“Preconceito Linguístico”
Marco Bagno
O que aborda o livro de Marcos Bagno?
• O livro de Marcos Bagno aborda as diversas
mudanças da educação e suas consequências
em relação a variedade linguística.
Que mudanças são abordadas?
• Duas dificuldades :
• O autor aborda a insatisfação sobre a variação
linguística, e mostra a heterogeneidade da
língua.
• Conta o autor, que até 1960 as escolas eram
poucas, quem as frequentavam eram pessoas
de classe média e alta.
• A partir daí começou a “democratização” do
ensino brasileiro.
O que ocorreu?
• Aumento de habitantes nas cidades e o
aumento de alunos nas salas de aula, assim
houve um desmoronamento no ensino, pois
com muitos alunos e poucos professores
qualificados.....
• Isso acarretou sérias consequências.
O que ressalta Marcos Bagno?
• Que antigamente o ensino era melhor, já que
eram poucos e selecionados os
frequentadores de escolas.
O que Bagno nos diz a respeito dos dias atuais?
• Hoje o ensino perdeu seu valor, professores
não estão sendo valorizados, salários baixos,
materiais fracos, ambientes das escolas não
são dos melhores.
• Houve democratização.
• Bagno, explica o porquê do tema do livro.
• O contexto histórico retratado argumenta que antes da
“democratização”
• Quem frequentava as escolas eram filhos de pessoas falantes
da variedade linguística urbana.
• Depois, com a demanda de rurais entre outros para as cidades
grandes, acabou mudando.
• Os professores não estavam preparados para essas mudanças.
Quais foram os resultados?
• Houve muitos professores desqualificados, ou
seja de formação fraca, com isso muitas
construções gramaticais consideradas
“erradas” começaram a fazer parte da sala de
aula.
Qual é o objetivo do livro?
• O livro tem como objetivo encontrar respostas
de como lidar com a variação linguística,
principalmente em sala de aula.
O que diz no segundo capitulo?
• No segundo capítulo do livro é conceituada a expressão
variação linguística e também a língua padrão.
• A língua padrão é heterogênea , variável, em que está em
constante mudança.
• o autor Marcos Bagno, mostra exemplos como: “as águas de
um rio, que nunca para de correr e de se agitar, que sobem e
descem conforme o regime das chuvas, sujeitas a se precipitar
por cachoeiras, a se estreitar entre as montanhas e a se
alargar pelas planícies”, isso é a língua .
Mas o que é mesmo essa variação linguística?
• A variação é a mudança linguística é o que são o “estado
natural das línguas”.
• Variação linguística não é um problema.
• A língua e a sociedade estão entrelaçadas.
• A língua padrão influência a variação linguística e vice-versa.
• Daí veio a necessidade de conhecer o fenômeno da variação
linguísticas e de suas relações com ensino na escola e com a
vida social mais ampla.
O que detalha?
• Detalha e conceitua cada variedade da língua;
variação fonético-fonológica, variação
semântica, variação lexical, e variação
estilístico-pragmática.
• Referências bibliográficas:
• BAGNO, Marcos. Preconceito Linguístico. O que é, e
como se faz. São Paulo: edições Layola. 1999.

Preconceito linguístico

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    O que abordao livro de Marcos Bagno? • O livro de Marcos Bagno aborda as diversas mudanças da educação e suas consequências em relação a variedade linguística.
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    Que mudanças sãoabordadas? • Duas dificuldades : • O autor aborda a insatisfação sobre a variação linguística, e mostra a heterogeneidade da língua. • Conta o autor, que até 1960 as escolas eram poucas, quem as frequentavam eram pessoas de classe média e alta. • A partir daí começou a “democratização” do ensino brasileiro.
  • 4.
    O que ocorreu? •Aumento de habitantes nas cidades e o aumento de alunos nas salas de aula, assim houve um desmoronamento no ensino, pois com muitos alunos e poucos professores qualificados..... • Isso acarretou sérias consequências.
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    O que ressaltaMarcos Bagno? • Que antigamente o ensino era melhor, já que eram poucos e selecionados os frequentadores de escolas.
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    O que Bagnonos diz a respeito dos dias atuais? • Hoje o ensino perdeu seu valor, professores não estão sendo valorizados, salários baixos, materiais fracos, ambientes das escolas não são dos melhores. • Houve democratização.
  • 7.
    • Bagno, explicao porquê do tema do livro. • O contexto histórico retratado argumenta que antes da “democratização” • Quem frequentava as escolas eram filhos de pessoas falantes da variedade linguística urbana. • Depois, com a demanda de rurais entre outros para as cidades grandes, acabou mudando. • Os professores não estavam preparados para essas mudanças.
  • 8.
    Quais foram osresultados? • Houve muitos professores desqualificados, ou seja de formação fraca, com isso muitas construções gramaticais consideradas “erradas” começaram a fazer parte da sala de aula.
  • 9.
    Qual é oobjetivo do livro? • O livro tem como objetivo encontrar respostas de como lidar com a variação linguística, principalmente em sala de aula.
  • 10.
    O que dizno segundo capitulo? • No segundo capítulo do livro é conceituada a expressão variação linguística e também a língua padrão. • A língua padrão é heterogênea , variável, em que está em constante mudança. • o autor Marcos Bagno, mostra exemplos como: “as águas de um rio, que nunca para de correr e de se agitar, que sobem e descem conforme o regime das chuvas, sujeitas a se precipitar por cachoeiras, a se estreitar entre as montanhas e a se alargar pelas planícies”, isso é a língua .
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    Mas o queé mesmo essa variação linguística? • A variação é a mudança linguística é o que são o “estado natural das línguas”. • Variação linguística não é um problema. • A língua e a sociedade estão entrelaçadas. • A língua padrão influência a variação linguística e vice-versa. • Daí veio a necessidade de conhecer o fenômeno da variação linguísticas e de suas relações com ensino na escola e com a vida social mais ampla.
  • 12.
    O que detalha? •Detalha e conceitua cada variedade da língua; variação fonético-fonológica, variação semântica, variação lexical, e variação estilístico-pragmática.
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    • Referências bibliográficas: •BAGNO, Marcos. Preconceito Linguístico. O que é, e como se faz. São Paulo: edições Layola. 1999.