Lúcia de Fátima S. Perinazzo Emerson P. Evangelista  Leandro Cunha
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Legislação Internacional (Declaração Universal dos Direitos Humanos, Declaração de Salamanca...) Legislação Federal (Constituição, Est. Da Criança e Adolescente, LDB) Legislação Local (Lei Orgânica do Distrito Federal)
 
REFLEXÃO 01 QUEM É O ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS?
REFLEXÃO 02 POR QUE O ALUNO COM DEFICIÊNCIA SEMPRE FICOU, NA ESCOLA, SEPARADO DOS DEMAIS ALUNOS E MAIS RECENTEMENTE INVENTARAM DE COLOCÁ-LO NA MESMA SALA DE AULA?
Reflexão 03 Se você tivesse um filho com necessidade especial gostaria que ele estudasse no Ensino Especial ou no Regular?
REFLEXÃO 04 O QUE EU, PROFESSOR VOU FAZER COM ESSES ALUNOS JÁ QUE NÃO FUI PREPARADO, OU TIVE UMA FORMAÇÃO PRECÁRIA PARA TRABALHAR COM ELES?
REFLEXÃO 05 COMO POSSO ENSINÁ-LOS SE TENHO UMA SALA CHEIA DE OUTROS ALUNOS SEM DEFICIÊNCIA?
DEFICIÊNCIA FÍSICA – (DF) Diferentes condições motoras que acometem as pessoas comprometendo a mobilidade, a coordenação motora geral e da fala, em consequência de lesões neurológicas, neuromusculares, ortopédicas, ou más formações congênitas ou adquiridas (BRASIL,MEC,2004).
Como trabalhar com o DF? Instalar rampas de acesso, barras de apoio e alargamento das portas Adaptar os espaços – eliminar barreiras arquitetônicas. Banheiro adaptado; Monitor; Mobiliário adequado; Conscientização e colaboração do pessoal da portaria; Ouça com paciência quem tem comprometimento da fala e não termine   as frases por ele. Verifique a necessidade do uso de materiais pedagógicos adaptados (uso do carbono, suporte para lápis, copias, computares...)
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL – (DI/DM) Incapacidade caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual  e comportamento adaptativo, sendo expressa nas habilidades sociais, conceituais e práticas, originadas antes dos dezoito anos de idade. (AAMR, 2002, p.8)
Dificuldade para operar idéias de forma abstrata; Não há um perfil único, há necessidade do acompanhamento da família e da equipe médica; Levar em conta a situação atual ; Informe-se sobre as especificidades e os instrumentos adequados para fazer com que o jovem encontre na escola um ambiente agradável, sem discriminação e capaz de proporcionar uma aprendizado efetivo, tanto educativo quanto emocional.
SUGESTÕES (DI) Posicione o aluno nas primeiras carteiras; Ensine-o a pedir instruções e solicitar ajuda; Trate-o de acordo com a faixa etária; Só adapte os conteúdos curriculares depois de cuidadosa avaliação da equipe de apoio multiprofissional; Avalie o estudante pelo progresso individual e com base em seus talentos e suas habilidades naturais, sem compará-lo com a turma.
DEFICIÊNCIA MULTIPLA – (DMu) É associação, no mesmo indivíduo, de duas ou mais deficiências primárias (mental/visual/auditiva/física).Com comprometimento que acarretam no desenvolvimento global e na capacidade adaptativa.
VERDADES E MITOS SOBRE A DEFICIÊNCIA Verdades Deficiência não é doença;  Algumas crianças portadoras de deficiências podem necessitar escolas especiais;  As adaptações são recursos necessários para facilitar a integração dos educandos com necessidades especiais nas escolas;  Síndromes de origem genética não são contagiosas;  Deficiente mental não é louco.  Mitos Todo surdo é mudo;  Todo cego tem tendência à música;  Deficiência é sempre fruto de herança familiar;  Existem remédios milagrosos que curam as deficiências;  As pessoas com necessidades especiais são eternas crianças;  Todo deficiente mental é dependente.
TGD – TRANSTORNOS GLOBAIS DE DESENVOLVIMENTO Manifestações  de comportamento típicas de portadores de síndromes e quadros psicológicos, neurológicos ou psiquiátricos que ocasionam atraso no desenvolvimento e prejuízos no relacionamento social, em grau que requeiram atendimento educacional especializado. (BRASIL,MEC,SEESP,1994, p.13)
TRANSTORNO GLOBAL DE DESENVOLVIMENTO – (TGD) Alunos com autismo clássico, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses)
TRANSTORNO DE CONDUTAS - (TC)  São alunos que apresentam comportamentos inconvenientes ou inadequados, causando  danos a si mesmos e aos outros, bem como prejuízo em suas relações no contexto em que vivem, podendo apresentar  dificuldades de aprendizagem.
TDAH – Transtorno  do Déficit de Atenção e Hiperatividade Transtorno neurobiológico; Alteração nos neurotransmissores da região frontal orbital (responsáveis pela inibição do comportamento, capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento). Desatenção, inquietude e impulsividade.
Como lidar com a agitação dos alunos Trabalhe com pequenos grupos, sem isolar as crianças hiperativas; Dê tarefas curtas ou intercaladas, para que elas possam concluí-las antes de se dispersar; Use jogos e desafios para motivá-las; Valorize a rotina, pois ela deixa as crianças mais seguras; Permita que elas compensem os erros: sutilmente, faça-as pedir desculpas quando ofenderem os colegas ou convença-as a arrumar a bagunça da sala; Repita individualmente todo comando que for dado ao grupo e faça-o de forma breve.
ADEQUAÇÃO CURRICULAR Descobrir as possibilidades que o jovem apresenta e quais são as suas necessidades em vez de destacar suas dificuldades. Assim, descobriremos formas e métodos para atendê-lo.
ADEQUAÇÃO CURRICULAR - TIPOS PEQUENO PORTE Agrupamento de alunos. Organização  didática da aula, conteúdos, objetivos e material didático. Organização dos períodos, diversificação do tempo disponível. Redução da carga de escrita. AVALIAÇÃO Modificação nas técnicas e instrumentos de avaliação (Repensar a forma de avaliar)
ADEQUAÇÃO CURRICULAR - TIPOS GRANDE PORTE Modificações acentuadas na organização didática, não aplicáveis aos alunos quanto  à: Conteúdos (diminuir) Objetivos Métodos Elementos físicos e materiais (rampa) Tempo disponível AVALIAÇÃO Introdução de critérios específicos de avaliação.
EM SÍNTESE A ADEQUAÇÃO... DETERMINA O QUE O ALUNO DEVE APRENDER. COMO E QUANDO APRENDER. QUE FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DO ENSINO SÃO MAIS EFICIENTES. COMO E QUANDO AVALIAR O ALUNO.
ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DA SALA DE RECURSOS Oferecer apoio pedagógico especializado ao processo ensino-aprendizagem dos alunos incluídos. Prestar orientação didático-pedagógica especializada ao professor da classe comum para a definição de estratégias que favoreçam o aluno. Participar de reuniões pedagógicas, de planejamento e dos conselhos de classe, desenvolvendo ações conjuntas com toda a comunidade escolar  (…) Participar do processo de identificação e tomada  de decisões acerca do atendimento às necessidades educacionais dos alunos.
ATRIBUIÇÕES DA MONITORIA AUXILIAR O (A) ALUNO (A) NO DESEMPENHO DAS ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA: ALIMENTAÇÃO LOCOMOÇÃO  HIGIENE , ETC.
ATENDIMENTO NA SALA DE RECURSOS Somente alunos diagnosticados (DF/DI/DMU/TGD) -Turno inverso  Nos casos de atendimento concomitante, a sala de recursos não substitui as atividades da sala comum. Aplicação de provas (repensar)
MATUTINO 5ª. A –   FRANCISCO ANTONIO F. COSTA  –  DI 5ª. A  - RAYANNE MARTINS ARGENTINO – DMU 5ª. D – SABRINA MOREIRA DE SOUZA – DI 5ª E -LUCAS DOS SANTOS MOREIRA – DV-BAIXA 6ª. A –NATHALIA ALVES DE ANDRADE – DI 6ª. C – MOISES NATIVIDADE PEREIRA – DI 7ª B -MAXSUEL ANTONIO T. PIZZATTO – TGD 7ª B - LUAN MUNIZ MARTINS – DI 7ª C –DOUGLAS FERREIRA BOUCHER – DI 7ª E - FABRICIO DE C. AGUIAR – DF-BNE 7ª E -ADRIELLY DE JESUS RANGEL – DF-BNE
MATUTINO 8ª B – FRANCISCO M. DA SILVA NETO – DF-MNE 8ª C – DANIEL DE FREITAS VIANA – DF-MNE 8ª E - GEYSE SIQUEIRA SAMPAIO – DI 8ª E - GRACIELE FERNANDES SALES – DI 8ª E - THAIS CAMPOS ARAÚJO – DI
VESPERTINO 5ª H – LUCAS BISPO DA SILVA – DI/TC 6ª F - FELIPE ROCHA M. AMORIM – DV- BAIXA 6ª G - MIKAELLE DE SOUSA SILVA – DF-BNE 7ª G - MARILIA STHEFANE FERREIRA XAVIER – DMu 7ª H - MORGANA FERREIRA DE CARVALHO – DI 8ª H - AUGUSTO PARDIM DE AREDA – DF – ANE 8ª H - CLEIDSON PINHEIRO DA SILVA - DI
CONCLUINDO… O momento é de reestruturação da escola, o que só poderá se concretizar se os educadores se conscientizarem de que as salas de aula inclusivas  partem da filosofia segundo a qual todas as crianças podem aprender e fazer parte da vida escolar comunitária (STAINBACK ,1999).
 

Sala de recursos 2011

  • 1.
    Lúcia de FátimaS. Perinazzo Emerson P. Evangelista Leandro Cunha
  • 2.
    FUNDAMENTAÇÃO LEGAL LegislaçãoInternacional (Declaração Universal dos Direitos Humanos, Declaração de Salamanca...) Legislação Federal (Constituição, Est. Da Criança e Adolescente, LDB) Legislação Local (Lei Orgânica do Distrito Federal)
  • 3.
  • 4.
    REFLEXÃO 01 QUEMÉ O ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS?
  • 5.
    REFLEXÃO 02 PORQUE O ALUNO COM DEFICIÊNCIA SEMPRE FICOU, NA ESCOLA, SEPARADO DOS DEMAIS ALUNOS E MAIS RECENTEMENTE INVENTARAM DE COLOCÁ-LO NA MESMA SALA DE AULA?
  • 6.
    Reflexão 03 Sevocê tivesse um filho com necessidade especial gostaria que ele estudasse no Ensino Especial ou no Regular?
  • 7.
    REFLEXÃO 04 OQUE EU, PROFESSOR VOU FAZER COM ESSES ALUNOS JÁ QUE NÃO FUI PREPARADO, OU TIVE UMA FORMAÇÃO PRECÁRIA PARA TRABALHAR COM ELES?
  • 8.
    REFLEXÃO 05 COMOPOSSO ENSINÁ-LOS SE TENHO UMA SALA CHEIA DE OUTROS ALUNOS SEM DEFICIÊNCIA?
  • 9.
    DEFICIÊNCIA FÍSICA –(DF) Diferentes condições motoras que acometem as pessoas comprometendo a mobilidade, a coordenação motora geral e da fala, em consequência de lesões neurológicas, neuromusculares, ortopédicas, ou más formações congênitas ou adquiridas (BRASIL,MEC,2004).
  • 10.
    Como trabalhar como DF? Instalar rampas de acesso, barras de apoio e alargamento das portas Adaptar os espaços – eliminar barreiras arquitetônicas. Banheiro adaptado; Monitor; Mobiliário adequado; Conscientização e colaboração do pessoal da portaria; Ouça com paciência quem tem comprometimento da fala e não termine as frases por ele. Verifique a necessidade do uso de materiais pedagógicos adaptados (uso do carbono, suporte para lápis, copias, computares...)
  • 11.
    DEFICIÊNCIA INTELECTUAL –(DI/DM) Incapacidade caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual e comportamento adaptativo, sendo expressa nas habilidades sociais, conceituais e práticas, originadas antes dos dezoito anos de idade. (AAMR, 2002, p.8)
  • 12.
    Dificuldade para operaridéias de forma abstrata; Não há um perfil único, há necessidade do acompanhamento da família e da equipe médica; Levar em conta a situação atual ; Informe-se sobre as especificidades e os instrumentos adequados para fazer com que o jovem encontre na escola um ambiente agradável, sem discriminação e capaz de proporcionar uma aprendizado efetivo, tanto educativo quanto emocional.
  • 13.
    SUGESTÕES (DI) Posicioneo aluno nas primeiras carteiras; Ensine-o a pedir instruções e solicitar ajuda; Trate-o de acordo com a faixa etária; Só adapte os conteúdos curriculares depois de cuidadosa avaliação da equipe de apoio multiprofissional; Avalie o estudante pelo progresso individual e com base em seus talentos e suas habilidades naturais, sem compará-lo com a turma.
  • 14.
    DEFICIÊNCIA MULTIPLA –(DMu) É associação, no mesmo indivíduo, de duas ou mais deficiências primárias (mental/visual/auditiva/física).Com comprometimento que acarretam no desenvolvimento global e na capacidade adaptativa.
  • 15.
    VERDADES E MITOSSOBRE A DEFICIÊNCIA Verdades Deficiência não é doença; Algumas crianças portadoras de deficiências podem necessitar escolas especiais; As adaptações são recursos necessários para facilitar a integração dos educandos com necessidades especiais nas escolas; Síndromes de origem genética não são contagiosas; Deficiente mental não é louco. Mitos Todo surdo é mudo; Todo cego tem tendência à música; Deficiência é sempre fruto de herança familiar; Existem remédios milagrosos que curam as deficiências; As pessoas com necessidades especiais são eternas crianças; Todo deficiente mental é dependente.
  • 16.
    TGD – TRANSTORNOSGLOBAIS DE DESENVOLVIMENTO Manifestações de comportamento típicas de portadores de síndromes e quadros psicológicos, neurológicos ou psiquiátricos que ocasionam atraso no desenvolvimento e prejuízos no relacionamento social, em grau que requeiram atendimento educacional especializado. (BRASIL,MEC,SEESP,1994, p.13)
  • 17.
    TRANSTORNO GLOBAL DEDESENVOLVIMENTO – (TGD) Alunos com autismo clássico, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses)
  • 18.
    TRANSTORNO DE CONDUTAS- (TC) São alunos que apresentam comportamentos inconvenientes ou inadequados, causando danos a si mesmos e aos outros, bem como prejuízo em suas relações no contexto em que vivem, podendo apresentar dificuldades de aprendizagem.
  • 19.
    TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade Transtorno neurobiológico; Alteração nos neurotransmissores da região frontal orbital (responsáveis pela inibição do comportamento, capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento). Desatenção, inquietude e impulsividade.
  • 20.
    Como lidar coma agitação dos alunos Trabalhe com pequenos grupos, sem isolar as crianças hiperativas; Dê tarefas curtas ou intercaladas, para que elas possam concluí-las antes de se dispersar; Use jogos e desafios para motivá-las; Valorize a rotina, pois ela deixa as crianças mais seguras; Permita que elas compensem os erros: sutilmente, faça-as pedir desculpas quando ofenderem os colegas ou convença-as a arrumar a bagunça da sala; Repita individualmente todo comando que for dado ao grupo e faça-o de forma breve.
  • 21.
    ADEQUAÇÃO CURRICULAR Descobriras possibilidades que o jovem apresenta e quais são as suas necessidades em vez de destacar suas dificuldades. Assim, descobriremos formas e métodos para atendê-lo.
  • 22.
    ADEQUAÇÃO CURRICULAR -TIPOS PEQUENO PORTE Agrupamento de alunos. Organização didática da aula, conteúdos, objetivos e material didático. Organização dos períodos, diversificação do tempo disponível. Redução da carga de escrita. AVALIAÇÃO Modificação nas técnicas e instrumentos de avaliação (Repensar a forma de avaliar)
  • 23.
    ADEQUAÇÃO CURRICULAR -TIPOS GRANDE PORTE Modificações acentuadas na organização didática, não aplicáveis aos alunos quanto à: Conteúdos (diminuir) Objetivos Métodos Elementos físicos e materiais (rampa) Tempo disponível AVALIAÇÃO Introdução de critérios específicos de avaliação.
  • 24.
    EM SÍNTESE AADEQUAÇÃO... DETERMINA O QUE O ALUNO DEVE APRENDER. COMO E QUANDO APRENDER. QUE FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DO ENSINO SÃO MAIS EFICIENTES. COMO E QUANDO AVALIAR O ALUNO.
  • 25.
    ATRIBUIÇÕES DO PROFESSORDA SALA DE RECURSOS Oferecer apoio pedagógico especializado ao processo ensino-aprendizagem dos alunos incluídos. Prestar orientação didático-pedagógica especializada ao professor da classe comum para a definição de estratégias que favoreçam o aluno. Participar de reuniões pedagógicas, de planejamento e dos conselhos de classe, desenvolvendo ações conjuntas com toda a comunidade escolar (…) Participar do processo de identificação e tomada de decisões acerca do atendimento às necessidades educacionais dos alunos.
  • 26.
    ATRIBUIÇÕES DA MONITORIAAUXILIAR O (A) ALUNO (A) NO DESEMPENHO DAS ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA: ALIMENTAÇÃO LOCOMOÇÃO HIGIENE , ETC.
  • 27.
    ATENDIMENTO NA SALADE RECURSOS Somente alunos diagnosticados (DF/DI/DMU/TGD) -Turno inverso Nos casos de atendimento concomitante, a sala de recursos não substitui as atividades da sala comum. Aplicação de provas (repensar)
  • 28.
    MATUTINO 5ª. A– FRANCISCO ANTONIO F. COSTA – DI 5ª. A - RAYANNE MARTINS ARGENTINO – DMU 5ª. D – SABRINA MOREIRA DE SOUZA – DI 5ª E -LUCAS DOS SANTOS MOREIRA – DV-BAIXA 6ª. A –NATHALIA ALVES DE ANDRADE – DI 6ª. C – MOISES NATIVIDADE PEREIRA – DI 7ª B -MAXSUEL ANTONIO T. PIZZATTO – TGD 7ª B - LUAN MUNIZ MARTINS – DI 7ª C –DOUGLAS FERREIRA BOUCHER – DI 7ª E - FABRICIO DE C. AGUIAR – DF-BNE 7ª E -ADRIELLY DE JESUS RANGEL – DF-BNE
  • 29.
    MATUTINO 8ª B– FRANCISCO M. DA SILVA NETO – DF-MNE 8ª C – DANIEL DE FREITAS VIANA – DF-MNE 8ª E - GEYSE SIQUEIRA SAMPAIO – DI 8ª E - GRACIELE FERNANDES SALES – DI 8ª E - THAIS CAMPOS ARAÚJO – DI
  • 30.
    VESPERTINO 5ª H– LUCAS BISPO DA SILVA – DI/TC 6ª F - FELIPE ROCHA M. AMORIM – DV- BAIXA 6ª G - MIKAELLE DE SOUSA SILVA – DF-BNE 7ª G - MARILIA STHEFANE FERREIRA XAVIER – DMu 7ª H - MORGANA FERREIRA DE CARVALHO – DI 8ª H - AUGUSTO PARDIM DE AREDA – DF – ANE 8ª H - CLEIDSON PINHEIRO DA SILVA - DI
  • 31.
    CONCLUINDO… O momentoé de reestruturação da escola, o que só poderá se concretizar se os educadores se conscientizarem de que as salas de aula inclusivas partem da filosofia segundo a qual todas as crianças podem aprender e fazer parte da vida escolar comunitária (STAINBACK ,1999).
  • 32.