Domínio da Caatinga
Orografia
Depressões
Planaltos
Serras e
ChapadasInselbergs
Chapada Diamantina
Planalto Sul Baiano
Espigão
Mestre
Predomina Intemperismo Físico.
CE e PI
RN
AL, PE, PB
e RN
CE, PI e PE
Clima
 Chuvas escassas e irregulares
 Atuação irregular da mEa
 Elevadas temperaturas
 Baixa amplitude térmica anual
e elevada amplitude térmica
diária
 Área de Sotavento
Vegetação
Vegetação Xerófila
Aciculifoliada
Caducifólia ou Decídua
Raízes Profundas
Heteróclita
Os principais responsáveis são as queimadas e a pecuária
extensiva de corte ( Bovinos e Caprinos )
Pedologia
Litossolo/Neossolo
Hidrografia
Bacia do Nordeste Oriental
 Maior quantidade de rios temporários
 Os principais e maiores rios da bacia do
Atlântico Nordeste Oriental, no tocante a
volume de água, são o Paraíba, Jaguaribe,
Capibaribe e Acaraú.
Bacia do Parnaíba
 Rio Perene
 Foz em Delta
 Usina de Boa Esperança
 Entre o MA e PI
Bacia do São Francisco
 Atende ao NE, SE e CO (DF)
 O rio passa pelos estados de MG, BA, PE,
AL e SE
 Predominantemente de planalto
 Navegável entre Pirapora (MG) e Juazeiro
(BA)
 Grande importância histórica, ligada ao
povoamento do interior do País ( Rio da
Integração Nacional )
 Grande importância econômica para
navegação, pesca, irrigação e energia
As Usinas Hidrelétricas que merecem
destaque são: Três Marias, Paulo
Afonso, Sobradinho, e Luiz Gonzaga
(Itaparica), Xingó e Moxotó.
É o rio brasileiro que mais sofre com o assoreamento
Transposição do São Francisco
Domínio das Araucárias
Orografia
Planalto
Depressões
Cuestas
Clima
 Elevado índice pluviométrico
 Chuvas regulares ao longo do ano
 Temperaturas amenas durante o
verão, podendo ser negativa no
inverno (Influência da Latitude,
altitude e mPa)
 Elevada Amplitude Térmica
Vegetação
 Aberta
 Arbórea
 Aciculifoliada
 Madeira Mole e Dura
 Homóclita
Formação bastante devastada, os principais fatores que
conduziram à tamanha degradação foram a ocupação
urbana, a extração de madeira (móveis e celulose) e a
agropecuária.
Brunizém
Avermelhado
Terra
Roxa
Pedologia
Decomposição do basalto,
muito utilizado no cultivo
do café
São solos de fertilidade natural elevada,
com altos valores de pH
Hidrografia
 É composta por rios da importância do
Jacuí, Itajaí e Ribeira do Iguape, entre
outros. Os mesmos possuem
importância regional, pela participação
em atividades como transporte
hidroviário, abastecimento d'água e
geração de energia elétrica.
 A Região Hidrográfica do Uruguai tem
grande importância para o País em
função das atividades agroindustriais
desenvolvidas e pelo seu potencial
hidrelétrico (Usina de Salto Grande –
Argentina).
Domínio das Pradarias
Orografia
Coxilhas
Cerros
Presença
de Restinga
Coxilhas
Cerros
Restinga
Clima
 Chuvas regulares ( Chove menos
que o subtropical das araucárias ).
 Verão quente e inverno frio.
 Influência da mPa.
Vegetação
Vegetação rasteira e contínua (Gramíneas)
Principal atividade da região é a
pecuária extensiva de corte
Campos Sujos
 Vegetação rasteira e contínua com presença de formações
arbustivas.
 Também utilizada na pecuária extensiva
 Típico do Cerrado
Pedologia
Presença de solos
férteis e arenosos.
Principal problema:
Hidrografia
Bacia do Sul-Sudeste
Bacia do Uruguai
Áreas de Transição
Pantanal
Agreste
Mata dos Cocais
Cerradão
 O Pantanal sofre influência direta de três importantes biomas brasileiros: Amazônia,
Cerrado e Mata Atlântica. Além disso sofre influência do bioma Chaco (nome dado ao
Pantanal localizado no norte do Paraguai e leste da Bolívia).
 É uma vegetação complexa ( Floresta, Cerrado, Caatinga, Campos...)
 Maior planície inundável do mundo.
 É estratificada
 Segundo a Embrapa Pantanal, quase duas mil espécies de plantas já foram identificadas
no bioma e classificadas de acordo com seu potencial, e algumas apresentam vigoroso
potencial medicinal.
 Apesar de sua beleza natural exuberante o bioma vem sendo muito impactado pela
ação humana, principalmente pela atividade agropecuária, especialmente nas áreas de
planalto adjacentes do bioma.
 Formação vegetal típica da zona de transição entre a região Norte e Nordeste
do Brasil, a Mata dos Cocais está localizada entre a Floresta Amazônica e a
Caatinga, dois importantes biomas brasileiros.
 Dentre as árvores presentes nesta zona de transição, a maioria são o babaçu,
buriti, carnaúba e oiticica.
 Devido à alta concentração de matérias graxas – os óleos utilizados na
cosmética e na indústria farmacêutica – presentes nas sementes oleaginosas
desta planta, elas são uma importante fonte de renda da população local.
 Vem sendo bastante devastada, devido ao avançao da fronteira agrícola.
 Chamamos de agreste a área que se localiza entre a Zona da Mata e o Sertão, no
Nordeste do nosso país.
 Em algumas regiões podemos encontrar pequenas áreas úmidas e também brejos,
onde são desenvolvidas áreas agrícolas.
 O maior município no Agreste Baiano é Feira de Santana.
 Do ponto de vista fisionômico é uma floresta, mas floristicamente é
mais similar a um Cerrado. Apresenta folhagens das árvores muito
acima do chão que pode oscilar em torno dos 70%, com altura média
do estrato arbóreo variando entre oito e quinze metros, propiciando
condições de luminosidade que favorecem a formação de estratos
arbustivo e herbáceo diferenciados, com espécies de epífitas reduzidas.
Sub-regiões nordestinas

Domínio: Caatinga, Araucária, Pradarias, Transição

  • 1.
  • 2.
  • 4.
    Chapada Diamantina Planalto SulBaiano Espigão Mestre
  • 5.
    Predomina Intemperismo Físico. CEe PI RN AL, PE, PB e RN CE, PI e PE
  • 6.
    Clima  Chuvas escassase irregulares  Atuação irregular da mEa  Elevadas temperaturas  Baixa amplitude térmica anual e elevada amplitude térmica diária  Área de Sotavento
  • 7.
  • 8.
    Os principais responsáveissão as queimadas e a pecuária extensiva de corte ( Bovinos e Caprinos )
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    Bacia do NordesteOriental  Maior quantidade de rios temporários  Os principais e maiores rios da bacia do Atlântico Nordeste Oriental, no tocante a volume de água, são o Paraíba, Jaguaribe, Capibaribe e Acaraú. Bacia do Parnaíba  Rio Perene  Foz em Delta  Usina de Boa Esperança  Entre o MA e PI
  • 13.
    Bacia do SãoFrancisco  Atende ao NE, SE e CO (DF)  O rio passa pelos estados de MG, BA, PE, AL e SE  Predominantemente de planalto  Navegável entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)  Grande importância histórica, ligada ao povoamento do interior do País ( Rio da Integração Nacional )  Grande importância econômica para navegação, pesca, irrigação e energia As Usinas Hidrelétricas que merecem destaque são: Três Marias, Paulo Afonso, Sobradinho, e Luiz Gonzaga (Itaparica), Xingó e Moxotó.
  • 14.
    É o riobrasileiro que mais sofre com o assoreamento
  • 15.
  • 17.
  • 18.
  • 21.
    Clima  Elevado índicepluviométrico  Chuvas regulares ao longo do ano  Temperaturas amenas durante o verão, podendo ser negativa no inverno (Influência da Latitude, altitude e mPa)  Elevada Amplitude Térmica
  • 22.
    Vegetação  Aberta  Arbórea Aciculifoliada  Madeira Mole e Dura  Homóclita
  • 23.
    Formação bastante devastada,os principais fatores que conduziram à tamanha degradação foram a ocupação urbana, a extração de madeira (móveis e celulose) e a agropecuária.
  • 25.
    Brunizém Avermelhado Terra Roxa Pedologia Decomposição do basalto, muitoutilizado no cultivo do café São solos de fertilidade natural elevada, com altos valores de pH
  • 26.
  • 27.
     É compostapor rios da importância do Jacuí, Itajaí e Ribeira do Iguape, entre outros. Os mesmos possuem importância regional, pela participação em atividades como transporte hidroviário, abastecimento d'água e geração de energia elétrica.  A Região Hidrográfica do Uruguai tem grande importância para o País em função das atividades agroindustriais desenvolvidas e pelo seu potencial hidrelétrico (Usina de Salto Grande – Argentina).
  • 28.
  • 29.
  • 30.
  • 31.
    Clima  Chuvas regulares( Chove menos que o subtropical das araucárias ).  Verão quente e inverno frio.  Influência da mPa.
  • 32.
    Vegetação Vegetação rasteira econtínua (Gramíneas) Principal atividade da região é a pecuária extensiva de corte
  • 33.
    Campos Sujos  Vegetaçãorasteira e contínua com presença de formações arbustivas.  Também utilizada na pecuária extensiva  Típico do Cerrado
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
     O Pantanalsofre influência direta de três importantes biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Além disso sofre influência do bioma Chaco (nome dado ao Pantanal localizado no norte do Paraguai e leste da Bolívia).  É uma vegetação complexa ( Floresta, Cerrado, Caatinga, Campos...)  Maior planície inundável do mundo.  É estratificada  Segundo a Embrapa Pantanal, quase duas mil espécies de plantas já foram identificadas no bioma e classificadas de acordo com seu potencial, e algumas apresentam vigoroso potencial medicinal.  Apesar de sua beleza natural exuberante o bioma vem sendo muito impactado pela ação humana, principalmente pela atividade agropecuária, especialmente nas áreas de planalto adjacentes do bioma.
  • 39.
     Formação vegetaltípica da zona de transição entre a região Norte e Nordeste do Brasil, a Mata dos Cocais está localizada entre a Floresta Amazônica e a Caatinga, dois importantes biomas brasileiros.  Dentre as árvores presentes nesta zona de transição, a maioria são o babaçu, buriti, carnaúba e oiticica.  Devido à alta concentração de matérias graxas – os óleos utilizados na cosmética e na indústria farmacêutica – presentes nas sementes oleaginosas desta planta, elas são uma importante fonte de renda da população local.  Vem sendo bastante devastada, devido ao avançao da fronteira agrícola.
  • 40.
     Chamamos deagreste a área que se localiza entre a Zona da Mata e o Sertão, no Nordeste do nosso país.  Em algumas regiões podemos encontrar pequenas áreas úmidas e também brejos, onde são desenvolvidas áreas agrícolas.  O maior município no Agreste Baiano é Feira de Santana.
  • 41.
     Do pontode vista fisionômico é uma floresta, mas floristicamente é mais similar a um Cerrado. Apresenta folhagens das árvores muito acima do chão que pode oscilar em torno dos 70%, com altura média do estrato arbóreo variando entre oito e quinze metros, propiciando condições de luminosidade que favorecem a formação de estratos arbustivo e herbáceo diferenciados, com espécies de epífitas reduzidas.
  • 42.