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LIÇÃO 10 O Evangelho de Mateus
Jesus em Jerusalém 28 de MAIO a 4 de JUNHO 2016
❉ Sábado à tarde Ano Bíblico: Ne 12, 13
VERSO PARA MEMORIZAR: “Perguntou-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os
construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; isto procede do Senhor e é maravilhoso aos
nossos olhos?” (Mt 21:42).
Cristo estava estabelecendo um reino sobre princípios diversos. Chamava os homens, não à autoridade, mas ao
serviço, os fortes a sofrer as fraquezas dos fracos. Poder, posição, talento, educação colocavam seus
possuidores sob maior dever de servir aos semelhantes. Ainda ao mais humilde dos discípulos de Cristo, é
dito: "Tudo isso é por amor de vós." II Cor. 4:15.
"O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e para dar a Sua vida em resgate de muitos."
Mat. 20:28. Entre Seus discípulos, Cristo era em todos os sentidos Aquele sobre quem repousavam os
cuidados e responsabilidades. Partilhava da pobreza deles, exercia abnegação em seu benefício, ia adiante
deles para lhes aplainar os mais ásperos caminhos e deveria consumar em breve Sua obra terrestre, entregando
a própria vida. O princípio sobre que Ele agia deve atuar nos membros da igreja, que é Seu corpo. O plano e a
base da salvação são amor. No reino de Cristo, são maiores os que seguem o exemplo por Ele dado e
procedem como pastores de Seu rebanho.
As palavras de Paulo revelam a verdadeira dignidade e honra da vida cristã: "Sendo livre para com todos, fiz-
me servo de todos" (I Cor. 9:19), "não buscando o meu próprio proveito, mas o de muitos, para que assim se
possam salvar." I Cor. 10:33. O Desejado de Todas as Nações, p. 550
❉ Domingo - Uma vinda profetizada
“Assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda uma vez, daqui a pouco, e farei tremer os céus, e a terra, e o mar, e
a terra seca; e farei tremer todas as nações, e virá o Desejado de todas as nações, e encherei esta casa de
glória, diz o Senhor dos Exércitos. Minha é a prata, e Meu é o ouro, disse o Senhor dos Exércitos. A glória
desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz,
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diz o Senhor dos Exércitos” (Ag 2:6-9, ARC).
“Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador,
humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta” (Zc 9:9).
► Perg. 1. Como essas profecias se aplicam ao relato de Mateus 21:1-11, sobre a entrada de Jesus em
Jerusalém?
Mt 21:1-11, (ACF 1753); 1 E, QUANDO se aproximaram de Jerusalém, e chegaram a Betfagé, ao Monte das
Oliveiras, enviou, então, Jesus dois discípulos, dizendo-lhes: 2 Ide à aldeia que está defronte de vós, e
logo encontrareis uma jumenta presa, e um jumentinho com ela; desprendei-a, e trazei-mos. 3 E, se
alguém vos disser alguma coisa, direis que o Senhor os há de mister; e logo os enviará. 4 Ora, tudo isto
aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta, que diz: 5 Dizei à filha de Sião: Eis que o
teu Rei aí te vem, Manso, e assentado sobre uma jumenta, E sobre um jumentinho, filho de animal de
carga. 6 E, indo os discípulos, e fazendo como Jesus lhes ordenara, 7 Trouxeram a jumenta e o jumentinho, e
sobre eles puseram as suas vestes, e fizeram-no assentar em cima. 8 E muitíssima gente estendia as suas
vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, e os espalhavam pelo caminho. 9 E a multidão
que ia adiante, e a que seguia, clamava, dizendo: Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome
do Senhor. Hosana nas alturas! 10 E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, dizendo: Quem
é este? 11 E a multidão dizia: Este é Jesus, o profeta de Nazaré da Galiléia.
► Resp. 1. A profecia de Zacarias 9:9 se cumpriu em Mateus 21, com a entrada do Rei Jesus em Jerusalém,
montado em um jumento.
Cristo estava seguindo o costume judaico nas entradas reais. O animal que montava era o mesmo cavalgado
pelos reis de Israel, e a profecia havia predito que assim viria o Messias a Seu reino. Logo que Ele Se sentou
no jumentinho, um grande grito de triunfo ecoou nos ares. A multidão O aclamou como o Messias, seu Rei.
Jesus aceitou então a homenagem que nunca antes havia permitido, e os discípulos consideraram isso uma
prova de que suas alegres esperanças de vê-lo estabelecido no trono logo se realizariam. O povo ficou
convencido de que a hora de sua emancipação se aproximava. Em pensamento, viram os exércitos romanos
expulsos de Jerusalém, e Israel mais uma vez como nação independente” – O Desejado de Todas as Nações, p.
570.
❉ Segunda - Jesus no templo
No tempo de Jesus, as coisas já haviam se tornado tão terrivelmente pervertidas pela ganância e avareza dos
sacerdotes, a quem havia sido confiada a realização dos serviços, que “aos olhos do povo tinha sido destruída,
em grande parte, a santidade do serviço sacrifical” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 590).
► Perg. 2. Leia Mateus 21:12-17. Que lições há nesse texto para nós, como adoradores de Deus?
Mt 21:12-17, (ACF 1753); 12 E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e
compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas; 13 E disse-
lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de
ladrões. 14 E foram ter com ele no templo cegos e coxos, e curou-os. 15 Vendo, então, os principais dos
sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia, e os meninos clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi,
indignaram-se, 16 E disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca
dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor? 17 E, deixando-os, saiu da cidade para
Betânia, e ali passou a noite.
► Resp. 2. Muitos usam a religião para obter lucro e promover os próprios interesses. Precisamos estudar a
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Bíblia para entender que o verdadeiro propósito do templo, ou das igrejas, é ser uma casa de oração. A igreja é
um lugar em que Jesus cura doentes. Enquanto líderes importantes ficaram indignados com Jesus, crianças e
pessoas simples O louvavam.
Como muitos de nossos irmãos, o irmão se está emaranhando com os transgressores da lei de Deus, adotando
seus pontos de vista e caindo nos seus erros. Deus visitará com os Seus juízos os que professam servi-Lo, e no
entanto na realidade servem a Mamom. Os que por amor de suas vantagens pessoais desrespeitam a expressa
ordem do Senhor, acumulam sobre si a desgraça futura. A igreja de ______ deve verificar cuidadosamente se,
como os judeus, não fizeram do templo de Deus lugar de venda. Disse Cristo: "Está escrito: A Minha casa será
chamada casa de oração - mas vós a tendes convertido em covil de ladrões." Mat. 21:13.
Não estão muitos de nosso povo caindo no pecado de sacrificar sua religião por amor do ganho mundano;
mantendo uma forma de piedade, enquanto se dedicam inteiramente a ocupações temporais? À lei de Deus
tem de ser conferido o primeiro lugar de todos, devendo ser obedecida no espírito e na letra. Se a Palavra de
Deus, pronunciada com majestosa solenidade do monte santo, é considerada levianamente, como serão
acolhidos os Testemunhos de Seu Espírito? Mentes tão entenebrecidas que não reconheçam a autoridade dos
mandamentos do Senhor, dados diretamente ao homem, pouco benefício poderão receber de um instrumento
débil, por Ele escolhido para instruir Seu povo. Testemunhos Seletos, v, 1. p. 500.
❉ Terça - Ausência de frutos
► Perg. 3. Leia Mateus 21:18-22. Que relação existe entre o ato de Jesus, de amaldiçoar a figueira, e Sua
purificação do templo?
Mt 21:18-22, (ACF 1753); 18 E, de manhã, voltando para a cidade, teve fome; 19 E, avistando uma
figueira perto do caminho, dirigiu-se a ela, e não achou nela senão folhas. E disse-lhe: Nunca mais nasça
fruto de ti! E a figueira secou imediatamente. 20 E os discípulos, vendo isto, maravilharam-se, dizendo:
Como secou imediatamente a figueira? 21 Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Em verdade vos digo que, se
tiverdes fé e não duvidardes, não só fareis o que foi feito à figueira, mas até se a este monte disserdes: Ergue-
te, e precipita-te no mar, assim será feito; 22 E, tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis.
► Resp. 3. A figueira representava os religiosos judeus nos dias de Jesus, secos e sem vida espiritual. Deus
esperou por muito tempo que eles dessem fruto, mas finalmente, com a purificação do templo, mostrou que
eles preferiram a maldição da incredulidade e suas terríveis consequências.
O capítulo 21 de Mateus, que fala da viagem de Cristo a Jerusalém por ocasião da Sua entrada triunfal, é um
capítulo poderoso que precisamos de estudar e entender. Precisamos de nos prevenir com a lição da figueira
pretensiosa que não produzia fruto. Representa aqueles que professam servir Deus, cujos nomes estão nos
livros da igreja, mas cuja vida não produz qualquer fruto para a glória de Deus. – Olhando Para o Alto
(Meditações Matinais, 1983), p. 75.
Faz parte da natureza da figueira que os figos surjam primeiro do que as folhas. Por conseguinte, esta figueira
cheia de folhas prometia ter frutos bem desenvolvidos. Mas a sua aparência era enganadora. Depois de
procurar nos ramos, dos mais baixos aos mais altos, Jesus “não achou senão folhas”. Era uma massa de
folhagem pretensiosa, nada mais. … A maldição da figueira foi uma parábola viva. Aquela árvore estéril,
ostentando a sua pretensiosa folhagem na própria face de Cristo, era um símbolo da nação judaica. O Salvador
desejava tornar claras aos Seus discípulos a causa e a certeza da condenação de Israel. Para este fim Ele
investiu a árvore de qualidades morais, e tornou-a expositora da verdade divina. Os Judeus distinguiam-se de
todas as outras nações, por professarem fidelidade para com Deus. Tinham sido favorecidos de modo especial
por Ele, e pretendiam ser mais justos do que todos os outros povos. Mas estavam corrompidos pelo amor ao
mundo e à avareza. Orgulhavam-se do seu conhecimento, mas ignoravam os requisitos de Deus, e estavam
cheios de hipocrisia. Como a árvore estéril, estendiam os pretensiosos ramos para o Alto, exuberantes na
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aparência, belos à vista, mas não dando “senão folhas”. ...
A advertência é para todos os tempos. O ato de Cristo em amaldiçoar a árvore que o Seu próprio poder tinha
criado, permanece como um aviso para todas as Igrejas e para todos os Cristãos. Ninguém pode viver a Lei de
Deus sem servir os outros. Mas há muitos que não vivem segundo a misericordiosa e abnegada vida de Jesus.
Alguns que se julgam excelentes Cristãos não compreendem o que significa o serviço para Deus. Planeiam e
estudam para si mesmos. Agem sempre com referência a si mesmos. … Os que vivem assim para si mesmos,
são como a figueira, que simulava dar fruto, mas era infrutífera. Observam as formas de culto, mas sem
arrependimento nem fé. Professam honrar a Lei de Deus, mas falta-lhes a obediência. Dizem, mas não fazem.
Na sentença proferida contra a figueira, Cristo demonstra como é detestável aos Seus olhos esta vã pretensão.
Ele diz que o pecador declarado é menos culpado do que o que diz servir Deus mas não produz fruto para a
Sua glória.
Há nesta geração muitos que estão trilhando o mesmo caminho dos incrédulos judeus. Testemunharam as
manifestações do poder de Deus; o Espírito Santo lhes falou ao coração; apegam-se, porém, a sua
incredulidade e resistência. Deus lhes envia advertências e repreensões, mas não querem confessar seus erros,
e rejeitam-Lhe a mensagem e o mensageiro. Os próprios meios que Ele emprega para sua restauração, tornam-
se para eles em pedra de tropeço. – O Desejado de Todas as Nações, pp. 494-496, ed. P. SerVir.
❉ Quarta - A pedra
Se você vesse apenas mais alguns dias de vida, o que faria com eles? Uma das coisas que Jesus fez foi contar
histórias que causariam profundo impacto em Seus ouvintes.
► Perg. 4. Leia Mateus 21:33-46. Quem representam os seguintes personagens?
Mt 21:33-46, (ACF 1753); 33 Ouvi, ainda, outra parábola: Houve um homem, pai de família, que plantou
uma vinha, e circundou-a de um valado, e construiu nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a
uns lavradores, e ausentou-se para longe. 34 E, chegando o tempo dos frutos, enviou os seus servos aos
lavradores, para receber os seus frutos. 35 E os lavradores, apoderando-se dos servos, feriram um, mataram
outro, e apedrejaram outro. 36 Depois enviou outros servos, em maior número do que os primeiros; e eles
fizeram-lhes o mesmo. 37 E, por último, enviou-lhes seu filho, dizendo: Terão respeito a meu filho. 38 Mas os
lavradores, vendo o filho, disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo, e apoderemo-nos da sua
herança. 39 E, lançando mão dele, o arrastaram para fora da vinha, e o mataram. 40 Quando, pois, vier o
senhor da vinha, que fará àqueles lavradores? 41 Dizem-lhe eles: Dará afrontosa morte aos maus, e arrendará a
vinha a outros lavradores, que a seu tempo lhe deem os frutos. 42 Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras:
A pedra, que os edificadores rejeitaram, Essa foi posta por cabeça do ângulo; Pelo Senhor foi feito isto, E é
maravilhoso aos nossos olhos? 43 Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma
nação que dê os seus frutos. 44 E, quem cair sobre esta pedra, despedaçar-se-á; e aquele sobre quem ela cair
ficará reduzido a pó. 45 E os príncipes dos sacerdotes e os fariseus, ouvindo estas palavras, entenderam
que falava deles; 46 E, pretendendo prendê-lo, recearam o povo, porquanto o tinham por profeta.
► Resp. 4. O dono de casa é Deus. Os lavradores são o povo judeu, especialmente os principais sacerdotes e
os fariseus. Os servos são os profetas e mensageiros de Deus. O Filho é Jesus Cristo.
Jesus Se dirigiu a todo o povo presente; mas os sacerdotes e principais responderam. "Dará afrontosa morte
aos maus", disseram, "e arrendará a vinha a outros lavradores, que a seu tempo lhe deem os frutos." Mat.
21:41. Os que assim falavam não perceberam, a princípio, a aplicação da parábola, mas viram depois haver
proferido a própria condenação. Na parábola, o pai de família representava Deus, a vinha a nação judaica, e o
valado a lei divina que lhes servia de proteção. A torre era um símbolo do templo. O dono da vinha fizera tudo
que era para prosperidade da mesma. "Que mais se podia fazer à Minha vinha", diz Ele, "que lhe não tenha
feito?" Isa. 5:4. Assim foi representado o incessante cuidado de Deus para com Israel. E como os lavradores
deviam devolver ao pai de família a devida proporção de frutos da vinha, assim o povo de Deus O devia
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honrar por uma vida em correspondência com os sagrados privilégios que tinham. Mas, como os lavradores
mataram os servos que o senhor lhes enviara em busca de frutos, assim os judeus fizeram morrer os profetas
que Deus mandara para os chamar ao arrependimento. Mensageiro após mensageiro fora morto. Até aí a
aplicação da parábola não podia ser posta em dúvida, e no que se seguiu não foi menos clara. No amado filho
a quem o senhor da vinha afinal mandara a seus desobedientes servos, e de quem se apoderaram para matar,
viram os sacerdotes e principais uma distinta figura de Jesus e a sorte que sobre Ele impendia. Já estavam
planejando tirar a vida Àquele a quem o Pai lhes enviara em um derradeiro apelo. Na retribuição infligida aos
ingratos lavradores, estava descrita a sorte dos que haviam de condenar Cristo à morte.
Olhando-os com piedade, continuou o Salvador: "Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores
rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo; pelo Senhor foi feito isto, e é maravilhoso aos nossos olhos?
Portanto Eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos. E
quem cair sobre esta pedra despedaçar-se-á; e aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó." Mat. 21:42-44.
Essa profecia repetiram os judeus muitas vezes nas sinagogas, aplicando-a ao Messias que havia de vir. Cristo
era a pedra de esquina da dispensação judaica, e de todo o plano da salvação. Essa pedra fundamental os
edificadores judaicos, os sacerdotes e príncipes de Israel, estavam agora rejeitando. O Salvador chamou-lhes a
atenção para as profecias que lhes mostrariam seu perigo. Buscou, por todos os meios possíveis, mostrar-lhes
claramente a natureza do ato que estavam para praticar.
E Suas palavras tinham outro desígnio. Ao fazer a pergunta: "Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará
àqueles lavradores?" (Mat. 21:40) era intuito de Cristo que os fariseus respondessem como fizeram. Tinha em
vista que eles mesmos se condenassem. Suas advertências, deixando de despertá-los para o arrependimento,
selar-lhes-iam a condenação, e Ele queria que vissem que eles próprios haviam trazido sobre si a ruína.
Intentava mostrar-lhes a justiça de Deus em retirar-lhes os privilégios nacionais, o que já começara e
terminaria, não somente na destruição do templo e da cidade, mas na dispersão da nação.
Os ouvintes reconheceram a advertência. Não obstante, porém, a sentença que eles mesmos haviam proferido,
os sacerdotes e príncipes estavam prontos a completar o quadro, dizendo: "Este é o herdeiro; vinde, matemo-
lo." "E, pretendendo prendê-Lo, recearam o povo" (Mat. 21:46), porque o sentimento público era a favor de
Cristo. O Desejado de Todas as nações, pp. 596-597.
► Perg. 5. Leia Mateus 21:44 novamente. Há duas maneiras diferentes de nos relacionarmos com a pedra:
uma delas é cairmos sobre ela e ficarmos em pedaços; a outra é a pedra cair sobre nós e nos esmagar. Qual é a
diferença fundamental entre as duas? Ver também Sl 51:7; Dn 2:34.
Mt 21:44, (ACF 1753); 44 E, quem cair sobre esta pedra, despedaçar-se-á; e aquele sobre quem ela cair ficará
reduzido a pó.
Sl 51:7, (KJA); 7 Portanto, purifica-me com hissopo e ficarei limpo; lava-me, e mais branco do que a neve
serei.
Dn 2:34-35, (KJA); 34 Enquanto estavas contemplando toda a estátua, uma pedra soltou-se , sem auxílio de
mãos, atingiu a estátua nos pés de ferro e de barro e os destroçou. 35 Então o ferro, o barro, o bronze, a prata e
o ouro vieram abaixo, despedaçados; viraram pó, como o pó que se vê na eira, quando no verão se bate o trigo
no terreno para separá-lo da palha. E o vento carregou todos os destroços sem deixar vestígio. Entretanto, a
pedra que atingiu a estátua tornou-se uma montanha e encheu a terra toda.
► Resp. 5. Cair sobre a pedra é se humilhar, é ser quebrantado e transformado por Deus. Ser esmagado pela
pedra que cai é perder a oportunidade da salvação em Cristo e ser condenado no juízo.
Na profecia de Isaías, declara-se que Cristo é tanto o firme fundamento como uma pedra de tropeço. O
apóstolo Pedro, escrevendo sob inspiração do Espírito Santo, mostra claramente para quem Cristo é uma pedra
de esquina, e para quem é rocha de escândalo:
"Se é que já provastes que o Senhor é benigno: e, chegando-vos para Ele - pedra viva, reprovada, na verdade
pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, vós, também, como pedras vivas, sois edificados casa
espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo. Pelo que
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também na Escritura se contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; e quem
nela crer não será confundido. E assim para vós, os que crerdes, é preciosa, mas para os rebeldes, a pedra que
os edificadores reprovaram essa foi a principal da esquina; e uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, para
aqueles que tropeçam na Palavra, sendo desobedientes." I Ped. 2:3-8.
Para os que crêem, Cristo é o firme fundamento. São eles que caem sobre a Rocha e se despedaçam. A
submissão a Cristo e a fé nEle são aqui representadas. Cair sobre a Rocha e despedaçar-se, é renunciar a nossa
própria justiça e ir a Cristo com a humildade de uma criança, arrependidos de nossas transgressões e crendo
em Seu amor perdoador. E assim também é pela fé e a obediência que edificamos sobre Cristo como nosso
fundamento.
Sobre essa pedra viva podem edificar semelhantemente judeus e gentios. Este é o único fundamento sobre que
podemos com segurança edificar. É suficientemente largo para todos, e forte bastante para sustentar o peso e o
fardo do mundo inteiro. E pela ligação com Cristo, a pedra viva, todos quantos edificam sobre esse
fundamento se tornam pedras vivas. Muitas pessoas são lavradas, polidas e embelezadas por seus próprios
esforços; não podem, no entanto, tornar-se "pedras vivas", porque não estão ligadas a Cristo. Sem essa ligação,
homem algum se pode salvar. Sem a vida de Cristo em nós, não podemos resistir às tempestades das tentações.
Nossa segurança eterna depende de edificarmos sobre o firme fundamento. Multidões se encontram hoje em
dia edificando sobre fundamento não provado. Ao cair a chuva, e soprarem os ventos, e as enchentes
sobrevirem, sua casa cairá, porque não está fundada sobre a Rocha eterna, a principal pedra de esquina - Cristo
Jesus. "Para aqueles que tropeçam na Palavra, sendo desobedientes", Cristo é uma rocha de escândalo. Mas "a
pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo". Como a pedra rejeitada, Cristo, em
Sua missão terrestre suportara desdém e maus-tratos. Foi "desprezado, e o mais indigno dentre os homens;
homem de dores, e experimentado nos trabalhos: ... era desprezado, e não fizemos dEle caso algum". Isa. 53:3.
Mas aproximava-se o tempo em que Ele seria glorificado. Pela ressurreição dentre os mortos, seria "declarado
Filho de Deus em poder". Rom. 1:4. Em Sua segunda vinda, seria revelado como Senhor do Céu e da Terra.
Os que se achavam então prestes a crucificá-Lo, reconheceriam Sua grandeza. Perante o Universo, a pedra
rejeitada Se tornaria a principal pedra de esquina.
"E aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó." O povo que rejeitou a Cristo, teria de ver em breve
destruídas sua cidade e nação. Sua glória seria despedaçada, espalhada como o pó diante do vento. E que foi
que destruiu os judeus? Foi a rocha que, houvessem eles edificado sobre ela, teria sido sua segurança. Foi a
bondade divina desprezada, a justiça maltratada, e menosprezada Sua misericórdia. Os homens deliberaram
opor-se a Deus, e tudo quanto teria servido para sua salvação foi voltado para sua destruição. Tudo quanto
Deus ordenara para vida, acharam ser para morte. Na crucifixão de Cristo pelos judeus, estava envolvida a
destruição de Jerusalém. O sangue derramado sobre o Calvário, foi o peso que os fez abismar na ruína para
este mundo e o mundo por vir. Assim será no grande dia final, quando o juízo cair sobre os que rejeitam a
graça divina. Cristo, para eles a pedra de escândalo, aparecer-lhes-á então como vingadora montanha. A glória
de Seu rosto, que para os justos é vida, será para os ímpios um fogo consumidor. Por causa do amor rejeitado,
da graça desprezada, será destruído o pecador.
Mediante muitas ilustrações e repetidas advertências, Jesus mostrou qual seria o resultado, para os israelitas,
de rejeitar o Filho de Deus. Nessas palavras, dirigia-Se a todos, em todos os séculos, que se recusam a recebê-
Lo como Redentor. Todas as advertências são para eles. O templo profanado, o filho desobediente, os falsos
lavradores, os edificadores desdenhosos, têm seu paralelo na experiência de todo pecador. A menos que este se
arrependa, sobrevir-lhe-á a condenação prefigurada por aqueles. O Desejado de Todas as Nações, pp. 599-600.
❉ Quinta - O preço da graça
► Perg. 6. Leia Mateus 22:1-15. O que essa parábola nos ensina sobre a salvação pela fé?
Mt 22:1-15, (KJA); 1 Jesus continuou a pregar-lhes por meio de parábolas, dizendo: 2 “O Reino dos céus é
semelhante a um rei que mandou realizar um banquete nupcial para seu filho. 3 E, por isso, enviou seus
servos a conclamar os convidados para as bodas do filho; mas estes rejeitaram o chamamento. 4 Uma
vez mais, mandou outros servos, com esta ordem: ‘Dizei aos que foram convidados que lhes preparei
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meu banquete; os meus bois e meus novilhos gordos foram abatidos, e tudo está preparado. Vinde todos
os convidados para as bodas do meu filho!’ 5 Mas os convidados nem deram atenção ao chamado dos
servos e se afastaram: um para o seu campo, outro para os seus negócios. 6 E outros ainda, atacando os servos,
maltrataram-nos e os assassinaram. 7 O rei indignou-se sobremaneira e, enviando seu exército, aniquilou
aqueles criminosos e incendiou-lhes a cidade. 8 Então, disse o rei a seus servos: ‘O banquete de casamento
está posto, contudo os meus convidados não eram dignos. 9 Ide, pois, às esquinas das ruas e convidai
para as bodas todas as pessoas que encontrardes. 10 E, assim, os servos saíram pelas estradas e
reuniram todos quantos puderam encontrar, gente boa e pessoas más, e a sala do banquete das bodas
ficou repleta de convidados. 11 Entretanto, quando o rei entrou para saudar os convidados que estavam à
mesa, percebeu que um homem não trajava as vestes nupciais. 12 E indagou-lhe: ‘Amigo, como adentraste
este recinto sem as suas vestes próprias para as bodas?’ Mas o homem não teve resposta. 13 Então,
ordenou o rei aos seus servos: ‘Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o para fora, às trevas; ali haverá grande
lamento e ranger de dentes’. 14 Portanto, muitos são chamados, mas poucos, escolhidos!” 15 E, assim, se
afastaram os fariseus, tramando entre si como fariam para enredar a Jesus em suas próprias afirmações.
► Resp. 6. Deus nos convida para o banquete da salvação. Se rejeitamos Seu convite, Ele chama novamente,
insiste e apela ao nosso coração. Se continuamos rejeitando a salvação, Deus respeita nossa decisão e permite
que colhamos as consequências. Se o povo de Deus desprezar os privilégios que Deus lhe dá, outros poderão
assumir seu lugar. Não basta aceitar o convite para o banquete, é preciso se preparar para a festa, pois seremos
julgados.
A parábola das bodas apresenta-nos uma lição da mais elevada importância. Pelas bodas é representada a
união da humanidade com a divindade; a veste nupcial simboliza o caráter que precisa possuir todo aquele que
há de ser considerado hóspede digno para as bodas.
Nesta parábola, como na da grande ceia, são ilustrados o convite do evangelho, sua rejeição pelo povo judeu e
o convite da graça aos gentios. Esta parábola, porém, apresenta-nos maior ofensa da parte dos que rejeitam o
convite, e juízo mais terrível. O chamado para o banquete é um convite real. Procede de alguém que está
investido de poder para ordenar. Confere grande honra. Contudo esta é desapreciada. A autoridade do rei é
menosprezada. Ao passo que o convite do pai de família é considerado com indiferença, o do rei é recebido
com insulto e morte. Trataram seus criados com escárnio e desprezo e os mataram.
O pai de família, vendo repelido o seu convite, declarou que nenhum dos convidados provaria a ceia. Contra
os que ofenderam o rei foi decretada mais que a exclusão de sua presença e de sua mesa. "Enviando os seus
exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade." Mat. 22:7.
Pág. 308
Em ambas as parábolas o banquete é provido de convidados, mas o segundo mostra que uma preparação
precisa ser feita por todos os que a ele assistem. Quem negligencia esta preparação é expulso. "O rei, entrando
para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial. E disse-lhe: Amigo,
como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele emudeceu. Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés
e mãos, levai-o e lançai-o nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes." Mat. 22:11-13.
O convite para o banquete foi transmitido pelos discípulos de Cristo. Nosso Senhor enviou os doze, e depois
os setenta, proclamando que era chegado o reino de Deus, e convidando os homens a arrependerem-se e
crerem no evangelho. O convite não foi atendido, porém. Os convidados para irem à festa não compareceram.
Mais tarde os servos foram enviados com a mensagem: "Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e
cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas." Mat. 22:4. Esta foi a mensagem levada à nação judaica
depois da crucifixão de Cristo; mas a nação, que se arrogava de ser o povo peculiar de Deus, rejeitou o
evangelho a eles levado no poder do Espírito Santo. Muitos fizeram isso da maneira mais insolente. Outros
ficaram tão exasperados com o oferecimento da salvação, e perdão por terem rejeitado o Senhor da glória, que
se voltaram contra os mensageiros. Houve "uma grande perseguição". Atos 8:1. Muitos homens e mulheres
foram lançados na prisão, e alguns dos portadores da mensagem do Senhor, como Estêvão e Tiago, foram
mortos.
Assim o povo judeu selou sua rejeição da misericórdia de Deus. O resultado foi predito por Cristo na parábola.
O rei enviou "os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade". Mat. 22:7. O juízo
pronunciado atingiu os judeus na destruição de Jerusalém e na dispersão do povo.
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O terceiro convite para o banquete representa a pregação do evangelho aos gentios. O rei disse: "As bodas, na
verdade, estão preparadas, mas os convidados não eram dignos. Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai
para as bodas a todos os que encontrardes." Mat. 22:8 e 9. Parábolas de Jesus, pp. 307-309.
► Perg. 7. Qual é o significado da “veste nupcial”? Ver também Ap 19:8
Ap 19:7-9, (ACF 1753); 7 Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas
do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. 8 E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e
resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. 9 E disse-me: Escreve: Bem-aventurados
aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de
Deus.
► Resp. 7. A veste nupcial é o linho finíssimo em Apocalipse 19:8: os atos de justiça dos santos,
fundamentados e motivados na justiça de Cristo.
A parábola das bodas [Mat. 22:1-14] apresenta-nos uma lição da mais elevada importância. … Pelas bodas é
representada a união da Humanidade com a Divindade; a veste nupcial simboliza o caráter que todo aquele,
que será considerado hóspede digno para as bodas, tem de possuir. ... Pela veste nupcial... é representado o
caráter puro e imaculado, que os verdadeiros seguidores de Cristo possuirão. Foi dado à igreja "que se vestisse
de linho fino, puro e resplandecente" (Apoc. 19:8), "sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante". Efés.
5:27. O linho fino, diz a Escritura, "é a justiça dos santos". Apoc. 19:8. A justiça de Cristo e Seu caráter
imaculado, é, pela fé, comunicada a todos os que O aceitam como Salvador pessoal.
A veste branca de inocência foi usada por nossos primeiros pais, quando foram postos por Deus no santo
Éden. Viviam eles em perfeita conformidade com a vontade de Deus. ... Luz bela e suave, a luz de Deus,
envolvia o santo par. ... Ao entrar o pecado, porém, cortaram sua ligação com Deus, e desapareceu a luz que os
cingia. Nus e envergonhados, procuraram suprir os vestidos celestiais, cosendo folhas de figueira para uma
cobertura. ...
Este vestido fiado nos teares do Céu não tem um fio de origem humana. Em Sua humanidade, Cristo formou
caráter perfeito, e oferece-nos esse caráter. ...
Ao nos sujeitarmos a Cristo, nosso coração se une ao Seu, nossa vontade imerge em Sua vontade, nosso
espírito torna-se um com Seu espírito, nossos pensamentos serão levados cativos a Ele; vivemos Sua vida. Isso
é o que significa estar trajado com as vestes de Sua justiça. ...
Justiça é fazer o bem, e é pelos atos que todos serão julgados. Nosso caráter é revelado pelo que fazemos.
Parábolas de Jesus, págs. 307-312.
Não podemos prover-nos de vestes de justiça por nós mesmos, pois diz o profeta: "Todas as nossas justiças,
são como trapo da imundícia." Isa. 64:6. Não existe em nós coisa alguma com a qual possamos vestir o
caráter, de modo que não apareça sua nudez. Temos de receber as vestes da justiça tecidas no tear do Céu -
com efeito, a pura veste da justiça de Cristo. Review and Herald, 19 de julho de 1892.
Ensinem-se os jovens e crianças a escolher para si aquela veste real tecida nos teares celestiais - o "linho...
puro e resplandecente" (Apoc. 19:8), que todos os santos da Terra usarão. Tal veste - o próprio caráter
imaculado de Cristo - é livremente oferecida a todo ser humano. Mas todos os que a recebem, a receberão e
usarão aqui. Educação, pág. 249.
Trajados com as vestes gloriosas da justiça de Cristo, participarão da ceia do Rei. Têm o direito de associar-se
com a multidão lavada no sangue. Parábolas de Jesus, pág. 315.
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Respostas_1022016_Jesus em Jerusalém_GGR

  • 1.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com LIÇÃO 10 O Evangelho de Mateus Jesus em Jerusalém 28 de MAIO a 4 de JUNHO 2016 ❉ Sábado à tarde Ano Bíblico: Ne 12, 13 VERSO PARA MEMORIZAR: “Perguntou-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos?” (Mt 21:42). Cristo estava estabelecendo um reino sobre princípios diversos. Chamava os homens, não à autoridade, mas ao serviço, os fortes a sofrer as fraquezas dos fracos. Poder, posição, talento, educação colocavam seus possuidores sob maior dever de servir aos semelhantes. Ainda ao mais humilde dos discípulos de Cristo, é dito: "Tudo isso é por amor de vós." II Cor. 4:15. "O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e para dar a Sua vida em resgate de muitos." Mat. 20:28. Entre Seus discípulos, Cristo era em todos os sentidos Aquele sobre quem repousavam os cuidados e responsabilidades. Partilhava da pobreza deles, exercia abnegação em seu benefício, ia adiante deles para lhes aplainar os mais ásperos caminhos e deveria consumar em breve Sua obra terrestre, entregando a própria vida. O princípio sobre que Ele agia deve atuar nos membros da igreja, que é Seu corpo. O plano e a base da salvação são amor. No reino de Cristo, são maiores os que seguem o exemplo por Ele dado e procedem como pastores de Seu rebanho. As palavras de Paulo revelam a verdadeira dignidade e honra da vida cristã: "Sendo livre para com todos, fiz- me servo de todos" (I Cor. 9:19), "não buscando o meu próprio proveito, mas o de muitos, para que assim se possam salvar." I Cor. 10:33. O Desejado de Todas as Nações, p. 550 ❉ Domingo - Uma vinda profetizada “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda uma vez, daqui a pouco, e farei tremer os céus, e a terra, e o mar, e a terra seca; e farei tremer todas as nações, e virá o Desejado de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz o Senhor dos Exércitos. Minha é a prata, e Meu é o ouro, disse o Senhor dos Exércitos. A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 2.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com diz o Senhor dos Exércitos” (Ag 2:6-9, ARC). “Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta” (Zc 9:9). ► Perg. 1. Como essas profecias se aplicam ao relato de Mateus 21:1-11, sobre a entrada de Jesus em Jerusalém? Mt 21:1-11, (ACF 1753); 1 E, QUANDO se aproximaram de Jerusalém, e chegaram a Betfagé, ao Monte das Oliveiras, enviou, então, Jesus dois discípulos, dizendo-lhes: 2 Ide à aldeia que está defronte de vós, e logo encontrareis uma jumenta presa, e um jumentinho com ela; desprendei-a, e trazei-mos. 3 E, se alguém vos disser alguma coisa, direis que o Senhor os há de mister; e logo os enviará. 4 Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta, que diz: 5 Dizei à filha de Sião: Eis que o teu Rei aí te vem, Manso, e assentado sobre uma jumenta, E sobre um jumentinho, filho de animal de carga. 6 E, indo os discípulos, e fazendo como Jesus lhes ordenara, 7 Trouxeram a jumenta e o jumentinho, e sobre eles puseram as suas vestes, e fizeram-no assentar em cima. 8 E muitíssima gente estendia as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, e os espalhavam pelo caminho. 9 E a multidão que ia adiante, e a que seguia, clamava, dizendo: Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas! 10 E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, dizendo: Quem é este? 11 E a multidão dizia: Este é Jesus, o profeta de Nazaré da Galiléia. ► Resp. 1. A profecia de Zacarias 9:9 se cumpriu em Mateus 21, com a entrada do Rei Jesus em Jerusalém, montado em um jumento. Cristo estava seguindo o costume judaico nas entradas reais. O animal que montava era o mesmo cavalgado pelos reis de Israel, e a profecia havia predito que assim viria o Messias a Seu reino. Logo que Ele Se sentou no jumentinho, um grande grito de triunfo ecoou nos ares. A multidão O aclamou como o Messias, seu Rei. Jesus aceitou então a homenagem que nunca antes havia permitido, e os discípulos consideraram isso uma prova de que suas alegres esperanças de vê-lo estabelecido no trono logo se realizariam. O povo ficou convencido de que a hora de sua emancipação se aproximava. Em pensamento, viram os exércitos romanos expulsos de Jerusalém, e Israel mais uma vez como nação independente” – O Desejado de Todas as Nações, p. 570. ❉ Segunda - Jesus no templo No tempo de Jesus, as coisas já haviam se tornado tão terrivelmente pervertidas pela ganância e avareza dos sacerdotes, a quem havia sido confiada a realização dos serviços, que “aos olhos do povo tinha sido destruída, em grande parte, a santidade do serviço sacrifical” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 590). ► Perg. 2. Leia Mateus 21:12-17. Que lições há nesse texto para nós, como adoradores de Deus? Mt 21:12-17, (ACF 1753); 12 E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas; 13 E disse- lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões. 14 E foram ter com ele no templo cegos e coxos, e curou-os. 15 Vendo, então, os principais dos sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia, e os meninos clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi, indignaram-se, 16 E disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor? 17 E, deixando-os, saiu da cidade para Betânia, e ali passou a noite. ► Resp. 2. Muitos usam a religião para obter lucro e promover os próprios interesses. Precisamos estudar a Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 3.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com Bíblia para entender que o verdadeiro propósito do templo, ou das igrejas, é ser uma casa de oração. A igreja é um lugar em que Jesus cura doentes. Enquanto líderes importantes ficaram indignados com Jesus, crianças e pessoas simples O louvavam. Como muitos de nossos irmãos, o irmão se está emaranhando com os transgressores da lei de Deus, adotando seus pontos de vista e caindo nos seus erros. Deus visitará com os Seus juízos os que professam servi-Lo, e no entanto na realidade servem a Mamom. Os que por amor de suas vantagens pessoais desrespeitam a expressa ordem do Senhor, acumulam sobre si a desgraça futura. A igreja de ______ deve verificar cuidadosamente se, como os judeus, não fizeram do templo de Deus lugar de venda. Disse Cristo: "Está escrito: A Minha casa será chamada casa de oração - mas vós a tendes convertido em covil de ladrões." Mat. 21:13. Não estão muitos de nosso povo caindo no pecado de sacrificar sua religião por amor do ganho mundano; mantendo uma forma de piedade, enquanto se dedicam inteiramente a ocupações temporais? À lei de Deus tem de ser conferido o primeiro lugar de todos, devendo ser obedecida no espírito e na letra. Se a Palavra de Deus, pronunciada com majestosa solenidade do monte santo, é considerada levianamente, como serão acolhidos os Testemunhos de Seu Espírito? Mentes tão entenebrecidas que não reconheçam a autoridade dos mandamentos do Senhor, dados diretamente ao homem, pouco benefício poderão receber de um instrumento débil, por Ele escolhido para instruir Seu povo. Testemunhos Seletos, v, 1. p. 500. ❉ Terça - Ausência de frutos ► Perg. 3. Leia Mateus 21:18-22. Que relação existe entre o ato de Jesus, de amaldiçoar a figueira, e Sua purificação do templo? Mt 21:18-22, (ACF 1753); 18 E, de manhã, voltando para a cidade, teve fome; 19 E, avistando uma figueira perto do caminho, dirigiu-se a ela, e não achou nela senão folhas. E disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente. 20 E os discípulos, vendo isto, maravilharam-se, dizendo: Como secou imediatamente a figueira? 21 Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não só fareis o que foi feito à figueira, mas até se a este monte disserdes: Ergue- te, e precipita-te no mar, assim será feito; 22 E, tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis. ► Resp. 3. A figueira representava os religiosos judeus nos dias de Jesus, secos e sem vida espiritual. Deus esperou por muito tempo que eles dessem fruto, mas finalmente, com a purificação do templo, mostrou que eles preferiram a maldição da incredulidade e suas terríveis consequências. O capítulo 21 de Mateus, que fala da viagem de Cristo a Jerusalém por ocasião da Sua entrada triunfal, é um capítulo poderoso que precisamos de estudar e entender. Precisamos de nos prevenir com a lição da figueira pretensiosa que não produzia fruto. Representa aqueles que professam servir Deus, cujos nomes estão nos livros da igreja, mas cuja vida não produz qualquer fruto para a glória de Deus. – Olhando Para o Alto (Meditações Matinais, 1983), p. 75. Faz parte da natureza da figueira que os figos surjam primeiro do que as folhas. Por conseguinte, esta figueira cheia de folhas prometia ter frutos bem desenvolvidos. Mas a sua aparência era enganadora. Depois de procurar nos ramos, dos mais baixos aos mais altos, Jesus “não achou senão folhas”. Era uma massa de folhagem pretensiosa, nada mais. … A maldição da figueira foi uma parábola viva. Aquela árvore estéril, ostentando a sua pretensiosa folhagem na própria face de Cristo, era um símbolo da nação judaica. O Salvador desejava tornar claras aos Seus discípulos a causa e a certeza da condenação de Israel. Para este fim Ele investiu a árvore de qualidades morais, e tornou-a expositora da verdade divina. Os Judeus distinguiam-se de todas as outras nações, por professarem fidelidade para com Deus. Tinham sido favorecidos de modo especial por Ele, e pretendiam ser mais justos do que todos os outros povos. Mas estavam corrompidos pelo amor ao mundo e à avareza. Orgulhavam-se do seu conhecimento, mas ignoravam os requisitos de Deus, e estavam cheios de hipocrisia. Como a árvore estéril, estendiam os pretensiosos ramos para o Alto, exuberantes na Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 4.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com aparência, belos à vista, mas não dando “senão folhas”. ... A advertência é para todos os tempos. O ato de Cristo em amaldiçoar a árvore que o Seu próprio poder tinha criado, permanece como um aviso para todas as Igrejas e para todos os Cristãos. Ninguém pode viver a Lei de Deus sem servir os outros. Mas há muitos que não vivem segundo a misericordiosa e abnegada vida de Jesus. Alguns que se julgam excelentes Cristãos não compreendem o que significa o serviço para Deus. Planeiam e estudam para si mesmos. Agem sempre com referência a si mesmos. … Os que vivem assim para si mesmos, são como a figueira, que simulava dar fruto, mas era infrutífera. Observam as formas de culto, mas sem arrependimento nem fé. Professam honrar a Lei de Deus, mas falta-lhes a obediência. Dizem, mas não fazem. Na sentença proferida contra a figueira, Cristo demonstra como é detestável aos Seus olhos esta vã pretensão. Ele diz que o pecador declarado é menos culpado do que o que diz servir Deus mas não produz fruto para a Sua glória. Há nesta geração muitos que estão trilhando o mesmo caminho dos incrédulos judeus. Testemunharam as manifestações do poder de Deus; o Espírito Santo lhes falou ao coração; apegam-se, porém, a sua incredulidade e resistência. Deus lhes envia advertências e repreensões, mas não querem confessar seus erros, e rejeitam-Lhe a mensagem e o mensageiro. Os próprios meios que Ele emprega para sua restauração, tornam- se para eles em pedra de tropeço. – O Desejado de Todas as Nações, pp. 494-496, ed. P. SerVir. ❉ Quarta - A pedra Se você vesse apenas mais alguns dias de vida, o que faria com eles? Uma das coisas que Jesus fez foi contar histórias que causariam profundo impacto em Seus ouvintes. ► Perg. 4. Leia Mateus 21:33-46. Quem representam os seguintes personagens? Mt 21:33-46, (ACF 1753); 33 Ouvi, ainda, outra parábola: Houve um homem, pai de família, que plantou uma vinha, e circundou-a de um valado, e construiu nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e ausentou-se para longe. 34 E, chegando o tempo dos frutos, enviou os seus servos aos lavradores, para receber os seus frutos. 35 E os lavradores, apoderando-se dos servos, feriram um, mataram outro, e apedrejaram outro. 36 Depois enviou outros servos, em maior número do que os primeiros; e eles fizeram-lhes o mesmo. 37 E, por último, enviou-lhes seu filho, dizendo: Terão respeito a meu filho. 38 Mas os lavradores, vendo o filho, disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo, e apoderemo-nos da sua herança. 39 E, lançando mão dele, o arrastaram para fora da vinha, e o mataram. 40 Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores? 41 Dizem-lhe eles: Dará afrontosa morte aos maus, e arrendará a vinha a outros lavradores, que a seu tempo lhe deem os frutos. 42 Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, Essa foi posta por cabeça do ângulo; Pelo Senhor foi feito isto, E é maravilhoso aos nossos olhos? 43 Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos. 44 E, quem cair sobre esta pedra, despedaçar-se-á; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó. 45 E os príncipes dos sacerdotes e os fariseus, ouvindo estas palavras, entenderam que falava deles; 46 E, pretendendo prendê-lo, recearam o povo, porquanto o tinham por profeta. ► Resp. 4. O dono de casa é Deus. Os lavradores são o povo judeu, especialmente os principais sacerdotes e os fariseus. Os servos são os profetas e mensageiros de Deus. O Filho é Jesus Cristo. Jesus Se dirigiu a todo o povo presente; mas os sacerdotes e principais responderam. "Dará afrontosa morte aos maus", disseram, "e arrendará a vinha a outros lavradores, que a seu tempo lhe deem os frutos." Mat. 21:41. Os que assim falavam não perceberam, a princípio, a aplicação da parábola, mas viram depois haver proferido a própria condenação. Na parábola, o pai de família representava Deus, a vinha a nação judaica, e o valado a lei divina que lhes servia de proteção. A torre era um símbolo do templo. O dono da vinha fizera tudo que era para prosperidade da mesma. "Que mais se podia fazer à Minha vinha", diz Ele, "que lhe não tenha feito?" Isa. 5:4. Assim foi representado o incessante cuidado de Deus para com Israel. E como os lavradores deviam devolver ao pai de família a devida proporção de frutos da vinha, assim o povo de Deus O devia Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 5.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com honrar por uma vida em correspondência com os sagrados privilégios que tinham. Mas, como os lavradores mataram os servos que o senhor lhes enviara em busca de frutos, assim os judeus fizeram morrer os profetas que Deus mandara para os chamar ao arrependimento. Mensageiro após mensageiro fora morto. Até aí a aplicação da parábola não podia ser posta em dúvida, e no que se seguiu não foi menos clara. No amado filho a quem o senhor da vinha afinal mandara a seus desobedientes servos, e de quem se apoderaram para matar, viram os sacerdotes e principais uma distinta figura de Jesus e a sorte que sobre Ele impendia. Já estavam planejando tirar a vida Àquele a quem o Pai lhes enviara em um derradeiro apelo. Na retribuição infligida aos ingratos lavradores, estava descrita a sorte dos que haviam de condenar Cristo à morte. Olhando-os com piedade, continuou o Salvador: "Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo; pelo Senhor foi feito isto, e é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto Eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos. E quem cair sobre esta pedra despedaçar-se-á; e aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó." Mat. 21:42-44. Essa profecia repetiram os judeus muitas vezes nas sinagogas, aplicando-a ao Messias que havia de vir. Cristo era a pedra de esquina da dispensação judaica, e de todo o plano da salvação. Essa pedra fundamental os edificadores judaicos, os sacerdotes e príncipes de Israel, estavam agora rejeitando. O Salvador chamou-lhes a atenção para as profecias que lhes mostrariam seu perigo. Buscou, por todos os meios possíveis, mostrar-lhes claramente a natureza do ato que estavam para praticar. E Suas palavras tinham outro desígnio. Ao fazer a pergunta: "Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores?" (Mat. 21:40) era intuito de Cristo que os fariseus respondessem como fizeram. Tinha em vista que eles mesmos se condenassem. Suas advertências, deixando de despertá-los para o arrependimento, selar-lhes-iam a condenação, e Ele queria que vissem que eles próprios haviam trazido sobre si a ruína. Intentava mostrar-lhes a justiça de Deus em retirar-lhes os privilégios nacionais, o que já começara e terminaria, não somente na destruição do templo e da cidade, mas na dispersão da nação. Os ouvintes reconheceram a advertência. Não obstante, porém, a sentença que eles mesmos haviam proferido, os sacerdotes e príncipes estavam prontos a completar o quadro, dizendo: "Este é o herdeiro; vinde, matemo- lo." "E, pretendendo prendê-Lo, recearam o povo" (Mat. 21:46), porque o sentimento público era a favor de Cristo. O Desejado de Todas as nações, pp. 596-597. ► Perg. 5. Leia Mateus 21:44 novamente. Há duas maneiras diferentes de nos relacionarmos com a pedra: uma delas é cairmos sobre ela e ficarmos em pedaços; a outra é a pedra cair sobre nós e nos esmagar. Qual é a diferença fundamental entre as duas? Ver também Sl 51:7; Dn 2:34. Mt 21:44, (ACF 1753); 44 E, quem cair sobre esta pedra, despedaçar-se-á; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó. Sl 51:7, (KJA); 7 Portanto, purifica-me com hissopo e ficarei limpo; lava-me, e mais branco do que a neve serei. Dn 2:34-35, (KJA); 34 Enquanto estavas contemplando toda a estátua, uma pedra soltou-se , sem auxílio de mãos, atingiu a estátua nos pés de ferro e de barro e os destroçou. 35 Então o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro vieram abaixo, despedaçados; viraram pó, como o pó que se vê na eira, quando no verão se bate o trigo no terreno para separá-lo da palha. E o vento carregou todos os destroços sem deixar vestígio. Entretanto, a pedra que atingiu a estátua tornou-se uma montanha e encheu a terra toda. ► Resp. 5. Cair sobre a pedra é se humilhar, é ser quebrantado e transformado por Deus. Ser esmagado pela pedra que cai é perder a oportunidade da salvação em Cristo e ser condenado no juízo. Na profecia de Isaías, declara-se que Cristo é tanto o firme fundamento como uma pedra de tropeço. O apóstolo Pedro, escrevendo sob inspiração do Espírito Santo, mostra claramente para quem Cristo é uma pedra de esquina, e para quem é rocha de escândalo: "Se é que já provastes que o Senhor é benigno: e, chegando-vos para Ele - pedra viva, reprovada, na verdade pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, vós, também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo. Pelo que Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
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    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com também na Escritura se contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido. E assim para vós, os que crerdes, é preciosa, mas para os rebeldes, a pedra que os edificadores reprovaram essa foi a principal da esquina; e uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, para aqueles que tropeçam na Palavra, sendo desobedientes." I Ped. 2:3-8. Para os que crêem, Cristo é o firme fundamento. São eles que caem sobre a Rocha e se despedaçam. A submissão a Cristo e a fé nEle são aqui representadas. Cair sobre a Rocha e despedaçar-se, é renunciar a nossa própria justiça e ir a Cristo com a humildade de uma criança, arrependidos de nossas transgressões e crendo em Seu amor perdoador. E assim também é pela fé e a obediência que edificamos sobre Cristo como nosso fundamento. Sobre essa pedra viva podem edificar semelhantemente judeus e gentios. Este é o único fundamento sobre que podemos com segurança edificar. É suficientemente largo para todos, e forte bastante para sustentar o peso e o fardo do mundo inteiro. E pela ligação com Cristo, a pedra viva, todos quantos edificam sobre esse fundamento se tornam pedras vivas. Muitas pessoas são lavradas, polidas e embelezadas por seus próprios esforços; não podem, no entanto, tornar-se "pedras vivas", porque não estão ligadas a Cristo. Sem essa ligação, homem algum se pode salvar. Sem a vida de Cristo em nós, não podemos resistir às tempestades das tentações. Nossa segurança eterna depende de edificarmos sobre o firme fundamento. Multidões se encontram hoje em dia edificando sobre fundamento não provado. Ao cair a chuva, e soprarem os ventos, e as enchentes sobrevirem, sua casa cairá, porque não está fundada sobre a Rocha eterna, a principal pedra de esquina - Cristo Jesus. "Para aqueles que tropeçam na Palavra, sendo desobedientes", Cristo é uma rocha de escândalo. Mas "a pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo". Como a pedra rejeitada, Cristo, em Sua missão terrestre suportara desdém e maus-tratos. Foi "desprezado, e o mais indigno dentre os homens; homem de dores, e experimentado nos trabalhos: ... era desprezado, e não fizemos dEle caso algum". Isa. 53:3. Mas aproximava-se o tempo em que Ele seria glorificado. Pela ressurreição dentre os mortos, seria "declarado Filho de Deus em poder". Rom. 1:4. Em Sua segunda vinda, seria revelado como Senhor do Céu e da Terra. Os que se achavam então prestes a crucificá-Lo, reconheceriam Sua grandeza. Perante o Universo, a pedra rejeitada Se tornaria a principal pedra de esquina. "E aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó." O povo que rejeitou a Cristo, teria de ver em breve destruídas sua cidade e nação. Sua glória seria despedaçada, espalhada como o pó diante do vento. E que foi que destruiu os judeus? Foi a rocha que, houvessem eles edificado sobre ela, teria sido sua segurança. Foi a bondade divina desprezada, a justiça maltratada, e menosprezada Sua misericórdia. Os homens deliberaram opor-se a Deus, e tudo quanto teria servido para sua salvação foi voltado para sua destruição. Tudo quanto Deus ordenara para vida, acharam ser para morte. Na crucifixão de Cristo pelos judeus, estava envolvida a destruição de Jerusalém. O sangue derramado sobre o Calvário, foi o peso que os fez abismar na ruína para este mundo e o mundo por vir. Assim será no grande dia final, quando o juízo cair sobre os que rejeitam a graça divina. Cristo, para eles a pedra de escândalo, aparecer-lhes-á então como vingadora montanha. A glória de Seu rosto, que para os justos é vida, será para os ímpios um fogo consumidor. Por causa do amor rejeitado, da graça desprezada, será destruído o pecador. Mediante muitas ilustrações e repetidas advertências, Jesus mostrou qual seria o resultado, para os israelitas, de rejeitar o Filho de Deus. Nessas palavras, dirigia-Se a todos, em todos os séculos, que se recusam a recebê- Lo como Redentor. Todas as advertências são para eles. O templo profanado, o filho desobediente, os falsos lavradores, os edificadores desdenhosos, têm seu paralelo na experiência de todo pecador. A menos que este se arrependa, sobrevir-lhe-á a condenação prefigurada por aqueles. O Desejado de Todas as Nações, pp. 599-600. ❉ Quinta - O preço da graça ► Perg. 6. Leia Mateus 22:1-15. O que essa parábola nos ensina sobre a salvação pela fé? Mt 22:1-15, (KJA); 1 Jesus continuou a pregar-lhes por meio de parábolas, dizendo: 2 “O Reino dos céus é semelhante a um rei que mandou realizar um banquete nupcial para seu filho. 3 E, por isso, enviou seus servos a conclamar os convidados para as bodas do filho; mas estes rejeitaram o chamamento. 4 Uma vez mais, mandou outros servos, com esta ordem: ‘Dizei aos que foram convidados que lhes preparei Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
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    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com meu banquete; os meus bois e meus novilhos gordos foram abatidos, e tudo está preparado. Vinde todos os convidados para as bodas do meu filho!’ 5 Mas os convidados nem deram atenção ao chamado dos servos e se afastaram: um para o seu campo, outro para os seus negócios. 6 E outros ainda, atacando os servos, maltrataram-nos e os assassinaram. 7 O rei indignou-se sobremaneira e, enviando seu exército, aniquilou aqueles criminosos e incendiou-lhes a cidade. 8 Então, disse o rei a seus servos: ‘O banquete de casamento está posto, contudo os meus convidados não eram dignos. 9 Ide, pois, às esquinas das ruas e convidai para as bodas todas as pessoas que encontrardes. 10 E, assim, os servos saíram pelas estradas e reuniram todos quantos puderam encontrar, gente boa e pessoas más, e a sala do banquete das bodas ficou repleta de convidados. 11 Entretanto, quando o rei entrou para saudar os convidados que estavam à mesa, percebeu que um homem não trajava as vestes nupciais. 12 E indagou-lhe: ‘Amigo, como adentraste este recinto sem as suas vestes próprias para as bodas?’ Mas o homem não teve resposta. 13 Então, ordenou o rei aos seus servos: ‘Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o para fora, às trevas; ali haverá grande lamento e ranger de dentes’. 14 Portanto, muitos são chamados, mas poucos, escolhidos!” 15 E, assim, se afastaram os fariseus, tramando entre si como fariam para enredar a Jesus em suas próprias afirmações. ► Resp. 6. Deus nos convida para o banquete da salvação. Se rejeitamos Seu convite, Ele chama novamente, insiste e apela ao nosso coração. Se continuamos rejeitando a salvação, Deus respeita nossa decisão e permite que colhamos as consequências. Se o povo de Deus desprezar os privilégios que Deus lhe dá, outros poderão assumir seu lugar. Não basta aceitar o convite para o banquete, é preciso se preparar para a festa, pois seremos julgados. A parábola das bodas apresenta-nos uma lição da mais elevada importância. Pelas bodas é representada a união da humanidade com a divindade; a veste nupcial simboliza o caráter que precisa possuir todo aquele que há de ser considerado hóspede digno para as bodas. Nesta parábola, como na da grande ceia, são ilustrados o convite do evangelho, sua rejeição pelo povo judeu e o convite da graça aos gentios. Esta parábola, porém, apresenta-nos maior ofensa da parte dos que rejeitam o convite, e juízo mais terrível. O chamado para o banquete é um convite real. Procede de alguém que está investido de poder para ordenar. Confere grande honra. Contudo esta é desapreciada. A autoridade do rei é menosprezada. Ao passo que o convite do pai de família é considerado com indiferença, o do rei é recebido com insulto e morte. Trataram seus criados com escárnio e desprezo e os mataram. O pai de família, vendo repelido o seu convite, declarou que nenhum dos convidados provaria a ceia. Contra os que ofenderam o rei foi decretada mais que a exclusão de sua presença e de sua mesa. "Enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade." Mat. 22:7. Pág. 308 Em ambas as parábolas o banquete é provido de convidados, mas o segundo mostra que uma preparação precisa ser feita por todos os que a ele assistem. Quem negligencia esta preparação é expulso. "O rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial. E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele emudeceu. Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o e lançai-o nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes." Mat. 22:11-13. O convite para o banquete foi transmitido pelos discípulos de Cristo. Nosso Senhor enviou os doze, e depois os setenta, proclamando que era chegado o reino de Deus, e convidando os homens a arrependerem-se e crerem no evangelho. O convite não foi atendido, porém. Os convidados para irem à festa não compareceram. Mais tarde os servos foram enviados com a mensagem: "Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas." Mat. 22:4. Esta foi a mensagem levada à nação judaica depois da crucifixão de Cristo; mas a nação, que se arrogava de ser o povo peculiar de Deus, rejeitou o evangelho a eles levado no poder do Espírito Santo. Muitos fizeram isso da maneira mais insolente. Outros ficaram tão exasperados com o oferecimento da salvação, e perdão por terem rejeitado o Senhor da glória, que se voltaram contra os mensageiros. Houve "uma grande perseguição". Atos 8:1. Muitos homens e mulheres foram lançados na prisão, e alguns dos portadores da mensagem do Senhor, como Estêvão e Tiago, foram mortos. Assim o povo judeu selou sua rejeição da misericórdia de Deus. O resultado foi predito por Cristo na parábola. O rei enviou "os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade". Mat. 22:7. O juízo pronunciado atingiu os judeus na destruição de Jerusalém e na dispersão do povo. Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
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    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com O terceiro convite para o banquete representa a pregação do evangelho aos gentios. O rei disse: "As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os convidados não eram dignos. Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas a todos os que encontrardes." Mat. 22:8 e 9. Parábolas de Jesus, pp. 307-309. ► Perg. 7. Qual é o significado da “veste nupcial”? Ver também Ap 19:8 Ap 19:7-9, (ACF 1753); 7 Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. 8 E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. 9 E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. ► Resp. 7. A veste nupcial é o linho finíssimo em Apocalipse 19:8: os atos de justiça dos santos, fundamentados e motivados na justiça de Cristo. A parábola das bodas [Mat. 22:1-14] apresenta-nos uma lição da mais elevada importância. … Pelas bodas é representada a união da Humanidade com a Divindade; a veste nupcial simboliza o caráter que todo aquele, que será considerado hóspede digno para as bodas, tem de possuir. ... Pela veste nupcial... é representado o caráter puro e imaculado, que os verdadeiros seguidores de Cristo possuirão. Foi dado à igreja "que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente" (Apoc. 19:8), "sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante". Efés. 5:27. O linho fino, diz a Escritura, "é a justiça dos santos". Apoc. 19:8. A justiça de Cristo e Seu caráter imaculado, é, pela fé, comunicada a todos os que O aceitam como Salvador pessoal. A veste branca de inocência foi usada por nossos primeiros pais, quando foram postos por Deus no santo Éden. Viviam eles em perfeita conformidade com a vontade de Deus. ... Luz bela e suave, a luz de Deus, envolvia o santo par. ... Ao entrar o pecado, porém, cortaram sua ligação com Deus, e desapareceu a luz que os cingia. Nus e envergonhados, procuraram suprir os vestidos celestiais, cosendo folhas de figueira para uma cobertura. ... Este vestido fiado nos teares do Céu não tem um fio de origem humana. Em Sua humanidade, Cristo formou caráter perfeito, e oferece-nos esse caráter. ... Ao nos sujeitarmos a Cristo, nosso coração se une ao Seu, nossa vontade imerge em Sua vontade, nosso espírito torna-se um com Seu espírito, nossos pensamentos serão levados cativos a Ele; vivemos Sua vida. Isso é o que significa estar trajado com as vestes de Sua justiça. ... Justiça é fazer o bem, e é pelos atos que todos serão julgados. Nosso caráter é revelado pelo que fazemos. Parábolas de Jesus, págs. 307-312. Não podemos prover-nos de vestes de justiça por nós mesmos, pois diz o profeta: "Todas as nossas justiças, são como trapo da imundícia." Isa. 64:6. Não existe em nós coisa alguma com a qual possamos vestir o caráter, de modo que não apareça sua nudez. Temos de receber as vestes da justiça tecidas no tear do Céu - com efeito, a pura veste da justiça de Cristo. Review and Herald, 19 de julho de 1892. Ensinem-se os jovens e crianças a escolher para si aquela veste real tecida nos teares celestiais - o "linho... puro e resplandecente" (Apoc. 19:8), que todos os santos da Terra usarão. Tal veste - o próprio caráter imaculado de Cristo - é livremente oferecida a todo ser humano. Mas todos os que a recebem, a receberão e usarão aqui. Educação, pág. 249. Trajados com as vestes gloriosas da justiça de Cristo, participarão da ceia do Rei. Têm o direito de associar-se com a multidão lavada no sangue. Parábolas de Jesus, pág. 315. Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos