PROTOZOOSES
 Doenças causadas por
     protozoários
AMEBÍASE
 Disenteria amebiana
 Sarcodíneo Entamoeba histolytica – ameba
 Vivem no intestino causando lesões de
 difícil cicatrização e fortes diarréias
Contágio

   Ingestão de água ou alimentos contaminados por
    cistos de E. histolytica




         cisto                       trofozoíto
 Aquisição de cistos
  – passa pelo estômago e chega ao intestino
    delgado do novo hospedeiro: ação de
    enzimas proteolíticas causa a destruição da
    parede do cisto e a liberação dos núcleos do
    seu interior.


  – Cada núcleo se divide por fissão binária


  – No intestino delgado, a atividade metabólica
    da E. histolytica gera como resíduos toxinas
    que irão destruir o epitélio intestinal
 Alta capacidade de sobrevivência fora do
 intestino – cisto (parede cística – proteica)



 Intestino – Trofozoítos
 Fezes – cistos
Profilaxia
 Saneamento básico
 Ferver água ou filtrá-la
 Lavar os alimentos
 Higiene pessoal
Prevalência da Amebíase por
      Entamoeba histolytica

 Zonas tropicais e subdesenvolvidas
 precária condição socio-econômica e de
  higiene
 Incidência na África, Ásia, América Latina
 5-50% pop. mundial têm amebíase, sendo
  que 10% apresentam sintomas clínicos
DOENÇA DE CHAGAS
         Cardiomegalia
 Flagelado Trypanosoma cruzi
 Contaminação pelo Triatoma infestans
 (barbeiro, chupança, percevejo)
 Barbeiro se contamina (tatu ou outro
 animal silvestre)
 Barbeiro hábito noturno
 Casa de taipa
 Após picar a pessoa – hematofagia ele
 defeca.
 Eliminação, em suas fezes e urina, o parasito
 em sua forma alongada (tripomastigotas
 metacíclicos).




 Através de mucosas ou por ferimentos na pele,
 estes infectam células do hospedeiro, como as
 do coração.
 No interior destas, o parasito ganha forma
 arredondada (amastigotas), multiplicando-
 se por divisão binária.
 Quando as células estão repletas de
 parasitos, eles novamente mudam de
 forma (tripomastigotas sanguícola), e com
 a ruptura da célula hospedeira
 disseminam-se pela corrente sanguínea,
 sendo capazes de infectar novos tecidos
 e órgãos.
 Se o indivíduo ou animal infectado é
 picado pelo barbeiro, os parasitos em seu
 sangue podem ser transmitidos ao inseto.
 No intestino deste, mudam mais uma vez
 de forma (epimastigotas), multiplicam-se e
 tornam-se, novamente, formas
 infectantes, que são eliminadas junto com
 as fezes e a urina do inseto. Fecha-se,
 assim, o ciclo.
Outras formas de transmissão
 Transfusional
 Vertical
 Via oral
 Leite materno
 Transplante de órgãos
Sintomas
 Fase aguda:
  –   Febre,
  –   mal-estar,
  –   falta de apetite,
  –   dor ganglionar,
  –   inchaço ocular
  –   aumento do fígado e baço
 Fase Crônica:
  – destruição da musculatura dos órgãos
    atingidos (principalmente a do coração e do
    cérebro), provocando o aumento destes, de
    forma irreversível.
Profilaxia
 Não há cura
 Doença endêmica Nordeste e norte de
  MG
 Combate ao barbeiro
 Cuidado na transfusão de sangue
MALÁRIA

   italiana “ mau Aire”, que significa “ mau ar”, visto que
  antigamente se acreditava que a doença era causada
pelas emanações e miasmas dos pântanos, principalmente
                        africanos.

 Impaludismo ou maleita
 Esporozoário plasmodium
 Picada das fêmeas –   Anopheles
   (mosquito prego) - (hematófagas).
 Secreção salivar veículo – esporozoítos
 Vão ao fígado (após 21 dias) – trofozoítos
 Invadem hemácias do sangue
  (esporulação) – merozoítos
 Hemácias se rompem liberando-os na
  circulação
 Ataque a outras hemácias e liberação de
  toxinas
 Tempo médio de 48 horas / 72 horas –
  febre terçã ou quartã
 Alguns nas hemácias transformam-se em
 gametócitos (masc ou fem)

 Contaminam o mosquito


 No estômago do mosquitos os gametas
 se encontram – zigoto – ovocisto instalado
 na parede – esporozoítos – saliva –
 reinício do ciclo.
Sintomas                      Sintomas em
                                        fases graves da
   Febre alta (40º);                   doença:
   Suores abundantes;
   Calafrios;                           •Insuficiência renal;
   Dores de cabeça;                     •Ataques epilépticos;
   Falta de apetite;                    •Confusão mental.
   Náuseas e vômitos;
   Anemia;
   Icterícia (coloração amarela na pele e olhos);
   Cansaço;
   Dores abdominais e corporais;
   Diarréia;
Profilaxia
 Não existe vacina
 Drogas antimaláricas
  –   interrupção da esquizogonia sanguínea;
  –   destruição de formas latentes do parasito;
  –   interrupção da transmissão do parasito, pelo
      uso de drogas que impedem o
      desenvolvimento de formas sexuadas dos
      parasitos (gametócitos).
 Combate a proliferação do mosquito
 Endêmica
ÚLCERA DE BAURU
Leishmaniose cutânea
Flagelado Leishmania
 brasiliensis
Mosquito palha ou birigui
 (Lutzomyia)
 – (Phlebotomus)
 Pica a pessoa sadia com os protozoários
 Atingem pele e mucosa e lesões muito
 graves.
Profilaxia
 Endêmico na região interior do estado e
  litoral de São Paulo
 Combate ao mosquito
TOXOPLASMOSE
               Toxoplasma gondii
 Esporozoário –
 Normalmente benigno
 Problema em mulheres grávidas
  –   Má formação do feto
  –   Deficiência mental
  –   Cegueira
  –   morte
Transmissão
 Contato com fezes, saliva ou urina de
  gatos, cachorros e POMBAS. (cistos do
  protozoário)
 Leite e carne contaminadas
 Relações sexuais
OUTRAS PROTOZOOSES
  Doença         Agente         Sintomas        Forma de
                Causador                        contágio
Doença do   Trypanosoma       Sonolência e    Picada do
sono        gambiensis        torpor devido   mosquito tsé-tsé
                              lesões do SNC
Tricomoníase Trichomonas      Corrimentos e   Relações
             vaginalis        infecções       sexuais ou
                              vaginais e      sanitários
                              uretrais
Giardíase   Giardia lamblia   Diarréias com   Alimentos
                              dores           contaminados
                              abdominais      ou água
A- ingestão de cistos (fezes de gatos) – imunossuprimidos são mais debilitados

B- favorece pois sem medo dos gatos são presas fáceis

Protozooses

  • 1.
  • 2.
    AMEBÍASE  Disenteria amebiana Sarcodíneo Entamoeba histolytica – ameba  Vivem no intestino causando lesões de difícil cicatrização e fortes diarréias
  • 3.
    Contágio  Ingestão de água ou alimentos contaminados por cistos de E. histolytica cisto trofozoíto
  • 4.
     Aquisição decistos – passa pelo estômago e chega ao intestino delgado do novo hospedeiro: ação de enzimas proteolíticas causa a destruição da parede do cisto e a liberação dos núcleos do seu interior. – Cada núcleo se divide por fissão binária – No intestino delgado, a atividade metabólica da E. histolytica gera como resíduos toxinas que irão destruir o epitélio intestinal
  • 5.
     Alta capacidadede sobrevivência fora do intestino – cisto (parede cística – proteica)  Intestino – Trofozoítos  Fezes – cistos
  • 6.
    Profilaxia  Saneamento básico Ferver água ou filtrá-la  Lavar os alimentos  Higiene pessoal
  • 7.
    Prevalência da Amebíasepor Entamoeba histolytica  Zonas tropicais e subdesenvolvidas  precária condição socio-econômica e de higiene  Incidência na África, Ásia, América Latina  5-50% pop. mundial têm amebíase, sendo que 10% apresentam sintomas clínicos
  • 8.
    DOENÇA DE CHAGAS Cardiomegalia  Flagelado Trypanosoma cruzi  Contaminação pelo Triatoma infestans (barbeiro, chupança, percevejo)
  • 9.
     Barbeiro secontamina (tatu ou outro animal silvestre)  Barbeiro hábito noturno  Casa de taipa
  • 10.
     Após picara pessoa – hematofagia ele defeca.
  • 11.
     Eliminação, emsuas fezes e urina, o parasito em sua forma alongada (tripomastigotas metacíclicos).  Através de mucosas ou por ferimentos na pele, estes infectam células do hospedeiro, como as do coração.
  • 12.
     No interiordestas, o parasito ganha forma arredondada (amastigotas), multiplicando- se por divisão binária.
  • 13.
     Quando ascélulas estão repletas de parasitos, eles novamente mudam de forma (tripomastigotas sanguícola), e com a ruptura da célula hospedeira disseminam-se pela corrente sanguínea, sendo capazes de infectar novos tecidos e órgãos.
  • 14.
     Se oindivíduo ou animal infectado é picado pelo barbeiro, os parasitos em seu sangue podem ser transmitidos ao inseto. No intestino deste, mudam mais uma vez de forma (epimastigotas), multiplicam-se e tornam-se, novamente, formas infectantes, que são eliminadas junto com as fezes e a urina do inseto. Fecha-se, assim, o ciclo.
  • 15.
    Outras formas detransmissão  Transfusional  Vertical  Via oral  Leite materno  Transplante de órgãos
  • 16.
    Sintomas  Fase aguda: – Febre, – mal-estar, – falta de apetite, – dor ganglionar, – inchaço ocular – aumento do fígado e baço  Fase Crônica: – destruição da musculatura dos órgãos atingidos (principalmente a do coração e do cérebro), provocando o aumento destes, de forma irreversível.
  • 17.
    Profilaxia  Não hácura  Doença endêmica Nordeste e norte de MG  Combate ao barbeiro  Cuidado na transfusão de sangue
  • 18.
    MALÁRIA italiana “ mau Aire”, que significa “ mau ar”, visto que antigamente se acreditava que a doença era causada pelas emanações e miasmas dos pântanos, principalmente africanos.  Impaludismo ou maleita  Esporozoário plasmodium  Picada das fêmeas – Anopheles (mosquito prego) - (hematófagas).
  • 19.
     Secreção salivarveículo – esporozoítos  Vão ao fígado (após 21 dias) – trofozoítos  Invadem hemácias do sangue (esporulação) – merozoítos  Hemácias se rompem liberando-os na circulação  Ataque a outras hemácias e liberação de toxinas  Tempo médio de 48 horas / 72 horas – febre terçã ou quartã
  • 20.
     Alguns nashemácias transformam-se em gametócitos (masc ou fem)  Contaminam o mosquito  No estômago do mosquitos os gametas se encontram – zigoto – ovocisto instalado na parede – esporozoítos – saliva – reinício do ciclo.
  • 22.
    Sintomas Sintomas em fases graves da  Febre alta (40º); doença:  Suores abundantes;  Calafrios; •Insuficiência renal;  Dores de cabeça; •Ataques epilépticos;  Falta de apetite; •Confusão mental.  Náuseas e vômitos;  Anemia;  Icterícia (coloração amarela na pele e olhos);  Cansaço;  Dores abdominais e corporais;  Diarréia;
  • 24.
    Profilaxia  Não existevacina  Drogas antimaláricas – interrupção da esquizogonia sanguínea; – destruição de formas latentes do parasito; – interrupção da transmissão do parasito, pelo uso de drogas que impedem o desenvolvimento de formas sexuadas dos parasitos (gametócitos).  Combate a proliferação do mosquito  Endêmica
  • 25.
    ÚLCERA DE BAURU Leishmaniosecutânea Flagelado Leishmania brasiliensis Mosquito palha ou birigui (Lutzomyia) – (Phlebotomus)
  • 26.
     Pica apessoa sadia com os protozoários  Atingem pele e mucosa e lesões muito graves.
  • 27.
    Profilaxia  Endêmico naregião interior do estado e litoral de São Paulo  Combate ao mosquito
  • 28.
    TOXOPLASMOSE Toxoplasma gondii  Esporozoário –  Normalmente benigno  Problema em mulheres grávidas – Má formação do feto – Deficiência mental – Cegueira – morte
  • 29.
    Transmissão  Contato comfezes, saliva ou urina de gatos, cachorros e POMBAS. (cistos do protozoário)  Leite e carne contaminadas  Relações sexuais
  • 30.
    OUTRAS PROTOZOOSES Doença Agente Sintomas Forma de Causador contágio Doença do Trypanosoma Sonolência e Picada do sono gambiensis torpor devido mosquito tsé-tsé lesões do SNC Tricomoníase Trichomonas Corrimentos e Relações vaginalis infecções sexuais ou vaginais e sanitários uretrais Giardíase Giardia lamblia Diarréias com Alimentos dores contaminados abdominais ou água
  • 31.
    A- ingestão decistos (fezes de gatos) – imunossuprimidos são mais debilitados B- favorece pois sem medo dos gatos são presas fáceis