O documento apresenta uma revisão da teoria Sense-Making aplicada à Gestão do Conhecimento, descrevendo-a como um campo no limite do caos. A teoria Sense-Making não distingue informação e conhecimento, vendo-os como verbos em constante movimento, ao contrário da Gestão do Conhecimento que os trata como substantivos estáticos. A teoria também critica dez "pecados mortais" comuns na Gestão do Conhecimento, como não definir claramente o conceito de conhecimento e privilegiar seu estoque em vez de