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RELEVO
Professora Christie
AS MODIFICAÇÕES NO PLANETA TERRA
Tema 1
Tempo Geológico: corresponde ao tempo decorrido
desde o final da fase formativa da Terra até os nossos
dias. Veja imagem ao lado.
Tema 1
Tema 1
Está dividida em duas
partes: a crosta
continental e a crosta
oceânica.
A diversidade de
formas da crosta
terrestre constitui o
relevo.
A temperatura em seu
interior pode chegar a
3000°C
Tema 1
Alfred Wegener estabelecia que há
aproximadamente 230 milhões de anos, todos os
continentes, no passado, formavam apenas um, o
Pangeia, e que posteriormente se fragmentou
graças ao movimento das placas tectônicas.
Evidências da Teoria
➢ Encaixe quase perfeito entre as atuais costas da
Europa e África com as costas da América do Norte
e do Sul.
➢ Coincidência das estruturas geológicas nos locais
dos possíveis encaixes entre os continentes;
➢ As evidências fósseis também são bastante fortes,
tanto vegetais como animais.
Tema 2
Tema 2
As placas tectônicas
As placas tectônicas são blocos que integram a parte sólida da
litosfera, essas placas estão em constante movimentação.
As placas se deslocam sobre o manto, movendo-se lentamente
como se estivessem em uma esteira rolante, ora se aproximando,
ora se afastando uma da outra.
Tema 2 O movimento das placas tectônicas
São os movimentos dos fluidos
internos que se realizam no manto.
Acredita-se que elas sejam as
grandes responsáveis por
inúmeros processos de
transformação do relevo de origem
endógena (interna), como
terremotos, vulcanismos, tectônica
de placas, entre outros.
Sabemos que a Terra possui três principais camadas: crosta, manto e núcleo. Sabemos
também que o manto terrestre é composto por magma, que são formações rochosas que
se encontram em uma consistência pastosa, graças ao elevado calor interno da Terra.
Assim, se considerarmos a fluidez dessa camada, não é difícil imaginar que esse material
realize constantes movimentos.
Tema 2
Limites das placas
De acordo com a movimentação das placas tectônicas, os limites
entre elas podem ser:
• convergentes: as placas colidem uma contra a outra;
• divergentes: as placas se afastam uma da outra;
• transformantes: as placas se atritam, passando uma ao lado da
outra
Placas convergentes
Tema 2
Placas divergentes
Tema 2
Placas transformantes
Tema 2
O Brasil está localizado sobre a placa Sul-Americana,
distante de áreas de choque ou de separação de
placas tectônicas.
Tema 2
Agentes internos ou endógenos
JULIENGRONDIN/SHUTTERSTOCK
Exemplos:
• A movimentação das
placas tectônicas;
• os terremotos (abalos
sísmicos);
• vulcanismo.
Vulcão em erupção
TEMA 3
Agentes internos: tectonismo
O afundamento de blocos de rochas falhadas originou o vale
do Paraíba (SP).
TEMA 3
Formação da Cordilheira dos Andes
na América do Sul.
TEMA 3
Agentes internos: terremotos
Terremoto em Kobe (Japão, 1995). Vias férreas com deformações
que mostram a natureza ondular da propagação sísmica. Esse
terremoto causou muitos estragos, apesar dos grandes cuidados
antissísmicos nas infraestruturas do Japão mações que mostram a
CID
Os terremotos são vibrações na crosta terrestre que
vão acumulando tensão nas bordas até o limite de
resistência das rochas, causando rupturas ou falhas.
TEMA 3
Tanto o Haiti como o Japão localizam-se em ilhas
oceânicas originadas do encontro de placas
tectônicas, estando, portanto, em zonas de intensa
atividade sísmica. Porém, o Japão possui
mecanismos de prevenção e minimização de danos
causados pela instabilidade física da área que
ocupa. O Haiti, ao contrário, não tem condições de
investir em prevenção e minimização dos efeitos de
catástrofes naturais. Isso explica porque o abalo
sísmico no Japão, mesmo tendo sido de maior
magnitude, teve um número de vítimas muito
menor que o do ocorrido no Haiti. Consequências do Terremoto de 2010 no Haiti.
TEMA 3
Por quais motivos, quando ocorrem
terremotos no Brasil geralmente eles
são de pequena magnitude?
Os terremotos de grande magnitude não
ocorrem no território brasileiro porque este país
está situado no centro da placa Sul-Americana.
Existe a ocorrência de terremotos no território
brasileiro, causados por desgastes na placa
tectônica, promovendo possíveis falhas
geológicas. Essas falhas, causadoras de abalos
sísmicos, estão presentes em todo o território
nacional, proporcionando terremotos; alguns
deles são considerados imperceptíveis na
superfície terrestre.
https://www.terra.com.br/noticias/educacao/voce-sabia/qual-foi-o-maior-terremoto-da-historia-do-
brasil,de08c087e60ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html
A falha geológica é a cisão ou ruptura de uma rocha ou bloco
rochoso ao longo de sua estrutura, dividindo esta em duas
compartimentações que se deslocam vertical ou horizontalmente,
apresentando uma diferença residual que varia de centímetros a
quilômetros. Sua ocorrência é mais evidente em áreas de
instabilidade tectônica, mas também pode manifestar-se em outras
regiões.
TEMA 3
TEMA 3
Fonte: https://www.gazetaonline.com.br/especiais/capixapedia/2018/04/segundo-maior-
terremoto-do-brasil-fez-vitoria-tremer-em-1955-1014125494.html
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CID
A montanha do Monte Fugi – Japão é de origem vulcânica
TEMA 3
O vulcanismo causa alterações no relevo e na paisagem, além de ser uma
fonte de pesquisa para cientistas, uma vez que traz para a superfície
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Apesar da sua incrível capacidade de destruição, os vulcões tornam o solo ao seu redor
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adubo. Esse é um motivo dos quais populações inteiras se instalam à volta dos vulcões,
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A+
Terra roxa é um tipo de solo vermelho muito
fértil, caracterizado por ser o resultado de
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basálticas (rocha vulcânica).
Os vulcões também podem ser fonte de energia e de matérias-primas.
A energia geotérmica é considerada uma das energias mais limpas no leque de
energias renováveis utilizáveis.
O calor é trazido para perto da superfície, devido a movimentos da crosta
terrestre, por intrusão de magma fundido e pela circulação de águas
subterrâneas formando reservatórios de água quente sob grande pressão.
TEMA 3
Existe mesmo um vulcão em Caldas
Novas (GO)?
É comum a afirmação de que as águas
quentes da cidade são provenientes de
um vulcão: verdade ou mito?
"As águas térmicas de Caldas Novas e do Rio Quente são provenientes
de um vulcão antigo, inativo ou extinto".
Com certeza você já ouviu essa informação antes, não é mesmo? Só
que ela não é verdadeira.
A temperatura dos rios na região das águas termais de Goiás é
proveniente de outro fenômeno natural: o aquecimento geotérmico.
Na tese de doutorado de Leonardo de Almeida, produzida na
Universidade de Brasília (UnB), a questão é explicada. O documento diz
que "a origem das águas termais é associada a regimes de fluxo
intermediário e a um arranjo de fraturas que atingem profundidades
maiores que 1.000 metros".
Basicamente, a água infiltra em fraturas existentes no subsolo, onde as
temperaturas são maiores devido a maior influência das camadas
inferiores da Terra, que apresentam altas temperaturas. Assim, nessas
regiões da crosta terrestre, quanto mais profundo, mais quente fica.
Segundo a tese, em Caldas Novas e Rio Quente "os poços termais
possuem vazões que alcançam 63 m³/h e temperaturas superiores a
59ºC".
Portanto, o povo goiano e também os turistas que
frequentam a região podem ficar despreocupados, nenhum
vulcão entrará em erupção, pois ele não existe e nunca
existiu, mesmo no passado geologicamente mais remoto. Se
tivesse existido um vulcão na região, encontraríamos rochas
vulcânicas ou derivadas delas no ambiente, a exemplo do
basalto. Mas não há indícios da presença dessas formações
rochosas em Goiás.
Aliás, em nenhuma parte do território brasileiro existe um
vulcão, ativo ou inativo. O que existem são evidências de
vulcões que já foram extintos. Inclusive o mais antigo do
mundo é brasileiro, mais precisamente no território do
Amazonas. O "velhinho" surgiu, segundo os geológos, há
cerca de 1 bilhão de anos.
O fenômeno de aquecimento das águas por meio geotérmico
é muito comum em outros países e também em
áreas como a Antártida. Em alguns casos, é possível até
mesmo a produção de energia elétrica, como ocorre na Nova
Zelândia. Já em Caldas Novas, o único aproveitamento
econômico possível é o turismo,
o que é muito bem executado na cidade. A região abrange o
maior manancial hidrotermal do mundo e recebe mais de
quatro milhões de turistas por ano, atraídos pelas
propriedades medicinais das piscinas termais.
Fonte: http://www.curtamais.com.br/goiania/existe-mesmo-
um-vulcao-em-caldas-novas
TEMA 3
Agentes externos ou exógenos
TEMA 3
O intemperismo
TEMA 3
O solo é formado principalmente pela decomposição das rochas.
Essa decomposição ocorre pelo calor solar, vento, água da chuva, minhocas,
etc.
No solo é possível perceber a inter-relação entre clima, relevo e a ação de
microrganismos vivos.
O solo
TEMA 3
Cor
A cor do solo depende do material de origem e do
conteúdo de matéria orgânica (elementos vivos e
não vivos compostos de carbono
Porosidade
A porosidade se refere à porção do espaço ocupado
por líquidos e gases em relação à massa do solo, ou
seja, diz respeito aos “vazios”.
Permeabilidade
A permeabilidade do solo está diretamente
relacionada à porosidade, pois diz respeito à
condição da água de circular pelo solo.
Textura
Refere-se aos tamanho das partículas que
compõem o solo.
Características como cor, porosidade, permeabilidade e
textura influem no tipo de uso que se faz do solo.
TEMA 3
O material desgastado é removido e transportado até ser depositado em um
novo local, ocorrendo a sedimentação.
TEMA 3
EROSÃO E SEDIMENTAÇÃO
Voçoroca em Tangará da Serra (MT)
O escoamento superficial das águas da chuva carrega
partículas de rocha das regiões mais altas para as mais
baixas. Em áreas sem cobertura vegetal, esse processo
se intensifica, podendo provocar deslizamentos,
voçorocas (conjunto de sulcos profundos no solo) e
perdas de nutrientes da terra.
TEMA 3
TEMA 3
Rio Colorado e Grand Canyon
Ao longo do rio, podem-se
formar curvas e laços
sinuosos, chamados de
meandros.
Erosão fluvial
Na desembocadura (foz) do rio pode ocorrer a formação de
depósitos de sedimentos fluviais em forma de leque, os
deltas.
TEMA 3
Praia de Torres (RS)
TEMA 3
Agentes
PHOTODISC/CID
O deslizamento do gelo
acumulado em altas montanhas, o
movimento das geleiras e o
degelo modificam o relevo, pois
carregam sedimentos de um
ponto elevado e os depositam em
áreas mais baixas.
Os fiordes são exemplos de vales
glaciais estreitos e profundos que
foram cavados pela erosão
glaciária.
Agentes externos: gelo
Em regiões montanhosas, como nos Alpes Suíços, as
geleiras são responsáveis por muitas
transformações no relevo.
TEMA 3
Fiordes - Noruega
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transportando esse material, que dá origem a depósitos
conhecidos por morainas.
TEMA 3
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PHOTODISC/CID
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destruir ou modelar formas de relevo.
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A ação dos ventos formando belas esculturas em Vila Velha - PR
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TEMA 3
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CHARLESO‘REAR/CORBIS/LATINSTOCK
Pedreira em Cuiabá (MT) Extração de minério de ferro
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Para obter materiais e realizar obras, os seres humanos modificam
o relevo, aterrando planícies e destruindo morros, entre outras
ações.
TEMA 3
Agentes externos: vegetais
A+
RELEVO E SOCIEDADE
TEMA 4
RELEVO EMERSO (ACIMA DO NÍVEL DO MAR)
TEMA 4
As montanhas antigas são mais baixas e seus cumes são arredondados.
As Montanhas recentes geralmente formam cadeias montanhosas ou cordilheiras,
apresentando cumes pontiagudos e altitudes elevadas.
Na América do Sul, a maior e mais alta cordilheira é a dos Andes. No mundo, a cordilheira do
Himalaia possui o ponto mais elevado: o monte Everest, com 8.848 m.
Montanhas
TEMA 4
TEMA 4
Montanhas
Terraceamento em montanha
Planaltos
TEMA 4
Os planaltos são superfícies irregulares onde predomina a
ação de agentes de erosão, como a água da chuva, os rios, os
ventos e o gelo.
Visão parcial das escarpas do Canyon do Funil, na região de Bom Jardim da Serra, no Planalto Catarinense.
Chapada Diamantina (BA)
TEMA 4
Os planaltos
No Brasil, especificamente na região
Sudeste, conjuntos de morros de
topos bastante arredondados são
conhecidos como “mares de morros”.
Mar de morros com o vale do Paraíba (SP)
ao fundo
Dedo de Deus - Rio de Janeiro
TEMA 4
Depressões
TEMA 4
Os Países Baixos possuem quase metade do
território com altitudes inferiores ao nível do
oceano (depressão absoluta) , fato que gerou a
necessidade do desenvolvimento de um
complexo sistema de diques e barragens, o qual
vem sendo construído há séculos no intuito de
elevar o nível do terreno para impedir sua
inundação.
TEMA 4
Planícies
TEMA 4
Foz do rio Jucu formando uma planície em Vila Velha - ES
As planícies representam 40% do estado de Espírito Santo. Os
municípios sob a planície costeira são as cidades litorâneas como
exemplo de Vila Velha e de Vitória.
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Planície do rio Ganges, Varanasi
(Índia)
YANNARTHUS-BERTRAND/CORBIS/LATINSTOCK
As planícies são terrenos relativamente planos, formados pela deposição de
sedimentos que podem ter origem fluvial, marinha ou lacustre.
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O RELEVO SUBMERSO
Assim como há diferentes formas de relevo para as terras emersas, o fundo
oceânico (terras submersas) também possui variação no relevo.
TEMA 4
TEMA 4
FORMAS DE RELEVO: CURVAS DE NÍVEL
Curva de nível é uma linha imaginária que agrupa dois pontos que possuem a
mesma altitude. Por meio dela são confeccionados os mapas topográficos,
pois a partir da observação o técnico pode interpretar suas informações
através de uma visão tridimensional do relevo.
Uma curva de nível refere-se a curvas altimétricas ou linhas isoípsas (ligam
pontos de mesma altitude), essa é a mais eficiente maneira de representar as
irregularidades da superfície terrestre (relevo).
TEMA 4
TEMA 4
PERFIL TOPOGRÁFICO
Perfil topográfico é a representação do contorno dos acidentes
geográficos que se acham à superfície de uma porção do
terreno. É um desenho que resulta de um corte vertical
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  • 2. AS MODIFICAÇÕES NO PLANETA TERRA Tema 1
  • 3. Tempo Geológico: corresponde ao tempo decorrido desde o final da fase formativa da Terra até os nossos dias. Veja imagem ao lado. Tema 1
  • 5. Está dividida em duas partes: a crosta continental e a crosta oceânica. A diversidade de formas da crosta terrestre constitui o relevo. A temperatura em seu interior pode chegar a 3000°C Tema 1
  • 6. Alfred Wegener estabelecia que há aproximadamente 230 milhões de anos, todos os continentes, no passado, formavam apenas um, o Pangeia, e que posteriormente se fragmentou graças ao movimento das placas tectônicas. Evidências da Teoria ➢ Encaixe quase perfeito entre as atuais costas da Europa e África com as costas da América do Norte e do Sul. ➢ Coincidência das estruturas geológicas nos locais dos possíveis encaixes entre os continentes; ➢ As evidências fósseis também são bastante fortes, tanto vegetais como animais. Tema 2
  • 7. Tema 2 As placas tectônicas As placas tectônicas são blocos que integram a parte sólida da litosfera, essas placas estão em constante movimentação. As placas se deslocam sobre o manto, movendo-se lentamente como se estivessem em uma esteira rolante, ora se aproximando, ora se afastando uma da outra.
  • 8. Tema 2 O movimento das placas tectônicas São os movimentos dos fluidos internos que se realizam no manto. Acredita-se que elas sejam as grandes responsáveis por inúmeros processos de transformação do relevo de origem endógena (interna), como terremotos, vulcanismos, tectônica de placas, entre outros. Sabemos que a Terra possui três principais camadas: crosta, manto e núcleo. Sabemos também que o manto terrestre é composto por magma, que são formações rochosas que se encontram em uma consistência pastosa, graças ao elevado calor interno da Terra. Assim, se considerarmos a fluidez dessa camada, não é difícil imaginar que esse material realize constantes movimentos.
  • 9.
  • 10. Tema 2 Limites das placas De acordo com a movimentação das placas tectônicas, os limites entre elas podem ser: • convergentes: as placas colidem uma contra a outra; • divergentes: as placas se afastam uma da outra; • transformantes: as placas se atritam, passando uma ao lado da outra
  • 14. O Brasil está localizado sobre a placa Sul-Americana, distante de áreas de choque ou de separação de placas tectônicas. Tema 2
  • 15. Agentes internos ou endógenos JULIENGRONDIN/SHUTTERSTOCK Exemplos: • A movimentação das placas tectônicas; • os terremotos (abalos sísmicos); • vulcanismo. Vulcão em erupção TEMA 3
  • 16. Agentes internos: tectonismo O afundamento de blocos de rochas falhadas originou o vale do Paraíba (SP). TEMA 3
  • 17. Formação da Cordilheira dos Andes na América do Sul. TEMA 3
  • 18. Agentes internos: terremotos Terremoto em Kobe (Japão, 1995). Vias férreas com deformações que mostram a natureza ondular da propagação sísmica. Esse terremoto causou muitos estragos, apesar dos grandes cuidados antissísmicos nas infraestruturas do Japão mações que mostram a CID Os terremotos são vibrações na crosta terrestre que vão acumulando tensão nas bordas até o limite de resistência das rochas, causando rupturas ou falhas. TEMA 3
  • 19. Tanto o Haiti como o Japão localizam-se em ilhas oceânicas originadas do encontro de placas tectônicas, estando, portanto, em zonas de intensa atividade sísmica. Porém, o Japão possui mecanismos de prevenção e minimização de danos causados pela instabilidade física da área que ocupa. O Haiti, ao contrário, não tem condições de investir em prevenção e minimização dos efeitos de catástrofes naturais. Isso explica porque o abalo sísmico no Japão, mesmo tendo sido de maior magnitude, teve um número de vítimas muito menor que o do ocorrido no Haiti. Consequências do Terremoto de 2010 no Haiti. TEMA 3
  • 20. Por quais motivos, quando ocorrem terremotos no Brasil geralmente eles são de pequena magnitude? Os terremotos de grande magnitude não ocorrem no território brasileiro porque este país está situado no centro da placa Sul-Americana. Existe a ocorrência de terremotos no território brasileiro, causados por desgastes na placa tectônica, promovendo possíveis falhas geológicas. Essas falhas, causadoras de abalos sísmicos, estão presentes em todo o território nacional, proporcionando terremotos; alguns deles são considerados imperceptíveis na superfície terrestre. https://www.terra.com.br/noticias/educacao/voce-sabia/qual-foi-o-maior-terremoto-da-historia-do- brasil,de08c087e60ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html A falha geológica é a cisão ou ruptura de uma rocha ou bloco rochoso ao longo de sua estrutura, dividindo esta em duas compartimentações que se deslocam vertical ou horizontalmente, apresentando uma diferença residual que varia de centímetros a quilômetros. Sua ocorrência é mais evidente em áreas de instabilidade tectônica, mas também pode manifestar-se em outras regiões. TEMA 3
  • 22. Agente interno: vulcanismo CID A montanha do Monte Fugi – Japão é de origem vulcânica TEMA 3 O vulcanismo causa alterações no relevo e na paisagem, além de ser uma fonte de pesquisa para cientistas, uma vez que traz para a superfície materiais do interior do planeta.
  • 23. Apesar da sua incrível capacidade de destruição, os vulcões tornam o solo ao seu redor extremamente fértil, já que as cinzas e a lava, depois que esfriam funcionam como adubo. Esse é um motivo dos quais populações inteiras se instalam à volta dos vulcões, apesar do perigo. A+ Terra roxa é um tipo de solo vermelho muito fértil, caracterizado por ser o resultado de milhões de anos de decomposição de rochas basálticas (rocha vulcânica).
  • 24. Os vulcões também podem ser fonte de energia e de matérias-primas. A energia geotérmica é considerada uma das energias mais limpas no leque de energias renováveis utilizáveis. O calor é trazido para perto da superfície, devido a movimentos da crosta terrestre, por intrusão de magma fundido e pela circulação de águas subterrâneas formando reservatórios de água quente sob grande pressão. TEMA 3
  • 25. Existe mesmo um vulcão em Caldas Novas (GO)? É comum a afirmação de que as águas quentes da cidade são provenientes de um vulcão: verdade ou mito? "As águas térmicas de Caldas Novas e do Rio Quente são provenientes de um vulcão antigo, inativo ou extinto". Com certeza você já ouviu essa informação antes, não é mesmo? Só que ela não é verdadeira. A temperatura dos rios na região das águas termais de Goiás é proveniente de outro fenômeno natural: o aquecimento geotérmico. Na tese de doutorado de Leonardo de Almeida, produzida na Universidade de Brasília (UnB), a questão é explicada. O documento diz que "a origem das águas termais é associada a regimes de fluxo intermediário e a um arranjo de fraturas que atingem profundidades maiores que 1.000 metros". Basicamente, a água infiltra em fraturas existentes no subsolo, onde as temperaturas são maiores devido a maior influência das camadas inferiores da Terra, que apresentam altas temperaturas. Assim, nessas regiões da crosta terrestre, quanto mais profundo, mais quente fica. Segundo a tese, em Caldas Novas e Rio Quente "os poços termais possuem vazões que alcançam 63 m³/h e temperaturas superiores a 59ºC". Portanto, o povo goiano e também os turistas que frequentam a região podem ficar despreocupados, nenhum vulcão entrará em erupção, pois ele não existe e nunca existiu, mesmo no passado geologicamente mais remoto. Se tivesse existido um vulcão na região, encontraríamos rochas vulcânicas ou derivadas delas no ambiente, a exemplo do basalto. Mas não há indícios da presença dessas formações rochosas em Goiás. Aliás, em nenhuma parte do território brasileiro existe um vulcão, ativo ou inativo. O que existem são evidências de vulcões que já foram extintos. Inclusive o mais antigo do mundo é brasileiro, mais precisamente no território do Amazonas. O "velhinho" surgiu, segundo os geológos, há cerca de 1 bilhão de anos. O fenômeno de aquecimento das águas por meio geotérmico é muito comum em outros países e também em áreas como a Antártida. Em alguns casos, é possível até mesmo a produção de energia elétrica, como ocorre na Nova Zelândia. Já em Caldas Novas, o único aproveitamento econômico possível é o turismo, o que é muito bem executado na cidade. A região abrange o maior manancial hidrotermal do mundo e recebe mais de quatro milhões de turistas por ano, atraídos pelas propriedades medicinais das piscinas termais. Fonte: http://www.curtamais.com.br/goiania/existe-mesmo- um-vulcao-em-caldas-novas TEMA 3
  • 26. Agentes externos ou exógenos TEMA 3
  • 28. O solo é formado principalmente pela decomposição das rochas. Essa decomposição ocorre pelo calor solar, vento, água da chuva, minhocas, etc. No solo é possível perceber a inter-relação entre clima, relevo e a ação de microrganismos vivos. O solo TEMA 3
  • 29. Cor A cor do solo depende do material de origem e do conteúdo de matéria orgânica (elementos vivos e não vivos compostos de carbono Porosidade A porosidade se refere à porção do espaço ocupado por líquidos e gases em relação à massa do solo, ou seja, diz respeito aos “vazios”. Permeabilidade A permeabilidade do solo está diretamente relacionada à porosidade, pois diz respeito à condição da água de circular pelo solo. Textura Refere-se aos tamanho das partículas que compõem o solo. Características como cor, porosidade, permeabilidade e textura influem no tipo de uso que se faz do solo. TEMA 3
  • 30. O material desgastado é removido e transportado até ser depositado em um novo local, ocorrendo a sedimentação. TEMA 3 EROSÃO E SEDIMENTAÇÃO
  • 31. Voçoroca em Tangará da Serra (MT) O escoamento superficial das águas da chuva carrega partículas de rocha das regiões mais altas para as mais baixas. Em áreas sem cobertura vegetal, esse processo se intensifica, podendo provocar deslizamentos, voçorocas (conjunto de sulcos profundos no solo) e perdas de nutrientes da terra. TEMA 3
  • 32. TEMA 3 Rio Colorado e Grand Canyon Ao longo do rio, podem-se formar curvas e laços sinuosos, chamados de meandros.
  • 33. Erosão fluvial Na desembocadura (foz) do rio pode ocorrer a formação de depósitos de sedimentos fluviais em forma de leque, os deltas. TEMA 3
  • 34. Praia de Torres (RS) TEMA 3
  • 35. Agentes PHOTODISC/CID O deslizamento do gelo acumulado em altas montanhas, o movimento das geleiras e o degelo modificam o relevo, pois carregam sedimentos de um ponto elevado e os depositam em áreas mais baixas. Os fiordes são exemplos de vales glaciais estreitos e profundos que foram cavados pela erosão glaciária. Agentes externos: gelo Em regiões montanhosas, como nos Alpes Suíços, as geleiras são responsáveis por muitas transformações no relevo. TEMA 3
  • 36. Fiordes - Noruega A passagem da geleira escava vales, fragmentando as rochas e transportando esse material, que dá origem a depósitos conhecidos por morainas. TEMA 3
  • 37. CORELSTOCKPHOTO/CID PHOTODISC/CID Monument Valley, Arizona (EUA) Deserto do Saara (África) Quando atua com regularidade, o vento pode destruir ou modelar formas de relevo. TEMA 3
  • 38. A ação dos ventos formando belas esculturas em Vila Velha - PR TEMA 3
  • 39. No Parque Nacional de Utah, nos EUA a ação dos ventos deu origem a arcos rochosos TEMA 3
  • 40. A ação dos ventos provoca erosão principalmente nas áreas desérticas. TEMA 3
  • 41. DELFIMMARTINS/OLHARIMAGEM CHARLESO‘REAR/CORBIS/LATINSTOCK Pedreira em Cuiabá (MT) Extração de minério de ferro em Thabazimbi (África do Sul) Para obter materiais e realizar obras, os seres humanos modificam o relevo, aterrando planícies e destruindo morros, entre outras ações. TEMA 3
  • 44. RELEVO EMERSO (ACIMA DO NÍVEL DO MAR) TEMA 4
  • 45. As montanhas antigas são mais baixas e seus cumes são arredondados. As Montanhas recentes geralmente formam cadeias montanhosas ou cordilheiras, apresentando cumes pontiagudos e altitudes elevadas. Na América do Sul, a maior e mais alta cordilheira é a dos Andes. No mundo, a cordilheira do Himalaia possui o ponto mais elevado: o monte Everest, com 8.848 m. Montanhas TEMA 4
  • 47. Planaltos TEMA 4 Os planaltos são superfícies irregulares onde predomina a ação de agentes de erosão, como a água da chuva, os rios, os ventos e o gelo. Visão parcial das escarpas do Canyon do Funil, na região de Bom Jardim da Serra, no Planalto Catarinense.
  • 49. No Brasil, especificamente na região Sudeste, conjuntos de morros de topos bastante arredondados são conhecidos como “mares de morros”. Mar de morros com o vale do Paraíba (SP) ao fundo Dedo de Deus - Rio de Janeiro TEMA 4
  • 51. Os Países Baixos possuem quase metade do território com altitudes inferiores ao nível do oceano (depressão absoluta) , fato que gerou a necessidade do desenvolvimento de um complexo sistema de diques e barragens, o qual vem sendo construído há séculos no intuito de elevar o nível do terreno para impedir sua inundação. TEMA 4
  • 53. Foz do rio Jucu formando uma planície em Vila Velha - ES As planícies representam 40% do estado de Espírito Santo. Os municípios sob a planície costeira são as cidades litorâneas como exemplo de Vila Velha e de Vitória. TEMA 4
  • 54. Planície do rio Ganges, Varanasi (Índia) YANNARTHUS-BERTRAND/CORBIS/LATINSTOCK As planícies são terrenos relativamente planos, formados pela deposição de sedimentos que podem ter origem fluvial, marinha ou lacustre. TEMA 4
  • 55. O RELEVO SUBMERSO Assim como há diferentes formas de relevo para as terras emersas, o fundo oceânico (terras submersas) também possui variação no relevo. TEMA 4
  • 57. FORMAS DE RELEVO: CURVAS DE NÍVEL Curva de nível é uma linha imaginária que agrupa dois pontos que possuem a mesma altitude. Por meio dela são confeccionados os mapas topográficos, pois a partir da observação o técnico pode interpretar suas informações através de uma visão tridimensional do relevo. Uma curva de nível refere-se a curvas altimétricas ou linhas isoípsas (ligam pontos de mesma altitude), essa é a mais eficiente maneira de representar as irregularidades da superfície terrestre (relevo). TEMA 4
  • 58. TEMA 4 PERFIL TOPOGRÁFICO Perfil topográfico é a representação do contorno dos acidentes geográficos que se acham à superfície de uma porção do terreno. É um desenho que resulta de um corte vertical imaginário e em linha reta da superfície terrestres, mostrando as altitudes e as distâncias. Perfil topográfico Curvas de nível