O documento explora o conceito de espíritos errantes no espiritismo, definidos como almas que aguardam reencarnação após a separação do corpo. Discorre sobre a erraticidade, o processo de reencarnação e a evolução espiritual, destacando que o tempo médio de intermissão entre encarnações é de cerca de 250 anos. Além disso, aborda a percepção e as relações dos espíritos no plano espiritual, enfatizando a importância do livre arbítrio e das escolhas feitas pelos espíritos em suas jornadas evolutivas.