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Programa Estadual de Prevenção de
  Desastres Naturais e Redução de Riscos
               Geológicos



                                                          Maria José Brollo
                                              Instituto Geológico – SMA/SP



Reunião do CEANTEC - São Paulo, 25.set.2012
SUMÁRIO

1- Contextualização
2- O que é o PDN
3- Cenário Atual
4 – Plano e Trabalho de Curto e Médio Prazo (2012-2020)
Perigos Geológicos no Estado de São
                         Erosão Continental
                                                  Paulo
  Colapso/
subsidência
                                           Escorregamentos




              Inundações
                                            Erosão Costeira
Acidentes e Desastres   Escorregamentos




                                  Mauá, jan/2011
Acidentes e Desastres   Escorregamentos




                          São José dos Campos, jan/2011
Acidentes e Desastres   Escorregamentos




                               Cunha, jan/2010
Acidentes e Desastres   Queda de blocos rochosos




                                  Santos, 12 abril 2011
Acidentes e Desastres       Inundação e enchente




                        São Luiz de Paraitinga, jan.2010
Acidentes e Desastres   Erosão/ solapamento de
                                 margem de rio




                          Ribeira de Iguape, 2005
Acidentes e Desastres                                          Erosão




                        Processo erosivo em área rural - Descalvado (acervo IG)
Acidentes e Desastres                   Erosão Costeira




                        Santos, 2005   Caraguatatuba, 2010
Acidentes e Desastres   Colapso e Subsidências de solo




    Cajamar, 1986
Acidentes e Desastres Colapso e Subsidências de solo
 Acidentes e Desastres




Santos




                                          Ubatuba, 2002
Distribuição de Acidentes no Estado de São Paulo –
                        Operação Verão (2000-2010)




   ONDE ESTÃO OS PROBLEMAS?

QUAL É A DIMENSÃO DOS PROBLEMAS?
Distribuição de Acidentes no Estado de São Paulo –
                                      Operação Verão (2000-2010)




    2569 acidentes          316 óbitos          municípios atingidos
- 52% inundações        - 36% inundações    - 235 por inundações (36%)
- 19% escorregamentos   - 42% escorregam.   - 122 por escorregam. (19%)
- 1% erosão             - 22% outros
- 28% outros
Atendimentos
 emergenciais da
 Operação Verão
   relacionados a
escorregamentos
    (2000 a 2010)
Atendimentos
emergenciais da
Operação Verão
 relacionados a
    inundações
  (2000 a 2010)
Atendimentos
 emergenciais da
 Operação Verão
    e número de
pessoas afetadas
   (2000 a 2010)
Atendimentos
emergenciais da
Operação Verão
   e número de
         óbitos
  (2000 a 2010)
Verão 2009-2010
                valores acima do padrão




Mortes   Desastres    Afetados
Operação Verão 2009/2010 (58
                                                   Atendimentos)
Dezembro/2009 – 11 atendimentos (Santa Branca, São Luiz do Paraitinga,
Mauá, Ubatuba, Bofete, Taboão da Serra, Ribeirão Pires, Vargem Grande do
Sul, Santo Antonio do Pinhal, São Sebastião e Guaratinguetá);
Janeiro/2010 – 21 atendimentos (Franco da Rocha, Cunha (2), Guaratinguetá
(2), Guararema, Cunha, São Luiz do Paraitinga (2), Bananal, Ribeirão Grande,
Santa Branca, Santo André, Mairiporã, Ubatuba, Ribeirão Pires, Carapicuíba,
Suzano, São Sebastião, Atibaia e São Bernardo do Campo);
Fevereiro/2010 – 09 atendimentos (Cajati, Miracatu, Pedro de Toledo,
Guapiara, Apiaí, Mogi das Cruzes, Ilhabela, Aparecida e Praia Grande);
 Março/2010 – 10 atendimentos (Avaré, Poá, Águas de Lindóia, Areias, São
José do Barreiro, São Bernardo do Campo, Mauá, Atibaia, Guaratinguetá e São
Sebastião);
Abril/2010 – 07 atendimentos (Santa Branca, Praia Grande, Cubatão, São
Vicente, Mirassol, Ribeirão Pires e Ubatuba).


      207 áreas vistoriadas              20 atendimentos extra-plano
Questão Governamental                                         Fevereiro 2010
                                           demanda Governador para Casa Militar e
                   Cel.!                   Instituto Geológico:
 Quantas áreas de riscos
   nós temos no estado
                                           - informações sobre: número,
         de São Paulo??                    gravidade e localização de áreas de risco
                                           no Estado de São Paulo;

               Temos que mapear
                                           - como mapear todas os municípios.
              todos os municípios.
                Já mapeamos 49,
                 com o IG e o IPT.       Diretor, estou aqui
                                       com o Governador...                     IG + IPT +
                                     Ele quer mapear todos                     Empresas?
                                      os Municípios em um                 645 municípios...
       O que precisamos                 ano? O que precisa?                   Impossível !
 para mapear as áreas de
        risco de todos os
            municípios??
                                                     Vamos apresentar
                                                   uma proposta com
                                                   priorização de áreas
                                                         Em três meses!
Julho de 2010 – Instituto Geológico e
       Coordenadoria Estadual de Defesa Civil –
       Proposta de Programa Estadual de
       Prevenção de Desastres e Redução de
       Riscos Geológicos

Outubro de 2011 – Decreto Estadual - Programa
     Estadual de Prevenção de Desastres e
     Redução de Riscos Geológicos (PDN)
O que é o PDN ?

A Programa quede desastres no Estado de São Paulo
  prevenção objetiva integrar as ações de Estado
deve ser tratada de forma ampla e articulada,
  voltadas para evitar acidentes e desastres associados à
  ocorrência de fenômenos naturais, induzidos ou não
                         visando
  pelas atividades humanas.

  Aplica-se à articulação de Políticas Setoriais,
              - reduzir as vulnerabilidades,
  relacionadas ao tema, permitindo a operacionalização
                  - minimizar as perdas e
  deampliar a capacidade de enfrentamentocom
   - Política Pública Específica, com amparo legal, e das
  situações de emergência e os riscos existentes.
  o estabelecimento de plano de metas e ações.
Porque o PDN ?


Capacidade de   Desastres e
Enfrentamento    Acidentes
Porque o PDN ?


Capacidade de             Desastres e
Enfrentamento              Acidentes


                        Ampliação das Áreas
        PDN                  de Risco

                        Aumento de Perdas e
  Políticas Publicas
                             Danos

Capacidade Técnica e     Intensificação de
 Base Institucional      Eventos Extremos

Recursos Econômicos e     Diversidade de
    Tecnológicos        Processos Perigosos
Diretrizes do PDN

             Monitoramento, Sistemas de Alerta,
             PPDC, Ações de Defesa Civil

                  Gerenciar as áreas de
                   risco já existentes

     Evitar o
                                       Eliminar / Mitigar
 aparecimento de
                                       os riscos existentes
  áreas de risco

ZEE, Plano Diretor - Cartas       - Urbanização, implantação de
Geológico-Geotécnicas, de         infraestrutura, obras de
Suscetibilidade, de Perigos,      estabilização, realocação.
Geoambientais.                    - Informação e Capacitação
PDN - Objetivos
                       Conhecer o problema e avaliar seu
                       controle e evolução


Capacitar e treinar               Diagnóstico
agentes e técnicos, e
disseminar informação
               Capacitação,                       Planejamento e   Evitar que o
              Treinamento e                        Ordenamento     problema
              Disseminação                          Territorial    apareça ou
                                                                   aumente




                         Redução,
Promover medidas                           Monitoramento e
                        Mitigação e          Fiscalização    Evitar que as áreas
corretivas para
                        Erradicação                          de risco se ampliem
eliminar as
                                                             e que ocorram
situações de risco e
                                                             acidentes, e
reduzir as perdas
                                                             minimizar danos
Política Pública de Prevenção de Desastres
                                                com ações articuladas entre os órgãos estaduais



Diagnóstico das
 situações de
     risco



- levantamento sistemático com informações sobre a situação dos perigos e dos riscos
de escorregamentos, inundações, erosão e colapso de solo, que permitiria a
       - - identificação de áreas prioritárias para o mapeamento de risco,
       - - subsidiando a formulação de planos de ação para os mapeamentos
Política Pública de Prevenção de Desastres
                                                  com ações articuladas entre os órgãos estaduais



                        Ordenamento
Diagnóstico das
                         territorial e
 situações de
                        planejamento
     risco
                          ambiental


- levantamento sistemático com informações sobre a situação dos perigos e dos riscos
de escorregamentos, inundações, erosão e colapso de solo, que permitiria a
       - - identificação de áreas prioritárias para o mapeamento de risco,
       - - subsidiando a formulação de planos de ação para os mapeamentos
       Inserção da questão de prevenção de desastres em estratégias mais amplas de
       planejamento de uso e ocupação do solo
Política Pública de Prevenção de Desastres
                                                com ações articuladas entre os órgãos estaduais


                                              Monitoramento
                        Ordenamento
Diagnóstico das                              de áreas de risco
                         territorial e
 situações de                                   e em áreas
                        planejamento
     risco                                   sujeitas a perigos
                          ambiental
                                                geológicos


- levantamento sistemático com informações sobre a situação dos perigos e dos riscos
de escorregamentos, inundações, erosão e colapso de solo, que permitiria a
       - - identificação de áreas prioritárias para o mapeamento de risco,
       - - subsidiando a formulação de planos de ação para os mapeamentos
       Inserção da questão de prevenção de desastres em estratégias mais amplas de
       planejamento de uso e ocupação do solo

              evitar que as áreas de risco se ampliem e que ocorram acidentes danosos
Política Pública de Prevenção de Desastres
                                                com ações articuladas entre os órgãos estaduais


                                              Monitoramento
                        Ordenamento                                   Intervenção,
Diagnóstico das                              de áreas de risco                              Informação,
                         territorial e                                 mitigação e
 situações de                                   e em áreas                                 capacitação e
                        planejamento                                 erradicação de
     risco                                   sujeitas a perigos                            treinamento
                          ambiental                                       riscos
                                                geológicos


- levantamento sistemático com informações sobre a situação dos perigos e dos riscos
de escorregamentos, inundações, erosão e colapso de solo, que permitiria a
       - - identificação de áreas prioritárias para o mapeamento de risco,
       - - subsidiando a formulação de planos de ação para os mapeamentos
       Inserção da questão de prevenção de desastres em estratégias mais amplas de
       planejamento de uso e ocupação do solo

              evitar que as áreas de risco se ampliem e que ocorram acidentes danosos
                   sistematização de ações institucionais e procedimentos operacionais em consonância
                   com políticas em andamento no âmbito dos poderes públicos

                          de equipes municipais, corpo técnico, agentes de defesa civil e demais atores
                          envolvidos no gerenciamento e monitoramento de riscos, bem como conscientização da
                          população para a prevenção e o enfrentamento de situações de risco
PDN - Estrutura

Comitê
Deliberativo



Grupo de
Articulação
de Ações
Executivas


Secretaria
Executiva
PDN - Estrutura
Componentes          Secretários de Estado
Comitê
Deliberativo   Casa Militar
                                    Casa Civil
                    (Coordenação)

               Agricultura e        Desenv. Econômico,
Grupo de       Abastecimento        Ciência e Tecnologia
Articulação
de Ações       Desenvolvimento
                                    Habitação
               Metropolitano
Executivas
                                    Planejamento e
               Meio Ambiente
                                    Desenv. Regional
Secretaria
Executiva      Saneamento e
                                    Segurança Pública
               Recursos Hídricos
PDN - Estrutura
Atribuições
Comitê         I - apreciar propostas e deliberar sobre ações e
Deliberativo      metas do PDN elaboradas pelo GAAE e, em
                   caráter excepcional, pelo próprio Comitê

                 II - apreciar propostas e deliberar sobre a
Grupo de       captação, alocação, distribuição e aplicação de
                        recursos relacionados ao PDN
Articulação
de Ações
                  III - estabelecer diretrizes e realizar o
Executivas     acompanhamento das metas e ações do PDN


Secretaria     IV - delegar representações no âmbito do PDN
Executiva
                     V - aprovar seu Regimento Interno
PDN - Estrutura
Componentes
Comitê
Deliberativo



Grupo de
Articulação
de Ações
Executivas


Secretaria
Executiva
PDN - Estrutura
Componentes
Comitê
Deliberativo



Grupo de
Articulação
de Ações
Executivas


Secretaria
Executiva
PDN - Estrutura

Atribuições
               I – elaborar, em 60 dias, Plano de Trabalho com
Comitê
                 ações de curto e médio prazos, com projeção
Deliberativo   até 2020. Deve haver indicação de responsáveis
                             e recursos necessários

Grupo de         II – atualizar e submeter Plano de Trabalho,
Articulação          semestralmente, indicando o plano de
de Ações            distribuição e de aplicação de recursos
Executivas                         financeiros

Secretaria      III – apresentar relatório semestral das ações
Executiva            executadas, cumprimento de metas e
                diagnóstico atualizado das situações de risco

                    IV - elaborar seu Regimento Interno
PDN – Plano de Trabalho
 de Curto e Médio Prazo
            (2012-2020)




Elaborado pelo GAAE
– 17 reuniões do grupo e de
subgrupos (dez.2011 a
jul.2012)
PDN – Plano de Trabalho
 de Curto e Médio Prazo
            (2012-2020)


Cenário atual:
- desastres e riscos;
- instrumentos de gestão de
riscos implantados
Principais instrumentos de gestão de
                              risco já implantados no Estado
1) Planos Preventivos de Defesa      6) Programa Estratégico Serra do
   Civil (129 municípios)               Mar.
2) Mapeamentos de Áreas de Risco 7) Política Nacional de Proteção e
   (78 municípios)                  Defesa Civil - Lei Federal nº
3) Planos Mun. de Redução de Risco  12.608, de 10 de abril de 2012
   - PMRR (16 municípios);           8) Monitoramento pluviométrico e
4) ZEE - 3 três UGRHIs: Litoral         fluviométrico (250 postos, 4 salas
   Norte, Baixada Santista, Paraíba     de situação)
   do Sul                            9) Programas da Secretaria da
5) Cartografia geotécnica para o        Habitação para áreas de risco
   planejamento e gestão do uso e       (2012-2015: previsão de oferta de
   ocupação do solo (151 relatórios,    mais de 70 mil atendimentos)
   abrangendo 70 municípios)
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            - 129 municípios monitorados
            - 75 não tem mapeamento de
                            áreas de risco
Mapeamentos de Áreas de Risco (78 municípios)
Monitoramento pluviométrico e fluviométrico)
                              (250 postos, 4 salas
                                     de situação)
Rede telemétrica do DAEE
PDN – Plano de Trabalho
 de Curto e Médio Prazo
            (2012-2020)
Plano de Ação -
identificação de 122 ações
estratégicas:
- ações em andamento : 73
    ações (60% do total)
- curto prazo – 2012-2013 :
    18 ações (15% do total)
- médio prazo - 2014-2020 :
    31 ações (35% do total
- ações em andamento : 73 ações (60%
do total)
- ações de curto prazo – 2012-2013 : 18
ações (15% do total)
RECURSOS         2012                       R$ 1.000.000,00
NECESSÁRIOS      2013                       R$ 24.043.000,00
RECURSOS JÁ      R$ 10.720.000,00 (CEDEC, DAEE, IG, CPLA, IPT/PATEM)
RESERVADOS       R$ 347.500.000,00 (DAEE - Obras)
TOTAL PREVISTO                   R$ 383.263.000,00
- ações de médio prazo - 2014-2020 : 31
ações (35% do total)
- Produtos estratégicos (curto e médio
                                                 prazo)
1. PLANO DIRETOR DE INTEGRAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE
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ESTADO DE SÃO PAULO (pelo menos 100 municípios, já
hierarquizados)
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ESTADO DE SÃO PAULO (pelo menos 100 municípios, já
hierarquizados)

3. PLANO DE AMPLIAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DOS PLANOS
PREVENTIVOS E DE CONTINGÊNCIA, DO MONITORAMENTO E DA
RESPOSTA A EMERGÊNCIAS
CENÁRIOS POSSÍVEIS – caso o plano de trabalho
                             não seja colocado em prática

• perdas nos indicadores de resultados na gestão de
  desastres, embora existam 73 ações em andamento
  em 2012 pelos diversos setores do Estado, a maioria
  não concatenada;
• possibilidade de o Estado ser atingido por desastre, a
  exemplo do ocorrido recentemente em Santa
  Catarina e Rio de Janeiro, que, com a atual e limitada
  capacidade de resposta, poderá implicar em
  inúmeras mortes e danos sociais e econômicos;
• ampliação da ocupação em áreas inadequadas e com
  perigo geológico, resultando no aumento do nº de
  áreas de risco.
ATUAL ESTÁGIO DE TRABALHO

• Em fase de marcar reunião do Comitê Deliberativo
  para aprovação do Plano de Trabalho
• Negociando orçamento
• Retomando atividades do GAAE para detalhamento
  de produtos estratégicos, para formulação de plano
  de acompanhamento de indicadores
O bem estar das futuras gerações dependem das nossas escolhas!

         Obrigada pela atenção!!

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Programa Estadual de Prevenção de Desastres Naturais e Redução de Riscos Geológicos - Reunião do CEANTEC - São Paulo, 25 de setembro de 2012

  • 1. Programa Estadual de Prevenção de Desastres Naturais e Redução de Riscos Geológicos Maria José Brollo Instituto Geológico – SMA/SP Reunião do CEANTEC - São Paulo, 25.set.2012
  • 2. SUMÁRIO 1- Contextualização 2- O que é o PDN 3- Cenário Atual 4 – Plano e Trabalho de Curto e Médio Prazo (2012-2020)
  • 3. Perigos Geológicos no Estado de São Erosão Continental Paulo Colapso/ subsidência Escorregamentos Inundações Erosão Costeira
  • 4. Acidentes e Desastres Escorregamentos Mauá, jan/2011
  • 5. Acidentes e Desastres Escorregamentos São José dos Campos, jan/2011
  • 6. Acidentes e Desastres Escorregamentos Cunha, jan/2010
  • 7. Acidentes e Desastres Queda de blocos rochosos Santos, 12 abril 2011
  • 8. Acidentes e Desastres Inundação e enchente São Luiz de Paraitinga, jan.2010
  • 9. Acidentes e Desastres Erosão/ solapamento de margem de rio Ribeira de Iguape, 2005
  • 10. Acidentes e Desastres Erosão Processo erosivo em área rural - Descalvado (acervo IG)
  • 11. Acidentes e Desastres Erosão Costeira Santos, 2005 Caraguatatuba, 2010
  • 12. Acidentes e Desastres Colapso e Subsidências de solo Cajamar, 1986
  • 13. Acidentes e Desastres Colapso e Subsidências de solo Acidentes e Desastres Santos Ubatuba, 2002
  • 14. Distribuição de Acidentes no Estado de São Paulo – Operação Verão (2000-2010) ONDE ESTÃO OS PROBLEMAS? QUAL É A DIMENSÃO DOS PROBLEMAS?
  • 15. Distribuição de Acidentes no Estado de São Paulo – Operação Verão (2000-2010) 2569 acidentes 316 óbitos municípios atingidos - 52% inundações - 36% inundações - 235 por inundações (36%) - 19% escorregamentos - 42% escorregam. - 122 por escorregam. (19%) - 1% erosão - 22% outros - 28% outros
  • 16. Atendimentos emergenciais da Operação Verão relacionados a escorregamentos (2000 a 2010)
  • 17. Atendimentos emergenciais da Operação Verão relacionados a inundações (2000 a 2010)
  • 18. Atendimentos emergenciais da Operação Verão e número de pessoas afetadas (2000 a 2010)
  • 19. Atendimentos emergenciais da Operação Verão e número de óbitos (2000 a 2010)
  • 20. Verão 2009-2010 valores acima do padrão Mortes Desastres Afetados
  • 21. Operação Verão 2009/2010 (58 Atendimentos) Dezembro/2009 – 11 atendimentos (Santa Branca, São Luiz do Paraitinga, Mauá, Ubatuba, Bofete, Taboão da Serra, Ribeirão Pires, Vargem Grande do Sul, Santo Antonio do Pinhal, São Sebastião e Guaratinguetá); Janeiro/2010 – 21 atendimentos (Franco da Rocha, Cunha (2), Guaratinguetá (2), Guararema, Cunha, São Luiz do Paraitinga (2), Bananal, Ribeirão Grande, Santa Branca, Santo André, Mairiporã, Ubatuba, Ribeirão Pires, Carapicuíba, Suzano, São Sebastião, Atibaia e São Bernardo do Campo); Fevereiro/2010 – 09 atendimentos (Cajati, Miracatu, Pedro de Toledo, Guapiara, Apiaí, Mogi das Cruzes, Ilhabela, Aparecida e Praia Grande);  Março/2010 – 10 atendimentos (Avaré, Poá, Águas de Lindóia, Areias, São José do Barreiro, São Bernardo do Campo, Mauá, Atibaia, Guaratinguetá e São Sebastião); Abril/2010 – 07 atendimentos (Santa Branca, Praia Grande, Cubatão, São Vicente, Mirassol, Ribeirão Pires e Ubatuba). 207 áreas vistoriadas 20 atendimentos extra-plano
  • 22. Questão Governamental Fevereiro 2010 demanda Governador para Casa Militar e Cel.! Instituto Geológico: Quantas áreas de riscos nós temos no estado - informações sobre: número, de São Paulo?? gravidade e localização de áreas de risco no Estado de São Paulo; Temos que mapear - como mapear todas os municípios. todos os municípios. Já mapeamos 49, com o IG e o IPT. Diretor, estou aqui com o Governador... IG + IPT + Ele quer mapear todos Empresas? os Municípios em um 645 municípios... O que precisamos ano? O que precisa? Impossível ! para mapear as áreas de risco de todos os municípios?? Vamos apresentar uma proposta com priorização de áreas Em três meses!
  • 23. Julho de 2010 – Instituto Geológico e Coordenadoria Estadual de Defesa Civil – Proposta de Programa Estadual de Prevenção de Desastres e Redução de Riscos Geológicos Outubro de 2011 – Decreto Estadual - Programa Estadual de Prevenção de Desastres e Redução de Riscos Geológicos (PDN)
  • 24.
  • 25. O que é o PDN ? A Programa quede desastres no Estado de São Paulo prevenção objetiva integrar as ações de Estado deve ser tratada de forma ampla e articulada, voltadas para evitar acidentes e desastres associados à ocorrência de fenômenos naturais, induzidos ou não visando pelas atividades humanas. Aplica-se à articulação de Políticas Setoriais, - reduzir as vulnerabilidades, relacionadas ao tema, permitindo a operacionalização - minimizar as perdas e deampliar a capacidade de enfrentamentocom - Política Pública Específica, com amparo legal, e das situações de emergência e os riscos existentes. o estabelecimento de plano de metas e ações.
  • 26. Porque o PDN ? Capacidade de Desastres e Enfrentamento Acidentes
  • 27. Porque o PDN ? Capacidade de Desastres e Enfrentamento Acidentes Ampliação das Áreas PDN de Risco Aumento de Perdas e Políticas Publicas Danos Capacidade Técnica e Intensificação de Base Institucional Eventos Extremos Recursos Econômicos e Diversidade de Tecnológicos Processos Perigosos
  • 28. Diretrizes do PDN Monitoramento, Sistemas de Alerta, PPDC, Ações de Defesa Civil Gerenciar as áreas de risco já existentes Evitar o Eliminar / Mitigar aparecimento de os riscos existentes áreas de risco ZEE, Plano Diretor - Cartas - Urbanização, implantação de Geológico-Geotécnicas, de infraestrutura, obras de Suscetibilidade, de Perigos, estabilização, realocação. Geoambientais. - Informação e Capacitação
  • 29. PDN - Objetivos Conhecer o problema e avaliar seu controle e evolução Capacitar e treinar Diagnóstico agentes e técnicos, e disseminar informação Capacitação, Planejamento e Evitar que o Treinamento e Ordenamento problema Disseminação Territorial apareça ou aumente Redução, Promover medidas Monitoramento e Mitigação e Fiscalização Evitar que as áreas corretivas para Erradicação de risco se ampliem eliminar as e que ocorram situações de risco e acidentes, e reduzir as perdas minimizar danos
  • 30. Política Pública de Prevenção de Desastres com ações articuladas entre os órgãos estaduais Diagnóstico das situações de risco - levantamento sistemático com informações sobre a situação dos perigos e dos riscos de escorregamentos, inundações, erosão e colapso de solo, que permitiria a - - identificação de áreas prioritárias para o mapeamento de risco, - - subsidiando a formulação de planos de ação para os mapeamentos
  • 31. Política Pública de Prevenção de Desastres com ações articuladas entre os órgãos estaduais Ordenamento Diagnóstico das territorial e situações de planejamento risco ambiental - levantamento sistemático com informações sobre a situação dos perigos e dos riscos de escorregamentos, inundações, erosão e colapso de solo, que permitiria a - - identificação de áreas prioritárias para o mapeamento de risco, - - subsidiando a formulação de planos de ação para os mapeamentos Inserção da questão de prevenção de desastres em estratégias mais amplas de planejamento de uso e ocupação do solo
  • 32. Política Pública de Prevenção de Desastres com ações articuladas entre os órgãos estaduais Monitoramento Ordenamento Diagnóstico das de áreas de risco territorial e situações de e em áreas planejamento risco sujeitas a perigos ambiental geológicos - levantamento sistemático com informações sobre a situação dos perigos e dos riscos de escorregamentos, inundações, erosão e colapso de solo, que permitiria a - - identificação de áreas prioritárias para o mapeamento de risco, - - subsidiando a formulação de planos de ação para os mapeamentos Inserção da questão de prevenção de desastres em estratégias mais amplas de planejamento de uso e ocupação do solo evitar que as áreas de risco se ampliem e que ocorram acidentes danosos
  • 33. Política Pública de Prevenção de Desastres com ações articuladas entre os órgãos estaduais Monitoramento Ordenamento Intervenção, Diagnóstico das de áreas de risco Informação, territorial e mitigação e situações de e em áreas capacitação e planejamento erradicação de risco sujeitas a perigos treinamento ambiental riscos geológicos - levantamento sistemático com informações sobre a situação dos perigos e dos riscos de escorregamentos, inundações, erosão e colapso de solo, que permitiria a - - identificação de áreas prioritárias para o mapeamento de risco, - - subsidiando a formulação de planos de ação para os mapeamentos Inserção da questão de prevenção de desastres em estratégias mais amplas de planejamento de uso e ocupação do solo evitar que as áreas de risco se ampliem e que ocorram acidentes danosos sistematização de ações institucionais e procedimentos operacionais em consonância com políticas em andamento no âmbito dos poderes públicos de equipes municipais, corpo técnico, agentes de defesa civil e demais atores envolvidos no gerenciamento e monitoramento de riscos, bem como conscientização da população para a prevenção e o enfrentamento de situações de risco
  • 34. PDN - Estrutura Comitê Deliberativo Grupo de Articulação de Ações Executivas Secretaria Executiva
  • 35. PDN - Estrutura Componentes Secretários de Estado Comitê Deliberativo Casa Militar Casa Civil (Coordenação) Agricultura e Desenv. Econômico, Grupo de Abastecimento Ciência e Tecnologia Articulação de Ações Desenvolvimento Habitação Metropolitano Executivas Planejamento e Meio Ambiente Desenv. Regional Secretaria Executiva Saneamento e Segurança Pública Recursos Hídricos
  • 36. PDN - Estrutura Atribuições Comitê I - apreciar propostas e deliberar sobre ações e Deliberativo metas do PDN elaboradas pelo GAAE e, em caráter excepcional, pelo próprio Comitê II - apreciar propostas e deliberar sobre a Grupo de captação, alocação, distribuição e aplicação de recursos relacionados ao PDN Articulação de Ações III - estabelecer diretrizes e realizar o Executivas acompanhamento das metas e ações do PDN Secretaria IV - delegar representações no âmbito do PDN Executiva V - aprovar seu Regimento Interno
  • 37. PDN - Estrutura Componentes Comitê Deliberativo Grupo de Articulação de Ações Executivas Secretaria Executiva
  • 38. PDN - Estrutura Componentes Comitê Deliberativo Grupo de Articulação de Ações Executivas Secretaria Executiva
  • 39. PDN - Estrutura Atribuições I – elaborar, em 60 dias, Plano de Trabalho com Comitê ações de curto e médio prazos, com projeção Deliberativo até 2020. Deve haver indicação de responsáveis e recursos necessários Grupo de II – atualizar e submeter Plano de Trabalho, Articulação semestralmente, indicando o plano de de Ações distribuição e de aplicação de recursos Executivas financeiros Secretaria III – apresentar relatório semestral das ações Executiva executadas, cumprimento de metas e diagnóstico atualizado das situações de risco IV - elaborar seu Regimento Interno
  • 40. PDN – Plano de Trabalho de Curto e Médio Prazo (2012-2020) Elaborado pelo GAAE – 17 reuniões do grupo e de subgrupos (dez.2011 a jul.2012)
  • 41. PDN – Plano de Trabalho de Curto e Médio Prazo (2012-2020) Cenário atual: - desastres e riscos; - instrumentos de gestão de riscos implantados
  • 42. Principais instrumentos de gestão de risco já implantados no Estado 1) Planos Preventivos de Defesa 6) Programa Estratégico Serra do Civil (129 municípios) Mar. 2) Mapeamentos de Áreas de Risco 7) Política Nacional de Proteção e (78 municípios) Defesa Civil - Lei Federal nº 3) Planos Mun. de Redução de Risco 12.608, de 10 de abril de 2012 - PMRR (16 municípios); 8) Monitoramento pluviométrico e 4) ZEE - 3 três UGRHIs: Litoral fluviométrico (250 postos, 4 salas Norte, Baixada Santista, Paraíba de situação) do Sul 9) Programas da Secretaria da 5) Cartografia geotécnica para o Habitação para áreas de risco planejamento e gestão do uso e (2012-2015: previsão de oferta de ocupação do solo (151 relatórios, mais de 70 mil atendimentos) abrangendo 70 municípios)
  • 43. Planos Preventivos (129 municípios) - 129 municípios monitorados - 75 não tem mapeamento de áreas de risco
  • 44. Mapeamentos de Áreas de Risco (78 municípios)
  • 45. Monitoramento pluviométrico e fluviométrico) (250 postos, 4 salas de situação)
  • 47. PDN – Plano de Trabalho de Curto e Médio Prazo (2012-2020) Plano de Ação - identificação de 122 ações estratégicas: - ações em andamento : 73 ações (60% do total) - curto prazo – 2012-2013 : 18 ações (15% do total) - médio prazo - 2014-2020 : 31 ações (35% do total
  • 48. - ações em andamento : 73 ações (60% do total)
  • 49. - ações de curto prazo – 2012-2013 : 18 ações (15% do total)
  • 50. RECURSOS 2012 R$ 1.000.000,00 NECESSÁRIOS 2013 R$ 24.043.000,00 RECURSOS JÁ R$ 10.720.000,00 (CEDEC, DAEE, IG, CPLA, IPT/PATEM) RESERVADOS R$ 347.500.000,00 (DAEE - Obras) TOTAL PREVISTO R$ 383.263.000,00
  • 51. - ações de médio prazo - 2014-2020 : 31 ações (35% do total)
  • 52. - Produtos estratégicos (curto e médio prazo) 1. PLANO DIRETOR DE INTEGRAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE ÁREAS DE RISCO E IMPLANTAÇÃO DE GEOPORTAL DE RISCOS 2. PLANO DE AVALIAÇÃO E MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO NO ESTADO DE SÃO PAULO (pelo menos 100 municípios, já hierarquizados)
  • 53. - Produtos estratégicos (curto e médio prazo) 1. PLANO DIRETOR DE INTEGRAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE ÁREAS DE RISCO E IMPLANTAÇÃO DE GEOPORTAL DE RISCOS 2. PLANO DE AVALIAÇÃO E MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO NO ESTADO DE SÃO PAULO (pelo menos 100 municípios, já hierarquizados) 3. PLANO DE AMPLIAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DOS PLANOS PREVENTIVOS E DE CONTINGÊNCIA, DO MONITORAMENTO E DA RESPOSTA A EMERGÊNCIAS
  • 54. CENÁRIOS POSSÍVEIS – caso o plano de trabalho não seja colocado em prática • perdas nos indicadores de resultados na gestão de desastres, embora existam 73 ações em andamento em 2012 pelos diversos setores do Estado, a maioria não concatenada; • possibilidade de o Estado ser atingido por desastre, a exemplo do ocorrido recentemente em Santa Catarina e Rio de Janeiro, que, com a atual e limitada capacidade de resposta, poderá implicar em inúmeras mortes e danos sociais e econômicos; • ampliação da ocupação em áreas inadequadas e com perigo geológico, resultando no aumento do nº de áreas de risco.
  • 55. ATUAL ESTÁGIO DE TRABALHO • Em fase de marcar reunião do Comitê Deliberativo para aprovação do Plano de Trabalho • Negociando orçamento • Retomando atividades do GAAE para detalhamento de produtos estratégicos, para formulação de plano de acompanhamento de indicadores
  • 56. O bem estar das futuras gerações dependem das nossas escolhas! Obrigada pela atenção!! http://www.igeologico.sp.gov.br