TEOLOGIA DA EDUCAÇÃO CRISTÃ
A PESSOA COMO ALVO DA EDUCAÇÃOA Postura Existencial	Embora não ignoramos as sutilezas das vãs filosofias, não devemos, por isso, descartar a proposta oferecida pelos filósofos existencialistas,
principalmente daqueles que se dedicaram a investigar o pensamento bíblico, como é o caso de SörenKierkegaard (1813–1855) e Martim Buber (1878-1965). Entretanto, não podemos desconsiderar a essência do existencialismo.
Existencialismo – (Do lat. Existência + ismo) Movimento filosófico que sublima a existência  em detrimento da essência. Surgido no período que precedeu a Segunda Guerra Mundial, seus expositores passaram  a considerar  que,  tendo em vista a urgência daqueles tempos e a brevidade da vida, o ser humano não deve preocupar-se com questões metafísicas, mas tirar o máximo proveito da existência. Seu maior expoente foi o escritor francês Jean Paul Sartre. Dicionário Teológico
Filosofia Existencial da EducaçãoCada escola filosófica desenvolveu a sua própria maneira de encarar o fenômeno educacional. Entretanto, os sistemas ocidentais de filosofia têm algo em comum: a preocupação com a transmissão
do conhecimento, através de métodos intelectuais, racionais. As duas exceções é o pragmatismo e o existencialismo. O primeiro nega a validade da metafísica, o conceito de absoluto, afirma que a verdade é medida pelos efeitos
práticos que produz, como que querendo dizer que verdadeiro é aquilo que dá certo, que funciona, que é útil. Contudo, sabemos que aquilo que é útil hoje, pode não ser amanhã, um exemplo histórico é a escravidão.
O segundo, (existencialismo) não nega a metafísica, mas enfatiza a experiência pessoal. Entretanto para o existencialismo bíblico cristão, o absoluto é essencial, pois o absoluto não é apenas um conceito, é Deus.
Deixando de lado a discussão das diversas correntes filosóficas, sobre os fins e objetivos do processo educacional, destacaremos os primeiros objetivos educacionais do existencialismo, principalmente do existencialismo bíblico/cristão.
A Educação Cristã somente cumpre o seu papel, quando o educando encontra-se em íntima comunhão com Cristo.
A Psicologia Existencial da EducaçãoA educação tem sido alavancada pela significativa contribuição das várias escolas pedagógicas, como o comportamentalismo, o gestaltismo e a psicanálise.
Focalizando a importância do meio ambiente e do treinamento, durante a primeira infância, o aprendizado da criança, antes da alfabetização, e o papel estratégico da infância na formação e na deformação do adulto.
O psicólogo americano Carl Rogers (1902-1987), através das suas obras “Liberdade para Aprender” e “Liberdade de Aprender em nossa Década”, conceitua o ser humano como essencialmente, positivo e construtivo.
Aproximando da assertiva bíblica do homem como imagem e semelhança de Deus, Gn 1.26-27, e do desígnio divino de formar no homem, a imagem do seu Filho, Rm 8.29; Hb 1.2.
  “A verdade de Deus  não foi revelada para satisfazer nossa curiosidade, mas para nos conformar à imagem de Cristo”
DOIS OBJETIVOS BÁSICOS NA PSICOLOGIA EXISTENCIAL DA EDUCAÇÃO
Educação no Brasil e Educação CristãO processo de ensino e aprendizagem é centrado no professor
No decorrer do século passado surgiram outros modelos educacionais:Escola Liberal – A ênfase está no indivíduoEscola Tecnicista – Formar técnicos competentes para servir à sociedade.Escola Nova -  Considerava inaceitável  a rigidez da punição, como a palmatória e a régua.PROCESSO TRANSFERIDOPROFESSORALUNO
	Mais recentemente surgiu  a pedagogia libertadora de Paulo Freire, que viu o aluno não como um ser passivo diante do ensino e de seus professores e colegas, valorizando dessa forma a interação e a participação do aluno.
AlunoAlunoAlunoAlunoMODELO DA EDUCAÇÃO CRISTÃ ATUALEducação CristãMODELO TRADICIONALPROFESSORObserve o que a respeito escreveram os seguintes autores:
 “A maioria da educação de hoje é monumentalmente ineficaz. Com muita freqüência damos às pessoas flores colhidas, quando deveríamos lhes ensinar a cultivar plantas. Enchemos suas cabeças com produtos das mais recentes inovações, em vez de lhes ensinar como inovar. Concebemos a mente como um armazém a ser enchido e não como  um instrumento a ser usado”John Gardner
“A verdadeira função do professor é criar condições para que o aluno aprenda sozinho. Ensinar de fato não é passar conhecimento, mas  estimular o aluno a buscá-lo.  Poderíamos até dizer que ensina melhor quem menos ensina”John Milton Gregory
Jesus disse: “A semente é a Palavra”O verdadeiro professor é o que revolve a terra e planta a semente.
 “Tudo que se desenvolve durante os anos da infância terá significativa influência na vida adulta do indivíduo. Compreender como este pensamento se desenvolve nos levará a um maior entendimento do comportamento humano em torno da religião e suas conseqüências”Pr. Wander Ferreira Gomes – Líder Espiritual da Igreja Batista do Recreio no Rio de Janeiro
PARA REFLEXÃO:	“O rápido processo de informação no mundo de hoje tem provocado um desenvolvimento mais acelerado do pensamento infantil               ( TV, Vídeos, Computadores, etc...).
Isso está comprometendo diretamente a Escola Dominical, os Cultos infantis e toda a estrutura oferecida pela igreja à criança. Precisamos de classes mais homogêneas, quanto às faixas etárias, melhor preparo dos
professores, maior qualidade do material didático e a disponibilidade de recursos tecnológicos que facilitem o processo de educação espiritual para enfrentarmos os recursos avançados que o mundo oferece.
	A igreja precisa entender que tem que fazer o melhor pela criança, pois esta é a base de sua continuidade”.	Em razão de tudo que já comentamos, concluímos que o estudo em sala deve ser algo criativo, com participação de
todos, sendo o professor o orientador da classe e o facilitador de aprendizagem, não aquele que dita normas. A experiência dominical deve enriquecer a vida dos alunos. O texto bíblico deve ser aplicado com eficiência na vida hodierna dos alunos.
	Cada fase do desenvolvimento da criança é caracterizado de forma distinta. A cada etapa a criança vê o mundo de forma diferente e sua linguagem vai se modificando à partir da evolução do seu pensamento. Se entendermos cada fase do seu desenvolvimento, e utilizarmos uma linguagem que esteja ajustada à sua compreensão, ela será capaz de compreender a Mensagem de Cristo.
FASES DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL             PRIMEIRA INFÂNCIA (2 meses aos 3 anos)   	Essa fase é caracterizada como o início do reconhecimento da realidade que o cerca. Nesta fase são notados os interesses perceptivos, motores e os glóssicos (da linguagem).
8 PRIMEIROS MESES – Percepções visuais, auditivas e táteis vão dando à criança a noção da realidade (brinquedos com movimentos, diferentes sons, cores, formas, etc.)9 MESES À 1 ANO – Intensa atividade motora – necessidade de se movimentar, começa a andar.
2 ANOS – Todas as principais reações emocionais (medo, raiva, alegria, ciúme, etc.) já foram aprendidas e é notável o interesse pela comunicação (Contar histórias rápidas com brinquedos, mostrar gravuras, atividades rápidas pois o nível de concentração é quase zero).
3 ANOS – Início do Desenho (Rabisco – Garatuja), já consegue nomear o que desenha  (Brincadeiras com massinha de modelar, pintura à dedo, pintura com giz de cera, lápis de cor, jogos com alvo ex. boliche, arremessar bola, músicas com gestos (Imitação), histórias contadas com dramatização e fantoches chamam a atenção da criança nesta fase
SEGUNDA INFÂNCIA: (4 À 6 ANOS)Fase Egocêntrica e dos interesses Lúdicos – práticos. É a fase em que predominam os interesses lúdicos (do termo latim LUDU = brinquedo, jogo). É a fase do brincar, muitos autores como Jean Piaget, Vygotsky, Henri Wallon, Laurence Frank têm-se pronunciado sobre a
importância do ‘brincar” aprender brincando, o por quê das crianças brincarem e a relação direta entre ludicidade (brincadeira) e a aprendizagem, a afetividade e a socialização. Segundo Laurence Frank “O brinquedo faz parte da nossa natureza, todos os animais brincam”.
Erickson propõe a teoria de que “jogo da criança é a forma infantil da capacidade humana de experimentar, criando situações – modelo e de dominar a realidade, experimentando e prevendo.”
4 À 5 ANOS – As atividades físicas são as mais preferidas, gosta de: Correr, saltar, rolar, lançar, movimentos de imitação ou repetição, gosta de jogar, desenhar, pintar, ouvir histórias, representar, cantar, dançar, realiza contatos sociais permanente, faz novos amigos, participa mais das atividades variadas, gosta da presença de meninos e meninas, apresenta uma egocentricidade em relação às suas brincadeiras e pertences.
5 À 6 ANOS – Desenvolve a capacidade de controlar a atividade pelo pensamento; Sabe o que é capaz e o que não é capaz; Organiza seus objetos e brinquedos; Gosta de ouvir e contar histórias; Conversa muito e gosta de perguntar e responder; Em suas brincadeiras, cria animais
imaginários e com pequenos objetos, representa uma série de atividades que lhe dá prazer, sozinha ou com outras crianças; É mais sociável e gentil; Começa a organizar-se em grupos de colegas; Aparece as regras do brinquedo (respeito a alguma coisa) (saber perder e ganhar), onde ela aprende
que não é só sua vontade que domina tudo, mas existe algo a ser respeitado para que a barreira seja vencida; Desenvolvem a dramatização; Existe a colaboração entre grupos; Inicia-se a fase das pequenas brigas ou discussões (é importante que as próprias crianças acertem suas diferenças
pessoais, o adulto deve apenas orientar);  Atividades físicas preferidas:Recreativas
Rítmicas
Recitais
Pequenos concursos
Apresentações e dancinhas.6 À 6,5 ANOS – Assimilam com facilidade o aprender e o fazer; Inicia-se as competições;
A linguagem apresenta um bom nível
Facilidade de desenvolvimento intelectual
Tem boa capacidade de memorizaçãoTem consciência da bondade e da maldade
Gosta de animais caseiros
Gosta de conversar muito
Forma grupos
É sensível ao estado emocional dos pais, amigos, etc.
Geralmente não trata bem os irmãos menores (sentido deautoridade), sendo preciso a orientação dos pais e dos professores.Deve aprender a respeitar normas
Gosta de ser elogiado (nessa fase o estímulo tem muito mais valor que a censura) ATIVIDADES PREFERIDAS:Recortar; pintar; desenhar; ver livros com figuras; jogos; recreação; danças (expressão corporal) dramatizar apresentação; atividades em pequenos grupos; corridas; saltos; levantar várias vezes do lugar; ser prestativo.
TERCEIRA INFÂNCIA – (7 À 12 ANOS)	Esta fase se caracteriza pelo início do processo de socialização e racionalização da realidade.7 À 8 ANOS – Domina com facilidade o mecanismo da leitura;Seu pensamento lógico organiza-se em formas  concretas que permitem as operações mentais;Predominam interesses por conhecimentos, técnicas, artefatos e padrões de conduta social;
A linguagem é o principal fator de aumento de contatos sociais (amizade)
É retraída e distraída, principalmente no lar;Insegura para enfrentar problemas diários;
Toma atitudes de desafio principalmente com os pais;
É impaciente com ela mesma
Começa a meditar com o que lhe acontece (devido ao avanço do desenvolvimento mental);Busca a perfeição e mostra-se encolerizada quando erra ou perturbada pelos irmãos menores;
Revela vergonha pelos seus erros;
É menos egoísta;
É prestativa principalmente na escola;Gosta de competir;
Chora quando perde uma disputa;
Quando há compreensão no lar, a criança de 8 anos é bondosa, companheira e empreendedora.9 À 12 ANOS – O pré-adolescente representa um potencial que não deve ser menosprezado no lar, na escola e principalmente na igreja.
Essencialmente ativo, o pré-adolescente está vivendo osmelhores e mais produtivos anos do processo evolutivo, está vivendo o que chamamos de “terceira infância” e entrando na puberdade.  
Ele nesta fase, apresenta características bem acentuadas em seu desenvolvimento mental, físico, social e espiritual:
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO PRÉ-ADOLESCENTE
“Estudos feitos em pesquisa mostram que umacriança desenvolve cerca de 50% de sua inteligênciaaos quatro anos de idade, outros 30% aos oitoanos e os restantes 20% aos dezessete”
ADOLESCENTES
JOVENS
ADULTOS

Teologia da educação cristã

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    A PESSOA COMOALVO DA EDUCAÇÃOA Postura Existencial Embora não ignoramos as sutilezas das vãs filosofias, não devemos, por isso, descartar a proposta oferecida pelos filósofos existencialistas,
  • 3.
    principalmente daqueles quese dedicaram a investigar o pensamento bíblico, como é o caso de SörenKierkegaard (1813–1855) e Martim Buber (1878-1965). Entretanto, não podemos desconsiderar a essência do existencialismo.
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    Existencialismo – (Dolat. Existência + ismo) Movimento filosófico que sublima a existência em detrimento da essência. Surgido no período que precedeu a Segunda Guerra Mundial, seus expositores passaram a considerar que, tendo em vista a urgência daqueles tempos e a brevidade da vida, o ser humano não deve preocupar-se com questões metafísicas, mas tirar o máximo proveito da existência. Seu maior expoente foi o escritor francês Jean Paul Sartre. Dicionário Teológico
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    Filosofia Existencial daEducaçãoCada escola filosófica desenvolveu a sua própria maneira de encarar o fenômeno educacional. Entretanto, os sistemas ocidentais de filosofia têm algo em comum: a preocupação com a transmissão
  • 6.
    do conhecimento, atravésde métodos intelectuais, racionais. As duas exceções é o pragmatismo e o existencialismo. O primeiro nega a validade da metafísica, o conceito de absoluto, afirma que a verdade é medida pelos efeitos
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    práticos que produz,como que querendo dizer que verdadeiro é aquilo que dá certo, que funciona, que é útil. Contudo, sabemos que aquilo que é útil hoje, pode não ser amanhã, um exemplo histórico é a escravidão.
  • 8.
    O segundo, (existencialismo)não nega a metafísica, mas enfatiza a experiência pessoal. Entretanto para o existencialismo bíblico cristão, o absoluto é essencial, pois o absoluto não é apenas um conceito, é Deus.
  • 9.
    Deixando de ladoa discussão das diversas correntes filosóficas, sobre os fins e objetivos do processo educacional, destacaremos os primeiros objetivos educacionais do existencialismo, principalmente do existencialismo bíblico/cristão.
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    A Educação Cristãsomente cumpre o seu papel, quando o educando encontra-se em íntima comunhão com Cristo.
  • 12.
    A Psicologia Existencialda EducaçãoA educação tem sido alavancada pela significativa contribuição das várias escolas pedagógicas, como o comportamentalismo, o gestaltismo e a psicanálise.
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    Focalizando a importânciado meio ambiente e do treinamento, durante a primeira infância, o aprendizado da criança, antes da alfabetização, e o papel estratégico da infância na formação e na deformação do adulto.
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    O psicólogo americanoCarl Rogers (1902-1987), através das suas obras “Liberdade para Aprender” e “Liberdade de Aprender em nossa Década”, conceitua o ser humano como essencialmente, positivo e construtivo.
  • 15.
    Aproximando da assertivabíblica do homem como imagem e semelhança de Deus, Gn 1.26-27, e do desígnio divino de formar no homem, a imagem do seu Filho, Rm 8.29; Hb 1.2.
  • 16.
      “A verdadede Deus não foi revelada para satisfazer nossa curiosidade, mas para nos conformar à imagem de Cristo”
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    DOIS OBJETIVOS BÁSICOSNA PSICOLOGIA EXISTENCIAL DA EDUCAÇÃO
  • 18.
    Educação no Brasile Educação CristãO processo de ensino e aprendizagem é centrado no professor
  • 19.
    No decorrer doséculo passado surgiram outros modelos educacionais:Escola Liberal – A ênfase está no indivíduoEscola Tecnicista – Formar técnicos competentes para servir à sociedade.Escola Nova - Considerava inaceitável a rigidez da punição, como a palmatória e a régua.PROCESSO TRANSFERIDOPROFESSORALUNO
  • 20.
    Mais recentemente surgiu a pedagogia libertadora de Paulo Freire, que viu o aluno não como um ser passivo diante do ensino e de seus professores e colegas, valorizando dessa forma a interação e a participação do aluno.
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    AlunoAlunoAlunoAlunoMODELO DA EDUCAÇÃOCRISTÃ ATUALEducação CristãMODELO TRADICIONALPROFESSORObserve o que a respeito escreveram os seguintes autores:
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    “A maioriada educação de hoje é monumentalmente ineficaz. Com muita freqüência damos às pessoas flores colhidas, quando deveríamos lhes ensinar a cultivar plantas. Enchemos suas cabeças com produtos das mais recentes inovações, em vez de lhes ensinar como inovar. Concebemos a mente como um armazém a ser enchido e não como um instrumento a ser usado”John Gardner
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    “A verdadeira funçãodo professor é criar condições para que o aluno aprenda sozinho. Ensinar de fato não é passar conhecimento, mas estimular o aluno a buscá-lo. Poderíamos até dizer que ensina melhor quem menos ensina”John Milton Gregory
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    Jesus disse: “Asemente é a Palavra”O verdadeiro professor é o que revolve a terra e planta a semente.
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    “Tudo quese desenvolve durante os anos da infância terá significativa influência na vida adulta do indivíduo. Compreender como este pensamento se desenvolve nos levará a um maior entendimento do comportamento humano em torno da religião e suas conseqüências”Pr. Wander Ferreira Gomes – Líder Espiritual da Igreja Batista do Recreio no Rio de Janeiro
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    PARA REFLEXÃO: “O rápidoprocesso de informação no mundo de hoje tem provocado um desenvolvimento mais acelerado do pensamento infantil ( TV, Vídeos, Computadores, etc...).
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    Isso está comprometendodiretamente a Escola Dominical, os Cultos infantis e toda a estrutura oferecida pela igreja à criança. Precisamos de classes mais homogêneas, quanto às faixas etárias, melhor preparo dos
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    professores, maior qualidadedo material didático e a disponibilidade de recursos tecnológicos que facilitem o processo de educação espiritual para enfrentarmos os recursos avançados que o mundo oferece.
  • 29.
    A igreja precisaentender que tem que fazer o melhor pela criança, pois esta é a base de sua continuidade”. Em razão de tudo que já comentamos, concluímos que o estudo em sala deve ser algo criativo, com participação de
  • 30.
    todos, sendo oprofessor o orientador da classe e o facilitador de aprendizagem, não aquele que dita normas. A experiência dominical deve enriquecer a vida dos alunos. O texto bíblico deve ser aplicado com eficiência na vida hodierna dos alunos.
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    Cada fase dodesenvolvimento da criança é caracterizado de forma distinta. A cada etapa a criança vê o mundo de forma diferente e sua linguagem vai se modificando à partir da evolução do seu pensamento. Se entendermos cada fase do seu desenvolvimento, e utilizarmos uma linguagem que esteja ajustada à sua compreensão, ela será capaz de compreender a Mensagem de Cristo.
  • 32.
    FASES DO DESENVOLVIMENTOINFANTIL PRIMEIRA INFÂNCIA (2 meses aos 3 anos) Essa fase é caracterizada como o início do reconhecimento da realidade que o cerca. Nesta fase são notados os interesses perceptivos, motores e os glóssicos (da linguagem).
  • 33.
    8 PRIMEIROS MESES– Percepções visuais, auditivas e táteis vão dando à criança a noção da realidade (brinquedos com movimentos, diferentes sons, cores, formas, etc.)9 MESES À 1 ANO – Intensa atividade motora – necessidade de se movimentar, começa a andar.
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    2 ANOS –Todas as principais reações emocionais (medo, raiva, alegria, ciúme, etc.) já foram aprendidas e é notável o interesse pela comunicação (Contar histórias rápidas com brinquedos, mostrar gravuras, atividades rápidas pois o nível de concentração é quase zero).
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    3 ANOS –Início do Desenho (Rabisco – Garatuja), já consegue nomear o que desenha (Brincadeiras com massinha de modelar, pintura à dedo, pintura com giz de cera, lápis de cor, jogos com alvo ex. boliche, arremessar bola, músicas com gestos (Imitação), histórias contadas com dramatização e fantoches chamam a atenção da criança nesta fase
  • 36.
    SEGUNDA INFÂNCIA: (4À 6 ANOS)Fase Egocêntrica e dos interesses Lúdicos – práticos. É a fase em que predominam os interesses lúdicos (do termo latim LUDU = brinquedo, jogo). É a fase do brincar, muitos autores como Jean Piaget, Vygotsky, Henri Wallon, Laurence Frank têm-se pronunciado sobre a
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    importância do ‘brincar”aprender brincando, o por quê das crianças brincarem e a relação direta entre ludicidade (brincadeira) e a aprendizagem, a afetividade e a socialização. Segundo Laurence Frank “O brinquedo faz parte da nossa natureza, todos os animais brincam”.
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    Erickson propõe ateoria de que “jogo da criança é a forma infantil da capacidade humana de experimentar, criando situações – modelo e de dominar a realidade, experimentando e prevendo.”
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    4 À 5ANOS – As atividades físicas são as mais preferidas, gosta de: Correr, saltar, rolar, lançar, movimentos de imitação ou repetição, gosta de jogar, desenhar, pintar, ouvir histórias, representar, cantar, dançar, realiza contatos sociais permanente, faz novos amigos, participa mais das atividades variadas, gosta da presença de meninos e meninas, apresenta uma egocentricidade em relação às suas brincadeiras e pertences.
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    5 À 6ANOS – Desenvolve a capacidade de controlar a atividade pelo pensamento; Sabe o que é capaz e o que não é capaz; Organiza seus objetos e brinquedos; Gosta de ouvir e contar histórias; Conversa muito e gosta de perguntar e responder; Em suas brincadeiras, cria animais
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    imaginários e compequenos objetos, representa uma série de atividades que lhe dá prazer, sozinha ou com outras crianças; É mais sociável e gentil; Começa a organizar-se em grupos de colegas; Aparece as regras do brinquedo (respeito a alguma coisa) (saber perder e ganhar), onde ela aprende
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    que não ésó sua vontade que domina tudo, mas existe algo a ser respeitado para que a barreira seja vencida; Desenvolvem a dramatização; Existe a colaboração entre grupos; Inicia-se a fase das pequenas brigas ou discussões (é importante que as próprias crianças acertem suas diferenças
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    pessoais, o adultodeve apenas orientar); Atividades físicas preferidas:Recreativas
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    Apresentações e dancinhas.6À 6,5 ANOS – Assimilam com facilidade o aprender e o fazer; Inicia-se as competições;
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    Tem boa capacidadede memorizaçãoTem consciência da bondade e da maldade
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    É sensível aoestado emocional dos pais, amigos, etc.
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    Geralmente não tratabem os irmãos menores (sentido deautoridade), sendo preciso a orientação dos pais e dos professores.Deve aprender a respeitar normas
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    Gosta de serelogiado (nessa fase o estímulo tem muito mais valor que a censura) ATIVIDADES PREFERIDAS:Recortar; pintar; desenhar; ver livros com figuras; jogos; recreação; danças (expressão corporal) dramatizar apresentação; atividades em pequenos grupos; corridas; saltos; levantar várias vezes do lugar; ser prestativo.
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    TERCEIRA INFÂNCIA –(7 À 12 ANOS) Esta fase se caracteriza pelo início do processo de socialização e racionalização da realidade.7 À 8 ANOS – Domina com facilidade o mecanismo da leitura;Seu pensamento lógico organiza-se em formas concretas que permitem as operações mentais;Predominam interesses por conhecimentos, técnicas, artefatos e padrões de conduta social;
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    A linguagem éo principal fator de aumento de contatos sociais (amizade)
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    É retraída edistraída, principalmente no lar;Insegura para enfrentar problemas diários;
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    Toma atitudes dedesafio principalmente com os pais;
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    Começa a meditarcom o que lhe acontece (devido ao avanço do desenvolvimento mental);Busca a perfeição e mostra-se encolerizada quando erra ou perturbada pelos irmãos menores;
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    É prestativa principalmentena escola;Gosta de competir;
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    Chora quando perdeuma disputa;
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    Quando há compreensãono lar, a criança de 8 anos é bondosa, companheira e empreendedora.9 À 12 ANOS – O pré-adolescente representa um potencial que não deve ser menosprezado no lar, na escola e principalmente na igreja.
  • 68.
    Essencialmente ativo, opré-adolescente está vivendo osmelhores e mais produtivos anos do processo evolutivo, está vivendo o que chamamos de “terceira infância” e entrando na puberdade.  
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    Ele nesta fase,apresenta características bem acentuadas em seu desenvolvimento mental, físico, social e espiritual:
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    “Estudos feitos empesquisa mostram que umacriança desenvolve cerca de 50% de sua inteligênciaaos quatro anos de idade, outros 30% aos oitoanos e os restantes 20% aos dezessete”
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