Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com
LIÇÃO 7 O Papel da Igreja na Comunidade
Jesus desejava o bem das pessoas 6 a 13 de agosto de 2016
❉ Sábado à tarde
VERSO PARA MEMORIZAR: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram
enviados! Quantas vezes quis Eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das
asas, e vós não o quisestes!” (Mt 23:37).
Leituras da semana: Jn 3:4–4:6; Lc 19:38-42; Mt 5:43-47; 1Co 13; Mc 8:22-25; Fp 2:3-5; Tg 2:14-17
No sábado de manhã, durante a Escola Sabatina e o culto divino, dá para ver os skatistas passando em frente
às portas principais de uma igreja adventista. Por quê? Porque essa igreja se reúne no prédio de um centro
comunitário para jovens que fica ao lado de um parque de skate. E se você imaginou que eles são um
incômodo, reflita um pouco mais.
Num esforço para diminuir o crescente índice de crimes, a prefeitura construiu o parque para que os jovens
tivessem um lugar de recreação saudável. A prefeitura quis que uma igreja realizasse seus cultos no prédio do
centro comunitário. Os líderes da comunidade acharam que a presença de uma igreja teria uma influência
moral positiva sobre os jovens que usassem o parque. Eles convidaram igrejas de várias denominações cristãs,
mas só uma aceitou: a igreja que tem Escola Sabatina e culto no sábado pela manhã. Os adventistas ficaram
entusiasmados com a ideia de se mudar para o centro comunitário, pois eles desejavam alcançar os skatistas.
Para eles, “igreja” é uma comunidade que não existe para si mesma.
Incentive os jovens de sua igreja a se envolverem em projetos que ajudem a melhorar a vida de sua
comunidade. Ore, planeje e entre em ação!
❉ Domingo, 7 de agosto - Jonas em Nínive
Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com
► Pergunta. 1. Leia Jonas 3:4–4:6. Qual era o sério problema na atitude desse profeta?
Jn 3:4-10, (ACF 1753); 4 E começou Jonas a entrar pela cidade caminho de um dia, e pregava, dizendo: Ainda
quarenta dias, e Nínive será subvertida. 5 E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e
vestiram-se de saco, desde o maior até ao menor. 6 Esta palavra chegou também ao rei de Nínive; e ele
levantou-se do seu trono, e tirou de si as suas vestes, e cobriu-se de saco, e sentou-se sobre a cinza. 7 E fez
uma proclamação que se divulgou em Nínive, pelo decreto do rei e dos seus grandes, dizendo: Nem homens,
nem animais, nem bois, nem ovelhas provem coisa alguma, nem se lhes dê alimentos, nem bebam água; 8 Mas
os homens e os animais sejam cobertos de sacos, e clamem fortemente a Deus, e convertam-se, cada um do
seu mau caminho, e da violência que há nas suas mãos. 9 Quem sabe se se voltará Deus, e se arrependerá, e se
apartará do furor da sua ira, de sorte que não pereçamos? 10 E Deus viu as obras deles, como se converteram
do seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha anunciado lhes faria, e não o fez.
Jn 4:4-6, (ACF 1753); 1 MAS isso desagradou extremamente a Jonas, e ele ficou irado. 2 E orou ao SENHOR, e
disse: Ah! SENHOR! Não foi esta minha palavra, estando ainda na minha terra? Por isso é que me preveni,
fugindo para Társis, pois sabia que és Deus compassivo e misericordioso, longânimo e grande em
benignidade, e que te arrependes do mal. 3 Peço-te, pois, ó SENHOR, tira-me a vida, porque melhor me é
morrer do que viver. 4 E disse o SENHOR: Fazes bem que assim te ires? 5 Então Jonas saiu da cidade, e
sentou-se ao oriente dela; e ali fez uma cabana, e sentou-se debaixo dela, à sombra, até ver o que aconteceria à
cidade. 6 E fez o SENHOR Deus nascer uma aboboreira, e ela subiu por cima de Jonas, para que fizesse
sombra sobre a sua cabeça, a fim de o livrar do seu enfado; e Jonas se alegrou em extremo por causa da
aboboreira.
No capítulo 4 de Jonas, o profeta se assentou a leste da grande cidade de Nínive. Já havia proferido a
mensagem de juízo que Deus lhe tinha dado. Agora ele refletia sobre sua viagem, sua relutância para ir a
Nínive, sua tática de fuga, a insistência de Deus em colocá-lo de volta na missão, o episódio de três dias dentro
do peixe e a longa viagem desde a costa até o interior do país. E para quê? Para que Deus voltasse atrás e
demonstrasse graça para com essas pessoas desprezíveis? As pessoas haviam se arrependido, mas Jonas se
sentia traído, desonrado e usado. Sua esperança tinha sido que a destruição dessa cidade pagã de 120 mil
habitantes mostrasse a preferência de Deus por Seu povo escolhido e vindicasse o ódio de Jonas pelos
ninivitas.
► Resposta. 1. Jonas não tinha misericórdia dos pecadores porque não se identificava com o caráter perdoador
do Senhor. Quando Deus perdoou os ninivitas arrependidos, Jonas ficou indignado.
► Pergunta. 2. Leia Lucas 19:38-42. Que acontecimento é descrito nessa passagem? Qual foi a atitude de
Jesus para com a cidade de Jerusalém?
Lc 19:38-42, (ARC); 38 dizendo: Bendito o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas! 39
E disseram-lhe dentre a multidão alguns dos fariseus: Mestre, repreende os teus discípulos. 40 E, respondendo
ele, disse-lhes: Digo-vos que, se estes se calarem, as próprias pedras clamarão. 41 E, quando ia chegando,
vendo a cidade, chorou sobre ela, 42 dizendo: Ah! Se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à
tua paz pertence! Mas, agora, isso está encoberto aos teus olhos.
► Resposta. 2. A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Muitos aclamaram Jesus, enquanto os fariseus e
outras muitas pessoas O rejeitaram. Jesus chorou por causa da cegueira espiritual da cidade e das
consequências futuras de sua rebeldia.
Oitocentos anos depois de Jonas, Jesus montou sobre um jumentinho e subiu a encosta de uma colina da qual
se avista Jerusalém. Foram ouvidas aclamações de louvor ao “Rei que vem em nome do Senhor”, juntamente
com ecos de esperança que declararam: “Paz no Céu e glória nas maiores alturas” (Lc 19:38). Em meio à
entrada triunfal de Jesus, ao aproximar-Se da cidade, Ele parou e chorou, dizendo: “Se você compreendesse
neste dia, sim, você também, o que traz a paz!” (Lc 19:42, NVI).
Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com
Note o contraste: Jonas obedeceu relutantemente à ordem de Deus, pouco se importando com o bem dos
habitantes de Nínive. Jesus Se aproximou de Jerusalém com um fardo no coração: almejava que eles
aceitassem a salvação que Ele oferecia a um custo tão alto.
Duas cidades: Nínive e Jerusalém. Duas mensagens: a de Jonas e a de Jesus. A diferença é óbvia. Jesus
exemplifica a atitude abnegada e solícita que deseja o bem das pessoas. Que possamos, pela graça de Deus,
revelar essa mesma atitude de Jesus para com os perdidos!
O egoísmo pode eliminar nossa preocupação e dedicação quanto à salvação dos outros. De que modo podemos
ter a atitude correta?
Fortaleça sua experiência com Deus. Acesse o site reavivadosporsuapalavra.org
❉ Segunda, 8 de agosto - Cumprindo a missão, apesar de tudo
Um leproso se aproximou de Jesus e suplicou a cura. A sabedoria convencional dizia que esse homem devia
ficar isolado. Jesus, o Puro, o tocou e o curou, apesar da impureza (Mt 8:1-4). Pedro negou Jesus três vezes
durante Seu julgamento (Jo 18). Após a ressurreição, depois de examinar o coração de Pedro, Jesus o restaurou
ao serviço dEle, mesmo assim (Jo 21). A igreja de Deus em Corinto foi indiferente à autoridade e à influência
de Paulo. Paulo serviu àqueles irmãos, mesmo assim (2Co 12:14, 15).
Esse princípio do “mesmo assim” ou do “apesar de” é essencial para revelarmos às pessoas o caráter dAquele
que deseja o bem delas.
“Milhões e milhões de pessoas prestes a perecer, presas em cadeias de ignorância e pecado, nunca ouviram
algo sobre o amor de Cristo por elas. Se estivéssemos no lugar delas, o que desejaríamos que fizessem por
nós? Tudo isso, quanto estiver ao nosso alcance, temos a mais solene obrigação de fazer por elas. A regra de
vida dada por Cristo, aquela pela qual cada um de nós deve subsistir ou cair no Juízo, é: ‘Tudo quanto, pois,
quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles’” (Mt 7:12; Ellen G. White, O Desejado de
Todas as Nações, p. 640). Essa “regra áurea” é fundamental para a mentalidade de ministério que pensa
primeiramente no que é bom para aqueles a quem estamos servindo em vez do que nos beneficia.
► Pergunta. 3. Leia Mateus 5:43-47; Lucas 6:27, 35; 23:34. Que atitude devemos ter em relação aos que se
colocam como nossos inimigos?
Mt 5:43-47, (ARC); 43 Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo. 44 Eu, porém,
vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos
que vos maltratam e vos perseguem, 45 para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol
se levante sobre maus e bons e a chuva desça sobre justos e injustos. 46 Pois, se amardes os que vos amam, que
galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? 47 E, se saudardes unicamente os vossos irmãos,
que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim?
Lc 6:27-35, (ARC); 27 Mas a vós, que ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos aborrecem, 28
bendizei os que vos maldizem e orai pelos que vos caluniam. 29 Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também
a outra; e ao que te houver tirado a capa, nem a túnica recuses. 30 E dá a qualquer que te pedir; e ao que tomar
o que é teu, não lho tornes a pedir. 31 E como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira fazei-
lhes vós também. 32 E, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Também os pecadores amam
aos que os amam. 33 E, se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que recompensa tereis? Também os pecadores
fazem o mesmo. 34 E, se emprestardes àqueles de quem esperais tornar a receber, que recompensa tereis?
Também os pecadores emprestam aos pecadores, para tornarem a receber outro tanto. 35 Amai, pois, a vossos
Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com
inimigos, e fazei o bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do
Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus.
Lc 23:34, (ARC); 34 E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas
vestes, lançaram sortes.
► Resposta. 3. Orar por elas. Demonstrar amor e misericórdia. Fazer o bem a elas sem esperar nada em troca.
Perdoar como Jesus perdoou.
Jesus nos chama para mostrar amor a todos e a ser bondosos com eles “apesar do fato de que” eles nos odeiam
ou sejam nossos inimigos. Note igualmente que Jesus associou esses atos e atitudes ao caráter do próprio
Deus. “Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o
vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois Ele é benigno até para com os ingratos e maus” (Lc 6:35).
Como entender a ideia de que Deus é “benigno até para com os ingratos e maus”? Isso responderia à pergunta:
“Por que os ímpios às vezes prosperam”? Que informação Romanos 2:4 acrescenta a esse quadro?
❉ Terça, 9 de agosto - O amor jamais acaba
De acordo com Jesus, os dois maiores mandamentos são amor a Deus e amor ao próximo (Lc 10:27, 28). Ele
também nos mostrou quem é nosso próximo (Lc 10:29-37). Além disso, não há dúvida de que a vida de Jesus,
do princípio ao fim, foi uma expressão do puro amor de Deus, e Deus é amor (1Jo 4:16). Assim, se devemos
refletir o caráter de Deus, se temos a missão de ajudar a revelar a outros a realidade de Deus e de como Ele é,
precisamos amar.
Pense sobre isso de outra forma. Uma das maiores “desculpas” que as pessoas têm usado para rejeitar Jesus e
o cristianismo como um todo tem sido os próprios cristãos professos.
► Pergunta. 4. Que exemplos você encontra na História, ou mesmo hoje, de “cristãos”, ou pessoas que se
dizem “cristãs”, fazendo coisas terríveis, às vezes até em nome de Jesus? Que advertência sobre isso é
apresentada no livro de Daniel? Dn 7:24, 25; Rm 2:24.
Dn 7:24-25, (ACF 1753); 24 E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois
deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25 E proferirá palavras contra
o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na
sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.
Rm 2:21-24, (ACF 1753); 21 Tu, pois, que ensinas a outro, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se
deve furtar, furtas? 22 Tu, que dizes que não se deve adulterar, adulteras? Tu, que abominas os ídolos, cometes
sacrilégio? 23 Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei? 24 Porque, como está escrito,
o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por causa de vós.
► Resposta. 4. A perseguição papal aos cristãos durante mais de mil anos, além dos atos de blasfêmia e
profanação da verdade bíblica. Além disso, cada escândalo provocado por pecados dos cristãos tem levado
incrédulos a rejeitar o amor de Deus. Por isso, devemos nos esforçar para refletir o amor de Cristo.
Não é de admirar que muitas pessoas, ao longo dos anos, e mesmo hoje, tenham rejeitado o cristianismo.
Assim, o imperativo de revelar Cristo aos outros por meio de nossa vida deve ser mais forte do que nunca.
Nada pode fazer isso de maneira mais poderosa do que a exemplificação, em nossa própria vida, do mesmo
tipo de amor que foi expresso por Jesus.
Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com
Leia 1 Coríntios 13. O que o amor é? O que o amor não é? O que o amor faz? O que o amor não faz? Em
resumo, como o amor deve ser expresso em nossa vida, e qual é a importância do amor no nosso testemunho
para a comunidade? Que mudanças você precisa fazer para revelar esse tipo de amor?
1Co 13:1-13, (ACF 1753); 1 AINDA que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria
como o metal que soa ou como o sino que tine. 2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os
mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não
tivesse amor, nada seria. 3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que
entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. 4 O amor é
sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. 5 Não se
porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; 6 Não folga com a injustiça,
mas folga com a verdade; 7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 8 O amor nunca falha; mas
havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; 9 Porque, em
parte, conhecemos, e em parte profetizamos; 10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte
será aniquilado. 11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino,
mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. 12 Porque agora vemos por espelho em
enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou
conhecido. 13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
❉ Quarta, 10 de agosto - O segundo toque
► Pergunta. 5. Leia Marcos 8:22-25. Que lição espiritual aprendemos com o fato de que o primeiro toque de
Cristo não curou totalmente o homem cego?
Mc 8:22-25, (ACF 1753); 22 E chegou a Betsaida; e trouxeram-lhe um cego, e rogaram-lhe que o tocasse. 23 E,
tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia; e, cuspindo-lhe nos olhos, e impondo-lhe as mãos,
perguntou-lhe se via alguma coisa. 24 E, levantando ele os olhos, disse: Vejo os homens; pois os vejo como
árvores que andam. 25 Depois disto, tornou a pôr-lhe as mãos sobre os olhos, e fez olhar para cima: e ele ficou
restaurado, e viu cada homem claramente.
► Resposta. 5. A cura e a transformação na vida de uma pessoa geralmente leva tempo. É um processo que
exige dedicação do nosso tempo, recursos e energia.
Depois de “cuspir” nos olhos do homem, Jesus o tocou e lhe perguntou: “Você está vendo alguma coisa?” (Mc
8:23, NVI). Por que Jesus cuspiu nos olhos dele? A literatura antiga indica exemplos do uso de saliva pelos
médicos. Esse milagre se assemelha um pouco à cura do surdo e gago em Decápolis, não muito antes disso
(leia Marcos 7:31-37). Contudo, diferentemente de todos os outros milagres de cura feitos por Cristo, a cura
do cego foi realizada em dois estágios.
Mc 7:31-37, (ACF 1753); 31 E ele, tornando a sair dos termos de Tiro e de Sidom, foi até ao mar da Galiléia,
pelos confins de Decápolis. 32 E trouxeram-lhe um surdo, que falava dificilmente; e rogaram-lhe que pusesse a
mão sobre ele. 33 E, tirando-o à parte, de entre a multidão, pôs-lhe os dedos nos ouvidos; e, cuspindo, tocou-
lhe na língua. 34 E, levantando os olhos ao céu, suspirou, e disse: Efatá; isto é, Abre-te. 35 E logo se abriram os
seus ouvidos, e a prisão da língua se desfez, e falava perfeitamente. 36 E ordenou-lhes que a ninguém o
dissessem; mas, quanto mais lhos proibia, tanto mais o divulgavam. 37 E, admirando-se sobremaneira, diziam:
Tudo faz bem; faz ouvir os surdos e falar os mudos.
► Pergunta. 6. Releia Marcos 8:23, 24. Qual é o significado da resposta do homem à pergunta: “Você está
vendo alguma coisa?”
Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com
Mc 8:23-24, (KJA); 23 Então, Ele tomou o cego pela mão e o conduziu para fora da aldeia. Em seguida, cuspiu
nos olhos daquele homem e lhe impôs as mãos. E indagou: “Vês alguma coisa?” 24 O homem levanta os olhos
e afirma: “Vejo pessoas; mas elas se parecem com árvores caminhando”.
► Resposta. 6. O cego disse: “Vejo os homens [...] como árvores [...] andando.” Muitas pessoas são “cegas”
para a existência dos seres humanos ao seu redor e para suas necessidades.
“Vejo pessoas; elas parecem árvores andando” (Mc 8:24, NVI). Isto é, ele podia distinguir as pessoas das
árvores somente porque se moviam. No sentido espiritual, que aplicação poderíamos fazer desse incidente à
nossa própria vida? Talvez a aplicação seja que, depois que Jesus nos dá visão espiritual, ainda não estamos
totalmente restaurados. Talvez vejamos as pessoas como “árvores”, como objetos. Isso poderia significar que
ainda estamos cegos para elas como pessoas reais com necessidades reais. Elas são itens, números, objetos que
queremos que se unam à igreja, talvez para aumentar nosso número de batismos, ou para nos fazer parecer
bons. Com tal atitude egoísta em relação às pessoas provavelmente muitas delas não permaneçam na igreja.
► Pergunta. 7. Releia Marcos 8:25. Por que Jesus curou o homem em duas etapas?
Mc 8:22-25, (KJA); 22 E, chegando a Betsaida, algumas pessoas trouxeram um cego à presença de Jesus e
rogavam-lhe que o tocasse. 23 Então, Ele tomou o cego pela mão e o conduziu para fora da aldeia. Em seguida,
cuspiu nos olhos daquele homem e lhe impôs as mãos. E indagou: “Vês alguma coisa?” 24 O homem levanta
os olhos e afirma: “Vejo pessoas; mas elas se parecem com árvores caminhando”. 25 Mais uma vez, Jesus
colocou suas mãos sobre os olhos do homem. E, no mesmo instante, tendo sido completamente restaurado, via
com clareza, e podia discernir todas as coisas.
► Resposta. 7. Para mostrar que o primeiro toque de Cristo não conclui Sua obra iniciada em nosso coração.
Mesmo sendo batizados e mesmo que estejamos há muito tempo na igreja, nossa visão ainda pode ter sérias
distorções e nosso coração ainda pode ter sérias dificuldades para olhar as pessoas como Cristo olhava, e para
fazer por elas o que Cristo fez pelo cego.
No contexto dessa história, exatamente antes do milagre de cura, Jesus tratou de outro tipo de cegueira. Seus
discípulos não haviam entendido o significado de Sua declaração: “Estejam atentos e tenham cuidado com o
fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes” (Mc 8:15, NVI). Eles acharam que isso fosse uma
referência ao fato de que não tinham pão suficiente para a viagem de barco. Jesus os chamou de cegos: “Vocês
têm olhos, mas não veem?” (Mc 8:18, NVI.)
Não são só as pessoas de fora da igreja que precisam do toque curador de Cristo. Dentro da igreja há cegueira
também. Membros de igreja que têm visão apenas parcial e veem as pessoas como estatísticas e objetos não
notarão que muitos novos bebês em Cristo saem pela porta de trás da igreja, e nem se importarão com esse
fato. Eles precisam do segundo toque de Jesus para passar a enxergar mais claramente e para amar os outros
como Ele amava.
❉ Quinta, 11 de agosto - A igreja centralizada nos outros
► Pergunta. 8. Considerando que estamos inseridos na sociedade, quais princípios devem governar nossa vida
e influenciar nossos relacionamentos, na igreja e na comunidade? Fp 2:3-5
Fp 2:3-5, (ARC); 3 Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros
superiores a si mesmo. 4 Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que
é dos outros. 5 De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
► Resposta. 8. Devemos ser humildes e considerar os outros superiores a nós mesmos, não tendo em vista o
Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com
que é nosso, mas o que é dos outros, e ter o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus.
Quando Jesus esteve na Terra, não Se preocupou consigo mesmo. Seu programa dizia respeito ao Seu desejo
de fazer o bem aos outros. Grande parte de Seu ministério consistiu em responder a interrupções, como
quando Jairo O interrompeu com um pedido para que fosse depressa à sua casa para curar sua filha, que estava
para morrer. Essa resposta foi interrompida por uma mulher que tinha uma hemorragia havia 12 anos (Mc
5:21-43).
Mc 5:21-43, (ARC); 21 E, passando Jesus outra vez num barco para o outro lado, ajuntou-se a ele uma grande
multidão; e ele estava junto do mar. 22 E eis que chegou um dos principais da sinagoga, por nome Jairo, e,
vendo-o, prostrou-se aos seus pés 23 e rogava-lhe muito, dizendo: Minha filha está moribunda; rogo-te que
venhas e lhe imponhas as mãos para que sare e viva. 24 E foi com ele, e seguia-o uma grande multidão, que o
apertava. 25 E certa mulher, que havia doze anos tinha um fluxo de sangue, 26 e que havia padecido muito com
muitos médicos, e despendido tudo quanto tinha, nada lhe aproveitando isso, antes indo a pior, 27 ouvindo falar
de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua vestimenta. 28 Porque dizia: Se tão-somente tocar
nas suas vestes, sararei. 29 E logo se lhe secou a fonte do seu sangue, e sentiu no seu corpo estar já curada
daquele mal. 30 E logo Jesus, conhecendo que a virtude de si mesmo saíra, voltou-se para a multidão e disse:
Quem tocou nas minhas vestes? 31 E disseram-lhe os seus discípulos: Vês que a multidão te aperta, e dizes:
Quem me tocou? 32 E ele olhava em redor, para ver a que isso fizera. 33 Então, a mulher, que sabia o que lhe
tinha acontecido, temendo e tremendo, aproximou-se, e prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade. 34
E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz e sê curada deste teu mal. 35 Estando ele ainda falando,
chegaram alguns do principal da sinagoga, a quem disseram: A tua filha está morta; para que enfadas mais o
Mestre? 36 E Jesus, tendo ouvido essas palavras, disse ao principal da sinagoga: Não temas, crê somente. 37 E
não permitiu que alguém o seguisse, a não ser Pedro, e Tiago, e João, irmão de Tiago. 38 E, tendo chegado à
casa do principal da sinagoga, viu o alvoroço e os que choravam muito e pranteavam. 39 E, entrando, disse-
lhes: Por que vos alvoroçais e chorais? A menina não está morta, mas dorme. 40 E riam-se dele; porém ele,
tendo-os feito sair, tomou consigo o pai e a mãe da menina e os que com ele estavam e entrou onde a menina
estava deitada. 41 E, tomando a mão da menina, disse-lhe: Talitá cumi, que, traduzido, é: Menina, a ti te digo:
levanta-te. 42 E logo a menina se levantou e andava, pois já tinha doze anos; e assombraram-se com grande
espanto. 43 E mandou-lhes expressamente que ninguém o soubesse; e disse que lhe dessem de comer.
A igreja de Cristo é Seu coração e Suas mãos na Terra. Jesus amava as pessoas mais do que qualquer outra
coisa, e uma igreja verdadeiramente Sua terá a mesma atitude.
As igrejas têm agendas e alvos, e isso é bom. Um amor incondicional pelos seres humanos nos levará, às
vezes, a alterar nossa maneira de planejar nossa agenda, especialmente se ela desvia nossa atenção da missão
de expressar o amor de Deus aos outros. Para muitas igrejas, os batismos ocupam lugar de destaque na agenda.
A cerimônia batismal é algo maravilhoso! Jesus nos ordenou que batizássemos as pessoas (Mt 28:19). Mas
qual é a motivação de sua igreja para batizar? É servir a si mesma? É fazer a igreja parecer boa e trazer elogios
ao seu pastor? Ou é o desejo genuíno de que as pessoas de sua comunidade desfrutem a vida abundante ao
aceitar a Cristo (Jo 10:10) e tudo que Ele oferece, porque vocês desejam o melhor para essas pessoas?
Uma igreja estava mantendo em atividade uma cozinha para preparação de sopa, num projeto muito necessário
em certa área carente da cidade. Mas o pastor disse: “Precisamos fechar essa cozinha porque ela não está
resultando em batismos.” Outra congregação havia acabado de construir um novo edifício de igreja. Eles
estavam orgulhosos. Quando o pastor sugeriu que convidassem a comunidade para vir à igreja para eventos
como escola cristã de férias ou para exames de saúde, a fim de que as pessoas conhecessem o ambiente da
igreja, a primeira consideração foi o medo de que o novo carpete ficasse sujo e desgastado, e que os novos
banheiros se estragassem. Contraste essas duas igrejas com a igreja que estava se reunindo no parque de skate.
Leia novamente as passagens da lição de hoje. Você pratica os princípios expressos nelas em sua atitude para
com os outros? Como podemos experimentar a morte para o egoísmo, necessária para que revelemos essas
características em nossa vida?
Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com
❉ Sexta, 12 de agosto - Estudo adicional
Leia, de Ellen G. White, “Nosso Exemplo”, em A Ciência do Bom Viver, p. 17-28; “Uma Coisa Te Falta”, em
O Desejado de Todas as Nações, p. 518-523; Minha Consagração Hoje [MM 1989], p. 186-188, 190-192, 194-
196.
“A fim de alcançar todas as classes, devemos encontrá-las onde elas estão, pois raramente elas nos procurarão
de espontânea vontade. Não só do púlpito os corações de homens e mulheres são tocados pela divina verdade.
Cristo despertava seus interesses indo até eles como Alguém que desejava seu bem. Buscava-os em suas
atividades diárias e manifestava sincero interesse em seus afazeres temporais” (Ellen G. White, Minha
Consagração Hoje, p. 186). De fato, muitas pessoas hoje, por várias razões, raramente “nos procurarão de
espontânea vontade”. Assim como Jesus veio e nos alcançou onde estávamos, precisamos fazer o mesmo por
outros. Até certo ponto, isso não deveria ser tão difícil. Há muitas pessoas por aí com muitas necessidades. O
mundo é um lugar ferido e arruinado, cheio de pessoas feridas e devastadas que, em alguns casos,
simplesmente anseiam alguém que as possa ouvir, alguém com quem possam falar, alguém que se importe
com elas.
Perguntas para reflexão
1. Leia Tiago 2:14-17. Como você pode ajudar sua igreja a ter certeza de que não está sendo culpada de ter
uma fé morta, sem as obras?
2. Pense em algumas pessoas na Bíblia que serviram aos outros de forma abnegada e solícita. Por exemplo,
leia Atos 9:36. O que você está fazendo na “Jope” em que está sua igreja?
3. É fácil fazer as coisas quando se é elogiado, aclamado, considerado um exemplo de “boas obras”, etc. Mas
o que dizer de ajudar os outros sem que ninguém fique sabendo e sem que ninguém se importe (exceto, talvez,
as pessoas ajudadas)?
4. Alguém perguntou a um cristão: “Qual é o propósito de sua vida?” Ele respondeu: “Dar sem pedir nada em
troca.” Essa é a sua atitude como cristão?
Auxiliar da lição
TEXTO-CHAVE: Filipenses 2:3-5
O ALUNO DEVERÁ
Saber: Que é essencialmente importante ter uma razão e um propósito quando nos misturamos e convivemos
com as pessoas da comunidade.
Sentir: Valorizar o poder e a influência de alguém que demonstra interesse e amor genuíno e que deseja
claramente o bem das pessoas.
Fazer: Encontrar maneiras práticas de demonstrar, em vez de apenas dizer às pessoas da comunidade que nos
importamos com elas.
ESBOÇO
I. Saber: Misturar-se com um propósito
A. Você pode citar episódios em que Jesus demonstrou que desejava o bem das pessoas? Por que algumas
pessoas reagiram de maneira positiva, e outras, de maneira negativa?
B. É errado buscar promover o bem espiritual das pessoas enquanto trabalhamos pelo seu bem-estar físico?
Essas duas coisas deveriam acontecer separadamente? Explique.
Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com
II. Sentir: Tocando corações
A. Muitas pessoas são céticas em relação aos cristãos e sentem que as boas obras deles são apenas para ocultar
suas segundas intenções de proselitismo. O que podemos fazer para que as pessoas sintam que não as vemos
apenas como conversos em potencial ou alvo de batismo, mas como amigos genuínos?
B. É possível desejar o bem de quem não gostamos ou de quem nos magoou de alguma forma?
III. Fazer: Interesse em ação
A. Como podemos demonstrar às pessoas que desejamos genuinamente o bem delas?
B. Como igreja, o que é possível fazer para que sejamos vistos como pessoas que desejam o bem da
comunidade?
RESUMO:
As pessoas se misturam umas com as outras por muitas razões diferentes, como por exemplo: busca de
interação social, interesse financeiro e o desejo de construir uma rede de contatos que possam usar para
propósitos diversos. Os cristãos se associam com seus semelhantes porque querem compartilhar o amor de
Cristo e porque se importam genuinamente com os outros e desejam o melhor para eles.
Ciclo do aprendizado
Motivação
Focalizando as Escrituras: Filipenses 2:3-5
Conceito-chave para o crescimento espiritual:
O fator central a considerar quando nos misturamos com as pessoas é o nosso propósito ou intenção. Ellen G.
White disse que o Salvador Se misturava com as pessoas “como alguém que lhes desejava o bem” (A Ciência
do Bom Viver, p. 143). Se nos associarmos sem propósito, nos tornamos apenas mais uma pessoa na multidão.
Porém, os cristãos são chamados para fazer mais do que isso: engajar-se no mundo e com o mundo,
enxergando-o sob uma perspectiva de compaixão e amor.
Para o professor: Aproveite hoje a oportunidade para destacar intensamente o exemplo de Jesus: Sua
compaixão, amor e cuidado. Comente com os alunos quais são as maneiras práticas de seguir o exemplo do
Mestre hoje.
Discussão inicial
A expressão “fadiga da compaixão” se refere a um processo em que o nível de compaixão das pessoas diminui
com o tempo. Por exemplo, para pessoas que trabalham na assistência médica e social, essa ideia é expressa
por meio de uma definição clínica específica. Entretanto, tal expressão passou a se referir também a pessoas
que se tornam “insensíveis” às necessidades dos outros e que colocam barreiras que as impedem de se
comover com imagens de pessoas pobres ou em crise.
Organizações de ajuda humanitária, que contam com doações para realizar seu trabalho, procuram
constantemente formas de tocar o coração das pessoas e movê-las a responder às necessidades alheias.
Entretanto, há o perigo de que, numa reação a isso, as pessoas se tornem insensíveis e passem a ignorar cenas
de sofrimento.
O apóstolo Tiago escreveu: “Se um irmão ou irmã estiver necessitando de roupas e do alimento de cada dia e
um de vocês lhe disser: ‘Vá em paz, aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se’, sem, porém, lhe dar nada, de
que adianta isso?” (Tg 2:15, 16, NVI). Será que o apóstolo estava se referindo a um primeiro exemplo de
Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com
“fadiga da compaixão”?
Ellen G. White diz que os membros da igreja de Deus devem seguir os passos de Jesus: “Com o coração
repleto de simpatia e compaixão, eles devem ministrar aos que necessitam de auxílio, levando aos pecadores o
conhecimento do amor do Salvador. Tal obra requer laboriosos esforços, mas produz rica recompensa. Os que
nela se empenharem com sinceridade de propósito verão pessoas salvas para o Salvador, pois a influência que
acompanha a atividade prática da divina missão é irresistível” (Atos dos Apóstolos, p. 109, 110).
Perguntas para reflexão
1. O que significa ter o “coração repleto de compaixão”? A que tipo de ação isso nos leva?
2. O que podemos fazer para evitar a “fadiga da compaixão”?
Compreensão
Para o professor: Às vezes, como adventistas do sétimo dia, temos enfatizado tanto que devemos nos manter
separados do mundo que isso tem nos impedido de ser sal e luz em nossas comunidades. Aproveite a
oportunidade nesta semana para estudar com seus alunos o chamado de Cristo para vivermos uma vida com
propósito: ser Suas mãos, pés e voz a fim de alcançar as pessoas com Seu amor, demonstrando de maneira
prática que desejamos o bem delas.
Comentário bíblico
I. Misturando-se com propósito (Recapitule com a classe Mateus 23:37, Lucas 15:1, 2 e 1 Coríntios 5:9, 10,
12.)
Em Mateus 23:37, lemos que Jesus chorou do fundo de Seu coração: “Jerusalém, Jerusalém”. Aquela era a voz
de um amante rejeitado. Ele amava o povo daquela cidade e a nação que eles representavam. Jesus utilizou a
metáfora de uma galinha que ajunta seus pintinhos debaixo das asas para descrever como Ele havia tentado
reunir o povo. No entanto, eles Lhe deram as costas.
Durante todo Seu ministério, Jesus demonstrou esse amor de maneiras tangíveis. Isso podia ser visto, por
exemplo, nas refeições que Ele tomava. Em muitas culturas hoje, o ato de comer com alguém é imensamente
importante; e com certeza isso era significativo nos tempos bíblicos, quando partilhar uma refeição era um
símbolo de aprovação mútua e um momento para fazer amizade e fortalecer vínculos sociais. Lucas, em seu
evangelho, fez diversas referências a pessoas comendo juntas e descreveu muitas de suas cenas em mesas de
refeição (Lc 5:27-32; Lc 7:36-50; Lc 9:10-17; Lc 11:37-52; Lc 14:1-24; Lc 22:14-38; Lc 24:28-32). Os líderes
religiosos criticavam Jesus severamente porque Ele comia com pecadores. Eles murmuraram: “Este recebe
pecadores e come com eles” (Lc 15:2).
É evidente que as leis de alimentação judaica impediam que os judeus fiéis comessem com os gentios. Mas o
maior problema que os líderes religiosos tinham com Jesus não era o fato de que Ele comia e Se relacionava
com os gentios, mas Sua ligação com judeus pecadores. Eles ficavam chocados ao ver a maneira pela qual
Jesus Se misturava com coletores de impostos, prostitutas e outras pessoas. Porém, repetidamente Jesus
demonstrava que a verdadeira razão de Sua vinda à Terra era alcançar Seus filhos e filhas que haviam se
perdido nos caminhos do pecado.
Os seguidores de Jesus não devem se colocar no caminho da tentação. Mas isso não quer dizer que os cristãos
devam se manter separados em uma bolha religiosa. Parece que, em sua primeira carta aos coríntios, Paulo
teve um medo repentino de que ele não tivesse sido claro o bastante e de que seus leitores pudessem tê-lo
interpretado mal. Então, ele escreveu:
“Já lhes disse por carta que vocês não devem associar-se com pessoas imorais. Com isso não me refiro aos
imorais deste mundo, nem aos avarentos, aos ladrões ou aos idólatras. Se assim fosse, vocês precisariam sair
deste mundo […]. Pois, como haveria eu de julgar os de fora da igreja?” (1Co 5:9, 10, 12, NVI).
Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com
Nesses versículos Paulo afirmou que seu conselho era que não deveriam se associar com pessoas de dentro da
igreja que pudessem exercer uma influência nociva, mas que suas orientações não deveriam ser entendidas
como proibição do envolvimento com pessoas de fora da igreja.
Pense nisto: Às vezes nos concentramos nos perigos de nos associarmos com descrentes, mas nos esquecemos
de que também é perigoso não nos associarmos com eles. Agir dessa maneira pode nos tornar egocêntricos e
fazer com que percamos nosso senso de missão para com um mundo que não conhece Jesus. Quais são os
perigos de não nos misturarmos com as pessoas?
II. Desejando o bem (Recapitule com a classe Mateus 5:43-47.)
Moisés instruiu os israelitas: “Não procurem vingança, nem guardem rancor contra alguém do seu povo, mas
ame cada um o seu próximo como a si mesmo. Eu sou o Senhor” (Lv 19:18). Esse foi um bom conselho, mas a
referência a “alguém do seu povo” deixou margem para que os israelitas tivessem o seguinte raciocínio: “Vou
amar meu próximo, alguém do meu povo, mas continuarei odiando meu inimigo.”
Séculos depois, Jesus esclareceu as coisas. Ele repetiu o mesmo tema: nosso dever para com o próximo (Mc
12:31; Mt 22:39). Porém, Jesus deu um passo além. Ele não nos deu margem alguma para definirmos
“próximo” de maneira tão mesquinha e limitada como sendo apenas “alguém do nosso povo”. Na história do
bom samaritano, por exemplo, Jesus deixou claro que a palavra “próximo” incluía “estrangeiros” e até
inimigos, pessoas de quem estivemos alienados (Lc 10:25-37). E caso não tivéssemos entendido a mensagem
de maneira clara, Ele praticamente soletrou: “Amem seus inimigos” (Mt 5:44).
Pense nisso: Sabemos que devemos desejar o bem dos nossos semelhantes, mesmo dos nossos “inimigos” e
de quem naturalmente não gostamos. Mas como podemos fazer isso quando não temos vontade de desejar o
bem deles e muito menos de amá-los?
Aplicação
Para o professor: Apesar de permanecerem fiéis às suas crenças e tradições, Daniel e seus três amigos se
tornaram ativamente envolvidos nas questões cívicas e políticas de Babilônia. Daniel demonstrou que desejava
o bem dos monarcas, ao interpretar o sonho deles e lhes trazer mensagens de Deus. E, sem dúvida, o trabalho
administrativo de Daniel e seus amigos tornou-se uma bênção naquele reino.
Perguntas para reflexão
1. Que outros personagens bíblicos mostraram que desejavam o bem das pessoas?
2. Sua comunidade enxerga os adventistas do sétimo dia como um grupo de pessoas que deseja seu bem? Por
quê?
3. A igreja que você frequenta busca o bem da comunidade em que está inserida? De que maneira? Que ações
específicas você pode realizar nesta semana para demonstrar esse objetivo de modo mais claro?
Criatividade e atividades práticas
Para o professor: Neste sábado, aplique o tema da lição de forma tangível: Organize com a classe um plano
para alcançar a comunidade e mostrar às pessoas que desejamos o bem delas. Incentive seus alunos a orar e a
ser criativos, ao trabalhar juntos nessa atividade.
Atividade
Peça que os alunos imaginem que a sua igreja possui todos os recursos necessários: dinheiro, tempo e capital
humano. Qual seria a estratégia de missão da igreja? Dependendo do número de participantes, divida-os em
grupos de duas ou três pessoas, ou permaneçam juntos. Se for possível, entregue papel e caneta para que os
alunos façam suas anotações.
Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
Dúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com
Solicite que trabalhem em conjunto a fim de elaborar um cronograma para dois anos prevendo ações da igreja
para alcançar a comunidade, com base no tema da lição desta semana. Esse planejamento não precisa ser
muito detalhado, mas deve apresentar as ações principais. Como ele seria? Quais estratégias estariam
envolvidas? Quem poderia participar?
Depois de 15 minutos, convide toda a classe a se juntar para compartilhar os planos que foram elaborados.
Para concluir, relembre seus alunos de que, embora a igreja na verdade não possua recursos ilimitados, Deus
possui. Ele abençoará os planos que estiverem em harmonia com Sua vontade.
Planejando atividades: O que sua classe pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição?
Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos

Lição_732016_Jesus desejava o bem das pessoas_GGR

  • 1.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com LIÇÃO 7 O Papel da Igreja na Comunidade Jesus desejava o bem das pessoas 6 a 13 de agosto de 2016 ❉ Sábado à tarde VERSO PARA MEMORIZAR: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis Eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!” (Mt 23:37). Leituras da semana: Jn 3:4–4:6; Lc 19:38-42; Mt 5:43-47; 1Co 13; Mc 8:22-25; Fp 2:3-5; Tg 2:14-17 No sábado de manhã, durante a Escola Sabatina e o culto divino, dá para ver os skatistas passando em frente às portas principais de uma igreja adventista. Por quê? Porque essa igreja se reúne no prédio de um centro comunitário para jovens que fica ao lado de um parque de skate. E se você imaginou que eles são um incômodo, reflita um pouco mais. Num esforço para diminuir o crescente índice de crimes, a prefeitura construiu o parque para que os jovens tivessem um lugar de recreação saudável. A prefeitura quis que uma igreja realizasse seus cultos no prédio do centro comunitário. Os líderes da comunidade acharam que a presença de uma igreja teria uma influência moral positiva sobre os jovens que usassem o parque. Eles convidaram igrejas de várias denominações cristãs, mas só uma aceitou: a igreja que tem Escola Sabatina e culto no sábado pela manhã. Os adventistas ficaram entusiasmados com a ideia de se mudar para o centro comunitário, pois eles desejavam alcançar os skatistas. Para eles, “igreja” é uma comunidade que não existe para si mesma. Incentive os jovens de sua igreja a se envolverem em projetos que ajudem a melhorar a vida de sua comunidade. Ore, planeje e entre em ação! ❉ Domingo, 7 de agosto - Jonas em Nínive Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 2.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com ► Pergunta. 1. Leia Jonas 3:4–4:6. Qual era o sério problema na atitude desse profeta? Jn 3:4-10, (ACF 1753); 4 E começou Jonas a entrar pela cidade caminho de um dia, e pregava, dizendo: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida. 5 E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior até ao menor. 6 Esta palavra chegou também ao rei de Nínive; e ele levantou-se do seu trono, e tirou de si as suas vestes, e cobriu-se de saco, e sentou-se sobre a cinza. 7 E fez uma proclamação que se divulgou em Nínive, pelo decreto do rei e dos seus grandes, dizendo: Nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas provem coisa alguma, nem se lhes dê alimentos, nem bebam água; 8 Mas os homens e os animais sejam cobertos de sacos, e clamem fortemente a Deus, e convertam-se, cada um do seu mau caminho, e da violência que há nas suas mãos. 9 Quem sabe se se voltará Deus, e se arrependerá, e se apartará do furor da sua ira, de sorte que não pereçamos? 10 E Deus viu as obras deles, como se converteram do seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha anunciado lhes faria, e não o fez. Jn 4:4-6, (ACF 1753); 1 MAS isso desagradou extremamente a Jonas, e ele ficou irado. 2 E orou ao SENHOR, e disse: Ah! SENHOR! Não foi esta minha palavra, estando ainda na minha terra? Por isso é que me preveni, fugindo para Társis, pois sabia que és Deus compassivo e misericordioso, longânimo e grande em benignidade, e que te arrependes do mal. 3 Peço-te, pois, ó SENHOR, tira-me a vida, porque melhor me é morrer do que viver. 4 E disse o SENHOR: Fazes bem que assim te ires? 5 Então Jonas saiu da cidade, e sentou-se ao oriente dela; e ali fez uma cabana, e sentou-se debaixo dela, à sombra, até ver o que aconteceria à cidade. 6 E fez o SENHOR Deus nascer uma aboboreira, e ela subiu por cima de Jonas, para que fizesse sombra sobre a sua cabeça, a fim de o livrar do seu enfado; e Jonas se alegrou em extremo por causa da aboboreira. No capítulo 4 de Jonas, o profeta se assentou a leste da grande cidade de Nínive. Já havia proferido a mensagem de juízo que Deus lhe tinha dado. Agora ele refletia sobre sua viagem, sua relutância para ir a Nínive, sua tática de fuga, a insistência de Deus em colocá-lo de volta na missão, o episódio de três dias dentro do peixe e a longa viagem desde a costa até o interior do país. E para quê? Para que Deus voltasse atrás e demonstrasse graça para com essas pessoas desprezíveis? As pessoas haviam se arrependido, mas Jonas se sentia traído, desonrado e usado. Sua esperança tinha sido que a destruição dessa cidade pagã de 120 mil habitantes mostrasse a preferência de Deus por Seu povo escolhido e vindicasse o ódio de Jonas pelos ninivitas. ► Resposta. 1. Jonas não tinha misericórdia dos pecadores porque não se identificava com o caráter perdoador do Senhor. Quando Deus perdoou os ninivitas arrependidos, Jonas ficou indignado. ► Pergunta. 2. Leia Lucas 19:38-42. Que acontecimento é descrito nessa passagem? Qual foi a atitude de Jesus para com a cidade de Jerusalém? Lc 19:38-42, (ARC); 38 dizendo: Bendito o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas! 39 E disseram-lhe dentre a multidão alguns dos fariseus: Mestre, repreende os teus discípulos. 40 E, respondendo ele, disse-lhes: Digo-vos que, se estes se calarem, as próprias pedras clamarão. 41 E, quando ia chegando, vendo a cidade, chorou sobre ela, 42 dizendo: Ah! Se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! Mas, agora, isso está encoberto aos teus olhos. ► Resposta. 2. A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Muitos aclamaram Jesus, enquanto os fariseus e outras muitas pessoas O rejeitaram. Jesus chorou por causa da cegueira espiritual da cidade e das consequências futuras de sua rebeldia. Oitocentos anos depois de Jonas, Jesus montou sobre um jumentinho e subiu a encosta de uma colina da qual se avista Jerusalém. Foram ouvidas aclamações de louvor ao “Rei que vem em nome do Senhor”, juntamente com ecos de esperança que declararam: “Paz no Céu e glória nas maiores alturas” (Lc 19:38). Em meio à entrada triunfal de Jesus, ao aproximar-Se da cidade, Ele parou e chorou, dizendo: “Se você compreendesse neste dia, sim, você também, o que traz a paz!” (Lc 19:42, NVI). Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 3.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com Note o contraste: Jonas obedeceu relutantemente à ordem de Deus, pouco se importando com o bem dos habitantes de Nínive. Jesus Se aproximou de Jerusalém com um fardo no coração: almejava que eles aceitassem a salvação que Ele oferecia a um custo tão alto. Duas cidades: Nínive e Jerusalém. Duas mensagens: a de Jonas e a de Jesus. A diferença é óbvia. Jesus exemplifica a atitude abnegada e solícita que deseja o bem das pessoas. Que possamos, pela graça de Deus, revelar essa mesma atitude de Jesus para com os perdidos! O egoísmo pode eliminar nossa preocupação e dedicação quanto à salvação dos outros. De que modo podemos ter a atitude correta? Fortaleça sua experiência com Deus. Acesse o site reavivadosporsuapalavra.org ❉ Segunda, 8 de agosto - Cumprindo a missão, apesar de tudo Um leproso se aproximou de Jesus e suplicou a cura. A sabedoria convencional dizia que esse homem devia ficar isolado. Jesus, o Puro, o tocou e o curou, apesar da impureza (Mt 8:1-4). Pedro negou Jesus três vezes durante Seu julgamento (Jo 18). Após a ressurreição, depois de examinar o coração de Pedro, Jesus o restaurou ao serviço dEle, mesmo assim (Jo 21). A igreja de Deus em Corinto foi indiferente à autoridade e à influência de Paulo. Paulo serviu àqueles irmãos, mesmo assim (2Co 12:14, 15). Esse princípio do “mesmo assim” ou do “apesar de” é essencial para revelarmos às pessoas o caráter dAquele que deseja o bem delas. “Milhões e milhões de pessoas prestes a perecer, presas em cadeias de ignorância e pecado, nunca ouviram algo sobre o amor de Cristo por elas. Se estivéssemos no lugar delas, o que desejaríamos que fizessem por nós? Tudo isso, quanto estiver ao nosso alcance, temos a mais solene obrigação de fazer por elas. A regra de vida dada por Cristo, aquela pela qual cada um de nós deve subsistir ou cair no Juízo, é: ‘Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles’” (Mt 7:12; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 640). Essa “regra áurea” é fundamental para a mentalidade de ministério que pensa primeiramente no que é bom para aqueles a quem estamos servindo em vez do que nos beneficia. ► Pergunta. 3. Leia Mateus 5:43-47; Lucas 6:27, 35; 23:34. Que atitude devemos ter em relação aos que se colocam como nossos inimigos? Mt 5:43-47, (ARC); 43 Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo. 44 Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem, 45 para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons e a chuva desça sobre justos e injustos. 46 Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? 47 E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim? Lc 6:27-35, (ARC); 27 Mas a vós, que ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos aborrecem, 28 bendizei os que vos maldizem e orai pelos que vos caluniam. 29 Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra; e ao que te houver tirado a capa, nem a túnica recuses. 30 E dá a qualquer que te pedir; e ao que tomar o que é teu, não lho tornes a pedir. 31 E como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira fazei- lhes vós também. 32 E, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Também os pecadores amam aos que os amam. 33 E, se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que recompensa tereis? Também os pecadores fazem o mesmo. 34 E, se emprestardes àqueles de quem esperais tornar a receber, que recompensa tereis? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para tornarem a receber outro tanto. 35 Amai, pois, a vossos Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 4.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com inimigos, e fazei o bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus. Lc 23:34, (ARC); 34 E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes. ► Resposta. 3. Orar por elas. Demonstrar amor e misericórdia. Fazer o bem a elas sem esperar nada em troca. Perdoar como Jesus perdoou. Jesus nos chama para mostrar amor a todos e a ser bondosos com eles “apesar do fato de que” eles nos odeiam ou sejam nossos inimigos. Note igualmente que Jesus associou esses atos e atitudes ao caráter do próprio Deus. “Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois Ele é benigno até para com os ingratos e maus” (Lc 6:35). Como entender a ideia de que Deus é “benigno até para com os ingratos e maus”? Isso responderia à pergunta: “Por que os ímpios às vezes prosperam”? Que informação Romanos 2:4 acrescenta a esse quadro? ❉ Terça, 9 de agosto - O amor jamais acaba De acordo com Jesus, os dois maiores mandamentos são amor a Deus e amor ao próximo (Lc 10:27, 28). Ele também nos mostrou quem é nosso próximo (Lc 10:29-37). Além disso, não há dúvida de que a vida de Jesus, do princípio ao fim, foi uma expressão do puro amor de Deus, e Deus é amor (1Jo 4:16). Assim, se devemos refletir o caráter de Deus, se temos a missão de ajudar a revelar a outros a realidade de Deus e de como Ele é, precisamos amar. Pense sobre isso de outra forma. Uma das maiores “desculpas” que as pessoas têm usado para rejeitar Jesus e o cristianismo como um todo tem sido os próprios cristãos professos. ► Pergunta. 4. Que exemplos você encontra na História, ou mesmo hoje, de “cristãos”, ou pessoas que se dizem “cristãs”, fazendo coisas terríveis, às vezes até em nome de Jesus? Que advertência sobre isso é apresentada no livro de Daniel? Dn 7:24, 25; Rm 2:24. Dn 7:24-25, (ACF 1753); 24 E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25 E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo. Rm 2:21-24, (ACF 1753); 21 Tu, pois, que ensinas a outro, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? 22 Tu, que dizes que não se deve adulterar, adulteras? Tu, que abominas os ídolos, cometes sacrilégio? 23 Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei? 24 Porque, como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por causa de vós. ► Resposta. 4. A perseguição papal aos cristãos durante mais de mil anos, além dos atos de blasfêmia e profanação da verdade bíblica. Além disso, cada escândalo provocado por pecados dos cristãos tem levado incrédulos a rejeitar o amor de Deus. Por isso, devemos nos esforçar para refletir o amor de Cristo. Não é de admirar que muitas pessoas, ao longo dos anos, e mesmo hoje, tenham rejeitado o cristianismo. Assim, o imperativo de revelar Cristo aos outros por meio de nossa vida deve ser mais forte do que nunca. Nada pode fazer isso de maneira mais poderosa do que a exemplificação, em nossa própria vida, do mesmo tipo de amor que foi expresso por Jesus. Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 5.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com Leia 1 Coríntios 13. O que o amor é? O que o amor não é? O que o amor faz? O que o amor não faz? Em resumo, como o amor deve ser expresso em nossa vida, e qual é a importância do amor no nosso testemunho para a comunidade? Que mudanças você precisa fazer para revelar esse tipo de amor? 1Co 13:1-13, (ACF 1753); 1 AINDA que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. 2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. 3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. 4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. 5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; 6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; 7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 8 O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; 9 Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; 10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. 11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. 12 Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. 13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. ❉ Quarta, 10 de agosto - O segundo toque ► Pergunta. 5. Leia Marcos 8:22-25. Que lição espiritual aprendemos com o fato de que o primeiro toque de Cristo não curou totalmente o homem cego? Mc 8:22-25, (ACF 1753); 22 E chegou a Betsaida; e trouxeram-lhe um cego, e rogaram-lhe que o tocasse. 23 E, tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia; e, cuspindo-lhe nos olhos, e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe se via alguma coisa. 24 E, levantando ele os olhos, disse: Vejo os homens; pois os vejo como árvores que andam. 25 Depois disto, tornou a pôr-lhe as mãos sobre os olhos, e fez olhar para cima: e ele ficou restaurado, e viu cada homem claramente. ► Resposta. 5. A cura e a transformação na vida de uma pessoa geralmente leva tempo. É um processo que exige dedicação do nosso tempo, recursos e energia. Depois de “cuspir” nos olhos do homem, Jesus o tocou e lhe perguntou: “Você está vendo alguma coisa?” (Mc 8:23, NVI). Por que Jesus cuspiu nos olhos dele? A literatura antiga indica exemplos do uso de saliva pelos médicos. Esse milagre se assemelha um pouco à cura do surdo e gago em Decápolis, não muito antes disso (leia Marcos 7:31-37). Contudo, diferentemente de todos os outros milagres de cura feitos por Cristo, a cura do cego foi realizada em dois estágios. Mc 7:31-37, (ACF 1753); 31 E ele, tornando a sair dos termos de Tiro e de Sidom, foi até ao mar da Galiléia, pelos confins de Decápolis. 32 E trouxeram-lhe um surdo, que falava dificilmente; e rogaram-lhe que pusesse a mão sobre ele. 33 E, tirando-o à parte, de entre a multidão, pôs-lhe os dedos nos ouvidos; e, cuspindo, tocou- lhe na língua. 34 E, levantando os olhos ao céu, suspirou, e disse: Efatá; isto é, Abre-te. 35 E logo se abriram os seus ouvidos, e a prisão da língua se desfez, e falava perfeitamente. 36 E ordenou-lhes que a ninguém o dissessem; mas, quanto mais lhos proibia, tanto mais o divulgavam. 37 E, admirando-se sobremaneira, diziam: Tudo faz bem; faz ouvir os surdos e falar os mudos. ► Pergunta. 6. Releia Marcos 8:23, 24. Qual é o significado da resposta do homem à pergunta: “Você está vendo alguma coisa?” Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 6.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com Mc 8:23-24, (KJA); 23 Então, Ele tomou o cego pela mão e o conduziu para fora da aldeia. Em seguida, cuspiu nos olhos daquele homem e lhe impôs as mãos. E indagou: “Vês alguma coisa?” 24 O homem levanta os olhos e afirma: “Vejo pessoas; mas elas se parecem com árvores caminhando”. ► Resposta. 6. O cego disse: “Vejo os homens [...] como árvores [...] andando.” Muitas pessoas são “cegas” para a existência dos seres humanos ao seu redor e para suas necessidades. “Vejo pessoas; elas parecem árvores andando” (Mc 8:24, NVI). Isto é, ele podia distinguir as pessoas das árvores somente porque se moviam. No sentido espiritual, que aplicação poderíamos fazer desse incidente à nossa própria vida? Talvez a aplicação seja que, depois que Jesus nos dá visão espiritual, ainda não estamos totalmente restaurados. Talvez vejamos as pessoas como “árvores”, como objetos. Isso poderia significar que ainda estamos cegos para elas como pessoas reais com necessidades reais. Elas são itens, números, objetos que queremos que se unam à igreja, talvez para aumentar nosso número de batismos, ou para nos fazer parecer bons. Com tal atitude egoísta em relação às pessoas provavelmente muitas delas não permaneçam na igreja. ► Pergunta. 7. Releia Marcos 8:25. Por que Jesus curou o homem em duas etapas? Mc 8:22-25, (KJA); 22 E, chegando a Betsaida, algumas pessoas trouxeram um cego à presença de Jesus e rogavam-lhe que o tocasse. 23 Então, Ele tomou o cego pela mão e o conduziu para fora da aldeia. Em seguida, cuspiu nos olhos daquele homem e lhe impôs as mãos. E indagou: “Vês alguma coisa?” 24 O homem levanta os olhos e afirma: “Vejo pessoas; mas elas se parecem com árvores caminhando”. 25 Mais uma vez, Jesus colocou suas mãos sobre os olhos do homem. E, no mesmo instante, tendo sido completamente restaurado, via com clareza, e podia discernir todas as coisas. ► Resposta. 7. Para mostrar que o primeiro toque de Cristo não conclui Sua obra iniciada em nosso coração. Mesmo sendo batizados e mesmo que estejamos há muito tempo na igreja, nossa visão ainda pode ter sérias distorções e nosso coração ainda pode ter sérias dificuldades para olhar as pessoas como Cristo olhava, e para fazer por elas o que Cristo fez pelo cego. No contexto dessa história, exatamente antes do milagre de cura, Jesus tratou de outro tipo de cegueira. Seus discípulos não haviam entendido o significado de Sua declaração: “Estejam atentos e tenham cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes” (Mc 8:15, NVI). Eles acharam que isso fosse uma referência ao fato de que não tinham pão suficiente para a viagem de barco. Jesus os chamou de cegos: “Vocês têm olhos, mas não veem?” (Mc 8:18, NVI.) Não são só as pessoas de fora da igreja que precisam do toque curador de Cristo. Dentro da igreja há cegueira também. Membros de igreja que têm visão apenas parcial e veem as pessoas como estatísticas e objetos não notarão que muitos novos bebês em Cristo saem pela porta de trás da igreja, e nem se importarão com esse fato. Eles precisam do segundo toque de Jesus para passar a enxergar mais claramente e para amar os outros como Ele amava. ❉ Quinta, 11 de agosto - A igreja centralizada nos outros ► Pergunta. 8. Considerando que estamos inseridos na sociedade, quais princípios devem governar nossa vida e influenciar nossos relacionamentos, na igreja e na comunidade? Fp 2:3-5 Fp 2:3-5, (ARC); 3 Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. 4 Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. 5 De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, ► Resposta. 8. Devemos ser humildes e considerar os outros superiores a nós mesmos, não tendo em vista o Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 7.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com que é nosso, mas o que é dos outros, e ter o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus. Quando Jesus esteve na Terra, não Se preocupou consigo mesmo. Seu programa dizia respeito ao Seu desejo de fazer o bem aos outros. Grande parte de Seu ministério consistiu em responder a interrupções, como quando Jairo O interrompeu com um pedido para que fosse depressa à sua casa para curar sua filha, que estava para morrer. Essa resposta foi interrompida por uma mulher que tinha uma hemorragia havia 12 anos (Mc 5:21-43). Mc 5:21-43, (ARC); 21 E, passando Jesus outra vez num barco para o outro lado, ajuntou-se a ele uma grande multidão; e ele estava junto do mar. 22 E eis que chegou um dos principais da sinagoga, por nome Jairo, e, vendo-o, prostrou-se aos seus pés 23 e rogava-lhe muito, dizendo: Minha filha está moribunda; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos para que sare e viva. 24 E foi com ele, e seguia-o uma grande multidão, que o apertava. 25 E certa mulher, que havia doze anos tinha um fluxo de sangue, 26 e que havia padecido muito com muitos médicos, e despendido tudo quanto tinha, nada lhe aproveitando isso, antes indo a pior, 27 ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua vestimenta. 28 Porque dizia: Se tão-somente tocar nas suas vestes, sararei. 29 E logo se lhe secou a fonte do seu sangue, e sentiu no seu corpo estar já curada daquele mal. 30 E logo Jesus, conhecendo que a virtude de si mesmo saíra, voltou-se para a multidão e disse: Quem tocou nas minhas vestes? 31 E disseram-lhe os seus discípulos: Vês que a multidão te aperta, e dizes: Quem me tocou? 32 E ele olhava em redor, para ver a que isso fizera. 33 Então, a mulher, que sabia o que lhe tinha acontecido, temendo e tremendo, aproximou-se, e prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade. 34 E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz e sê curada deste teu mal. 35 Estando ele ainda falando, chegaram alguns do principal da sinagoga, a quem disseram: A tua filha está morta; para que enfadas mais o Mestre? 36 E Jesus, tendo ouvido essas palavras, disse ao principal da sinagoga: Não temas, crê somente. 37 E não permitiu que alguém o seguisse, a não ser Pedro, e Tiago, e João, irmão de Tiago. 38 E, tendo chegado à casa do principal da sinagoga, viu o alvoroço e os que choravam muito e pranteavam. 39 E, entrando, disse- lhes: Por que vos alvoroçais e chorais? A menina não está morta, mas dorme. 40 E riam-se dele; porém ele, tendo-os feito sair, tomou consigo o pai e a mãe da menina e os que com ele estavam e entrou onde a menina estava deitada. 41 E, tomando a mão da menina, disse-lhe: Talitá cumi, que, traduzido, é: Menina, a ti te digo: levanta-te. 42 E logo a menina se levantou e andava, pois já tinha doze anos; e assombraram-se com grande espanto. 43 E mandou-lhes expressamente que ninguém o soubesse; e disse que lhe dessem de comer. A igreja de Cristo é Seu coração e Suas mãos na Terra. Jesus amava as pessoas mais do que qualquer outra coisa, e uma igreja verdadeiramente Sua terá a mesma atitude. As igrejas têm agendas e alvos, e isso é bom. Um amor incondicional pelos seres humanos nos levará, às vezes, a alterar nossa maneira de planejar nossa agenda, especialmente se ela desvia nossa atenção da missão de expressar o amor de Deus aos outros. Para muitas igrejas, os batismos ocupam lugar de destaque na agenda. A cerimônia batismal é algo maravilhoso! Jesus nos ordenou que batizássemos as pessoas (Mt 28:19). Mas qual é a motivação de sua igreja para batizar? É servir a si mesma? É fazer a igreja parecer boa e trazer elogios ao seu pastor? Ou é o desejo genuíno de que as pessoas de sua comunidade desfrutem a vida abundante ao aceitar a Cristo (Jo 10:10) e tudo que Ele oferece, porque vocês desejam o melhor para essas pessoas? Uma igreja estava mantendo em atividade uma cozinha para preparação de sopa, num projeto muito necessário em certa área carente da cidade. Mas o pastor disse: “Precisamos fechar essa cozinha porque ela não está resultando em batismos.” Outra congregação havia acabado de construir um novo edifício de igreja. Eles estavam orgulhosos. Quando o pastor sugeriu que convidassem a comunidade para vir à igreja para eventos como escola cristã de férias ou para exames de saúde, a fim de que as pessoas conhecessem o ambiente da igreja, a primeira consideração foi o medo de que o novo carpete ficasse sujo e desgastado, e que os novos banheiros se estragassem. Contraste essas duas igrejas com a igreja que estava se reunindo no parque de skate. Leia novamente as passagens da lição de hoje. Você pratica os princípios expressos nelas em sua atitude para com os outros? Como podemos experimentar a morte para o egoísmo, necessária para que revelemos essas características em nossa vida? Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 8.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com ❉ Sexta, 12 de agosto - Estudo adicional Leia, de Ellen G. White, “Nosso Exemplo”, em A Ciência do Bom Viver, p. 17-28; “Uma Coisa Te Falta”, em O Desejado de Todas as Nações, p. 518-523; Minha Consagração Hoje [MM 1989], p. 186-188, 190-192, 194- 196. “A fim de alcançar todas as classes, devemos encontrá-las onde elas estão, pois raramente elas nos procurarão de espontânea vontade. Não só do púlpito os corações de homens e mulheres são tocados pela divina verdade. Cristo despertava seus interesses indo até eles como Alguém que desejava seu bem. Buscava-os em suas atividades diárias e manifestava sincero interesse em seus afazeres temporais” (Ellen G. White, Minha Consagração Hoje, p. 186). De fato, muitas pessoas hoje, por várias razões, raramente “nos procurarão de espontânea vontade”. Assim como Jesus veio e nos alcançou onde estávamos, precisamos fazer o mesmo por outros. Até certo ponto, isso não deveria ser tão difícil. Há muitas pessoas por aí com muitas necessidades. O mundo é um lugar ferido e arruinado, cheio de pessoas feridas e devastadas que, em alguns casos, simplesmente anseiam alguém que as possa ouvir, alguém com quem possam falar, alguém que se importe com elas. Perguntas para reflexão 1. Leia Tiago 2:14-17. Como você pode ajudar sua igreja a ter certeza de que não está sendo culpada de ter uma fé morta, sem as obras? 2. Pense em algumas pessoas na Bíblia que serviram aos outros de forma abnegada e solícita. Por exemplo, leia Atos 9:36. O que você está fazendo na “Jope” em que está sua igreja? 3. É fácil fazer as coisas quando se é elogiado, aclamado, considerado um exemplo de “boas obras”, etc. Mas o que dizer de ajudar os outros sem que ninguém fique sabendo e sem que ninguém se importe (exceto, talvez, as pessoas ajudadas)? 4. Alguém perguntou a um cristão: “Qual é o propósito de sua vida?” Ele respondeu: “Dar sem pedir nada em troca.” Essa é a sua atitude como cristão? Auxiliar da lição TEXTO-CHAVE: Filipenses 2:3-5 O ALUNO DEVERÁ Saber: Que é essencialmente importante ter uma razão e um propósito quando nos misturamos e convivemos com as pessoas da comunidade. Sentir: Valorizar o poder e a influência de alguém que demonstra interesse e amor genuíno e que deseja claramente o bem das pessoas. Fazer: Encontrar maneiras práticas de demonstrar, em vez de apenas dizer às pessoas da comunidade que nos importamos com elas. ESBOÇO I. Saber: Misturar-se com um propósito A. Você pode citar episódios em que Jesus demonstrou que desejava o bem das pessoas? Por que algumas pessoas reagiram de maneira positiva, e outras, de maneira negativa? B. É errado buscar promover o bem espiritual das pessoas enquanto trabalhamos pelo seu bem-estar físico? Essas duas coisas deveriam acontecer separadamente? Explique. Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 9.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com II. Sentir: Tocando corações A. Muitas pessoas são céticas em relação aos cristãos e sentem que as boas obras deles são apenas para ocultar suas segundas intenções de proselitismo. O que podemos fazer para que as pessoas sintam que não as vemos apenas como conversos em potencial ou alvo de batismo, mas como amigos genuínos? B. É possível desejar o bem de quem não gostamos ou de quem nos magoou de alguma forma? III. Fazer: Interesse em ação A. Como podemos demonstrar às pessoas que desejamos genuinamente o bem delas? B. Como igreja, o que é possível fazer para que sejamos vistos como pessoas que desejam o bem da comunidade? RESUMO: As pessoas se misturam umas com as outras por muitas razões diferentes, como por exemplo: busca de interação social, interesse financeiro e o desejo de construir uma rede de contatos que possam usar para propósitos diversos. Os cristãos se associam com seus semelhantes porque querem compartilhar o amor de Cristo e porque se importam genuinamente com os outros e desejam o melhor para eles. Ciclo do aprendizado Motivação Focalizando as Escrituras: Filipenses 2:3-5 Conceito-chave para o crescimento espiritual: O fator central a considerar quando nos misturamos com as pessoas é o nosso propósito ou intenção. Ellen G. White disse que o Salvador Se misturava com as pessoas “como alguém que lhes desejava o bem” (A Ciência do Bom Viver, p. 143). Se nos associarmos sem propósito, nos tornamos apenas mais uma pessoa na multidão. Porém, os cristãos são chamados para fazer mais do que isso: engajar-se no mundo e com o mundo, enxergando-o sob uma perspectiva de compaixão e amor. Para o professor: Aproveite hoje a oportunidade para destacar intensamente o exemplo de Jesus: Sua compaixão, amor e cuidado. Comente com os alunos quais são as maneiras práticas de seguir o exemplo do Mestre hoje. Discussão inicial A expressão “fadiga da compaixão” se refere a um processo em que o nível de compaixão das pessoas diminui com o tempo. Por exemplo, para pessoas que trabalham na assistência médica e social, essa ideia é expressa por meio de uma definição clínica específica. Entretanto, tal expressão passou a se referir também a pessoas que se tornam “insensíveis” às necessidades dos outros e que colocam barreiras que as impedem de se comover com imagens de pessoas pobres ou em crise. Organizações de ajuda humanitária, que contam com doações para realizar seu trabalho, procuram constantemente formas de tocar o coração das pessoas e movê-las a responder às necessidades alheias. Entretanto, há o perigo de que, numa reação a isso, as pessoas se tornem insensíveis e passem a ignorar cenas de sofrimento. O apóstolo Tiago escreveu: “Se um irmão ou irmã estiver necessitando de roupas e do alimento de cada dia e um de vocês lhe disser: ‘Vá em paz, aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se’, sem, porém, lhe dar nada, de que adianta isso?” (Tg 2:15, 16, NVI). Será que o apóstolo estava se referindo a um primeiro exemplo de Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 10.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com “fadiga da compaixão”? Ellen G. White diz que os membros da igreja de Deus devem seguir os passos de Jesus: “Com o coração repleto de simpatia e compaixão, eles devem ministrar aos que necessitam de auxílio, levando aos pecadores o conhecimento do amor do Salvador. Tal obra requer laboriosos esforços, mas produz rica recompensa. Os que nela se empenharem com sinceridade de propósito verão pessoas salvas para o Salvador, pois a influência que acompanha a atividade prática da divina missão é irresistível” (Atos dos Apóstolos, p. 109, 110). Perguntas para reflexão 1. O que significa ter o “coração repleto de compaixão”? A que tipo de ação isso nos leva? 2. O que podemos fazer para evitar a “fadiga da compaixão”? Compreensão Para o professor: Às vezes, como adventistas do sétimo dia, temos enfatizado tanto que devemos nos manter separados do mundo que isso tem nos impedido de ser sal e luz em nossas comunidades. Aproveite a oportunidade nesta semana para estudar com seus alunos o chamado de Cristo para vivermos uma vida com propósito: ser Suas mãos, pés e voz a fim de alcançar as pessoas com Seu amor, demonstrando de maneira prática que desejamos o bem delas. Comentário bíblico I. Misturando-se com propósito (Recapitule com a classe Mateus 23:37, Lucas 15:1, 2 e 1 Coríntios 5:9, 10, 12.) Em Mateus 23:37, lemos que Jesus chorou do fundo de Seu coração: “Jerusalém, Jerusalém”. Aquela era a voz de um amante rejeitado. Ele amava o povo daquela cidade e a nação que eles representavam. Jesus utilizou a metáfora de uma galinha que ajunta seus pintinhos debaixo das asas para descrever como Ele havia tentado reunir o povo. No entanto, eles Lhe deram as costas. Durante todo Seu ministério, Jesus demonstrou esse amor de maneiras tangíveis. Isso podia ser visto, por exemplo, nas refeições que Ele tomava. Em muitas culturas hoje, o ato de comer com alguém é imensamente importante; e com certeza isso era significativo nos tempos bíblicos, quando partilhar uma refeição era um símbolo de aprovação mútua e um momento para fazer amizade e fortalecer vínculos sociais. Lucas, em seu evangelho, fez diversas referências a pessoas comendo juntas e descreveu muitas de suas cenas em mesas de refeição (Lc 5:27-32; Lc 7:36-50; Lc 9:10-17; Lc 11:37-52; Lc 14:1-24; Lc 22:14-38; Lc 24:28-32). Os líderes religiosos criticavam Jesus severamente porque Ele comia com pecadores. Eles murmuraram: “Este recebe pecadores e come com eles” (Lc 15:2). É evidente que as leis de alimentação judaica impediam que os judeus fiéis comessem com os gentios. Mas o maior problema que os líderes religiosos tinham com Jesus não era o fato de que Ele comia e Se relacionava com os gentios, mas Sua ligação com judeus pecadores. Eles ficavam chocados ao ver a maneira pela qual Jesus Se misturava com coletores de impostos, prostitutas e outras pessoas. Porém, repetidamente Jesus demonstrava que a verdadeira razão de Sua vinda à Terra era alcançar Seus filhos e filhas que haviam se perdido nos caminhos do pecado. Os seguidores de Jesus não devem se colocar no caminho da tentação. Mas isso não quer dizer que os cristãos devam se manter separados em uma bolha religiosa. Parece que, em sua primeira carta aos coríntios, Paulo teve um medo repentino de que ele não tivesse sido claro o bastante e de que seus leitores pudessem tê-lo interpretado mal. Então, ele escreveu: “Já lhes disse por carta que vocês não devem associar-se com pessoas imorais. Com isso não me refiro aos imorais deste mundo, nem aos avarentos, aos ladrões ou aos idólatras. Se assim fosse, vocês precisariam sair deste mundo […]. Pois, como haveria eu de julgar os de fora da igreja?” (1Co 5:9, 10, 12, NVI). Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 11.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com Nesses versículos Paulo afirmou que seu conselho era que não deveriam se associar com pessoas de dentro da igreja que pudessem exercer uma influência nociva, mas que suas orientações não deveriam ser entendidas como proibição do envolvimento com pessoas de fora da igreja. Pense nisto: Às vezes nos concentramos nos perigos de nos associarmos com descrentes, mas nos esquecemos de que também é perigoso não nos associarmos com eles. Agir dessa maneira pode nos tornar egocêntricos e fazer com que percamos nosso senso de missão para com um mundo que não conhece Jesus. Quais são os perigos de não nos misturarmos com as pessoas? II. Desejando o bem (Recapitule com a classe Mateus 5:43-47.) Moisés instruiu os israelitas: “Não procurem vingança, nem guardem rancor contra alguém do seu povo, mas ame cada um o seu próximo como a si mesmo. Eu sou o Senhor” (Lv 19:18). Esse foi um bom conselho, mas a referência a “alguém do seu povo” deixou margem para que os israelitas tivessem o seguinte raciocínio: “Vou amar meu próximo, alguém do meu povo, mas continuarei odiando meu inimigo.” Séculos depois, Jesus esclareceu as coisas. Ele repetiu o mesmo tema: nosso dever para com o próximo (Mc 12:31; Mt 22:39). Porém, Jesus deu um passo além. Ele não nos deu margem alguma para definirmos “próximo” de maneira tão mesquinha e limitada como sendo apenas “alguém do nosso povo”. Na história do bom samaritano, por exemplo, Jesus deixou claro que a palavra “próximo” incluía “estrangeiros” e até inimigos, pessoas de quem estivemos alienados (Lc 10:25-37). E caso não tivéssemos entendido a mensagem de maneira clara, Ele praticamente soletrou: “Amem seus inimigos” (Mt 5:44). Pense nisso: Sabemos que devemos desejar o bem dos nossos semelhantes, mesmo dos nossos “inimigos” e de quem naturalmente não gostamos. Mas como podemos fazer isso quando não temos vontade de desejar o bem deles e muito menos de amá-los? Aplicação Para o professor: Apesar de permanecerem fiéis às suas crenças e tradições, Daniel e seus três amigos se tornaram ativamente envolvidos nas questões cívicas e políticas de Babilônia. Daniel demonstrou que desejava o bem dos monarcas, ao interpretar o sonho deles e lhes trazer mensagens de Deus. E, sem dúvida, o trabalho administrativo de Daniel e seus amigos tornou-se uma bênção naquele reino. Perguntas para reflexão 1. Que outros personagens bíblicos mostraram que desejavam o bem das pessoas? 2. Sua comunidade enxerga os adventistas do sétimo dia como um grupo de pessoas que deseja seu bem? Por quê? 3. A igreja que você frequenta busca o bem da comunidade em que está inserida? De que maneira? Que ações específicas você pode realizar nesta semana para demonstrar esse objetivo de modo mais claro? Criatividade e atividades práticas Para o professor: Neste sábado, aplique o tema da lição de forma tangível: Organize com a classe um plano para alcançar a comunidade e mostrar às pessoas que desejamos o bem delas. Incentive seus alunos a orar e a ser criativos, ao trabalhar juntos nessa atividade. Atividade Peça que os alunos imaginem que a sua igreja possui todos os recursos necessários: dinheiro, tempo e capital humano. Qual seria a estratégia de missão da igreja? Dependendo do número de participantes, divida-os em grupos de duas ou três pessoas, ou permaneçam juntos. Se for possível, entregue papel e caneta para que os alunos façam suas anotações. Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos
  • 12.
    Dúvidas; Opiniões; Sugestões:ramos@advir.comDúvidas; Opiniões; Sugestões: ramos@advir.com Solicite que trabalhem em conjunto a fim de elaborar um cronograma para dois anos prevendo ações da igreja para alcançar a comunidade, com base no tema da lição desta semana. Esse planejamento não precisa ser muito detalhado, mas deve apresentar as ações principais. Como ele seria? Quais estratégias estariam envolvidas? Quem poderia participar? Depois de 15 minutos, convide toda a classe a se juntar para compartilhar os planos que foram elaborados. Para concluir, relembre seus alunos de que, embora a igreja na verdade não possua recursos ilimitados, Deus possui. Ele abençoará os planos que estiverem em harmonia com Sua vontade. Planejando atividades: O que sua classe pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição? Apoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes RamosApoie esse ministério: Banco Bradesco - Ag. 1991-7 - Conta Corrente 10.539-2 - Gerson Gomes Ramos