SlideShare uma empresa Scribd logo
Sismologia
Os sismos têm origem no interior da Terra mas são sentidos à
superfície …
Em todo o planeta verificam-se mais de 3000 abalos sísmicos por
dia: um em cada trinta segundos…
Distribuição
geográfica
Sismos:
São movimentos bruscos e breves da
crusta terrestre resultantes da libertação de
energia acumulada no interior da Terra.
Abalos premonitórios:
Réplicas:
Pequenos abalos que antecedem
um grande sismo.
pequenos abalos que se seguem a um grande sismo.
Podem ser sentidos semanas e, às vezes, meses após o grande sismo.
Provocados pela
actividade humana
Tectónicos Vulcânicos
Falhas, dobras,
movimentos das
placas
tectónicas.
Provocam,
geralmente, sismos
devastadores e
muito violentos
O magma ao
ascender pode
provocar
pequenos abalos
sísmicos
Pedreiras e construção civil Explosões em minas
Testes nucleares Barragens
Sismologia
Sismo de Origem Natural – fenómeno vulcânico
Posição original. Deformação. Ruptura.
Sismo de Origem Natural
fenómeno tectónico
A zona no interior da terra na qual se dá a libertação de
energia designa-se por foco ou hipocentro.
Zona onde se origina a ruptura ou a deslocação das
rochas.
O ponto à superfície da terra situado na vertical do foco
é o epicentro e corresponde à zona onde o sismo é
sentido com maior intensidade.
A libertação súbita de energia, lentamente acumulada no
foco, traduz-se pela vibração das partículas rochosas
que se transmite segundo superfícies concêntricas
denominadas ondas sísmicas.
Tipos de ondas
São as mais rápidas.
São tipo ondas
longitudinal, as
rochas vibram no
sentido avançado da
onda.
São mais lentas. De tipo
de transversal, a
vibração das partículas é
perpendicular ao avanço
da onda Quando as ondas P e S
chegam na superfície
originam ondas na terra.
Ondas P (primárias)
Ondas S (secundárias)
Ondas L (superficiais)
TSUNAMIS
Os tsunamis formam-se quando o fundo oceânico é deformado, na
sequência da libertação de energia sísmica, deslocando
verticalmente a coluna de água que repousa sobre ele(sismos
interplaca)
Sismologia
Japão 2011
Japão 2011
Japão 2011
Japão 2011
Japão 2011
Sismologia
Deteção e registo de sismos
Os sismógrafos são aparelhos
de precisão que registam, em
sismogramas, a passagem das
ondas sísmicas.
Numa estação sismográfica existem, geralmente, três
sismógrafos: um que regista os movimentos verticais e
outros dois que registam os movimentos horizontais (um
orientado na direcção N-S e outro na direcção E-W).
Sismograma: registo obtido por um sismógrafo
Como se avaliam os sismos
Intensidade e Magnitude de um sismo
ESCALA de MERCALLI ESCALA de RICHTER
Avalia a intensidade de um
sismo através:
. da percepção do sismo pela
população.
. do grau de destruição.
Avalia a magnitude de um
sismo, através do cálculo da
energia libertada no foco ou
hipocentro.
Instrumentos de trabalho:
inquéritos realizados às
populações e registos descritivos
do grau de destruição.
Instrumentos de trabalho:
sismogramas
Fechada, com XII graus. Aberta
Qualitativa e Subjectiva Quantitativa e Objectiva
Exprime-se em numeração
romana
Exprime-se em numeração
árabe
Carta de isossistas
Isossistas
Isossistas – linhas curvas que unem
pontos onde o sismo se fez sentir com a
mesma intensidade.
Após a determinação da intensidade do
sismo nos vários locais da região onde
foi sentido e localizado o epicentro,
pode-se obter uma carta de
isossistas.
O Terramoto de 1755
Um terceiro abalo, quase de seguida,
e uma nuvem sufocante abate-se
sobre a cidade como um nevoeiro
cerrado. Bruscamente fez-se escuro.
Por toda a cidade as velas caídas e os
fogões das cozinhas pegaram fogo às
mobílias e madeiras dos edifícios.
Todos estes pequenos fogos
juntaram-se para constituírem uma
muralha de chamas. Os abalos
continuam, devastando a cidade e
fazendo oscilar as igrejas de
mármore como se fossem navios no
alto mar. Há incêndios por todo o
lado (que duraram uma semana e
consumiram grande parte da cidade).
Lisboa … 1 de Novembro de 1755 … Dia de Todos os Santos …
Grande parte da população estava reunida nas igrejas e capelas.
Às 9 horas começam a ouvir um grande
estrondo e os edifícios tremeram. Seguiu-
se um novo abalo durante 2 longos minutos.
Caem telhados, paredes, igrejas e lojas. A
população lisboeta precipitou-se para as
portas e muitas pessoas perderam a vida
sob as ruínas dos próprios edifícios que se
desmoronavam. Para escaparem à queda
dos edifícios muitas outras pessoas
fugiram para o cais do Tejo. Aí, durante
cerca de quarenta minutos depois do
primeiro abalo, as águas do rio retiraram-
se subitamente. A seguir regressaram sob
a forma de uma poderosa onda, de mais de
dez metros de altura, que esmagou a
estrutura do cais e engoliu todos os que aí
se encontravam..
O Terramoto de 1755
Actualmente, alguns estudos referem a Falha do Marquês de Pombal como
zona provável do epicentro. Esta Falha situa-se a 100km a W do Cabo de
São Vicente. O sismo ocorreu às 9h40m e às 10h00m, um enorme
tsunami (cerca de 15m de altura), abateu-se sobre a zona ribeirinha de
Lisboa, matando milhares de pessoas que aí tinham procurado refúgio,
fugindo de uma cidade incendiada e em ruínas.
Este sismo foi sentido em Marrocos, onde houve também grandes derrocadas
e muitas vítimas, provocando pequenos estragos no Norte de Portugal,
no Sul de Espanha e na Argélia.
Estendeu-se a França, Suiça, Itália, Alemanha e Madeira e Açores. A
magnitude é estimada de 8,75.
Ao todo morreram esmagadas, afogadas ou queimadas cerca de 60 000 pessoas, tendo ruído
cerca de 10 000 casas. Lisboa ficou reduzida a destroços e cinzas, como se tivesse sido atingida
por uma bomba atómica
O que fazer durante um
sismo?
Manter a calma.
Falar o mais possível com
tranquilidade, procurando inspirar
confiança a todos os presentes.
Estando no interior de um edifício é melhor não
sair.
Devemos colocar-nos debaixo de uma mesa
forte ou junto da ombreira de uma porta ou de
uma coluna, afastados de janelas ou objectos
que possam soltar-se e escorregar.
Do mesmo modo, não devemos ficar próximos
de quadros elétricos ou de instalações de gás.
Não usar nunca elevadores,
nem mesmo escadas.
Procurar não se assustar com a quebra de
vidros e outros objectos ou com a falta de
luz.
Se decidirmos sair e procurar
espaços abertos, ficar longe de
edifícios ou cabos eléctricos.
Numa zona montanhosa é
preciso ter muita atenção
a rochas e outros
materiais que se podem
soltar a todo o momento.
Se, no momento do sismo, nos
deslocarmos de automóvel, o
melhor é parar longe de edifícios
ou pontes, mas não sair.
O que fazer depois de um
sismo?
Não acender fósforos ou outra
chama até desligar a energia elétrica
e o gás, fazendo um balanço de
fugas e outros danos. Fechar
também a água.
Localizar feridos, colaborar no seu
resgate e administrar os primeiros
socorros no caso de ter os
conhecimentos necessários.
Não utilizar o telefone a não ser em
situações de emergência.
Limpar eventuais derrames de substâncias
perigosas, tóxicas ou inflamáveis.
Ter o cuidado de andar sempre calçado.
Abandonar o local onde nos encontramos se
este não oferecer condições de segurança.
Não alimentar boatos.
Não tocar em cabos elétricos que tenham
caído nem em objetos que estejam em
contacto com eles.
Manter-se atento às notícias através do rádio
portátil.
Manter as ruas desobstruídas para a
passagem de veículos de emergência.
Colaborar com as autoridades.
Manter-se alerta para os efeitos das
réplicas que se seguirão ao sismo
principal.
Efeitos devastadores dos sismos
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Japão 2011
Japão 2011
Japão 2011
11 de Março de 2011
Japão 2011
Japão 2011
Casos documentados
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Sismologia

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Atividade sismica
Atividade sismicaAtividade sismica
Prevenção de Sismos
Prevenção de SismosPrevenção de Sismos
Prevenção de Sismos
pauloricardom
 
Sismologia
SismologiaSismologia
Sismologia
professoraIsabel
 
Sismos
SismosSismos
Teste Verificação Sismos
Teste Verificação SismosTeste Verificação Sismos
Teste Verificação Sismos
Lucca
 
Sismos
Sismos Sismos
Sismos
TCHOKAN
 
Actividade sísmica 7º
Actividade sísmica   7ºActividade sísmica   7º
Actividade sísmica 7º
Célia Figueiredo
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
estudabem
 
Sismos
SismosSismos
Sismos, tsunamis 1
Sismos, tsunamis 1Sismos, tsunamis 1
Sismos, tsunamis 1
protecaocivil
 
Sismos e Maremotos
Sismos e MaremotosSismos e Maremotos
Sismos e Maremotos
TCHOKAN
 
Atividade sísmica; riscos e proteções para sismos- Ciências 7ºano
Atividade sísmica; riscos e proteções para sismos- Ciências 7ºanoAtividade sísmica; riscos e proteções para sismos- Ciências 7ºano
Atividade sísmica; riscos e proteções para sismos- Ciências 7ºano
Mafaldacmm
 
Sismologia
SismologiaSismologia
Sismologia
Isabel Lopes
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
HugoAndre
 
Atividade sísmica
Atividade sísmicaAtividade sísmica
Atividade sísmica
Ana Beatriz Gonçalves
 
Consequencias dinamica interna_2
Consequencias dinamica interna_2Consequencias dinamica interna_2
Consequencias dinamica interna_2
Pelo Siro
 
Ch19 terremotos
Ch19 terremotosCh19 terremotos
Ch19 terremotos
Wendell Fabrício
 
Sismologia
SismologiaSismologia
Sismologia
Catir
 
Sismos 1
Sismos 1Sismos 1
Atividade sísmica
Atividade sísmicaAtividade sísmica
Atividade sísmica
acatarina82
 

Mais procurados (20)

Atividade sismica
Atividade sismicaAtividade sismica
Atividade sismica
 
Prevenção de Sismos
Prevenção de SismosPrevenção de Sismos
Prevenção de Sismos
 
Sismologia
SismologiaSismologia
Sismologia
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
 
Teste Verificação Sismos
Teste Verificação SismosTeste Verificação Sismos
Teste Verificação Sismos
 
Sismos
Sismos Sismos
Sismos
 
Actividade sísmica 7º
Actividade sísmica   7ºActividade sísmica   7º
Actividade sísmica 7º
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
 
Sismos, tsunamis 1
Sismos, tsunamis 1Sismos, tsunamis 1
Sismos, tsunamis 1
 
Sismos e Maremotos
Sismos e MaremotosSismos e Maremotos
Sismos e Maremotos
 
Atividade sísmica; riscos e proteções para sismos- Ciências 7ºano
Atividade sísmica; riscos e proteções para sismos- Ciências 7ºanoAtividade sísmica; riscos e proteções para sismos- Ciências 7ºano
Atividade sísmica; riscos e proteções para sismos- Ciências 7ºano
 
Sismologia
SismologiaSismologia
Sismologia
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
 
Atividade sísmica
Atividade sísmicaAtividade sísmica
Atividade sísmica
 
Consequencias dinamica interna_2
Consequencias dinamica interna_2Consequencias dinamica interna_2
Consequencias dinamica interna_2
 
Ch19 terremotos
Ch19 terremotosCh19 terremotos
Ch19 terremotos
 
Sismologia
SismologiaSismologia
Sismologia
 
Sismos 1
Sismos 1Sismos 1
Sismos 1
 
Atividade sísmica
Atividade sísmicaAtividade sísmica
Atividade sísmica
 

Destaque

Sismos
SismosSismos
Sismo unexpo
Sismo unexpoSismo unexpo
Sismo unexpo
ricardo muñoz
 
68120276 estruturainterna
68120276 estruturainterna68120276 estruturainterna
68120276 estruturainterna
filomena morais
 
001 ft-sismos
001 ft-sismos001 ft-sismos
001 ft-sismos
filomena morais
 
Guardia medica enfoque práctico de urgencias y emergencias
Guardia medica enfoque práctico de urgencias y emergenciasGuardia medica enfoque práctico de urgencias y emergencias
Guardia medica enfoque práctico de urgencias y emergencias
Diagnostico X
 
Ciências Naturais7 sismologia
Ciências Naturais7 sismologiaCiências Naturais7 sismologia
Ciências Naturais7 sismologia
Leonardo Alves
 
Guia de actuacion en urgencias y emergencias para enfermeria
Guia de actuacion en urgencias y emergencias para enfermeriaGuia de actuacion en urgencias y emergencias para enfermeria
Guia de actuacion en urgencias y emergencias para enfermeria
cacupis
 
Earthquake mitigation plan and measures
Earthquake mitigation plan and measuresEarthquake mitigation plan and measures
Earthquake mitigation plan and measures
Rizwan Samor
 
Conducta ante un sismos 00
Conducta ante un sismos 00Conducta ante un sismos 00
Conducta ante un sismos 00
Miguel Angel Perez
 
Materiales peligrosos misceláneos
Materiales peligrosos misceláneosMateriales peligrosos misceláneos
Materiales peligrosos misceláneos
Manuel Barbosa
 
Matriz de compatibilidad química
Matriz de compatibilidad químicaMatriz de compatibilidad química
Matriz de compatibilidad química
marthuchisvargas
 
MANEJO DE SUSTANCIAS QUIMICAS
MANEJO DE SUSTANCIAS QUIMICASMANEJO DE SUSTANCIAS QUIMICAS
MANEJO DE SUSTANCIAS QUIMICAS
Juan Jose
 
Earthquake Hazards: Effects and its mitigation
Earthquake Hazards: Effects and its mitigationEarthquake Hazards: Effects and its mitigation
Earthquake Hazards: Effects and its mitigation
Guru Nank Dev Engineering College, Ludhiana, Punjab, India-141006
 
Identificacion y comunicacion de peligros y riesgos por
Identificacion y comunicacion de peligros y riesgos porIdentificacion y comunicacion de peligros y riesgos por
Identificacion y comunicacion de peligros y riesgos por
Miguel Angel Perez
 
Managing Earthquakes
Managing EarthquakesManaging Earthquakes
Managing Earthquakes
peishi huang
 
Earthquake preparedness ppt
Earthquake preparedness pptEarthquake preparedness ppt
Earthquake preparedness ppt
AlexcisMelendez
 
PICTOGRAMAS, CÓDIGOS DE COLORES Y CÓDIGO DE NÚMERO
PICTOGRAMAS, CÓDIGOS DE COLORES Y CÓDIGO DE NÚMEROPICTOGRAMAS, CÓDIGOS DE COLORES Y CÓDIGO DE NÚMERO
PICTOGRAMAS, CÓDIGOS DE COLORES Y CÓDIGO DE NÚMERO
Luis Riquelme
 
Manejo de materiales peligrosos
Manejo de materiales peligrososManejo de materiales peligrosos
Manejo de materiales peligrosos
reginarondon
 
Curso Materiales Peligrosos I
Curso Materiales Peligrosos ICurso Materiales Peligrosos I
Curso Materiales Peligrosos I
ASOVICTRA Capacitacion
 
Earthquakes ppt for class
Earthquakes ppt for classEarthquakes ppt for class
Earthquakes ppt for class
Jeanie Lacob
 

Destaque (20)

Sismos
SismosSismos
Sismos
 
Sismo unexpo
Sismo unexpoSismo unexpo
Sismo unexpo
 
68120276 estruturainterna
68120276 estruturainterna68120276 estruturainterna
68120276 estruturainterna
 
001 ft-sismos
001 ft-sismos001 ft-sismos
001 ft-sismos
 
Guardia medica enfoque práctico de urgencias y emergencias
Guardia medica enfoque práctico de urgencias y emergenciasGuardia medica enfoque práctico de urgencias y emergencias
Guardia medica enfoque práctico de urgencias y emergencias
 
Ciências Naturais7 sismologia
Ciências Naturais7 sismologiaCiências Naturais7 sismologia
Ciências Naturais7 sismologia
 
Guia de actuacion en urgencias y emergencias para enfermeria
Guia de actuacion en urgencias y emergencias para enfermeriaGuia de actuacion en urgencias y emergencias para enfermeria
Guia de actuacion en urgencias y emergencias para enfermeria
 
Earthquake mitigation plan and measures
Earthquake mitigation plan and measuresEarthquake mitigation plan and measures
Earthquake mitigation plan and measures
 
Conducta ante un sismos 00
Conducta ante un sismos 00Conducta ante un sismos 00
Conducta ante un sismos 00
 
Materiales peligrosos misceláneos
Materiales peligrosos misceláneosMateriales peligrosos misceláneos
Materiales peligrosos misceláneos
 
Matriz de compatibilidad química
Matriz de compatibilidad químicaMatriz de compatibilidad química
Matriz de compatibilidad química
 
MANEJO DE SUSTANCIAS QUIMICAS
MANEJO DE SUSTANCIAS QUIMICASMANEJO DE SUSTANCIAS QUIMICAS
MANEJO DE SUSTANCIAS QUIMICAS
 
Earthquake Hazards: Effects and its mitigation
Earthquake Hazards: Effects and its mitigationEarthquake Hazards: Effects and its mitigation
Earthquake Hazards: Effects and its mitigation
 
Identificacion y comunicacion de peligros y riesgos por
Identificacion y comunicacion de peligros y riesgos porIdentificacion y comunicacion de peligros y riesgos por
Identificacion y comunicacion de peligros y riesgos por
 
Managing Earthquakes
Managing EarthquakesManaging Earthquakes
Managing Earthquakes
 
Earthquake preparedness ppt
Earthquake preparedness pptEarthquake preparedness ppt
Earthquake preparedness ppt
 
PICTOGRAMAS, CÓDIGOS DE COLORES Y CÓDIGO DE NÚMERO
PICTOGRAMAS, CÓDIGOS DE COLORES Y CÓDIGO DE NÚMEROPICTOGRAMAS, CÓDIGOS DE COLORES Y CÓDIGO DE NÚMERO
PICTOGRAMAS, CÓDIGOS DE COLORES Y CÓDIGO DE NÚMERO
 
Manejo de materiales peligrosos
Manejo de materiales peligrososManejo de materiales peligrosos
Manejo de materiales peligrosos
 
Curso Materiales Peligrosos I
Curso Materiales Peligrosos ICurso Materiales Peligrosos I
Curso Materiales Peligrosos I
 
Earthquakes ppt for class
Earthquakes ppt for classEarthquakes ppt for class
Earthquakes ppt for class
 

Semelhante a Sismologia

Sismologia
SismologiaSismologia
Sismologia
Sérgio Luiz
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
Tânia Reis
 
Os Sismos
Os SismosOs Sismos
Os Sismos
Vitor Dalcégio
 
Os Sismos
Os SismosOs Sismos
Os Sismos
Vitor Dalcégio
 
Terremotos
TerremotosTerremotos
Terremotos
Maria da Paz
 
Sismos
SismosSismos
Catástrofes naturais
Catástrofes naturaisCatástrofes naturais
Catástrofes naturais
Rui Basto
 
Terremotos, vulcões e tsunamis
Terremotos, vulcões e tsunamisTerremotos, vulcões e tsunamis
Terremotos, vulcões e tsunamis
Carol Pereira
 
Módulo 3-estrutura-da-terra
Módulo 3-estrutura-da-terraMódulo 3-estrutura-da-terra
Módulo 3-estrutura-da-terra
Rigo Rodrigues
 
Terremotos 1 A
Terremotos 1 ATerremotos 1 A
Terremotos curso mineração materia geologia
Terremotos curso mineração materia geologiaTerremotos curso mineração materia geologia
Terremotos curso mineração materia geologia
Lucas Jordann Alvarenga Drumond
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
luis costa
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
luis costa
 
Actividade sísmica
Actividade sísmicaActividade sísmica
Actividade sísmica
7F
 
CN: Actividade Sísmica
CN: Actividade SísmicaCN: Actividade Sísmica
CN: Actividade Sísmica
7F
 
Trabalho4 g blogueavert_seguranca_sismos
Trabalho4 g blogueavert_seguranca_sismosTrabalho4 g blogueavert_seguranca_sismos
Trabalho4 g blogueavert_seguranca_sismos
Belita Almeida
 
Trabalho4 g blogueavert_seguranca_sismos
Trabalho4 g blogueavert_seguranca_sismosTrabalho4 g blogueavert_seguranca_sismos
Trabalho4 g blogueavert_seguranca_sismos
Belita Almeida
 
Sismos
SismosSismos
CatáStrofes Naturais
CatáStrofes NaturaisCatáStrofes Naturais
CatáStrofes Naturais
ap8dgrp1
 
Iii 03 - Sismologia
Iii 03 - SismologiaIii 03 - Sismologia
Iii 03 - Sismologia
essg
 

Semelhante a Sismologia (20)

Sismologia
SismologiaSismologia
Sismologia
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
 
Os Sismos
Os SismosOs Sismos
Os Sismos
 
Os Sismos
Os SismosOs Sismos
Os Sismos
 
Terremotos
TerremotosTerremotos
Terremotos
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
 
Catástrofes naturais
Catástrofes naturaisCatástrofes naturais
Catástrofes naturais
 
Terremotos, vulcões e tsunamis
Terremotos, vulcões e tsunamisTerremotos, vulcões e tsunamis
Terremotos, vulcões e tsunamis
 
Módulo 3-estrutura-da-terra
Módulo 3-estrutura-da-terraMódulo 3-estrutura-da-terra
Módulo 3-estrutura-da-terra
 
Terremotos 1 A
Terremotos 1 ATerremotos 1 A
Terremotos 1 A
 
Terremotos curso mineração materia geologia
Terremotos curso mineração materia geologiaTerremotos curso mineração materia geologia
Terremotos curso mineração materia geologia
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
 
Actividade sísmica
Actividade sísmicaActividade sísmica
Actividade sísmica
 
CN: Actividade Sísmica
CN: Actividade SísmicaCN: Actividade Sísmica
CN: Actividade Sísmica
 
Trabalho4 g blogueavert_seguranca_sismos
Trabalho4 g blogueavert_seguranca_sismosTrabalho4 g blogueavert_seguranca_sismos
Trabalho4 g blogueavert_seguranca_sismos
 
Trabalho4 g blogueavert_seguranca_sismos
Trabalho4 g blogueavert_seguranca_sismosTrabalho4 g blogueavert_seguranca_sismos
Trabalho4 g blogueavert_seguranca_sismos
 
Sismos
SismosSismos
Sismos
 
CatáStrofes Naturais
CatáStrofes NaturaisCatáStrofes Naturais
CatáStrofes Naturais
 
Iii 03 - Sismologia
Iii 03 - SismologiaIii 03 - Sismologia
Iii 03 - Sismologia
 

Mais de MINEDU

Meu
MeuMeu
Meu
MINEDU
 
Jan julh
Jan julhJan julh
Jan julh
MINEDU
 
Vulcões
VulcõesVulcões
Vulcões
MINEDU
 
Teste 2 deriva continental e tectónica de placas
Teste 2   deriva continental e tectónica de placasTeste 2   deriva continental e tectónica de placas
Teste 2 deriva continental e tectónica de placas
MINEDU
 
Identificação das rochas magmáticas
Identificação das rochas magmáticasIdentificação das rochas magmáticas
Identificação das rochas magmáticas
MINEDU
 
Fósseis
FósseisFósseis
Fósseis
MINEDU
 
Nº 5 deriva continental
Nº 5 deriva continentalNº 5 deriva continental
Nº 5 deriva continental
MINEDU
 
Génese r mag e met. ciclo das rochas
Génese r mag e met. ciclo das rochasGénese r mag e met. ciclo das rochas
Génese r mag e met. ciclo das rochas
MINEDU
 
Nº 3 rochas sedimentares
Nº 3 rochas sedimentaresNº 3 rochas sedimentares
Nº 3 rochas sedimentares
MINEDU
 
Os fósseis
Os fósseisOs fósseis
Os fósseis
MINEDU
 
Nº 2 rochas e minerais
Nº 2   rochas e mineraisNº 2   rochas e minerais
Nº 2 rochas e minerais
MINEDU
 
Uma agulha que_flutua
Uma agulha que_flutuaUma agulha que_flutua
Uma agulha que_flutua
MINEDU
 
Escrita magica
Escrita magicaEscrita magica
Escrita magica
MINEDU
 
Vt7 teste 3 (1)
Vt7 teste 3 (1)Vt7 teste 3 (1)
Vt7 teste 3 (1)
MINEDU
 
Vulcanismo e sismologia 7º ano
Vulcanismo e sismologia   7º anoVulcanismo e sismologia   7º ano
Vulcanismo e sismologia 7º ano
MINEDU
 
1.1 interacções seres vivos factores abióticos
1.1   interacções seres vivos factores abióticos1.1   interacções seres vivos factores abióticos
1.1 interacções seres vivos factores abióticos
MINEDU
 
2 ficha av cn7 16 17 (1)
2 ficha av cn7 16 17 (1)2 ficha av cn7 16 17 (1)
2 ficha av cn7 16 17 (1)
MINEDU
 
Exercícios sobre células
Exercícios sobre célulasExercícios sobre células
Exercícios sobre células
MINEDU
 
Direito ao intervalo
Direito ao intervaloDireito ao intervalo
Direito ao intervalo
MINEDU
 
Estrutura interna terra
Estrutura interna terraEstrutura interna terra
Estrutura interna terra
MINEDU
 

Mais de MINEDU (20)

Meu
MeuMeu
Meu
 
Jan julh
Jan julhJan julh
Jan julh
 
Vulcões
VulcõesVulcões
Vulcões
 
Teste 2 deriva continental e tectónica de placas
Teste 2   deriva continental e tectónica de placasTeste 2   deriva continental e tectónica de placas
Teste 2 deriva continental e tectónica de placas
 
Identificação das rochas magmáticas
Identificação das rochas magmáticasIdentificação das rochas magmáticas
Identificação das rochas magmáticas
 
Fósseis
FósseisFósseis
Fósseis
 
Nº 5 deriva continental
Nº 5 deriva continentalNº 5 deriva continental
Nº 5 deriva continental
 
Génese r mag e met. ciclo das rochas
Génese r mag e met. ciclo das rochasGénese r mag e met. ciclo das rochas
Génese r mag e met. ciclo das rochas
 
Nº 3 rochas sedimentares
Nº 3 rochas sedimentaresNº 3 rochas sedimentares
Nº 3 rochas sedimentares
 
Os fósseis
Os fósseisOs fósseis
Os fósseis
 
Nº 2 rochas e minerais
Nº 2   rochas e mineraisNº 2   rochas e minerais
Nº 2 rochas e minerais
 
Uma agulha que_flutua
Uma agulha que_flutuaUma agulha que_flutua
Uma agulha que_flutua
 
Escrita magica
Escrita magicaEscrita magica
Escrita magica
 
Vt7 teste 3 (1)
Vt7 teste 3 (1)Vt7 teste 3 (1)
Vt7 teste 3 (1)
 
Vulcanismo e sismologia 7º ano
Vulcanismo e sismologia   7º anoVulcanismo e sismologia   7º ano
Vulcanismo e sismologia 7º ano
 
1.1 interacções seres vivos factores abióticos
1.1   interacções seres vivos factores abióticos1.1   interacções seres vivos factores abióticos
1.1 interacções seres vivos factores abióticos
 
2 ficha av cn7 16 17 (1)
2 ficha av cn7 16 17 (1)2 ficha av cn7 16 17 (1)
2 ficha av cn7 16 17 (1)
 
Exercícios sobre células
Exercícios sobre célulasExercícios sobre células
Exercícios sobre células
 
Direito ao intervalo
Direito ao intervaloDireito ao intervalo
Direito ao intervalo
 
Estrutura interna terra
Estrutura interna terraEstrutura interna terra
Estrutura interna terra
 

Último

FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
Sandra Pratas
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
jetroescola
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CristviaFerreira
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
Planejamento_Anual_Ensino_Fundamental_2020.docx
Planejamento_Anual_Ensino_Fundamental_2020.docxPlanejamento_Anual_Ensino_Fundamental_2020.docx
Planejamento_Anual_Ensino_Fundamental_2020.docx
marcos oliveira
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
felipescherner
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Mary Alvarenga
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
deboracorrea21
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
SupervisoEMAC
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
arodatos81
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
marcos oliveira
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
Planejamento_Anual_Ensino_Fundamental_2020.docx
Planejamento_Anual_Ensino_Fundamental_2020.docxPlanejamento_Anual_Ensino_Fundamental_2020.docx
Planejamento_Anual_Ensino_Fundamental_2020.docx
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
 

Sismologia

  • 2. Os sismos têm origem no interior da Terra mas são sentidos à superfície … Em todo o planeta verificam-se mais de 3000 abalos sísmicos por dia: um em cada trinta segundos…
  • 4. Sismos: São movimentos bruscos e breves da crusta terrestre resultantes da libertação de energia acumulada no interior da Terra. Abalos premonitórios: Réplicas: Pequenos abalos que antecedem um grande sismo. pequenos abalos que se seguem a um grande sismo. Podem ser sentidos semanas e, às vezes, meses após o grande sismo.
  • 5. Provocados pela actividade humana Tectónicos Vulcânicos Falhas, dobras, movimentos das placas tectónicas. Provocam, geralmente, sismos devastadores e muito violentos O magma ao ascender pode provocar pequenos abalos sísmicos
  • 6. Pedreiras e construção civil Explosões em minas Testes nucleares Barragens
  • 8. Sismo de Origem Natural – fenómeno vulcânico
  • 9. Posição original. Deformação. Ruptura. Sismo de Origem Natural fenómeno tectónico
  • 10. A zona no interior da terra na qual se dá a libertação de energia designa-se por foco ou hipocentro. Zona onde se origina a ruptura ou a deslocação das rochas.
  • 11. O ponto à superfície da terra situado na vertical do foco é o epicentro e corresponde à zona onde o sismo é sentido com maior intensidade.
  • 12. A libertação súbita de energia, lentamente acumulada no foco, traduz-se pela vibração das partículas rochosas que se transmite segundo superfícies concêntricas denominadas ondas sísmicas.
  • 14. São as mais rápidas. São tipo ondas longitudinal, as rochas vibram no sentido avançado da onda. São mais lentas. De tipo de transversal, a vibração das partículas é perpendicular ao avanço da onda Quando as ondas P e S chegam na superfície originam ondas na terra. Ondas P (primárias) Ondas S (secundárias) Ondas L (superficiais)
  • 15. TSUNAMIS Os tsunamis formam-se quando o fundo oceânico é deformado, na sequência da libertação de energia sísmica, deslocando verticalmente a coluna de água que repousa sobre ele(sismos interplaca)
  • 23. Deteção e registo de sismos Os sismógrafos são aparelhos de precisão que registam, em sismogramas, a passagem das ondas sísmicas. Numa estação sismográfica existem, geralmente, três sismógrafos: um que regista os movimentos verticais e outros dois que registam os movimentos horizontais (um orientado na direcção N-S e outro na direcção E-W).
  • 24. Sismograma: registo obtido por um sismógrafo
  • 25. Como se avaliam os sismos Intensidade e Magnitude de um sismo ESCALA de MERCALLI ESCALA de RICHTER Avalia a intensidade de um sismo através: . da percepção do sismo pela população. . do grau de destruição. Avalia a magnitude de um sismo, através do cálculo da energia libertada no foco ou hipocentro. Instrumentos de trabalho: inquéritos realizados às populações e registos descritivos do grau de destruição. Instrumentos de trabalho: sismogramas Fechada, com XII graus. Aberta Qualitativa e Subjectiva Quantitativa e Objectiva Exprime-se em numeração romana Exprime-se em numeração árabe
  • 27. Isossistas Isossistas – linhas curvas que unem pontos onde o sismo se fez sentir com a mesma intensidade. Após a determinação da intensidade do sismo nos vários locais da região onde foi sentido e localizado o epicentro, pode-se obter uma carta de isossistas.
  • 29. Um terceiro abalo, quase de seguida, e uma nuvem sufocante abate-se sobre a cidade como um nevoeiro cerrado. Bruscamente fez-se escuro. Por toda a cidade as velas caídas e os fogões das cozinhas pegaram fogo às mobílias e madeiras dos edifícios. Todos estes pequenos fogos juntaram-se para constituírem uma muralha de chamas. Os abalos continuam, devastando a cidade e fazendo oscilar as igrejas de mármore como se fossem navios no alto mar. Há incêndios por todo o lado (que duraram uma semana e consumiram grande parte da cidade). Lisboa … 1 de Novembro de 1755 … Dia de Todos os Santos … Grande parte da população estava reunida nas igrejas e capelas. Às 9 horas começam a ouvir um grande estrondo e os edifícios tremeram. Seguiu- se um novo abalo durante 2 longos minutos. Caem telhados, paredes, igrejas e lojas. A população lisboeta precipitou-se para as portas e muitas pessoas perderam a vida sob as ruínas dos próprios edifícios que se desmoronavam. Para escaparem à queda dos edifícios muitas outras pessoas fugiram para o cais do Tejo. Aí, durante cerca de quarenta minutos depois do primeiro abalo, as águas do rio retiraram- se subitamente. A seguir regressaram sob a forma de uma poderosa onda, de mais de dez metros de altura, que esmagou a estrutura do cais e engoliu todos os que aí se encontravam..
  • 30. O Terramoto de 1755 Actualmente, alguns estudos referem a Falha do Marquês de Pombal como zona provável do epicentro. Esta Falha situa-se a 100km a W do Cabo de São Vicente. O sismo ocorreu às 9h40m e às 10h00m, um enorme tsunami (cerca de 15m de altura), abateu-se sobre a zona ribeirinha de Lisboa, matando milhares de pessoas que aí tinham procurado refúgio, fugindo de uma cidade incendiada e em ruínas. Este sismo foi sentido em Marrocos, onde houve também grandes derrocadas e muitas vítimas, provocando pequenos estragos no Norte de Portugal, no Sul de Espanha e na Argélia. Estendeu-se a França, Suiça, Itália, Alemanha e Madeira e Açores. A magnitude é estimada de 8,75.
  • 31. Ao todo morreram esmagadas, afogadas ou queimadas cerca de 60 000 pessoas, tendo ruído cerca de 10 000 casas. Lisboa ficou reduzida a destroços e cinzas, como se tivesse sido atingida por uma bomba atómica
  • 32. O que fazer durante um sismo?
  • 33. Manter a calma. Falar o mais possível com tranquilidade, procurando inspirar confiança a todos os presentes. Estando no interior de um edifício é melhor não sair. Devemos colocar-nos debaixo de uma mesa forte ou junto da ombreira de uma porta ou de uma coluna, afastados de janelas ou objectos que possam soltar-se e escorregar. Do mesmo modo, não devemos ficar próximos de quadros elétricos ou de instalações de gás.
  • 34. Não usar nunca elevadores, nem mesmo escadas. Procurar não se assustar com a quebra de vidros e outros objectos ou com a falta de luz. Se decidirmos sair e procurar espaços abertos, ficar longe de edifícios ou cabos eléctricos.
  • 35. Numa zona montanhosa é preciso ter muita atenção a rochas e outros materiais que se podem soltar a todo o momento. Se, no momento do sismo, nos deslocarmos de automóvel, o melhor é parar longe de edifícios ou pontes, mas não sair.
  • 36. O que fazer depois de um sismo?
  • 37. Não acender fósforos ou outra chama até desligar a energia elétrica e o gás, fazendo um balanço de fugas e outros danos. Fechar também a água. Localizar feridos, colaborar no seu resgate e administrar os primeiros socorros no caso de ter os conhecimentos necessários. Não utilizar o telefone a não ser em situações de emergência.
  • 38. Limpar eventuais derrames de substâncias perigosas, tóxicas ou inflamáveis. Ter o cuidado de andar sempre calçado. Abandonar o local onde nos encontramos se este não oferecer condições de segurança. Não alimentar boatos. Não tocar em cabos elétricos que tenham caído nem em objetos que estejam em contacto com eles.
  • 39. Manter-se atento às notícias através do rádio portátil. Manter as ruas desobstruídas para a passagem de veículos de emergência. Colaborar com as autoridades. Manter-se alerta para os efeitos das réplicas que se seguirão ao sismo principal.
  • 54. Japão 2011 11 de Março de 2011

Notas do Editor

  1. Fig.1 - Fonte: Simões, 1997
  2. Fig.1 - Fonte: Simões, 1997
  3. Fig.1 - Fonte: Simões, 1997
  4. Fig.1 - Fonte: Simões, 1997
  5. Fig.1 - Fonte: Simões, 1997
  6. Fig.1 - Fonte: Simões, 1997
  7. Efeito dum tsunami Fig.1 - Fonte: Site 5
  8. Fonte: site 8
  9. Fonte: Simões, 1997
  10. Fonte: site 8
  11. Los Angeles – 1994 Fonte: site 10
  12. Los Angeles – 1994 Fonte: site 10
  13. Fonte: site 8
  14. Fonte: site 8
  15. Samora Correia, 1909 – Açores Fonte: CD3
  16. Samora Correia, 1909 – Açores Fonte: CD3
  17. Fonte: CD4
  18. Terramoto em 1755, Lisboa.
  19. Fonte: CD4
  20. Fonte: CD4
  21. Fonte: CD4
  22. Fonte: CD4
  23. Fonte: CD4
  24. Fonte: CD4
  25. Fonte: CD4
  26. Fonte: CD4
  27. Los Angeles –1994 Fonte: site 10
  28. Fonte: CD4
  29. Fonte: CD4
  30. Fonte: CD4
  31. Japão, 1995. Fonte: site 24