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LIÇÃO 12 O Evangelho de Mateus
Os últimos dias de Jesus 11 a 18 de JUNHO 2016
❉ Sábado à tarde Ano Bíblico: Jó 29-31
VERSO PARA MEMORIZAR: “Ainda esta noite todos vocês Me abandonarão” (Mt 26:31, NVI).
Em Seu discurso aos discípulos, Jesus não fez nenhuma triste alusão a Seus próprios sofrimentos e morte. Foi
de paz Seu último legado a eles. Disse: "Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou: não vo-la dou como o mundo
a dá. Não se turbe o vosso coração nem se atemorize." João 14:27.
Antes de deixar o cenáculo, o Salvador dirigiu os discípulos num hino de louvor. Sua voz se fez ouvir, não nos
acentos de uma dolorosa lamentação, mas nas jubilosas notas da aleluia pascoal:
"Louvai ao Senhor, todas as nações, Louvai-O todos os povos. Porque a Sua benignidade é grande para
conosco, E a verdade do Senhor é para sempre. Louvai ao Senhor." Sal. 117.
Depois do hino, saíram. Atravessaram as ruas, saindo pela porta da cidade em direção do monte das Oliveiras.
Lentamente caminhavam, preocupado cada um com seus próprios pensamentos. Ao começarem a descer para
o monte, Jesus disse, num tom de profunda tristeza: "Todos vós esta noite vos escandalizareis em Mim; porque
está escrito: Ferirei o Pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão." Mat. 26:31. Os discípulos escutaram
contristados e possuídos de espanto. Lembravam-se de como, na sinagoga de Cafarnaum, quando Cristo falara
de Si mesmo como o pão da vida, muitos se escandalizaram, afastando-se dEle. Os doze, porém, não se tinham
mostrado infiéis. Pedro, falando por seus irmãos, declarara sua lealdade a Cristo. Então o Salvador dissera:
"Não vos escolhi a vós os doze? e um de vós é um diabo." João 6:70. No cenáculo Jesus dissera que um dos
doze O havia de trair, e que Pedro O negaria. Mas agora Suas palavras os incluíam a todos. O Desejado de
Todas as Nações, pp. 672-673.
❉ DOMINGO, 12 DE JUNHO 2016 – UMA BOA OBRA
► Perg. 1. Com este pano de fundo em mente, leia Mateus 26:1-16. Qual é o significado desta dádiva tão cara,
e o que nos deve ela ensinar sobre o modo como nos devemos relacionar com Jesus?
Mt 26:1-16, (ACF 1753); 1 E ACONTECEU que, quando Jesus concluiu todos estes discursos, disse aos seus
discípulos: 2 Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa; e o Filho do homem será entregue para ser
Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
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crucificado. 3 Depois os príncipes dos sacerdotes, e os escribas, e os anciãos do povo reuniram-se na sala do
sumo sacerdote, o qual se chamava Caifás. 4 E consultaram-se mutuamente para prenderem Jesus com dolo e
o matarem. 5 Mas diziam: Não durante a festa, para que não haja alvoroço entre o povo. 6 E, estando Jesus em
Betânia, em casa de Simão, o leproso, 7 Aproximou-se dele uma mulher com um vaso de alabastro, com
unguento de grande valor, e derramou-lho sobre a cabeça, quando ele estava assentado à mesa. 8 E os
seus discípulos, vendo isto, indignaram-se, dizendo: Por que é este desperdício? 9 Pois este unguento podia
vender-se por grande preço, e dar-se o dinheiro aos pobres. 10 Jesus, porém, conhecendo isto, disse-lhes:
Por que afligis esta mulher? pois praticou uma boa ação para comigo. 11 Porquanto sempre tendes
convosco os pobres, mas a mim não me haveis de ter sempre. 12 Ora, derramando ela este unguento sobre
o meu corpo, fê-lo preparando-me para o meu sepultamento. 13 Em verdade vos digo que, onde quer que
este evangelho for pregado em todo o mundo, também será referido o que ela fez, para memória sua. 14 Então
um dos doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os príncipes dos sacerdotes, 15 E disse: Que me quereis
dar, e eu vo-lo entregarei? E eles lhe pesaram trinta moedas de prata, 16 E desde então buscava oportunidade
para o entregar.
Mt 26:12-13, (NVI); 12 Quando derramou este perfume sobre o meu corpo, ela o fez a fim de me
preparar para o sepultamento. 13 Eu lhes asseguro que onde quer que este evangelho for anunciado, em
todo o mundo, também o que ela fez será contado, em sua memória".
► Resp. 1. O vaso de alabastro simboliza o corpo de Jesus que seria oferecido na cruz. O perfume simboliza o
sangue de Cristo, que perfuma nossa vida. O valioso presente mostra que devemos dedicar ao Senhor o que
temos de melhor, em gratidão ao Seu Filho, o melhor presente que Ele poderia nos dar.
Enquanto os discípulos estavam a lamentar o desperdício, Jesus chamou ao ato dela “uma boa ação”. Por esta
ação, exteriormente muito extravagante, a mulher estava a revelar a verdadeira profundidade do amor que
existia por Jesus no seu coração. Embora certamente não soubesse tudo o que estava para vir ou o que esses
eventos significariam, ela percebeu o suficiente para saber que devia muito a Jesus; e, assim, ela queria
também devolver-Lhe muito. Talvez ela tivesse ouvido as Suas palavras: “E, a qualquer, a quem muito for
dado, muito se lhe pedirá” (Lucas 12:48). Entretanto, os discípulos, que tinham certamente visto mais daquilo
que Jesus tinha feito do que aquela mulher, ainda assim nada compreenderam. “Aquela unção era um símbolo
do transbordante coração da dadora. Era uma demonstração exterior de um amor alimentado por correntes
celestiais até transbordar. E aquela unção realizada por Maria, a que os discípulos chamaram ‘desperdício’,
está a repetir-se mil vezes nos corações suscetíveis de outros.” – Comentários de Ellen G. White no
Comentário Bíblico ASD, vol. 5, p. 1101.
Cristo deleitava-Se com o desejo sincero de Maria em fazer a vontade do seu Senhor. Aceitava a riqueza do
puro afeto que os Seus discípulos não compreendiam, não queriam compreender. O desejo em Maria
de prestar este serviço ao seu Senhor era para Ele mais valioso do que todos os preciosos unguentos da Terra,
pois exprimia o seu apreço pelo Redentor do mundo. Era o amor de Cristo que a constrangia. O seu coração
enchia-se com a incomparável excelência do caráter de Cristo. Aquele unguento era um símbolo do coração da
doadora. Era uma demonstração exterior de um amor sustentado por correntes celestiais e que chegara a ponto
de transbordar.
A obra de Maria era exatamente a lição de que os discípulos necessitavam, para lhes mostrar que seriam
agradáveis a Cristo as expressões de amor por parte deles. Ele tinha sido tudo para eles e não percebiam que,
em breve, seriam privados da Sua presença, que, dentro de pouco tempo, não lhes seria possível oferecer-Lhe
nenhum sinal de reconhecimento pelo Seu grande amor. A solidão de Cristo, separado das cortes celestiais,
vivendo a vida da Humanidade, nunca foi compreendida ou devidamente apreciada pelos discípulos. Foi
muitas vezes magoado, porque os Seus discípulos não Lhe davam aquilo que deles deveria ter recebido. Sabia
que, se eles estivessem sob a influência dos anjos celestiais que O acompanhavam, também eles haviam de
considerar que nenhuma dádiva tinha o valor suficiente para exprimir o afeto espiritual do coração. …
Poucas pessoas apreciam tudo o que Jesus é para elas. Se, no entanto, o fizessem, expressariam também o
grande amor de Maria, e a unção seria abundantemente outorgada. Não seria considerado desperdício o caro
unguento. Nada se consideraria demasiado precioso para dar a Cristo, nenhuma abnegação ou sacrifício
grande de mais para ser suportado por amor dEle. O Desejado de Todas as Nações, pp. 478-479, ed. P. SerVir.
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❉ SEGUNDA, 13 DE JUNHO 2016 – A NOVAALIANÇA
► Perg. 2. Leia Mateus 26:17-19. Porque é tão importante ser esta a época da Páscoa? Veja Êxodo 12:1-17; I
Coríntios 5:7.
Mt 26:17-19, (ACF 1753); 17 E, no primeiro dia da festa dos pães ázimos, chegaram os discípulos junto de
Jesus, dizendo: Onde queres que façamos os preparativos para comeres a páscoa? 18 E ele disse: Ide à cidade,
a um certo homem, e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está próximo; em tua casa celebrarei a páscoa com
os meus discípulos. 19 E os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara, e prepararam a páscoa.
Ex 12:1-17, (ACF 1753); 1 E FALOU o SENHOR a Moisés e a Arão na terra do Egito, dizendo: 2 Este mesmo
mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano. 3 Falai a toda a congregação
de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um
cordeiro para cada família. 4 Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu
vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta
conforme ao cordeiro. 5 O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis
das ovelhas ou das cabras. 6 E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento
da congregação de Israel o sacrificará à tarde. 7 E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as
ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem. 8 E naquela noite comerão a carne assada no
fogo, com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão. 9 Não comereis dele cru, nem cozido em água, senão
assado no fogo, a sua cabeça com os seus pés e com a sua fressura. 10 E nada dele deixareis até amanhã; mas
o que dele ficar até amanhã, queimareis no fogo. 11 Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os
vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do
SENHOR. 12 E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito,
desde os homens até aos animais; e em todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o SENHOR. 13 E
aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós,
e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito. 14 E este dia vos será
por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto
perpétuo. 15 Sete dias comereis pães ázimos; ao primeiro dia tirareis o fermento das vossas casas; porque
qualquer que comer pão levedado, desde o primeiro até ao sétimo dia, aquela alma será cortada de Israel. 16 E
ao primeiro dia haverá santa convocação; também ao sétimo dia tereis santa convocação; nenhuma obra se
fará neles, senão o que cada alma houver de comer; isso somente aprontareis para vós. 17 Guardai pois a festa
dos pães ázimos, porque naquele mesmo dia tirei vossos exércitos da terra do Egito; pelo que guardareis a este
dia nas vossas gerações por estatuto perpétuo.
1Co 5:7, (Sec. XXI); 7 Removei o fermento velho, para que sejais massa nova sem fermento, assim como, de
fato, sois. Porque Cristo, nosso cordeiro da Páscoa, já foi sacrificado.
► Resp. 2. Jesus morreu no dia exato da Páscoa. Ele era o verdadeiro Cordeiro Pascal, que morreu para nos
libertar da escravidão e da condenação do pecado, simbolizadas pelo Egito.
A morte do cordeiro pascal era sombra da morte de Cristo. Diz Paulo: "Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado
por nós." I Cor. 5:7. O molho das primícias, que por ocasião da Páscoa era movido perante o Senhor,
simbolizava a ressurreição de Cristo. Falando da ressurreição do Senhor e de todo o Seu povo, diz Paulo:
"Cristo, as primícias, depois os que são de Cristo, na Sua vinda." I Cor. 15:23. Semelhante ao molho que era
agitado, constituído pelos primeiros grãos amadurecidos que se colhiam antes da ceifa, Cristo é as primícias da
ceifa imortal de resgatados que, por ocasião da ressurreição futura, serão recolhidos ao celeiro de Deus.
Aqueles símbolos se cumpriram, não somente quanto ao acontecimento mas também quanto ao tempo. No dia
catorze do primeiro mês judaico, no mesmo dia e mês em que, durante quinze longos séculos, o cordeiro
pascal havia sido morto, Cristo, tendo comido a Páscoa com os discípulos, instituiu a solenidade que deveria
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comemorar Sua própria morte como o "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo". Naquela mesma noite
Ele foi tomado por mãos ímpias, para ser crucificado e morto. E, como o antítipo dos molhos que eram
agitados, nosso Senhor ressurgiu dentre os mortos ao terceiro dia, como - "as primícias dos que dormem" (I
Cor. 15:20), exemplo de todos os ressuscitados justos, cujo "corpo abatido" será transformado, "para ser
conforme o Seu corpo glorioso". Filip. 3:21. O Grande Conflito, p. 399.
► Perg. 3. Leia Mateus 26:26-29. O que está Jesus a dizer aos Seus discípulos? O que significam as Suas
palavras para nós, agora?
Mt 26:26-29, (ACF 1753); 26 E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu
aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo. 27 E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho,
dizendo: Bebei dele todos; 28 Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado
por muitos, para remissão dos pecados. 29 E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, até
aquele dia em que o beba novo convosco no reino de meu Pai.
► Resp. 3. O pão utilizado na santa ceia simboliza o corpo de Cristo, oferecido em sacrifício, e o suco de uva
representa o sangue da nova aliança, derramado na cruz para remissão de pecados. O sangue da antiga aliança
(sangue de animais) apontava para o sangue da nova aliança (sangue de Cristo). A Páscoa anunciava a morte
de Cristo que ocorreria posteriormente. A santa ceia relembra a morte de Cristo no passado, ao mesmo tempo
em que aponta para Sua segunda vinda.
O nosso Senhor diz: “Sob a convicção do pecado, lembrem-se de que morri por vós. Quando forem oprimidos,
perseguidos, atormentados por Minha causa e do Evangelho, lembrem-se do Meu amor, tão grande que dei a
Minha vida por vós. Quando os vossos deveres vos parecerem duros e severos, e os vossos encargos
demasiado pesados, lembrem-se de que por amor de vós suportei a cruz, desprezando a vergonha. Quando o
vosso coração recuar perante uma prova dolorosa, lembrem-se de que o vosso Redentor vive para interceder
por vós.” A Santa Ceia aponta para a Segunda Vinda de Cristo. Foi instituída para conservar viva esta
esperança na mente dos discípulos. Sempre que se reunissem para comemorar a Sua morte, voltavam a contar
como Ele, “tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue,
o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. E digo-vos que, desde
agora, não beberei deste fruto da vide até àquele dia em que o beba de novo convosco no reino de meu Pai”.
Nos seus problemas, encontraram conforto na esperança da volta do seu Senhor. Para eles era particularmente
especial o pensamento: “Todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do
Senhor, até que venha.” I Coríntios 11:26.
Estas são as coisas que nunca devemos esquecer. O amor de Jesus, com o Seu subjugante poder, deve ser
mantido vivo na nossa memória. Cristo instituiu este serviço para que ele nos falasse aos sentidos acerca do
amor de Deus, expresso em nosso favor. Não pode haver união entre nós e Deus, a não ser por meio de Cristo.
A união e o amor entre irmãos devem ser cimentados e tornados eternos pelo amor de Jesus. E nada menos do
que a morte de Cristo poderia ter tornado eficaz o Seu amor por nós. É unicamente por causa da Sua morte que
podemos esperar com alegria a Sua Segunda Vinda. O Seu sacrifício é o centro da nossa esperança. Devemos
fixar nele a nossa fé. – O Desejado de Todas as Nações, pp. 564 e 565, ed. P. SerVir.
❉ TERÇA, 14 DE JUNHO 2016 – O GETSÊMANI
► Perg. 4. Leia Mateus 26:36-46. Porque foi a experiência do Getsêmani tão difícil para Jesus? O que estava
realmente a passar-se ali?
Mt 26:36-46, (ACF 1753); 36 Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse a seus
discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar. 37 E, levando consigo Pedro e os dois filhos de
Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito. 38 Então lhes disse: A minha alma está cheia de
tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo. 39 E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre
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o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu
quero, mas como tu queres. 40 E, voltando para os seus discípulos, achou-os adormecidos; e disse a Pedro:
Então nem uma hora pudeste velar comigo? 41 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o
espírito está pronto, mas a carne é fraca. 42 E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não
pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade. 43 E, voltando, achou-os outra vez
adormecidos; porque os seus olhos estavam pesados. 44 E, deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez,
dizendo as mesmas palavras. 45 Então chegou junto dos seus discípulos, e disse-lhes: Dormi agora, e
repousai; eis que é chegada a hora, e o Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores. 46
Levantai-vos, partamos; eis que é chegado o que me trai.
► Resp. 4. No Getsêmani, os pecados do mundo foram colocados sobre Jesus, o que provocou uma profunda
angústia e O levou a suar gotas de sangue, pelo receio de beber o cálice do sacrifício na cruz e da separação do
Pai. Apesar da agonia, Ele decidiu seguir em frente.
“Com os resultados do conflito perante Si, a alma de Cristo encheu-Se de medo da separação de Deus. Satanás
disse-Lhe que, se Se tornasse no penhor de um mundo pecaminoso, a separação seria eterna. Identificar-Se-ia
com o reino de Satanás e nunca mais seria um com Deus. […] O terrível momento chegara – aquele momento
que decidiria o destino do mundo. Na balança oscilava a sorte da Humanidade. Cristo ainda podia recusar
beber o cálice reservado ao homem culpado. Ainda não era demasiado tarde. Poderia enxugar da fronte o suor
de sangue, e deixar perecer o homem na sua iniquidade. Poderia dizer: O pecador que receba o castigo do seu
pecado, e Eu voltarei para o Meu Pai. Beberá o Filho de Deus o amargo cálice da humilhação e da agonia?
Sofrerá o Inocente as consequências da maldição do pecado, para salvar o culpado?” Ellen G. White, O
Desejado de Todas as Nações, pp. 586, 589, Ed. P. SerVir.
A única salvaguarda contra o mal é a presença de Cristo no coração pela fé na Sua justiça. É por causa da
existência do egoísmo no nosso coração que a tentação tem poder sobre nós. No entanto, ao contemplarmos o
grande amor de Deus, o egoísmo apresenta-se-nos no seu horrível e repugnante caráter, e o nosso desejo é vê-
lo expelido da alma. À medida que o Espírito Santo glorifica Cristo, o nosso coração é abrandado e subjugado,
as tentações perdem a sua força, e a graça de Cristo transforma o caráter. Cristo nunca abandonará a alma por
quem morreu. A alma poderá deixá-lo, e ser vencida pela tentação; Cristo, porém, não Se pode nunca desviar
daquele por quem pagou o resgate com a própria vida. Se a nossa visão espiritual fosse vivificada, veríamos
almas vergadas sob a opressão e carregadas de desgosto, oprimidas como o carro sob os molhos, e prestes a
morrer em desalento. Veríamos anjos a voar rapidamente em auxílio desses tentados, que se encontram como à
beira de um precipício. Os anjos celestes impelem para trás as hostes malignas que circundam essas almas,
induzindo-as a pôr os pés no firme fundamento. As batalhas travadas entre os dois exércitos são tão reais como
os combates entre os exércitos deste mundo, e do resultado do conflito dependem destinos eternos. …
Vivam em contacto com o Cristo vivo, e Ele vos segurará firmemente com uma mão que nunca soltará.
Conheçam e creiam no amor que Deus nos tem, e estarão seguros; esse amor é uma fortaleza inexpugnável
contra todos os enganos e assaltos de Satanás. “Torre forte é o nome do Senhor; para ela correrá o justo, e
estará em alto retiro.” Provérbios 18:10. O Maior Discurso de Cristo, pp. 106 e 107, ed. P. SerVir.
❉ QUARTA, 15 DE JUNHO – JUDAS VENDE AALMA
► Perg. 5. Leia João 6:70; Lucas 22:3. Como nos ajudam estes textos a explicar os atos de Judas?
Jo 6:67-71, (ACF 1753); 67 Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos? 68 Respondeu-lhe,
pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. 69 E nós temos crido e
conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente. 70 Respondeu-lhe Jesus: Não vos escolhi a vós os
doze? e um de vós é um diabo. 71 E isto dizia ele de Judas Iscariotes, filho de Simão; porque este o havia
de entregar, sendo um dos doze.
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Lc 22:3, (ACF 1753); 3 Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do
número dos doze.
► Resp. 5. Judas não recebeu Cristo em seu coração. Em vez disso, suas escolhas permitiram que o diabo
tomasse posse de sua vida, até que seu caráter ficou semelhante ao do diabo.
Judas foi alguém que exerceu grande influência sobre os discípulos. Tinha imponente aparência e excelentes
qualificações. Mas esses atributos não haviam sido santificados a Deus. Judas havia aberto as câmaras de sua
mente, a porta de seu coração, às tentações de Satanás. Suas energias eram dedicadas a servir-se e exaltar-se, e
a amar o dinheiro. ...
Aquela pobre e independente pessoa, separada do espírito e da vida de Cristo, passou por tempos difíceis.
Estava sempre sob condenação, porque as lições de Cristo lhe eram cortantes. Ainda assim, não se transformou
nem se converteu num ramo vivo mediante a ligação com a Videira verdadeira. Ah, se Judas tão-somente
humilhasse o coração diante de Deus sob esta divina instrução que apontava tão claramente para ele mesmo
nos princípios estabelecidos! Não teria então continuado a ser um tentador para seus irmãos discípulos,
semeando-lhes no coração a semente da incredulidade.
Satanás semeara no coração e na mente de Judas a semente que ele comunicou a seus irmãos. As
questionadoras dúvidas que foram passadas do diabo para a mente de Judas, ele as passou à mente de seus
irmãos. Apresentava tantas acusações de seus irmãos, que se contrapunha às lições de Cristo. Foi por isso que
Jesus chamou Judas de diabo. Manuscrito 67, 1897 (ver também Review and Herald, 2 de fevereiro de 1897).
► Perg. 6. Leia Mateus 26:47-50; 27:1-10. Que lições deveríamos retirar da triste história de Judas?
Mt 26:47-50, (ACF 1753); 47 E, estando ele ainda a falar, eis que chegou Judas, um dos doze, e com ele
grande multidão com espadas e varapaus, enviada pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo. 48
E o que o traía tinha-lhes dado um sinal, dizendo: O que eu beijar é esse; prendei-o. 49 E logo,
aproximando-se de Jesus, disse: Eu te saúdo, Rabi; e beijou-o. 50 Jesus, porém, lhe disse: Amigo, a que
vieste? Então, aproximando-se eles, lançaram mão de Jesus, e o prenderam.
Mt 27:1-10, (ACF 1753); 1 E, CHEGANDO a manhã, todos os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos do povo,
formavam juntamente conselho contra Jesus, para o matarem; 2 E maniatando-o, o levaram e entregaram ao
presidente Pôncio Pilatos. 3 Então Judas, o que o traíra, vendo que fora condenado, trouxe, arrependido,
as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, 4 Dizendo: Pequei, traindo o
sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é contigo. 5 E ele, atirando para o
templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar. 6 E os príncipes dos sacerdotes, tomando as moedas
de prata, disseram: Não é lícito colocá-las no cofre das ofertas, porque são preço de sangue. 7 E, tendo
deliberado em conselho, compraram com elas o campo de um oleiro, para sepultura dos estrangeiros. 8 Por
isso foi chamado aquele campo, até ao dia de hoje, Campo de Sangue. 9 Então se realizou o que vaticinara o
profeta Jeremias: Tomaram as trinta moedas de prata, preço do que foi avaliado, que certos filhos de Israel
avaliaram, 10 E deram-nas pelo campo do oleiro, segundo o que o Senhor determinou.
► Resp. 6. Mesmo convivendo com Jesus, tendo uma experiência com Ele, vendo Seus milagres e
trabalhando em Sua obra, podemos traí-Lo e deixá-Lo triste. O envolvimento com os inimigos de Jesus pode
nos trazer a ilusão de vantagens políticas e financeiras, mas no fim o que resta é a amarga derrota e a morte.
Não devemos nos unir com líderes que se colocam contra Jesus. Judas tentou obter as vantagens de Cristo e do
mundo, mas acabou perdendo tudo. É possível chamar Jesus de Mestre e até beijá-Lo, enquanto O traímos.
Há dois tipos de experiências – a exibição exterior e a atuação interior. O divino e o humano estavam a atuar
no caráter de Judas. Satanás trabalhava o humano, Cristo o divino. O Senhor Jesus ansiava ver Judas alcançar
os privilégios que lhe estavam designados. Mas o lado humano do caráter de Judas estava
confuso com os seus sentimentos religiosos, tratados por ele como atributos essenciais. Tendo esta perspetiva
das coisas, deixou uma porta aberta para Satanás entrar e tomar posse de todo o homem. Se Judas tivesse
praticado as lições de Cristo, ter-se-ia entregado a Cristo, teria consagrado o seu coração totalmente a Deus;
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mas a sua experiência confusa estava a enganá-lo.
O caso de Judas foi-me apresentado como sendo uma lição para todos. Judas esteve com Cristo ao longo de
todo o período do ministério público do Salvador. Ele teve tudo o que Cristo lhe poderia dar. Se tivesse usado
as suas capacidades com fervorosa diligência, poderia ter acumulado talentos. Se tivesse procurado ser uma
bênção, em vez de ser um homem duvidoso, crítico e egoísta, o Senhor tê-lo-ia usado para fazer avançar o Seu
reino. Mas Judas era um especulador. Ele pensava que podia gerir as finanças da Igreja e, através da sua
perspicácia nos negócios, obter lucro. O seu coração estava dividido. Gostava da bajulação do mundo.
Recusava-se a abdicar do mundo por Cristo. Nunca confiou os seus interesses eternos a Cristo. Tinha uma
religião superficial e, por isso, especulava sobre o seu Mestre e traiu-O junto dos sacerdotes, estando
totalmente convencido de que Cristo não permitiria que fosse levado. – Comentários de Ellen G. White, The
SDA Bible Commentary, vol. 5, p. 1101.
Judas, vencido pela angústia, atirou o dinheiro, que ele agora desprezava, aos pés daqueles que o tinham
contratado, e, com aflição e horror, foi enforcar-se. Jesus tinha muitos que simpatizavam com Ele, na multidão
à Sua volta, e por não ter Ele nada respondido às muitas perguntas que Lhe foram feitas, surpreendeu a
multidão. Sob toda a zombaria e violência da turba, nem um sinal de desagrado, nem uma expressão de
inquietação repousou nas Suas feições. Manteve a dignidade e a compostura. Os espectadores olhavam para
Ele maravilhados. Comparavam as Suas formas perfeitas e o porte firme, digno, com a aparência daqueles que
se assentavam em juízo contra Ele, e diziam uns aos outros que Ele parecia mais um rei do que qualquer um
dos príncipes. Não apresentava indício de ser um criminoso. O Seu olhar era suave, claro e destemido; a Sua
testa, larga e alta. Todos os traços se destacavam fortemente com benevolência e nobres princípios. A Sua
paciência e resignação eram tão diferentes das do homem, que muitos estremeceram. Até Herodes e Pilatos
ficaram grandemente perturbados com o Seu porte nobre, divino. …
O aspeto e as palavras de Jesus durante o Seu julgamento produziram uma profunda impressão no espírito de
muitos que estiveram presentes naquela ocasião. O resultado da influência assim exercida apareceu depois da
Sua ressurreição. Entre aqueles que então foram acrescentados à Igreja, havia muitos cuja convicção datava do
tempo do julgamento de Jesus. – Primeiros Escritos, pp. 172-174.
❉ QUINTA, 16 DE JUNHO 2016 – A NEGAÇÃO DE PEDRO
► Perg. 7. Leia Mateus 26:51-75. Porque acha que Pedro negou conhecer Jesus?
Mt 26:51-75, (ACF 1753); 51 E eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou da espada e,
ferindo o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe uma orelha. 52 Então Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada;
porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão. 53 Ou pensas tu que eu não poderia agora
orar a meu Pai, e que ele não me daria mais de doze legiões de anjos? 54 Como, pois, se cumpririam as
Escrituras, que dizem que assim convém que aconteça? 55 Então disse Jesus à multidão: Saístes, como para
um salteador, com espadas e varapaus para me prender? Todos os dias me assentava junto de vós, ensinando
no templo, e não me prendestes. 56 Mas tudo isto aconteceu para que se cumpram as escrituras dos profetas.
Então, todos os discípulos, deixando-o, fugiram. 57 E os que prenderam a Jesus o conduziram à casa do sumo
sacerdote Caifás, onde os escribas e os anciãos estavam reunidos. 58 E Pedro o seguiu de longe, até ao pátio
do sumo sacerdote e, entrando, assentou-se entre os criados, para ver o fim. 59 Ora, os príncipes dos
sacerdotes, e os anciãos, e todo o conselho, buscavam falso testemunho contra Jesus, para poderem dar-lhe a
morte; 60 E não o achavam; apesar de se apresentarem muitas testemunhas falsas, não o achavam. Mas, por
fim chegaram duas testemunhas falsas, 61 E disseram: Este disse: Eu posso derrubar o templo de Deus, e
reedificá-lo em três dias. 62 E, levantando-se o sumo sacerdote, disse-lhe: Não respondes coisa alguma ao que
estes depõem contra ti? 63 Jesus, porém, guardava silêncio. E, insistindo o sumo sacerdote, disse-lhe:
Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. 64 Disse-lhe Jesus: Tu o disseste;
digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens
do céu. 65 Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou; para que precisamos ainda de
testemunhas? Eis que bem ouvistes agora a sua blasfêmia. 66 Que vos parece? E eles, respondendo, disseram:
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É réu de morte. 67 Então cuspiram-lhe no rosto e lhe davam punhadas, e outros o esbofeteavam, 68 Dizendo:
Profetiza-nos, Cristo, quem é o que te bateu? 69 Ora, Pedro estava assentado fora, no pátio; e,
aproximando-se dele uma criada, disse: Tu também estavas com Jesus, o galileu. 70 Mas ele negou
diante de todos, dizendo: Não sei o que dizes. 71 E, saindo para o vestíbulo, outra criada o viu, e disse
aos que ali estavam: Este também estava com Jesus, o Nazareno. 72 E ele negou outra vez com
juramento: Não conheço tal homem. 73 E, daí a pouco, aproximando-se os que ali estavam, disseram a
Pedro: Verdadeiramente também tu és deles, pois a tua fala te denuncia. 74 Então começou ele a
praguejar e a jurar, dizendo: Não conheço esse homem. E imediatamente o galo cantou. 75 E lembrou-se
Pedro das palavras de Jesus, que lhe dissera: Antes que o galo cante, três vezes me negarás. E, saindo dali,
chorou amargamente.
► Resp. 7. Porque não entendia a missão de Jesus. Achava que Jesus estabeleceria um reino na Terra. Quando
Jesus permitiu que O prendessem, Pedro ficou confuso, sem saber o que fazer. Talvez, ele tenha negado Jesus
por ter duvidado de suas próprias convicções sobre o Filho de Deus, ao vê-Lo preso e humilhado. Por isso,
decidiu negar Jesus até que as coisas ficassem mais definidas. No entanto, diante do olhar compassivo de
Jesus, Pedro se arrependeu e continuou sua caminhada com o Salvador.
Então se fez ouvir a voz de Pedro protestando veemente: "Ainda que todos se escandalizem, nunca porém,
eu". No cenáculo, declarara: "Por Ti darei a minha vida." Jesus o advertira de que naquela mesma noite
negaria seu Salvador. Agora Cristo repete a advertência: "Em verdade te digo que hoje, nesta noite, antes que o
galo cante duas vezes, três vezes Me negarás." Mas Pedro apenas "disse com mais veemência: Ainda que me
seja necessário morrer contigo, de modo nenhum Te negarei. E da mesma maneira diziam todos também".
Mar. 14:29, 30 e 31. Em sua confiança de si mesmos, negaram a repetida declaração dAquele que é
Onisciente. Não estavam preparados para a prova; quando a tentação os assaltasse, compreenderiam a própria
fraqueza.
Quando Pedro disse que seguiria seu Senhor à prisão e à morte, era sincero em cada palavra proferida; mas
não se conhecia a si mesmo. Ocultos em seu coração havia elementos de mal que as circunstâncias fariam
germinar. A menos que ele fosse levado à consciência de seu perigo, esses elementos se demonstrariam sua
eterna ruína. O Salvador viu nele um amor-próprio e segurança que sobrepujariam mesmo o amor de Cristo.
Em sua vida se revelara muito de enfermidade, pecado não mortificado, descuido de espírito, gênio não
santificado e temeridade para entrar em tentação. A solene advertência de Cristo era um chamado a exame de
coração. Pedro necessitava desconfiar de si mesmo, e ter maior fé em Cristo. Houvesse ele recebido com
humildade a advertência, e teria recorrido ao Pastor do rebanho para que guardasse Sua ovelha. Quando, no
mar da Galiléia, se achava prestes a submergir, clamara: "Senhor, salva-me!" Mat. 14:30. Então a mão de
Cristo se estendera para segurar a sua. Assim agora, se clamasse a Jesus: Salva-me de mim mesmo teria sido
guardado. Pedro sentiu, porém, que lhe faltavam com a confiança, e julgou isso cruel. Estava já ofendido, e
mais persistente se tornou na confiança própria.
Jesus contempla compassivamente os discípulos. Não os pode salvar da provação, mas não os deixa sem
conforto. Assegura-lhes que há de quebrar as cadeias do sepulcro, e que Seu amor por eles não falhará. "Mas,
depois de Eu ressuscitar", diz, "irei adiante de vós para a Galiléia." Mat. 26:32. Antes que O negassem,
receberam a certeza do perdão. Depois de Sua morte e ressurreição, sabiam achar-se perdoados, e ser caros ao
coração de Cristo. O Desejado de Todas as Nações, pp. 673-674.
Pedro acompanhou o Senhor depois da Sua traição. Estava ansioso para ver o que seria de Jesus. Mas, quando
foi acusado de ser um dos Seus discípulos, o temor pela sua própria segurança levou-o a declarar que não
conhecia o Homem. Os discípulos eram notados pela pureza da sua linguagem, e Pedro, para convencer os
seus acusadores de que não era um dos discípulos de Cristo, negou a acusação pela terceira vez com maldição
e juramento. Jesus, que estava a alguma distância de Pedro, volveu para ele um olhar cheio de tristeza e
reprovação. Então o discípulo lembrou-se das palavras que Jesus lhe falara no cenáculo, e também da sua
asseveração cheia de zelo: “Ainda que venhas a ser um tropeço para todos, nunca o serás para mim” (Mateus
26:33). Ele tinha negado o seu Senhor, mesmo com maldição e juramento; mas aquele olhar de Jesus como
que dissolveu o coração de Pedro, e salvou-o. Ele chorou amargamente, arrependeu-se do seu grande pecado e
converteu-se; e, então, ficou preparado para fortalecer os seus irmãos. – Primeiros Escritos, p. 169.
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  • 1. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com LIÇÃO 12 O Evangelho de Mateus Os últimos dias de Jesus 11 a 18 de JUNHO 2016 ❉ Sábado à tarde Ano Bíblico: Jó 29-31 VERSO PARA MEMORIZAR: “Ainda esta noite todos vocês Me abandonarão” (Mt 26:31, NVI). Em Seu discurso aos discípulos, Jesus não fez nenhuma triste alusão a Seus próprios sofrimentos e morte. Foi de paz Seu último legado a eles. Disse: "Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou: não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração nem se atemorize." João 14:27. Antes de deixar o cenáculo, o Salvador dirigiu os discípulos num hino de louvor. Sua voz se fez ouvir, não nos acentos de uma dolorosa lamentação, mas nas jubilosas notas da aleluia pascoal: "Louvai ao Senhor, todas as nações, Louvai-O todos os povos. Porque a Sua benignidade é grande para conosco, E a verdade do Senhor é para sempre. Louvai ao Senhor." Sal. 117. Depois do hino, saíram. Atravessaram as ruas, saindo pela porta da cidade em direção do monte das Oliveiras. Lentamente caminhavam, preocupado cada um com seus próprios pensamentos. Ao começarem a descer para o monte, Jesus disse, num tom de profunda tristeza: "Todos vós esta noite vos escandalizareis em Mim; porque está escrito: Ferirei o Pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão." Mat. 26:31. Os discípulos escutaram contristados e possuídos de espanto. Lembravam-se de como, na sinagoga de Cafarnaum, quando Cristo falara de Si mesmo como o pão da vida, muitos se escandalizaram, afastando-se dEle. Os doze, porém, não se tinham mostrado infiéis. Pedro, falando por seus irmãos, declarara sua lealdade a Cristo. Então o Salvador dissera: "Não vos escolhi a vós os doze? e um de vós é um diabo." João 6:70. No cenáculo Jesus dissera que um dos doze O havia de trair, e que Pedro O negaria. Mas agora Suas palavras os incluíam a todos. O Desejado de Todas as Nações, pp. 672-673. ❉ DOMINGO, 12 DE JUNHO 2016 – UMA BOA OBRA ► Perg. 1. Com este pano de fundo em mente, leia Mateus 26:1-16. Qual é o significado desta dádiva tão cara, e o que nos deve ela ensinar sobre o modo como nos devemos relacionar com Jesus? Mt 26:1-16, (ACF 1753); 1 E ACONTECEU que, quando Jesus concluiu todos estes discursos, disse aos seus discípulos: 2 Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa; e o Filho do homem será entregue para ser Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 2. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com crucificado. 3 Depois os príncipes dos sacerdotes, e os escribas, e os anciãos do povo reuniram-se na sala do sumo sacerdote, o qual se chamava Caifás. 4 E consultaram-se mutuamente para prenderem Jesus com dolo e o matarem. 5 Mas diziam: Não durante a festa, para que não haja alvoroço entre o povo. 6 E, estando Jesus em Betânia, em casa de Simão, o leproso, 7 Aproximou-se dele uma mulher com um vaso de alabastro, com unguento de grande valor, e derramou-lho sobre a cabeça, quando ele estava assentado à mesa. 8 E os seus discípulos, vendo isto, indignaram-se, dizendo: Por que é este desperdício? 9 Pois este unguento podia vender-se por grande preço, e dar-se o dinheiro aos pobres. 10 Jesus, porém, conhecendo isto, disse-lhes: Por que afligis esta mulher? pois praticou uma boa ação para comigo. 11 Porquanto sempre tendes convosco os pobres, mas a mim não me haveis de ter sempre. 12 Ora, derramando ela este unguento sobre o meu corpo, fê-lo preparando-me para o meu sepultamento. 13 Em verdade vos digo que, onde quer que este evangelho for pregado em todo o mundo, também será referido o que ela fez, para memória sua. 14 Então um dos doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os príncipes dos sacerdotes, 15 E disse: Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E eles lhe pesaram trinta moedas de prata, 16 E desde então buscava oportunidade para o entregar. Mt 26:12-13, (NVI); 12 Quando derramou este perfume sobre o meu corpo, ela o fez a fim de me preparar para o sepultamento. 13 Eu lhes asseguro que onde quer que este evangelho for anunciado, em todo o mundo, também o que ela fez será contado, em sua memória". ► Resp. 1. O vaso de alabastro simboliza o corpo de Jesus que seria oferecido na cruz. O perfume simboliza o sangue de Cristo, que perfuma nossa vida. O valioso presente mostra que devemos dedicar ao Senhor o que temos de melhor, em gratidão ao Seu Filho, o melhor presente que Ele poderia nos dar. Enquanto os discípulos estavam a lamentar o desperdício, Jesus chamou ao ato dela “uma boa ação”. Por esta ação, exteriormente muito extravagante, a mulher estava a revelar a verdadeira profundidade do amor que existia por Jesus no seu coração. Embora certamente não soubesse tudo o que estava para vir ou o que esses eventos significariam, ela percebeu o suficiente para saber que devia muito a Jesus; e, assim, ela queria também devolver-Lhe muito. Talvez ela tivesse ouvido as Suas palavras: “E, a qualquer, a quem muito for dado, muito se lhe pedirá” (Lucas 12:48). Entretanto, os discípulos, que tinham certamente visto mais daquilo que Jesus tinha feito do que aquela mulher, ainda assim nada compreenderam. “Aquela unção era um símbolo do transbordante coração da dadora. Era uma demonstração exterior de um amor alimentado por correntes celestiais até transbordar. E aquela unção realizada por Maria, a que os discípulos chamaram ‘desperdício’, está a repetir-se mil vezes nos corações suscetíveis de outros.” – Comentários de Ellen G. White no Comentário Bíblico ASD, vol. 5, p. 1101. Cristo deleitava-Se com o desejo sincero de Maria em fazer a vontade do seu Senhor. Aceitava a riqueza do puro afeto que os Seus discípulos não compreendiam, não queriam compreender. O desejo em Maria de prestar este serviço ao seu Senhor era para Ele mais valioso do que todos os preciosos unguentos da Terra, pois exprimia o seu apreço pelo Redentor do mundo. Era o amor de Cristo que a constrangia. O seu coração enchia-se com a incomparável excelência do caráter de Cristo. Aquele unguento era um símbolo do coração da doadora. Era uma demonstração exterior de um amor sustentado por correntes celestiais e que chegara a ponto de transbordar. A obra de Maria era exatamente a lição de que os discípulos necessitavam, para lhes mostrar que seriam agradáveis a Cristo as expressões de amor por parte deles. Ele tinha sido tudo para eles e não percebiam que, em breve, seriam privados da Sua presença, que, dentro de pouco tempo, não lhes seria possível oferecer-Lhe nenhum sinal de reconhecimento pelo Seu grande amor. A solidão de Cristo, separado das cortes celestiais, vivendo a vida da Humanidade, nunca foi compreendida ou devidamente apreciada pelos discípulos. Foi muitas vezes magoado, porque os Seus discípulos não Lhe davam aquilo que deles deveria ter recebido. Sabia que, se eles estivessem sob a influência dos anjos celestiais que O acompanhavam, também eles haviam de considerar que nenhuma dádiva tinha o valor suficiente para exprimir o afeto espiritual do coração. … Poucas pessoas apreciam tudo o que Jesus é para elas. Se, no entanto, o fizessem, expressariam também o grande amor de Maria, e a unção seria abundantemente outorgada. Não seria considerado desperdício o caro unguento. Nada se consideraria demasiado precioso para dar a Cristo, nenhuma abnegação ou sacrifício grande de mais para ser suportado por amor dEle. O Desejado de Todas as Nações, pp. 478-479, ed. P. SerVir. 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  • 3. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com ❉ SEGUNDA, 13 DE JUNHO 2016 – A NOVAALIANÇA ► Perg. 2. Leia Mateus 26:17-19. Porque é tão importante ser esta a época da Páscoa? Veja Êxodo 12:1-17; I Coríntios 5:7. Mt 26:17-19, (ACF 1753); 17 E, no primeiro dia da festa dos pães ázimos, chegaram os discípulos junto de Jesus, dizendo: Onde queres que façamos os preparativos para comeres a páscoa? 18 E ele disse: Ide à cidade, a um certo homem, e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está próximo; em tua casa celebrarei a páscoa com os meus discípulos. 19 E os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara, e prepararam a páscoa. Ex 12:1-17, (ACF 1753); 1 E FALOU o SENHOR a Moisés e a Arão na terra do Egito, dizendo: 2 Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano. 3 Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família. 4 Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro. 5 O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras. 6 E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde. 7 E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem. 8 E naquela noite comerão a carne assada no fogo, com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão. 9 Não comereis dele cru, nem cozido em água, senão assado no fogo, a sua cabeça com os seus pés e com a sua fressura. 10 E nada dele deixareis até amanhã; mas o que dele ficar até amanhã, queimareis no fogo. 11 Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do SENHOR. 12 E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e em todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o SENHOR. 13 E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito. 14 E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo. 15 Sete dias comereis pães ázimos; ao primeiro dia tirareis o fermento das vossas casas; porque qualquer que comer pão levedado, desde o primeiro até ao sétimo dia, aquela alma será cortada de Israel. 16 E ao primeiro dia haverá santa convocação; também ao sétimo dia tereis santa convocação; nenhuma obra se fará neles, senão o que cada alma houver de comer; isso somente aprontareis para vós. 17 Guardai pois a festa dos pães ázimos, porque naquele mesmo dia tirei vossos exércitos da terra do Egito; pelo que guardareis a este dia nas vossas gerações por estatuto perpétuo. 1Co 5:7, (Sec. XXI); 7 Removei o fermento velho, para que sejais massa nova sem fermento, assim como, de fato, sois. Porque Cristo, nosso cordeiro da Páscoa, já foi sacrificado. ► Resp. 2. Jesus morreu no dia exato da Páscoa. Ele era o verdadeiro Cordeiro Pascal, que morreu para nos libertar da escravidão e da condenação do pecado, simbolizadas pelo Egito. A morte do cordeiro pascal era sombra da morte de Cristo. Diz Paulo: "Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós." I Cor. 5:7. O molho das primícias, que por ocasião da Páscoa era movido perante o Senhor, simbolizava a ressurreição de Cristo. Falando da ressurreição do Senhor e de todo o Seu povo, diz Paulo: "Cristo, as primícias, depois os que são de Cristo, na Sua vinda." I Cor. 15:23. Semelhante ao molho que era agitado, constituído pelos primeiros grãos amadurecidos que se colhiam antes da ceifa, Cristo é as primícias da ceifa imortal de resgatados que, por ocasião da ressurreição futura, serão recolhidos ao celeiro de Deus. Aqueles símbolos se cumpriram, não somente quanto ao acontecimento mas também quanto ao tempo. No dia catorze do primeiro mês judaico, no mesmo dia e mês em que, durante quinze longos séculos, o cordeiro pascal havia sido morto, Cristo, tendo comido a Páscoa com os discípulos, instituiu a solenidade que deveria Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 4. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com comemorar Sua própria morte como o "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo". Naquela mesma noite Ele foi tomado por mãos ímpias, para ser crucificado e morto. E, como o antítipo dos molhos que eram agitados, nosso Senhor ressurgiu dentre os mortos ao terceiro dia, como - "as primícias dos que dormem" (I Cor. 15:20), exemplo de todos os ressuscitados justos, cujo "corpo abatido" será transformado, "para ser conforme o Seu corpo glorioso". Filip. 3:21. O Grande Conflito, p. 399. ► Perg. 3. Leia Mateus 26:26-29. O que está Jesus a dizer aos Seus discípulos? O que significam as Suas palavras para nós, agora? Mt 26:26-29, (ACF 1753); 26 E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo. 27 E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; 28 Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. 29 E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, até aquele dia em que o beba novo convosco no reino de meu Pai. ► Resp. 3. O pão utilizado na santa ceia simboliza o corpo de Cristo, oferecido em sacrifício, e o suco de uva representa o sangue da nova aliança, derramado na cruz para remissão de pecados. O sangue da antiga aliança (sangue de animais) apontava para o sangue da nova aliança (sangue de Cristo). A Páscoa anunciava a morte de Cristo que ocorreria posteriormente. A santa ceia relembra a morte de Cristo no passado, ao mesmo tempo em que aponta para Sua segunda vinda. O nosso Senhor diz: “Sob a convicção do pecado, lembrem-se de que morri por vós. Quando forem oprimidos, perseguidos, atormentados por Minha causa e do Evangelho, lembrem-se do Meu amor, tão grande que dei a Minha vida por vós. Quando os vossos deveres vos parecerem duros e severos, e os vossos encargos demasiado pesados, lembrem-se de que por amor de vós suportei a cruz, desprezando a vergonha. Quando o vosso coração recuar perante uma prova dolorosa, lembrem-se de que o vosso Redentor vive para interceder por vós.” A Santa Ceia aponta para a Segunda Vinda de Cristo. Foi instituída para conservar viva esta esperança na mente dos discípulos. Sempre que se reunissem para comemorar a Sua morte, voltavam a contar como Ele, “tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide até àquele dia em que o beba de novo convosco no reino de meu Pai”. Nos seus problemas, encontraram conforto na esperança da volta do seu Senhor. Para eles era particularmente especial o pensamento: “Todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.” I Coríntios 11:26. Estas são as coisas que nunca devemos esquecer. O amor de Jesus, com o Seu subjugante poder, deve ser mantido vivo na nossa memória. Cristo instituiu este serviço para que ele nos falasse aos sentidos acerca do amor de Deus, expresso em nosso favor. Não pode haver união entre nós e Deus, a não ser por meio de Cristo. A união e o amor entre irmãos devem ser cimentados e tornados eternos pelo amor de Jesus. E nada menos do que a morte de Cristo poderia ter tornado eficaz o Seu amor por nós. É unicamente por causa da Sua morte que podemos esperar com alegria a Sua Segunda Vinda. O Seu sacrifício é o centro da nossa esperança. Devemos fixar nele a nossa fé. – O Desejado de Todas as Nações, pp. 564 e 565, ed. P. SerVir. ❉ TERÇA, 14 DE JUNHO 2016 – O GETSÊMANI ► Perg. 4. Leia Mateus 26:36-46. Porque foi a experiência do Getsêmani tão difícil para Jesus? O que estava realmente a passar-se ali? Mt 26:36-46, (ACF 1753); 36 Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar. 37 E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito. 38 Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo. 39 E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 5. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. 40 E, voltando para os seus discípulos, achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora pudeste velar comigo? 41 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca. 42 E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade. 43 E, voltando, achou-os outra vez adormecidos; porque os seus olhos estavam pesados. 44 E, deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras. 45 Então chegou junto dos seus discípulos, e disse-lhes: Dormi agora, e repousai; eis que é chegada a hora, e o Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores. 46 Levantai-vos, partamos; eis que é chegado o que me trai. ► Resp. 4. No Getsêmani, os pecados do mundo foram colocados sobre Jesus, o que provocou uma profunda angústia e O levou a suar gotas de sangue, pelo receio de beber o cálice do sacrifício na cruz e da separação do Pai. Apesar da agonia, Ele decidiu seguir em frente. “Com os resultados do conflito perante Si, a alma de Cristo encheu-Se de medo da separação de Deus. Satanás disse-Lhe que, se Se tornasse no penhor de um mundo pecaminoso, a separação seria eterna. Identificar-Se-ia com o reino de Satanás e nunca mais seria um com Deus. […] O terrível momento chegara – aquele momento que decidiria o destino do mundo. Na balança oscilava a sorte da Humanidade. Cristo ainda podia recusar beber o cálice reservado ao homem culpado. Ainda não era demasiado tarde. Poderia enxugar da fronte o suor de sangue, e deixar perecer o homem na sua iniquidade. Poderia dizer: O pecador que receba o castigo do seu pecado, e Eu voltarei para o Meu Pai. Beberá o Filho de Deus o amargo cálice da humilhação e da agonia? Sofrerá o Inocente as consequências da maldição do pecado, para salvar o culpado?” Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pp. 586, 589, Ed. P. SerVir. A única salvaguarda contra o mal é a presença de Cristo no coração pela fé na Sua justiça. É por causa da existência do egoísmo no nosso coração que a tentação tem poder sobre nós. No entanto, ao contemplarmos o grande amor de Deus, o egoísmo apresenta-se-nos no seu horrível e repugnante caráter, e o nosso desejo é vê- lo expelido da alma. À medida que o Espírito Santo glorifica Cristo, o nosso coração é abrandado e subjugado, as tentações perdem a sua força, e a graça de Cristo transforma o caráter. Cristo nunca abandonará a alma por quem morreu. A alma poderá deixá-lo, e ser vencida pela tentação; Cristo, porém, não Se pode nunca desviar daquele por quem pagou o resgate com a própria vida. Se a nossa visão espiritual fosse vivificada, veríamos almas vergadas sob a opressão e carregadas de desgosto, oprimidas como o carro sob os molhos, e prestes a morrer em desalento. Veríamos anjos a voar rapidamente em auxílio desses tentados, que se encontram como à beira de um precipício. Os anjos celestes impelem para trás as hostes malignas que circundam essas almas, induzindo-as a pôr os pés no firme fundamento. As batalhas travadas entre os dois exércitos são tão reais como os combates entre os exércitos deste mundo, e do resultado do conflito dependem destinos eternos. … Vivam em contacto com o Cristo vivo, e Ele vos segurará firmemente com uma mão que nunca soltará. Conheçam e creiam no amor que Deus nos tem, e estarão seguros; esse amor é uma fortaleza inexpugnável contra todos os enganos e assaltos de Satanás. “Torre forte é o nome do Senhor; para ela correrá o justo, e estará em alto retiro.” Provérbios 18:10. O Maior Discurso de Cristo, pp. 106 e 107, ed. P. SerVir. ❉ QUARTA, 15 DE JUNHO – JUDAS VENDE AALMA ► Perg. 5. Leia João 6:70; Lucas 22:3. Como nos ajudam estes textos a explicar os atos de Judas? Jo 6:67-71, (ACF 1753); 67 Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos? 68 Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. 69 E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente. 70 Respondeu-lhe Jesus: Não vos escolhi a vós os doze? e um de vós é um diabo. 71 E isto dizia ele de Judas Iscariotes, filho de Simão; porque este o havia de entregar, sendo um dos doze. Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 6. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com Lc 22:3, (ACF 1753); 3 Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze. ► Resp. 5. Judas não recebeu Cristo em seu coração. Em vez disso, suas escolhas permitiram que o diabo tomasse posse de sua vida, até que seu caráter ficou semelhante ao do diabo. Judas foi alguém que exerceu grande influência sobre os discípulos. Tinha imponente aparência e excelentes qualificações. Mas esses atributos não haviam sido santificados a Deus. Judas havia aberto as câmaras de sua mente, a porta de seu coração, às tentações de Satanás. Suas energias eram dedicadas a servir-se e exaltar-se, e a amar o dinheiro. ... Aquela pobre e independente pessoa, separada do espírito e da vida de Cristo, passou por tempos difíceis. Estava sempre sob condenação, porque as lições de Cristo lhe eram cortantes. Ainda assim, não se transformou nem se converteu num ramo vivo mediante a ligação com a Videira verdadeira. Ah, se Judas tão-somente humilhasse o coração diante de Deus sob esta divina instrução que apontava tão claramente para ele mesmo nos princípios estabelecidos! Não teria então continuado a ser um tentador para seus irmãos discípulos, semeando-lhes no coração a semente da incredulidade. Satanás semeara no coração e na mente de Judas a semente que ele comunicou a seus irmãos. As questionadoras dúvidas que foram passadas do diabo para a mente de Judas, ele as passou à mente de seus irmãos. Apresentava tantas acusações de seus irmãos, que se contrapunha às lições de Cristo. Foi por isso que Jesus chamou Judas de diabo. Manuscrito 67, 1897 (ver também Review and Herald, 2 de fevereiro de 1897). ► Perg. 6. Leia Mateus 26:47-50; 27:1-10. Que lições deveríamos retirar da triste história de Judas? Mt 26:47-50, (ACF 1753); 47 E, estando ele ainda a falar, eis que chegou Judas, um dos doze, e com ele grande multidão com espadas e varapaus, enviada pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo. 48 E o que o traía tinha-lhes dado um sinal, dizendo: O que eu beijar é esse; prendei-o. 49 E logo, aproximando-se de Jesus, disse: Eu te saúdo, Rabi; e beijou-o. 50 Jesus, porém, lhe disse: Amigo, a que vieste? Então, aproximando-se eles, lançaram mão de Jesus, e o prenderam. Mt 27:1-10, (ACF 1753); 1 E, CHEGANDO a manhã, todos os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos do povo, formavam juntamente conselho contra Jesus, para o matarem; 2 E maniatando-o, o levaram e entregaram ao presidente Pôncio Pilatos. 3 Então Judas, o que o traíra, vendo que fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, 4 Dizendo: Pequei, traindo o sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é contigo. 5 E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar. 6 E os príncipes dos sacerdotes, tomando as moedas de prata, disseram: Não é lícito colocá-las no cofre das ofertas, porque são preço de sangue. 7 E, tendo deliberado em conselho, compraram com elas o campo de um oleiro, para sepultura dos estrangeiros. 8 Por isso foi chamado aquele campo, até ao dia de hoje, Campo de Sangue. 9 Então se realizou o que vaticinara o profeta Jeremias: Tomaram as trinta moedas de prata, preço do que foi avaliado, que certos filhos de Israel avaliaram, 10 E deram-nas pelo campo do oleiro, segundo o que o Senhor determinou. ► Resp. 6. Mesmo convivendo com Jesus, tendo uma experiência com Ele, vendo Seus milagres e trabalhando em Sua obra, podemos traí-Lo e deixá-Lo triste. O envolvimento com os inimigos de Jesus pode nos trazer a ilusão de vantagens políticas e financeiras, mas no fim o que resta é a amarga derrota e a morte. Não devemos nos unir com líderes que se colocam contra Jesus. Judas tentou obter as vantagens de Cristo e do mundo, mas acabou perdendo tudo. É possível chamar Jesus de Mestre e até beijá-Lo, enquanto O traímos. Há dois tipos de experiências – a exibição exterior e a atuação interior. O divino e o humano estavam a atuar no caráter de Judas. Satanás trabalhava o humano, Cristo o divino. O Senhor Jesus ansiava ver Judas alcançar os privilégios que lhe estavam designados. Mas o lado humano do caráter de Judas estava confuso com os seus sentimentos religiosos, tratados por ele como atributos essenciais. Tendo esta perspetiva das coisas, deixou uma porta aberta para Satanás entrar e tomar posse de todo o homem. Se Judas tivesse praticado as lições de Cristo, ter-se-ia entregado a Cristo, teria consagrado o seu coração totalmente a Deus; Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 7. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com mas a sua experiência confusa estava a enganá-lo. O caso de Judas foi-me apresentado como sendo uma lição para todos. Judas esteve com Cristo ao longo de todo o período do ministério público do Salvador. Ele teve tudo o que Cristo lhe poderia dar. Se tivesse usado as suas capacidades com fervorosa diligência, poderia ter acumulado talentos. Se tivesse procurado ser uma bênção, em vez de ser um homem duvidoso, crítico e egoísta, o Senhor tê-lo-ia usado para fazer avançar o Seu reino. Mas Judas era um especulador. Ele pensava que podia gerir as finanças da Igreja e, através da sua perspicácia nos negócios, obter lucro. O seu coração estava dividido. Gostava da bajulação do mundo. Recusava-se a abdicar do mundo por Cristo. Nunca confiou os seus interesses eternos a Cristo. Tinha uma religião superficial e, por isso, especulava sobre o seu Mestre e traiu-O junto dos sacerdotes, estando totalmente convencido de que Cristo não permitiria que fosse levado. – Comentários de Ellen G. White, The SDA Bible Commentary, vol. 5, p. 1101. Judas, vencido pela angústia, atirou o dinheiro, que ele agora desprezava, aos pés daqueles que o tinham contratado, e, com aflição e horror, foi enforcar-se. Jesus tinha muitos que simpatizavam com Ele, na multidão à Sua volta, e por não ter Ele nada respondido às muitas perguntas que Lhe foram feitas, surpreendeu a multidão. Sob toda a zombaria e violência da turba, nem um sinal de desagrado, nem uma expressão de inquietação repousou nas Suas feições. Manteve a dignidade e a compostura. Os espectadores olhavam para Ele maravilhados. Comparavam as Suas formas perfeitas e o porte firme, digno, com a aparência daqueles que se assentavam em juízo contra Ele, e diziam uns aos outros que Ele parecia mais um rei do que qualquer um dos príncipes. Não apresentava indício de ser um criminoso. O Seu olhar era suave, claro e destemido; a Sua testa, larga e alta. Todos os traços se destacavam fortemente com benevolência e nobres princípios. A Sua paciência e resignação eram tão diferentes das do homem, que muitos estremeceram. Até Herodes e Pilatos ficaram grandemente perturbados com o Seu porte nobre, divino. … O aspeto e as palavras de Jesus durante o Seu julgamento produziram uma profunda impressão no espírito de muitos que estiveram presentes naquela ocasião. O resultado da influência assim exercida apareceu depois da Sua ressurreição. Entre aqueles que então foram acrescentados à Igreja, havia muitos cuja convicção datava do tempo do julgamento de Jesus. – Primeiros Escritos, pp. 172-174. ❉ QUINTA, 16 DE JUNHO 2016 – A NEGAÇÃO DE PEDRO ► Perg. 7. Leia Mateus 26:51-75. Porque acha que Pedro negou conhecer Jesus? Mt 26:51-75, (ACF 1753); 51 E eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou da espada e, ferindo o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe uma orelha. 52 Então Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão. 53 Ou pensas tu que eu não poderia agora orar a meu Pai, e que ele não me daria mais de doze legiões de anjos? 54 Como, pois, se cumpririam as Escrituras, que dizem que assim convém que aconteça? 55 Então disse Jesus à multidão: Saístes, como para um salteador, com espadas e varapaus para me prender? Todos os dias me assentava junto de vós, ensinando no templo, e não me prendestes. 56 Mas tudo isto aconteceu para que se cumpram as escrituras dos profetas. Então, todos os discípulos, deixando-o, fugiram. 57 E os que prenderam a Jesus o conduziram à casa do sumo sacerdote Caifás, onde os escribas e os anciãos estavam reunidos. 58 E Pedro o seguiu de longe, até ao pátio do sumo sacerdote e, entrando, assentou-se entre os criados, para ver o fim. 59 Ora, os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos, e todo o conselho, buscavam falso testemunho contra Jesus, para poderem dar-lhe a morte; 60 E não o achavam; apesar de se apresentarem muitas testemunhas falsas, não o achavam. Mas, por fim chegaram duas testemunhas falsas, 61 E disseram: Este disse: Eu posso derrubar o templo de Deus, e reedificá-lo em três dias. 62 E, levantando-se o sumo sacerdote, disse-lhe: Não respondes coisa alguma ao que estes depõem contra ti? 63 Jesus, porém, guardava silêncio. E, insistindo o sumo sacerdote, disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. 64 Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu. 65 Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou; para que precisamos ainda de testemunhas? Eis que bem ouvistes agora a sua blasfêmia. 66 Que vos parece? E eles, respondendo, disseram: Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 8. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com É réu de morte. 67 Então cuspiram-lhe no rosto e lhe davam punhadas, e outros o esbofeteavam, 68 Dizendo: Profetiza-nos, Cristo, quem é o que te bateu? 69 Ora, Pedro estava assentado fora, no pátio; e, aproximando-se dele uma criada, disse: Tu também estavas com Jesus, o galileu. 70 Mas ele negou diante de todos, dizendo: Não sei o que dizes. 71 E, saindo para o vestíbulo, outra criada o viu, e disse aos que ali estavam: Este também estava com Jesus, o Nazareno. 72 E ele negou outra vez com juramento: Não conheço tal homem. 73 E, daí a pouco, aproximando-se os que ali estavam, disseram a Pedro: Verdadeiramente também tu és deles, pois a tua fala te denuncia. 74 Então começou ele a praguejar e a jurar, dizendo: Não conheço esse homem. E imediatamente o galo cantou. 75 E lembrou-se Pedro das palavras de Jesus, que lhe dissera: Antes que o galo cante, três vezes me negarás. E, saindo dali, chorou amargamente. ► Resp. 7. Porque não entendia a missão de Jesus. Achava que Jesus estabeleceria um reino na Terra. Quando Jesus permitiu que O prendessem, Pedro ficou confuso, sem saber o que fazer. Talvez, ele tenha negado Jesus por ter duvidado de suas próprias convicções sobre o Filho de Deus, ao vê-Lo preso e humilhado. Por isso, decidiu negar Jesus até que as coisas ficassem mais definidas. No entanto, diante do olhar compassivo de Jesus, Pedro se arrependeu e continuou sua caminhada com o Salvador. Então se fez ouvir a voz de Pedro protestando veemente: "Ainda que todos se escandalizem, nunca porém, eu". No cenáculo, declarara: "Por Ti darei a minha vida." Jesus o advertira de que naquela mesma noite negaria seu Salvador. Agora Cristo repete a advertência: "Em verdade te digo que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, três vezes Me negarás." Mas Pedro apenas "disse com mais veemência: Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo nenhum Te negarei. E da mesma maneira diziam todos também". Mar. 14:29, 30 e 31. Em sua confiança de si mesmos, negaram a repetida declaração dAquele que é Onisciente. Não estavam preparados para a prova; quando a tentação os assaltasse, compreenderiam a própria fraqueza. Quando Pedro disse que seguiria seu Senhor à prisão e à morte, era sincero em cada palavra proferida; mas não se conhecia a si mesmo. Ocultos em seu coração havia elementos de mal que as circunstâncias fariam germinar. A menos que ele fosse levado à consciência de seu perigo, esses elementos se demonstrariam sua eterna ruína. O Salvador viu nele um amor-próprio e segurança que sobrepujariam mesmo o amor de Cristo. Em sua vida se revelara muito de enfermidade, pecado não mortificado, descuido de espírito, gênio não santificado e temeridade para entrar em tentação. A solene advertência de Cristo era um chamado a exame de coração. Pedro necessitava desconfiar de si mesmo, e ter maior fé em Cristo. Houvesse ele recebido com humildade a advertência, e teria recorrido ao Pastor do rebanho para que guardasse Sua ovelha. Quando, no mar da Galiléia, se achava prestes a submergir, clamara: "Senhor, salva-me!" Mat. 14:30. Então a mão de Cristo se estendera para segurar a sua. Assim agora, se clamasse a Jesus: Salva-me de mim mesmo teria sido guardado. Pedro sentiu, porém, que lhe faltavam com a confiança, e julgou isso cruel. Estava já ofendido, e mais persistente se tornou na confiança própria. Jesus contempla compassivamente os discípulos. Não os pode salvar da provação, mas não os deixa sem conforto. Assegura-lhes que há de quebrar as cadeias do sepulcro, e que Seu amor por eles não falhará. "Mas, depois de Eu ressuscitar", diz, "irei adiante de vós para a Galiléia." Mat. 26:32. Antes que O negassem, receberam a certeza do perdão. Depois de Sua morte e ressurreição, sabiam achar-se perdoados, e ser caros ao coração de Cristo. O Desejado de Todas as Nações, pp. 673-674. Pedro acompanhou o Senhor depois da Sua traição. Estava ansioso para ver o que seria de Jesus. Mas, quando foi acusado de ser um dos Seus discípulos, o temor pela sua própria segurança levou-o a declarar que não conhecia o Homem. Os discípulos eram notados pela pureza da sua linguagem, e Pedro, para convencer os seus acusadores de que não era um dos discípulos de Cristo, negou a acusação pela terceira vez com maldição e juramento. Jesus, que estava a alguma distância de Pedro, volveu para ele um olhar cheio de tristeza e reprovação. Então o discípulo lembrou-se das palavras que Jesus lhe falara no cenáculo, e também da sua asseveração cheia de zelo: “Ainda que venhas a ser um tropeço para todos, nunca o serás para mim” (Mateus 26:33). Ele tinha negado o seu Senhor, mesmo com maldição e juramento; mas aquele olhar de Jesus como que dissolveu o coração de Pedro, e salvou-o. Ele chorou amargamente, arrependeu-se do seu grande pecado e converteu-se; e, então, ficou preparado para fortalecer os seus irmãos. – Primeiros Escritos, p. 169. Apoie esse ministério:Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosBanco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos