Heleny de Freitas Santos
Assessora de Orientação Pedagógica - Matemática
ATIVIDADES ADAPTADAS NA PERSPECTIVA DA
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
SISAI (15 a 29/02)
Avaliação de Língua Portuguesa e Matemática
Avaliação dos demais componentes curriculares
Produção Textual
PNLD - Livros do professor digitais disponíveis.
Planejamento Trimestral (até 15/03/2024)
Editora Moderna: Encontro Digital “Planejar”
27 e 28 de fevereiro - 18h30 às 20h40
Pauta Informativa
Moderna amigos
Equidade
Adaptação de atividades e ações para os alunos com deficiências
Adaptações Curriculares na Perspectiva da Educação Inclusiva
CAPELLINI, Vera Lucia Messias Fialho. Adaptações Curriculares na
Inclusão Escolar. Curitiba: Appris, 2018.
Educação inclusiva é entendida como aquela para além do Estudante
público-alvo da Educação Especial (Epaee), ou seja, aquela que toda
escola deveria oferecer, em seu sentido social e político. A Educação
Inclusiva deve ser a que busca abranger todos os excluídos de uma
educação básica e de qualidade, aqueles que são alvos de estigmas
sociais de toda a ordem (pobres, negros, migrantes, pessoa com
deficiência, pessoas com dificulade de aprendizagem, refugiados,
etc.)
Estamos aqui para Sugerir Reflexões
Não existe apostila pronta com Atividades adaptadas
MARCOS LEGAIS
Constituição de 1988
ECA 1990
LDBEN 1996
Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na
Educação Básica (2001).
Estatuto da Pessoa Com Deficiência (2015)
Currículo Educaita (2022)
CAPÍTULO IV
DO DIREITO À EDUCAÇÃO
Art. 28. Incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar,
acompanhar e avaliar:
II - aprimoramento dos sistemas educacionais, visando a garantir condições de acesso,
permanência, participação e aprendizagem, por meio da oferta de serviços e de recursos de
acessibilidade que eliminem as barreiras e promovam a inclusão plena;
III - projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como
os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com
deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo
a conquista e o exercício de sua autonomia;
V - adoção de medidas individualizadas e coletivas em ambientes que maximizem o
desenvolvimento acadêmico e social dos estudantes com deficiência, favorecendo o acesso, a
permanência, a participação e a aprendizagem em instituições de ensino;
CAPÍTULO IV
DO DIREITO À EDUCAÇÃO
Art. 28. Incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar,
acompanhar e avaliar:
VI - pesquisas voltadas para o desenvolvimento de novos métodos e técnicas
pedagógicas, de materiais didáticos, de equipamentos e de recursos de tecnologia assistiva;
VII - planejamento de estudo de caso, de elaboração de plano de atendimento
educacional especializado, de organização de recursos e serviços de acessibilidade e de
disponibilização e usabilidade pedagógica de recursos de tecnologia assistiva;
IX - adoção de medidas de apoio que favoreçam o desenvolvimento dos aspectos
linguísticos, culturais, vocacionais e profissionais, levando-se em conta o talento, a
criatividade, as habilidades e os interesses do estudante com deficiência;
XI - formação e disponibilização de professores para o atendimento educacional
especializado, de tradutores e intérpretes da Libras, de guias intérpretes e de profissionais
de apoio; X
“A equidade na educação implica em reconhecer que nem todos aprendem
da mesma forma, pois um processo educacional que busca a equidade
pressupõe o reconhecimento e o respeito às diferenças. Por essa razão, a
escola deve ser capaz de fazer com que todos os alunos desenvolvam as
competências e habilidades esperadas para o nível de estudo, levando em
consideração as diferenças pessoais, socioeconômicas e culturais do
aluno...”
Cadernos Introdutórios - 3.4 Equidade como princípio fundamental da Escola.
página 63
CURRÍCULO EDUCAITA
Flexibilização - Adequação - Adaptação
Diferentes formas de preparar atividades
diferenciadas:
Flexibilização
Mudanças de estratégias pedagógicas sem que sejam
necessárias alterações nos conteúdos curriculares:
Exemplos:
Habilidades essenciais na pandemia
Diferentes instrumentos avaliativos
Alterações realizadas durante a retomada de aulas presenciais durante
a pandemia, com menor número de alunos em sala
Troca de habilidades entre os trimestres
Adequação
Compreende atividades individualizadas que permitem acesso ao
currículo e diz respeito à adaptações no planejamento, como
mudanças em objetivos, conteúdos, recursos e práticas
pedagógicas.
Exemplos:
Seleção de atividades significativas
Utilização de imagens e vídeos
Textos com linguagem mais acessível
Atividades em grupo com alunos em diferentes níveis de aprendizagem.
Pode ser feito tanto para uma turma inteira quando para apenas um aluno
individualmente
Adaptação
(PEI - Plano de Ensino Individualizado)
Decorre de ações de flexibilização e adequação Curricular. São ações
pedagógicas que permitem aos estudantes que não se beneficiam do modelo
convencional a acessar e aprender conteúdos organizados no currículo.
Implica mudança significativa no próprio plano curricular, pautado em
planejamento educacional diferenciado dos demais estudantes.
Tem seu foco voltado para organização escolar e os serviços de apoio, os quais
proporcionam condições estruturais que podem favorecer o planejamento
Curricular da sala de aula
Exemplos de adaptação
Mudanças significativa na comunicação como Linguagem de
sinais, braile, falas mais claras e objetivas, etc
Aumento de fontes
Imagens grandes
Adaptação de material didático, supressão de habilidades
essenciais, retomada de habilidades, diferentes instrumentos.
Rede de Apoio
A rede de apoio, essencial para o êxito da escola inclusiva, é uma
rede dinâmica, construída a partir das necessidades do cotidiano
escolar, e que envolve várias instâncias sociais inclusivas.
Compreender a dinamicidade da rede de apoio é compreender que
a sociedade como um todo deve ser inclusiva, e deve partilhar das
necessidades que envolvem a construção da escola inclusiva.
Quem é a rede de apoio? Professores, equipe gestora, inspetores,
merendeiras, profissionais de apoio, profissionais da limpeza,
colegas, equipe da Secretaria da Educação, Secretaria da Saúde,
NAPIs, AEE, família e comunidade em geral.
Adaptação de atividades
Observar os pré-requisitos necessários para que seu aluno consiga realizar a
atividade proposta:
Você conhece seu aluno? Sabe o nome dele?
Já leu a entrevista/relatório?
Ele sabe ler? Interpreta? Escreve? Conhece números? Resolve operações matemáticas?
Conhece ordem cronológica?
Levar em consideração condições sociais, intelectuais, motoras, comportamentais,
ritmo e tempo de aprendizagem.
Peça ajuda!
Construção da atividade
Defina qual habilidade será trabalhada.
Proponha exercícios adequados ao nível de
conhecimento do seu aluno.
Vale buscar inspirações em propostas voltadas aos
anos anteriores.
A estética da atividade é importante!
Utilizar um tamanho de letra grande, com
espaçamento adequado, para facilitar a
compreensão do aluno.
Pretende inserir imagens? Prefira as realistas.
Pessoas com autismo tem dificuldades para
abstrações.
Para garantir que eles possam compreender o que
você pretende demonstrar, utilize figuras com
imagens reais e em tamanho grande. Isso facilitará a
compreensão.
Atente-se as comandas da atividades:
Para alunos com autismo, TDAH ou deficiência
intelectual, apresente uma comanda por exercício.
O ideal é utilizar um exercício por folha.
Reduzir a quantidade de exercícios é fundamental
Sua explicação também pode e deve ser
adaptada!
Esteja atento a sua linguagem, especialmente com alunos
autistas.
Seja claro e direto, utilize frases curtas.
Não utilize linguagem figurada.
Não esqueça o feedback!
O sucesso é muito estimulante para o aprendizado,
especialmente para as crianças neurodivergentes.
Incentive e aponte os acertos!
Repetir atividades pode ser muito útil para o
processo de aprendizagem!
Alunos neurodivergentes necessitam de rotina para
organização sensorial.
Antes de iniciar um novo assunto, traga elementos já
conhecidos.
AVALIAÇÃO
Ponto de partida: Sondagem detalhada que possibilite
explicitar as reais condições do aluno.
Considere o estilo e ritmo individual de aprendizagem.
Observe exatamente o que o seu aluno consegue realizar.
Leve em consideração os avanços em todos os aspectos.
Desafios do retorno a rotina escolar
para a crianças com deficiência
Rotina Visual
Objetivos: Combater a ansiedade,
para que o aluno saiba o que
acontecerá durante o dia.
A previsibilidade de ações auxilia na
diminuição de comportamentos
disruptivos.
Construir, em parceria com colegas e
coordenação, um quadro de aulas,
onde o aluno posso visualizar as aulas
daquele dia. Importante usar fotos
dos professores. Falta de rotina - desencadear uma crise
aluno 6º ano (vários professores)
escrever no quadro o que vai acontecer na aula
Utilize atividades
que o aluno já
saiba fazer.
Objetivos:
Permitir que o aluno retome a rotina
escolar, sem introduzir novos
desafios num primeiro momento.
Desenvolver no aluno a capacidade
de manter-se em sala de aula e
realizar atividades.
Trazer opções
variadas de
atividades e
permitir que o
aluno escolha qual
deseja fazer.
Objetivos:
Diminuir a ansiedade, trazendo
elementos já conhecidos da rotina e
que o aluno tenha prazer em realizar.
Diminuição de comportamentos
disruptivos.
Intervalos
vinculados a
realização de
atividades.
Objetivos:
Associar os intervalos a conclusão de
atividades, para que o aluno perceba que,
após cumprir os combinados, pode ter um
tempo livre.
Como prever crises?
Entende-se por crise um comportamento de grande magnitude, que
envolve agressão contra si ou contra outra pessoa.
Alguns comportamentos podem indicar que o aluno está prestes a
ter uma crise. O que observar?
O aluno deixa de fazer atividade; perda de engajamento nas tarefas
que estão sendo realizadas;
Agitação;
Falas ou pequenas atitudes que demonstram certa agressividade;
Comportamentos auto ou heterolesivos;
Como reagir diante de um comportamento
que antecede uma crise?
Redirecionar a atenção do aluno para outra tarefa ou ação;
Atentar-se ao excesso de estímulos e, quando possível,
diminui-los.
Trocar atividades, sair da sala
Estudo de Caso
Obrigada!!!!
Lembrem-se que estamos disponíveis para
auxiliá-los no que for necessário.

Equidade - com a adaptação de atividades

  • 1.
    Heleny de FreitasSantos Assessora de Orientação Pedagógica - Matemática
  • 2.
    ATIVIDADES ADAPTADAS NAPERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
  • 3.
    SISAI (15 a29/02) Avaliação de Língua Portuguesa e Matemática Avaliação dos demais componentes curriculares Produção Textual PNLD - Livros do professor digitais disponíveis. Planejamento Trimestral (até 15/03/2024) Editora Moderna: Encontro Digital “Planejar” 27 e 28 de fevereiro - 18h30 às 20h40 Pauta Informativa Moderna amigos
  • 4.
    Equidade Adaptação de atividadese ações para os alunos com deficiências
  • 5.
    Adaptações Curriculares naPerspectiva da Educação Inclusiva CAPELLINI, Vera Lucia Messias Fialho. Adaptações Curriculares na Inclusão Escolar. Curitiba: Appris, 2018. Educação inclusiva é entendida como aquela para além do Estudante público-alvo da Educação Especial (Epaee), ou seja, aquela que toda escola deveria oferecer, em seu sentido social e político. A Educação Inclusiva deve ser a que busca abranger todos os excluídos de uma educação básica e de qualidade, aqueles que são alvos de estigmas sociais de toda a ordem (pobres, negros, migrantes, pessoa com deficiência, pessoas com dificulade de aprendizagem, refugiados, etc.)
  • 6.
    Estamos aqui paraSugerir Reflexões Não existe apostila pronta com Atividades adaptadas
  • 7.
    MARCOS LEGAIS Constituição de1988 ECA 1990 LDBEN 1996 Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (2001). Estatuto da Pessoa Com Deficiência (2015) Currículo Educaita (2022)
  • 9.
    CAPÍTULO IV DO DIREITOÀ EDUCAÇÃO Art. 28. Incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar: II - aprimoramento dos sistemas educacionais, visando a garantir condições de acesso, permanência, participação e aprendizagem, por meio da oferta de serviços e de recursos de acessibilidade que eliminem as barreiras e promovam a inclusão plena; III - projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o exercício de sua autonomia; V - adoção de medidas individualizadas e coletivas em ambientes que maximizem o desenvolvimento acadêmico e social dos estudantes com deficiência, favorecendo o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem em instituições de ensino;
  • 10.
    CAPÍTULO IV DO DIREITOÀ EDUCAÇÃO Art. 28. Incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar: VI - pesquisas voltadas para o desenvolvimento de novos métodos e técnicas pedagógicas, de materiais didáticos, de equipamentos e de recursos de tecnologia assistiva; VII - planejamento de estudo de caso, de elaboração de plano de atendimento educacional especializado, de organização de recursos e serviços de acessibilidade e de disponibilização e usabilidade pedagógica de recursos de tecnologia assistiva; IX - adoção de medidas de apoio que favoreçam o desenvolvimento dos aspectos linguísticos, culturais, vocacionais e profissionais, levando-se em conta o talento, a criatividade, as habilidades e os interesses do estudante com deficiência; XI - formação e disponibilização de professores para o atendimento educacional especializado, de tradutores e intérpretes da Libras, de guias intérpretes e de profissionais de apoio; X
  • 11.
    “A equidade naeducação implica em reconhecer que nem todos aprendem da mesma forma, pois um processo educacional que busca a equidade pressupõe o reconhecimento e o respeito às diferenças. Por essa razão, a escola deve ser capaz de fazer com que todos os alunos desenvolvam as competências e habilidades esperadas para o nível de estudo, levando em consideração as diferenças pessoais, socioeconômicas e culturais do aluno...” Cadernos Introdutórios - 3.4 Equidade como princípio fundamental da Escola. página 63 CURRÍCULO EDUCAITA
  • 12.
    Flexibilização - Adequação- Adaptação Diferentes formas de preparar atividades diferenciadas:
  • 13.
    Flexibilização Mudanças de estratégiaspedagógicas sem que sejam necessárias alterações nos conteúdos curriculares: Exemplos: Habilidades essenciais na pandemia Diferentes instrumentos avaliativos Alterações realizadas durante a retomada de aulas presenciais durante a pandemia, com menor número de alunos em sala Troca de habilidades entre os trimestres
  • 14.
    Adequação Compreende atividades individualizadasque permitem acesso ao currículo e diz respeito à adaptações no planejamento, como mudanças em objetivos, conteúdos, recursos e práticas pedagógicas. Exemplos: Seleção de atividades significativas Utilização de imagens e vídeos Textos com linguagem mais acessível Atividades em grupo com alunos em diferentes níveis de aprendizagem. Pode ser feito tanto para uma turma inteira quando para apenas um aluno individualmente
  • 15.
    Adaptação (PEI - Planode Ensino Individualizado) Decorre de ações de flexibilização e adequação Curricular. São ações pedagógicas que permitem aos estudantes que não se beneficiam do modelo convencional a acessar e aprender conteúdos organizados no currículo. Implica mudança significativa no próprio plano curricular, pautado em planejamento educacional diferenciado dos demais estudantes. Tem seu foco voltado para organização escolar e os serviços de apoio, os quais proporcionam condições estruturais que podem favorecer o planejamento Curricular da sala de aula
  • 16.
    Exemplos de adaptação Mudançassignificativa na comunicação como Linguagem de sinais, braile, falas mais claras e objetivas, etc Aumento de fontes Imagens grandes Adaptação de material didático, supressão de habilidades essenciais, retomada de habilidades, diferentes instrumentos.
  • 17.
    Rede de Apoio Arede de apoio, essencial para o êxito da escola inclusiva, é uma rede dinâmica, construída a partir das necessidades do cotidiano escolar, e que envolve várias instâncias sociais inclusivas. Compreender a dinamicidade da rede de apoio é compreender que a sociedade como um todo deve ser inclusiva, e deve partilhar das necessidades que envolvem a construção da escola inclusiva. Quem é a rede de apoio? Professores, equipe gestora, inspetores, merendeiras, profissionais de apoio, profissionais da limpeza, colegas, equipe da Secretaria da Educação, Secretaria da Saúde, NAPIs, AEE, família e comunidade em geral.
  • 18.
    Adaptação de atividades Observaros pré-requisitos necessários para que seu aluno consiga realizar a atividade proposta: Você conhece seu aluno? Sabe o nome dele? Já leu a entrevista/relatório? Ele sabe ler? Interpreta? Escreve? Conhece números? Resolve operações matemáticas? Conhece ordem cronológica? Levar em consideração condições sociais, intelectuais, motoras, comportamentais, ritmo e tempo de aprendizagem. Peça ajuda!
  • 19.
    Construção da atividade Definaqual habilidade será trabalhada. Proponha exercícios adequados ao nível de conhecimento do seu aluno. Vale buscar inspirações em propostas voltadas aos anos anteriores.
  • 20.
    A estética daatividade é importante! Utilizar um tamanho de letra grande, com espaçamento adequado, para facilitar a compreensão do aluno.
  • 21.
    Pretende inserir imagens?Prefira as realistas. Pessoas com autismo tem dificuldades para abstrações. Para garantir que eles possam compreender o que você pretende demonstrar, utilize figuras com imagens reais e em tamanho grande. Isso facilitará a compreensão.
  • 22.
    Atente-se as comandasda atividades: Para alunos com autismo, TDAH ou deficiência intelectual, apresente uma comanda por exercício. O ideal é utilizar um exercício por folha. Reduzir a quantidade de exercícios é fundamental
  • 23.
    Sua explicação tambémpode e deve ser adaptada! Esteja atento a sua linguagem, especialmente com alunos autistas. Seja claro e direto, utilize frases curtas. Não utilize linguagem figurada.
  • 24.
    Não esqueça ofeedback! O sucesso é muito estimulante para o aprendizado, especialmente para as crianças neurodivergentes. Incentive e aponte os acertos!
  • 25.
    Repetir atividades podeser muito útil para o processo de aprendizagem! Alunos neurodivergentes necessitam de rotina para organização sensorial. Antes de iniciar um novo assunto, traga elementos já conhecidos.
  • 26.
    AVALIAÇÃO Ponto de partida:Sondagem detalhada que possibilite explicitar as reais condições do aluno. Considere o estilo e ritmo individual de aprendizagem. Observe exatamente o que o seu aluno consegue realizar. Leve em consideração os avanços em todos os aspectos.
  • 27.
    Desafios do retornoa rotina escolar para a crianças com deficiência
  • 28.
    Rotina Visual Objetivos: Combatera ansiedade, para que o aluno saiba o que acontecerá durante o dia. A previsibilidade de ações auxilia na diminuição de comportamentos disruptivos. Construir, em parceria com colegas e coordenação, um quadro de aulas, onde o aluno posso visualizar as aulas daquele dia. Importante usar fotos dos professores. Falta de rotina - desencadear uma crise aluno 6º ano (vários professores) escrever no quadro o que vai acontecer na aula
  • 29.
    Utilize atividades que oaluno já saiba fazer. Objetivos: Permitir que o aluno retome a rotina escolar, sem introduzir novos desafios num primeiro momento. Desenvolver no aluno a capacidade de manter-se em sala de aula e realizar atividades.
  • 30.
    Trazer opções variadas de atividadese permitir que o aluno escolha qual deseja fazer. Objetivos: Diminuir a ansiedade, trazendo elementos já conhecidos da rotina e que o aluno tenha prazer em realizar. Diminuição de comportamentos disruptivos.
  • 31.
    Intervalos vinculados a realização de atividades. Objetivos: Associaros intervalos a conclusão de atividades, para que o aluno perceba que, após cumprir os combinados, pode ter um tempo livre.
  • 32.
    Como prever crises? Entende-sepor crise um comportamento de grande magnitude, que envolve agressão contra si ou contra outra pessoa. Alguns comportamentos podem indicar que o aluno está prestes a ter uma crise. O que observar? O aluno deixa de fazer atividade; perda de engajamento nas tarefas que estão sendo realizadas; Agitação; Falas ou pequenas atitudes que demonstram certa agressividade; Comportamentos auto ou heterolesivos;
  • 33.
    Como reagir diantede um comportamento que antecede uma crise? Redirecionar a atenção do aluno para outra tarefa ou ação; Atentar-se ao excesso de estímulos e, quando possível, diminui-los. Trocar atividades, sair da sala
  • 34.
  • 35.
    Obrigada!!!! Lembrem-se que estamosdisponíveis para auxiliá-los no que for necessário.