que circunda as áreas
formadas pelas terras emersas, o que inclui ilhas e continentes.
Existem quatro oceanos: Pacífico, Atlântico, Índico
OS OCEANOS
Tema 1
Tema 1
Oceano Índico
Ilhas Maldivas
– Oceano Índico
Tema 1
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OS MARES
Os mares são massas de água salgada que
frequentemente estão próximos do continente às
margens dos oceanos, e diferem dos oceanos pela sua
localização, extensão, profundidade, coloração e
salinidade.
Tema 1
Costeiros ou abertos:
Localizados nas costas litorâneas, eles
possuem ligação direta com os
oceanos ou outros mares, podemos
citar como exemplos de mares
abertos/costeiros o Mar do Japão, Mar
da China, Mar de Omã e Mar de
Bering.
Fechados ou isolados:
Como o próprio nome sugere, são
mares que não possuem ligação com
oceanos ou outros mares, e sofrem
assim influência direta do continente. O
Mar Cáspio e o Mar Morto são
exemplos de mares do tipo
isolado/fechado.
Tipos de Mares
Tema 1
Interiores ou continentais:
Também pode ser chamados
de mediterrâneos, eles estão
ligados com outros mares ou
oceanos por canais ou
estreitos, como por exemplo o
Mar Vermelho, Mar
Mediterrâneo e Mar Negro.
Tema 1
USOS DOS OCEANOS E MARES
Exploração econômica
Os oceanos e mares são utilizados para o sustento e o
desenvolvimento das sociedades humanas. Aproximadamente 45%
da população mundial concentrara-se em áreas costeiras ou junto a
rios
Sais marinhos
Tema 2
A pesca
A pesca é uma das mais antigas atividades humanas e pode
ser classificada em artesanal e industrial.
Tema 2
OBTENÇÃO DE ENERGIA
Apesar de terem altos custos de produção ou serem
mecanismos alternativos em experimentação, pode-se
obter energia limpa e renovável dos oceanos e mares a
partir da movimentação de suas águas por:
Tema 2
Outros usos dos oceanos e mares
• Extração de petróleo e gás natural
• Instalação de parques de energia eólica
• Navegação
• Turismo
• Obtenção de algas para abastecer indústria farmacêutica, de
cosméticos, químicas, de alimentos e de ração animal
Parque eólico em alto mar no Reino Unido
Extração de petróleo
Tema 2
SOBREPESCA E POLUIÇÃO MARINHA
Tema 2
SOBREPESCA
Mais de 50% dos tubarões e raias do Mediterrâneo estão em risco de extinção
Por Sabrina Rodrigues
Mais de 50 por cento dos tubarões e das raias nativas do mar Mediterrâneo estão
correndo alto risco de extinção.
Para os pesquisadores, a sobrepesca é a principal causa para o declínio desses
animais. O uso ilegal de redes de deriva continua de forma intensa e disseminada por
todo a mar Mediterrâneo, apesar de ter sido proibido em 2002. Este é
provavelmente um dos principais motivos da mortalidade das espécies. Em 2016,
especialistas do IUCN realizaram uma avaliação no local e analisaram o estado de 73
espécies de tubarões e raias na região. Eles descobriram que mais de 50 por cento
das espécies (22 das 41 espécies de tubarões; 16 das 32 espécies de raias) estão
ameaçadas de extinção. O estado de conservação dos tubarões e das raias no
Mediterrâneo não apresenta sinais de melhora, advertem os pesquisadores.
Fonte: http://www.oeco.org.br/blogs/salada-verde/mais-de-50-dos-tubaroes-e-raias-do-
mediterraneo-estao-em-risco-de-extincao/
Tema 2
Um pequeno peixe de apenas
15 centímetros de
comprimento, que vive na costa
da Namíbia (Sudoeste Africano)
conseguiu salvar um
ecossistema danificado pelo
homem devido a sobrepesca. A
pesca da sardinha realizada
nas décadas de 1960 e 1970,
juntamente com condições
ambientais desfavoráveis, fez
com que o ecossistema de
Benguela, na costa da Namíbia,
na África, entrasse em colapso.
A sobrepesca é resultado da captura
insustentável e, além de pôr em risco uma
série de espécies pesqueiras, aumenta o
desperdício de alimentos.
Exploração e riscos ambientais
Diversas atividades humanas
realizadas de maneira predatória
ameaçam mares e oceanos.
As consequências são:
• Desequilíbrio com as mudanças
climáticas;
• Aquecimento das águas
marinhas;
• Elevação da acidez caudado pelo
aumento de gás carbônico na
atmosfera e a perda de espécies
animais e recifes de coral.
Grande parte de sua superfície é coberta de água: além dos
oceanos, que correspondem a quase 71% da área do globo,
as geleiras, os rios e os lagos ocupam vastas áreas das terras
emersas.
A ÁGUA NA SUPERFÍCIE
TEMA 3
Como a região é
formada por um
deserto (Saara), o
rio Nilo ganhou
uma extrema
importância para
os egípcios.
TEMA 3
RIOS E BACIA HIDROGRÁFICA
TEMA 3
TEMA 3
TEMA 3
Foz em Estuário.
(Em azul o rio e em verde a terra firme)
Quando a foz do rio é em estuário, quer dizer
que ela desemboca no mar em forma de um
único canal, sem qualquer tipo de formação
adicional. Simplesmente há uma ligação direta
entre rio e mar
Foz de um rio
Na foz em delta, o que ocorre é uma
ligação cheia de "veias" com o mar, onde
ocorre inclusive e criação de ilhas entre as
ligações.
Foz em Delta
(Em azul o rio e em verde a terra firme)
TEMA 3
Divisor de água é a parte mais elevada do relevo que separa a direção para onde
correm as águas dos rios, ou bacias de drenagem. Um exemplo de divisor de água
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TEMA 3
Bacia Hidrográfica e Rede Hidrográfica
A bacia hidrográfica pode ser entendida como um conjunto de
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A rede hidrográfica é o nome que se dá ao conjunto formado pelo
rio principal, e por todos os seus afluentes e subafluentes.
TEMA 3
VOLUME DOS RIOS
Quando a variação da quantidade de água de um determinado rio é proveniente das
águas das precipitações, o processo é chamado de REGIME PLUVIAL. Quando a oscilação
do volume das águas acontece em razão do processo de derretimento de geleiras, tal
fenômeno é denominado de REGIME NIVAL.
Entretanto, pode ocorrer a existência de rios que sofrem influência dos dois regimes
(pluvial e nival), como por exemplo, o rio Amazonas, que nasce no Peru, na Cordilheira
dos Andes (influência do regime nival em sua nascente) e depois no Brasil, sofre
influência do regime pluvial, em razão dos elevados índices pluviométricos que ocorrem
na região (influência do regime pluvial)
TEMA 3
Rio Temporário
Rio Perene
TEMA 3
Usina de Itaipu
RIOS E RELEVO
Rio São Francisco – Trecho navegável
TEMA 3
São encontradas nas regiões de altitude elevada, como os picos de
montanhas, ou nas zonas polares. Nessas áreas, quando ocorre um
aumento da temperatura em períodos mais quentes, o gelo pode
derreter e dar origem a lagos e rios.
AS GELEIRASTEMA 3
OS LAGOS
TEMA 3
Rio emissário
ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
As águas subterrâneas cumprem uma fase do ciclo hidrológico, uma vez que constituem uma
parcela da água precipitada.
TEMA 3
A escassez de água pode ocorrer em qualquer país, mesmo naqueles que apresentam
abundância de recursos hídricos.
Distribuição de água doce nos continentes
TEMA 4
Distribuição de água doce 2015
O problema é que as técnicas
utilizadas para dessalinizar a
água costumam ser bastante
dispendiosas e, em muitos casos,
não são viáveis para uma
determinada região. Elas são
mais necessárias em locais onde
a água doce é bastante limitada
ou escassa, como regiões áridas
TEMA 4
Há companhias fornecedoras de água que
cobram preços elevados dos consumidores
ou não sofrem nenhum tipo de regulação por
meio dos órgãos públicos responsáveis, o que
limita ainda mais o acesso à água.
CONSUMO E DEGRADAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS
Água potável falta para muitas pessoas que
precisam beber em poças sujas e rios poluídos
para matar a sede.
TEMA 4
O Brasil possui uma grande
quantidade de recursos hídricos.
Entretanto, isso não ocorre em
todo o país, já que a água é
irregularmente distribuída e o
Nordeste do Brasil sofre secas
prolongadas, reduzindo a vazão
dos rios e dificultando a vida da
população.
O desperdício de água e a
poluição vêm diminuindo os níveis
desse bem que é indispensável
para a manutenção da vida e
fundamental para o
desenvolvimento da sociedade.
TEMA 4
TEMA 4
A economia do recurso hídrico na
irrigação por gotejamento acontece
através da disponibilização de água
junto ao sistema radicular da planta,
enquanto no sistema mais utilizado
no país, por aspersão, a água é
distribuída por toda a extensão da
planta, necessitando de um maior
volume de água para atender a
demanda da cultura. Além de utilizar
um menor volume de água, é possível
reduzir os custos e ampliar a
produtividade, já que a planta
receberá o volume necessário do
recurso hídrico para se desenvolver.
Técnica do Gotejamento
TEMA 4
Apesar dos avanços tecnológicos no processo
de produção, a contaminação das águas por
resíduos industriais ainda é muito elevada.
Os componentes tóxicos usados nas fábricas
poluem importantes rios em áreas urbanas.
As políticas públicas que impulsionaram o
crescimento urbano-industrial brasileiro —
assim como de grande parte dos países do
mundo — não impediram a poluição de seus
rios.
TEMA 4
https://www.fazforte.com.br/blog/industria-e-uma-das-vilas-no-desperdicio-de-agua/
TEMA 4
Fonte: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2016/09/137-quilometros-do-rio-tiete-estao-mortos-mostra-pesquisa.html
TEMA 4
Populações de países desenvolvidos têm maior acesso à água potável e dificilmente
lidam com a falta desse elemento. O mesmo não ocorre em países menos
desenvolvidos, onde a distribuição de água não atinge toda a população e, muitas
vezes, ocorre o racionamento.
TEMA 4
USO SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS
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  • 2. A água é abundante na superfície terrestre e está em permanente transformação, passando de um estado para outro: sólido (gelo), líquido (água) e gasoso (vapor de água). Ao processo de transformação e circulação da água damos o nome de ciclo da água ou ciclo hidrológico. O CICLO DA ÁGUA Tema 1
  • 3. Tema 1 Os oceanos são porções de água que ocupam as principais e mais amplas depressões do relevo do planeta. Trata-se, portanto, de um imenso conjunto de água misturada com outros elementos, principalmente os sais minerais, e que circunda as áreas formadas pelas terras emersas, o que inclui ilhas e continentes. Existem quatro oceanos: Pacífico, Atlântico, Índico OS OCEANOS
  • 6. Oceano Índico Ilhas Maldivas – Oceano Índico Tema 1
  • 8. OS MARES Os mares são massas de água salgada que frequentemente estão próximos do continente às margens dos oceanos, e diferem dos oceanos pela sua localização, extensão, profundidade, coloração e salinidade. Tema 1
  • 9. Costeiros ou abertos: Localizados nas costas litorâneas, eles possuem ligação direta com os oceanos ou outros mares, podemos citar como exemplos de mares abertos/costeiros o Mar do Japão, Mar da China, Mar de Omã e Mar de Bering. Fechados ou isolados: Como o próprio nome sugere, são mares que não possuem ligação com oceanos ou outros mares, e sofrem assim influência direta do continente. O Mar Cáspio e o Mar Morto são exemplos de mares do tipo isolado/fechado. Tipos de Mares Tema 1
  • 10. Interiores ou continentais: Também pode ser chamados de mediterrâneos, eles estão ligados com outros mares ou oceanos por canais ou estreitos, como por exemplo o Mar Vermelho, Mar Mediterrâneo e Mar Negro. Tema 1
  • 11. USOS DOS OCEANOS E MARES Exploração econômica Os oceanos e mares são utilizados para o sustento e o desenvolvimento das sociedades humanas. Aproximadamente 45% da população mundial concentrara-se em áreas costeiras ou junto a rios Sais marinhos Tema 2
  • 12. A pesca A pesca é uma das mais antigas atividades humanas e pode ser classificada em artesanal e industrial. Tema 2
  • 13. OBTENÇÃO DE ENERGIA Apesar de terem altos custos de produção ou serem mecanismos alternativos em experimentação, pode-se obter energia limpa e renovável dos oceanos e mares a partir da movimentação de suas águas por: Tema 2
  • 14. Outros usos dos oceanos e mares • Extração de petróleo e gás natural • Instalação de parques de energia eólica • Navegação • Turismo • Obtenção de algas para abastecer indústria farmacêutica, de cosméticos, químicas, de alimentos e de ração animal Parque eólico em alto mar no Reino Unido Extração de petróleo Tema 2
  • 15. SOBREPESCA E POLUIÇÃO MARINHA Tema 2
  • 16. SOBREPESCA Mais de 50% dos tubarões e raias do Mediterrâneo estão em risco de extinção Por Sabrina Rodrigues Mais de 50 por cento dos tubarões e das raias nativas do mar Mediterrâneo estão correndo alto risco de extinção. Para os pesquisadores, a sobrepesca é a principal causa para o declínio desses animais. O uso ilegal de redes de deriva continua de forma intensa e disseminada por todo a mar Mediterrâneo, apesar de ter sido proibido em 2002. Este é provavelmente um dos principais motivos da mortalidade das espécies. Em 2016, especialistas do IUCN realizaram uma avaliação no local e analisaram o estado de 73 espécies de tubarões e raias na região. Eles descobriram que mais de 50 por cento das espécies (22 das 41 espécies de tubarões; 16 das 32 espécies de raias) estão ameaçadas de extinção. O estado de conservação dos tubarões e das raias no Mediterrâneo não apresenta sinais de melhora, advertem os pesquisadores. Fonte: http://www.oeco.org.br/blogs/salada-verde/mais-de-50-dos-tubaroes-e-raias-do- mediterraneo-estao-em-risco-de-extincao/ Tema 2
  • 17. Um pequeno peixe de apenas 15 centímetros de comprimento, que vive na costa da Namíbia (Sudoeste Africano) conseguiu salvar um ecossistema danificado pelo homem devido a sobrepesca. A pesca da sardinha realizada nas décadas de 1960 e 1970, juntamente com condições ambientais desfavoráveis, fez com que o ecossistema de Benguela, na costa da Namíbia, na África, entrasse em colapso. A sobrepesca é resultado da captura insustentável e, além de pôr em risco uma série de espécies pesqueiras, aumenta o desperdício de alimentos.
  • 18. Exploração e riscos ambientais Diversas atividades humanas realizadas de maneira predatória ameaçam mares e oceanos. As consequências são: • Desequilíbrio com as mudanças climáticas; • Aquecimento das águas marinhas; • Elevação da acidez caudado pelo aumento de gás carbônico na atmosfera e a perda de espécies animais e recifes de coral.
  • 19. Grande parte de sua superfície é coberta de água: além dos oceanos, que correspondem a quase 71% da área do globo, as geleiras, os rios e os lagos ocupam vastas áreas das terras emersas. A ÁGUA NA SUPERFÍCIE TEMA 3
  • 20. Como a região é formada por um deserto (Saara), o rio Nilo ganhou uma extrema importância para os egípcios. TEMA 3
  • 21. RIOS E BACIA HIDROGRÁFICA TEMA 3
  • 24. Foz em Estuário. (Em azul o rio e em verde a terra firme) Quando a foz do rio é em estuário, quer dizer que ela desemboca no mar em forma de um único canal, sem qualquer tipo de formação adicional. Simplesmente há uma ligação direta entre rio e mar Foz de um rio Na foz em delta, o que ocorre é uma ligação cheia de "veias" com o mar, onde ocorre inclusive e criação de ilhas entre as ligações. Foz em Delta (Em azul o rio e em verde a terra firme) TEMA 3
  • 25. Divisor de água é a parte mais elevada do relevo que separa a direção para onde correm as águas dos rios, ou bacias de drenagem. Um exemplo de divisor de água é a montanha. TEMA 3
  • 26. Bacia Hidrográfica e Rede Hidrográfica A bacia hidrográfica pode ser entendida como um conjunto de terras drenadas por um rio principal e seus afluentes. A rede hidrográfica é o nome que se dá ao conjunto formado pelo rio principal, e por todos os seus afluentes e subafluentes. TEMA 3
  • 27. VOLUME DOS RIOS Quando a variação da quantidade de água de um determinado rio é proveniente das águas das precipitações, o processo é chamado de REGIME PLUVIAL. Quando a oscilação do volume das águas acontece em razão do processo de derretimento de geleiras, tal fenômeno é denominado de REGIME NIVAL. Entretanto, pode ocorrer a existência de rios que sofrem influência dos dois regimes (pluvial e nival), como por exemplo, o rio Amazonas, que nasce no Peru, na Cordilheira dos Andes (influência do regime nival em sua nascente) e depois no Brasil, sofre influência do regime pluvial, em razão dos elevados índices pluviométricos que ocorrem na região (influência do regime pluvial) TEMA 3
  • 29. Usina de Itaipu RIOS E RELEVO Rio São Francisco – Trecho navegável TEMA 3
  • 30. São encontradas nas regiões de altitude elevada, como os picos de montanhas, ou nas zonas polares. Nessas áreas, quando ocorre um aumento da temperatura em períodos mais quentes, o gelo pode derreter e dar origem a lagos e rios. AS GELEIRASTEMA 3
  • 31. OS LAGOS TEMA 3 Rio emissário
  • 32. ÁGUAS SUBTERRÂNEAS As águas subterrâneas cumprem uma fase do ciclo hidrológico, uma vez que constituem uma parcela da água precipitada. TEMA 3
  • 33. A escassez de água pode ocorrer em qualquer país, mesmo naqueles que apresentam abundância de recursos hídricos. Distribuição de água doce nos continentes TEMA 4 Distribuição de água doce 2015
  • 34. O problema é que as técnicas utilizadas para dessalinizar a água costumam ser bastante dispendiosas e, em muitos casos, não são viáveis para uma determinada região. Elas são mais necessárias em locais onde a água doce é bastante limitada ou escassa, como regiões áridas TEMA 4
  • 35. Há companhias fornecedoras de água que cobram preços elevados dos consumidores ou não sofrem nenhum tipo de regulação por meio dos órgãos públicos responsáveis, o que limita ainda mais o acesso à água. CONSUMO E DEGRADAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS Água potável falta para muitas pessoas que precisam beber em poças sujas e rios poluídos para matar a sede. TEMA 4
  • 36. O Brasil possui uma grande quantidade de recursos hídricos. Entretanto, isso não ocorre em todo o país, já que a água é irregularmente distribuída e o Nordeste do Brasil sofre secas prolongadas, reduzindo a vazão dos rios e dificultando a vida da população. O desperdício de água e a poluição vêm diminuindo os níveis desse bem que é indispensável para a manutenção da vida e fundamental para o desenvolvimento da sociedade. TEMA 4
  • 38. A economia do recurso hídrico na irrigação por gotejamento acontece através da disponibilização de água junto ao sistema radicular da planta, enquanto no sistema mais utilizado no país, por aspersão, a água é distribuída por toda a extensão da planta, necessitando de um maior volume de água para atender a demanda da cultura. Além de utilizar um menor volume de água, é possível reduzir os custos e ampliar a produtividade, já que a planta receberá o volume necessário do recurso hídrico para se desenvolver. Técnica do Gotejamento TEMA 4
  • 39. Apesar dos avanços tecnológicos no processo de produção, a contaminação das águas por resíduos industriais ainda é muito elevada. Os componentes tóxicos usados nas fábricas poluem importantes rios em áreas urbanas. As políticas públicas que impulsionaram o crescimento urbano-industrial brasileiro — assim como de grande parte dos países do mundo — não impediram a poluição de seus rios. TEMA 4
  • 42. Populações de países desenvolvidos têm maior acesso à água potável e dificilmente lidam com a falta desse elemento. O mesmo não ocorre em países menos desenvolvidos, onde a distribuição de água não atinge toda a população e, muitas vezes, ocorre o racionamento. TEMA 4
  • 43. USO SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS Utilização inconsciente da água TEMA 4