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LIÇÃO 9 O Papel da Igreja na Comunidade
Jesus manifestava compaixão pelas pessoas 20 a 27 de agosto de 2016
❉ Sábado à tarde
VERSO PARA MEMORIZAR: “Percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas,
pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades”. (Mt 9:35).
Leituras da semana: Mc 5:22-43; 10:46-52; Jo 5:1-9; Sl 139:1-13; Mc 2:1-12; At 9:36-42.
Num país africano, uma senhora adventista não quis parar de ministrar às necessidades das pessoas depois da
aposentadoria. A necessidade mais urgente era atender os órfãos de pais aidéticos que não tinham uma nutrição
adequada. Em 2002, ela e sua igreja começaram a oferecer às crianças da comunidade uma refeição sólida seis
dias por semana. Começaram com 50 crianças e, em 2012, já estavam atendendo 300 crianças por dia. Isso os
levou a iniciar uma pré-escola que agora é frequentada por 45 crianças. Além disso, eles distribuem roupas,
fornecem verduras e milho provenientes de uma horta cultivada pela própria equipe, e cuidam dos doentes.
Voluntárias da ADRA ensinam artesanato às mulheres e isso as ajuda a obter um meio de sustento. Essa
demonstração do amor divino deu origem a uma nova igreja. No início havia cinco membros, mas em 2012 já
havia 160 pessoas. Deus proveu recursos para a construção de um orfanato e de um novo prédio para a igreja.
Realmente é muito importante atender às necessidades das pessoas.
Assine a Revista Adventista e leia artigos teológicos, reflexões espirituais e notícias sobre a missão da igreja.
❉ Domingo, 21 de agosto - Interrupções: oportunidades inesperadas para servir
Jesus desceu do barco na praia próxima a Cafarnaum (Mc 5). Seus discípulos ainda estavam atordoados
devido ao angustiante encontro com o endemoninhado em Decápolis. Como de costume, uma multidão estava
ali para encontrá-Lo. Ansiosas para obter a atenção de Jesus, as pessoas se empurravam para conseguir chegar
perto dEle. Imediatamente Sua ajuda foi solicitada, dessa vez pelo chefe da sinagoga.
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❉ Pergunta. 1. Leia Marcos 5:22-43. Enquanto Jesus caminhava para atender à necessidade do chefe da
sinagoga, o que O interrompeu, e como Ele reagiu à interrupção? Que lições encontramos nessa história a
respeito da nossa reação quando somos interrompidos em nosso ministério?
Mc 5:22-43, (NVI); 22 Então chegou ali um dos dirigentes da sinagoga, chamado Jairo. Vendo Jesus, prostrou-se
aos seus pés 23 e lhe implorou insistentemente: "Minha filhinha está morrendo! Vem, por favor, e impõe as
mãos sobre ela, para que seja curada e viva". 24 Jesus foi com ele. Uma grande multidão o seguia e o
comprimia. 25 E estava ali certa mulher que havia doze anos vinha sofrendo de uma hemorragia. 26 Ela
padecera muito sob o cuidado de vários médicos e gastara tudo o que tinha, mas, em vez de melhorar, piorava.
27 Quando ouviu falar de Jesus, chegou-se por trás dele, no meio da multidão, e tocou em seu manto, 28 porque
pensava: "Se eu tão-somente tocar em seu manto, ficarei curada". 29 Imediatamente cessou sua hemorragia e
ela sentiu em seu corpo que estava livre do seu sofrimento. 30 No mesmo instante, Jesus percebeu que dele
havia saído poder, virou-se para a multidão e perguntou: "Quem tocou em meu manto? " 31 Responderam os
seus discípulos: "Vês a multidão aglomerada ao teu redor e ainda perguntas: ‘Quem tocou em mim? ’ " 32 Mas
Jesus continuou olhando ao seu redor para ver quem tinha feito aquilo. 33 Então a mulher, sabendo o que lhe
tinha acontecido, aproximou-se, prostrou-se aos seus pés e, tremendo de medo, contou-lhe toda a verdade. 34
Então ele lhe disse: "Filha, a sua fé a curou! Vá em paz e fique livre do seu sofrimento". 35 Enquanto Jesus
ainda estava falando, chegaram algumas pessoas da casa de Jairo, o dirigente da sinagoga. "Sua filha morreu",
disseram eles. "Não precisa mais incomodar o mestre! " 36 Não fazendo caso do que eles disseram, Jesus disse
ao dirigente da sinagoga: "Não tenha medo; tão-somente creia". 37 E não deixou ninguém segui-lo, senão
Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago. 38 Quando chegaram à casa do dirigente da sinagoga, Jesus viu um
alvoroço, com gente chorando e se lamentando em alta voz. 39 Então entrou e lhes disse: "Por que todo este
alvoroço e lamento? A criança não está morta, mas dorme". 40 Mas todos começaram a rir de Jesus. Ele,
porém, ordenou que eles saíssem, tomou consigo o pai e a mãe da criança e os discípulos que estavam com
ele, e entrou onde se encontrava a criança. 41 Tomou-a pela mão e lhe disse: "Talita cumi! ", que significa:
"Menina, eu lhe ordeno, levante-se! ". 42 Imediatamente a menina, que tinha doze anos de idade, levantou-se e
começou a andar. Isso os deixou atônitos. 43 Ele deu ordens expressas para que não dissessem nada a ninguém
e mandou que dessem a ela alguma coisa para comer.
❉ Resposta. 1. Uma mulher com hemorragia. Ela foi por trás dEle e tocou Sua roupa na esperança de ser
curada. O Senhor percebeu e gostou de ser interrompido. Ele desejava atender à mulher, a Jairo e deseja
atender a cada sofredor. As interrupções em nosso ministério são uma oportunidade especial para Deus realizar
milagres em nós e através de nós.
Sejamos francos: ninguém gosta de interrupções, não é mesmo? Somos ocupados, temos coisas a fazer,
lugares a ir, tarefas a cumprir. Estabelecemos alvos para nós mesmos e queremos alcançá-los, às vezes dentro
de determinado prazo. As interrupções podem nos atrapalhar.
Por isso, se alguém vem com uma necessidade ou um pedido de ajuda e o momento não é conveniente, isso
pode nos perturbar. Às vezes você não pode simplesmente parar o que está fazendo. Ao mesmo tempo, quantas
vezes podemos parar o que estamos fazendo para prestar ajuda, mas não fazemos isso simplesmente porque
não queremos?
Porém, com frequência as maiores oportunidades de atender às necessidades das pessoas vêm através de
interrupções. Muitos tentam evitar as interrupções, e ficam contrariados quando seus planos são frustrados. Ao
examinar o ministério de Jesus, notamos que algumas das necessidades que Ele atendeu vieram como
interrupções, às quais Ele reagiu com amor. Se pensarmos nisso, muitas oportunidades que temos de ministrar
vêm em forma de interrupções. Já examinamos a história do bom samaritano. Quem sabe aonde ele estava
indo e o que iria fazer quando passou naquela estrada? Mas, independentemente de seus interesses, ele parou
para ajudar. E olha que essa foi uma tremenda interrupção, um grande desafio!
Alguém já interrompeu você com uma necessidade ou um pedido de ajuda? Como você reagiu?
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❉ Segunda, 22 de agosto - Posso ajudá-lo?
❉ Pergunta. 2. Leia Marcos 10:46-52 e João 5:1-9. Nesses casos, por que Jesus fez perguntas?
Mc 10:46-52, (KJA); 46 Chegaram pois a Jericó. Quando Jesus e seus discípulos, e mais uma grande multidão,
estavam deixando a cidade, o filho de Timeu, chamado Bartimeu, que era cego, estava assentado à beira do
caminho, pedindo esmolas. 47 Assim que ouviu que era Jesus de Nazaré, começou a gritar: “Jesus! Filho de
Davi, tem misericórdia de mim!”. 48 Muitos o advertiam severamente para que se calasse, contudo ele gritava
ainda mais: “Filho de Davi! Tem compaixão de mim!”. 49 Foi então que Jesus parou e pediu: “Chamai-o!” E
assim foram chamar o cego: “Ânimo, homem! Levanta-te, Ele te chama”. 50 Jogando sua capa para o lado, de
um só salto colocou-se em pé e foi ao encontro de Jesus. 51 Indagou-lhe Jesus: “Que queres que Eu te faça?”
Rogou-lhe o cego: “Raboni, que eu volte a enxergar!”. 52 E Jesus lhe ordenou: “Vai em frente, a tua fé te
salvou!”. No mesmo instante o homem recuperou a visão e passou a seguir a Jesus pelo caminho.
Jo 5:1-9, (KJA); 1 Algum tempo depois, havia uma festa dos judeus, e Jesus subiu para Jerusalém. 2 Existe em
Jerusalém, perto da Porta das Ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, tendo cinco pavilhões. 3
Nestes, ficava grande multidão de enfermos, cegos, mancos e paralíticos, esperando pelo movimento nas
águas. 4 De certo em certo tempo, descia um anjo do Senhor e agitava as águas. O primeiro que entrasse no
tanque, depois de agitadas as águas, era curado de qualquer doença que tivesse. 5 Estava ali um certo homem,
enfermo havia trinta e oito anos. 6 Quando Jesus o viu deitado, e sabendo que estava assim havia muito tempo,
perguntou-lhe: “Queres ser curado?” 7 O homem enfermo queixou-se: “Senhor, não tenho ninguém que me
ponha no tanque, quando a água é agitada; pois, enquanto estou indo, desce outro antes de mim.” 8 Ordenou-
lhe Jesus: “Levanta-te, apanha o teu leito e anda.” 9 Imediatamente o homem ficou curado, pegou seu leito e
andou. E aquele dia era sábado.
❉ Resposta. 2. Porque Ele queria: demonstrar interesse e cuidado pela pessoa; ouvir os sentimentos dos
sofredores, o que fazia parte do processo de cura; dar oportunidade para que as pessoas expressassem sua fé.
Se elas não demonstrassem confiança em Cristo quanto à cura, não iriam valorizar os milagres divinos.
Note que, em ambos os casos, Jesus perguntou o que eles queriam, embora isso fosse óbvio. E mesmo que não
fosse, seja como for, Jesus saberia quais eram as necessidades desses homens.
Contudo, ao fazer aquelas perguntas Jesus demonstrou respeito pelo ser humano. Mostrou que os estava
ouvindo e, ao ouvi-los, demonstrou que Se importava com suas lutas. Em muitos casos as pessoas, talvez mais
do que tudo, desejam apenas alguém com quem conversar, alguém que as ouça, porque, às vezes,
simplesmente conversar com alguém sobre as lutas da vida pode ajudar uma pessoa a se sentir melhor.
Como você se sentiria se, ao entrar no consultório de um médico, ele apenas olhasse de relance para você,
fizesse uma receita e o mandasse embora? Certamente você duvidaria que aquela pessoa conhecesse sua
necessidade. Talvez você dissesse: “O médico não me perguntou o que eu sinto, não examinou meu coração
nem verificou minha pressão, nem [...]” Uma das regras fundamentais da prática médica é: “Faça o
diagnóstico antes de tratar.”
O mesmo conceito se aplica à obra médico-missionária, que se concentra no bem-estar da pessoa e na
satisfação de suas necessidades integrais. Muitas igrejas acham que já sabem, ou então presumem que sabem o
que deve ser feito para servir às pessoas da comunidade. Quando dedicamos tempo para conversar com as
pessoas sobre suas necessidades e as necessidades da comunidade, elas percebem que nos importamos com a
sua felicidade e oferecem informações que nos mostram como servir de maneira mais satisfatória. Além disso,
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fazemos novos amigos.
“Lembrem-se de que vocês podem derrubar a mais forte oposição, tendo interesse pessoal nas pessoas que
encontram. Cristo manifestou interesse pessoal em homens e mulheres enquanto viveu na Terra. Aonde quer
que fosse, Ele era um médico-missionário. Devemos sair para fazer o bem, assim como Ele fez. Somos
instruídos a alimentar os famintos, vestir os nus e confortar os tristes” (Ellen G. White,Beneficência Social, p.
162).
A maioria das pessoas não tem problema para expressar suas opiniões. Como podemos ser ouvintes mais
atentos?
❉ Terça, 23 de agosto - As necessidades mais profundas
Jesus, sendo o Senhor, sabia mais sobre as pessoas do que elas sabiam sobre si mesmas. Há muitos relatos nos
evangelhos em que Jesus mostrou que não apenas sabia o que as pessoas estavam pensando naquele momento
(Mc 2:8), mas também conhecia sua história (Jo 4:18).
❉ Pergunta. 3. Leia o Salmo 139:1-13. Qual é a mensagem da Palavra de Deus nessa passagem?
Sl 139:1-13, (ARC); 1 SENHOR, tu me sondaste e me conheces. 2 Tu conheces o meu assentar e o meu levantar;
de longe entendes o meu pensamento. 3 Cercas o meu andar e o meu deitar; e conheces todos os meus
caminhos. 4 Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó SENHOR, tudo conheces. 5 Tu me cercaste
em volta e puseste sobre mim a tua mão. 6 Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta, que não a posso
atingir. 7 Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face? 8 Se subir ao céu, tu aí estás; se
fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também; 9 se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades
do mar, 10 até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá. 11 Se disser: decerto que as trevas me
encobrirão; então, a noite será luz à roda de mim. 12 Nem ainda as trevas me escondem de ti; mas a noite
resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa. 13 Pois possuíste o meu interior;
entreteceste-me no ventre de minha mãe.
❉ Resposta. 3. Deus conhece nossa vida passada, presente e futura. Ele conhece nossas necessidades mais
profundas e nos cerca com Sua onisciência, onipresença e onipotência. Ele pode nos guiar, suster, iluminar e
curar.
Como vimos ontem, Jesus conhecia as necessidades das pessoas, e procurava atender a essas necessidades. Na
verdade, Ele conhecia até as necessidades mais profundas. Essa realidade é vista na história do paralítico.
Embora fosse óbvio, pela aparência, que ele precisava de cura física, havia algo mais profundo, e foi por isso
que, mesmo antes de lhe ordenar que tomasse seu leito e andasse, Jesus lhe disse: “Filho, os teus pecados estão
perdoados” (Mc 2:5).
❉ Pergunta. 4. Leia Marcos 2:1-12. Qual era a necessidade mais profunda desse homem, além das aparências?
Esse tipo de necessidade pode ser um problema para aqueles a quem procuramos ministrar?
Mc 2:1-12, (ARA); 1 Alguns dias depois entrou Jesus outra vez em Cafarnaum, e soube-se que ele estava em
casa. 2 Ajuntaram-se, pois, muitos, a ponta de não caberem nem mesmo diante da porta; e ele lhes anunciava a
palavra. 3 Nisso vieram alguns a trazer-lhe um paralítico, carregado por quatro; 4 e não podendo aproximar-se
dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava e, fazendo uma abertura, baixaram o leito em
que jazia o paralítico. 5 E Jesus, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Filho, perdoados são os teus pecados. 6
Ora, estavam ali sentados alguns dos escribas, que arrazoavam em seus corações, dizendo: 7 Por que fala assim
este homem? Ele blasfema. Quem pode perdoar pecados senão um só, que é Deus? 8 Mas Jesus logo percebeu
em seu espírito que eles assim arrazoavam dentro de si, e perguntou-lhes: Por que arrazoais desse modo em
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vossos corações? 9 Qual é mais fácil? dizer ao paralítico: Perdoados são os teus pecados; ou dizer: Levanta-te,
toma o teu leito, e anda? 10 Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para
perdoar pecados ( disse ao paralítico ), 11 a ti te digo, levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa. 12 Então
ele se levantou e, tomando logo o leito, saiu à vista de todos; de modo que todos pasmavam e glorificavam a
Deus, dizendo: Nunca vimos coisa semelhante.
❉ Resposta. 4. Paz e certeza do perdão. Ele sofria por causa da culpa do pecado, que paralisava seu corpo e sua
mente. Hoje muitos precisam desse mesmo perdão.
Jesus sabia que a questão era mais profunda do que o aspecto físico. “Não era, entretanto, o restabelecimento
físico, que desejava tanto, mas o alívio do fardo do pecado. Se pudesse ver Jesus, e receber a certeza do perdão
e a paz com o Céu, estaria contente em viver ou morrer, segundo a vontade de Deus” (Ellen G. White, O
Desejado de Todas as Nações, p. 267).
É claro que não conseguiremos ver além das aparências, como Jesus vê. Mas podemos estar certos de que,
independentemente de quem estejamos procurando ajudar, essas pessoas estão prejudicadas pelo pecado. Isto
é, sejam quais forem as outras necessidades aparentes, precisam também de graça, de segurança e do
conhecimento de que Deus as ama, morreu por elas e deseja somente o melhor para Seus filhos.
Você almeja a certeza da salvação e o conhecimento de que Deus o ama? Como pode ajudar outras pessoas a
experimentar essa mesma certeza e esse amor?
❉ Quarta, 24 de agosto - Dorcas em Jope
❉ Pergunta. 5. Leia Atos 9:36-42. O que Dorcas fez em Jope quando descobriu as necessidades dos que
estavam ao seu redor? Em Atos 9:41, por que Pedro chamou “especialmente as viúvas” para vê-la
ressuscitada?
At 9:36-42, (NVI); 36 Em Jope havia uma discípula chamada Tabita, que em grego é Dorcas, que se dedicava a
praticar boas obras e dar esmolas. 37 Naqueles dias ela ficou doente e morreu, e seu corpo foi lavado e
colocado num quarto do andar superior. 38 Lida ficava perto de Jope, e quando os discípulos ouviram falar que
Pedro estava em Lida, mandaram-lhe dois homens dizer-lhe: "Não se demore em vir até nós". 39 Pedro foi com
eles e, quando chegou, foi levado para o quarto do andar superior. Todas as viúvas o rodearam, chorando e
mostrando-lhe os vestidos e outras roupas que Dorcas tinha feito quando ainda estava com elas. 40 Pedro
mandou que todos saíssem do quarto; depois, ajoelhou-se e orou. Voltando-se para a mulher morta, disse:
"Tabita, levante-se". Ela abriu os olhos e, vendo Pedro, sentou-se. 41 Tomando-a pela mão, ajudou-a a pôr-se
de pé. Então, chamando os santos e as viúvas, apresentou-a viva. 42 Este fato se tornou conhecido em toda a
cidade de Jope, e muitos creram no Senhor.
❉ Resposta. 5. Boas obras e esmolas. Fazia roupas para os pobres. Pedro chamou especialmente as viúvas
porque elas eram ajudadas por Dorcas e estavam perplexas pela perda dessa mulher tão dedicada aos
semelhantes.
Dorcas era uma discípula em ação. “Havia em Jope uma discípula por nome Tabita” (At 9:36). Será que as
pessoas podem dizer: “Há em [nome da sua cidade] verdadeiros discípulos na igreja adventista de [localização
da sua igreja], que são notáveis pelas boas obras e esmolas” (At 9:36)?
Os “santos” são os membros da igreja cristã; “as viúvas” podem incluir tanto membros da igreja quanto
pessoas da comunidade em geral. Dorcas servia igualmente a ambos os grupos. A nossa “Jope” deve ser tanto
dentro quanto fora da igreja. O constante cuidado dos que estão dentro da igreja é também uma poderosa
estratégia evangelística (ver At 2:42-47). Então as pessoas de fora dirão: “Vejam como aqueles adventistas se
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amam e cuidam uns dos outros!”
At 2:42-47, (NVI); 42 Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. 43
Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos. 44 Todos os que
criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum. 45 Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a
cada um conforme a sua necessidade. 46 Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o
pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, 47 louvando a
Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos.
❉ Pergunta. 6. Leia João 13:34, 35 e João 15:12. Qual é a mensagem essencial desses três versos? Por que é
tão importante que a igreja siga esse mandamento? Por que é tão difícil cumpri-lo?
Jo 13:34-35, (ACF 1753); 34 Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a
vós, que também vós uns aos outros vos ameis. 35 Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos
amardes uns aos outros.
Jo 15:12-13, (ACF 1753); 12 O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.
13 Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.
❉ Resposta. 6. O sinal de identificação dos discípulos é o amor entre eles. Esse amor os leva à ação em favor
da comunidade ao redor das igrejas. É difícil cumprir esse mandamento porque temos a tendência de viver de
modo egoísta.
Ao fazer um planejamento para servir às pessoas de fora da igreja, você deve considerar o estilo ou abordagem
que irá usar.
Amy Sherman descreve três estilos que uma igreja pode usar para servir à comunidade:
(1) O estilo pioneiro se concentra em satisfazer as necessidades da comunidade que circunda a igreja. Aquela
senhora que exercia um ministério relacionado à AIDS escolheu a comunidade próxima como sua “Jope”.
(2) O estilo jardineiro desenvolve laços de ministério com áreas que estão fora da vizinhança imediata de sua
igreja, assim como os jardineiros veem seus jardins como uma extensão de sua casa. Às vezes, várias igrejas
se associam para operar um centro de serviço comunitário fora das comunidades que cercam cada uma delas.
Em certa cidade, várias igrejas se uniram para abrir uma loja de produtos saudáveis, da qual surgiu uma nova
igreja.
(3) O estilo pastor consiste em servir a uma população-alvo, em vez de atender a uma área geográfica
específica. (Adaptado de Ronald J. Sider et al., Churches That Make a Difference:Reaching Your Community
with Good News and Good Works [Igrejas que Fazem a Diferença: Alcançando a Sua Comunidade com as
Boas-Novas e as Boas Obras]. Grand Rapids, Michigan: Baker Books, 2002, p. 146).
❉ Quinta, 25 de agosto - A igreja em ação
“Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos” (Pv 16:3, NVI).
Uma vez que sua igreja tenha uma clara visão de como ministrar à comunidade, é importante elaborar um
plano segundo o qual todos os departamentos possam atuar juntos para tornar essa ideia uma realidade. Ainda
que não se considere um “líder” em sua igreja, você pode dar sua contribuição. Além disso, é bom que todos
os membros entendam esse processo, pois ele diz respeito à missão que a igreja tem para com a comunidade
ao redor dela.
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Teoricamente, o plano estratégico de uma igreja deve se fundamentar nas informações obtidas de pelo menos
três fontes:
(1) os princípios da Bíblia e do Espírito de Profecia;
(2) o conhecimento das necessidades da comunidade; e
(3) a opinião dos membros da igreja. Algumas igrejas coletaram as opiniões dos membros realizando reuniões
para as quais eles foram convidados a fim de compartilhar suas ideias e sonhos a respeito do trabalho
missionário e do aperfeiçoamento de sua igreja internamente.
❉ Pergunta. 7. Leia Lucas 14:25-35. O que essa passagem fala sobre a dedicação e o planejamento necessários
para cumprir a missão da igreja?
Lc 14:25-35, (ACF 1753); 25 Ora, ia com ele uma grande multidão; e, voltando-se, disse-lhe: 26 Se alguém vier a
mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida,
não pode ser meu discípulo. 27 E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu
discípulo. 28 Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos
gastos, para ver se tem com que a acabar? 29 Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e
não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, 30 Dizendo: Este homem começou a
edificar e não pôde acabar. 31 Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra outro rei, não se assenta
primeiro a tomar conselho sobre se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil? 32
De outra maneira, estando o outro ainda longe, manda embaixadores, e pede condições de paz. 33 Assim, pois,
qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo. 34 Bom é o sal; mas, se o sal
degenerar, com que se há de salgar? 35 Nem presta para a terra, nem para o monturo; lançam-no fora. Quem
tem ouvidos para ouvir, ouça.
❉ Resposta. 7. É preciso colocar a vontade do Mestre acima dos relacionamentos e interesses na vida.
Devemos morrer para o egoísmo. Precisamos calcular o preço espiritual da edificação do reino de Deus e da
vitória na guerra em favor desse reino. Os discípulos dedicados são como o sal que nunca perde o sabor e a
influência. Por isso, eles planejam com sabedoria o trabalho da igreja.
Ao refletir sobre o processo exigido para satisfazer as necessidades de sua comunidade com eficiência, talvez
você pense: Isso vai requerer muita dedicação e tempo. Preferiríamos pegar um atalho. As duas parábolas nos
advertem contra a atitude de não dar muita importância às responsabilidades da missão e do discipulado. Elas
nos lembram que a análise e o planejamento de nossa missão são essenciais. É uma questão de boa
administração. O sabor do sal em Lucas 14:34 representa devoção. Sem isso nosso serviço e nosso discipulado
são inúteis e sem sentido. Precisamos de devoção fervorosa e fiel ao nosso Senhor, e se tivermos isso,
consequentemente, teremos um ministério fervoroso e fiel.
De que maneira você pode trabalhar mais com sua igreja na organização e no planejamento dos métodos para
alcançar sua comunidade?
❉ Sexta, 26 de agosto - Estudo adicional
Leia Dt 15:11; Jó 29:11-17; Pv 14:31; 19:17; At 3:6; Tg 1:27–2:5. Leia, de Ellen G. White, “Pioneirismo na
Austrália”, em Beneficência Social, p. 327-338.
Paulo se envolvia em satisfazer as claras necessidades das pessoas. Vemos isso na história de Paulo na Colina
de Marte, em Atenas. Em Atos 17:23, movido pela idolatria que viu na cidade, ele se envolveu em discussões
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com os pensadores e outras pessoas, no mercado. Familiarizou-se com as necessidades e os assuntos deles.
Descobriu que eles tinham na vida um vazio com a forma do Deus desconhecido, e que precisavam conhecer o
verdadeiro Deus e parar de adorar ídolos inúteis. Começou a pregar na sinagoga, onde havia judeus e também
“gentios piedosos” (At 17:17). Ele aproveitou a oportunidade que teve e apresentou a eles o evangelho. Paulo
foi ao encontro deles onde se encontravam, como podemos ver em seu modo de falar com as pessoas fora da
sinagoga e na rua. As multidões acreditavam em algum tipo de divindade, porque haviam construído um altar
“ao Deus desconhecido” (At 17:23). A partir dessa premissa, Paulo procurou conduzi-los ao Deus que eles
adoravam “sem conhecer” (At 17:23). Ele até citou um dos poetas deles que, casualmente, havia escrito algo
verdadeiro: “dEle também somos geração” (At 17:28). Começando do ponto em que as pessoas estavam, ele
desejava desviá-las de seus ídolos para o Deus vivo.
Perguntas para reflexão
1. “Aquele que ensinou ao povo o meio de conseguir a paz e a felicidade era tão solícito por suas necessidades
temporais como pelas espirituais” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 365). Por qual razão
devemos atender às necessidades dos outros?
2. Ao ajudar as pessoas, qual deve ser o nosso objetivo principal?
3. Você considera as interrupções incômodos ou oportunidades para servir às pessoas? De que formaGálatas
2:20 nos ajuda nesse assunto?
Resumo da Lição
TEXTO-CHAVE: Mateus 9:35
O ALUNO DEVERÁ
1. Conhecer: Lições essenciais do ministério de Jesus que o ajudem a identificar e a tomar uma atitude
diante das necessidades da comunidade.
2. Sentir: Inspiração para seguir o exemplo de Jesus, de não apenas proclamar as boas-novas, mas
também demonstrar o “toque pessoal” ao ajudar a resolver os problemas das pessoas.
3. Fazer: Encontrar maneiras de ser uma bênção à comunidade e, com os dons espirituais concedidos
por Deus, ministrar às necessidades das pessoas.
ESBOÇO
1.Conhecer: Percebendo a necessidade
1. Por que Jesus não apenas pregou as boas-novas da salvação, mas gastou tanto tempo curando os
doentes? Por que isso era importante para Ele?
2. Os adventistas do sétimo dia enfatizam que o ser humano é um todo e rejeitam a ideia de uma “alma
separada”. Como essa ênfase influencia a abordagem missionária da igreja?
2.Sentir: As necessidades das pessoas
1. Quando o cego Bartimeu clamou a Jesus, os discípulos e as outras pessoas o repreenderam (Mc
10:48). Como o cego se sentiu com isso? Como ele teve coragem de continuar clamando pela
compaixão de Jesus?
2. Bartimeu conhecia sua própria necessidade. Ela era óbvia. Em quais aspectos da vida precisamos do
toque do Mestre?
3.Fazer: Ajudando os necessitados
1. Ao orar nesta semana, peça a Deus que ajude você a identificar algum necessitado a quem possa
oferecer ajuda.
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2. Peça que Deus abra seus olhos às necessidades “ocultas”. Às vezes pensamos essencialmente em
termos de necessidades físicas dos doentes, pobres e famintos. Como podemos estar mais atentos
àqueles que estão bem fisicamente, mas estão depressivos, desanimados e solitários?
RESUMO: Embora Jesus passasse muito tempo pregando e ensinando, Ele sabia que as necessidades
espirituais das pessoas estavam intimamente ligadas aos problemas físicos e mentais delas. Para ter um
ministério eficaz hoje, devemos imitar o exemplo de Cristo e Seu cuidado para com a pessoa por inteiro,
física, mental e espiritualmente.
Ciclo do aprendizado
Motivação
Focalizando as Escrituras: Mateus 9:35
Conceito-chave para o crescimento espiritual: Uma das características mais notáveis da igreja cristã primitiva
é a maneira pela qual ela cuidava dos necessitados da comunidade e se importava com eles. Ministrar às
pessoas que precisam de ajuda não é uma espécie de opção extra, mas o aspecto central do nosso chamado
como seguidores de Cristo.
Para o professor: Aproveite a oportunidade para conversar com os alunos a respeito do rico legado deixado
pelos missionários adventistas do sétimo dia, homens e mulheres que percorreram grandes distâncias para
atender às necessidades das pessoas. Use isso como ponto de partida para discutir como nós, em nossa esfera
de influência, podemos seguir os passos desses missionários.
Discussão inicial
Em 1902, Harry Miller e sua esposa, Maude Miller, se formaram em medicina na universidade atualmente
conhecida como “Loma Linda University”. Os dois se sentiam irresistivelmente chamados para servir como
médicos missionários na China.
Os dois eram formandos elitizados e enfrentaram a tentação de buscar fama e fortuna nos Estados Unidos.
Porém, eles estavam prontos para deixar tudo isso para trás a fim de viver entre os pobres da China e trabalhar
por eles. O Dr. Harry Miller devotou 50 anos de sua vida à China e se tornou muito amado pelo povo daquele
imenso país.
O Dr. Miller era médico e amigo do general Chiang Kai-Shek, líder da República da China, e de sua esposa,
Mao. Mas, às vezes, ele também vivia entre os pobres, em um “abrigo de mendigos”; era, na verdade, uma
choupana aberta aos mosquitos e piolhos. Ele se importava com a aristocracia, mas também se ajoelhava
diante das camas dos pobres e humildes. O Dr. Miller realizava cirurgias que exigiam alta competência e
habilidade, mas da mesma forma passava horas incontáveis desenvolvendo uma fórmula viável para o leite de
soja, pois se preocupava com os bebês que morriam de alergia e desnutrição.
Pense nisto: Mesmo que não sejamos tão habilidosos quanto o Dr. Harry Miller, ou privilegiados com
experiências tão comoventes, Deus concedeu a cada um de nós dons espirituais para serem usados em Seu
serviço. Em espírito de oração, reflita sobre como você pode ser uma bênção para alguém nesta semana.
Compreensão
Para o professor: Jesus direcionou Seu ministério às necessidades das pessoas: as áreas da vida em que elas
estavam mais vulneráveis e abertas ao Seu toque de amor. Em nosso ministério, somos chamados a seguir Seu
exemplo, nos envolvendo com as pessoas e atendendo às suas necessidades fundamentais.
Comentário bíblico
I. Tomando sobre Si as nossas enfermidades (Recapitule com a classe Mateus 8:17; 9:35 e Isaías 53:4).
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Nas lições anteriores vimos como Cristo, assim que desceu do Monte das Bem-Aventuranças, colocou em
prática Seu ministério holístico, integral. Ele Se misturou com as pessoas e demonstrou compaixão por elas.
Na lição desta semana estudaremos como Ele ministrava às necessidades. Mateus resumiu o ministério de
Jesus, depois de Sua descida do Monte, no verso para memorizar desta semana (Mt 9:35).
Na agitação das atividades narradas antes desse verso, num espaço de apenas dois capítulos, vemos Jesus
curando:
1. Um leproso (Mt 8:3).
2. O servo do centurião romano (Mt 8:13).
3. A sogra de Pedro (Mt 8:15).
4. Endemoninhados (Mt 8:16, 28-34).
5. Um paralítico (Mt 9:1-7).
6. Uma mulher que sofria de hemorragia (Mt 9:22).
7. A filha de um dirigente da sinagoga (Mt 9:25).
8. Dois homens cegos (Mt 9:29, 30).
9. Um mudo (Mt 9:33).
Nesse meio tempo, Ele salvou os discípulos que haviam sido surpreendidos por uma tempestade e estavam
prestes a naufragar (Mt 8:23-27).
Depois que Jesus curou a sogra de Pedro, Ele esteve ocupado durante a noite, expulsando demônios e curando
doentes. Mateus fez um comentário impressionante para explicar que, ao fazer isso, Jesus estava cumprindo as
palavras do profeta Isaías: “Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e sobre Si levou as nossas doenças”
(Mt 8:17, NVI).
Essas palavras são uma citação da famosa profecia de Isaías 53, que prefigura, principalmente, a morte de
Jesus na cruz (Is 53:4). Na verdade, sempre que há alusões a esse capítulo de Isaías em outras partes do Novo
Testamento, elas ocorrem no contexto da crucificação (veja por exemplo Lucas 22:37 e Hebreus 9:28). Porém,
Mateus quis enfatizar que, antes da Sua morte, Jesus estava ocupado cuidando das pessoas, não apenas das
enfermidades espirituais delas. Ele tomou também as doenças físicas do povo.
Pense nisto: Como a ênfase adventista sobre a importância de ministrar às necessidades da alma e do corpo
influencia a maneira pela qual cumprimos nossa missão?
II. Abrindo os olhos dos cegos (Recapitule com a classe Marcos 10:46-52.)
Imediatamente antes de Sua entrada triunfal em Jerusalém, Jesus, Seus discípulos e uma multidão pararam em
Jericó. Ali Jesus viu um homem cego cujo nome era Bartimeu, que estava sentado à beira da estrada. Assim
que ouviu que Jesus estava passando, Bartimeu gritou: “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!” Os
discípulos de Jesus o repreenderam e o mandaram ficar quieto, mas a repreensão só fez com que o cego
gritasse ainda mais “Filho de Davi, tem misericórdia de mim!” (Mc 10:47, 48).
De acordo com William Barclay, a primeira vez que Bartimeu clamou foi apenas um grito normal para chamar
a atenção. Entretanto, para descrever a segunda vez, Lucas utilizou uma palavra grega diferente para “grito”,
indicando que o homem deu “um grito instintivo de emoção incontrolável; um forte brado; quase como o de
um animal”. Aquele era um grito de “completo desespero”. (www.studylight.org/commentaries/dsb/view.cqi?
k=lu&ch=18).
É nas profundezas do nosso desespero que Jesus tem mais possibilidade de nos trazer restauração e salvação.
A maioria das pessoas ficaria constrangida em gritar e clamar por misericórdia na frente de centenas de
pessoas. Mas Bartimeu não ficou nem um pouco preocupado. Ele já era completamente humilhado, excluído e
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desprezado pela sociedade. Ele não tinha nada a perder.
Bartimeu percebeu que Jesus parou e, em seguida, ouviu a Sua voz maravilhosa perguntando: “Que queres que
Eu te faça? ” (Mc 10:51). Essa parece ser uma pergunta estranha. Jesus não podia ler a mente de Bartimeu? E,
de qualquer forma, não era óbvio o que o homem queria? No entanto, parece que é algo importante realmente
dizermos a Deus que necessitamos dEle. Jesus queria que Bartimeu respondesse à Sua pergunta como um ato
de fé nEle a fim de conceder o que o cego necessitava.
Então, Bartimeu disse: “Mestre, que eu torne a ver” (Mt 10:51). Em seguida, vieram as palavras maravilhosas
das quais o cego jamais se esqueceria pelo resto da vida: “Recupera a tua vista; a tua fé te salvou” (Lc 18:42).
Os olhos daquele homem se abriram imediatamente, e seu mundo foi transformado. Havia apenas uma coisa
que ele podia fazer: Seguir Jesus, “glorificando a Deus” (Lc 18:43).
Pense nisto: Os discípulos tentaram silenciar Bartimeu quando ele clamou por Jesus. Que vozes tentam
silenciar as pessoas para que não clamem por Ele hoje?
Jesus perguntou a Bartimeu o que ele queria que o Senhor fizesse. Qual é a melhor forma de descobrir as
necessidades das pessoas em nossa comunidade?
Aplicação
Para o professor: Quando Kristina Muelhauser serviu como missionária na África, ela buscava todas as
oportunidades que pudesse encontrar para ministrar às necessidades das pessoas. Isso incluiu até o tipo de
ônibus que ela escolheu para uma viagem com duração de nove horas. Uma das opções era a linha de ônibus
superlotada que transportava passageiros por um baixo custo havia anos. Outra era uma linha nova, moderna e
eficiente, com poltronas macias, música e um motorista uniformizado. “Eu escolho o primeiro ônibus, pois lá
há muito mais oportunidades de ajudar pessoas e tocar suas vidas”, ela disse. “Com muita alegria no coração,
posso compartilhar dos desconfortos e problemas das outras pessoas.” Compartilhe essa história com seus
alunos e considere as questões para reflexão a seguir.
Perguntas para reflexão
1. Kristina Muelhauser descreve como sendo “uma alegria” a experiência de “compartilhar dos desconfortos e
problemas das outras pessoas”. O que ela quis dizer com isso? Como pode ser uma alegria ficar numa situação
desconfortável?
2. Que portas de evangelização são abertas quando removemos barreiras entre nós e as pessoas a quem
estamos oferecendo ajuda? Qual é a importância de “calçar os sapatos de alguém” em vez de conceder ajuda
mediante uma posição de “superioridade”?
3. Quais atitudes e pensamentos em relação a nós mesmos e aos outros são incompatíveis com o método de
Cristo de ministrar às necessidades?
Criatividade e atividades práticas
Para o professor: Na atividade de hoje, concentre-se em como podemos ser melhores na ministração às
necessidades dos outros. Incentive uma discussão aberta, mas também peça que os alunos apresentem base
bíblica para seus pontos de vista sempre que for possível. Termine a escola sabatina com um momento de
oração, concentrando-se nas oportunidades identificadas para o serviço.
Atividades
A atividade de hoje é uma discussão geral a respeito das necessidades da comunidade. Abaixo há uma
sugestão de estrutura para a discussão.
1. Liste cinco ou seis necessidades mais básicas do ser humano. Qual é a diferença entre necessidade e desejo?
A quais necessidades humanas Jesus ministrou?
2. Quais tipos de problemas sua igreja está procurando ajudar a resolver atualmente? São dificuldades dos
membros da igreja ou da comunidade? Ou de ambos? Explique.
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3. Quais são as principais carências das pessoas em sua comunidade?
4. Em sua família espiritual, quais são os talentos e os dons espirituais existentes que podem ajudar a suprir
essas carências?
Planejando atividades: O que sua classe pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição?
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Lição_932016_ Jesus ministrava às necessidades das pessoas_GGR

  • 1. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com LIÇÃO 9 O Papel da Igreja na Comunidade Jesus manifestava compaixão pelas pessoas 20 a 27 de agosto de 2016 ❉ Sábado à tarde VERSO PARA MEMORIZAR: “Percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades”. (Mt 9:35). Leituras da semana: Mc 5:22-43; 10:46-52; Jo 5:1-9; Sl 139:1-13; Mc 2:1-12; At 9:36-42. Num país africano, uma senhora adventista não quis parar de ministrar às necessidades das pessoas depois da aposentadoria. A necessidade mais urgente era atender os órfãos de pais aidéticos que não tinham uma nutrição adequada. Em 2002, ela e sua igreja começaram a oferecer às crianças da comunidade uma refeição sólida seis dias por semana. Começaram com 50 crianças e, em 2012, já estavam atendendo 300 crianças por dia. Isso os levou a iniciar uma pré-escola que agora é frequentada por 45 crianças. Além disso, eles distribuem roupas, fornecem verduras e milho provenientes de uma horta cultivada pela própria equipe, e cuidam dos doentes. Voluntárias da ADRA ensinam artesanato às mulheres e isso as ajuda a obter um meio de sustento. Essa demonstração do amor divino deu origem a uma nova igreja. No início havia cinco membros, mas em 2012 já havia 160 pessoas. Deus proveu recursos para a construção de um orfanato e de um novo prédio para a igreja. Realmente é muito importante atender às necessidades das pessoas. Assine a Revista Adventista e leia artigos teológicos, reflexões espirituais e notícias sobre a missão da igreja. ❉ Domingo, 21 de agosto - Interrupções: oportunidades inesperadas para servir Jesus desceu do barco na praia próxima a Cafarnaum (Mc 5). Seus discípulos ainda estavam atordoados devido ao angustiante encontro com o endemoninhado em Decápolis. Como de costume, uma multidão estava ali para encontrá-Lo. Ansiosas para obter a atenção de Jesus, as pessoas se empurravam para conseguir chegar perto dEle. Imediatamente Sua ajuda foi solicitada, dessa vez pelo chefe da sinagoga. Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 2. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com ❉ Pergunta. 1. Leia Marcos 5:22-43. Enquanto Jesus caminhava para atender à necessidade do chefe da sinagoga, o que O interrompeu, e como Ele reagiu à interrupção? Que lições encontramos nessa história a respeito da nossa reação quando somos interrompidos em nosso ministério? Mc 5:22-43, (NVI); 22 Então chegou ali um dos dirigentes da sinagoga, chamado Jairo. Vendo Jesus, prostrou-se aos seus pés 23 e lhe implorou insistentemente: "Minha filhinha está morrendo! Vem, por favor, e impõe as mãos sobre ela, para que seja curada e viva". 24 Jesus foi com ele. Uma grande multidão o seguia e o comprimia. 25 E estava ali certa mulher que havia doze anos vinha sofrendo de uma hemorragia. 26 Ela padecera muito sob o cuidado de vários médicos e gastara tudo o que tinha, mas, em vez de melhorar, piorava. 27 Quando ouviu falar de Jesus, chegou-se por trás dele, no meio da multidão, e tocou em seu manto, 28 porque pensava: "Se eu tão-somente tocar em seu manto, ficarei curada". 29 Imediatamente cessou sua hemorragia e ela sentiu em seu corpo que estava livre do seu sofrimento. 30 No mesmo instante, Jesus percebeu que dele havia saído poder, virou-se para a multidão e perguntou: "Quem tocou em meu manto? " 31 Responderam os seus discípulos: "Vês a multidão aglomerada ao teu redor e ainda perguntas: ‘Quem tocou em mim? ’ " 32 Mas Jesus continuou olhando ao seu redor para ver quem tinha feito aquilo. 33 Então a mulher, sabendo o que lhe tinha acontecido, aproximou-se, prostrou-se aos seus pés e, tremendo de medo, contou-lhe toda a verdade. 34 Então ele lhe disse: "Filha, a sua fé a curou! Vá em paz e fique livre do seu sofrimento". 35 Enquanto Jesus ainda estava falando, chegaram algumas pessoas da casa de Jairo, o dirigente da sinagoga. "Sua filha morreu", disseram eles. "Não precisa mais incomodar o mestre! " 36 Não fazendo caso do que eles disseram, Jesus disse ao dirigente da sinagoga: "Não tenha medo; tão-somente creia". 37 E não deixou ninguém segui-lo, senão Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago. 38 Quando chegaram à casa do dirigente da sinagoga, Jesus viu um alvoroço, com gente chorando e se lamentando em alta voz. 39 Então entrou e lhes disse: "Por que todo este alvoroço e lamento? A criança não está morta, mas dorme". 40 Mas todos começaram a rir de Jesus. Ele, porém, ordenou que eles saíssem, tomou consigo o pai e a mãe da criança e os discípulos que estavam com ele, e entrou onde se encontrava a criança. 41 Tomou-a pela mão e lhe disse: "Talita cumi! ", que significa: "Menina, eu lhe ordeno, levante-se! ". 42 Imediatamente a menina, que tinha doze anos de idade, levantou-se e começou a andar. Isso os deixou atônitos. 43 Ele deu ordens expressas para que não dissessem nada a ninguém e mandou que dessem a ela alguma coisa para comer. ❉ Resposta. 1. Uma mulher com hemorragia. Ela foi por trás dEle e tocou Sua roupa na esperança de ser curada. O Senhor percebeu e gostou de ser interrompido. Ele desejava atender à mulher, a Jairo e deseja atender a cada sofredor. As interrupções em nosso ministério são uma oportunidade especial para Deus realizar milagres em nós e através de nós. Sejamos francos: ninguém gosta de interrupções, não é mesmo? Somos ocupados, temos coisas a fazer, lugares a ir, tarefas a cumprir. Estabelecemos alvos para nós mesmos e queremos alcançá-los, às vezes dentro de determinado prazo. As interrupções podem nos atrapalhar. Por isso, se alguém vem com uma necessidade ou um pedido de ajuda e o momento não é conveniente, isso pode nos perturbar. Às vezes você não pode simplesmente parar o que está fazendo. Ao mesmo tempo, quantas vezes podemos parar o que estamos fazendo para prestar ajuda, mas não fazemos isso simplesmente porque não queremos? Porém, com frequência as maiores oportunidades de atender às necessidades das pessoas vêm através de interrupções. Muitos tentam evitar as interrupções, e ficam contrariados quando seus planos são frustrados. Ao examinar o ministério de Jesus, notamos que algumas das necessidades que Ele atendeu vieram como interrupções, às quais Ele reagiu com amor. Se pensarmos nisso, muitas oportunidades que temos de ministrar vêm em forma de interrupções. Já examinamos a história do bom samaritano. Quem sabe aonde ele estava indo e o que iria fazer quando passou naquela estrada? Mas, independentemente de seus interesses, ele parou para ajudar. E olha que essa foi uma tremenda interrupção, um grande desafio! Alguém já interrompeu você com uma necessidade ou um pedido de ajuda? Como você reagiu? Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 3. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com Fortaleça sua experiência com Deus. Acesse o site reavivadosporsuapalavra.org ❉ Segunda, 22 de agosto - Posso ajudá-lo? ❉ Pergunta. 2. Leia Marcos 10:46-52 e João 5:1-9. Nesses casos, por que Jesus fez perguntas? Mc 10:46-52, (KJA); 46 Chegaram pois a Jericó. Quando Jesus e seus discípulos, e mais uma grande multidão, estavam deixando a cidade, o filho de Timeu, chamado Bartimeu, que era cego, estava assentado à beira do caminho, pedindo esmolas. 47 Assim que ouviu que era Jesus de Nazaré, começou a gritar: “Jesus! Filho de Davi, tem misericórdia de mim!”. 48 Muitos o advertiam severamente para que se calasse, contudo ele gritava ainda mais: “Filho de Davi! Tem compaixão de mim!”. 49 Foi então que Jesus parou e pediu: “Chamai-o!” E assim foram chamar o cego: “Ânimo, homem! Levanta-te, Ele te chama”. 50 Jogando sua capa para o lado, de um só salto colocou-se em pé e foi ao encontro de Jesus. 51 Indagou-lhe Jesus: “Que queres que Eu te faça?” Rogou-lhe o cego: “Raboni, que eu volte a enxergar!”. 52 E Jesus lhe ordenou: “Vai em frente, a tua fé te salvou!”. No mesmo instante o homem recuperou a visão e passou a seguir a Jesus pelo caminho. Jo 5:1-9, (KJA); 1 Algum tempo depois, havia uma festa dos judeus, e Jesus subiu para Jerusalém. 2 Existe em Jerusalém, perto da Porta das Ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, tendo cinco pavilhões. 3 Nestes, ficava grande multidão de enfermos, cegos, mancos e paralíticos, esperando pelo movimento nas águas. 4 De certo em certo tempo, descia um anjo do Senhor e agitava as águas. O primeiro que entrasse no tanque, depois de agitadas as águas, era curado de qualquer doença que tivesse. 5 Estava ali um certo homem, enfermo havia trinta e oito anos. 6 Quando Jesus o viu deitado, e sabendo que estava assim havia muito tempo, perguntou-lhe: “Queres ser curado?” 7 O homem enfermo queixou-se: “Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; pois, enquanto estou indo, desce outro antes de mim.” 8 Ordenou- lhe Jesus: “Levanta-te, apanha o teu leito e anda.” 9 Imediatamente o homem ficou curado, pegou seu leito e andou. E aquele dia era sábado. ❉ Resposta. 2. Porque Ele queria: demonstrar interesse e cuidado pela pessoa; ouvir os sentimentos dos sofredores, o que fazia parte do processo de cura; dar oportunidade para que as pessoas expressassem sua fé. Se elas não demonstrassem confiança em Cristo quanto à cura, não iriam valorizar os milagres divinos. Note que, em ambos os casos, Jesus perguntou o que eles queriam, embora isso fosse óbvio. E mesmo que não fosse, seja como for, Jesus saberia quais eram as necessidades desses homens. Contudo, ao fazer aquelas perguntas Jesus demonstrou respeito pelo ser humano. Mostrou que os estava ouvindo e, ao ouvi-los, demonstrou que Se importava com suas lutas. Em muitos casos as pessoas, talvez mais do que tudo, desejam apenas alguém com quem conversar, alguém que as ouça, porque, às vezes, simplesmente conversar com alguém sobre as lutas da vida pode ajudar uma pessoa a se sentir melhor. Como você se sentiria se, ao entrar no consultório de um médico, ele apenas olhasse de relance para você, fizesse uma receita e o mandasse embora? Certamente você duvidaria que aquela pessoa conhecesse sua necessidade. Talvez você dissesse: “O médico não me perguntou o que eu sinto, não examinou meu coração nem verificou minha pressão, nem [...]” Uma das regras fundamentais da prática médica é: “Faça o diagnóstico antes de tratar.” O mesmo conceito se aplica à obra médico-missionária, que se concentra no bem-estar da pessoa e na satisfação de suas necessidades integrais. Muitas igrejas acham que já sabem, ou então presumem que sabem o que deve ser feito para servir às pessoas da comunidade. Quando dedicamos tempo para conversar com as pessoas sobre suas necessidades e as necessidades da comunidade, elas percebem que nos importamos com a sua felicidade e oferecem informações que nos mostram como servir de maneira mais satisfatória. Além disso, Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 4. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com fazemos novos amigos. “Lembrem-se de que vocês podem derrubar a mais forte oposição, tendo interesse pessoal nas pessoas que encontram. Cristo manifestou interesse pessoal em homens e mulheres enquanto viveu na Terra. Aonde quer que fosse, Ele era um médico-missionário. Devemos sair para fazer o bem, assim como Ele fez. Somos instruídos a alimentar os famintos, vestir os nus e confortar os tristes” (Ellen G. White,Beneficência Social, p. 162). A maioria das pessoas não tem problema para expressar suas opiniões. Como podemos ser ouvintes mais atentos? ❉ Terça, 23 de agosto - As necessidades mais profundas Jesus, sendo o Senhor, sabia mais sobre as pessoas do que elas sabiam sobre si mesmas. Há muitos relatos nos evangelhos em que Jesus mostrou que não apenas sabia o que as pessoas estavam pensando naquele momento (Mc 2:8), mas também conhecia sua história (Jo 4:18). ❉ Pergunta. 3. Leia o Salmo 139:1-13. Qual é a mensagem da Palavra de Deus nessa passagem? Sl 139:1-13, (ARC); 1 SENHOR, tu me sondaste e me conheces. 2 Tu conheces o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. 3 Cercas o meu andar e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos. 4 Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó SENHOR, tudo conheces. 5 Tu me cercaste em volta e puseste sobre mim a tua mão. 6 Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta, que não a posso atingir. 7 Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face? 8 Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também; 9 se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, 10 até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá. 11 Se disser: decerto que as trevas me encobrirão; então, a noite será luz à roda de mim. 12 Nem ainda as trevas me escondem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa. 13 Pois possuíste o meu interior; entreteceste-me no ventre de minha mãe. ❉ Resposta. 3. Deus conhece nossa vida passada, presente e futura. Ele conhece nossas necessidades mais profundas e nos cerca com Sua onisciência, onipresença e onipotência. Ele pode nos guiar, suster, iluminar e curar. Como vimos ontem, Jesus conhecia as necessidades das pessoas, e procurava atender a essas necessidades. Na verdade, Ele conhecia até as necessidades mais profundas. Essa realidade é vista na história do paralítico. Embora fosse óbvio, pela aparência, que ele precisava de cura física, havia algo mais profundo, e foi por isso que, mesmo antes de lhe ordenar que tomasse seu leito e andasse, Jesus lhe disse: “Filho, os teus pecados estão perdoados” (Mc 2:5). ❉ Pergunta. 4. Leia Marcos 2:1-12. Qual era a necessidade mais profunda desse homem, além das aparências? Esse tipo de necessidade pode ser um problema para aqueles a quem procuramos ministrar? Mc 2:1-12, (ARA); 1 Alguns dias depois entrou Jesus outra vez em Cafarnaum, e soube-se que ele estava em casa. 2 Ajuntaram-se, pois, muitos, a ponta de não caberem nem mesmo diante da porta; e ele lhes anunciava a palavra. 3 Nisso vieram alguns a trazer-lhe um paralítico, carregado por quatro; 4 e não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava e, fazendo uma abertura, baixaram o leito em que jazia o paralítico. 5 E Jesus, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Filho, perdoados são os teus pecados. 6 Ora, estavam ali sentados alguns dos escribas, que arrazoavam em seus corações, dizendo: 7 Por que fala assim este homem? Ele blasfema. Quem pode perdoar pecados senão um só, que é Deus? 8 Mas Jesus logo percebeu em seu espírito que eles assim arrazoavam dentro de si, e perguntou-lhes: Por que arrazoais desse modo em Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 5. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com vossos corações? 9 Qual é mais fácil? dizer ao paralítico: Perdoados são os teus pecados; ou dizer: Levanta-te, toma o teu leito, e anda? 10 Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados ( disse ao paralítico ), 11 a ti te digo, levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa. 12 Então ele se levantou e, tomando logo o leito, saiu à vista de todos; de modo que todos pasmavam e glorificavam a Deus, dizendo: Nunca vimos coisa semelhante. ❉ Resposta. 4. Paz e certeza do perdão. Ele sofria por causa da culpa do pecado, que paralisava seu corpo e sua mente. Hoje muitos precisam desse mesmo perdão. Jesus sabia que a questão era mais profunda do que o aspecto físico. “Não era, entretanto, o restabelecimento físico, que desejava tanto, mas o alívio do fardo do pecado. Se pudesse ver Jesus, e receber a certeza do perdão e a paz com o Céu, estaria contente em viver ou morrer, segundo a vontade de Deus” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 267). É claro que não conseguiremos ver além das aparências, como Jesus vê. Mas podemos estar certos de que, independentemente de quem estejamos procurando ajudar, essas pessoas estão prejudicadas pelo pecado. Isto é, sejam quais forem as outras necessidades aparentes, precisam também de graça, de segurança e do conhecimento de que Deus as ama, morreu por elas e deseja somente o melhor para Seus filhos. Você almeja a certeza da salvação e o conhecimento de que Deus o ama? Como pode ajudar outras pessoas a experimentar essa mesma certeza e esse amor? ❉ Quarta, 24 de agosto - Dorcas em Jope ❉ Pergunta. 5. Leia Atos 9:36-42. O que Dorcas fez em Jope quando descobriu as necessidades dos que estavam ao seu redor? Em Atos 9:41, por que Pedro chamou “especialmente as viúvas” para vê-la ressuscitada? At 9:36-42, (NVI); 36 Em Jope havia uma discípula chamada Tabita, que em grego é Dorcas, que se dedicava a praticar boas obras e dar esmolas. 37 Naqueles dias ela ficou doente e morreu, e seu corpo foi lavado e colocado num quarto do andar superior. 38 Lida ficava perto de Jope, e quando os discípulos ouviram falar que Pedro estava em Lida, mandaram-lhe dois homens dizer-lhe: "Não se demore em vir até nós". 39 Pedro foi com eles e, quando chegou, foi levado para o quarto do andar superior. Todas as viúvas o rodearam, chorando e mostrando-lhe os vestidos e outras roupas que Dorcas tinha feito quando ainda estava com elas. 40 Pedro mandou que todos saíssem do quarto; depois, ajoelhou-se e orou. Voltando-se para a mulher morta, disse: "Tabita, levante-se". Ela abriu os olhos e, vendo Pedro, sentou-se. 41 Tomando-a pela mão, ajudou-a a pôr-se de pé. Então, chamando os santos e as viúvas, apresentou-a viva. 42 Este fato se tornou conhecido em toda a cidade de Jope, e muitos creram no Senhor. ❉ Resposta. 5. Boas obras e esmolas. Fazia roupas para os pobres. Pedro chamou especialmente as viúvas porque elas eram ajudadas por Dorcas e estavam perplexas pela perda dessa mulher tão dedicada aos semelhantes. Dorcas era uma discípula em ação. “Havia em Jope uma discípula por nome Tabita” (At 9:36). Será que as pessoas podem dizer: “Há em [nome da sua cidade] verdadeiros discípulos na igreja adventista de [localização da sua igreja], que são notáveis pelas boas obras e esmolas” (At 9:36)? Os “santos” são os membros da igreja cristã; “as viúvas” podem incluir tanto membros da igreja quanto pessoas da comunidade em geral. Dorcas servia igualmente a ambos os grupos. A nossa “Jope” deve ser tanto dentro quanto fora da igreja. O constante cuidado dos que estão dentro da igreja é também uma poderosa estratégia evangelística (ver At 2:42-47). Então as pessoas de fora dirão: “Vejam como aqueles adventistas se Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 6. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com amam e cuidam uns dos outros!” At 2:42-47, (NVI); 42 Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. 43 Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos. 44 Todos os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum. 45 Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade. 46 Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, 47 louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos. ❉ Pergunta. 6. Leia João 13:34, 35 e João 15:12. Qual é a mensagem essencial desses três versos? Por que é tão importante que a igreja siga esse mandamento? Por que é tão difícil cumpri-lo? Jo 13:34-35, (ACF 1753); 34 Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. 35 Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. Jo 15:12-13, (ACF 1753); 12 O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. 13 Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. ❉ Resposta. 6. O sinal de identificação dos discípulos é o amor entre eles. Esse amor os leva à ação em favor da comunidade ao redor das igrejas. É difícil cumprir esse mandamento porque temos a tendência de viver de modo egoísta. Ao fazer um planejamento para servir às pessoas de fora da igreja, você deve considerar o estilo ou abordagem que irá usar. Amy Sherman descreve três estilos que uma igreja pode usar para servir à comunidade: (1) O estilo pioneiro se concentra em satisfazer as necessidades da comunidade que circunda a igreja. Aquela senhora que exercia um ministério relacionado à AIDS escolheu a comunidade próxima como sua “Jope”. (2) O estilo jardineiro desenvolve laços de ministério com áreas que estão fora da vizinhança imediata de sua igreja, assim como os jardineiros veem seus jardins como uma extensão de sua casa. Às vezes, várias igrejas se associam para operar um centro de serviço comunitário fora das comunidades que cercam cada uma delas. Em certa cidade, várias igrejas se uniram para abrir uma loja de produtos saudáveis, da qual surgiu uma nova igreja. (3) O estilo pastor consiste em servir a uma população-alvo, em vez de atender a uma área geográfica específica. (Adaptado de Ronald J. Sider et al., Churches That Make a Difference:Reaching Your Community with Good News and Good Works [Igrejas que Fazem a Diferença: Alcançando a Sua Comunidade com as Boas-Novas e as Boas Obras]. Grand Rapids, Michigan: Baker Books, 2002, p. 146). ❉ Quinta, 25 de agosto - A igreja em ação “Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos” (Pv 16:3, NVI). Uma vez que sua igreja tenha uma clara visão de como ministrar à comunidade, é importante elaborar um plano segundo o qual todos os departamentos possam atuar juntos para tornar essa ideia uma realidade. Ainda que não se considere um “líder” em sua igreja, você pode dar sua contribuição. Além disso, é bom que todos os membros entendam esse processo, pois ele diz respeito à missão que a igreja tem para com a comunidade ao redor dela. Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 7. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com Teoricamente, o plano estratégico de uma igreja deve se fundamentar nas informações obtidas de pelo menos três fontes: (1) os princípios da Bíblia e do Espírito de Profecia; (2) o conhecimento das necessidades da comunidade; e (3) a opinião dos membros da igreja. Algumas igrejas coletaram as opiniões dos membros realizando reuniões para as quais eles foram convidados a fim de compartilhar suas ideias e sonhos a respeito do trabalho missionário e do aperfeiçoamento de sua igreja internamente. ❉ Pergunta. 7. Leia Lucas 14:25-35. O que essa passagem fala sobre a dedicação e o planejamento necessários para cumprir a missão da igreja? Lc 14:25-35, (ACF 1753); 25 Ora, ia com ele uma grande multidão; e, voltando-se, disse-lhe: 26 Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. 27 E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo. 28 Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? 29 Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, 30 Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar. 31 Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra outro rei, não se assenta primeiro a tomar conselho sobre se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil? 32 De outra maneira, estando o outro ainda longe, manda embaixadores, e pede condições de paz. 33 Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo. 34 Bom é o sal; mas, se o sal degenerar, com que se há de salgar? 35 Nem presta para a terra, nem para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. ❉ Resposta. 7. É preciso colocar a vontade do Mestre acima dos relacionamentos e interesses na vida. Devemos morrer para o egoísmo. Precisamos calcular o preço espiritual da edificação do reino de Deus e da vitória na guerra em favor desse reino. Os discípulos dedicados são como o sal que nunca perde o sabor e a influência. Por isso, eles planejam com sabedoria o trabalho da igreja. Ao refletir sobre o processo exigido para satisfazer as necessidades de sua comunidade com eficiência, talvez você pense: Isso vai requerer muita dedicação e tempo. Preferiríamos pegar um atalho. As duas parábolas nos advertem contra a atitude de não dar muita importância às responsabilidades da missão e do discipulado. Elas nos lembram que a análise e o planejamento de nossa missão são essenciais. É uma questão de boa administração. O sabor do sal em Lucas 14:34 representa devoção. Sem isso nosso serviço e nosso discipulado são inúteis e sem sentido. Precisamos de devoção fervorosa e fiel ao nosso Senhor, e se tivermos isso, consequentemente, teremos um ministério fervoroso e fiel. De que maneira você pode trabalhar mais com sua igreja na organização e no planejamento dos métodos para alcançar sua comunidade? ❉ Sexta, 26 de agosto - Estudo adicional Leia Dt 15:11; Jó 29:11-17; Pv 14:31; 19:17; At 3:6; Tg 1:27–2:5. Leia, de Ellen G. White, “Pioneirismo na Austrália”, em Beneficência Social, p. 327-338. Paulo se envolvia em satisfazer as claras necessidades das pessoas. Vemos isso na história de Paulo na Colina de Marte, em Atenas. Em Atos 17:23, movido pela idolatria que viu na cidade, ele se envolveu em discussões Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 8. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com com os pensadores e outras pessoas, no mercado. Familiarizou-se com as necessidades e os assuntos deles. Descobriu que eles tinham na vida um vazio com a forma do Deus desconhecido, e que precisavam conhecer o verdadeiro Deus e parar de adorar ídolos inúteis. Começou a pregar na sinagoga, onde havia judeus e também “gentios piedosos” (At 17:17). Ele aproveitou a oportunidade que teve e apresentou a eles o evangelho. Paulo foi ao encontro deles onde se encontravam, como podemos ver em seu modo de falar com as pessoas fora da sinagoga e na rua. As multidões acreditavam em algum tipo de divindade, porque haviam construído um altar “ao Deus desconhecido” (At 17:23). A partir dessa premissa, Paulo procurou conduzi-los ao Deus que eles adoravam “sem conhecer” (At 17:23). Ele até citou um dos poetas deles que, casualmente, havia escrito algo verdadeiro: “dEle também somos geração” (At 17:28). Começando do ponto em que as pessoas estavam, ele desejava desviá-las de seus ídolos para o Deus vivo. Perguntas para reflexão 1. “Aquele que ensinou ao povo o meio de conseguir a paz e a felicidade era tão solícito por suas necessidades temporais como pelas espirituais” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 365). Por qual razão devemos atender às necessidades dos outros? 2. Ao ajudar as pessoas, qual deve ser o nosso objetivo principal? 3. Você considera as interrupções incômodos ou oportunidades para servir às pessoas? De que formaGálatas 2:20 nos ajuda nesse assunto? Resumo da Lição TEXTO-CHAVE: Mateus 9:35 O ALUNO DEVERÁ 1. Conhecer: Lições essenciais do ministério de Jesus que o ajudem a identificar e a tomar uma atitude diante das necessidades da comunidade. 2. Sentir: Inspiração para seguir o exemplo de Jesus, de não apenas proclamar as boas-novas, mas também demonstrar o “toque pessoal” ao ajudar a resolver os problemas das pessoas. 3. Fazer: Encontrar maneiras de ser uma bênção à comunidade e, com os dons espirituais concedidos por Deus, ministrar às necessidades das pessoas. ESBOÇO 1.Conhecer: Percebendo a necessidade 1. Por que Jesus não apenas pregou as boas-novas da salvação, mas gastou tanto tempo curando os doentes? Por que isso era importante para Ele? 2. Os adventistas do sétimo dia enfatizam que o ser humano é um todo e rejeitam a ideia de uma “alma separada”. Como essa ênfase influencia a abordagem missionária da igreja? 2.Sentir: As necessidades das pessoas 1. Quando o cego Bartimeu clamou a Jesus, os discípulos e as outras pessoas o repreenderam (Mc 10:48). Como o cego se sentiu com isso? Como ele teve coragem de continuar clamando pela compaixão de Jesus? 2. Bartimeu conhecia sua própria necessidade. Ela era óbvia. Em quais aspectos da vida precisamos do toque do Mestre? 3.Fazer: Ajudando os necessitados 1. Ao orar nesta semana, peça a Deus que ajude você a identificar algum necessitado a quem possa oferecer ajuda. Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 9. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com 2. Peça que Deus abra seus olhos às necessidades “ocultas”. Às vezes pensamos essencialmente em termos de necessidades físicas dos doentes, pobres e famintos. Como podemos estar mais atentos àqueles que estão bem fisicamente, mas estão depressivos, desanimados e solitários? RESUMO: Embora Jesus passasse muito tempo pregando e ensinando, Ele sabia que as necessidades espirituais das pessoas estavam intimamente ligadas aos problemas físicos e mentais delas. Para ter um ministério eficaz hoje, devemos imitar o exemplo de Cristo e Seu cuidado para com a pessoa por inteiro, física, mental e espiritualmente. Ciclo do aprendizado Motivação Focalizando as Escrituras: Mateus 9:35 Conceito-chave para o crescimento espiritual: Uma das características mais notáveis da igreja cristã primitiva é a maneira pela qual ela cuidava dos necessitados da comunidade e se importava com eles. Ministrar às pessoas que precisam de ajuda não é uma espécie de opção extra, mas o aspecto central do nosso chamado como seguidores de Cristo. Para o professor: Aproveite a oportunidade para conversar com os alunos a respeito do rico legado deixado pelos missionários adventistas do sétimo dia, homens e mulheres que percorreram grandes distâncias para atender às necessidades das pessoas. Use isso como ponto de partida para discutir como nós, em nossa esfera de influência, podemos seguir os passos desses missionários. Discussão inicial Em 1902, Harry Miller e sua esposa, Maude Miller, se formaram em medicina na universidade atualmente conhecida como “Loma Linda University”. Os dois se sentiam irresistivelmente chamados para servir como médicos missionários na China. Os dois eram formandos elitizados e enfrentaram a tentação de buscar fama e fortuna nos Estados Unidos. Porém, eles estavam prontos para deixar tudo isso para trás a fim de viver entre os pobres da China e trabalhar por eles. O Dr. Harry Miller devotou 50 anos de sua vida à China e se tornou muito amado pelo povo daquele imenso país. O Dr. Miller era médico e amigo do general Chiang Kai-Shek, líder da República da China, e de sua esposa, Mao. Mas, às vezes, ele também vivia entre os pobres, em um “abrigo de mendigos”; era, na verdade, uma choupana aberta aos mosquitos e piolhos. Ele se importava com a aristocracia, mas também se ajoelhava diante das camas dos pobres e humildes. O Dr. Miller realizava cirurgias que exigiam alta competência e habilidade, mas da mesma forma passava horas incontáveis desenvolvendo uma fórmula viável para o leite de soja, pois se preocupava com os bebês que morriam de alergia e desnutrição. Pense nisto: Mesmo que não sejamos tão habilidosos quanto o Dr. Harry Miller, ou privilegiados com experiências tão comoventes, Deus concedeu a cada um de nós dons espirituais para serem usados em Seu serviço. Em espírito de oração, reflita sobre como você pode ser uma bênção para alguém nesta semana. Compreensão Para o professor: Jesus direcionou Seu ministério às necessidades das pessoas: as áreas da vida em que elas estavam mais vulneráveis e abertas ao Seu toque de amor. Em nosso ministério, somos chamados a seguir Seu exemplo, nos envolvendo com as pessoas e atendendo às suas necessidades fundamentais. Comentário bíblico I. Tomando sobre Si as nossas enfermidades (Recapitule com a classe Mateus 8:17; 9:35 e Isaías 53:4). Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 10. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com Nas lições anteriores vimos como Cristo, assim que desceu do Monte das Bem-Aventuranças, colocou em prática Seu ministério holístico, integral. Ele Se misturou com as pessoas e demonstrou compaixão por elas. Na lição desta semana estudaremos como Ele ministrava às necessidades. Mateus resumiu o ministério de Jesus, depois de Sua descida do Monte, no verso para memorizar desta semana (Mt 9:35). Na agitação das atividades narradas antes desse verso, num espaço de apenas dois capítulos, vemos Jesus curando: 1. Um leproso (Mt 8:3). 2. O servo do centurião romano (Mt 8:13). 3. A sogra de Pedro (Mt 8:15). 4. Endemoninhados (Mt 8:16, 28-34). 5. Um paralítico (Mt 9:1-7). 6. Uma mulher que sofria de hemorragia (Mt 9:22). 7. A filha de um dirigente da sinagoga (Mt 9:25). 8. Dois homens cegos (Mt 9:29, 30). 9. Um mudo (Mt 9:33). Nesse meio tempo, Ele salvou os discípulos que haviam sido surpreendidos por uma tempestade e estavam prestes a naufragar (Mt 8:23-27). Depois que Jesus curou a sogra de Pedro, Ele esteve ocupado durante a noite, expulsando demônios e curando doentes. Mateus fez um comentário impressionante para explicar que, ao fazer isso, Jesus estava cumprindo as palavras do profeta Isaías: “Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e sobre Si levou as nossas doenças” (Mt 8:17, NVI). Essas palavras são uma citação da famosa profecia de Isaías 53, que prefigura, principalmente, a morte de Jesus na cruz (Is 53:4). Na verdade, sempre que há alusões a esse capítulo de Isaías em outras partes do Novo Testamento, elas ocorrem no contexto da crucificação (veja por exemplo Lucas 22:37 e Hebreus 9:28). Porém, Mateus quis enfatizar que, antes da Sua morte, Jesus estava ocupado cuidando das pessoas, não apenas das enfermidades espirituais delas. Ele tomou também as doenças físicas do povo. Pense nisto: Como a ênfase adventista sobre a importância de ministrar às necessidades da alma e do corpo influencia a maneira pela qual cumprimos nossa missão? II. Abrindo os olhos dos cegos (Recapitule com a classe Marcos 10:46-52.) Imediatamente antes de Sua entrada triunfal em Jerusalém, Jesus, Seus discípulos e uma multidão pararam em Jericó. Ali Jesus viu um homem cego cujo nome era Bartimeu, que estava sentado à beira da estrada. Assim que ouviu que Jesus estava passando, Bartimeu gritou: “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!” Os discípulos de Jesus o repreenderam e o mandaram ficar quieto, mas a repreensão só fez com que o cego gritasse ainda mais “Filho de Davi, tem misericórdia de mim!” (Mc 10:47, 48). De acordo com William Barclay, a primeira vez que Bartimeu clamou foi apenas um grito normal para chamar a atenção. Entretanto, para descrever a segunda vez, Lucas utilizou uma palavra grega diferente para “grito”, indicando que o homem deu “um grito instintivo de emoção incontrolável; um forte brado; quase como o de um animal”. Aquele era um grito de “completo desespero”. (www.studylight.org/commentaries/dsb/view.cqi? k=lu&ch=18). É nas profundezas do nosso desespero que Jesus tem mais possibilidade de nos trazer restauração e salvação. A maioria das pessoas ficaria constrangida em gritar e clamar por misericórdia na frente de centenas de pessoas. Mas Bartimeu não ficou nem um pouco preocupado. Ele já era completamente humilhado, excluído e Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 11. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com desprezado pela sociedade. Ele não tinha nada a perder. Bartimeu percebeu que Jesus parou e, em seguida, ouviu a Sua voz maravilhosa perguntando: “Que queres que Eu te faça? ” (Mc 10:51). Essa parece ser uma pergunta estranha. Jesus não podia ler a mente de Bartimeu? E, de qualquer forma, não era óbvio o que o homem queria? No entanto, parece que é algo importante realmente dizermos a Deus que necessitamos dEle. Jesus queria que Bartimeu respondesse à Sua pergunta como um ato de fé nEle a fim de conceder o que o cego necessitava. Então, Bartimeu disse: “Mestre, que eu torne a ver” (Mt 10:51). Em seguida, vieram as palavras maravilhosas das quais o cego jamais se esqueceria pelo resto da vida: “Recupera a tua vista; a tua fé te salvou” (Lc 18:42). Os olhos daquele homem se abriram imediatamente, e seu mundo foi transformado. Havia apenas uma coisa que ele podia fazer: Seguir Jesus, “glorificando a Deus” (Lc 18:43). Pense nisto: Os discípulos tentaram silenciar Bartimeu quando ele clamou por Jesus. Que vozes tentam silenciar as pessoas para que não clamem por Ele hoje? Jesus perguntou a Bartimeu o que ele queria que o Senhor fizesse. Qual é a melhor forma de descobrir as necessidades das pessoas em nossa comunidade? Aplicação Para o professor: Quando Kristina Muelhauser serviu como missionária na África, ela buscava todas as oportunidades que pudesse encontrar para ministrar às necessidades das pessoas. Isso incluiu até o tipo de ônibus que ela escolheu para uma viagem com duração de nove horas. Uma das opções era a linha de ônibus superlotada que transportava passageiros por um baixo custo havia anos. Outra era uma linha nova, moderna e eficiente, com poltronas macias, música e um motorista uniformizado. “Eu escolho o primeiro ônibus, pois lá há muito mais oportunidades de ajudar pessoas e tocar suas vidas”, ela disse. “Com muita alegria no coração, posso compartilhar dos desconfortos e problemas das outras pessoas.” Compartilhe essa história com seus alunos e considere as questões para reflexão a seguir. Perguntas para reflexão 1. Kristina Muelhauser descreve como sendo “uma alegria” a experiência de “compartilhar dos desconfortos e problemas das outras pessoas”. O que ela quis dizer com isso? Como pode ser uma alegria ficar numa situação desconfortável? 2. Que portas de evangelização são abertas quando removemos barreiras entre nós e as pessoas a quem estamos oferecendo ajuda? Qual é a importância de “calçar os sapatos de alguém” em vez de conceder ajuda mediante uma posição de “superioridade”? 3. Quais atitudes e pensamentos em relação a nós mesmos e aos outros são incompatíveis com o método de Cristo de ministrar às necessidades? Criatividade e atividades práticas Para o professor: Na atividade de hoje, concentre-se em como podemos ser melhores na ministração às necessidades dos outros. Incentive uma discussão aberta, mas também peça que os alunos apresentem base bíblica para seus pontos de vista sempre que for possível. Termine a escola sabatina com um momento de oração, concentrando-se nas oportunidades identificadas para o serviço. Atividades A atividade de hoje é uma discussão geral a respeito das necessidades da comunidade. Abaixo há uma sugestão de estrutura para a discussão. 1. Liste cinco ou seis necessidades mais básicas do ser humano. Qual é a diferença entre necessidade e desejo? A quais necessidades humanas Jesus ministrou? 2. Quais tipos de problemas sua igreja está procurando ajudar a resolver atualmente? São dificuldades dos membros da igreja ou da comunidade? Ou de ambos? Explique. Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 12. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com 3. Quais são as principais carências das pessoas em sua comunidade? 4. Em sua família espiritual, quais são os talentos e os dons espirituais existentes que podem ajudar a suprir essas carências? Planejando atividades: O que sua classe pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição? Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos