SlideShare uma empresa Scribd logo
REINO PROTISTA
CARACTERÍSTICAS GERAIS:
*organismos unicelulares
*eucariontes.
* Heterótrofos,autotróficos, digestão
intracelular
Vida livre ou parasitas
(patogênicos).
REPRESENTANTES
• Protozoários como ameba, paramécio, giardia.
certas algas unicelulares - como euglenofitas,
pirrofítas e crisofitas.
As algas Protistas
Podem ser Unicelulares.
•Habitam mares, lagos, rios, ambientes
úmidos
•Base da cadeia alimentar
•Formam o fitoplâncton
•Reposição do O2 na atmosfera
•Podem viver isoladas ou coloniais
A super população de dionoflagelados
provoca o fenômeno das “marés
vermelhas”. Nessa circunstância, a grande
quantidade de substâncias tóxicas
eliminados na água por esses protistas
provoca a mortandade de peixes,
crustáceos, tartarugas, focas e etc
Maré vermelha
Importantes para
industria: abrasivos em
creme dentais,
polidores especiais,
catalisadores,
antibióticos, isolantes
térmicos e etc.
Filo Chrysophyta (diatomáceas)
Classificação dos protozoários
• Os protozoários podem ser fixos ou se deslocar através
de cílios, flagelos ou pseudópodes. De acordo com o tipo
e a presença ou não dessas organelas locomotoras, os
protozoários classificam-se em:
• rizópodes ou sarcodíneos - locomovem-se através de
pseudópodes.
• flagelados ou mastigóforos - locomovem-se através de
flagelos.
• ciliados - locomovem-se através de cílios;
• esporozoários - desprovidos de organelas locomotoras.
Classificação dos protozoários
Sarcodíneos ou Rizópodos
Locomoção por pseudópodos.
Nutrição por fagocitose.
Digestão intracelular.
Vida livre (aquáticos) ou parasitas.
Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis para controle
osmótico.
Reprodução assexuada por divisão binária.
Nome genérico  Amebas.
Ex.: Amoeba proteus (vida livre) e Entamoeba
histolytica (parasita).
Movimento por pseudópodes
Flagelados ou mastigóforos
• Locomoção por flagelos.
• Mutualísticos ou parasitas.
• Digestão intracelular.
• Reprodução assexuada por divisão
binária.
• Ex.: Trichonymphas sp. (mutualístico),
Trypanosoma cruzi (parasita), Giardia
lambia (parasita), Leishmania
brasiliensis (parasita
Trypanossoma cruzi
Flagelados
CILIADOS
Nutrição pelo sulco oral.
Digestão intracelular.
Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis.
Vida livre, mutualísticos ou parasitas.
Reprodução assexuada por divisão binária e sexuada
por conjugação.
Locomoção por cilios.
Ex.: Paramaecium spp (vida livre), Balantidium coli
(parasita).
São os protistas mais complexos.
Exemplos de ciliados
ESPOROZOÁRIOS
No grupo dos esporozoários encontram-se os
protistas que não têm qualquer tipo de
sistema de locomoção.
Todos eles são parasitas obrigatórios.
Os mais comuns são do gênero Plasmodium,
que causam a Malária, e do gênero
Toxoplasma, que causam a toxoplasmose.
ESPOROZOÁRIOS
REPRODUÇÃO
• ASSEXUADA por divisão binária e
• Ocorre por exemplo em amebas e no
tripanossomo.
• SEXUADA por conjugação que ocorre no
paramécio.
REPRODUÇÃO EM PARAMÉCIO
DOENÇAS CAUSADAS POR
PROTOZOÁRIOS
• DOENÇA DE CHAGAS
• Descobridor: o médico brasileiro Dr. Carlos Justiniano
Ribeiro das Chagas.
Definição: E uma doença transmissível, causado por um
parasito do gênero Trypanosoma e transmitida
principalmente através do "barbeiro". É conhecido também
por: chupança.
• Agente causador: É um protozoário denominado
Trypanosoma cruzi. No homem e nos animais, vive no
sangue e nas fibras musculares, especialmente as cardíacas
e digestivas: no inseto transmissor, vive no tubo
digestivo.
DOENÇA DE CHAGAS
• Transmissor: O "barbeiro", é um inseto que se
alimenta exclusivamente de vertebrados, sendo
chamados hematófagos.
A principal espécie propagadora da Doença de
Chagas no Estado de São Paulo, foi o Triatoma
infestans, hoje eliminado do nosso meio..
Geralmente, abrigam-se em locais muito próximo
à fonte de alimento e podem ser encontrados na
mata. Nas casas escondem-se nas frestas, buracos
das paredes, nas camas, colchões e baús.
Triatoma infestans - Barbeiro
SINTOMAS DA DOENÇA DE
CHAGAS
• Na fase aguda, ocorrem febre moderada, hepatomegalia discreta
(grande fígado), inflamação dos gânglios linfáticos, miocardia
aguda, meningoencefalite (dores na meninges), etc. É comum a
diminuição dos sintomas.
As crianças apresentam uma maior taxa de letalidade variando de
2% a 7%.
Na fase crônica, ocorre o comprometimento do coração e do
sistema digestivo. A duração depende de vários fatores, desde
idade e estado nutricional do paciente até os intrínsecos dos
parasitas. Os sintomas mais importantes são a cadiomegalia
(coração grande), o megaesôfago (esôfago grande) e o megacólon
(cólon grande).
Sintomas da Doença de Chagas
PROFILAXIA
Baseia-se principalmente em medidas de controle
ao "barbeiro", impedindo a sua proliferação nas
moradias e em seus arredores. Além de medidas
específicas (inquéritos sorológicos, entomológicos
e desinsetização), as atividades de educação em
saúde, devem estar inseridas em todas as ações de
controle, bem como, as medidas a serem tomadas
pela população local, tais como:
- melhorar habitação, através de reboco e
tamponamento de rachaduras e frestas;
-usar telagem em portas e janelas;
- impedir a permanência de animais, como
cão, o gato, macaco e outros no interior da
casa;
- evitar montes de lenhas, telhas ou outros
entulhos no interior e arredores da casa;
- construir galinheiro, paiol, tulha, chiqueiro,
depósito afastados das casas e mantê-los
limpos;
- retirar ninhos de pássaros dos beirais das
casas;
- manter limpeza periódica nas casas e em
seus arredores;
-difundir junto aos amigos, parentes, vizinhos,
os conhecimentos básicos sobre a doença,
vetor e sobre as medidas preventivas;
- encaminhar os insetos suspeitos de serem
"barbeiros", para o serviço de saúde mais
próximo.
AMEBÍASE
• Agente causador: E.Histolytica
• Hospedeiro definitivo: homem
• Local do parasitismo: intestino grosso.
Podem, também, ser afetados o fígado, os
pulmões e o cérebro
Ciclo: Ameba
• Uma pessoa vai a um restaurante e ingere um
alface mal-lavado e contaminado com cistos
(formas de resistência) de amebas. Tal cisto chega
ao intestino do hospedeiro e se abre, liberando
jovens amebas. Elas invadem a parede do intestino
e começam a se alimentar de células e sangue.
Além disso, elas começam a se multiplicar e
inflamar a parede do intestino. Com o tempo, tal
inflamação se rompe, liberando sangue junto com
novas amebas.
Sintomas: amebíase
• O período de incubação é de 2 a 4 semanas.
A disenteria amebiana aguda manifesta-se
com quadro disentérico agudo, cólicas
abdominais, náuseas, vômitos,
emagrecimento e fadiga muscular.
Profilaxia e tratamento: amebíase
• manter sanitários limpos;
*lavar as mãos antes das refeições e após a
defecação;
*tratar os doentes e portadores
assintomáticos;
*não usar excrementos, como fertilizantes;
*combater as moscas e baratas.
Giardíase
• Parasita à Giardia lamblia
• Hospedeiro definitivo: homem
• Local do parasitismo: intestino delgado
• A infecção ocorre pela ingestão de cistos
em água ou alimentos contaminados.No
ambiente podem sobreviver meses na água
fria.
•
Ciclo: Giardia
Sintomas
• A giardíase se manifesta por azia e náusea que
diminuem de intensidade quando ocorre ingestão
de alimentos, ocorrem cólicas seguidas de diarréia,
perda de apetite, irritabilidade. Raramente
observa-se muco ou sangue nas fezes do indivíduo
com giardíase que no entanto possuem odor fétido,
são do tipo explosiva e acompanhadas de gases.
Profilaxia
• Basicamente, para se evitar a giardíase deve-se
tomar as mesmas medidas profiláticas usadas
contra a amebíase, já que as formas de
contaminação são praticamente as mesmas.
Portanto deve-se:
Só ingerir alimentos bem lavados e/ou cozidos;
Lavar as mãos antes das refeições e após o uso
de sanitários;
Construção de fossas e redes de esgotos;
Só beber água filtrada e/ou fervida;
Tratar as pessoas doentes.
Malária
• Causadores: P. vivax, P. malariae, P. falciparum,
P. ovale.
• Hospedeiro definitivo: mosquitos do gênero
Anopheles. Só as fêmeas sugam sangue humano e
podem atuar como transmissoras dos parasitas.O
sangue humano contém nutrientes essenciais para
a maturação e desenvolvimento dos ovos desses
insetos.
• Hospedeiro intermediário: homem
• Locais do parasitismo: glóbulos vermelhos do
sangue, células hepáticas, corpo do mosquito.
SINTOMAS: Malária
• Período de incubação - 7 a 21 dias
• Calafrio, calor e suor
• Febre
• Mal estar
• Cefaléia
• Vômito
• Diarréia
• Hipoglicemia
• Insuficiência renal
• Convulsão
Profilaxia
• Detecção e tratamento precoce dos infectados
• Medidas de proteção individual e coletiva
• Telagem de janelas e portas
• Inseticidas de ação residual
• Impregnação de mosquiteiros com inseticida
• Desenvolvimento de novos fármacos
• Treinamento de Recursos Humanos
• Estruturação do sistema de saúde
• Desenvolvimento de Vacina
TRICOMONÍASE
• Causador: Trichomonas vaginalis
• Transmissão: É considerada doença sexualmente
transmissível, embora raramente, possa ser transmitida por
vias não sexuais, como por exemplo, objetos contaminados
(toalhas, vasos sanitários de locais públicos etc.)
• Sintomas No homem, a sintomatologia é mais discreta:
corrimento uretral, geralmente pela manhã, antes da
primeira micção, bem como irritação da uretra. Na mulher,
corrimento abundante, amarelo ou amarelo-esverdeado,
bolhoso, com mau cheiro característico; prurido e/ou
irritação vulvar; ocasionalmente dor pélvica;. Pode
permanecer assintomática no homem e, na mulher,
principalmente após a menopausa.
TRICOMONÍASE
• Profilaxia e tratamento
• É recomendável o uso de preservativo durante o ato sexual,
uso individual de roupas íntimas, tratamento de indivíduos
portadores, esterilização dos aparelhos ginecológicos,
higiene em relação aos sanitários públicos, etc.
O tratamento é feito com uso de nitroimidazóis, em
administração oral e vaginal. Em todos os casos em que se
positiva o diagnóstico da infecção na mulher, deve-se
estender também o tratamento ao seu marido ou
companheiro, já que, sem tal cuidado, poderá surgir uma
nova contaminação da mulher e perpetuação do quadro
clínico apresentado.
LEISHMANIOSE
• Causador: Leishmania brasiliensis
• Hospedeiro definitivo: homem
• Hospedeiro intermediário: inseto conhecido como
mosquito- palha ou birigüi.
• Ciclo: os parasitas se reproduzem no corpo do
inseto e são inoculados durante a picada. Os
ferimentos provocados pela picada ulceram e neles
os parasitas se multiplicam. Novas picadas
espalham as leishmânias de pessoa a pessoa.
Prevenção: Lesihmaniose
• Medidas clínicas, diagnóstico precoce e tratamento. Toda a
pessoa que apresentar ferida de difícil cicatrização deverá
procurar a Unidade Básica de Saúde, para a realização do
exame específico e tratamento.
• Medidas de proteção individual, são meios mecânicos
através do uso de mosquiteiros simples, telas finas em
portas e janelas , evitar a frequência na mata,
principalmente no horário noturno, a partir das 20:00 horas
(crepúsculo) sem o uso de roupas adequadas,boné, camisas
de manga comprida, calças compridas e botas além do uso
de repelentes.
• Manter limpo terrenos baldios que possa servir como
criadouros de insetos transmissores.
Leishmaniose
Reino protista
Reino protista
Reino protista
Reino protista

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Reino animal
Reino animalReino animal
Protozoários e protozooses
Protozoários e protozoosesProtozoários e protozooses
Protozoários e protozooses
Guilherme Orlandi Goulart
 
Protozooses
ProtozoosesProtozooses
Protozooses
emanuel
 
Reino protoctista
Reino protoctistaReino protoctista
Reino protoctista
Marcia Bantim
 
7 ano Fungos
7 ano Fungos7 ano Fungos
7 ano Fungos
Sarah Lemes
 
Vírus
VírusVírus
Vírus
profatatiana
 
Evolução das plantas
Evolução das plantasEvolução das plantas
Evolução das plantas
Jaqueline Sarges
 
Slides fungos
Slides  fungosSlides  fungos
Slides fungos
Jean Carlos Wittaczik
 
Moluscos - Biologia
Moluscos - BiologiaMoluscos - Biologia
Moluscos - Biologia
Bruna M
 
OS EQUINODERMOS
OS EQUINODERMOSOS EQUINODERMOS
OS EQUINODERMOS
Nayana Maia
 
Fungos - 7º ano - aula 1
Fungos - 7º ano - aula 1Fungos - 7º ano - aula 1
Fungos - 7º ano - aula 1
André Garrido
 
Bactérias 7º Ano
Bactérias 7º Ano Bactérias 7º Ano
Bactérias 7º Ano
guest3519e1
 
Reino protista algas
Reino protista algasReino protista algas
Reino protista algas
Iuri Fretta Wiggers
 
III.2 Platelmintos e Nematelmintos
III.2 Platelmintos e NematelmintosIII.2 Platelmintos e Nematelmintos
III.2 Platelmintos e Nematelmintos
Rebeca Vale
 
7º ano cap 5 vírus
7º ano cap 5   vírus7º ano cap 5   vírus
7º ano cap 5 vírus
ISJ
 
Classificação dos Seres Vivos
Classificação dos Seres VivosClassificação dos Seres Vivos
Classificação dos Seres Vivos
Juliana Mendes
 
Aula completa reino protista
Aula completa reino protistaAula completa reino protista
Aula completa reino protista
MLGGS
 
Bacterias e as doenças causadas por elas
Bacterias e as doenças causadas por elasBacterias e as doenças causadas por elas
Bacterias e as doenças causadas por elas
Evandro Batista
 
Moluscos
MoluscosMoluscos
Protozoários
ProtozoáriosProtozoários
Protozoários
Jemile Bahiana
 

Mais procurados (20)

Reino animal
Reino animalReino animal
Reino animal
 
Protozoários e protozooses
Protozoários e protozoosesProtozoários e protozooses
Protozoários e protozooses
 
Protozooses
ProtozoosesProtozooses
Protozooses
 
Reino protoctista
Reino protoctistaReino protoctista
Reino protoctista
 
7 ano Fungos
7 ano Fungos7 ano Fungos
7 ano Fungos
 
Vírus
VírusVírus
Vírus
 
Evolução das plantas
Evolução das plantasEvolução das plantas
Evolução das plantas
 
Slides fungos
Slides  fungosSlides  fungos
Slides fungos
 
Moluscos - Biologia
Moluscos - BiologiaMoluscos - Biologia
Moluscos - Biologia
 
OS EQUINODERMOS
OS EQUINODERMOSOS EQUINODERMOS
OS EQUINODERMOS
 
Fungos - 7º ano - aula 1
Fungos - 7º ano - aula 1Fungos - 7º ano - aula 1
Fungos - 7º ano - aula 1
 
Bactérias 7º Ano
Bactérias 7º Ano Bactérias 7º Ano
Bactérias 7º Ano
 
Reino protista algas
Reino protista algasReino protista algas
Reino protista algas
 
III.2 Platelmintos e Nematelmintos
III.2 Platelmintos e NematelmintosIII.2 Platelmintos e Nematelmintos
III.2 Platelmintos e Nematelmintos
 
7º ano cap 5 vírus
7º ano cap 5   vírus7º ano cap 5   vírus
7º ano cap 5 vírus
 
Classificação dos Seres Vivos
Classificação dos Seres VivosClassificação dos Seres Vivos
Classificação dos Seres Vivos
 
Aula completa reino protista
Aula completa reino protistaAula completa reino protista
Aula completa reino protista
 
Bacterias e as doenças causadas por elas
Bacterias e as doenças causadas por elasBacterias e as doenças causadas por elas
Bacterias e as doenças causadas por elas
 
Moluscos
MoluscosMoluscos
Moluscos
 
Protozoários
ProtozoáriosProtozoários
Protozoários
 

Destaque

Reino Protista
Reino ProtistaReino Protista
Reino Protista
tiago.ufc
 
Ciclo haplodiplobionte
Ciclo haplodiplobionteCiclo haplodiplobionte
Ciclo haplodiplobionte
BiologiaTerceiro
 
Aula 2º AM/2ºAV - Reino Protista
Aula 2º AM/2ºAV - Reino ProtistaAula 2º AM/2ºAV - Reino Protista
Aula 2º AM/2ºAV - Reino Protista
Prof.PS CEET
 
Bases da reprodução
Bases da reproduçãoBases da reprodução
Bases da reprodução
letyap
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
Joyce Micielle
 
Os microorganismos
Os microorganismosOs microorganismos
Os microorganismos
SESI 422 - Americana
 
Apresentação slides andréa (Cruz Vermelha)
Apresentação slides andréa (Cruz Vermelha)Apresentação slides andréa (Cruz Vermelha)
Apresentação slides andréa (Cruz Vermelha)
Andréa Rodrigues
 
Parasitismo
ParasitismoParasitismo
Parasitismo
Nelson Bidarra
 
parasitoses
parasitosesparasitoses
parasitoses
Tedson Murillo
 
platelmintes parasitas
platelmintes parasitasplatelmintes parasitas
platelmintes parasitas
Rodrigo
 
Fungos
FungosFungos
Ciliados
CiliadosCiliados
Aula 2º EJA.
Aula 2º EJA.Aula 2º EJA.
Parasitismo
ParasitismoParasitismo
Parasitismo
claufil
 
Aula n° 1
Aula n° 1  Aula n° 1
Aula n° 1
Gildo Crispim
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
Gabriel Lopes (Guma)
 
Parasitologia clínica
Parasitologia clínicaParasitologia clínica
Parasitologia clínica
Tamiris Ferrarezi
 
Aula 1 conceitos gerais e interação parasito-hospedeiro (2)
Aula 1   conceitos gerais e interação parasito-hospedeiro (2)Aula 1   conceitos gerais e interação parasito-hospedeiro (2)
Aula 1 conceitos gerais e interação parasito-hospedeiro (2)
ApolloeGau SilvaeAlmeida
 
Ectoparasitas
EctoparasitasEctoparasitas
Ectoparasitas
ericmarins
 
Parasitoses humanas rodrigo
Parasitoses humanas rodrigoParasitoses humanas rodrigo
Parasitoses humanas rodrigo
rnogueira
 

Destaque (20)

Reino Protista
Reino ProtistaReino Protista
Reino Protista
 
Ciclo haplodiplobionte
Ciclo haplodiplobionteCiclo haplodiplobionte
Ciclo haplodiplobionte
 
Aula 2º AM/2ºAV - Reino Protista
Aula 2º AM/2ºAV - Reino ProtistaAula 2º AM/2ºAV - Reino Protista
Aula 2º AM/2ºAV - Reino Protista
 
Bases da reprodução
Bases da reproduçãoBases da reprodução
Bases da reprodução
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
 
Os microorganismos
Os microorganismosOs microorganismos
Os microorganismos
 
Apresentação slides andréa (Cruz Vermelha)
Apresentação slides andréa (Cruz Vermelha)Apresentação slides andréa (Cruz Vermelha)
Apresentação slides andréa (Cruz Vermelha)
 
Parasitismo
ParasitismoParasitismo
Parasitismo
 
parasitoses
parasitosesparasitoses
parasitoses
 
platelmintes parasitas
platelmintes parasitasplatelmintes parasitas
platelmintes parasitas
 
Fungos
FungosFungos
Fungos
 
Ciliados
CiliadosCiliados
Ciliados
 
Aula 2º EJA.
Aula 2º EJA.Aula 2º EJA.
Aula 2º EJA.
 
Parasitismo
ParasitismoParasitismo
Parasitismo
 
Aula n° 1
Aula n° 1  Aula n° 1
Aula n° 1
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
 
Parasitologia clínica
Parasitologia clínicaParasitologia clínica
Parasitologia clínica
 
Aula 1 conceitos gerais e interação parasito-hospedeiro (2)
Aula 1   conceitos gerais e interação parasito-hospedeiro (2)Aula 1   conceitos gerais e interação parasito-hospedeiro (2)
Aula 1 conceitos gerais e interação parasito-hospedeiro (2)
 
Ectoparasitas
EctoparasitasEctoparasitas
Ectoparasitas
 
Parasitoses humanas rodrigo
Parasitoses humanas rodrigoParasitoses humanas rodrigo
Parasitoses humanas rodrigo
 

Semelhante a Reino protista

7º ano cap 7 reino protoctistas
7º ano cap 7  reino protoctistas7º ano cap 7  reino protoctistas
7º ano cap 7 reino protoctistas
ISJ
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
professorbevilacqua
 
1ª protozoarios
 1ª protozoarios 1ª protozoarios
1ª protozoarios
Ana Paula A. Piacentini
 
Relação parasito hospedeiro apresentação(1)
Relação parasito hospedeiro apresentação(1)Relação parasito hospedeiro apresentação(1)
Relação parasito hospedeiro apresentação(1)
Lucia Tavares
 
Correção do estudo dirigido protozoários
Correção do estudo dirigido protozoáriosCorreção do estudo dirigido protozoários
Correção do estudo dirigido protozoários
Raquel Freiry
 
Protozooses
ProtozoosesProtozooses
Protozooses
Bianca Borges
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
Juliana Lima
 
Doenças transmitidas por mosquitos
Doenças transmitidas por mosquitosDoenças transmitidas por mosquitos
Doenças transmitidas por mosquitos
Universidade Federal da Fronteira Sul
 
Amebíase
AmebíaseAmebíase
Amebíase
crishmuler
 
AMEBIASE E GIARDIASE (AULA 1).ppt
AMEBIASE E GIARDIASE (AULA 1).pptAMEBIASE E GIARDIASE (AULA 1).ppt
AMEBIASE E GIARDIASE (AULA 1).ppt
dirleyvalderez1
 
Aula n° 2
Aula n° 2  Aula n° 2
Aula n° 2
Gildo Crispim
 
Enterobacteriaceae e vibrionaceae
Enterobacteriaceae e vibrionaceaeEnterobacteriaceae e vibrionaceae
Enterobacteriaceae e vibrionaceae
Danillo Paulo da Silva
 
Biologia: Bactérias
Biologia: BactériasBiologia: Bactérias
Biologia: Bactérias
Estude Mais
 
Reino monera, protista
Reino monera, protistaReino monera, protista
Reino monera, protista
Fatima Comiotto
 
AULA 02 BACTERIOLOGIA. (1).pptx
AULA 02 BACTERIOLOGIA. (1).pptxAULA 02 BACTERIOLOGIA. (1).pptx
AULA 02 BACTERIOLOGIA. (1).pptx
IsabellaMacedo19
 
Protozoários
ProtozoáriosProtozoários
Protozoários
Marcos Albuquerque
 
Protozoários
ProtozoáriosProtozoários
Protozoários
Marcos Albuquerque
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
ProfDeboraCursinho
 
Filo platyhelminthes e Nematoda
Filo platyhelminthes e NematodaFilo platyhelminthes e Nematoda
Filo platyhelminthes e Nematoda
Gabriel Lopes (Guma)
 
Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas
Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas
Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas
Lúhh Sousa
 

Semelhante a Reino protista (20)

7º ano cap 7 reino protoctistas
7º ano cap 7  reino protoctistas7º ano cap 7  reino protoctistas
7º ano cap 7 reino protoctistas
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
 
1ª protozoarios
 1ª protozoarios 1ª protozoarios
1ª protozoarios
 
Relação parasito hospedeiro apresentação(1)
Relação parasito hospedeiro apresentação(1)Relação parasito hospedeiro apresentação(1)
Relação parasito hospedeiro apresentação(1)
 
Correção do estudo dirigido protozoários
Correção do estudo dirigido protozoáriosCorreção do estudo dirigido protozoários
Correção do estudo dirigido protozoários
 
Protozooses
ProtozoosesProtozooses
Protozooses
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
 
Doenças transmitidas por mosquitos
Doenças transmitidas por mosquitosDoenças transmitidas por mosquitos
Doenças transmitidas por mosquitos
 
Amebíase
AmebíaseAmebíase
Amebíase
 
AMEBIASE E GIARDIASE (AULA 1).ppt
AMEBIASE E GIARDIASE (AULA 1).pptAMEBIASE E GIARDIASE (AULA 1).ppt
AMEBIASE E GIARDIASE (AULA 1).ppt
 
Aula n° 2
Aula n° 2  Aula n° 2
Aula n° 2
 
Enterobacteriaceae e vibrionaceae
Enterobacteriaceae e vibrionaceaeEnterobacteriaceae e vibrionaceae
Enterobacteriaceae e vibrionaceae
 
Biologia: Bactérias
Biologia: BactériasBiologia: Bactérias
Biologia: Bactérias
 
Reino monera, protista
Reino monera, protistaReino monera, protista
Reino monera, protista
 
AULA 02 BACTERIOLOGIA. (1).pptx
AULA 02 BACTERIOLOGIA. (1).pptxAULA 02 BACTERIOLOGIA. (1).pptx
AULA 02 BACTERIOLOGIA. (1).pptx
 
Protozoários
ProtozoáriosProtozoários
Protozoários
 
Protozoários
ProtozoáriosProtozoários
Protozoários
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
 
Filo platyhelminthes e Nematoda
Filo platyhelminthes e NematodaFilo platyhelminthes e Nematoda
Filo platyhelminthes e Nematoda
 
Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas
Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas
Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas
 

Mais de ISJ

Jogos lavras
Jogos lavrasJogos lavras
Jogos lavras
ISJ
 
Convite
ConviteConvite
Convite
ISJ
 
Convite
ConviteConvite
Convite
ISJ
 
Convite
ConviteConvite
Convite
ISJ
 
7º ano cap 23 mamíferos
7º ano cap 23  mamíferos7º ano cap 23  mamíferos
7º ano cap 23 mamíferos
ISJ
 
7º ano cap 22 as aves
7º ano cap 22 as aves7º ano cap 22 as aves
7º ano cap 22 as aves
ISJ
 
Will e going to 1º ano -4º bimestre
Will e going to   1º ano -4º bimestreWill e going to   1º ano -4º bimestre
Will e going to 1º ano -4º bimestre
ISJ
 
Relative pronouns 8ª série - 4º bimestre
Relative pronouns   8ª série - 4º bimestreRelative pronouns   8ª série - 4º bimestre
Relative pronouns 8ª série - 4º bimestre
ISJ
 
8ª série make -let - be allowed
8ª série   make -let - be allowed8ª série   make -let - be allowed
8ª série make -let - be allowed
ISJ
 
4º bimestre 3º ano had better
4º bimestre   3º ano had better4º bimestre   3º ano had better
4º bimestre 3º ano had better
ISJ
 
7º ano cap 17 artrópodes
7º ano cap 17  artrópodes7º ano cap 17  artrópodes
7º ano cap 17 artrópodes
ISJ
 
7º ano cap 16 moluscos
7º ano cap 16   moluscos7º ano cap 16   moluscos
7º ano cap 16 moluscos
ISJ
 
7º ano cap 16 anelideos
7º ano cap 16   anelideos7º ano cap 16   anelideos
7º ano cap 16 anelideos
ISJ
 
7º ano cap 18 equinodermos
7º ano  cap 18 equinodermos7º ano  cap 18 equinodermos
7º ano cap 18 equinodermos
ISJ
 
Relative pronouns 3º ano - 3º bimestre
Relative pronouns   3º ano - 3º bimestreRelative pronouns   3º ano - 3º bimestre
Relative pronouns 3º ano - 3º bimestre
ISJ
 
7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos
7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos
7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos
ISJ
 
7º ano cap 14 porferos e celenterados
7º ano cap 14 porferos e celenterados7º ano cap 14 porferos e celenterados
7º ano cap 14 porferos e celenterados
ISJ
 
7º ano cap 14 cnidários 2012
7º ano  cap 14 cnidários 20127º ano  cap 14 cnidários 2012
7º ano cap 14 cnidários 2012
ISJ
 
6º ano cap 15 a água e o tratamento da água
6º ano cap 15 a água e o tratamento da água6º ano cap 15 a água e o tratamento da água
6º ano cap 15 a água e o tratamento da água
ISJ
 
6º ano cap 14 a água uma subst especial
6º ano cap 14 a água uma subst especial6º ano cap 14 a água uma subst especial
6º ano cap 14 a água uma subst especial
ISJ
 

Mais de ISJ (20)

Jogos lavras
Jogos lavrasJogos lavras
Jogos lavras
 
Convite
ConviteConvite
Convite
 
Convite
ConviteConvite
Convite
 
Convite
ConviteConvite
Convite
 
7º ano cap 23 mamíferos
7º ano cap 23  mamíferos7º ano cap 23  mamíferos
7º ano cap 23 mamíferos
 
7º ano cap 22 as aves
7º ano cap 22 as aves7º ano cap 22 as aves
7º ano cap 22 as aves
 
Will e going to 1º ano -4º bimestre
Will e going to   1º ano -4º bimestreWill e going to   1º ano -4º bimestre
Will e going to 1º ano -4º bimestre
 
Relative pronouns 8ª série - 4º bimestre
Relative pronouns   8ª série - 4º bimestreRelative pronouns   8ª série - 4º bimestre
Relative pronouns 8ª série - 4º bimestre
 
8ª série make -let - be allowed
8ª série   make -let - be allowed8ª série   make -let - be allowed
8ª série make -let - be allowed
 
4º bimestre 3º ano had better
4º bimestre   3º ano had better4º bimestre   3º ano had better
4º bimestre 3º ano had better
 
7º ano cap 17 artrópodes
7º ano cap 17  artrópodes7º ano cap 17  artrópodes
7º ano cap 17 artrópodes
 
7º ano cap 16 moluscos
7º ano cap 16   moluscos7º ano cap 16   moluscos
7º ano cap 16 moluscos
 
7º ano cap 16 anelideos
7º ano cap 16   anelideos7º ano cap 16   anelideos
7º ano cap 16 anelideos
 
7º ano cap 18 equinodermos
7º ano  cap 18 equinodermos7º ano  cap 18 equinodermos
7º ano cap 18 equinodermos
 
Relative pronouns 3º ano - 3º bimestre
Relative pronouns   3º ano - 3º bimestreRelative pronouns   3º ano - 3º bimestre
Relative pronouns 3º ano - 3º bimestre
 
7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos
7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos
7º ano cap 15 platelmintos e nematelmintos
 
7º ano cap 14 porferos e celenterados
7º ano cap 14 porferos e celenterados7º ano cap 14 porferos e celenterados
7º ano cap 14 porferos e celenterados
 
7º ano cap 14 cnidários 2012
7º ano  cap 14 cnidários 20127º ano  cap 14 cnidários 2012
7º ano cap 14 cnidários 2012
 
6º ano cap 15 a água e o tratamento da água
6º ano cap 15 a água e o tratamento da água6º ano cap 15 a água e o tratamento da água
6º ano cap 15 a água e o tratamento da água
 
6º ano cap 14 a água uma subst especial
6º ano cap 14 a água uma subst especial6º ano cap 14 a água uma subst especial
6º ano cap 14 a água uma subst especial
 

Reino protista

  • 2. CARACTERÍSTICAS GERAIS: *organismos unicelulares *eucariontes. * Heterótrofos,autotróficos, digestão intracelular Vida livre ou parasitas (patogênicos).
  • 3. REPRESENTANTES • Protozoários como ameba, paramécio, giardia. certas algas unicelulares - como euglenofitas, pirrofítas e crisofitas.
  • 4. As algas Protistas Podem ser Unicelulares. •Habitam mares, lagos, rios, ambientes úmidos •Base da cadeia alimentar •Formam o fitoplâncton •Reposição do O2 na atmosfera •Podem viver isoladas ou coloniais
  • 5. A super população de dionoflagelados provoca o fenômeno das “marés vermelhas”. Nessa circunstância, a grande quantidade de substâncias tóxicas eliminados na água por esses protistas provoca a mortandade de peixes, crustáceos, tartarugas, focas e etc Maré vermelha
  • 6.
  • 7.
  • 8. Importantes para industria: abrasivos em creme dentais, polidores especiais, catalisadores, antibióticos, isolantes térmicos e etc. Filo Chrysophyta (diatomáceas)
  • 9.
  • 10.
  • 11. Classificação dos protozoários • Os protozoários podem ser fixos ou se deslocar através de cílios, flagelos ou pseudópodes. De acordo com o tipo e a presença ou não dessas organelas locomotoras, os protozoários classificam-se em: • rizópodes ou sarcodíneos - locomovem-se através de pseudópodes. • flagelados ou mastigóforos - locomovem-se através de flagelos. • ciliados - locomovem-se através de cílios; • esporozoários - desprovidos de organelas locomotoras.
  • 12. Classificação dos protozoários Sarcodíneos ou Rizópodos Locomoção por pseudópodos. Nutrição por fagocitose. Digestão intracelular. Vida livre (aquáticos) ou parasitas. Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis para controle osmótico. Reprodução assexuada por divisão binária. Nome genérico  Amebas. Ex.: Amoeba proteus (vida livre) e Entamoeba histolytica (parasita).
  • 13.
  • 15. Flagelados ou mastigóforos • Locomoção por flagelos. • Mutualísticos ou parasitas. • Digestão intracelular. • Reprodução assexuada por divisão binária. • Ex.: Trichonymphas sp. (mutualístico), Trypanosoma cruzi (parasita), Giardia lambia (parasita), Leishmania brasiliensis (parasita
  • 18. CILIADOS Nutrição pelo sulco oral. Digestão intracelular. Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis. Vida livre, mutualísticos ou parasitas. Reprodução assexuada por divisão binária e sexuada por conjugação. Locomoção por cilios. Ex.: Paramaecium spp (vida livre), Balantidium coli (parasita). São os protistas mais complexos.
  • 20. ESPOROZOÁRIOS No grupo dos esporozoários encontram-se os protistas que não têm qualquer tipo de sistema de locomoção. Todos eles são parasitas obrigatórios. Os mais comuns são do gênero Plasmodium, que causam a Malária, e do gênero Toxoplasma, que causam a toxoplasmose.
  • 22. REPRODUÇÃO • ASSEXUADA por divisão binária e • Ocorre por exemplo em amebas e no tripanossomo. • SEXUADA por conjugação que ocorre no paramécio.
  • 24. DOENÇAS CAUSADAS POR PROTOZOÁRIOS • DOENÇA DE CHAGAS • Descobridor: o médico brasileiro Dr. Carlos Justiniano Ribeiro das Chagas. Definição: E uma doença transmissível, causado por um parasito do gênero Trypanosoma e transmitida principalmente através do "barbeiro". É conhecido também por: chupança. • Agente causador: É um protozoário denominado Trypanosoma cruzi. No homem e nos animais, vive no sangue e nas fibras musculares, especialmente as cardíacas e digestivas: no inseto transmissor, vive no tubo digestivo.
  • 25. DOENÇA DE CHAGAS • Transmissor: O "barbeiro", é um inseto que se alimenta exclusivamente de vertebrados, sendo chamados hematófagos. A principal espécie propagadora da Doença de Chagas no Estado de São Paulo, foi o Triatoma infestans, hoje eliminado do nosso meio.. Geralmente, abrigam-se em locais muito próximo à fonte de alimento e podem ser encontrados na mata. Nas casas escondem-se nas frestas, buracos das paredes, nas camas, colchões e baús.
  • 26.
  • 27.
  • 29. SINTOMAS DA DOENÇA DE CHAGAS • Na fase aguda, ocorrem febre moderada, hepatomegalia discreta (grande fígado), inflamação dos gânglios linfáticos, miocardia aguda, meningoencefalite (dores na meninges), etc. É comum a diminuição dos sintomas. As crianças apresentam uma maior taxa de letalidade variando de 2% a 7%. Na fase crônica, ocorre o comprometimento do coração e do sistema digestivo. A duração depende de vários fatores, desde idade e estado nutricional do paciente até os intrínsecos dos parasitas. Os sintomas mais importantes são a cadiomegalia (coração grande), o megaesôfago (esôfago grande) e o megacólon (cólon grande).
  • 30.
  • 31. Sintomas da Doença de Chagas
  • 32. PROFILAXIA Baseia-se principalmente em medidas de controle ao "barbeiro", impedindo a sua proliferação nas moradias e em seus arredores. Além de medidas específicas (inquéritos sorológicos, entomológicos e desinsetização), as atividades de educação em saúde, devem estar inseridas em todas as ações de controle, bem como, as medidas a serem tomadas pela população local, tais como: - melhorar habitação, através de reboco e tamponamento de rachaduras e frestas;
  • 33. -usar telagem em portas e janelas; - impedir a permanência de animais, como cão, o gato, macaco e outros no interior da casa; - evitar montes de lenhas, telhas ou outros entulhos no interior e arredores da casa; - construir galinheiro, paiol, tulha, chiqueiro, depósito afastados das casas e mantê-los limpos; - retirar ninhos de pássaros dos beirais das casas; - manter limpeza periódica nas casas e em seus arredores;
  • 34. -difundir junto aos amigos, parentes, vizinhos, os conhecimentos básicos sobre a doença, vetor e sobre as medidas preventivas; - encaminhar os insetos suspeitos de serem "barbeiros", para o serviço de saúde mais próximo.
  • 35. AMEBÍASE • Agente causador: E.Histolytica • Hospedeiro definitivo: homem • Local do parasitismo: intestino grosso. Podem, também, ser afetados o fígado, os pulmões e o cérebro
  • 36. Ciclo: Ameba • Uma pessoa vai a um restaurante e ingere um alface mal-lavado e contaminado com cistos (formas de resistência) de amebas. Tal cisto chega ao intestino do hospedeiro e se abre, liberando jovens amebas. Elas invadem a parede do intestino e começam a se alimentar de células e sangue. Além disso, elas começam a se multiplicar e inflamar a parede do intestino. Com o tempo, tal inflamação se rompe, liberando sangue junto com novas amebas.
  • 37. Sintomas: amebíase • O período de incubação é de 2 a 4 semanas. A disenteria amebiana aguda manifesta-se com quadro disentérico agudo, cólicas abdominais, náuseas, vômitos, emagrecimento e fadiga muscular.
  • 38. Profilaxia e tratamento: amebíase • manter sanitários limpos; *lavar as mãos antes das refeições e após a defecação; *tratar os doentes e portadores assintomáticos; *não usar excrementos, como fertilizantes; *combater as moscas e baratas.
  • 39. Giardíase • Parasita à Giardia lamblia • Hospedeiro definitivo: homem • Local do parasitismo: intestino delgado
  • 40. • A infecção ocorre pela ingestão de cistos em água ou alimentos contaminados.No ambiente podem sobreviver meses na água fria. •
  • 42.
  • 43. Sintomas • A giardíase se manifesta por azia e náusea que diminuem de intensidade quando ocorre ingestão de alimentos, ocorrem cólicas seguidas de diarréia, perda de apetite, irritabilidade. Raramente observa-se muco ou sangue nas fezes do indivíduo com giardíase que no entanto possuem odor fétido, são do tipo explosiva e acompanhadas de gases.
  • 44. Profilaxia • Basicamente, para se evitar a giardíase deve-se tomar as mesmas medidas profiláticas usadas contra a amebíase, já que as formas de contaminação são praticamente as mesmas. Portanto deve-se: Só ingerir alimentos bem lavados e/ou cozidos; Lavar as mãos antes das refeições e após o uso de sanitários; Construção de fossas e redes de esgotos; Só beber água filtrada e/ou fervida; Tratar as pessoas doentes.
  • 45. Malária • Causadores: P. vivax, P. malariae, P. falciparum, P. ovale. • Hospedeiro definitivo: mosquitos do gênero Anopheles. Só as fêmeas sugam sangue humano e podem atuar como transmissoras dos parasitas.O sangue humano contém nutrientes essenciais para a maturação e desenvolvimento dos ovos desses insetos. • Hospedeiro intermediário: homem • Locais do parasitismo: glóbulos vermelhos do sangue, células hepáticas, corpo do mosquito.
  • 46. SINTOMAS: Malária • Período de incubação - 7 a 21 dias • Calafrio, calor e suor • Febre • Mal estar • Cefaléia • Vômito • Diarréia • Hipoglicemia • Insuficiência renal • Convulsão
  • 47.
  • 48. Profilaxia • Detecção e tratamento precoce dos infectados • Medidas de proteção individual e coletiva • Telagem de janelas e portas • Inseticidas de ação residual • Impregnação de mosquiteiros com inseticida • Desenvolvimento de novos fármacos • Treinamento de Recursos Humanos • Estruturação do sistema de saúde • Desenvolvimento de Vacina
  • 49. TRICOMONÍASE • Causador: Trichomonas vaginalis • Transmissão: É considerada doença sexualmente transmissível, embora raramente, possa ser transmitida por vias não sexuais, como por exemplo, objetos contaminados (toalhas, vasos sanitários de locais públicos etc.) • Sintomas No homem, a sintomatologia é mais discreta: corrimento uretral, geralmente pela manhã, antes da primeira micção, bem como irritação da uretra. Na mulher, corrimento abundante, amarelo ou amarelo-esverdeado, bolhoso, com mau cheiro característico; prurido e/ou irritação vulvar; ocasionalmente dor pélvica;. Pode permanecer assintomática no homem e, na mulher, principalmente após a menopausa.
  • 50. TRICOMONÍASE • Profilaxia e tratamento • É recomendável o uso de preservativo durante o ato sexual, uso individual de roupas íntimas, tratamento de indivíduos portadores, esterilização dos aparelhos ginecológicos, higiene em relação aos sanitários públicos, etc. O tratamento é feito com uso de nitroimidazóis, em administração oral e vaginal. Em todos os casos em que se positiva o diagnóstico da infecção na mulher, deve-se estender também o tratamento ao seu marido ou companheiro, já que, sem tal cuidado, poderá surgir uma nova contaminação da mulher e perpetuação do quadro clínico apresentado.
  • 51. LEISHMANIOSE • Causador: Leishmania brasiliensis • Hospedeiro definitivo: homem • Hospedeiro intermediário: inseto conhecido como mosquito- palha ou birigüi. • Ciclo: os parasitas se reproduzem no corpo do inseto e são inoculados durante a picada. Os ferimentos provocados pela picada ulceram e neles os parasitas se multiplicam. Novas picadas espalham as leishmânias de pessoa a pessoa.
  • 52.
  • 53.
  • 54. Prevenção: Lesihmaniose • Medidas clínicas, diagnóstico precoce e tratamento. Toda a pessoa que apresentar ferida de difícil cicatrização deverá procurar a Unidade Básica de Saúde, para a realização do exame específico e tratamento. • Medidas de proteção individual, são meios mecânicos através do uso de mosquiteiros simples, telas finas em portas e janelas , evitar a frequência na mata, principalmente no horário noturno, a partir das 20:00 horas (crepúsculo) sem o uso de roupas adequadas,boné, camisas de manga comprida, calças compridas e botas além do uso de repelentes. • Manter limpo terrenos baldios que possa servir como criadouros de insetos transmissores.