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Terra – Planeta Activo
Terra – Planeta Activo A actividade sísmica constitui uma prova evidente de que a Terra é um planeta activo. Um  sismo  ou um  tremor   de terra  é caracterizado por vibrações de terra mais ou menos violentas, cuja duração não ultrapassa alguns minutos ou até alguns segundos, sendo sempre um fenómeno breve e localizado.
Em certas zonas da superfície terrestre, as rochas apresentam-se deformadas.
As deformações que apresentam -  dobras  e  falhas  - indicam que as rochas, após a sua formação, ficaram sujeitas a enormes forças de compressão ou de extensão que alteraram a sua disposição inicial.
Os Sismos
O movimento do interior da terra Ondas sísmicas – registo sísmico A sismicidade no mundo Prevenção sísmica A estrutura da terra e os sismos Os Sismos Grandezas de medida de sismos
O que é um sismo?
O movimento do interior da terra Os  sismos, tremores  ou  abalos de terra  são causados, regra geral, por rupturas bruscas nas rochas que se situam a maiores ou menores profundidades em relação à superfície terrestre.  No ponto de ruptura é libertada energia que produz vibrações nas rochas, ou ondas de choque, que se propagam através do solo. Estas vibrações, ou  ondas sísmicas , são responsáveis pelos tremores de terra.
Considera-se  sismo  todo o movimento brusco, de curta duração, das partículas do solo, produzido pela passagem de ondas elásticas, as ondas sísmicas, geradas num determinado ponto no interior da Terra, o  hipocentro  ou  foco .
Superficiais Intermédios Profundos A localização do hipocentro, no interior da Terra, permite-nos classificar os sismos em:
O local da superfície terrestre situado na vertical do  hipocentro  denomina-se  epicentro . Consoante a localização do epicentro classifica-se o sismo como: -  Terramoto -  Maremoto
Um sismo violento pode ser precedido de abalos mais pequenos, os  abalos   premonitórios  ou  preliminares , que constituem um alerta para as populações. Aos abalos mais fracos, que geralmente, se seguem a um sismo violento, dá-se o nome de  réplicas  e podem prolongar-se por vários dias.
Ondas sísmicas registo sísmico Ondas de profundidade ou volumétricas: Ondas P Ondas S Ondas superficiais ou longas
 
 
 
As ondas sísmicas são registadas em instrumentos próprios, os  sismógrafos . Estes estão em permanente funcionamento, apresentando registos constantes, os  sismogramas , onde se pode observar a propagação das diferentes ondas sísmicas.
Como se avaliam os efeitos dum sismo?
Grandezas sísmicas Para avaliar os efeitos dos sismos utilizam-se duas escalas: uma qualitativa ( intensidade )  e outra quantitativa ( magnitude ).
Escala de Richter Escala baseada na magnitude do sismo. Magnitude Efeitos <2 Regra geral não sentido perto do epicentro, mas registado em instrumentos de alta sensibilidade. 2,0 – 2,9 Dificilmente perceptível na proximidade do epicentro. Não afecta as construções. 3,0 – 3,9 Sentido por algumas pessoas. 4,0 – 4,9 Sentido pela maioria. Afecta construções próximas do epicentro. Pequenos estragos.
Magnitude Efeitos 5,0 – 5,9 Forte. Moderadamente destruidor.  Deslocações de mobiliário. 6,0 – 6,9 Destruidor em regiões populosas.  Derrube de paredes. 7,0 – 7,9 Desastroso. Danos severos.  Destruição de edifícios.. >8 Catastrófico.  Destrói as comunidades perto do epicentro.
Escala de Mercalli Escala baseada na intensidade do sismo.
Richter vs Mercalli
A sismicidade no mundo
Zona circumpacífica Zona sísmica no seio dos oceanos Zona situada no limite do continente euroasiático com o continente africano A localização das principais zonas sísmicas coincidem com os limites das placas tectónicas, assim distinguem-se em: A sismicidade no mundo
Prevenção sísmica
O que se faz  antes  de um sismo?
Identificar os sítios que, em caso de sismo, serão mais seguros, em casa, na escola, ou noutros locais – ombreiras das portas e a proximidade de colunas. Manter os espaços arrumados e nunca ocupados em demasia com peças de mobiliário alto, tendo o cuidado de fixar firmemente quadros, cilindros, tanques e outros objectos pesados.
Manter na dispensa equipamento de sobrevivência que poderá incluir: uma mala de primeiros socorros; uma lanterna; um rádio portátil; alimentos enlatados e leite em pó para, pelo menos, uma semana; um abre-latas; uma garrafa de lixívia (que servirá para desinfectar a água). Aprender a cortar a energia eléctrica, o gás e a água.
Discutir com outras pessoas sobre as melhores formas de actuar em caso de emergência, quer seja em casa, ou num espaço público. Traçar um plano que permita aos elementos da mesma família reunirem-se após um sismo, não esquecendo que os meios de transporte serão escassos ou nulos.
O que fazer durante um sismo?
Manter a calma. Falar o mais possível com tranquilidade, procurando inspirar confiança a todos os presentes. Estando no interior de um edifício é melhor não sair. Devemos colocar-nos debaixo de uma mesa forte ou junto da ombreira de uma porta ou de uma coluna, afastados de janelas ou objectos que possam soltar-se e escorregar. Do mesmo modo, não devemos ficar próximos de quadros eléctricos ou de instalações de gás.
Não usar nunca elevadores, nem mesmo escadas. Procurar não se assustar com a quebra de vidros e outros objectos ou com a falta de luz. Se decidirmos sair e procurar espaços abertos, ficar longe de edifícios ou cabos eléctricos.
Numa zona montanhosa é preciso ter muita atenção a rochas e outros materiais que se podem soltar a todo o momento. Se, no momento do sismo, nos deslocarmos de automóvel, o melhor é parar longe de edifícios ou pontes, mas não sair.
O que fazer depois de um sismo?
Não acender fósforos ou outra chama até desligar a energia eléctrica e o gás, fazendo um balanço de fugas e outros danos. Fechar também a água. Localizar feridos, colaborar no seu resgate e administrar os primeiros socorros no caso de ter os conhecimentos necessários. Não utilizar o telefone a não ser em situações de emergência.
Limpar eventuais derrames de substâncias perigosas, tóxicas ou inflamáveis. Ter o cuidado de andar sempre calçado. Abandonar o local onde nos encontramos se este não oferecer condições de segurança. Não alimentar boatos. Não tocar em cabos eléctricos que tenham caído nem em objectos que estejam em contacto com eles.
Manter-se atento às notícias através do rádio portátil. Manter as ruas desobstruídas para a passagem de veículos de emergência. Colaborar com as autoridades. Manter-se alerta para os efeitos das réplicas que se seguirão ao sismo principal.
Efeitos devastadores dos sismos
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Casos documentados
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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  • 2. Terra – Planeta Activo A actividade sísmica constitui uma prova evidente de que a Terra é um planeta activo. Um sismo ou um tremor de terra é caracterizado por vibrações de terra mais ou menos violentas, cuja duração não ultrapassa alguns minutos ou até alguns segundos, sendo sempre um fenómeno breve e localizado.
  • 3. Em certas zonas da superfície terrestre, as rochas apresentam-se deformadas.
  • 4. As deformações que apresentam - dobras e falhas - indicam que as rochas, após a sua formação, ficaram sujeitas a enormes forças de compressão ou de extensão que alteraram a sua disposição inicial.
  • 6. O movimento do interior da terra Ondas sísmicas – registo sísmico A sismicidade no mundo Prevenção sísmica A estrutura da terra e os sismos Os Sismos Grandezas de medida de sismos
  • 7. O que é um sismo?
  • 8. O movimento do interior da terra Os sismos, tremores ou abalos de terra são causados, regra geral, por rupturas bruscas nas rochas que se situam a maiores ou menores profundidades em relação à superfície terrestre. No ponto de ruptura é libertada energia que produz vibrações nas rochas, ou ondas de choque, que se propagam através do solo. Estas vibrações, ou ondas sísmicas , são responsáveis pelos tremores de terra.
  • 9. Considera-se sismo todo o movimento brusco, de curta duração, das partículas do solo, produzido pela passagem de ondas elásticas, as ondas sísmicas, geradas num determinado ponto no interior da Terra, o hipocentro ou foco .
  • 10. Superficiais Intermédios Profundos A localização do hipocentro, no interior da Terra, permite-nos classificar os sismos em:
  • 11. O local da superfície terrestre situado na vertical do hipocentro denomina-se epicentro . Consoante a localização do epicentro classifica-se o sismo como: - Terramoto - Maremoto
  • 12. Um sismo violento pode ser precedido de abalos mais pequenos, os abalos premonitórios ou preliminares , que constituem um alerta para as populações. Aos abalos mais fracos, que geralmente, se seguem a um sismo violento, dá-se o nome de réplicas e podem prolongar-se por vários dias.
  • 13. Ondas sísmicas registo sísmico Ondas de profundidade ou volumétricas: Ondas P Ondas S Ondas superficiais ou longas
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  • 17. As ondas sísmicas são registadas em instrumentos próprios, os sismógrafos . Estes estão em permanente funcionamento, apresentando registos constantes, os sismogramas , onde se pode observar a propagação das diferentes ondas sísmicas.
  • 18. Como se avaliam os efeitos dum sismo?
  • 19. Grandezas sísmicas Para avaliar os efeitos dos sismos utilizam-se duas escalas: uma qualitativa ( intensidade ) e outra quantitativa ( magnitude ).
  • 20. Escala de Richter Escala baseada na magnitude do sismo. Magnitude Efeitos <2 Regra geral não sentido perto do epicentro, mas registado em instrumentos de alta sensibilidade. 2,0 – 2,9 Dificilmente perceptível na proximidade do epicentro. Não afecta as construções. 3,0 – 3,9 Sentido por algumas pessoas. 4,0 – 4,9 Sentido pela maioria. Afecta construções próximas do epicentro. Pequenos estragos.
  • 21. Magnitude Efeitos 5,0 – 5,9 Forte. Moderadamente destruidor. Deslocações de mobiliário. 6,0 – 6,9 Destruidor em regiões populosas. Derrube de paredes. 7,0 – 7,9 Desastroso. Danos severos. Destruição de edifícios.. >8 Catastrófico. Destrói as comunidades perto do epicentro.
  • 22. Escala de Mercalli Escala baseada na intensidade do sismo.
  • 25. Zona circumpacífica Zona sísmica no seio dos oceanos Zona situada no limite do continente euroasiático com o continente africano A localização das principais zonas sísmicas coincidem com os limites das placas tectónicas, assim distinguem-se em: A sismicidade no mundo
  • 27. O que se faz antes de um sismo?
  • 28. Identificar os sítios que, em caso de sismo, serão mais seguros, em casa, na escola, ou noutros locais – ombreiras das portas e a proximidade de colunas. Manter os espaços arrumados e nunca ocupados em demasia com peças de mobiliário alto, tendo o cuidado de fixar firmemente quadros, cilindros, tanques e outros objectos pesados.
  • 29. Manter na dispensa equipamento de sobrevivência que poderá incluir: uma mala de primeiros socorros; uma lanterna; um rádio portátil; alimentos enlatados e leite em pó para, pelo menos, uma semana; um abre-latas; uma garrafa de lixívia (que servirá para desinfectar a água). Aprender a cortar a energia eléctrica, o gás e a água.
  • 30. Discutir com outras pessoas sobre as melhores formas de actuar em caso de emergência, quer seja em casa, ou num espaço público. Traçar um plano que permita aos elementos da mesma família reunirem-se após um sismo, não esquecendo que os meios de transporte serão escassos ou nulos.
  • 31. O que fazer durante um sismo?
  • 32. Manter a calma. Falar o mais possível com tranquilidade, procurando inspirar confiança a todos os presentes. Estando no interior de um edifício é melhor não sair. Devemos colocar-nos debaixo de uma mesa forte ou junto da ombreira de uma porta ou de uma coluna, afastados de janelas ou objectos que possam soltar-se e escorregar. Do mesmo modo, não devemos ficar próximos de quadros eléctricos ou de instalações de gás.
  • 33. Não usar nunca elevadores, nem mesmo escadas. Procurar não se assustar com a quebra de vidros e outros objectos ou com a falta de luz. Se decidirmos sair e procurar espaços abertos, ficar longe de edifícios ou cabos eléctricos.
  • 34. Numa zona montanhosa é preciso ter muita atenção a rochas e outros materiais que se podem soltar a todo o momento. Se, no momento do sismo, nos deslocarmos de automóvel, o melhor é parar longe de edifícios ou pontes, mas não sair.
  • 35. O que fazer depois de um sismo?
  • 36. Não acender fósforos ou outra chama até desligar a energia eléctrica e o gás, fazendo um balanço de fugas e outros danos. Fechar também a água. Localizar feridos, colaborar no seu resgate e administrar os primeiros socorros no caso de ter os conhecimentos necessários. Não utilizar o telefone a não ser em situações de emergência.
  • 37. Limpar eventuais derrames de substâncias perigosas, tóxicas ou inflamáveis. Ter o cuidado de andar sempre calçado. Abandonar o local onde nos encontramos se este não oferecer condições de segurança. Não alimentar boatos. Não tocar em cabos eléctricos que tenham caído nem em objectos que estejam em contacto com eles.
  • 38. Manter-se atento às notícias através do rádio portátil. Manter as ruas desobstruídas para a passagem de veículos de emergência. Colaborar com as autoridades. Manter-se alerta para os efeitos das réplicas que se seguirão ao sismo principal.
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  • 72. Fim