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Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Maior bloco econômico já feito (maior mercado, maior PIB, maior numero de integrantes, maior quantidade de pessoas em um
bloco econômico)
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Maior bloco econômico já feito (maior mercado, maior PIB, maior numero de integrantes, maior quantidade de pessoas em um
bloco econômico)
País População
(milhões)
PIB
(milhões)
IDH
1 Alemanha 82,7 3.634.823 0,911
2 Áustria 8,5 415.844 0,881
3 Bélgica 11,1 508.116 0,881
4 Bulgária 7,2 53.010 0,777
5 Chipre 1,2 22.767 0,845
6 Croácia 4,3 57.539 0,812
7 Dinamarca 5,6 330.814 0,900
8 Eslováquia 5,5 91.348 0,830
9 Eslovênia 2,1 45.378 0,874
10 Espanha 47,1 1.358.263 0,869
11 Estônia 1,3 24.477 0,840
12 Finlândia 5,4 256.842 0,879
13 França 64,6 2.734.949 0,884
14 Grécia 11,1 241.721 0,853
15 Holanda 16,8 800.173 0,915
16 Hungria 9,9 126.600 0,818
17 Irlanda 4,7 217.816 0,899
18 Itália 61,1 2.071.307 0,872
19 Letônia 2 28.373 0,810
20 Lituânia 3 42.344 0,834
21 Luxemburgo 0,5 60.383 0,881
22 Malta 0,4 8.741 0,829
23 Polônia 38,2 517.543 0,834
24 Portugal 10,6 219.962 0,822
25 Reino Unido 63,5 2.522.261 0,892
26 Republica
Tcheca
10,7 198.450 0,861
27 Romênia 21,6 189.638 0,785
28 Suécia 9,6 557.938 0,898
TOTAL 510,3 17.337.420 M. Alto
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
-1° Guerra Mundial em território europeu
Europa se reconstrói
-2° Guerra Mundial em território europeu
Europa se reconstrói
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Nuremberg- Alemanha (1945).
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
-Todo o custo que a Europa teve que dedicar a
sua reconstrução significou um atraso
(acabou sendo passada por duas grandes
potências que vinham em ritmo de
crescimento: EUA e URSS, pós Segunda
Guerra Mundial)
Rua de Londres, Segunda Guerra Mundial
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
-Raciocínio europeu pós guerra: ‘nós precisamos nos unir para fazer frente à essas potências’
-Em vez de disputarmos territórios vamos dividir e partilhar território
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
-BENELUX
(Durante a segunda Guerra Mundial 3 países já haviam se unido: Bélgica, Holanda/Nedherland e Luxemburgo)
Já com uma ideia de união, a liga foi criada
Bandeira do BENELUX
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
França, Alemanha e Itália se unem e chamam o Benelux (Europa dos 6), criando a CECA.
Atuando em áreas de carvão e aço (matérias primas necessárias para a reconstrução europeia).
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
A reconstrução não é eterna e a indústria europeia volta a funcionar (portos, fábricas, etc..)
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O russo Sergey Larenkov evocou a II Guerra Mundial e o cerco a Leninegrado, a defesa de Moscovo, a ocupação de Paris, a libertação de Praga e Viena, o assalto final a
Berlim; Clover foi buscar as memórias de uma cidade destroçada por um sismo de magnitude de 8.0 na Escala de Richter – São Francisco, a 18 de abril de 1906, então
uma cidade de 400 mil habitantes. A terra tremou durante 28 segundos. Milhares morreram e 225 mil ficaram sem casa
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A ideia de somente reconstruir ficou pequena e eles partem para a CEE
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Ideia de ajuda econômica (investimentos energéticos, estrutura, portos, etc...)
a Europa quer voltar a fazer parte do principal cenário econômico
mundial
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
A Europa é um continente de tamanho reduzido mas de muitos países, portanto a ajuda econômica começou a ficar
pequena e gerar uma natural união europeia e passa de uma Comunidade economia europeia e surge então a União
europeia (pois não se tratava mais de economia apenas)
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Estipula que a CEE vire a EU
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
-Novas regras (não se trata mais apenas de economia), mas também olhar o lado social, surge a ideia de criar o
cidadão europeu, que vai poder andar por toda a Europa livre (caem a maior parte das fronteiras)
-As pessoas podem circular mais livremente
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
-Novas regras (não se trata mais apenas de economia), mas também olhar o lado social, surge a ideia de criar o
cidadão europeu, que vai poder andar por toda a Europa livre (caem a maior parte das fronteiras)
-As pessoas podem circular mais livremente
O Espaço Schengen permite a livre circulação de pessoas dentro dos países signatários, sem
a necessidade de apresentação de passaporte nas fronteiras.
Porém, é necessário ser portador de um documento legal como, por
exemplo, o Bilhete de Identidade. Além do mais, o Espaço Schengen
não se relaciona com a livre circulação de mercadorias (embargos,
etc.) cuja entidade mediadora é a União Europeia e os outros
membros fora do bloco econômico.
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-União de tecnologia (indústria em um país e centro tecnológico em outro, mas a informação vai trafegar
livremente)
La Villette, museu de tecnologia e diversidade cultural.
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-Surge a proposta de criação de uma moeda única (comercio nacional com unidade), o EURO
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-Qualquer um que quiser se relacionar com a Europa tem que se relacionar com o EURO que é uma moeda muito
forte (mais ou menos 20% acima do dólar)
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1
1-Reino Unido (libra esterlina)
2-Suécia (coroa sueca)
3-Dinamarca (coroa dinamarquesa)
4-Polônia (zloty)
5-Rep. Tcheca (coroa tcheca)
6-Hungria (forint)
7-Croácia (kuna)
8-Romênia (leu romeno)
9-Bulgária (leva)
A-Islândia (coroa islandesa)
B-Noruega (coroa norueguesa)
C-Suíça (franco suíço)
D-Bósnia H. (marco conversível)
E-Sérvia (dinar sérvio)
F-Macedônia (dinar macedônico)
G-Montenegro (marco alemão/euro)
H-Albânia (lek)
2
3
4
5
6
8
7
9
A
B
C
D E
F
G
H
https://www.ecb.europa.eu/euro/intro/html/map.pt.html
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
-Importância desse renascimento europeu: em 1992, o mundo está saindo da Guerra Fria (queda do muro de Berlim
em 1989 e desintegração da URSS em 1991) a Europa volta a concorrer em mercado mundial
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
-Europa dos 6 (Membros Fundadores): 1957
Belgica, Holanda, Luxemburgo, Alemanha, França e Itália
-Europa dos 12 (A partir da década de 70)
Reino Unido(1973), Grecia (1981), Portugal(1986), Espanha (1986), Irlanda(1973) e Dinamarca (1973)
-Europa dos 15
Suécia(1995), Finlândia (1995) e Áustria (1995)
-Europa dos 27 (momento de maior entrada de países: 2004) 15 anos após a Guerra Fria, entram tb os países do lado oriental da
Europa (Letonia, Estônia, Lituania, Eslovaquia, Eslovenia, Polônia, Rep Tcheca, Hungria, Malta e Chipre)
Em 2007: Romenia e Bulgária
-Europa dos 28: Croácia em 2013
OBS: Reino Unido(libra esterlina) e Dinamarca(coroa dinamarquesa) não utilizam o euro
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Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Suíça (local de entrada de dinheiro de fora, paraísos fiscais) e Turquia (afirma-se ser pela questão curda, mas na verdade os
europeus consideram um grande risco a enorme população islâmica da Turquia com livre acesso pela Europa)
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Por muito tempo o bloco foi muito bem, mas como o bloco é grande (28 membros) começou uma concorrência (onde foi retirado
os impostos de fronteira entre os países, portanto as pessoas podiam comprar produtos de qualquer país, sem sobretaxas)
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PRINCIPAIS MOTIVOS:
-como a qualidade de vida de Europa é muito alta, os gastos sociais, saúde, previdências)
-Europa não é a maior economia mundial atualmente (os 10 maiores PIBS)
-Porem a Europa se destaca em IDH (Noruega, Suecia, Dinamarca)
-Preferência aos países de maior tecnologia (Alemanha, Inglaterra e França)
Um português ao invés de comprar dentro da própria indústria passou a comprar por ex, da Inglaterra
-Muitos países não estavam conseguindo fazer frente à economia europeia, não conseguia concorrer.
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PRINCIPAIS MOTIVOS:
preço da moeda alta que não consigo vender (Azeite no sul da Europa pois o euro é mto pesado)
empréstimos ( buscando melhorias econômicas, parque industrial, etc..)
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O ano de 2008 foi muito marcante para o mundo pois a economia americana quebra e leva com ele muitos países (inclusive na
União Europeia) a recuperação da Europa tem se dado de maneira bem mais lenta que os EUA
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Com dívidas orçamentárias altíssimas, países desenvolvidos dão início a medidas de cortes de gastos públicos na tentativa de
sanear suas finanças.
O segundo momento da crise global foi marcado pelos megapacotes de ajuda aos bancos e aos mercados financeiros lançados
pelos governos em uma tentativa de evitar uma quebra generalizada do sistema financeiro mundial
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Os gregos, já sufocados por um desemprego de 10,3% arcarão com
aumento de 21% para 23% no imposto sobre valor agregado e de mais
10% em cigarros, álcool e combustíveis, adiamento das aposentadorias
em pelo menos três anos e corte drástico em seu valor (calculado pela
média, não pelo final), tudo isso combinado com a liberação do
mercado, com tarifas mais altas e salários mais baixos.
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Os gregos, já sufocados por um desemprego de 10,3% arcarão com
aumento de 21% para 23% no imposto sobre valor agregado e de mais
10% em cigarros, álcool e combustíveis, adiamento das aposentadorias
em pelo menos três anos e corte drástico em seu valor (calculado pela
média, não pelo final), tudo isso combinado com a liberação do
mercado, com tarifas mais altas e salários mais baixos.
Os funcionários públicos, além disso, terão
congelamento dos salários até 2014,
restrição ou eliminação do 13° e 14° salários
e cortes nas licenças.
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A revolta é tão grande pois, parte do problema se deve à sonegação de
impostos por gregos ricos.
Pessoas que declaram ganhar até 12 mil euros por ano e são isentas de
imposto de renda possuem casa própria, casa de campo, iate e dois
carros.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
A revolta é tão grande pois, parte do problema se deve à sonegação de
impostos por gregos ricos.
Pessoas que declaram ganhar até 12 mil euros por ano e são isentas de
imposto de renda possuem casa própria, casa de campo, iate e dois
carros.
Nas declarações ao fisco, apenas
324 moradores dos subúrbios de
Atenas admitiram ter piscina: o
Google Earth mostra 16.974.
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Para os alemães, obrigados durante anos a sacrificar salários e bem estar social em nome da
competitividade e das finanças do país, é um insulto serem chamados a socorrer países que,
segundo os jornais conservadores, são ‘preguiçosos’ e ‘viveram acima de suas posses’
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
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-Economia mais fraca, mas qualidade de vida alta
-Para conseguir manter seu alto padrão de vida, os gregos pegaram mais empréstimos (q também não conseguiram
pagar) quando se fala em juros compostos (mais de um empréstimos, juros em cima de juros) a dívida começa a
tomar proporções enormes.
-Se somasse todo o PIB grego não dava o valor da dívida. A dívida era de 120% o valor do PIB da Grécia(a Grécia
conseguiu dever tudo que ela tinha e mais um pouco)
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
A rejeição dos termos de um novo pacote faz com que a turbulência
com a União Europeia entre na sua fase mais incerta e decisiva
http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/atualidades/6-perguntas-respostas-grecia-depois-nao-885100.shtml
Por que os gregos votaram "não"?
Porque eles estão vivendo anos de dor econômica sem uma luz no fim do
túnel. A Grécia já foi socorrida diversas vezes pelo trio Banco Central
Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia.
Em troca, promoveu cortes de gastos, aumentos de impostos e reformas
com a promessa de recuperação econômica - mas o contrário aconteceu.
O país entrou em uma recessão brutal e, como resultado, a dívida saltou de 110% para 180% do PIB. Um em cada quatro
gregos está desempregado; entre os jovens, a taxa é de 50%.
A renda voltou para níveis dos anos 80 e houve uma crise de saúde com salto nos suicídios e nas doenças infecciosas.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Em janeiro, o país elegeu o partido de extrema esquerda Syriza, que prometeu negociar com os credores o fim da austeridade e a reestruturação
da dívida. Quando estas conversas chegaram a um impasse, o governo convocou o referendo, e o resultado reforça sua posição de não ceder.
A maioria dos gregos quer continuar no euro, e o governo insistiu que a votação era sobre austeridade e não sobre a
permanência na UE, mas isso está longe de ser uma garantia.
Por que a União Europeia queria o "sim"?
Porque a queda do Syriza abriria espaço para um novo acordo com novos interlocutores. O bloco insiste que mais reformas precisam ser feitas e
teme que um alívio agora levaria a Grécia de volta para sua tradição de irresponsabilidade fiscal.
Além disso, ceder ao Syriza incentivaria partidos com plataformas semelhantes de reestruturação da dívida em outros países da Europa - tanto da
esquerda, como o Podemos da Espanha, quanto na direita, como a Frente Nacional na França.
Nos últimos anos, a UE diminuiu a exposição de seus bancos à dívida grega, e agora já vê a "Grexit" como algo administrável. Mas a partir do
momento em que um país sai do euro, o mercado pode se voltar contra outros, causando um efeito dominó.
O aumento da volatilidade também é um banho de água fria justamente no momento em que a Europa apresenta finalmente alguns sinais de
recuperação.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Se o governo venceu, por que o ministro de Finanças renunciou?
Tanto o ministro das Finanças Yanis Varoufakis quanto o primeiro-ministro Alexis Tsipras fizeram campanha pelo "Não" e indicaram que iriam
renunciar caso o "Sim" vencesse. Eles não teriam como sentar à mesa novamente para negociar termos que sempre rejeitaram.
O "Não" venceu, Tsipras ficou, mas Varoufakis renunciou. A razão é que ele sempre foi uma figura controversa, avesso à formalidades e dado a
declarações incendiárias.
Nos últimos meses, a Europa mostrou sua frustração em tê-lo como interlocutor, então sua saída é uma forma de facilitar o diálogo neste
momento crucial:
"Foi comunicado que havia certas preferências de alguns participantes do Eurogrupo de que seria melhor que estivesse ausente destas reuniões,
uma ideia que o primeiro-ministro considerou potencialmente útil", escreveu Varoufakis no seu blog pessoal.
O presidente do Parlamento Europeu Martin Schulz disse que a saída é um alívio, mas que um acordo depende não de quem e sim do que se
negocia. O novo ministro é Euclidis Tsakalotos, que estava à frente das negociações desde abril.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
E agora, o que acontece?
Os bancos gregos devem continuar fechados por enquanto. Hoje, a premiê alemã Angela Merkel vai conversar com o presidente francês François
Hollande e o Conselho do BCE vai se reunir para tomar uma decisão sobre a assistência de liquidez aos bancos gregos.
Nesta terça-feira (7), haverá uma reunião do Eurogrupo, formado pelos ministros de Economia e Finanças da zona do euro. Horas depois, começa
a reunião extraordinária de cúpula com os líderes europeus, onde Tsipras já confirmou que deverá apresentar novas propostas.
Se nenhum acordo for atingido, a Grécia vai sair do euro?
Não necessariamente, mas é bem possível. O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, diz que o bloco quer a Grécia no euro. O Deutsche
Bank, maior banco da Alemanha, acredita que o caminho para novas ajudas está fechado.
Nenhum país jamais saiu da moeda comum e isso sequer está previsto nos tratados. Mas o fato é que a Grécia está sangrando dinheiro
diariamente, e precisa de recursos para manter seu sistema financeiro com alguma liquidez.
Se a Europa não fizer este papel, o país pode ser ver obrigado a emitir algum tipo de título para continuar cumprindo com suas obrigações. Isso
seria na prática uma saída do euro, ainda que parcial ou temporária.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Como isso funcionaria?
É difícil dizer. De acordo com Joseph E. Gagnon, do Peterson Institute for International Economics, imprimir e colocar uma nova moeda em
circulação ou recuperar o antigo dracma é um grande desafio logístico e demoraria no mínimo alguns meses.
O governo grego poderia, ao invés disso, emitir letras de câmbio que funcionariam como uma "moeda provisória", com paridade com o euro
estabelecida por lei. Um salário de 500 euros seria pago em 500 IOUs ("I owe you": "eu devo a você", em inglês), por exemplo.
Haveriam dois tipos de moeda circulando no país. O problema é que se o povo desconfiar da capacidade do governo grego de honrar seus
compromissos, a paridade pode ser rejeitada na prática, causando inflação. Um bom exemplo disso é a Venezuela.
Uma moeda desvalorizada poderia, em tese, aumentar a competitividade das exportações gregas, impulsionando sua recuperação. O preço: um
período de duros ajustes, ainda mais austeridade e perda brutal do poder de compra da população.
A Grécia não tinha uma opção realmente boa no referendo; e, depois dele, o problema continua
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-Os outros países se uniram para tentar pagar a dívida dos 3, pois ficaram temerosos que a crise alcançasse a todos do bloco
europeu.
-Itália e Espanha tb entraram em crise (o que preocupou ainda mais o bloco, pois esses dois últimos países apresentavam um
desempenho econômico mais expressivo que os 3 anteriores)
-A Itália mostrou uma dívida tão grande q foi considerada impagável.
-A Europa buscou ajuda internacional, mas o mundo não vivia tb um momento bom (Japão, EUA ainda estavam em crise)
Japão havia passado pelo Tsunami e EUA gastou mto com a Guerra ao Terror (operação Bin Laden)
-Restava se aproximar da China (mas, havia o medo que a entrada do produto chinês que é bem mais barato que o produto
europeu, quebrasse as indústrias locais)
-Inglaterra e principalmente a Alemanha tomam frente da crise
(perdão de gde parte das dívidas, os países deveriam seguir novas regras: cortes severos de gastos, novos empréstimos com
cortes de gastos: corte da qualidade de vida, redução de aposentadorias, redução do numero de médicos)
A Grécia leva mtas pessoas às ruas para questionar.
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PIIGS
PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha)
Sigla que representa os países que mais viveram a Crise.
Economias sujas (porcos) economias que se alimentavam do resto de outras economias
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https://www.almanaqueabril.com.br
http://europa.eu/teachers-corner/recommended-material/index_pt.htm
http://europa.eu/index_pt.htm
http://descomplica.com.br
https://www.ecb.europa.eu/euro/intro/html/map.pt.html
http://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=uriserv:l33020
http://ec.europa.eu/dgs/home-affairs/e-library/docs/schengen_brochure/schengen_brochure_dr3111126_pt.pdf
http://pt.euronews.com/2013/03/29/a-noruega-e-a-uniao-europeia/
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2012/09/22/internas_economia,397728/noruega-o-pais-que-
disse-nao-ao-euro.shtml
http://pt.wikipedia.org/wiki/Benelux
http://economia.uol.com.br/album/2013/10/31/uniao-europeia-faz-20-anos.htm
http://professorridaltovaz.blogspot.com.br/2014/10/uniao-europeia_25.html
http://www.voxeurop.eu/pt/content/article/317301-adesao-ue-nao-causa-entusiasmo

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  • 1. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 2. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Maior bloco econômico já feito (maior mercado, maior PIB, maior numero de integrantes, maior quantidade de pessoas em um bloco econômico)
  • 3. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Maior bloco econômico já feito (maior mercado, maior PIB, maior numero de integrantes, maior quantidade de pessoas em um bloco econômico) País População (milhões) PIB (milhões) IDH 1 Alemanha 82,7 3.634.823 0,911 2 Áustria 8,5 415.844 0,881 3 Bélgica 11,1 508.116 0,881 4 Bulgária 7,2 53.010 0,777 5 Chipre 1,2 22.767 0,845 6 Croácia 4,3 57.539 0,812 7 Dinamarca 5,6 330.814 0,900 8 Eslováquia 5,5 91.348 0,830 9 Eslovênia 2,1 45.378 0,874 10 Espanha 47,1 1.358.263 0,869 11 Estônia 1,3 24.477 0,840 12 Finlândia 5,4 256.842 0,879 13 França 64,6 2.734.949 0,884 14 Grécia 11,1 241.721 0,853 15 Holanda 16,8 800.173 0,915 16 Hungria 9,9 126.600 0,818 17 Irlanda 4,7 217.816 0,899 18 Itália 61,1 2.071.307 0,872 19 Letônia 2 28.373 0,810 20 Lituânia 3 42.344 0,834 21 Luxemburgo 0,5 60.383 0,881 22 Malta 0,4 8.741 0,829 23 Polônia 38,2 517.543 0,834 24 Portugal 10,6 219.962 0,822 25 Reino Unido 63,5 2.522.261 0,892 26 Republica Tcheca 10,7 198.450 0,861 27 Romênia 21,6 189.638 0,785 28 Suécia 9,6 557.938 0,898 TOTAL 510,3 17.337.420 M. Alto
  • 4. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -1° Guerra Mundial em território europeu Europa se reconstrói -2° Guerra Mundial em território europeu Europa se reconstrói
  • 5. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Nuremberg- Alemanha (1945).
  • 6. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Todo o custo que a Europa teve que dedicar a sua reconstrução significou um atraso (acabou sendo passada por duas grandes potências que vinham em ritmo de crescimento: EUA e URSS, pós Segunda Guerra Mundial) Rua de Londres, Segunda Guerra Mundial
  • 7. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Raciocínio europeu pós guerra: ‘nós precisamos nos unir para fazer frente à essas potências’ -Em vez de disputarmos territórios vamos dividir e partilhar território
  • 8. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -BENELUX (Durante a segunda Guerra Mundial 3 países já haviam se unido: Bélgica, Holanda/Nedherland e Luxemburgo) Já com uma ideia de união, a liga foi criada Bandeira do BENELUX
  • 9. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia França, Alemanha e Itália se unem e chamam o Benelux (Europa dos 6), criando a CECA. Atuando em áreas de carvão e aço (matérias primas necessárias para a reconstrução europeia).
  • 10. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 11. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A reconstrução não é eterna e a indústria europeia volta a funcionar (portos, fábricas, etc..)
  • 12. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia O russo Sergey Larenkov evocou a II Guerra Mundial e o cerco a Leninegrado, a defesa de Moscovo, a ocupação de Paris, a libertação de Praga e Viena, o assalto final a Berlim; Clover foi buscar as memórias de uma cidade destroçada por um sismo de magnitude de 8.0 na Escala de Richter – São Francisco, a 18 de abril de 1906, então uma cidade de 400 mil habitantes. A terra tremou durante 28 segundos. Milhares morreram e 225 mil ficaram sem casa
  • 13. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A ideia de somente reconstruir ficou pequena e eles partem para a CEE
  • 14. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Ideia de ajuda econômica (investimentos energéticos, estrutura, portos, etc...) a Europa quer voltar a fazer parte do principal cenário econômico mundial
  • 15. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A Europa é um continente de tamanho reduzido mas de muitos países, portanto a ajuda econômica começou a ficar pequena e gerar uma natural união europeia e passa de uma Comunidade economia europeia e surge então a União europeia (pois não se tratava mais de economia apenas)
  • 16. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Estipula que a CEE vire a EU
  • 17. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Novas regras (não se trata mais apenas de economia), mas também olhar o lado social, surge a ideia de criar o cidadão europeu, que vai poder andar por toda a Europa livre (caem a maior parte das fronteiras) -As pessoas podem circular mais livremente
  • 18. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Novas regras (não se trata mais apenas de economia), mas também olhar o lado social, surge a ideia de criar o cidadão europeu, que vai poder andar por toda a Europa livre (caem a maior parte das fronteiras) -As pessoas podem circular mais livremente O Espaço Schengen permite a livre circulação de pessoas dentro dos países signatários, sem a necessidade de apresentação de passaporte nas fronteiras. Porém, é necessário ser portador de um documento legal como, por exemplo, o Bilhete de Identidade. Além do mais, o Espaço Schengen não se relaciona com a livre circulação de mercadorias (embargos, etc.) cuja entidade mediadora é a União Europeia e os outros membros fora do bloco econômico.
  • 19. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografiahttp://ec.europa.eu/dgs/home-affairs/e-library/docs/schengen_brochure/schengen_brochure_dr3111126_pt.pdf
  • 20. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -União de tecnologia (indústria em um país e centro tecnológico em outro, mas a informação vai trafegar livremente) La Villette, museu de tecnologia e diversidade cultural.
  • 21. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Surge a proposta de criação de uma moeda única (comercio nacional com unidade), o EURO
  • 22. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Qualquer um que quiser se relacionar com a Europa tem que se relacionar com o EURO que é uma moeda muito forte (mais ou menos 20% acima do dólar)
  • 23. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia 1 1-Reino Unido (libra esterlina) 2-Suécia (coroa sueca) 3-Dinamarca (coroa dinamarquesa) 4-Polônia (zloty) 5-Rep. Tcheca (coroa tcheca) 6-Hungria (forint) 7-Croácia (kuna) 8-Romênia (leu romeno) 9-Bulgária (leva) A-Islândia (coroa islandesa) B-Noruega (coroa norueguesa) C-Suíça (franco suíço) D-Bósnia H. (marco conversível) E-Sérvia (dinar sérvio) F-Macedônia (dinar macedônico) G-Montenegro (marco alemão/euro) H-Albânia (lek) 2 3 4 5 6 8 7 9 A B C D E F G H https://www.ecb.europa.eu/euro/intro/html/map.pt.html
  • 24. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Importância desse renascimento europeu: em 1992, o mundo está saindo da Guerra Fria (queda do muro de Berlim em 1989 e desintegração da URSS em 1991) a Europa volta a concorrer em mercado mundial
  • 25. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 26. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Europa dos 6 (Membros Fundadores): 1957 Belgica, Holanda, Luxemburgo, Alemanha, França e Itália -Europa dos 12 (A partir da década de 70) Reino Unido(1973), Grecia (1981), Portugal(1986), Espanha (1986), Irlanda(1973) e Dinamarca (1973) -Europa dos 15 Suécia(1995), Finlândia (1995) e Áustria (1995) -Europa dos 27 (momento de maior entrada de países: 2004) 15 anos após a Guerra Fria, entram tb os países do lado oriental da Europa (Letonia, Estônia, Lituania, Eslovaquia, Eslovenia, Polônia, Rep Tcheca, Hungria, Malta e Chipre) Em 2007: Romenia e Bulgária -Europa dos 28: Croácia em 2013 OBS: Reino Unido(libra esterlina) e Dinamarca(coroa dinamarquesa) não utilizam o euro
  • 27. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 28. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Suíça (local de entrada de dinheiro de fora, paraísos fiscais) e Turquia (afirma-se ser pela questão curda, mas na verdade os europeus consideram um grande risco a enorme população islâmica da Turquia com livre acesso pela Europa)
  • 29. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por muito tempo o bloco foi muito bem, mas como o bloco é grande (28 membros) começou uma concorrência (onde foi retirado os impostos de fronteira entre os países, portanto as pessoas podiam comprar produtos de qualquer país, sem sobretaxas)
  • 30. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia PRINCIPAIS MOTIVOS: -como a qualidade de vida de Europa é muito alta, os gastos sociais, saúde, previdências) -Europa não é a maior economia mundial atualmente (os 10 maiores PIBS) -Porem a Europa se destaca em IDH (Noruega, Suecia, Dinamarca) -Preferência aos países de maior tecnologia (Alemanha, Inglaterra e França) Um português ao invés de comprar dentro da própria indústria passou a comprar por ex, da Inglaterra -Muitos países não estavam conseguindo fazer frente à economia europeia, não conseguia concorrer.
  • 31. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia PRINCIPAIS MOTIVOS: preço da moeda alta que não consigo vender (Azeite no sul da Europa pois o euro é mto pesado) empréstimos ( buscando melhorias econômicas, parque industrial, etc..)
  • 32. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia O ano de 2008 foi muito marcante para o mundo pois a economia americana quebra e leva com ele muitos países (inclusive na União Europeia) a recuperação da Europa tem se dado de maneira bem mais lenta que os EUA
  • 33. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Com dívidas orçamentárias altíssimas, países desenvolvidos dão início a medidas de cortes de gastos públicos na tentativa de sanear suas finanças. O segundo momento da crise global foi marcado pelos megapacotes de ajuda aos bancos e aos mercados financeiros lançados pelos governos em uma tentativa de evitar uma quebra generalizada do sistema financeiro mundial
  • 34. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 35. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 36. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 37. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 38. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Os gregos, já sufocados por um desemprego de 10,3% arcarão com aumento de 21% para 23% no imposto sobre valor agregado e de mais 10% em cigarros, álcool e combustíveis, adiamento das aposentadorias em pelo menos três anos e corte drástico em seu valor (calculado pela média, não pelo final), tudo isso combinado com a liberação do mercado, com tarifas mais altas e salários mais baixos.
  • 39. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Os gregos, já sufocados por um desemprego de 10,3% arcarão com aumento de 21% para 23% no imposto sobre valor agregado e de mais 10% em cigarros, álcool e combustíveis, adiamento das aposentadorias em pelo menos três anos e corte drástico em seu valor (calculado pela média, não pelo final), tudo isso combinado com a liberação do mercado, com tarifas mais altas e salários mais baixos. Os funcionários públicos, além disso, terão congelamento dos salários até 2014, restrição ou eliminação do 13° e 14° salários e cortes nas licenças.
  • 40. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A revolta é tão grande pois, parte do problema se deve à sonegação de impostos por gregos ricos. Pessoas que declaram ganhar até 12 mil euros por ano e são isentas de imposto de renda possuem casa própria, casa de campo, iate e dois carros.
  • 41. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A revolta é tão grande pois, parte do problema se deve à sonegação de impostos por gregos ricos. Pessoas que declaram ganhar até 12 mil euros por ano e são isentas de imposto de renda possuem casa própria, casa de campo, iate e dois carros. Nas declarações ao fisco, apenas 324 moradores dos subúrbios de Atenas admitiram ter piscina: o Google Earth mostra 16.974.
  • 42. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 43. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 44. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Para os alemães, obrigados durante anos a sacrificar salários e bem estar social em nome da competitividade e das finanças do país, é um insulto serem chamados a socorrer países que, segundo os jornais conservadores, são ‘preguiçosos’ e ‘viveram acima de suas posses’
  • 45. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 46. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 47. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Economia mais fraca, mas qualidade de vida alta -Para conseguir manter seu alto padrão de vida, os gregos pegaram mais empréstimos (q também não conseguiram pagar) quando se fala em juros compostos (mais de um empréstimos, juros em cima de juros) a dívida começa a tomar proporções enormes. -Se somasse todo o PIB grego não dava o valor da dívida. A dívida era de 120% o valor do PIB da Grécia(a Grécia conseguiu dever tudo que ela tinha e mais um pouco)
  • 48. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A rejeição dos termos de um novo pacote faz com que a turbulência com a União Europeia entre na sua fase mais incerta e decisiva http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/atualidades/6-perguntas-respostas-grecia-depois-nao-885100.shtml Por que os gregos votaram "não"? Porque eles estão vivendo anos de dor econômica sem uma luz no fim do túnel. A Grécia já foi socorrida diversas vezes pelo trio Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia. Em troca, promoveu cortes de gastos, aumentos de impostos e reformas com a promessa de recuperação econômica - mas o contrário aconteceu. O país entrou em uma recessão brutal e, como resultado, a dívida saltou de 110% para 180% do PIB. Um em cada quatro gregos está desempregado; entre os jovens, a taxa é de 50%. A renda voltou para níveis dos anos 80 e houve uma crise de saúde com salto nos suicídios e nas doenças infecciosas.
  • 49. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Em janeiro, o país elegeu o partido de extrema esquerda Syriza, que prometeu negociar com os credores o fim da austeridade e a reestruturação da dívida. Quando estas conversas chegaram a um impasse, o governo convocou o referendo, e o resultado reforça sua posição de não ceder. A maioria dos gregos quer continuar no euro, e o governo insistiu que a votação era sobre austeridade e não sobre a permanência na UE, mas isso está longe de ser uma garantia. Por que a União Europeia queria o "sim"? Porque a queda do Syriza abriria espaço para um novo acordo com novos interlocutores. O bloco insiste que mais reformas precisam ser feitas e teme que um alívio agora levaria a Grécia de volta para sua tradição de irresponsabilidade fiscal. Além disso, ceder ao Syriza incentivaria partidos com plataformas semelhantes de reestruturação da dívida em outros países da Europa - tanto da esquerda, como o Podemos da Espanha, quanto na direita, como a Frente Nacional na França. Nos últimos anos, a UE diminuiu a exposição de seus bancos à dívida grega, e agora já vê a "Grexit" como algo administrável. Mas a partir do momento em que um país sai do euro, o mercado pode se voltar contra outros, causando um efeito dominó. O aumento da volatilidade também é um banho de água fria justamente no momento em que a Europa apresenta finalmente alguns sinais de recuperação.
  • 50. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Se o governo venceu, por que o ministro de Finanças renunciou? Tanto o ministro das Finanças Yanis Varoufakis quanto o primeiro-ministro Alexis Tsipras fizeram campanha pelo "Não" e indicaram que iriam renunciar caso o "Sim" vencesse. Eles não teriam como sentar à mesa novamente para negociar termos que sempre rejeitaram. O "Não" venceu, Tsipras ficou, mas Varoufakis renunciou. A razão é que ele sempre foi uma figura controversa, avesso à formalidades e dado a declarações incendiárias. Nos últimos meses, a Europa mostrou sua frustração em tê-lo como interlocutor, então sua saída é uma forma de facilitar o diálogo neste momento crucial: "Foi comunicado que havia certas preferências de alguns participantes do Eurogrupo de que seria melhor que estivesse ausente destas reuniões, uma ideia que o primeiro-ministro considerou potencialmente útil", escreveu Varoufakis no seu blog pessoal. O presidente do Parlamento Europeu Martin Schulz disse que a saída é um alívio, mas que um acordo depende não de quem e sim do que se negocia. O novo ministro é Euclidis Tsakalotos, que estava à frente das negociações desde abril.
  • 51. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia E agora, o que acontece? Os bancos gregos devem continuar fechados por enquanto. Hoje, a premiê alemã Angela Merkel vai conversar com o presidente francês François Hollande e o Conselho do BCE vai se reunir para tomar uma decisão sobre a assistência de liquidez aos bancos gregos. Nesta terça-feira (7), haverá uma reunião do Eurogrupo, formado pelos ministros de Economia e Finanças da zona do euro. Horas depois, começa a reunião extraordinária de cúpula com os líderes europeus, onde Tsipras já confirmou que deverá apresentar novas propostas. Se nenhum acordo for atingido, a Grécia vai sair do euro? Não necessariamente, mas é bem possível. O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, diz que o bloco quer a Grécia no euro. O Deutsche Bank, maior banco da Alemanha, acredita que o caminho para novas ajudas está fechado. Nenhum país jamais saiu da moeda comum e isso sequer está previsto nos tratados. Mas o fato é que a Grécia está sangrando dinheiro diariamente, e precisa de recursos para manter seu sistema financeiro com alguma liquidez. Se a Europa não fizer este papel, o país pode ser ver obrigado a emitir algum tipo de título para continuar cumprindo com suas obrigações. Isso seria na prática uma saída do euro, ainda que parcial ou temporária.
  • 52. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Como isso funcionaria? É difícil dizer. De acordo com Joseph E. Gagnon, do Peterson Institute for International Economics, imprimir e colocar uma nova moeda em circulação ou recuperar o antigo dracma é um grande desafio logístico e demoraria no mínimo alguns meses. O governo grego poderia, ao invés disso, emitir letras de câmbio que funcionariam como uma "moeda provisória", com paridade com o euro estabelecida por lei. Um salário de 500 euros seria pago em 500 IOUs ("I owe you": "eu devo a você", em inglês), por exemplo. Haveriam dois tipos de moeda circulando no país. O problema é que se o povo desconfiar da capacidade do governo grego de honrar seus compromissos, a paridade pode ser rejeitada na prática, causando inflação. Um bom exemplo disso é a Venezuela. Uma moeda desvalorizada poderia, em tese, aumentar a competitividade das exportações gregas, impulsionando sua recuperação. O preço: um período de duros ajustes, ainda mais austeridade e perda brutal do poder de compra da população. A Grécia não tinha uma opção realmente boa no referendo; e, depois dele, o problema continua
  • 53. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Os outros países se uniram para tentar pagar a dívida dos 3, pois ficaram temerosos que a crise alcançasse a todos do bloco europeu. -Itália e Espanha tb entraram em crise (o que preocupou ainda mais o bloco, pois esses dois últimos países apresentavam um desempenho econômico mais expressivo que os 3 anteriores) -A Itália mostrou uma dívida tão grande q foi considerada impagável. -A Europa buscou ajuda internacional, mas o mundo não vivia tb um momento bom (Japão, EUA ainda estavam em crise) Japão havia passado pelo Tsunami e EUA gastou mto com a Guerra ao Terror (operação Bin Laden) -Restava se aproximar da China (mas, havia o medo que a entrada do produto chinês que é bem mais barato que o produto europeu, quebrasse as indústrias locais) -Inglaterra e principalmente a Alemanha tomam frente da crise (perdão de gde parte das dívidas, os países deveriam seguir novas regras: cortes severos de gastos, novos empréstimos com cortes de gastos: corte da qualidade de vida, redução de aposentadorias, redução do numero de médicos) A Grécia leva mtas pessoas às ruas para questionar.
  • 54. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia PIIGS PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha) Sigla que representa os países que mais viveram a Crise. Economias sujas (porcos) economias que se alimentavam do resto de outras economias
  • 55. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
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  • 66. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia https://www.almanaqueabril.com.br http://europa.eu/teachers-corner/recommended-material/index_pt.htm http://europa.eu/index_pt.htm http://descomplica.com.br https://www.ecb.europa.eu/euro/intro/html/map.pt.html http://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=uriserv:l33020 http://ec.europa.eu/dgs/home-affairs/e-library/docs/schengen_brochure/schengen_brochure_dr3111126_pt.pdf http://pt.euronews.com/2013/03/29/a-noruega-e-a-uniao-europeia/ http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2012/09/22/internas_economia,397728/noruega-o-pais-que- disse-nao-ao-euro.shtml http://pt.wikipedia.org/wiki/Benelux http://economia.uol.com.br/album/2013/10/31/uniao-europeia-faz-20-anos.htm http://professorridaltovaz.blogspot.com.br/2014/10/uniao-europeia_25.html http://www.voxeurop.eu/pt/content/article/317301-adesao-ue-nao-causa-entusiasmo