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GOVERNO DO ESTADO DO MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO E
CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO – SECITECESCOLA TÉCNICA
ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFICIONAL E TECNOLOGICA DE SINOPCURSO
DE EDUCAÇÃO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM AGROPECUÁRIA.
EVANGELA CRISTIANE GIELOW
RELATÓRIO AULA PRÁTICA: DETERMINAÇÃO DA
ESTRUTURA E TEXTURA DO SOLO
Sinop-MT
2017
EVANGELA CRISTIANE GIELOW
RELATÓRIO AULA PRATICA: DETERMINAÇÃO DA
ESTRUTURA E TEXTURA DO SOLO.
Relatório da aula prática apresentado ao professor
como parte da disciplina Fertilidade, Uso e
Conservação de Solos.
Professor: Prof. Rafael Alanis Clemente
Sinop-MT
2017
1
INTRODUÇÃO
Durante as aulas práticas realizadas em laboratório, sobre determinação da
estrutura e textura de solos quanto sua caracterização física e química, foram
coletados amostras em canteiros nas dependências da escola e analisados pelos
alunos do curso afim de identificar a classificação das amostras coletadas. A
importância de se analisar o solo não só depende diretamente do teor de argila ao
longo do perfil, mas também que tipo de manejo devemos seguir, quais corretivos e
fertilizantes utilizar, em quais proporções deve-se aplicar, depende do grau de
compactação, da disponibilidade de água e da capacidade de troca de cátions da
fração argila para mantê-lo bem estruturado. A textura ou granulometria refere-se
à proporção de argila, silte e areia do solo. Dessas frações, a argila é a que possui
maior superfície específica e é de natureza coloidal com alta retenção de cátions e
adsorção de fósforo, é constituída de uma gama variada de minerais, que
apresentam cargas elétricas negativas responsáveis pela capacidade de troca de
cátions (CTC). Segundo os dados produzidos pelo Zoneamento Sócio Econômico
Ecológico do Estado, a descrição dos solos do Estado do Mato Grosso foi compilada
e detalhada em uma criteriosa documentação, identificando e classificando os
diversos tipos de solos presentes em nosso Estado. Sendo um dos mais
predominantes o Latossolo Vermelho-Escuro em 23,63% São solos minerais,
profundos, bastante intemperizados, caracterizados por apresentar um horizonte B
latossólico, possuem teores de Fe2O3 entre 8 e 18%. Apresentam boa drenagem
interna, condicionada por elevada porosidade e homogeneidade de características
ao longo do perfil e, em razão disto, elevada permeabilidade. Este fato os coloca
como solos de razoável resistência à erosão de superfície. São sem dúvida alguns
dos solos mais expressivos em termos de ocorrência no Estado do Mato Grosso,
distribuindo-se por todas as regiões tendo, entretanto, no Planalto dos Parecis, sua
maior ocorrência. São cobertos tanto por vegetação de Cerrado quanto por Floresta.
Possuem ótimas condições físicas, que aliadas ao relevo plano ou suavemente
ondulado onde ocorrem, favorecem sua utilização com as mais diversas culturas
adaptadas à região. Estes solos por serem ácidos e distróficos, ou seja, com baixa
saturação de bases, requerem sempre correção de acidez e fertilização.
2
1 MATERIAIS E METODOS
1.1 PRIMEIRO DIA DE ENSAIO
Nos dias 18 e 19 de maio foram realizadas aulas práticas sobre estrutura e
textura de solos, com a supervisão do professor Rafael foram coletadas duas
amostras de solo nos canteiros nas dependências da escola, onde a amostra A
(canteiro corrigido) foi retirada de um canteiro de pepino com solo corrigido, que
recebeu tratos de super fosfato simples e calcário, sofrendo incubação natural com o
tempo. Já na segunda amostra B (canteiro sem correção), foi retirada de um canteiro
que não receberá qualquer tipo de trato, onde não há presença de matéria orgânica
e sua estrutura é de um solo cimentado. As amostras foram coletadas com uso do
instrumento trado holandês modelo caçamba de 20 cm, há uma profundidade de 0-
20 cm, e outra amostra já coletada em solo de mata (0-20cm) pelo professor
também seria analisada, já em laboratório as amostras seriam analisadas afim de
identificar sua estrutura e textura segundo a metodologia de Yooder (1997).
O método si divide em algumas etapas sendo que na primeira delas as
amostras são peneiradas, em peneiras de 4,5mm a 9,5mm afim de padronizar o
tamanho dos agregados do solo, excluindo fragmentos de plantas, pedras e outros
resíduos que ficam retidos na peneira de 9,5mm. Após serem peneiradas, na
próxima etapa são retiradas de cada amostra uma quantidade de 10g pesadas em
balança de precisão, misturadas em água e agitadas por 5 minutos cada, em um
equipamento denominado ‘’ Agitador de Walter’’ porem o equipamento não tem no
laboratório, e para dar continuidade foi utilizado um ‘mixer’ liquidificador de imersão
ou popular liquidificador de mão de 400Wts disponibilizado pelo professor.
Em seguida as amostras foram peneiradas novamente, em peneiras de 0,075
mm a 2mm para que as partículas de areia fiquem retidas na peneira 0,075mm, e
com o auxílio de uma pisseta todo o resíduo de areia foi transferido para um
recipiente de alumínio e levado para uma estufa a temperatura de 105° C por 24
horas.
Da mistura após o peneiramento que reteve a areia, na parte líquida estão as
frações argila e silte que passaram a peneira de 0,075 mm, sendo misturadas dentro
de uma proveta em 1L de água e junto dissolvido um agente dispersante Hidróxido
3
de Sódio 0,4% (NaOH) a 10ml, já para a amostra da área da Mata foram adicionada
5 ml de hidróxido de sódio para 500ml de água, após esse procedimento as
amostras devem decantar por 16 horas para que o agente dispersante possa agir
dispersando a estrutura de argila e silte. Quanto mais tempo o hidróxido agir melhor
será sua dispersão.
Durante os procedimento conforme os métodos e auxílio do professor,
tivemos a oportunidade de acompanhar outro teste sobre estrutura de solos em
amostras coletadas em campo pelo prof. Rafael em uma área nas proximidades da
UFMT Sinop, das amostras foram separadas 3 tipos; Área Gradeada, Área de Mata
e Área de Plantio Direto. Sendo separadas em recipientes de vidro e adicionadas
uma quantidade de água, observando a reação da estrutura do solo em contato com
a água, podemos citar que o solo da Área de Mata os agregados estão ligados e
bem estruturados, os macro poros foram preenchidos pela agua liberando o oxigênio
que ocupavam os seus espaços, indicando um solo com melhor retenção de água,
possui melhor oxigenação, maior floculação e menor dispersão das frações argila e
silte, com uma melhor capacidade de troca de cátions (CTC) maior disponibilidade
de nutrientes e fertilidade.
Já na Área de Plantio Direto com sucessão de cultura ‘soja milho soja milho’
os agregados se dissolveram com a água indicando um solo desestruturado, um
solo adensado, podendo causar compactação devido a infiltração de água após as
precipitações, ocorrendo falta de oxigenação, lixiviação dos nutrientes e podendo
impedir até a germinação devido sua compactação.
A Área Gradeada a estrutura do solo indica que os agregados não estão
fortemente estruturados havendo a dispersão da fração argila, indicando que apesar
da área onde solo está sendo preparado e constantemente modificado, sua estrutura
está melhor que na área de plantio direto, e ainda apresenta um solo melhor
cultivável.
4
1.2 SEGUNDO DIA: ENSAIO EMERGENCIAL.
No dia 19, segundo dia de laboratório seria realizada algumas das últimas das
etapas, coletando alguns dados como a areia que já havia secado, e após mais de
24 horas de espera para a coleta da argila que já havia dispersado totalmente na
solução, com todo cuidado a pipeta deve ser inserida a 5cm dentro da proveta e
retirada 10 ml de amostra da argila, transferindo-a para um recipiente de vidro e
levada para estufa a 105° C por 15 minutos. Ou até que a o volume de água evapore
totalmente. Com isso os dados coletados do volume das amostras nos recipientes
foram anotados, para que os mesmos fossem lavados e pesados obtendo a tara de
cada unidade de recipiente utilizado, durante esse processo foi utilizada uma
balança de capela de 4 dígitos para que os dados coletados sejam precisos, porem
um detalhe importante e esquecido pôs a perder todo o ensaio, pois os dados
fornecidos não foram anotados conforme as informações da balança e infelizmente
tivemos que iniciar um novo ensaio emergencial.
Apesar de todo o procedimento ter ocorrido dentro do padrão dos métodos, e
obter metade dos dados para finalizar nossa análise terem sido invalidados, partimos
para o nosso novo ensaio emergencial, como já conhecíamos o procedimento e
sendo que o mesmo requer um tempo maior do que obtemos, optamos por antecipar
algumas etapas e acelerar todo o processo. Como as amostras coletas na área dos
canteiros da escola foram descartadas, utilizamos duas as amostras de solo coletas
pelo prof. Rafael sendo elas da Área Gradeada e a Área de Mata (0-20cm). Antes de
colocar as amostras em recipientes na estufa, os mesmos foram pesadas para obter
os dados de sua tara. Separamos uma amostra de 10g de cada, agitamos por 10
minutos utilizando o mixer, peneiramos em peneiras de 2mm a 0,075mm novamente,
retirando a areia em recipiente e colocando na estufa já aquecida a 115°C, na
proveta adicionamos água fervida para que a dispersão seja mais rápida e 20 ml de
hidróxido de cloro (NaOH) deixando decantar por 2 horas. Após o tempo de espera
para que a argila ficasse dispersa, foram retirados uma amostra de 10 ml com a
pipeta e transferidos para recipientes em estufa, também em temperatura de 105°C
até que a água evapore por completo para coletar os dados finais de volume de
argila.
5
2 RESULTADOS
Após os procedimentos do segundo ensaio, das amostras de 10 gramas para
1L e de 1L para 10ml, a diferença entre areia e argila é do silte então obtivemos os
seguintes resultados das amostras:
Área Mata (0-20cm):
Partícula Tara recipiente (g) Volume partícula (g) Total (g)
Areia 6,1g 10g 3,9g
Argila 13,300g 13,402g 0,102g
O cálculo para porcentagem de areia é simples Areia= 3,9 𝑥 100% = 39%, da
mesma forma também é feito para a porcentagem da argila = 0,102 𝑥 100% = 10,2%,
ou seja ambos compõe 49,2% da amostra de 10g, e os 50,8 % da diferença
representam o silte.
Área Gradeada:
Partícula Tara recipiente (g) Volume (g) Total (g)
Areia 5,2g 11,3g 6,1g
Argila 13,541g 13,605g 0,064g
O mesmo processo do cálculo aplicado para a área gradeada temos
Areia= 6,1 𝑥 100% = 61%, para porcentagem de Argila=0,064 𝑥 100% = 6,4%,
ambos compõe 67,4 % da amostra de 10g então o silte representa os outros 32,6%.
Analisando os dados e comparando sua textura com Triângulo de
classificação textural do solo podemos afirmar que a Área de Mata é Franco-Siltoso
ou seja, um solo com esta textura é dito de textura média, isto é, nem é argiloso nem
arenoso, embora se localize na área mais arenosa do triângulo, e na Área Gradeada
temos um solo Franco-Arenoso, um tipo que contém mais areia do que partículas de
silte ou de argila. É o meio ideal para plantas que requerem drenagem extra.
Quando ele é compactado, se torna friável, mas compacto o suficiente para manter o
seu formato. Quando é esmagado, no entanto, o solo arenoso se desfaz facilmente.
6
3 CONCLUSÕES
"Do ponto de vista físico, o solo é um sistema heterogêneo, constituído de
fases sólida, líquida e gasosa. A fase líquida pode ser considerada continua, no
sentido de ser possível a movimentação de um ponto a outro do solo sem deixar
essa fase, a fase gasosa e, principalmente, a sólida podem ser consideradas
descontinuas. Nesse sistema atuam organismos que dão ao solo propriedades
peculiares, diferenciando-se de uma mistura qualquer de partículas sólidas. O
resultado é um meio favorável para o desenvolvimento vegetal e a produção
agrícola. As raízes penetram no solo e, assim, as plantas encontram nele um
sustentáculo, além de fonte de água e nutrientes. (Fertilidade do solo e adubação:
Bernardo Van Raij) "
Em relação ao método utilizado para classificação das partículas argila silte e
areia, podemos concluir que a aula prática sob a supervisão do professor foi de
extrema importância, as práticas de manejo de solos são fundamentais para a
agricultura, e sua fertilidade não só depende do uso correto dos insumos agrícolas
como fertilizantes e corretivos, é necessário conhecer sobre sua estrutura e textura,
a capacidade de retenção de água, a disponibilidade de nutrientes para cultivo, são
essenciais de forma sustentável possibilitando aumento de produtividade sem
necessidade de abrir novas áreas. A oportunidade de participar de aulas práticas
facilita o entendimento e aprendizado coletivo, seria interessante a realização de
mais aulas em laboratório pois o nível de conhecimento adquirido através da prática
é melhor absorvido. Ter o auxílio de professores com um conhecimento excelente e
facilidade de dividi-lo é essencial. Profissionais técnicos devem estar preparados
para o mercado, e poder absorver todas as informações, dicas, metodologias,
funcionalidades é ter mais confiança para tomar as decisões certas como
profissional da área.
7
4 REFERENCIAS
RAIJ.B.V, Fertilidade do Solo e Adubação. Ed. AGRONÔMICA CERES LDTA. São
Paulo, 1991.
O ESTADO DO MATO GROSSO, Embrapa Monitoramento por Satélite, Solos.
Disponível em <http://www.qmdmt.cnpm.embrapa.br/715.htm> Acesso em 23 de
maio de 2017.
JOAO PAULO DE CARVALHO, Pedologia fácil, Textura do Solo. Disponível em
<http://www.pedologiafacil.com.br/textura.php> Acesso em 23 de maio de 2017.
AMELIA ALLONSY, Tipos e descrições de solo arenoso e argiloso. Disponível em
<http://www.ehow.com.br/tipos-descricoes-solo-arenoso-argiloso-lista_254307/ >
Acesso em 26 de maio de 2017.

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Trabalho determinaçao testura e extrutura solos

  • 1. GOVERNO DO ESTADO DO MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO E CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO – SECITECESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFICIONAL E TECNOLOGICA DE SINOPCURSO DE EDUCAÇÃO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM AGROPECUÁRIA. EVANGELA CRISTIANE GIELOW RELATÓRIO AULA PRÁTICA: DETERMINAÇÃO DA ESTRUTURA E TEXTURA DO SOLO Sinop-MT 2017
  • 2. EVANGELA CRISTIANE GIELOW RELATÓRIO AULA PRATICA: DETERMINAÇÃO DA ESTRUTURA E TEXTURA DO SOLO. Relatório da aula prática apresentado ao professor como parte da disciplina Fertilidade, Uso e Conservação de Solos. Professor: Prof. Rafael Alanis Clemente Sinop-MT 2017
  • 3. 1 INTRODUÇÃO Durante as aulas práticas realizadas em laboratório, sobre determinação da estrutura e textura de solos quanto sua caracterização física e química, foram coletados amostras em canteiros nas dependências da escola e analisados pelos alunos do curso afim de identificar a classificação das amostras coletadas. A importância de se analisar o solo não só depende diretamente do teor de argila ao longo do perfil, mas também que tipo de manejo devemos seguir, quais corretivos e fertilizantes utilizar, em quais proporções deve-se aplicar, depende do grau de compactação, da disponibilidade de água e da capacidade de troca de cátions da fração argila para mantê-lo bem estruturado. A textura ou granulometria refere-se à proporção de argila, silte e areia do solo. Dessas frações, a argila é a que possui maior superfície específica e é de natureza coloidal com alta retenção de cátions e adsorção de fósforo, é constituída de uma gama variada de minerais, que apresentam cargas elétricas negativas responsáveis pela capacidade de troca de cátions (CTC). Segundo os dados produzidos pelo Zoneamento Sócio Econômico Ecológico do Estado, a descrição dos solos do Estado do Mato Grosso foi compilada e detalhada em uma criteriosa documentação, identificando e classificando os diversos tipos de solos presentes em nosso Estado. Sendo um dos mais predominantes o Latossolo Vermelho-Escuro em 23,63% São solos minerais, profundos, bastante intemperizados, caracterizados por apresentar um horizonte B latossólico, possuem teores de Fe2O3 entre 8 e 18%. Apresentam boa drenagem interna, condicionada por elevada porosidade e homogeneidade de características ao longo do perfil e, em razão disto, elevada permeabilidade. Este fato os coloca como solos de razoável resistência à erosão de superfície. São sem dúvida alguns dos solos mais expressivos em termos de ocorrência no Estado do Mato Grosso, distribuindo-se por todas as regiões tendo, entretanto, no Planalto dos Parecis, sua maior ocorrência. São cobertos tanto por vegetação de Cerrado quanto por Floresta. Possuem ótimas condições físicas, que aliadas ao relevo plano ou suavemente ondulado onde ocorrem, favorecem sua utilização com as mais diversas culturas adaptadas à região. Estes solos por serem ácidos e distróficos, ou seja, com baixa saturação de bases, requerem sempre correção de acidez e fertilização.
  • 4. 2 1 MATERIAIS E METODOS 1.1 PRIMEIRO DIA DE ENSAIO Nos dias 18 e 19 de maio foram realizadas aulas práticas sobre estrutura e textura de solos, com a supervisão do professor Rafael foram coletadas duas amostras de solo nos canteiros nas dependências da escola, onde a amostra A (canteiro corrigido) foi retirada de um canteiro de pepino com solo corrigido, que recebeu tratos de super fosfato simples e calcário, sofrendo incubação natural com o tempo. Já na segunda amostra B (canteiro sem correção), foi retirada de um canteiro que não receberá qualquer tipo de trato, onde não há presença de matéria orgânica e sua estrutura é de um solo cimentado. As amostras foram coletadas com uso do instrumento trado holandês modelo caçamba de 20 cm, há uma profundidade de 0- 20 cm, e outra amostra já coletada em solo de mata (0-20cm) pelo professor também seria analisada, já em laboratório as amostras seriam analisadas afim de identificar sua estrutura e textura segundo a metodologia de Yooder (1997). O método si divide em algumas etapas sendo que na primeira delas as amostras são peneiradas, em peneiras de 4,5mm a 9,5mm afim de padronizar o tamanho dos agregados do solo, excluindo fragmentos de plantas, pedras e outros resíduos que ficam retidos na peneira de 9,5mm. Após serem peneiradas, na próxima etapa são retiradas de cada amostra uma quantidade de 10g pesadas em balança de precisão, misturadas em água e agitadas por 5 minutos cada, em um equipamento denominado ‘’ Agitador de Walter’’ porem o equipamento não tem no laboratório, e para dar continuidade foi utilizado um ‘mixer’ liquidificador de imersão ou popular liquidificador de mão de 400Wts disponibilizado pelo professor. Em seguida as amostras foram peneiradas novamente, em peneiras de 0,075 mm a 2mm para que as partículas de areia fiquem retidas na peneira 0,075mm, e com o auxílio de uma pisseta todo o resíduo de areia foi transferido para um recipiente de alumínio e levado para uma estufa a temperatura de 105° C por 24 horas. Da mistura após o peneiramento que reteve a areia, na parte líquida estão as frações argila e silte que passaram a peneira de 0,075 mm, sendo misturadas dentro de uma proveta em 1L de água e junto dissolvido um agente dispersante Hidróxido
  • 5. 3 de Sódio 0,4% (NaOH) a 10ml, já para a amostra da área da Mata foram adicionada 5 ml de hidróxido de sódio para 500ml de água, após esse procedimento as amostras devem decantar por 16 horas para que o agente dispersante possa agir dispersando a estrutura de argila e silte. Quanto mais tempo o hidróxido agir melhor será sua dispersão. Durante os procedimento conforme os métodos e auxílio do professor, tivemos a oportunidade de acompanhar outro teste sobre estrutura de solos em amostras coletadas em campo pelo prof. Rafael em uma área nas proximidades da UFMT Sinop, das amostras foram separadas 3 tipos; Área Gradeada, Área de Mata e Área de Plantio Direto. Sendo separadas em recipientes de vidro e adicionadas uma quantidade de água, observando a reação da estrutura do solo em contato com a água, podemos citar que o solo da Área de Mata os agregados estão ligados e bem estruturados, os macro poros foram preenchidos pela agua liberando o oxigênio que ocupavam os seus espaços, indicando um solo com melhor retenção de água, possui melhor oxigenação, maior floculação e menor dispersão das frações argila e silte, com uma melhor capacidade de troca de cátions (CTC) maior disponibilidade de nutrientes e fertilidade. Já na Área de Plantio Direto com sucessão de cultura ‘soja milho soja milho’ os agregados se dissolveram com a água indicando um solo desestruturado, um solo adensado, podendo causar compactação devido a infiltração de água após as precipitações, ocorrendo falta de oxigenação, lixiviação dos nutrientes e podendo impedir até a germinação devido sua compactação. A Área Gradeada a estrutura do solo indica que os agregados não estão fortemente estruturados havendo a dispersão da fração argila, indicando que apesar da área onde solo está sendo preparado e constantemente modificado, sua estrutura está melhor que na área de plantio direto, e ainda apresenta um solo melhor cultivável.
  • 6. 4 1.2 SEGUNDO DIA: ENSAIO EMERGENCIAL. No dia 19, segundo dia de laboratório seria realizada algumas das últimas das etapas, coletando alguns dados como a areia que já havia secado, e após mais de 24 horas de espera para a coleta da argila que já havia dispersado totalmente na solução, com todo cuidado a pipeta deve ser inserida a 5cm dentro da proveta e retirada 10 ml de amostra da argila, transferindo-a para um recipiente de vidro e levada para estufa a 105° C por 15 minutos. Ou até que a o volume de água evapore totalmente. Com isso os dados coletados do volume das amostras nos recipientes foram anotados, para que os mesmos fossem lavados e pesados obtendo a tara de cada unidade de recipiente utilizado, durante esse processo foi utilizada uma balança de capela de 4 dígitos para que os dados coletados sejam precisos, porem um detalhe importante e esquecido pôs a perder todo o ensaio, pois os dados fornecidos não foram anotados conforme as informações da balança e infelizmente tivemos que iniciar um novo ensaio emergencial. Apesar de todo o procedimento ter ocorrido dentro do padrão dos métodos, e obter metade dos dados para finalizar nossa análise terem sido invalidados, partimos para o nosso novo ensaio emergencial, como já conhecíamos o procedimento e sendo que o mesmo requer um tempo maior do que obtemos, optamos por antecipar algumas etapas e acelerar todo o processo. Como as amostras coletas na área dos canteiros da escola foram descartadas, utilizamos duas as amostras de solo coletas pelo prof. Rafael sendo elas da Área Gradeada e a Área de Mata (0-20cm). Antes de colocar as amostras em recipientes na estufa, os mesmos foram pesadas para obter os dados de sua tara. Separamos uma amostra de 10g de cada, agitamos por 10 minutos utilizando o mixer, peneiramos em peneiras de 2mm a 0,075mm novamente, retirando a areia em recipiente e colocando na estufa já aquecida a 115°C, na proveta adicionamos água fervida para que a dispersão seja mais rápida e 20 ml de hidróxido de cloro (NaOH) deixando decantar por 2 horas. Após o tempo de espera para que a argila ficasse dispersa, foram retirados uma amostra de 10 ml com a pipeta e transferidos para recipientes em estufa, também em temperatura de 105°C até que a água evapore por completo para coletar os dados finais de volume de argila.
  • 7. 5 2 RESULTADOS Após os procedimentos do segundo ensaio, das amostras de 10 gramas para 1L e de 1L para 10ml, a diferença entre areia e argila é do silte então obtivemos os seguintes resultados das amostras: Área Mata (0-20cm): Partícula Tara recipiente (g) Volume partícula (g) Total (g) Areia 6,1g 10g 3,9g Argila 13,300g 13,402g 0,102g O cálculo para porcentagem de areia é simples Areia= 3,9 𝑥 100% = 39%, da mesma forma também é feito para a porcentagem da argila = 0,102 𝑥 100% = 10,2%, ou seja ambos compõe 49,2% da amostra de 10g, e os 50,8 % da diferença representam o silte. Área Gradeada: Partícula Tara recipiente (g) Volume (g) Total (g) Areia 5,2g 11,3g 6,1g Argila 13,541g 13,605g 0,064g O mesmo processo do cálculo aplicado para a área gradeada temos Areia= 6,1 𝑥 100% = 61%, para porcentagem de Argila=0,064 𝑥 100% = 6,4%, ambos compõe 67,4 % da amostra de 10g então o silte representa os outros 32,6%. Analisando os dados e comparando sua textura com Triângulo de classificação textural do solo podemos afirmar que a Área de Mata é Franco-Siltoso ou seja, um solo com esta textura é dito de textura média, isto é, nem é argiloso nem arenoso, embora se localize na área mais arenosa do triângulo, e na Área Gradeada temos um solo Franco-Arenoso, um tipo que contém mais areia do que partículas de silte ou de argila. É o meio ideal para plantas que requerem drenagem extra. Quando ele é compactado, se torna friável, mas compacto o suficiente para manter o seu formato. Quando é esmagado, no entanto, o solo arenoso se desfaz facilmente.
  • 8. 6 3 CONCLUSÕES "Do ponto de vista físico, o solo é um sistema heterogêneo, constituído de fases sólida, líquida e gasosa. A fase líquida pode ser considerada continua, no sentido de ser possível a movimentação de um ponto a outro do solo sem deixar essa fase, a fase gasosa e, principalmente, a sólida podem ser consideradas descontinuas. Nesse sistema atuam organismos que dão ao solo propriedades peculiares, diferenciando-se de uma mistura qualquer de partículas sólidas. O resultado é um meio favorável para o desenvolvimento vegetal e a produção agrícola. As raízes penetram no solo e, assim, as plantas encontram nele um sustentáculo, além de fonte de água e nutrientes. (Fertilidade do solo e adubação: Bernardo Van Raij) " Em relação ao método utilizado para classificação das partículas argila silte e areia, podemos concluir que a aula prática sob a supervisão do professor foi de extrema importância, as práticas de manejo de solos são fundamentais para a agricultura, e sua fertilidade não só depende do uso correto dos insumos agrícolas como fertilizantes e corretivos, é necessário conhecer sobre sua estrutura e textura, a capacidade de retenção de água, a disponibilidade de nutrientes para cultivo, são essenciais de forma sustentável possibilitando aumento de produtividade sem necessidade de abrir novas áreas. A oportunidade de participar de aulas práticas facilita o entendimento e aprendizado coletivo, seria interessante a realização de mais aulas em laboratório pois o nível de conhecimento adquirido através da prática é melhor absorvido. Ter o auxílio de professores com um conhecimento excelente e facilidade de dividi-lo é essencial. Profissionais técnicos devem estar preparados para o mercado, e poder absorver todas as informações, dicas, metodologias, funcionalidades é ter mais confiança para tomar as decisões certas como profissional da área.
  • 9. 7 4 REFERENCIAS RAIJ.B.V, Fertilidade do Solo e Adubação. Ed. AGRONÔMICA CERES LDTA. São Paulo, 1991. O ESTADO DO MATO GROSSO, Embrapa Monitoramento por Satélite, Solos. Disponível em <http://www.qmdmt.cnpm.embrapa.br/715.htm> Acesso em 23 de maio de 2017. JOAO PAULO DE CARVALHO, Pedologia fácil, Textura do Solo. Disponível em <http://www.pedologiafacil.com.br/textura.php> Acesso em 23 de maio de 2017. AMELIA ALLONSY, Tipos e descrições de solo arenoso e argiloso. Disponível em <http://www.ehow.com.br/tipos-descricoes-solo-arenoso-argiloso-lista_254307/ > Acesso em 26 de maio de 2017.