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LIÇÃO 8 O Papel da Igreja na Comunidade
Jesus manifestava compaixão pelas pessoas 13 a 20 de agosto de 2016
❉ Sábado à tarde
VERSO PARA MEMORIZAR: “Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-Se dela e
curou os seus enfermos”. Mt 14:14.
A terna simpatia do Salvador era despertada para a caída e sofredora Humanidade. Se são Seus seguidores,
devem cultivar compaixão e simpatia. A indiferença para com os sofrimentos humanos deve dar lugar ao mais
vivo interesse pelos padecimentos dos outros. A viúva, o órfão, o enfermo e o moribundo precisarão sempre de
ser ajudados. Eis uma oportunidade de proclamar o Evangelho – apontar para Jesus, a esperança e consolação
de todos os homens. Quando os sofrimentos do corpo tiverem sido aliviados, e tiverem demonstrado o mais
vivo interesse pelos aflitos, o coração abrir-se-á, e poderão verter nele o bálsamo celestial. Se estiverem a
olhar para Jesus e d’Ele retirarem conhecimento, força e graça, poderão comunicar a Sua consolação aos
outros, pois o Consolador está convosco.
Encontrarão muito preconceito, uma grande quantidade de falso zelo e pseudopiedade, mas tanto na pátria
como no campo estrangeiro encontrarão mais corações do que aquilo que imaginam, que Deus tem estado a
preparar para a semeadura da verdade, e estes aclamarão com alegria a mensagem divina, quando lhes for
apresentada. – Conselhos Sobre Saúde, p. 34.
Da encosta, contemplou a multidão em movimento, e o coração encheu-se de simpatia. Embora tivesse sido
interrompido, prejudicado no Seu repouso, não ficou impaciente. Viu uma maior necessidade requerendo a
Sua atenção ao contemplar o povo que vinha e continuava a vir. Teve compaixão deles, “porque eram como
ovelhas que não têm pastor”. Deixando o Seu retiro, encontrou um lugar apropriado, onde os podia atender.
Não recebiam nenhum auxílio dos sacerdotes e dos chefes do povo, mas as águas vivificantes da vida
manavam de Cristo, quando ensinava às multidões o caminho da salvação.
O povo escutava as palavras da vida, que fluíam abundantemente dos lábios do Filho de Deus. Ouvia as
palavras, tão simples e claras, que eram como o bálsamo de Gilead para o seu coração. O toque curador da Sua
mão divina trouxe alegria e vida aos moribundos, e conforto e saúde aos doentes. O dia pareceu-lhes o Céu na
Terra. O Desejado de Todas as Nações, p. 303 (Ed. P. SerVir).
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❉ Domingo, 14 de agosto - Ouvindo os gemidos
❉ Pergunta. 1. O que as seguintes passagens ensinam sobre a compaixão de Deus para com Sua criação caída e
arruinada na Terra?
Jz 2:16-18, (ACF 1753); 16 E levantou o SENHOR juízes, que os livraram da mão dos que os despojaram. 17
Porém tampouco ouviram aos juízes, antes prostituíram-se após outros deuses, e adoraram a eles; depressa se
desviaram do caminho, por onde andaram seus pais, obedecendo os mandamentos do SENHOR; mas eles
assim não fizeram. 18 E, quando o SENHOR lhes levantava juízes, o SENHOR era com o juiz, e os livrava da
mão dos seus inimigos, todos os dias daquele juiz; porquanto o SENHOR se compadecia deles pelo seu
gemido, por causa dos que os oprimiam e afligiam.
2Rs 13:23, (ACF 1753); 23 Porém o SENHOR teve misericórdia deles, e se compadeceu deles, e tornou-se
para eles por amor da sua aliança com Abraão, Isaque e Jacó, e não os quis destruir, e não os lançou
ainda da sua presença.
Is 54:7-10, (ACF 1753); 7 Por um breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias te recolherei; 8
Com um pouco de ira escondi a minha face de ti por um momento; mas com benignidade eterna me
compadecerei de ti, diz o SENHOR, o teu Redentor. 9 Porque isto será para mim como as águas de Noé;
pois jurei que as águas de Noé não passariam mais sobre a terra; assim jurei que não me irarei mais contra
ti, nem te repreenderei. 10 Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão abalados; porém a minha
benignidade não se apartará de ti, e a aliança da minha paz não mudará, diz o SENHOR que se
compadece de ti.
❉ Resposta. 1. O Senhor Se compadecia do sofrimento do Seu povo rebelde e arruinado. Ele ouvia seus
gemidos e procurava livrá-lo de suas dificuldades. Deus confirmará para sempre a aliança feita com Abraão,
Isaque e Jacó, apesar das falhas humanas.
A Majestade do Céu identifica os próprios interesses com os da humanidade sofredora. Nossos companheiros
e aqueles com quem nos achamos relacionados necessitam de sincera bondade e terna simpatia. ... É
impossível crescer em Cristo, a Cabeça viva, a menos que pratiquemos a lição que Ele deu, de simpatia,
compaixão e amor. É impossível refletir a imagem de Cristo a menos que este amor de origem celeste esteja
em nosso coração. Ninguém cruzará os portais da cidade de Deus, caso não reflita esse atributo. The Youth's
Instructor, 20 de outubro de 1892.
Exponde continuamente ao Senhor vossas necessidades, alegrias, pesares, cuidados e temores. Não O podeis
sobrecarregar; não O podeis fatigar. Aquele que conta os cabelos de vossa cabeça, não é indiferente as
necessidades de Seus filhos. "Porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso." Tia. 5:11. Seu coração
amorável se comove ante as nossas tristezas, ante a nossa expressão delas. Levai-Lhe tudo quanto vos causa
perplexidade. Coisa alguma é demasiado grande para Ele, pois sustém os mundos e rege o Universo. Nada do
que de algum modo se relacione com a nossa paz é tão insignificante que o não observe. Não há em nossa vida
nenhum capítulo demasiado obscuro para que o possa ler; perplexidade alguma por demais intrincada para que
a possa resolver. Nenhuma calamidade poderá sobrevir ao mais humilde de Seus filhos, ansiedade alguma lhe
atormentar a alma, nenhuma alegria possuí-lo, nenhuma prece sincera escapar-lhe dos lábios, sem que seja
observada por nosso Pai celeste, ou sem que Lhe atraia o imediato interesse. Ele "sara os quebrantados de
coração e liga-lhes as feridas". Sal. 147:3. As relações entre Deus e cada pessoa são tão particulares e íntimas,
como se não existisse nenhuma outra por quem Ele houvesse dado Seu bem-amado Filho. Caminho a Cristo,
p. 100.
❉ Pergunta. 2. Como Deus lida com o sofrimento? Êx 2:23-25
Ex 2:23-25, (ACF 1753); 23 E aconteceu, depois de muitos dias, que morrendo o rei do Egito, os filhos de Israel
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suspiraram por causa da servidão, e clamaram; e o seu clamor subiu a Deus por causa de sua servidão.
24 E ouviu Deus o seu gemido, e lembrou-se Deus da sua aliança com Abraão, com Isaque, e com Jacó; 25
E viu Deus os filhos de Israel, e atentou Deus para a sua condição.
❉ Resposta. 2. Deus ouve o clamor dos sofredores, atenta para sua condição e age em seu favor.
Tg 5:10-11, (ACF 1753); 10 Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em
nome do Senhor. 11 Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó,
e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.
Sejam quais forem as vossas ansiedades e provações, exponham o caso perante o Senhor. O vosso espírito será
fortalecido para resistir. O caminho abrir-se-á para se libertarem de todo o embaraço e dificuldade. Quanto
mais fracos e impotentes se reconhecerem, tanto mais fortes se tornarão na Sua força. Quanto mais pesados os
vossos fardos, tanto mais abençoado o descanso ao lançá-los sobre o vosso Ajudador.
As circunstâncias podem separar amigos; as ondas desassossegadas do vasto mar podem interpor-se entre nós
e eles. Mas nenhuma circunstância, distância alguma nos pode separar do Salvador. Estejamos onde
estivermos, Ele está à nossa mão direita para sustentar, manter, proteger e animar. Maior do que o amor de
uma mãe pelo seu filho, é o amor de Cristo pelos Seus remidos. É nosso privilégio descansar no Seu amor;
dizer: “Nele confiarei; pois deu a Sua vida por mim.”
O amor humano pode mudar; mas o amor de Cristo não conhece variação. Quando clamamos a Ele pedindo
ajuda, a Sua mão está estendida para salvar. – A Ciência do Bom Viver, pp. 41 e 42. (Ed. P. SerVir).
Os filhos de Deus não devem estar sujeitos a sentimentos e emoções. Quando flutuam entre a esperança e o
temor, o coração de Cristo é ferido; pois tem-lhes dado inconfundíveis evidências do Seu amor. Ele quer que
sejam firmados, fortalecidos e estabelecidos na mais santa fé. Ele quer que façam a obra que Ele lhes deu;
então o seu coração tornar-se-á nas Suas mãos como harpas sagradas, das quais cada corda despedirá louvores
e ações de graças Àquele que foi enviado por Deus para tirar os pecados do mundo. O amor de Cristo para
com os Seus filhos é tão terno como é forte. E é mais forte do que a morte, pois Ele morreu para comprar a
nossa salvação, e para nos tornar um com Ele, mística e eternamente um. Tão forte é o Seu amor que domina
todos os Seus poderes, e emprega os vastos recursos do Céu em fazer o bem ao Seu povo. É sem mudança ou
sombra de variação – o mesmo ontem, hoje e eternamente. Embora o pecado tenha existido durante séculos,
procurando anular esse amor e obstruir o seu fluxo para a Terra, ele fluirá em ricas correntes para aqueles por
quem Cristo morreu.
Deus ama os anjos sem pecado, que fazem o Seu trabalho e obedecem a todos os Seus mandamentos, mas não
lhes dá graça; eles nunca tiveram necessidade dela, pois nunca pecaram. A graça é um atributo demonstrado a
seres humanos sem mérito. Nós não a procuramos, ela veio à nossa procura. Deus alegra-se em conceder graça
a todos os que dela têm fome e sede, não por sermos dignos, mas porque somos indignos. A nossa necessidade
é a qualificação que nos dá a certeza de que havemos de receber o dom. – Testemunhos Para Ministros e
Obreiros Evangélicos, pp. 518 e 519.
❉ Segunda, 15 de agosto - Nosso compassivo Salvador
“Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-Se dela e curou os seus enfermos”. Mt 14:14.
❉ Pergunta. 3. Leia Mateus 9:35, 36 e Lucas 7:11-16. De que modo se manifestam a verdadeira empatia e
compaixão?
Mt 9:35-36, (ACF 1753); 35 E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e
pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo. 36 E, vendo as
multidões, teve grande compaixão delas, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm
pastor.
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Lc 7:11-16, (ACF 1753); 11 E aconteceu que, no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam
muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão; 12 E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que
levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade. 13 E,
vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. 14 E, chegando-se,
tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto
assentou-se, e começou a falar. 15 E entregou-o a sua mãe. 16 E de todos se apoderou o temor, e
glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo.
❉ Resposta. 3. A compaixão de Jesus O levava a percorrer as cidades onde estavam as pessoas que precisavam
de ensinamento, cura e esperança, porque eram ovelhas sem pastor. Jesus Se compadeceu da viúva de Naim,
que havia perdido o filho e sua última esperança para o futuro. Jesus agiu para devolver a esperança ao seu
coração.
Jesus, o precioso Salvador, nunca parecia cansar-Se das insistências de pessoas enfermas de pecado, e dos
doentes de todas as espécies. "E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles." Mar. 6:34.
Isto significa muito para os sofredores. Identificou Seus interesses com os deles. Partilhou de suas
preocupações. Sentiu-lhes os temores. Experimentava uma anelante piedade que Lhe pungia o coração.
Oh que amor, que incomparável amor! Ele Se tornou um conosco para que pudesse partilhar com a
humanidade de todos os incidentes de Sua vida. Foi tentado em todos os pontos, como nós somos, e todavia,
sem pecado. A humanidade não deve ser desmerecida como coisa sem valor, comum. Cristo revestiu Sua
divindade da humanidade, para que esta pudesse revestir-se da justiça de Cristo. O homem é o objeto de Sua
solicitude e grande amor.
A redenção - oh, quanto é compreendido nesta palavra! Todos quantos consentirem em ser redimidos, são
elevados e santificados, remidos por Jesus Cristo de toda vulgaridade e mundanismo, e habilitados a cooperar
com Deus na grande obra da salvação. Jesus aceitou a humanidade e revelou na própria vida e caráter o que
pode ser o homem, mesmo quando, na providência de Deus, ele é colocado nas piores circunstâncias da vida.
Ele não tinha sequer uma moeda com que pagasse o tributo exigido, e operou um milagre para obter a pequena
importância.
Jesus, o precioso Salvador, não tinha um lar, e muitas vezes sentia fome. Não tinha onde reclinar a cabeça.
Estava com frequência fatigado. A humanidade é honrada porque Jesus assumiu a humanidade a fim de revelar
ao mundo o que ela se pode tornar. Ele veio trazer à luz vida e imortalidade, para encher de brilho os afazeres
comuns e mais humildes da vida. Jesus inclina-Se para nós, procurando ver se nosso caráter reflete o Seu
caráter. "Se tu conheceras o dom de Deus e quem é O que te diz: Dá-Me de beber, tu Lhe pedirias, e Ele te
daria água viva". João 4:10. Carta 119, 1893. Para Conhecê-lo. (Meditações Matinais, 1965), p. 47.
Permiti-me dirigir vossa atenção à vida de Cristo, a Sua compaixão, Sua humildade, Seu amor, Sua
inexprimível ternura. Deveis copiar-Lhe o exemplo. Deus vos deu a vida e todas as ricas bênçãos que a tornam
aprazível e, em troca, tem direitos ao vosso serviço, gratidão, amor, obediência a Sua lei. Esses direitos são de
primeira importância, e não podem ser levianamente desconsiderados; mas Ele não requer de vós coisa alguma
senão para vos tornar mais felizes, mesmo nesta vida. The Youth's Instructor, 30 de janeiro de 1884.
Um ato profano da parte de nosso Salvador, haveria manchado o modelo, e Ele não poderia ter sido para nós
um exemplo perfeito; mas se bem que Ele fosse tentado em todos os pontos como nós somos, foi todavia sem
pecado. Pela boca do profeta, Ele declara Seu caráter, dizendo: "Eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo
e justiça na Terra; porque destas coisas Me agrado." Jer. 9:24. Todos quantos professam o nome de Cristo se
devem deleitar nessas coisas, tornando manifesto ao mundo pela conversação e pela conduta que estão
imitando o Modelo. ... Quem quer que creia em Cristo precisa fazer as obras de Cristo. O Senhor lhes foi
apresentado como alguém que exercita a beneficência, juízo e justiça na Terra, e esses são os frutos produzidos
pelo cristão genuíno. The Youth's Instructor, 13 de outubro de 1892.
O vosso compassivo Redentor está a vigiar-vos com amor e simpatia, pronto para ouvir as vossas orações e
dar-vos a assistência de que necessitam. O Lar Adventista, p. 204.
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❉ Terça, 16 de agosto - Colocando-se no lugar das pessoas
❉ Pergunta. 4. Leia Colossenses 3:12, 1 Pedro 3:8 e 1 João 3:17. Como podemos revelar compaixão em nossa
vida?
Cl 3:12-13, (ACF 1753); 12 Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de
misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; 13 Suportando-vos uns aos outros,
e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim
fazei vós também. cf. Rm 12:9-10; Gl 5:6; Gl 5:22-23; Ef 4:2; Ef 4:32; Fp 2:2-4; 1Ts 5:15; Tg 3:17-18; 1Pe
3:8-11; 2Pe 1:5-8; 1Jo 3:14-20.
1Pe 3:8-9, (ACF 1753); 8 E, finalmente, sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, amando os
irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis. 9 Não tornando mal por mal, ou injúria por
injúria; antes, pelo contrário, bendizendo; sabendo que para isto fostes chamados, para que por herança
alcanceis a bênção. cf. Zc 7:9; Mt 18:33; Lc 10:33; Rm 12:15; 1Co 12:26; Tg 2:13; Tg 3:17.
1Jo 3:16-18, (ACF 1753); 16 Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida
pelos irmãos. 17 Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas
entranhas, como estará nele o amor de Deus? 18 Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua,
mas por obra e em verdade. cf. 1Co 13:4-7; Gl 5:13; Gl 6:1; Gl 6:2; Ef 4:1-3; Ef 4:15; 1Ts 1:3; Tg 2:15; Tg
2:16; 1Pe 1:22.
❉ Resposta. 4. Demonstrando misericórdia, bondade, humildade, mansidão, longanimidade e amizade
fraternal. Praticando ações que revelem o amor de Deus, como atender às necessidades materiais das pessoas.
Façam da obra de Cristo o vosso exemplo. Ele saía constantemente para fazer o bem – alimentando o faminto,
curando os doentes. Ninguém que a Ele fosse em busca de simpatia saía desapontado. O Comandante das
cortes celestiais fez-Se carne e habitou entre nós, e a Sua vida de trabalho é um exemplo da tarefa que
devemos executar. O Seu amor terno e piedoso é uma repreensão ao nosso egoísmo e à nossa dureza de
coração.
Cristo pôs-Se como cabeça da Humanidade nas vestes da Humanidade. Tão plena de simpatia e amor era a
Sua atitude que nem o mais pobre tinha receio de ir até Ele. Era bom para todos, facilmente acessível ao mais
humilde. … Não procurava distinguir-Se. Era servo de todos. A Sua comida e a Sua bebida era ser um
conforto e um consolo para os outros, era alegrar os tristes e aliviar o fardo daqueles com quem diariamente
entrava em contacto.
Cristo apresenta-Se diante de nós como um Homem-padrão, o grande Médico-Missionário – um exemplo para
todos os que viriam depois. O Seu amor, puro e santo, abençoava todos os que estivessem na Sua esfera de
influência. O Seu caráter era absolutamente perfeito, isento da mais leve mancha de pecado. Ele veio como
expressão do perfeito amor de Deus, não para esmagar, não para julgar e condenar, mas para sanar todo o
caráter fraco e defeituoso, para salvar homens e mulheres do poder de Satanás. … Devemos empenhar-nos na
mesma obra que o grande Médico-Missionário tomou sobre Si em nosso favor. Devemos seguir o caminho da
abnegação assinalado por Cristo. – Beneficência Social, pp. 53 e 54.
Cristo ensinou claramente que aqueles que perseveram em pecado declarado devem ser desvinculados da
Igreja; mas não nos confiou a tarefa de julgar o caráter e os motivos. Conhece demasiado bem a nossa
natureza para nos delegar essa obra. Se tentássemos desarraigar da Igreja os que supomos serem falsos
Cristãos, certamente cometeríamos erros. Muitas vezes consideramos casos perdidos exatamente aqueles que
Cristo está a atrair para Si. Se tivéssemos de lidar com essas pessoas segundo o nosso parecer imperfeito,
extinguir-se-ia talvez a sua última esperança. Muitos que se julgam Cristãos serão finalmente achados em
falta. Haverá muitos no Céu que os seus vizinhos supunham que lá não entrariam. O homem julga segundo a
aparência; mas Deus vê o coração. O joio e o trigo devem crescer juntos até à ceifa; e a colheita é o fim do
tempo da graça. Há nas palavras do Salvador ainda outra lição, uma lição de maravilhosa longanimidade e
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terno amor. Como o joio tem as raízes entrelaçadas com as do bom trigo, da mesma forma os falsos irmãos
podem estar na Igreja, intimamente ligados com os discípulos verdadeiros. O verdadeiro caráter desses
supostos crentes não se manifesta plenamente. Se fossem desvinculados da congregação, outros poderiam ser
induzidos a tropeçar, os quais, se não fosse por isto, permaneceriam firmes. – Parábolas de Jesus, pp. 71 e 72.
❉ Quarta, 17 de agosto - Jesus chorou
❉ Pergunta. 5. “Jesus chorou” (Jo 11:35). O que esse verso nos diz sobre a humanidade de Jesus? Em Sua
humanidade, como Ele Se relacionou com o sofrimento dos outros? Rm 12:15
Rm 12:15, (ACF 1753); 15 Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram;
❉ Resposta. 5. Jesus era perfeitamente humano e Se identificava com o sofrimento dos Seus irmãos humanos.
Ele era empático, alegrava-Se com os que se alegravam e chorava com os que choravam.
Jo 11:32-36, (ACF 1753); 32 Tendo, pois, Maria chegado aonde Jesus estava, e vendo-o, lançou-se aos seus pés,
dizendo-lhe: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. 33 Jesus pois, quando a viu chorar, e
também chorando os judeus que com ela vinham, moveu-se muito em espírito, e perturbou-se. 34 E
disse: Onde o pusestes? Disseram-lhe: Senhor, vem, e vê. 35 Jesus chorou. 36 Disseram, pois, os judeus: Vede
como o amava.
“Pesava sobre Ele a dor dos séculos. Viu os terríveis efeitos da transgressão da lei divina. Viu que, na história
do mundo, começando com a morte de Abel, o conflito entre o bem e o mal havia sido incessante. Lançando o
olhar através dos séculos vindouros, viu o sofrimento e a dor, as lágrimas e a morte que seriam a sorte dos
homens. Seu coração Se comoveu pelo sofrimento da família humana de todos os tempos e em todas as terras.
Pesavam-Lhe fortemente sobre a alma as misérias da humanidade pecadora, e se rompeu a fonte de Suas
lágrimas quando Ele almejava aliviar-lhes todas as aflições”. O Desejado de Todas as Nações, p. 534.
“Jesus pois, quando a viu chorar, e também chorando os judeus que com ela vinham, moveu-se muito em
espírito, e perturbou-se.” Lia o coração de todos os que ali estavam reunidos. Viu que, da parte de muitos, não
passava de simulação o que apresentavam como demonstração de pesar. Sabia que alguns no grupo,
manifestando agora tristeza hipócrita, estariam em breve a planear a morte, não só do poderoso Operador de
milagres, mas daquele que estava para ser ressuscitado. Cristo poderia ter-lhes tirado as vestes de pretensa
tristeza. Conteve, porém, a Sua justa indignação. As palavras que poderia, com toda a verdade, ter proferido,
calou-as por amor para com o querido ser ajoelhado em dor a Seus pés, que realmente acreditava n’Ele. …
Perante esta aflição humana e perante o facto de que os amigos consternados pranteavam o morto, enquanto o
Salvador do mundo ali Se achava, “Jesus chorou”. Se bem que fosse o filho de Deus, revestira-Se, no entanto,
da natureza humana e comoveu-Se com a dor humana. O Seu coração terno e cheio de compaixão está sempre
pronto a compadecer-se perante o sofrimento. Chora com os que choram e alegra-Se com os que se alegram.
Não foi, porém, simplesmente pela simpatia humana para com Maria e Marta que Jesus chorou. Havia nas
Suas lágrimas uma dor tão acima da simples mágoa humana como o Céu se acha acima da Terra. Jesus não
chorou por Lázaro, pois estava prestes a chamá-lo do sepulcro. Chorou porque muitos dos que agora choravam
Lázaro, haviam em breve de tramar a morte Daquele que era a ressurreição e a vida. – O Desejado de Todas as
Nações, pp. 451 e 452 (Ed. P. SerVir).
O general William Booth, fundador do Exército de Salvação, disse: “Se você não consegue chorar pela cidade,
não podemos usá-lo.” Que mensagem essas palavras trazem para nós?
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❉ Quinta, 18 de agosto - Outro tipo de Consolador
❉ Pergunta. 6. Como nosso sofrimento nos ajuda a ser mais eficientes em mostrar compaixão e prover conforto
aos que nos cercam? Você já experimentou a realidade dessas palavras em sua vida?
2Co 1:3-4, (NVI); 3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de
toda consolação, 4 que nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que
recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações. 5 Porque, como as aflições
de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo. 6 Mas, se
somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação e
salvação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos; 7 E a
nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis
também da consolação.
❉ Resposta. 6. Deus sofreu por causa do pecado e sente nosso sofrimento. Quando sofremos, temos maior
capacidade de compreender o sofrimento dos outros e oferecer ajuda e consolo.
Foi por meio de sofrimento que Jesus alcançou o ministério da consolação. Em toda a angústia da
Humanidade foi angustiado; e “naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são
tentados”. Isaías 63:9; Hebreus 2:18. Toda a alma que entra em comunhão com Ele neste ministério tem o
privilégio de participar dos Seus sofrimentos. “Como as aflições de Cristo abundam em nós, assim também a
nossa consolação abunda por meio de Cristo.” II Coríntios 1:5. O Senhor tem graça especial para outorgar ao
que chora, graça cujo poder é abrandar corações e ganhar almas. O Seu amor abre caminho na alma ferida e
quebrantada, e torna-se bálsamo curativo para os que choram. “O Pai de misericórdias e o Deus de toda a
consolação … nos consola em toda a nossa tribulação para que também possamos consolar os que estiverem
em alguma tribulação com a consolação com que nós mesmos somos consolados de Deus.” II Coríntios 1:3 e
4. “Bem-aventurados os mansos.” Mateus 5:5. Há, através das Bem-Aventuranças, uma progressão na
experiência cristã. Os que sentiram a sua necessidade de Cristo, os que choraram por causa do pecado, e se
sentaram com Cristo na escola da aflição, hão de, com o divino Mestre, aprender a ser mansos. – O Maior
Discurso de Cristo, p. 19. (Ed. P. SerVir).
Usemos palavras de fé e de ânimo, que serão como bálsamo eficaz para os angustiados e feridos. Muitos,
muitos têm desfalecido e perdido a coragem na grande luta da vida, quando uma bondosa palavra de estímulo
os teria revigorado e levado a vencer. Nunca devemos passar de lado por alguém que sofre, sem procurar
transmitir-lhe o conforto com que nós mesmos somos confortados por Deus.
Tudo isto não é senão um cumprimento do princípio da Lei – o princípio ilustrado na história do Bom
Samaritano e manifestado na vida de Jesus. O Seu caráter revela o verdadeiro significado da Lei e mostra o
que quer dizer amar o nosso semelhante como a nós mesmos. E quando os filhos de Deus manifestam
misericórdia, bondade e amor para com todos os homens, também eles estão a dar testemunho do caráter dos
estatutos do Céu. Estão a testemunhar o facto de que “a lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma”. Salmo
19:7. E quem quer que falhe em manifestar este amor está a transgredir a Lei que professa reverenciar. Pois o
espírito que manifestamos para com os nossos irmãos, mostra qual é o nosso espírito para com Deus. O amor
de Deus no coração é a única fonte de amor para com o nosso semelhante. “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e
aborrece o seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama o seu irmão, ao qual viu, como pode amar Deus, a
quem não viu?” Amados, “se nos amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeito o seu amor”. I
João 4:20, 12. – O Desejado de Todas as Nações, p. 428. (Ed. P. SerVir).
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  • 1. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com LIÇÃO 8 O Papel da Igreja na Comunidade Jesus manifestava compaixão pelas pessoas 13 a 20 de agosto de 2016 ❉ Sábado à tarde VERSO PARA MEMORIZAR: “Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-Se dela e curou os seus enfermos”. Mt 14:14. A terna simpatia do Salvador era despertada para a caída e sofredora Humanidade. Se são Seus seguidores, devem cultivar compaixão e simpatia. A indiferença para com os sofrimentos humanos deve dar lugar ao mais vivo interesse pelos padecimentos dos outros. A viúva, o órfão, o enfermo e o moribundo precisarão sempre de ser ajudados. Eis uma oportunidade de proclamar o Evangelho – apontar para Jesus, a esperança e consolação de todos os homens. Quando os sofrimentos do corpo tiverem sido aliviados, e tiverem demonstrado o mais vivo interesse pelos aflitos, o coração abrir-se-á, e poderão verter nele o bálsamo celestial. Se estiverem a olhar para Jesus e d’Ele retirarem conhecimento, força e graça, poderão comunicar a Sua consolação aos outros, pois o Consolador está convosco. Encontrarão muito preconceito, uma grande quantidade de falso zelo e pseudopiedade, mas tanto na pátria como no campo estrangeiro encontrarão mais corações do que aquilo que imaginam, que Deus tem estado a preparar para a semeadura da verdade, e estes aclamarão com alegria a mensagem divina, quando lhes for apresentada. – Conselhos Sobre Saúde, p. 34. Da encosta, contemplou a multidão em movimento, e o coração encheu-se de simpatia. Embora tivesse sido interrompido, prejudicado no Seu repouso, não ficou impaciente. Viu uma maior necessidade requerendo a Sua atenção ao contemplar o povo que vinha e continuava a vir. Teve compaixão deles, “porque eram como ovelhas que não têm pastor”. Deixando o Seu retiro, encontrou um lugar apropriado, onde os podia atender. Não recebiam nenhum auxílio dos sacerdotes e dos chefes do povo, mas as águas vivificantes da vida manavam de Cristo, quando ensinava às multidões o caminho da salvação. O povo escutava as palavras da vida, que fluíam abundantemente dos lábios do Filho de Deus. Ouvia as palavras, tão simples e claras, que eram como o bálsamo de Gilead para o seu coração. O toque curador da Sua mão divina trouxe alegria e vida aos moribundos, e conforto e saúde aos doentes. O dia pareceu-lhes o Céu na Terra. O Desejado de Todas as Nações, p. 303 (Ed. P. SerVir). Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 2. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com ❉ Domingo, 14 de agosto - Ouvindo os gemidos ❉ Pergunta. 1. O que as seguintes passagens ensinam sobre a compaixão de Deus para com Sua criação caída e arruinada na Terra? Jz 2:16-18, (ACF 1753); 16 E levantou o SENHOR juízes, que os livraram da mão dos que os despojaram. 17 Porém tampouco ouviram aos juízes, antes prostituíram-se após outros deuses, e adoraram a eles; depressa se desviaram do caminho, por onde andaram seus pais, obedecendo os mandamentos do SENHOR; mas eles assim não fizeram. 18 E, quando o SENHOR lhes levantava juízes, o SENHOR era com o juiz, e os livrava da mão dos seus inimigos, todos os dias daquele juiz; porquanto o SENHOR se compadecia deles pelo seu gemido, por causa dos que os oprimiam e afligiam. 2Rs 13:23, (ACF 1753); 23 Porém o SENHOR teve misericórdia deles, e se compadeceu deles, e tornou-se para eles por amor da sua aliança com Abraão, Isaque e Jacó, e não os quis destruir, e não os lançou ainda da sua presença. Is 54:7-10, (ACF 1753); 7 Por um breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias te recolherei; 8 Com um pouco de ira escondi a minha face de ti por um momento; mas com benignidade eterna me compadecerei de ti, diz o SENHOR, o teu Redentor. 9 Porque isto será para mim como as águas de Noé; pois jurei que as águas de Noé não passariam mais sobre a terra; assim jurei que não me irarei mais contra ti, nem te repreenderei. 10 Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão abalados; porém a minha benignidade não se apartará de ti, e a aliança da minha paz não mudará, diz o SENHOR que se compadece de ti. ❉ Resposta. 1. O Senhor Se compadecia do sofrimento do Seu povo rebelde e arruinado. Ele ouvia seus gemidos e procurava livrá-lo de suas dificuldades. Deus confirmará para sempre a aliança feita com Abraão, Isaque e Jacó, apesar das falhas humanas. A Majestade do Céu identifica os próprios interesses com os da humanidade sofredora. Nossos companheiros e aqueles com quem nos achamos relacionados necessitam de sincera bondade e terna simpatia. ... É impossível crescer em Cristo, a Cabeça viva, a menos que pratiquemos a lição que Ele deu, de simpatia, compaixão e amor. É impossível refletir a imagem de Cristo a menos que este amor de origem celeste esteja em nosso coração. Ninguém cruzará os portais da cidade de Deus, caso não reflita esse atributo. The Youth's Instructor, 20 de outubro de 1892. Exponde continuamente ao Senhor vossas necessidades, alegrias, pesares, cuidados e temores. Não O podeis sobrecarregar; não O podeis fatigar. Aquele que conta os cabelos de vossa cabeça, não é indiferente as necessidades de Seus filhos. "Porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso." Tia. 5:11. Seu coração amorável se comove ante as nossas tristezas, ante a nossa expressão delas. Levai-Lhe tudo quanto vos causa perplexidade. Coisa alguma é demasiado grande para Ele, pois sustém os mundos e rege o Universo. Nada do que de algum modo se relacione com a nossa paz é tão insignificante que o não observe. Não há em nossa vida nenhum capítulo demasiado obscuro para que o possa ler; perplexidade alguma por demais intrincada para que a possa resolver. Nenhuma calamidade poderá sobrevir ao mais humilde de Seus filhos, ansiedade alguma lhe atormentar a alma, nenhuma alegria possuí-lo, nenhuma prece sincera escapar-lhe dos lábios, sem que seja observada por nosso Pai celeste, ou sem que Lhe atraia o imediato interesse. Ele "sara os quebrantados de coração e liga-lhes as feridas". Sal. 147:3. As relações entre Deus e cada pessoa são tão particulares e íntimas, como se não existisse nenhuma outra por quem Ele houvesse dado Seu bem-amado Filho. Caminho a Cristo, p. 100. ❉ Pergunta. 2. Como Deus lida com o sofrimento? Êx 2:23-25 Ex 2:23-25, (ACF 1753); 23 E aconteceu, depois de muitos dias, que morrendo o rei do Egito, os filhos de Israel Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 3. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com suspiraram por causa da servidão, e clamaram; e o seu clamor subiu a Deus por causa de sua servidão. 24 E ouviu Deus o seu gemido, e lembrou-se Deus da sua aliança com Abraão, com Isaque, e com Jacó; 25 E viu Deus os filhos de Israel, e atentou Deus para a sua condição. ❉ Resposta. 2. Deus ouve o clamor dos sofredores, atenta para sua condição e age em seu favor. Tg 5:10-11, (ACF 1753); 10 Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor. 11 Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso. Sejam quais forem as vossas ansiedades e provações, exponham o caso perante o Senhor. O vosso espírito será fortalecido para resistir. O caminho abrir-se-á para se libertarem de todo o embaraço e dificuldade. Quanto mais fracos e impotentes se reconhecerem, tanto mais fortes se tornarão na Sua força. Quanto mais pesados os vossos fardos, tanto mais abençoado o descanso ao lançá-los sobre o vosso Ajudador. As circunstâncias podem separar amigos; as ondas desassossegadas do vasto mar podem interpor-se entre nós e eles. Mas nenhuma circunstância, distância alguma nos pode separar do Salvador. Estejamos onde estivermos, Ele está à nossa mão direita para sustentar, manter, proteger e animar. Maior do que o amor de uma mãe pelo seu filho, é o amor de Cristo pelos Seus remidos. É nosso privilégio descansar no Seu amor; dizer: “Nele confiarei; pois deu a Sua vida por mim.” O amor humano pode mudar; mas o amor de Cristo não conhece variação. Quando clamamos a Ele pedindo ajuda, a Sua mão está estendida para salvar. – A Ciência do Bom Viver, pp. 41 e 42. (Ed. P. SerVir). Os filhos de Deus não devem estar sujeitos a sentimentos e emoções. Quando flutuam entre a esperança e o temor, o coração de Cristo é ferido; pois tem-lhes dado inconfundíveis evidências do Seu amor. Ele quer que sejam firmados, fortalecidos e estabelecidos na mais santa fé. Ele quer que façam a obra que Ele lhes deu; então o seu coração tornar-se-á nas Suas mãos como harpas sagradas, das quais cada corda despedirá louvores e ações de graças Àquele que foi enviado por Deus para tirar os pecados do mundo. O amor de Cristo para com os Seus filhos é tão terno como é forte. E é mais forte do que a morte, pois Ele morreu para comprar a nossa salvação, e para nos tornar um com Ele, mística e eternamente um. Tão forte é o Seu amor que domina todos os Seus poderes, e emprega os vastos recursos do Céu em fazer o bem ao Seu povo. É sem mudança ou sombra de variação – o mesmo ontem, hoje e eternamente. Embora o pecado tenha existido durante séculos, procurando anular esse amor e obstruir o seu fluxo para a Terra, ele fluirá em ricas correntes para aqueles por quem Cristo morreu. Deus ama os anjos sem pecado, que fazem o Seu trabalho e obedecem a todos os Seus mandamentos, mas não lhes dá graça; eles nunca tiveram necessidade dela, pois nunca pecaram. A graça é um atributo demonstrado a seres humanos sem mérito. Nós não a procuramos, ela veio à nossa procura. Deus alegra-se em conceder graça a todos os que dela têm fome e sede, não por sermos dignos, mas porque somos indignos. A nossa necessidade é a qualificação que nos dá a certeza de que havemos de receber o dom. – Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, pp. 518 e 519. ❉ Segunda, 15 de agosto - Nosso compassivo Salvador “Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-Se dela e curou os seus enfermos”. Mt 14:14. ❉ Pergunta. 3. Leia Mateus 9:35, 36 e Lucas 7:11-16. De que modo se manifestam a verdadeira empatia e compaixão? Mt 9:35-36, (ACF 1753); 35 E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo. 36 E, vendo as multidões, teve grande compaixão delas, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor. Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 4. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com Lc 7:11-16, (ACF 1753); 11 E aconteceu que, no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão; 12 E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade. 13 E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. 14 E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar. 15 E entregou-o a sua mãe. 16 E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo. ❉ Resposta. 3. A compaixão de Jesus O levava a percorrer as cidades onde estavam as pessoas que precisavam de ensinamento, cura e esperança, porque eram ovelhas sem pastor. Jesus Se compadeceu da viúva de Naim, que havia perdido o filho e sua última esperança para o futuro. Jesus agiu para devolver a esperança ao seu coração. Jesus, o precioso Salvador, nunca parecia cansar-Se das insistências de pessoas enfermas de pecado, e dos doentes de todas as espécies. "E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles." Mar. 6:34. Isto significa muito para os sofredores. Identificou Seus interesses com os deles. Partilhou de suas preocupações. Sentiu-lhes os temores. Experimentava uma anelante piedade que Lhe pungia o coração. Oh que amor, que incomparável amor! Ele Se tornou um conosco para que pudesse partilhar com a humanidade de todos os incidentes de Sua vida. Foi tentado em todos os pontos, como nós somos, e todavia, sem pecado. A humanidade não deve ser desmerecida como coisa sem valor, comum. Cristo revestiu Sua divindade da humanidade, para que esta pudesse revestir-se da justiça de Cristo. O homem é o objeto de Sua solicitude e grande amor. A redenção - oh, quanto é compreendido nesta palavra! Todos quantos consentirem em ser redimidos, são elevados e santificados, remidos por Jesus Cristo de toda vulgaridade e mundanismo, e habilitados a cooperar com Deus na grande obra da salvação. Jesus aceitou a humanidade e revelou na própria vida e caráter o que pode ser o homem, mesmo quando, na providência de Deus, ele é colocado nas piores circunstâncias da vida. Ele não tinha sequer uma moeda com que pagasse o tributo exigido, e operou um milagre para obter a pequena importância. Jesus, o precioso Salvador, não tinha um lar, e muitas vezes sentia fome. Não tinha onde reclinar a cabeça. Estava com frequência fatigado. A humanidade é honrada porque Jesus assumiu a humanidade a fim de revelar ao mundo o que ela se pode tornar. Ele veio trazer à luz vida e imortalidade, para encher de brilho os afazeres comuns e mais humildes da vida. Jesus inclina-Se para nós, procurando ver se nosso caráter reflete o Seu caráter. "Se tu conheceras o dom de Deus e quem é O que te diz: Dá-Me de beber, tu Lhe pedirias, e Ele te daria água viva". João 4:10. Carta 119, 1893. Para Conhecê-lo. (Meditações Matinais, 1965), p. 47. Permiti-me dirigir vossa atenção à vida de Cristo, a Sua compaixão, Sua humildade, Seu amor, Sua inexprimível ternura. Deveis copiar-Lhe o exemplo. Deus vos deu a vida e todas as ricas bênçãos que a tornam aprazível e, em troca, tem direitos ao vosso serviço, gratidão, amor, obediência a Sua lei. Esses direitos são de primeira importância, e não podem ser levianamente desconsiderados; mas Ele não requer de vós coisa alguma senão para vos tornar mais felizes, mesmo nesta vida. The Youth's Instructor, 30 de janeiro de 1884. Um ato profano da parte de nosso Salvador, haveria manchado o modelo, e Ele não poderia ter sido para nós um exemplo perfeito; mas se bem que Ele fosse tentado em todos os pontos como nós somos, foi todavia sem pecado. Pela boca do profeta, Ele declara Seu caráter, dizendo: "Eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na Terra; porque destas coisas Me agrado." Jer. 9:24. Todos quantos professam o nome de Cristo se devem deleitar nessas coisas, tornando manifesto ao mundo pela conversação e pela conduta que estão imitando o Modelo. ... Quem quer que creia em Cristo precisa fazer as obras de Cristo. O Senhor lhes foi apresentado como alguém que exercita a beneficência, juízo e justiça na Terra, e esses são os frutos produzidos pelo cristão genuíno. The Youth's Instructor, 13 de outubro de 1892. O vosso compassivo Redentor está a vigiar-vos com amor e simpatia, pronto para ouvir as vossas orações e dar-vos a assistência de que necessitam. O Lar Adventista, p. 204. Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 5. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com ❉ Terça, 16 de agosto - Colocando-se no lugar das pessoas ❉ Pergunta. 4. Leia Colossenses 3:12, 1 Pedro 3:8 e 1 João 3:17. Como podemos revelar compaixão em nossa vida? Cl 3:12-13, (ACF 1753); 12 Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; 13 Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. cf. Rm 12:9-10; Gl 5:6; Gl 5:22-23; Ef 4:2; Ef 4:32; Fp 2:2-4; 1Ts 5:15; Tg 3:17-18; 1Pe 3:8-11; 2Pe 1:5-8; 1Jo 3:14-20. 1Pe 3:8-9, (ACF 1753); 8 E, finalmente, sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis. 9 Não tornando mal por mal, ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo; sabendo que para isto fostes chamados, para que por herança alcanceis a bênção. cf. Zc 7:9; Mt 18:33; Lc 10:33; Rm 12:15; 1Co 12:26; Tg 2:13; Tg 3:17. 1Jo 3:16-18, (ACF 1753); 16 Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos. 17 Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus? 18 Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade. cf. 1Co 13:4-7; Gl 5:13; Gl 6:1; Gl 6:2; Ef 4:1-3; Ef 4:15; 1Ts 1:3; Tg 2:15; Tg 2:16; 1Pe 1:22. ❉ Resposta. 4. Demonstrando misericórdia, bondade, humildade, mansidão, longanimidade e amizade fraternal. Praticando ações que revelem o amor de Deus, como atender às necessidades materiais das pessoas. Façam da obra de Cristo o vosso exemplo. Ele saía constantemente para fazer o bem – alimentando o faminto, curando os doentes. Ninguém que a Ele fosse em busca de simpatia saía desapontado. O Comandante das cortes celestiais fez-Se carne e habitou entre nós, e a Sua vida de trabalho é um exemplo da tarefa que devemos executar. O Seu amor terno e piedoso é uma repreensão ao nosso egoísmo e à nossa dureza de coração. Cristo pôs-Se como cabeça da Humanidade nas vestes da Humanidade. Tão plena de simpatia e amor era a Sua atitude que nem o mais pobre tinha receio de ir até Ele. Era bom para todos, facilmente acessível ao mais humilde. … Não procurava distinguir-Se. Era servo de todos. A Sua comida e a Sua bebida era ser um conforto e um consolo para os outros, era alegrar os tristes e aliviar o fardo daqueles com quem diariamente entrava em contacto. Cristo apresenta-Se diante de nós como um Homem-padrão, o grande Médico-Missionário – um exemplo para todos os que viriam depois. O Seu amor, puro e santo, abençoava todos os que estivessem na Sua esfera de influência. O Seu caráter era absolutamente perfeito, isento da mais leve mancha de pecado. Ele veio como expressão do perfeito amor de Deus, não para esmagar, não para julgar e condenar, mas para sanar todo o caráter fraco e defeituoso, para salvar homens e mulheres do poder de Satanás. … Devemos empenhar-nos na mesma obra que o grande Médico-Missionário tomou sobre Si em nosso favor. Devemos seguir o caminho da abnegação assinalado por Cristo. – Beneficência Social, pp. 53 e 54. Cristo ensinou claramente que aqueles que perseveram em pecado declarado devem ser desvinculados da Igreja; mas não nos confiou a tarefa de julgar o caráter e os motivos. Conhece demasiado bem a nossa natureza para nos delegar essa obra. Se tentássemos desarraigar da Igreja os que supomos serem falsos Cristãos, certamente cometeríamos erros. Muitas vezes consideramos casos perdidos exatamente aqueles que Cristo está a atrair para Si. Se tivéssemos de lidar com essas pessoas segundo o nosso parecer imperfeito, extinguir-se-ia talvez a sua última esperança. Muitos que se julgam Cristãos serão finalmente achados em falta. Haverá muitos no Céu que os seus vizinhos supunham que lá não entrariam. O homem julga segundo a aparência; mas Deus vê o coração. O joio e o trigo devem crescer juntos até à ceifa; e a colheita é o fim do tempo da graça. Há nas palavras do Salvador ainda outra lição, uma lição de maravilhosa longanimidade e Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 6. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com terno amor. Como o joio tem as raízes entrelaçadas com as do bom trigo, da mesma forma os falsos irmãos podem estar na Igreja, intimamente ligados com os discípulos verdadeiros. O verdadeiro caráter desses supostos crentes não se manifesta plenamente. Se fossem desvinculados da congregação, outros poderiam ser induzidos a tropeçar, os quais, se não fosse por isto, permaneceriam firmes. – Parábolas de Jesus, pp. 71 e 72. ❉ Quarta, 17 de agosto - Jesus chorou ❉ Pergunta. 5. “Jesus chorou” (Jo 11:35). O que esse verso nos diz sobre a humanidade de Jesus? Em Sua humanidade, como Ele Se relacionou com o sofrimento dos outros? Rm 12:15 Rm 12:15, (ACF 1753); 15 Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram; ❉ Resposta. 5. Jesus era perfeitamente humano e Se identificava com o sofrimento dos Seus irmãos humanos. Ele era empático, alegrava-Se com os que se alegravam e chorava com os que choravam. Jo 11:32-36, (ACF 1753); 32 Tendo, pois, Maria chegado aonde Jesus estava, e vendo-o, lançou-se aos seus pés, dizendo-lhe: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. 33 Jesus pois, quando a viu chorar, e também chorando os judeus que com ela vinham, moveu-se muito em espírito, e perturbou-se. 34 E disse: Onde o pusestes? Disseram-lhe: Senhor, vem, e vê. 35 Jesus chorou. 36 Disseram, pois, os judeus: Vede como o amava. “Pesava sobre Ele a dor dos séculos. Viu os terríveis efeitos da transgressão da lei divina. Viu que, na história do mundo, começando com a morte de Abel, o conflito entre o bem e o mal havia sido incessante. Lançando o olhar através dos séculos vindouros, viu o sofrimento e a dor, as lágrimas e a morte que seriam a sorte dos homens. Seu coração Se comoveu pelo sofrimento da família humana de todos os tempos e em todas as terras. Pesavam-Lhe fortemente sobre a alma as misérias da humanidade pecadora, e se rompeu a fonte de Suas lágrimas quando Ele almejava aliviar-lhes todas as aflições”. O Desejado de Todas as Nações, p. 534. “Jesus pois, quando a viu chorar, e também chorando os judeus que com ela vinham, moveu-se muito em espírito, e perturbou-se.” Lia o coração de todos os que ali estavam reunidos. Viu que, da parte de muitos, não passava de simulação o que apresentavam como demonstração de pesar. Sabia que alguns no grupo, manifestando agora tristeza hipócrita, estariam em breve a planear a morte, não só do poderoso Operador de milagres, mas daquele que estava para ser ressuscitado. Cristo poderia ter-lhes tirado as vestes de pretensa tristeza. Conteve, porém, a Sua justa indignação. As palavras que poderia, com toda a verdade, ter proferido, calou-as por amor para com o querido ser ajoelhado em dor a Seus pés, que realmente acreditava n’Ele. … Perante esta aflição humana e perante o facto de que os amigos consternados pranteavam o morto, enquanto o Salvador do mundo ali Se achava, “Jesus chorou”. Se bem que fosse o filho de Deus, revestira-Se, no entanto, da natureza humana e comoveu-Se com a dor humana. O Seu coração terno e cheio de compaixão está sempre pronto a compadecer-se perante o sofrimento. Chora com os que choram e alegra-Se com os que se alegram. Não foi, porém, simplesmente pela simpatia humana para com Maria e Marta que Jesus chorou. Havia nas Suas lágrimas uma dor tão acima da simples mágoa humana como o Céu se acha acima da Terra. Jesus não chorou por Lázaro, pois estava prestes a chamá-lo do sepulcro. Chorou porque muitos dos que agora choravam Lázaro, haviam em breve de tramar a morte Daquele que era a ressurreição e a vida. – O Desejado de Todas as Nações, pp. 451 e 452 (Ed. P. SerVir). O general William Booth, fundador do Exército de Salvação, disse: “Se você não consegue chorar pela cidade, não podemos usá-lo.” Que mensagem essas palavras trazem para nós? Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 7. Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com ❉ Quinta, 18 de agosto - Outro tipo de Consolador ❉ Pergunta. 6. Como nosso sofrimento nos ajuda a ser mais eficientes em mostrar compaixão e prover conforto aos que nos cercam? Você já experimentou a realidade dessas palavras em sua vida? 2Co 1:3-4, (NVI); 3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, 4 que nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações. 5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo. 6 Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação e salvação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos; 7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação. ❉ Resposta. 6. Deus sofreu por causa do pecado e sente nosso sofrimento. Quando sofremos, temos maior capacidade de compreender o sofrimento dos outros e oferecer ajuda e consolo. Foi por meio de sofrimento que Jesus alcançou o ministério da consolação. Em toda a angústia da Humanidade foi angustiado; e “naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados”. Isaías 63:9; Hebreus 2:18. Toda a alma que entra em comunhão com Ele neste ministério tem o privilégio de participar dos Seus sofrimentos. “Como as aflições de Cristo abundam em nós, assim também a nossa consolação abunda por meio de Cristo.” II Coríntios 1:5. O Senhor tem graça especial para outorgar ao que chora, graça cujo poder é abrandar corações e ganhar almas. O Seu amor abre caminho na alma ferida e quebrantada, e torna-se bálsamo curativo para os que choram. “O Pai de misericórdias e o Deus de toda a consolação … nos consola em toda a nossa tribulação para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação com a consolação com que nós mesmos somos consolados de Deus.” II Coríntios 1:3 e 4. “Bem-aventurados os mansos.” Mateus 5:5. Há, através das Bem-Aventuranças, uma progressão na experiência cristã. Os que sentiram a sua necessidade de Cristo, os que choraram por causa do pecado, e se sentaram com Cristo na escola da aflição, hão de, com o divino Mestre, aprender a ser mansos. – O Maior Discurso de Cristo, p. 19. (Ed. P. SerVir). Usemos palavras de fé e de ânimo, que serão como bálsamo eficaz para os angustiados e feridos. Muitos, muitos têm desfalecido e perdido a coragem na grande luta da vida, quando uma bondosa palavra de estímulo os teria revigorado e levado a vencer. Nunca devemos passar de lado por alguém que sofre, sem procurar transmitir-lhe o conforto com que nós mesmos somos confortados por Deus. Tudo isto não é senão um cumprimento do princípio da Lei – o princípio ilustrado na história do Bom Samaritano e manifestado na vida de Jesus. O Seu caráter revela o verdadeiro significado da Lei e mostra o que quer dizer amar o nosso semelhante como a nós mesmos. E quando os filhos de Deus manifestam misericórdia, bondade e amor para com todos os homens, também eles estão a dar testemunho do caráter dos estatutos do Céu. Estão a testemunhar o facto de que “a lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma”. Salmo 19:7. E quem quer que falhe em manifestar este amor está a transgredir a Lei que professa reverenciar. Pois o espírito que manifestamos para com os nossos irmãos, mostra qual é o nosso espírito para com Deus. O amor de Deus no coração é a única fonte de amor para com o nosso semelhante. “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e aborrece o seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama o seu irmão, ao qual viu, como pode amar Deus, a quem não viu?” Amados, “se nos amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeito o seu amor”. I João 4:20, 12. – O Desejado de Todas as Nações, p. 428. (Ed. P. SerVir). Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos