SlideShare uma empresa Scribd logo
z
Aulão
de
Língua Portuguesa
Professor
José Antonio Ferreira
z
1- Leia o texto a seguir e responda.
Namoro
O melhor do namoro, claro, é o ridículo. Vocês
dois no telefone:
— Desliga você.
— Não, desliga você.
— Você.
— Você.
— Então vamos desligar juntos.
— Tá. Conta até três.
— Um... Dois... Dois e meio...
Ridículo agora, porque na hora não era não. Na
hora nem os apelidos secretos que vocês tinham um
para o outro, lembra? Eram ridículos. Ronron.
Suzuca. Alcizanzão. Surusuzuca. Gongonha
(Gongonhal) Mamosa. Purupupuca...
Não havia coisa melhor do que passar tardes
inteiras num sofá, olho no olho, dizendo:
— As dondozeira ama os dondozeiro?
— Ama.
— Mas os dondozeiro ama as dondozeira mais
do que as dondozeira ama os dondozeiro.
Na-na-não. As dondozeira ama os dondozeiro
mais do que, etc.
E, entremeando o diálogo, longos beijos,
profundos beijos, beijos mais do que de línguas, beijos
de amígdalas, beijos catetéricos. Tardes inteiras.
Confesse: ridículo só porque nunca mais.
Depois de ridículo, o melhor do namoro são as
brigas. Quem diz que nunca, como quem não quer
nada, arquitetou um encontro casual com a ex ou o ex
só para ver se ela ou ele está com alguém, ou para
fingir que não vê, ou para ver e ignorar, ou para dar
um abano amistoso querendo dizer que ela ou ele
agora significa tão pouco que podem até ser amigos,
está mentindo. Ah, está mentindo.
E melhor do que as brigas são as reconciliações.
Beijos ainda mais profundos, apelidos ainda mais
lamentáveis, vistos de longe. A gente brigava mesmo
era para se reconciliar depois, lembra? Oito entre dez
namorados transam pela primeira vez fazendo as
pazes. Não estou inventando. O IBGE tem as
estatísticas.
VERÍSSIMO, Luís Fernando.
Correio Braziliense. 13/06/1999.
z
No texto, considera-se que o melhor do namoro é o ridículo
associado:
§ (A) às brigas por amor.
§ (B) às mentiras inocentes.
§ (C) às reconciliações felizes.
§ (D) aos apelidos carinhosos.
§ (E) aos telefonemas intermináveis.
Resposta: Letra C
D1 - Localizar informações explícitas em um
texto.
z
(PAEBES). Leia o texto abaixo.
Massa boa é massa fresca
Os pais de um italianinho eram donos de uma
trattoria no interior da Itália. Isso há décadas e
décadas. Comida simples, tradicional, lugar pequeno,
pratos deliciosos. Certa vez, enquanto o menino
brincava no balcão e seu pai assumia as caçarolas, um
turista que degustava a massa viu um ratinho passar
no salão. “O que é isso?”, exclamou o cliente. Sem
reação e também surpreso, o italiano improvisou:
“Essa é Suzi. Mora aqui com a gente”.
PORTUGAL, Rayane. Revista do Correio. Correio Braziliense.
18 jul. 2010. p. 28.
z
§ No trecho “... que degustava a massa...”, a palavra destacada
refere-se a
§ A) menino.
§ B) pai.
§ C) turista.
§ D) ratinho.
§ E) italiano.
Resposta: Letra C
D2 - Estabelecer relações entre partes de um texto, identificando
repetições ou substituições que contribuem para a continuidade de
um texto.
z
(SAEPE). Leia o texto abaixo e responda.
z
§ Nesse texto, no trecho “Dê uma voltinha de carro com
§ o barbeiro”, a palavra destacada tem o sentido de
§ A) pessoa que coleciona carros.
§ B) pessoa que dirige mal.
§ C) pessoa que usa barba ou bigode.
§ D) profissional que trabalha com carros.
§ E) profissional que faz barba e cabelo.
Resposta: Letra B
D3 - Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.
z
(SPAECE). Leia o texto abaixo.
A vida sem casamento
Afinal, o que as mulheres querem? No campo
das aspirações femininas mais fundamentais, essa é
uma pergunta facílima de responder. Por razões
sociais, culturais e biológicas, a maioria absoluta das
mulheres aspira a encontrar um companheiro, casar-
se, construir família e, por intermédio dos filhos, ver
cumprido o imperativo tão profundamente
entranhado em seu corpo e em sua psique ao longo de
centenas de milhares de anos de história evolutiva.
A diferença a que se assiste hoje é que não
existe mais um calendário fixo para que isso aconteça.
A formidável mudança que eclodiu e se consolidou ao
longo do último século, com o processo de
emancipação feminina, o acesso à educação e a
conquista do controle reprodutivo, permitiu a um
número crescente de mulheres adiar a “programação”
materno-familiar. As mulheres que dispõem de
autonomia econômica e vida independente não são
mais consideradas balzaquianas aos 30 anos – apenas
30 anos! - , encalhadas aos 35 e aos 40, reduzidas
irremediavelmente à condição de solteironas, quando
não agregadas de baixíssimo status social,
melancolicamente mexendo tachos de comida para os
sobrinhos nas grandes cozinhas das famílias
multinucleares do passado.
Imaginem só chamar de titia uma profissional
em pleno florescimento, com um ou mais títulos
universitários – e um corpinho bem-cuidado que
enfrenta com honras o jeans de cintura baixa ou o
biquíni nos intervalos dos compromissos de trabalho.
Além de fora de moda, o termo pode ser até ofensivo.
O contraponto a esses avanços é que, quanto mais as
mulheres prorrogam o casamento, mais se candidatam
a uma vida inteira sem alcançá-lo.
Bel Moherdani. Revista Veja. 29 Novembro 2006
(Fragmento)
z
§ A principal informação desse texto é que as mulheres
§ A) aspiram casar-se e construir família.
§ B) desejam, através de seus filhos, perpetuar a evolução.
§ C) dispõem de autonomia econômica.
§ D) enquanto avançam no profissional, adiam o casamento.
§ E) tem se preocupado mais com a forma física.
Resposta: Letra D
D4 - Inferir uma informação implícita em um texto.
z
-(SAEPE). Leia o texto abaixo e responda.
z
§ A leitura do último quadro permite afirmar que o rapaz
§ A) está sem planos de casar.
§ B) está bastante apaixonado.
§ C) quer mudar o toque do celular.
§ D) queria ficar mais um pouco.
§ E) quer um compromisso sério.
Resposta: Letra A
D5 - Interpretar texto com o auxílio de material gráfico
diverso (propagandas, quadrinhos, foto etc.)
z
(SAEPE). Leia o texto abaixo e responda.
Canções com Mamonas Assassinas e Maria Rita
retratam tipos urbanos femininos
As canções têm a particularidade de fazer, na
conjunção letra e música, um retrato do cotidiano,
expondo jeitos de ser, maneiras de falar,
personagens,
tipos característicos de determinados momentos,
lugares, classes, comunidades.
Seja qual for o estilo, a canção motiva uma
escuta que possibilita um contato quase que de
primeiro grau com vozes que tocam o ouvinte e
estabelecem com ele um diálogo que tematiza, de
maneira explícita ou não, valores sociais, culturais,
morais.
Nesse sentido, a mulher, tanto quanto na poesia
e nas artes em geral, tem povoado as canções,
aparecendo como “divina e graciosa/estrela
majestosa”, “mulher de verdade”, “mulher
indigesta”,
“mulher de trinta”, “dessas mulheres que só dizem
sim”, “Marina morena” etc. Se a lista nunca se
acaba,
as mulheres encarnadas pelas canções dizem
muito
sobre os costumes e os valores de uma época,
revelando concepções de feminino. Maria do
Socorro,
recente composição de Edu Krieger, cantada por
Maria Rita, e a “mina” de Pelados em Santos,
composição de Dinho, do saudoso grupo Mamonas
Assassinas, dimensionam a maneira como dois
tipos
urbanos entram para a galeria das mulheres
brasileiras retratadas pela música popular. Essas
canções mostram, cada uma a seu modo, o lugar
assumido pelo observador para estabelecer um
enquadramento, delineando, sobretudo pelas
escolhas linguísticas, as vozes que as
materializam.
BRAIT, Beth.
z
§ Qual é a tese desse texto?
§ A) As canções mantêm um diálogo com o cotidiano de modo geral.
§ B) As canções motivam uma escuta com vozes que tocam o ouvinte.
§ C) As canções sobre mulheres descrevem os costumes e os valores de uma época.
§ D) Os autores determinam o lugar das mulheres em suas composições.
§ E) Os tipos urbanos de mulheres retratados nas canções assumem a lógica do
observador.
Resposta: Letra C
D6 - Identificar o tema de um texto.
z
(2ª P.D – Seduc-GO). Leia o texto abaixo e
responda.
Língua
Caetano Veloso
Gosto de sentir a minha língua roçar a língua
de Luís
Camões
Gosto de ser e de estar.
E quero me dedicar a criar confusões de
prosódia.
E uma profusão de paródias.
Que encurtem dores.
E furtem cores como camaleões.
Gosto do Pessoa na pessoa.
Da rosa no Rosa.
E sei que a poesia está para a prosa.
Assim como o amor está para a amizade
e quem há de negar que esta lhe é superior?
E deixe os Portugais morrerem à míngua
“Minha pátria é minha língua”
Fala Mangueira! Fala!
Flor do Lácio Sambódromo Lusamérica latim
em pó.
O que quer
O que pode esta língua?
[...]
Disponível em:
http://letras.terra.com.br/caetano-veloso/44738/
Acesso
em: 14/05/2012
z
§ A tese defendida pelo autor do texto é que
§ A) a língua portuguesa está repleta de dificuldades.
§ B) autores de língua portuguesa têm estilos diferentes.
§ C) a pátria dos falantes é a língua, superando as fronteiras geopolíticas.
§ D) na língua, é fundamental a associação de palavras para criar efeitos sonoros.
§ E) Mangueira é uma legítima representante dos falantes da língua portuguesa.
Resposta: Letra C
D7 - Identificar a tese de um texto. .
z
(SEAPE. Leia o texto abaixo.
MIB³ – Homens de Preto 3
Eis uma aposta arriscada: reconvocar os Homens
de Preto, quase uma década depois da decepcionante
continuação que afundou a franquia, para, com um
dos orçamentos mais inflados da história do cinema
[...], recuperar o charme excêntrico e empolgante do
original de 97. Passaram-se 15 anos deste, e Will
Smith
e Tommy Lee Jones retornam como os agentes J e K.
Pensando friamente, é um prognóstico desanimador,
mas MIB³ – Homens de Preto 3 é um exemplar bem-
sucedido da retomada da inventividade e da
satisfatória dinâmica dos protagonistas, as qualidades
que conquistaram o público (e a mim) muitos anos
atrás. [...]
Apesar do longo hiato, a narrativa mantém
intactos os melhores elementos do original, como a
postura carrancuda de K, insensivelmente divertida no
discurso de morte de Zed, e a boa química entre a
dupla de agentes. Reproduzindo criativamente um
salto no tempo, embora os efeitos especiais deixem a
desejar, o filme acerta no casting do interessante Josh
Brolin, que reproduz fielmente a entonação da voz
texana de Tommy Lee Jones e os maneirismos de sua
atuação [...].
No entanto, é impossível ignorar os enormes e
grosseiros furos narrativos causados por um roteirista
claramente incapaz de lidar com o conceito de viagem
no tempo. Sem entregar spoilers, apenas J estar na
Agência e se recordar de K revela um paradoxo sem
solução, pois este supostamente morreu em 69 e não
poderia tê-lo recrutado, e culpar fratura temporal e
achocolatado (!) é desculpa de roteirista preguiçoso.
[...]
Entretanto, a direção de Barry Sonnenfeld é
suficientemente ágil para que não pensemos (muito)
nos tropeços narrativos. Dosando o humor, ação e
drama adequadamente [...], o cineasta desenvolveu
uma aventura descompromissada [...].
Embora improvável que a aposta dos
produtores tenha resultados além do morno, Homens
de Preto 3 é bom o bastante para “neuralizar” o
desastre do último episódio e manter uma lembrança
agradável de J, K e esta inusitada agência secreta.
SALLEM, Márcio.
z
§ Nesse texto, sobre a tese de que o filme Homens de Preto 3 é bem-sucedido, há um
argumento em:
§ A) “... com um dos orçamentos mais inflados da história do cinema...”. (1° parágrafo)
§ B) “... Will Smith e Tommy Lee Jones retornam...”. (1°parágrafo)
§ C) “... a narrativa mantém intactos os melhores elementos do original...”. (2° parágrafo)
§ D) “... embora os efeitos especiais deixem a desejar...”. (2° parágrafo)
§ E) “... é impossível ignorar os enormes e grosseiros furos narrativos...”. (3° parágrafo)
Resposta: Letra C
D8 - Estabelecer relação entre a tese e os argumentos
oferecidos para sustentá-la.
z
Leia o texto a seguir e, responda.
Carta de reclamação
Defeito no celular irrita usuário
Quero resolver um problema com a empresa X.
Meu aparelho desbloqueia sozinho e faz com que
eu perca alguns créditos. A pedido deles, ligo
para a empresa, mas de nada adianta. Eles não
resolvem nada. O máximo que consigo é passar
de uma atendente para outra e ficar escutando a
música de espera. A cada uma delas tenho que
explicar todo o problema novamente. Estou
chateado, pois o celular desbloqueia sozinho e
quando vejo está discando.
Estou tão insatisfeito que quero doar o aparelho.
Em uma das ligações, a central de atendimento
me transferiu para a central de vendas e tentaram
me convencer a comprar um novo aparelho.
(E.L.P., guarda-civil, Capital, SP)
Transcrição da resposta da empresa X
A empresa X informa que já entrou em contato
com o consumidor e solicitou que o mesmo
encaminhe seu aparelho a um serviço autorizado
da
empresa de sua preferência. Segundo a empresa,
serão realizados testes e reparos necessários, de
acordo com o Certificado de Garantia. E. diz que
a
empresa realmente o procurou. Ele conta que
não
levará o aparelho até um serviço autorizado, pois
não
irá pagar pelo conserto. Ele alega que só
procuraria tal
serviço se a empresa fosse arcar com o
conserto. [...]
(Diário de S.Paulo, 22/9/2003, p.B4)
z
§ A queixa principal de E.L.P. é que
§ (A) o aparelho desbloqueia sozinho e gera despesa.
§ (B) o atendimento da empresa X não é muito bom.
§ (C) o aparelho é muito dispendioso.
§ (D) a central de vendas quis vender-lhe um novo aparelho.
Resposta: Letra A
D9 - Diferenciar as partes principais das secundárias em
um texto.
z
(SADEAM). Leia o texto abaixo e
responda.
O burro selvagem e o burro doméstico
Um burro selvagem, como visse um
burro
doméstico tomando sol, aproximou-se e
o felicitou por
sua constituição física e pelo proveito
que tirava da
forragem. Mas depois, ao vê-lo
carregando um fardo,
tendo atrás o asneiro que lhe batia com
um cacete,
disse: “Ah! Não mais te felicito, pois vejo
que tens
coisas em abundância, mas não sem
grandes males!”.
Assim, não é invejável o ganho
acompanhado de
perigos e sofrimentos.
ESOPO. Fábulas completas. São Paulo:
Moderna, 1994.
z
§ O conflito desse texto é gerado pelo fato de o burro
§ A) apanhar do asneiro.
§ B) estar tomando sol.
§ C) ser um animal doméstico.
§ D) ter coisas em abundância.
§ E) tirar proveito da forragem.
Resposta: Letra A
D10 - Identificar o conflito gerador do enredo e os
elementos que constroem a narrativa.
z
Brigadoooooo!!
§Bons Estudos!!!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Coerência e coesão textual
Coerência e coesão textualCoerência e coesão textual
Coerência e coesão textual
ISJ
 
AULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação - PRONTO
AULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação  - PRONTOAULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação  - PRONTO
AULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação - PRONTO
Marcelo Cordeiro Souza
 
Ppt realismo (1)
Ppt realismo (1)Ppt realismo (1)
Ppt realismo (1)
Equipemundi2014
 
Gênero poesia
Gênero poesiaGênero poesia
Gênero poesia
Edson Alves
 
Pré modernismo-slides
Pré modernismo-slidesPré modernismo-slides
Pré modernismo-slides
Zenia Ferreira
 
Baladão Spaece e Saeb
Baladão Spaece e Saeb Baladão Spaece e Saeb
Baladão Spaece e Saeb
liliansales4
 
Acentuação gráfica
Acentuação gráficaAcentuação gráfica
Acentuação gráfica
Mara dalto
 
Gabarito: Interpretação do texto: Sua mãe sabe que você propaga ódio na inter...
Gabarito: Interpretação do texto: Sua mãe sabe que você propaga ódio na inter...Gabarito: Interpretação do texto: Sua mãe sabe que você propaga ódio na inter...
Gabarito: Interpretação do texto: Sua mãe sabe que você propaga ódio na inter...
Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino
 
Parnasianismo'
Parnasianismo'Parnasianismo'
Classicismo
ClassicismoClassicismo
Classicismo
Ana Paula Brisolar
 
atividade com tipos de argumentos.docx
atividade com tipos de argumentos.docxatividade com tipos de argumentos.docx
atividade com tipos de argumentos.docx
Eli Gonçalves
 
Modernismo 2 fase (geração de 30)
Modernismo 2 fase (geração de 30)Modernismo 2 fase (geração de 30)
Modernismo 2 fase (geração de 30)
Josie Ubiali
 
JOGO DA MEMÓRIA (FIGURAS DE LINGUAGEM).docx
JOGO DA MEMÓRIA (FIGURAS DE LINGUAGEM).docxJOGO DA MEMÓRIA (FIGURAS DE LINGUAGEM).docx
JOGO DA MEMÓRIA (FIGURAS DE LINGUAGEM).docx
Paula Meyer Piagentini
 
FIGURAS DE LINGUAGEM
FIGURAS DE LINGUAGEM FIGURAS DE LINGUAGEM
FIGURAS DE LINGUAGEM
Paula Meyer Piagentini
 
Atividade (cláudia) um dia você aprende
Atividade (cláudia) um dia você aprendeAtividade (cláudia) um dia você aprende
Atividade (cláudia) um dia você aprende
Atividades Diversas Cláudia
 
Gêneros literários
Gêneros literáriosGêneros literários
Gêneros literários
Carolina Loçasso Pereira
 
Gêneros argumentativos: a carta aberta
Gêneros argumentativos: a carta abertaGêneros argumentativos: a carta aberta
Gêneros argumentativos: a carta aberta
ma.no.el.ne.ves
 
Exercícios sobre gêneros literários
Exercícios sobre gêneros literáriosExercícios sobre gêneros literários
Exercícios sobre gêneros literários
Andriane Cursino
 
Atividade avaliativa sobre o filme Mãos Talentosas
Atividade avaliativa sobre o filme Mãos TalentosasAtividade avaliativa sobre o filme Mãos Talentosas
Atividade avaliativa sobre o filme Mãos Talentosas
Alex Santos
 
SLIDES – LITERATURA DE CORDEL.
SLIDES – LITERATURA DE CORDEL.SLIDES – LITERATURA DE CORDEL.
SLIDES – LITERATURA DE CORDEL.
Tissiane Gomes
 

Mais procurados (20)

Coerência e coesão textual
Coerência e coesão textualCoerência e coesão textual
Coerência e coesão textual
 
AULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação - PRONTO
AULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação  - PRONTOAULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação  - PRONTO
AULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação - PRONTO
 
Ppt realismo (1)
Ppt realismo (1)Ppt realismo (1)
Ppt realismo (1)
 
Gênero poesia
Gênero poesiaGênero poesia
Gênero poesia
 
Pré modernismo-slides
Pré modernismo-slidesPré modernismo-slides
Pré modernismo-slides
 
Baladão Spaece e Saeb
Baladão Spaece e Saeb Baladão Spaece e Saeb
Baladão Spaece e Saeb
 
Acentuação gráfica
Acentuação gráficaAcentuação gráfica
Acentuação gráfica
 
Gabarito: Interpretação do texto: Sua mãe sabe que você propaga ódio na inter...
Gabarito: Interpretação do texto: Sua mãe sabe que você propaga ódio na inter...Gabarito: Interpretação do texto: Sua mãe sabe que você propaga ódio na inter...
Gabarito: Interpretação do texto: Sua mãe sabe que você propaga ódio na inter...
 
Parnasianismo'
Parnasianismo'Parnasianismo'
Parnasianismo'
 
Classicismo
ClassicismoClassicismo
Classicismo
 
atividade com tipos de argumentos.docx
atividade com tipos de argumentos.docxatividade com tipos de argumentos.docx
atividade com tipos de argumentos.docx
 
Modernismo 2 fase (geração de 30)
Modernismo 2 fase (geração de 30)Modernismo 2 fase (geração de 30)
Modernismo 2 fase (geração de 30)
 
JOGO DA MEMÓRIA (FIGURAS DE LINGUAGEM).docx
JOGO DA MEMÓRIA (FIGURAS DE LINGUAGEM).docxJOGO DA MEMÓRIA (FIGURAS DE LINGUAGEM).docx
JOGO DA MEMÓRIA (FIGURAS DE LINGUAGEM).docx
 
FIGURAS DE LINGUAGEM
FIGURAS DE LINGUAGEM FIGURAS DE LINGUAGEM
FIGURAS DE LINGUAGEM
 
Atividade (cláudia) um dia você aprende
Atividade (cláudia) um dia você aprendeAtividade (cláudia) um dia você aprende
Atividade (cláudia) um dia você aprende
 
Gêneros literários
Gêneros literáriosGêneros literários
Gêneros literários
 
Gêneros argumentativos: a carta aberta
Gêneros argumentativos: a carta abertaGêneros argumentativos: a carta aberta
Gêneros argumentativos: a carta aberta
 
Exercícios sobre gêneros literários
Exercícios sobre gêneros literáriosExercícios sobre gêneros literários
Exercícios sobre gêneros literários
 
Atividade avaliativa sobre o filme Mãos Talentosas
Atividade avaliativa sobre o filme Mãos TalentosasAtividade avaliativa sobre o filme Mãos Talentosas
Atividade avaliativa sobre o filme Mãos Talentosas
 
SLIDES – LITERATURA DE CORDEL.
SLIDES – LITERATURA DE CORDEL.SLIDES – LITERATURA DE CORDEL.
SLIDES – LITERATURA DE CORDEL.
 

Semelhante a Aulão português

Revisão para enem 2016
Revisão para enem 2016Revisão para enem 2016
Revisão para enem 2016
Helio de Sant'Anna
 
Gramática Prof. Fernando Santos
Gramática   Prof. Fernando SantosGramática   Prof. Fernando Santos
Gramática Prof. Fernando Santos
Pré-Enem Seduc
 
Atividades recuperacao final 6 ano (1) (3)
Atividades recuperacao final 6 ano (1) (3)Atividades recuperacao final 6 ano (1) (3)
Atividades recuperacao final 6 ano (1) (3)
MADELOM FERREIRAA
 
Variação Linguística - Exercícios.pptx
Variação Linguística - Exercícios.pptxVariação Linguística - Exercícios.pptx
Variação Linguística - Exercícios.pptx
Ione56
 
5
55
Adjetivos
AdjetivosAdjetivos
Adjetivos
Birangela
 
Linguagens Códigos E suas Tecnologias
Linguagens Códigos E suas Tecnologias Linguagens Códigos E suas Tecnologias
Linguagens Códigos E suas Tecnologias
André Valença
 
Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio
Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio  Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio
Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio
Lenivaldo Costa
 
Atividades sobre substantivo, adjetivo, numeral
Atividades sobre substantivo, adjetivo, numeralAtividades sobre substantivo, adjetivo, numeral
Atividades sobre substantivo, adjetivo, numeral
Professora sonhadora
 
WORD: AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA: 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 - I CICLO
WORD: AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA: 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 - I CICLOWORD: AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA: 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 - I CICLO
WORD: AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA: 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 - I CICLO
Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino
 
QUIZ SAEB .pptx
QUIZ SAEB .pptxQUIZ SAEB .pptx
QUIZ SAEB .pptx
ANTONIANEDINAONOFRED
 
APOSTILA PREPARATÓRIA ENEM 2012. LINGUAGENS SUAS TECNOLOGIAS E SEUS CÓDIGOS.
APOSTILA PREPARATÓRIA ENEM 2012. LINGUAGENS SUAS TECNOLOGIAS E SEUS CÓDIGOS.APOSTILA PREPARATÓRIA ENEM 2012. LINGUAGENS SUAS TECNOLOGIAS E SEUS CÓDIGOS.
APOSTILA PREPARATÓRIA ENEM 2012. LINGUAGENS SUAS TECNOLOGIAS E SEUS CÓDIGOS.
Antônio Fernandes
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagemFiguras de linguagem
Figuras de linguagem
Zilamar Vieira
 
06 - Estruturas com valor adjetivo + uso dos pronomes relativos
06 - Estruturas com valor adjetivo + uso dos pronomes relativos06 - Estruturas com valor adjetivo + uso dos pronomes relativos
06 - Estruturas com valor adjetivo + uso dos pronomes relativos
NAPNE
 
Oitavos anos
Oitavos anosOitavos anos
Oitavos anos
Diego Prezia
 
Avaliaçãode línguaportuguesa3ºano (4) 2014-romaria
Avaliaçãode línguaportuguesa3ºano (4) 2014-romariaAvaliaçãode línguaportuguesa3ºano (4) 2014-romaria
Avaliaçãode línguaportuguesa3ºano (4) 2014-romaria
Romaria Ferraz Ferraz Porto
 
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS E MATEMÁTICA.pptx
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS E MATEMÁTICA.pptxAVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS E MATEMÁTICA.pptx
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS E MATEMÁTICA.pptx
tainattores
 
Exercício língua portuguesa - 1º ano
Exercício  língua portuguesa - 1º anoExercício  língua portuguesa - 1º ano
Exercício língua portuguesa - 1º ano
MatheusMesquitaMelo
 
Atividades de-lc3adngua-portuguesa-3c2ba-ano-ensino-mc3a9dio-com-descritores
Atividades de-lc3adngua-portuguesa-3c2ba-ano-ensino-mc3a9dio-com-descritoresAtividades de-lc3adngua-portuguesa-3c2ba-ano-ensino-mc3a9dio-com-descritores
Atividades de-lc3adngua-portuguesa-3c2ba-ano-ensino-mc3a9dio-com-descritores
Jucelino Carvalho
 
VARIAÇÃO LINGUISTICA COM MÚSICA.pptx
VARIAÇÃO LINGUISTICA COM MÚSICA.pptxVARIAÇÃO LINGUISTICA COM MÚSICA.pptx
VARIAÇÃO LINGUISTICA COM MÚSICA.pptx
ADELMA MARIA
 

Semelhante a Aulão português (20)

Revisão para enem 2016
Revisão para enem 2016Revisão para enem 2016
Revisão para enem 2016
 
Gramática Prof. Fernando Santos
Gramática   Prof. Fernando SantosGramática   Prof. Fernando Santos
Gramática Prof. Fernando Santos
 
Atividades recuperacao final 6 ano (1) (3)
Atividades recuperacao final 6 ano (1) (3)Atividades recuperacao final 6 ano (1) (3)
Atividades recuperacao final 6 ano (1) (3)
 
Variação Linguística - Exercícios.pptx
Variação Linguística - Exercícios.pptxVariação Linguística - Exercícios.pptx
Variação Linguística - Exercícios.pptx
 
5
55
5
 
Adjetivos
AdjetivosAdjetivos
Adjetivos
 
Linguagens Códigos E suas Tecnologias
Linguagens Códigos E suas Tecnologias Linguagens Códigos E suas Tecnologias
Linguagens Códigos E suas Tecnologias
 
Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio
Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio  Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio
Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio
 
Atividades sobre substantivo, adjetivo, numeral
Atividades sobre substantivo, adjetivo, numeralAtividades sobre substantivo, adjetivo, numeral
Atividades sobre substantivo, adjetivo, numeral
 
WORD: AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA: 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 - I CICLO
WORD: AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA: 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 - I CICLOWORD: AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA: 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 - I CICLO
WORD: AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA: 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 - I CICLO
 
QUIZ SAEB .pptx
QUIZ SAEB .pptxQUIZ SAEB .pptx
QUIZ SAEB .pptx
 
APOSTILA PREPARATÓRIA ENEM 2012. LINGUAGENS SUAS TECNOLOGIAS E SEUS CÓDIGOS.
APOSTILA PREPARATÓRIA ENEM 2012. LINGUAGENS SUAS TECNOLOGIAS E SEUS CÓDIGOS.APOSTILA PREPARATÓRIA ENEM 2012. LINGUAGENS SUAS TECNOLOGIAS E SEUS CÓDIGOS.
APOSTILA PREPARATÓRIA ENEM 2012. LINGUAGENS SUAS TECNOLOGIAS E SEUS CÓDIGOS.
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagemFiguras de linguagem
Figuras de linguagem
 
06 - Estruturas com valor adjetivo + uso dos pronomes relativos
06 - Estruturas com valor adjetivo + uso dos pronomes relativos06 - Estruturas com valor adjetivo + uso dos pronomes relativos
06 - Estruturas com valor adjetivo + uso dos pronomes relativos
 
Oitavos anos
Oitavos anosOitavos anos
Oitavos anos
 
Avaliaçãode línguaportuguesa3ºano (4) 2014-romaria
Avaliaçãode línguaportuguesa3ºano (4) 2014-romariaAvaliaçãode línguaportuguesa3ºano (4) 2014-romaria
Avaliaçãode línguaportuguesa3ºano (4) 2014-romaria
 
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS E MATEMÁTICA.pptx
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS E MATEMÁTICA.pptxAVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS E MATEMÁTICA.pptx
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS E MATEMÁTICA.pptx
 
Exercício língua portuguesa - 1º ano
Exercício  língua portuguesa - 1º anoExercício  língua portuguesa - 1º ano
Exercício língua portuguesa - 1º ano
 
Atividades de-lc3adngua-portuguesa-3c2ba-ano-ensino-mc3a9dio-com-descritores
Atividades de-lc3adngua-portuguesa-3c2ba-ano-ensino-mc3a9dio-com-descritoresAtividades de-lc3adngua-portuguesa-3c2ba-ano-ensino-mc3a9dio-com-descritores
Atividades de-lc3adngua-portuguesa-3c2ba-ano-ensino-mc3a9dio-com-descritores
 
VARIAÇÃO LINGUISTICA COM MÚSICA.pptx
VARIAÇÃO LINGUISTICA COM MÚSICA.pptxVARIAÇÃO LINGUISTICA COM MÚSICA.pptx
VARIAÇÃO LINGUISTICA COM MÚSICA.pptx
 

Mais de José Antonio Ferreira da Silva

Gêneros Textuais - Notícia.pptx
Gêneros Textuais - Notícia.pptxGêneros Textuais - Notícia.pptx
Gêneros Textuais - Notícia.pptx
José Antonio Ferreira da Silva
 
Política antiga e medieval aula - 3º ano
Política antiga e medieval   aula  - 3º anoPolítica antiga e medieval   aula  - 3º ano
Política antiga e medieval aula - 3º ano
José Antonio Ferreira da Silva
 
Variação Linguística
Variação LinguísticaVariação Linguística
Variação Linguística
José Antonio Ferreira da Silva
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagemFiguras de linguagem
Figuras de linguagem
José Antonio Ferreira da Silva
 
Bioetica
BioeticaBioetica
Modelo para análise dos poemas
Modelo para análise dos poemasModelo para análise dos poemas
Modelo para análise dos poemas
José Antonio Ferreira da Silva
 
Como fazer um Artigo Científico
Como fazer um Artigo CientíficoComo fazer um Artigo Científico
Como fazer um Artigo Científico
José Antonio Ferreira da Silva
 
Palestra sobre psicografia
Palestra sobre psicografiaPalestra sobre psicografia
Palestra sobre psicografia
José Antonio Ferreira da Silva
 
Pratica livro
Pratica livroPratica livro
Coesão
CoesãoCoesão
Metodologia do ensino
Metodologia do ensinoMetodologia do ensino
Metodologia do ensino
José Antonio Ferreira da Silva
 
Reflexões sobre a aula de português
Reflexões sobre a aula de portuguêsReflexões sobre a aula de português
Reflexões sobre a aula de português
José Antonio Ferreira da Silva
 
Projeto de Pesquisa
Projeto de PesquisaProjeto de Pesquisa
Projeto de Pesquisa
José Antonio Ferreira da Silva
 
Monografia
MonografiaMonografia
Romantismo prosa
Romantismo prosaRomantismo prosa
Projeto de Pesquisa - ISEP
Projeto de Pesquisa -  ISEPProjeto de Pesquisa -  ISEP
Projeto de Pesquisa - ISEP
José Antonio Ferreira da Silva
 
Erros dissertativo argumentativo
Erros dissertativo argumentativoErros dissertativo argumentativo
Erros dissertativo argumentativo
José Antonio Ferreira da Silva
 
A estrutura do texto dissertativo
A estrutura do texto dissertativoA estrutura do texto dissertativo
A estrutura do texto dissertativo
José Antonio Ferreira da Silva
 
Paráfrase
ParáfraseParáfrase
Producao de texto_no_enem_pre_requisitos_e_temas_possiveis
Producao de texto_no_enem_pre_requisitos_e_temas_possiveisProducao de texto_no_enem_pre_requisitos_e_temas_possiveis
Producao de texto_no_enem_pre_requisitos_e_temas_possiveis
José Antonio Ferreira da Silva
 

Mais de José Antonio Ferreira da Silva (20)

Gêneros Textuais - Notícia.pptx
Gêneros Textuais - Notícia.pptxGêneros Textuais - Notícia.pptx
Gêneros Textuais - Notícia.pptx
 
Política antiga e medieval aula - 3º ano
Política antiga e medieval   aula  - 3º anoPolítica antiga e medieval   aula  - 3º ano
Política antiga e medieval aula - 3º ano
 
Variação Linguística
Variação LinguísticaVariação Linguística
Variação Linguística
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagemFiguras de linguagem
Figuras de linguagem
 
Bioetica
BioeticaBioetica
Bioetica
 
Modelo para análise dos poemas
Modelo para análise dos poemasModelo para análise dos poemas
Modelo para análise dos poemas
 
Como fazer um Artigo Científico
Como fazer um Artigo CientíficoComo fazer um Artigo Científico
Como fazer um Artigo Científico
 
Palestra sobre psicografia
Palestra sobre psicografiaPalestra sobre psicografia
Palestra sobre psicografia
 
Pratica livro
Pratica livroPratica livro
Pratica livro
 
Coesão
CoesãoCoesão
Coesão
 
Metodologia do ensino
Metodologia do ensinoMetodologia do ensino
Metodologia do ensino
 
Reflexões sobre a aula de português
Reflexões sobre a aula de portuguêsReflexões sobre a aula de português
Reflexões sobre a aula de português
 
Projeto de Pesquisa
Projeto de PesquisaProjeto de Pesquisa
Projeto de Pesquisa
 
Monografia
MonografiaMonografia
Monografia
 
Romantismo prosa
Romantismo prosaRomantismo prosa
Romantismo prosa
 
Projeto de Pesquisa - ISEP
Projeto de Pesquisa -  ISEPProjeto de Pesquisa -  ISEP
Projeto de Pesquisa - ISEP
 
Erros dissertativo argumentativo
Erros dissertativo argumentativoErros dissertativo argumentativo
Erros dissertativo argumentativo
 
A estrutura do texto dissertativo
A estrutura do texto dissertativoA estrutura do texto dissertativo
A estrutura do texto dissertativo
 
Paráfrase
ParáfraseParáfrase
Paráfrase
 
Producao de texto_no_enem_pre_requisitos_e_temas_possiveis
Producao de texto_no_enem_pre_requisitos_e_temas_possiveisProducao de texto_no_enem_pre_requisitos_e_temas_possiveis
Producao de texto_no_enem_pre_requisitos_e_temas_possiveis
 

Último

Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Mary Alvarenga
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Centro Jacques Delors
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
Sandra Pratas
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
Espanhol Online
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
marcos oliveira
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
DirceuSilva26
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
deboracorrea21
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CristviaFerreira
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
C4io99
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
felipescherner
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
Ligia Galvão
 

Último (20)

Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
 

Aulão português

  • 2. z 1- Leia o texto a seguir e responda. Namoro O melhor do namoro, claro, é o ridículo. Vocês dois no telefone: — Desliga você. — Não, desliga você. — Você. — Você. — Então vamos desligar juntos. — Tá. Conta até três. — Um... Dois... Dois e meio... Ridículo agora, porque na hora não era não. Na hora nem os apelidos secretos que vocês tinham um para o outro, lembra? Eram ridículos. Ronron. Suzuca. Alcizanzão. Surusuzuca. Gongonha (Gongonhal) Mamosa. Purupupuca... Não havia coisa melhor do que passar tardes inteiras num sofá, olho no olho, dizendo: — As dondozeira ama os dondozeiro? — Ama. — Mas os dondozeiro ama as dondozeira mais do que as dondozeira ama os dondozeiro. Na-na-não. As dondozeira ama os dondozeiro mais do que, etc. E, entremeando o diálogo, longos beijos, profundos beijos, beijos mais do que de línguas, beijos de amígdalas, beijos catetéricos. Tardes inteiras. Confesse: ridículo só porque nunca mais. Depois de ridículo, o melhor do namoro são as brigas. Quem diz que nunca, como quem não quer nada, arquitetou um encontro casual com a ex ou o ex só para ver se ela ou ele está com alguém, ou para fingir que não vê, ou para ver e ignorar, ou para dar um abano amistoso querendo dizer que ela ou ele agora significa tão pouco que podem até ser amigos, está mentindo. Ah, está mentindo. E melhor do que as brigas são as reconciliações. Beijos ainda mais profundos, apelidos ainda mais lamentáveis, vistos de longe. A gente brigava mesmo era para se reconciliar depois, lembra? Oito entre dez namorados transam pela primeira vez fazendo as pazes. Não estou inventando. O IBGE tem as estatísticas. VERÍSSIMO, Luís Fernando. Correio Braziliense. 13/06/1999.
  • 3. z No texto, considera-se que o melhor do namoro é o ridículo associado: § (A) às brigas por amor. § (B) às mentiras inocentes. § (C) às reconciliações felizes. § (D) aos apelidos carinhosos. § (E) aos telefonemas intermináveis. Resposta: Letra C D1 - Localizar informações explícitas em um texto.
  • 4. z (PAEBES). Leia o texto abaixo. Massa boa é massa fresca Os pais de um italianinho eram donos de uma trattoria no interior da Itália. Isso há décadas e décadas. Comida simples, tradicional, lugar pequeno, pratos deliciosos. Certa vez, enquanto o menino brincava no balcão e seu pai assumia as caçarolas, um turista que degustava a massa viu um ratinho passar no salão. “O que é isso?”, exclamou o cliente. Sem reação e também surpreso, o italiano improvisou: “Essa é Suzi. Mora aqui com a gente”. PORTUGAL, Rayane. Revista do Correio. Correio Braziliense. 18 jul. 2010. p. 28.
  • 5. z § No trecho “... que degustava a massa...”, a palavra destacada refere-se a § A) menino. § B) pai. § C) turista. § D) ratinho. § E) italiano. Resposta: Letra C D2 - Estabelecer relações entre partes de um texto, identificando repetições ou substituições que contribuem para a continuidade de um texto.
  • 6. z (SAEPE). Leia o texto abaixo e responda.
  • 7. z § Nesse texto, no trecho “Dê uma voltinha de carro com § o barbeiro”, a palavra destacada tem o sentido de § A) pessoa que coleciona carros. § B) pessoa que dirige mal. § C) pessoa que usa barba ou bigode. § D) profissional que trabalha com carros. § E) profissional que faz barba e cabelo. Resposta: Letra B D3 - Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.
  • 8. z (SPAECE). Leia o texto abaixo. A vida sem casamento Afinal, o que as mulheres querem? No campo das aspirações femininas mais fundamentais, essa é uma pergunta facílima de responder. Por razões sociais, culturais e biológicas, a maioria absoluta das mulheres aspira a encontrar um companheiro, casar- se, construir família e, por intermédio dos filhos, ver cumprido o imperativo tão profundamente entranhado em seu corpo e em sua psique ao longo de centenas de milhares de anos de história evolutiva. A diferença a que se assiste hoje é que não existe mais um calendário fixo para que isso aconteça. A formidável mudança que eclodiu e se consolidou ao longo do último século, com o processo de emancipação feminina, o acesso à educação e a conquista do controle reprodutivo, permitiu a um número crescente de mulheres adiar a “programação” materno-familiar. As mulheres que dispõem de autonomia econômica e vida independente não são mais consideradas balzaquianas aos 30 anos – apenas 30 anos! - , encalhadas aos 35 e aos 40, reduzidas irremediavelmente à condição de solteironas, quando não agregadas de baixíssimo status social, melancolicamente mexendo tachos de comida para os sobrinhos nas grandes cozinhas das famílias multinucleares do passado. Imaginem só chamar de titia uma profissional em pleno florescimento, com um ou mais títulos universitários – e um corpinho bem-cuidado que enfrenta com honras o jeans de cintura baixa ou o biquíni nos intervalos dos compromissos de trabalho. Além de fora de moda, o termo pode ser até ofensivo. O contraponto a esses avanços é que, quanto mais as mulheres prorrogam o casamento, mais se candidatam a uma vida inteira sem alcançá-lo. Bel Moherdani. Revista Veja. 29 Novembro 2006 (Fragmento)
  • 9. z § A principal informação desse texto é que as mulheres § A) aspiram casar-se e construir família. § B) desejam, através de seus filhos, perpetuar a evolução. § C) dispõem de autonomia econômica. § D) enquanto avançam no profissional, adiam o casamento. § E) tem se preocupado mais com a forma física. Resposta: Letra D D4 - Inferir uma informação implícita em um texto.
  • 10. z -(SAEPE). Leia o texto abaixo e responda.
  • 11. z § A leitura do último quadro permite afirmar que o rapaz § A) está sem planos de casar. § B) está bastante apaixonado. § C) quer mudar o toque do celular. § D) queria ficar mais um pouco. § E) quer um compromisso sério. Resposta: Letra A D5 - Interpretar texto com o auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto etc.)
  • 12. z (SAEPE). Leia o texto abaixo e responda. Canções com Mamonas Assassinas e Maria Rita retratam tipos urbanos femininos As canções têm a particularidade de fazer, na conjunção letra e música, um retrato do cotidiano, expondo jeitos de ser, maneiras de falar, personagens, tipos característicos de determinados momentos, lugares, classes, comunidades. Seja qual for o estilo, a canção motiva uma escuta que possibilita um contato quase que de primeiro grau com vozes que tocam o ouvinte e estabelecem com ele um diálogo que tematiza, de maneira explícita ou não, valores sociais, culturais, morais. Nesse sentido, a mulher, tanto quanto na poesia e nas artes em geral, tem povoado as canções, aparecendo como “divina e graciosa/estrela majestosa”, “mulher de verdade”, “mulher indigesta”, “mulher de trinta”, “dessas mulheres que só dizem sim”, “Marina morena” etc. Se a lista nunca se acaba, as mulheres encarnadas pelas canções dizem muito sobre os costumes e os valores de uma época, revelando concepções de feminino. Maria do Socorro, recente composição de Edu Krieger, cantada por Maria Rita, e a “mina” de Pelados em Santos, composição de Dinho, do saudoso grupo Mamonas Assassinas, dimensionam a maneira como dois tipos urbanos entram para a galeria das mulheres brasileiras retratadas pela música popular. Essas canções mostram, cada uma a seu modo, o lugar assumido pelo observador para estabelecer um enquadramento, delineando, sobretudo pelas escolhas linguísticas, as vozes que as materializam. BRAIT, Beth.
  • 13. z § Qual é a tese desse texto? § A) As canções mantêm um diálogo com o cotidiano de modo geral. § B) As canções motivam uma escuta com vozes que tocam o ouvinte. § C) As canções sobre mulheres descrevem os costumes e os valores de uma época. § D) Os autores determinam o lugar das mulheres em suas composições. § E) Os tipos urbanos de mulheres retratados nas canções assumem a lógica do observador. Resposta: Letra C D6 - Identificar o tema de um texto.
  • 14. z (2ª P.D – Seduc-GO). Leia o texto abaixo e responda. Língua Caetano Veloso Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís Camões Gosto de ser e de estar. E quero me dedicar a criar confusões de prosódia. E uma profusão de paródias. Que encurtem dores. E furtem cores como camaleões. Gosto do Pessoa na pessoa. Da rosa no Rosa. E sei que a poesia está para a prosa. Assim como o amor está para a amizade e quem há de negar que esta lhe é superior? E deixe os Portugais morrerem à míngua “Minha pátria é minha língua” Fala Mangueira! Fala! Flor do Lácio Sambódromo Lusamérica latim em pó. O que quer O que pode esta língua? [...] Disponível em: http://letras.terra.com.br/caetano-veloso/44738/ Acesso em: 14/05/2012
  • 15. z § A tese defendida pelo autor do texto é que § A) a língua portuguesa está repleta de dificuldades. § B) autores de língua portuguesa têm estilos diferentes. § C) a pátria dos falantes é a língua, superando as fronteiras geopolíticas. § D) na língua, é fundamental a associação de palavras para criar efeitos sonoros. § E) Mangueira é uma legítima representante dos falantes da língua portuguesa. Resposta: Letra C D7 - Identificar a tese de um texto. .
  • 16. z (SEAPE. Leia o texto abaixo. MIB³ – Homens de Preto 3 Eis uma aposta arriscada: reconvocar os Homens de Preto, quase uma década depois da decepcionante continuação que afundou a franquia, para, com um dos orçamentos mais inflados da história do cinema [...], recuperar o charme excêntrico e empolgante do original de 97. Passaram-se 15 anos deste, e Will Smith e Tommy Lee Jones retornam como os agentes J e K. Pensando friamente, é um prognóstico desanimador, mas MIB³ – Homens de Preto 3 é um exemplar bem- sucedido da retomada da inventividade e da satisfatória dinâmica dos protagonistas, as qualidades que conquistaram o público (e a mim) muitos anos atrás. [...] Apesar do longo hiato, a narrativa mantém intactos os melhores elementos do original, como a postura carrancuda de K, insensivelmente divertida no discurso de morte de Zed, e a boa química entre a dupla de agentes. Reproduzindo criativamente um salto no tempo, embora os efeitos especiais deixem a desejar, o filme acerta no casting do interessante Josh Brolin, que reproduz fielmente a entonação da voz texana de Tommy Lee Jones e os maneirismos de sua atuação [...]. No entanto, é impossível ignorar os enormes e grosseiros furos narrativos causados por um roteirista claramente incapaz de lidar com o conceito de viagem no tempo. Sem entregar spoilers, apenas J estar na Agência e se recordar de K revela um paradoxo sem solução, pois este supostamente morreu em 69 e não poderia tê-lo recrutado, e culpar fratura temporal e achocolatado (!) é desculpa de roteirista preguiçoso. [...] Entretanto, a direção de Barry Sonnenfeld é suficientemente ágil para que não pensemos (muito) nos tropeços narrativos. Dosando o humor, ação e drama adequadamente [...], o cineasta desenvolveu uma aventura descompromissada [...]. Embora improvável que a aposta dos produtores tenha resultados além do morno, Homens de Preto 3 é bom o bastante para “neuralizar” o desastre do último episódio e manter uma lembrança agradável de J, K e esta inusitada agência secreta. SALLEM, Márcio.
  • 17. z § Nesse texto, sobre a tese de que o filme Homens de Preto 3 é bem-sucedido, há um argumento em: § A) “... com um dos orçamentos mais inflados da história do cinema...”. (1° parágrafo) § B) “... Will Smith e Tommy Lee Jones retornam...”. (1°parágrafo) § C) “... a narrativa mantém intactos os melhores elementos do original...”. (2° parágrafo) § D) “... embora os efeitos especiais deixem a desejar...”. (2° parágrafo) § E) “... é impossível ignorar os enormes e grosseiros furos narrativos...”. (3° parágrafo) Resposta: Letra C D8 - Estabelecer relação entre a tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la.
  • 18. z Leia o texto a seguir e, responda. Carta de reclamação Defeito no celular irrita usuário Quero resolver um problema com a empresa X. Meu aparelho desbloqueia sozinho e faz com que eu perca alguns créditos. A pedido deles, ligo para a empresa, mas de nada adianta. Eles não resolvem nada. O máximo que consigo é passar de uma atendente para outra e ficar escutando a música de espera. A cada uma delas tenho que explicar todo o problema novamente. Estou chateado, pois o celular desbloqueia sozinho e quando vejo está discando. Estou tão insatisfeito que quero doar o aparelho. Em uma das ligações, a central de atendimento me transferiu para a central de vendas e tentaram me convencer a comprar um novo aparelho. (E.L.P., guarda-civil, Capital, SP) Transcrição da resposta da empresa X A empresa X informa que já entrou em contato com o consumidor e solicitou que o mesmo encaminhe seu aparelho a um serviço autorizado da empresa de sua preferência. Segundo a empresa, serão realizados testes e reparos necessários, de acordo com o Certificado de Garantia. E. diz que a empresa realmente o procurou. Ele conta que não levará o aparelho até um serviço autorizado, pois não irá pagar pelo conserto. Ele alega que só procuraria tal serviço se a empresa fosse arcar com o conserto. [...] (Diário de S.Paulo, 22/9/2003, p.B4)
  • 19. z § A queixa principal de E.L.P. é que § (A) o aparelho desbloqueia sozinho e gera despesa. § (B) o atendimento da empresa X não é muito bom. § (C) o aparelho é muito dispendioso. § (D) a central de vendas quis vender-lhe um novo aparelho. Resposta: Letra A D9 - Diferenciar as partes principais das secundárias em um texto.
  • 20. z (SADEAM). Leia o texto abaixo e responda. O burro selvagem e o burro doméstico Um burro selvagem, como visse um burro doméstico tomando sol, aproximou-se e o felicitou por sua constituição física e pelo proveito que tirava da forragem. Mas depois, ao vê-lo carregando um fardo, tendo atrás o asneiro que lhe batia com um cacete, disse: “Ah! Não mais te felicito, pois vejo que tens coisas em abundância, mas não sem grandes males!”. Assim, não é invejável o ganho acompanhado de perigos e sofrimentos. ESOPO. Fábulas completas. São Paulo: Moderna, 1994.
  • 21. z § O conflito desse texto é gerado pelo fato de o burro § A) apanhar do asneiro. § B) estar tomando sol. § C) ser um animal doméstico. § D) ter coisas em abundância. § E) tirar proveito da forragem. Resposta: Letra A D10 - Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa.