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RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
1) Introdução
A interação dos diversos organismos que constituem uma comunidade
biológica são genericamente denominadas relações ecológicas, e costumam
ser classificadas pelos biólogos em intra-específicas, interespecíficas,
harmônicas e desarmônicas.
 Relações intra-específicas: São as que se estabelecem entre indivíduos de
uma mesma espécie.
 Relações interespecíficas: São as que se estabelecem entre indivíduos de
espécies diferentes.
 Relações harmônicas: Pelo menos uma das espécies se beneficia e não há
prejuízo para nenhuma das partes associadas.
 Relações desarmônicas: Uma ou ambas as espécies são prejudicadas.
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
2) Resumo
Relações Harmônicas
Intra-Específica Colônias
Sociedades
Interespecífica
Mutualismo
Protocooperação
Comensalismo
Relações Desarmônicas
Intra-Específica Competição intra-específica
Canibalismo
Interespecífica
Competição interespecífica
Predatismo
Parasitismo
Amensalismo
Esclavagismo
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
3) Relações Intraespecíficas Harmônicas
I) Colônia: São associações entre indivíduos da mesma espécie, unidos
fisicamente entre si, podendo ou não ocorrer divisão de trabalho.
Ex: Corais, bactérias (estreptococos), caravela
II) Sociedade: São associações entre indivíduos da mesma espécie, organizados
de modo cooperativo e não ligados anatomicamente.
Ex: sociedade dos insetos: abelhas, formigas, vespas.
Obs.: Na sociedade das abelhas as funções dos indivíduos são bem definidas,
havendo três castas sociais: rainha, zangão e operárias.
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
Corais,
exemplo de
colônias.
Abelhas,
exemplo de
sociedade.
3) Relações Intraespecíficas Harmônicas
I) Colônia - Caravela
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
3) Relações Intraespecíficas Harmônicas
II) Sociedade: Abelhas
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
4) Relações Interespecíficas Harmônicas
I) Mutualismo: É a associação entre indivíduos de espécies diferentes, necessária
à sobrevivência dos participantes e que beneficia ambos.
Ex:
o Líquens: (associação entre algas ou cianobactérias e fungos).
o Bacteriorriza: Associação formada por bactérias do gênero Rhizobium com
raízes de leguminosas, como o feijão.
o Herbívoros e Protozoários.
Bactérias em raízes de leguminosas
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
4) Relações Interespecíficas Harmônicas
II) Protocooperação: É a associação entre indivíduos de espécies diferentes em
que ambos se beneficiam, mas a existência não é obrigatória.
Ex:
o Paguro e anêmonas do mar.
o Cervo e pássaro anu.
o Pássaro palito e jacaré.
o Insetos polinizadores e angiospermas.
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
4) Relações Interespecíficas Harmônicas
III) Comensalismo: É a associação entre espécies diferentes, na qual uma
espécie é beneficiada sem causar prejuízo ou benefício a outra.
 Comensalismo típico: Relação em que uma espécie se alimenta de restos
alimentares de outra, sem prejudicá-la. Ex: Abutres, que aproveitam restos
das presas dos leões.
 Inquilinismo: Relação ecológica em que uma espécie inquilina vive sobre
ou no interior de uma espécie hospedeira, sem prejudicá-la. Nos vegetais
essa associação recebe o nome de epifitismo. Ex: Bromélias.
 Forésia: Relação na qual uma espécie usa a outra como meio de
transporte. Ex: Tubarão e rêmoras.
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
4) Relações Interespecíficas Harmônicas
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
Peixe agulha vivendo se abrigando no
ânus do pepino do mar.
5) Relações Intra-específicas Desarmônicas
I) Competição Intra-específica: Ocorre entre indivíduos da mesma espécie, e é
motivada por disputas por território, alimento e companheiro sexual.
Obs.: A competição é um fator que regula o tamanho da população
II) Canibalismo: Relação na qual um organismo se alimenta de outro da mesma
espécie.
Ex: Louva-Deus; Aranha viúva negra.
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
I) Competição Interespecífica: Ocorre entre indivíduos de espécies diferentes.
Geralmente ocorre quando duas espécies apresentam sobreposição de nichos
ecológicos.
 A disputa pelo mesmo recurso ambiental é um importante fator no
controle do tamanho das populações.
 Quando uma competição é muito severa uma das espécies pode ser
eliminada (extinta) ou obrigada a emigrar.
 A introdução de espécies exóticas têm causado graves impactos ambientais
devido ao fato dessas espécies competirem pelos mesmos recurso que
espécies nativas.
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
I) Competição Interespecífica
Paramécios cultivados isolados
apresentam elevada densidade
populacional
Cultivados juntos a espécie de
Paramecium caudatum tem sua
população reduzida devido à intensa
competição com Paramecium aurelia.
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
II) Predatismo: Ocorre quando organismo predadores matam indivíduos da
população de presas para deles se alimentarem.
Ex: Leões e girafas.
Obs.: A relação presa-predador pode ser um fator regulador da densidade
populacional de ambos.
Presa
Predador
Nº de indivíduos
Tempo
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
II) Predatismo:
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
II) Predatismo:
Fungo parasitando formiga Pássaro capturado
pela aranha
Pássaro capturado por
onça.
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
II) Predatismo:
Vídeo: Predatismo Percevejo e formigas
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
III) Parasitismo: Relação na qual uma das espécies, o parasita, obtêm
nutrientes e moradia no corpo de indivíduos vivos da espécie hospedeira.
Endoparasitismo: O parasita vive no interior do corpo do hospedeiro.
Ex: Protozoários flagelados e cupim.
Ectoparasitismo: Quando o parasita vive na superfície do hospedeiro.
Ex: Piolho e homem.
Holoparasita: Planta parasita que obtém seiva bruta e elaborada as custas da
planta hospedeira. Ex: Cipó-chumbo.
Hemiparasita: Planta parasita que obtém somente seiva bruta as custas da
planta hospedeira. Ex: Erva de passarinho.
 O parasitismo é fator regulador do tamanho de uma população.
 Geralmente os parasitas não matam os hospedeiros, pois dependem destes para
sobreviverem.
 O parasitismo é fator regulador do tamanho de uma população.
 Geralmente os parasitas não matam os hospedeiros, pois dependem destes para
sobreviverem.
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6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
III) Parasitismo
Erva-de-passarinho Cipó chumbo Pernilongo
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6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
III) Parasitismo
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
Mosca-do-berne Larva da Mosca-do-berne
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
IV) Amensalismo: Também chamado de antibiose, uma espécie denominada
inibidora libera substâncias que impedem o crescimento e a reprodução de
outra denominada amensal.
Ex: Algas pirrófitas e animais marinhos (Maré vermelha).
Algas Pirrófitas
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
V) Esclavagismo: Uma espécie se beneficia do trabalho de outra.
Ex: Chupim.
Essa espécie de pássaro bota seus ovos no ninho de outras espécies, que passa
a chocá-los até a eclosão.
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
Filhote do pássaro Chupim sendo criador por outra
ave.
Formiga
cuidando da sua
criação de
pulgões.
6) Relações Interespecíficas Desarmônicas
VI) Herbiverismo: Relação entre um organismo herbívora e uma planta.
Ex: Boi e capim
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
Resumo
(+) espécie beneficiada
(-) espécie prejudicada
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
7) Formas Especiais de Adaptação
a) Camuflagem: Forma de adaptação na qual um organismo se parece com o
ambiente, confundindo-se com ele na cor e/ou na forma.
b) Mimetismo: Forma de adaptação na qual uma espécie se beneficia por
assemelhar-se a outras
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7) Formas Especiais de Adaptação
a) Camuflagem: Forma de adaptação na qual um organismo se parece com o
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b) Mimetismo
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7) Formas Especiais de Adaptação
c) Aposematismo: Forma de adaptação na qual uma espécie exibe cores
chamativas para advertir seus possíveis predadores quanto a seu paladar
desagradável ou pelo veneno que possui.
RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
Exercício 1
(Enem 2016.1) Um pesquisador investigou
o papel da predação por peixes na
densidade e tamanho das presas, como
possível controle de populações de
espécies exóticas em costões rochosos.
No experimento colocou uma tela sobre
uma área da comunidade, impedindo o
acesso dos peixes ao alimento, e
comparou o resultado com uma área
adjacente na qual os peixes tinham
acesso livre. O quadro apresenta os
resultados encontrados após 15 dias de
experimento.
O pesquisador concluiu corretamente que
os peixes controlam a densidade dos(as):
a) algas, estimulando seu crescimento.
b) cracas, predando especialmente
animais pequenos.
c) mexilhões, predando especialmente
animais pequenos.
d) quatro espécies testadas, predando
indivíduos pequenos.
e) ascídias, apesar de não representarem
os menores organismos.
Exercício 1
(Enem 2014) Existem bactérias que inibem o crescimento de um fungo causador de doenças
no tomateiro, por consumirem o ferro disponível no meio. As bactérias também fazem fixação
de nitrogênio, disponibilizam cálcio e auxinas, substâncias que estimulam diretamente o
crescimento do tomateiro.
PELZER, G. Q. et al. Mecanismos de controle da murcha-de-esclerócio e promoção de crescimento em tomateiro mediados por
rizobactérias. Tropical Plant Pathology, v. 36, n. 2, mar.-abr. 2011 (adaptado).
Qual dos processos biológicos mencionados indica uma relação ecológica de competição?
a) Fixação de nitrogênio para o tomateiro.
b) Disponibilização de cálcio para o tomateiro.
c) Diminuição da quantidade de ferro disponível para o fungo.
d) Liberação de substâncias que inibem o crescimento do fungo.
e) Liberação de auxinas que estimulam o crescimento do tomateiro.
Na competição, ocorre uma relação onde dois organismos competem por um recurso, e
ambos envolvidos são prejudicados. As bactérias consomem o ferro disponível, assim como
os fungos. Neste caso, os dois organismos competem por um recurso limitado.
OBRIGADOOBRIGADO

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Relações ecológicas

  • 1. BIOLOGIA INTERATIVABIOLOGIA INTERATIVA Criado e Desenvolvido por: Ronnielle Cabral RolimRonnielle Cabral Rolim Todos os direitos são reservados ©2017 tioronnicabral.blogspot.com.br
  • 3. 1) Introdução A interação dos diversos organismos que constituem uma comunidade biológica são genericamente denominadas relações ecológicas, e costumam ser classificadas pelos biólogos em intra-específicas, interespecíficas, harmônicas e desarmônicas.  Relações intra-específicas: São as que se estabelecem entre indivíduos de uma mesma espécie.  Relações interespecíficas: São as que se estabelecem entre indivíduos de espécies diferentes.  Relações harmônicas: Pelo menos uma das espécies se beneficia e não há prejuízo para nenhuma das partes associadas.  Relações desarmônicas: Uma ou ambas as espécies são prejudicadas. RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 4. 2) Resumo Relações Harmônicas Intra-Específica Colônias Sociedades Interespecífica Mutualismo Protocooperação Comensalismo Relações Desarmônicas Intra-Específica Competição intra-específica Canibalismo Interespecífica Competição interespecífica Predatismo Parasitismo Amensalismo Esclavagismo RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 5. 3) Relações Intraespecíficas Harmônicas I) Colônia: São associações entre indivíduos da mesma espécie, unidos fisicamente entre si, podendo ou não ocorrer divisão de trabalho. Ex: Corais, bactérias (estreptococos), caravela II) Sociedade: São associações entre indivíduos da mesma espécie, organizados de modo cooperativo e não ligados anatomicamente. Ex: sociedade dos insetos: abelhas, formigas, vespas. Obs.: Na sociedade das abelhas as funções dos indivíduos são bem definidas, havendo três castas sociais: rainha, zangão e operárias. RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS Corais, exemplo de colônias. Abelhas, exemplo de sociedade.
  • 6. 3) Relações Intraespecíficas Harmônicas I) Colônia - Caravela RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 7. 3) Relações Intraespecíficas Harmônicas II) Sociedade: Abelhas RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 8. 4) Relações Interespecíficas Harmônicas I) Mutualismo: É a associação entre indivíduos de espécies diferentes, necessária à sobrevivência dos participantes e que beneficia ambos. Ex: o Líquens: (associação entre algas ou cianobactérias e fungos). o Bacteriorriza: Associação formada por bactérias do gênero Rhizobium com raízes de leguminosas, como o feijão. o Herbívoros e Protozoários. Bactérias em raízes de leguminosas RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 9. 4) Relações Interespecíficas Harmônicas II) Protocooperação: É a associação entre indivíduos de espécies diferentes em que ambos se beneficiam, mas a existência não é obrigatória. Ex: o Paguro e anêmonas do mar. o Cervo e pássaro anu. o Pássaro palito e jacaré. o Insetos polinizadores e angiospermas. RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 10. 4) Relações Interespecíficas Harmônicas III) Comensalismo: É a associação entre espécies diferentes, na qual uma espécie é beneficiada sem causar prejuízo ou benefício a outra.  Comensalismo típico: Relação em que uma espécie se alimenta de restos alimentares de outra, sem prejudicá-la. Ex: Abutres, que aproveitam restos das presas dos leões.  Inquilinismo: Relação ecológica em que uma espécie inquilina vive sobre ou no interior de uma espécie hospedeira, sem prejudicá-la. Nos vegetais essa associação recebe o nome de epifitismo. Ex: Bromélias.  Forésia: Relação na qual uma espécie usa a outra como meio de transporte. Ex: Tubarão e rêmoras. RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 11. 4) Relações Interespecíficas Harmônicas RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS Peixe agulha vivendo se abrigando no ânus do pepino do mar.
  • 12. 5) Relações Intra-específicas Desarmônicas I) Competição Intra-específica: Ocorre entre indivíduos da mesma espécie, e é motivada por disputas por território, alimento e companheiro sexual. Obs.: A competição é um fator que regula o tamanho da população II) Canibalismo: Relação na qual um organismo se alimenta de outro da mesma espécie. Ex: Louva-Deus; Aranha viúva negra. RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 13. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas I) Competição Interespecífica: Ocorre entre indivíduos de espécies diferentes. Geralmente ocorre quando duas espécies apresentam sobreposição de nichos ecológicos.  A disputa pelo mesmo recurso ambiental é um importante fator no controle do tamanho das populações.  Quando uma competição é muito severa uma das espécies pode ser eliminada (extinta) ou obrigada a emigrar.  A introdução de espécies exóticas têm causado graves impactos ambientais devido ao fato dessas espécies competirem pelos mesmos recurso que espécies nativas. RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 14. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas I) Competição Interespecífica Paramécios cultivados isolados apresentam elevada densidade populacional Cultivados juntos a espécie de Paramecium caudatum tem sua população reduzida devido à intensa competição com Paramecium aurelia. RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 15. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas II) Predatismo: Ocorre quando organismo predadores matam indivíduos da população de presas para deles se alimentarem. Ex: Leões e girafas. Obs.: A relação presa-predador pode ser um fator regulador da densidade populacional de ambos. Presa Predador Nº de indivíduos Tempo RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 16. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas II) Predatismo: RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 17. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas II) Predatismo: Fungo parasitando formiga Pássaro capturado pela aranha Pássaro capturado por onça. RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 18. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas II) Predatismo: Vídeo: Predatismo Percevejo e formigas RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 19. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas III) Parasitismo: Relação na qual uma das espécies, o parasita, obtêm nutrientes e moradia no corpo de indivíduos vivos da espécie hospedeira. Endoparasitismo: O parasita vive no interior do corpo do hospedeiro. Ex: Protozoários flagelados e cupim. Ectoparasitismo: Quando o parasita vive na superfície do hospedeiro. Ex: Piolho e homem. Holoparasita: Planta parasita que obtém seiva bruta e elaborada as custas da planta hospedeira. Ex: Cipó-chumbo. Hemiparasita: Planta parasita que obtém somente seiva bruta as custas da planta hospedeira. Ex: Erva de passarinho.  O parasitismo é fator regulador do tamanho de uma população.  Geralmente os parasitas não matam os hospedeiros, pois dependem destes para sobreviverem.  O parasitismo é fator regulador do tamanho de uma população.  Geralmente os parasitas não matam os hospedeiros, pois dependem destes para sobreviverem. RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 20. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas III) Parasitismo Erva-de-passarinho Cipó chumbo Pernilongo RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 21. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas III) Parasitismo RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS Mosca-do-berne Larva da Mosca-do-berne
  • 22. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas IV) Amensalismo: Também chamado de antibiose, uma espécie denominada inibidora libera substâncias que impedem o crescimento e a reprodução de outra denominada amensal. Ex: Algas pirrófitas e animais marinhos (Maré vermelha). Algas Pirrófitas RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 23. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas V) Esclavagismo: Uma espécie se beneficia do trabalho de outra. Ex: Chupim. Essa espécie de pássaro bota seus ovos no ninho de outras espécies, que passa a chocá-los até a eclosão. RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS Filhote do pássaro Chupim sendo criador por outra ave. Formiga cuidando da sua criação de pulgões.
  • 24. 6) Relações Interespecíficas Desarmônicas VI) Herbiverismo: Relação entre um organismo herbívora e uma planta. Ex: Boi e capim RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 25. Resumo (+) espécie beneficiada (-) espécie prejudicada RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 26. 7) Formas Especiais de Adaptação a) Camuflagem: Forma de adaptação na qual um organismo se parece com o ambiente, confundindo-se com ele na cor e/ou na forma. b) Mimetismo: Forma de adaptação na qual uma espécie se beneficia por assemelhar-se a outras RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 27. 7) Formas Especiais de Adaptação a) Camuflagem: Forma de adaptação na qual um organismo se parece com o ambiente, confundindo-se com ele na cor e/ou na forma. RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 28. 7) Formas Especiais de Adaptação RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 29. 7) Formas Especiais de Adaptação b) Mimetismo: Forma de adaptação na qual uma espécie se beneficia por assemelhar-se a outras RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 30. 7) Formas Especiais de Adaptação b) Mimetismo RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 31. 7) Formas Especiais de Adaptação c) Aposematismo: Forma de adaptação na qual uma espécie exibe cores chamativas para advertir seus possíveis predadores quanto a seu paladar desagradável ou pelo veneno que possui. RELAÇÕES ECOLÓGICASRELAÇÕES ECOLÓGICAS
  • 32. Exercício 1 (Enem 2016.1) Um pesquisador investigou o papel da predação por peixes na densidade e tamanho das presas, como possível controle de populações de espécies exóticas em costões rochosos. No experimento colocou uma tela sobre uma área da comunidade, impedindo o acesso dos peixes ao alimento, e comparou o resultado com uma área adjacente na qual os peixes tinham acesso livre. O quadro apresenta os resultados encontrados após 15 dias de experimento. O pesquisador concluiu corretamente que os peixes controlam a densidade dos(as): a) algas, estimulando seu crescimento. b) cracas, predando especialmente animais pequenos. c) mexilhões, predando especialmente animais pequenos. d) quatro espécies testadas, predando indivíduos pequenos. e) ascídias, apesar de não representarem os menores organismos.
  • 33. Exercício 1 (Enem 2014) Existem bactérias que inibem o crescimento de um fungo causador de doenças no tomateiro, por consumirem o ferro disponível no meio. As bactérias também fazem fixação de nitrogênio, disponibilizam cálcio e auxinas, substâncias que estimulam diretamente o crescimento do tomateiro. PELZER, G. Q. et al. Mecanismos de controle da murcha-de-esclerócio e promoção de crescimento em tomateiro mediados por rizobactérias. Tropical Plant Pathology, v. 36, n. 2, mar.-abr. 2011 (adaptado). Qual dos processos biológicos mencionados indica uma relação ecológica de competição? a) Fixação de nitrogênio para o tomateiro. b) Disponibilização de cálcio para o tomateiro. c) Diminuição da quantidade de ferro disponível para o fungo. d) Liberação de substâncias que inibem o crescimento do fungo. e) Liberação de auxinas que estimulam o crescimento do tomateiro. Na competição, ocorre uma relação onde dois organismos competem por um recurso, e ambos envolvidos são prejudicados. As bactérias consomem o ferro disponível, assim como os fungos. Neste caso, os dois organismos competem por um recurso limitado.

Notas do Editor

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