SEMINARIO SAUDE DA MULHER
PIESC III
Alunos:
 Auro Eduardo A. Gonçalves
 Hugo Henrique R. de Almeida
 Jordian Jorge Pinheiro
 Lais Anita da Rocha Lima
 Lidiany Oxenford da Silva
 Marcos Venancio A. Ferreira
 Mariana Souza Santana
 Mateus Kist Ibiapino
 Tassila Oliveira Nery de Freitas
Professora:
 Sheylla Portela
PIESC N. Senhora da Vitoria I
ASSISTÊNCIA PRÉ NATAL DE BAIXO RISCO 2
PRÉ NATAL DE BAIXO RISCO
“A Assistência Pré-Natal visa assegurar que
cada gestação culmine no parto de um recém-
nascido saudável, sem prejuízos à saúde da
mãe”.
4
AÇÕES DA EQUIPE DE SAÚDE
 Preenchimento da ficha de cadastramento da gestante no
SisPreNatal ou diretamente no sistema para os serviços de
saúde informatizados;
 Preenchimento do Cartão da Gestante e da Ficha Clínica de
Pré-Natal: identificação e demais dados da anamnese e
exame físico; número do Cartão Nacional de Saúde; hospital
de referência para o parto;
 Verificação da situação vacinal e orientação sobre a sua
atualização, se necessário;
5
AÇÕES DA EQUIPE DE SAÚDE
 Solicitação dos exames de rotina e realização dos testes
rápidos;
 Orientação sobre as consultas subsequentes, as visitas
domiciliares e as atividades educativas;
 Os fatores de risco deverão ser identificados em destaque no
Cartão da Gestante, e reavaliados a cada consulta.
6
PRIMEIRO CONTATO
No primeiro contato com o profissional, a gestante busca:
 Confirmar sua gravidez;
 Amparar suas dúvidas e ansiedades;
 Certificar-se de que tem bom corpo para gestar;
 Certificar-se de que o bebê está bem;
 Apoiar-se para seguir nessa “aventura”.
7
ANAMNESE
8
ANAMNESE
Na primeira consulta, deve-se pesquisar:
 Aspectos socioepidemiológicos
 Os antecedentes familiares
 Antecedentes pessoais gerais
 Ginecológicos
 Obstétricos
 Situação da gravidez atual
9
ANAMNESE
10
ANAMNESE
11
NÃO PODE FALTAR
1) Data precisa da última menstruação;
2) Regularidade dos ciclos;
3) Uso de anticoncepcionais;
4) Paridade;
5) Intercorrências clínicas, obstétricas e cirúrgicas; ;
6) Detalhes de gestações prévias;
7) Uso de medicações;
12
8. Hospitalizações anteriores;
9. História prévia de doença sexualmente transmissível
10. Exposição ambiental ou ocupacional de risco;
11. Reações alérgicas;
12. História pessoal ou familiar de doenças
hereditárias/malformações;
13. Gemelaridade anterior;
13
NÃO PODE FALTAR
14. Fatores socioeconômicos;
15. Atividade sexual;
16. Uso de tabaco, álcool ou outras drogas lícitas ou ilícitas;
17. História infecciosa prévia;
18. Vacinações prévias;
19. História de violências
14
NÃO PODE FALTAR
OUTROS ASPECTOS DA
ANAMNESE
 Pesquisar sintomas relacionados à gravidez:
 Náuseas
 Vômitos
 Dor abdominal
 Constipação
 Cefaleia
 Síncope
 Sangramento ou corrimento vaginal
 Disúria, polaciúria
 Edemas
 É importante sanar dúvidas e minimizar a ansiedade do
casal.
15
EXAME FISICO DA GESTANTE
16
 Inspeção da pele e das mucosas;
 Sinais vitais: aferição do pulso, frequência cardíaca, frequência
respiratória, temperatura axilar;
 Palpação da tireoide , região cervical, supraclavicular e axilar (pesquisa
de nódulos ou outras anormalidades);
 Ausculta cardiopulmonar;
 Exame do abdome;
 Exame dos membros inferiores;
 Determinação do peso;
 Determinação da altura;
 Cálculo do IMC;
 Avaliação do estado nutricional e do ganho de peso gestacional;
 Medida da pressão arterial;
 Pesquisa de edema (membros, face, região sacra, tronco).
EXAME FÍSICO GERAL
17
EXAME GINECO-OBSTÉTRICO
 Palpação obstétrica;
 Medida e avaliação da altura uterina;
 Ausculta dos batimentos cardiofetais;
 Registro dos movimentos fetais;
 Teste de estímulo sonoro simplificado (Tess);
 Exame clínico das mamas;
 Exame ginecológico (inspeção dos genitais externos, exame especular,
coleta de material para exame colpocitopatológico, toque vaginal).
18
CÁLCULO DA IDADE GESTACIONAL
 Quando a data da última menstruação (DUM) é conhecida e
certa:
 Uso do calendário: some o número de dias do intervalo entre a DUM e a
data da consulta, dividindo o total por sete (resultado em semanas);
 Gestograma: coloque a seta sobre o dia e o mês correspondentes ao
primeiro dia e mês do último ciclo menstrual e observe o número de
semanas indicado no dia e mês da consulta atual.
19
20
CÁLCULO DA IDADE GESTACIONAL
 Quando a data da última menstruação é desconhecida, mas se
conhece o período do mês em que ela ocorreu:
 Considere como data da última menstruação os dias 5, 15 e 25.
 Quando a data e o período da última menstruação são
desconhecidos:
 Medida da altura do fundo do útero + pelo toque vaginal + início dos movimentos
fetais (18 e 20 semanas).
21
CÁLCULO DA IDADE GESTACIONAL
22
Bates, 8
 280 dias ou 40 semanas;
 Gestograma: coloque a seta sobre o dia e o mês
correspondentes ao primeiro dia e mês da última
menstruação e observe a seta na data (dia e mês) indicada
como data provável do parto.
23
CÁLCULO DA DATA PROVAVEL DO
PARTO
 Regra de Naegele: somar sete dias ao primeiro dia da última
menstruação e subtrair três meses ao mês em que ocorreu a
última menstruação (ou adicionar nove meses, se
corresponder aos meses de janeiro a março).
24
CÁLCULO DA DATA PROVAVEL DO
PARTO
AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL
 Cálculo da semana gestacional;
 Peso;
 Altura;
 IMC.
25
26 Fonte: (ATALAH et al., 1997, p. 1429-
1436).
27
AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL
 Baixo peso (BP): investigue história alimentar, hiperêmese, infecções,
parasitoses, anemias e doenças debilitantes. Dê a orientação nutricional* e
remarque a consulta em intervalo menor do que o fixado no calendário
habitual;
 Adequado (A): siga o calendário habitual. Dê-lhe orientação nutricional,
visando à manutenção do peso adequado e à promoção de hábitos
alimentares saudáveis;
 Sobrepeso e obesidade (S e O): investigue obesidade pré-gestacional,
casos de edema, polidrâmnio, macrossomia e gravidez múltipla. Dê
28
29
Estimativa
do ganho
de peso
ESTIMATIVA DO GANHO DE PESO
30
31
Orientação
alimentar
ORIENTAÇÃO ALIMENTAR
 Três refeições e dois lanches;
 Dois litros de água entre as refeições;
 Não pular refeições e evitar “Beliscar”;
 Uma colher de óleo vegetal;
 Utilizar temperos naturais;
 Evitar café e achocolatados;
 Evitar excesso de sal, gordura e doces;
 Ferro e vitamina C.
32
 6 porções de cereais e tubérculos;
 3 porções de legumes e verduras;
 3 porções de frutas;
 3 porções de leite e derivados;
 1 porção de carnes, aves, peixes ou ovos;
 Feijão e arroz pelo menos 5 vezes por semana.
33
ORIENTAÇÃO ALIMENTAR
34
Controle
da
Pressão
Arterial
CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL
 Hipertensão arterial na gestação:
 A observação de níveis tensionais absolutos iguais ou maiores do que
140mmHg de pressão sistólica e iguais ou maiores do que 90mmHg de
pressão diastólica, mantidos em medidas repetidas, em condições
ideais, em pelo menos três ocasiões.
35
CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL
Classificação da HAS na gestação:
 Pré-eclâmpsia: HAS + proteinúria após a 20ª semana;
 Eclâmpsia: pré-eclâmpsia + convulsões;
 Pré-eclâmpsia superposta à HAS crônica: pré-eclâmpsia +
trombocitopenia ou anormalidades da função;
 Hipertensão arterial sistêmica crônica: HAS antes da gestação,
no período que precede à 20ª semana de gravidez ou além de 12
semanas após o parto;
 Hipertensão gestacional: HAS após a 20ª semana, sem proteinúria.
36
 Níveis de PA desconhecidos antes da gestação e valores da pressão
< 140/90mmHg:
 Diminua a ingestão de sal;
 Aumente a ingestão hídrica;
 Pratique atividade física.
 Níveis de PA conhecidos e normais antes da gestação e aumento da
PA, mantendo nível < 140/90mmHg::
 Medidas anteriores;
 Agendamento de controle mais próximo.
37
CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL
 Níveis de PA conhecidos ou desconhecidos antes da
gestação, valores da PA > 140/90mmHg e < 160/110, sem
sintomas e sem ganho ponderal maior do que 500g semanais:
 Possível erro no cálculo de IG;
 Proteinúria;
 Ultrassonografia;
 Retorno em 15 dias ou encaminhamento..
38
CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL
 Valores de PA > 140/90mmHg e
 Proteinúria positiva e/ou
 Sintomas clínicos ou paciente assintomática, porém com
níveis de PA > 160/110mmHg: ou
 Paciente com hipertensão arterial crônica, moderada ou
grave, ou em uso de medicação anti-hipertensiva:
Pré natal de alto risco
39
CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL
VERIFICAÇÃO DA PRESENÇA DE EDEMA
40
VERIFICAÇÃO DA PRESENÇA DE EDEMA
41
42
VERIFICAÇÃO DA PRESENÇA DE EDEMA
43
VERIFICAÇÃO DA PRESENÇA DE EDEMA
44
VERIFICAÇÃO DA PRESENÇA DE EDEMA
EXAMES COMPLEMENTARES
45
EXAMES COMPLEMENTARES
46
 1º trimestre (1ª à 13ª semana)
 2º trimestre (14ª à 27ª semana)
 3º trimestre ( ≥ 28ª semana)
PRIMEIRO TRIMESTRE
47
HEMOGRAMA
48
49
HEMOGRAMA
HEMOGRAMA
50
TIPAGEM SANGUINEA E FATOR
Rh51
52
TIPAGEM SANGUINEA E FATOR
Rh
COOMBS INDIRETO
53
 Se for Rh -
54
TIPAGEM SANGUINEA E FATOR
Rh
GLICEMIA DE JEJUM
55
GLICEMIA DE JEJUM
56
TESTE RAPIDO PARA SIFILIS (Triagem)
57
 É um teste imunocromatográfico, treponêmico, de uso único
para detecção de anticorpos específicos para Treponema
pallidum
VDRL/RPR (SIFILIS)
58
 Não é específico para Treponema (Detecta IgG e IgM) contra
material lipídico de mitocôndrias lesadas e cardiolipina liberada
pelos treponemas.
TESTE RAPIDO ANTI HIV
59
SOROLOGIA PARA HIV
60
TOXOPLASMOSE IgM e IgG
61
SOROLOGIA HEPATITE B (HbsAg)
62
 HbsAg é o antigeno de superficie do virus (indica infecção atual)
UROCULTURA + URINA TIPO 1
(SU)63
ULTRASSONOGRAFIA
OBSTETRICA64
CITOPATOLOGICO DO UTERO *
65
EXAME DA SECREÇÃO VAGINAL*
66
PARASITOLOGICO DE FEZES*
67
2° TRIMESTRE
68
3° TRIMESTRE
69
SITUAÇÕES ESPECIAIS
70
 HTLV-1 e HTLV-2
 A triagem para HTLV-1 no pré-natal deve ser implantada em áreas geográficas
específicas
 Vírus da hepatite C
 Solicitado em situações de alto risco, como uso de drogas injetáveis e/ou
parceiro usuário, transfusões de sangue ou múltiplos parceiros de um ou de
ambos.
 Rubeola
 Identificar mulheres em risco de contrair infecção e possibilitar vacinação no
período pós-natal, protegendo gestações futuras.
 Clamidia, CMV e infecção por Streptococcus B
 Não se realiza rastreamento de rotina
ACOMPANHAMENTO DO PRE NATAL
71
 As consultas de pré-natal poderão ser realizadas na unidade de saúde
ou durante visitas domiciliares.
 O calendário de atendimento durante o pré-natal deve ser programado
em função dos períodos gestacionais que determinam o maior risco
materno e perinatal.
CALENDARIO DE CONSULTAS
72
 O calendário deve ser iniciado precocemente (no primeiro trimestre)
e deve ser regular, garantindo-se que todas as avaliações propostas
sejam realizadas e que tanto o Cartão da Gestante quanto a Ficha de
Pré-Natal sejam preenchidos.
73
CALENDARIO DE CONSULTAS
 O total de consultas deverá ser de, no mínimo, 6 (seis), com
acompanhamento intercalado entre médico e enfermeiro.
 Sempre que possível, as consultas devem ser realizadas conforme o
seguinte cronograma:
 Até 28ª semana – mensalmente;
 Da 28ª até a 36ª semana – quinzenalmente;
 Da 36ª até a 41ª semana – semanalmente.
74
CALENDARIO DE CONSULTAS
 A maior frequência de visitas no final da gestação visa à avaliação do
risco perinatal e das intercorrências clínico-obstétricas mais comuns
nesse trimestre, como trabalho de parto prematuro, pré-eclâmpsia e
eclâmpsia, amniorrexe prematura e óbito fetal.
 Não existe “alta” do pré-natal antes do parto.
75
CALENDARIO DE CONSULTAS
 Quando o parto não ocorre até a 41ª semana, é necessário encaminhar
a gestante para avaliação do bem-estar fetal, incluindo avaliação do
índice do líquido amniótico e monitoramento cardíaco fetal.
76
CALENDARIO DE CONSULTAS
 Estudos clínicos randomizados demonstram que a conduta de induzir o
trabalho de parto em todas as gestantes com 41 semanas de gravidez é
preferível à avaliação seriada do bem-estar fetal, pois se observou menor
risco de morte neonatal e perinatal e menor chance de cesariana no
grupo submetido à indução do parto com 41 semanas.
77
CALENDARIO DE CONSULTAS
 O acompanhamento da mulher no ciclo grávido-puerperal deve ser
iniciado o mais precocemente possível e só se encerra após o 42º dia de
puerpério, período em que a consulta de puerpério deverá ter sido
realizada.
78
CALENDARIO DE CONSULTAS
10 passos para um pré-natal de qualidade
1° PASSO: Iniciar o pré-natal na Atenção Primária à Saúde até a 12ª semana
de gestação (captação precoce)
2° PASSO: Garantir os recursos humanos, físicos, materiais e técnicos
necessários à atenção pré-natal.
79
10 PASSOS PRE NATAL DE QUALIDADE
3° PASSO: Toda gestante deve ter assegurado a solicitação, realização e
avaliação em termo oportuno do resultado dos exames preconizados no
atendimento pré-natal.
4° PASSO: Promover a escuta ativa da gestante e de seus(suas)
acompanhantes, considerando aspectos intelectuais, emocionais, sociais e
culturais e não somente um cuidado biológico: "rodas de gestantes".
80
10 PASSOS PRE NATAL DE QUALIDADE
5° PASSO: Garantir o transporte público gratuito da gestante para o
atendimento pré-natal, quando necessário.
6° PASSO: É direito do(a) parceiro(a) ser cuidado (realização de consultas,
exames e ter acesso a informações) antes, durante e depois da gestação:
"pré-natal do(a) parceiro(a)".
81
10 PASSOS PRE NATAL DE QUALIDADE
7° PASSO: Garantir o acesso à unidade de referência especializada, caso seja
necessário.
8° PASSO: Estimular e informar sobre os benefícios do parto fisiológico,
incluindo a elaboração do "Plano de Parto".
82
10 PASSOS PRE NATAL DE QUALIDADE
9° PASSO: Toda gestante tem direito de conhecer e visitar previamente o
serviço de saúde no qual irá dar à luz (vinculação).
10° PASSO: As mulheres devem conhecer e exercer os direitos garantidos por
lei no período gravídico-puerperal.
83
10 PASSOS PRE NATAL DE QUALIDADE
OBRIGADO!
84
REFERÊNCIAS
1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Atenção ao pré-natal de
baixo risco / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à
Saúde. Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Editora do
Ministério da Saúde, 2013.
2. FEBRASGO. Manual de Assistência Pré-Natal. 2010
85

Pre natal de baixo risco parte 2 Uesc Medicina

  • 1.
    SEMINARIO SAUDE DAMULHER PIESC III
  • 2.
    Alunos:  Auro EduardoA. Gonçalves  Hugo Henrique R. de Almeida  Jordian Jorge Pinheiro  Lais Anita da Rocha Lima  Lidiany Oxenford da Silva  Marcos Venancio A. Ferreira  Mariana Souza Santana  Mateus Kist Ibiapino  Tassila Oliveira Nery de Freitas Professora:  Sheylla Portela PIESC N. Senhora da Vitoria I
  • 3.
    ASSISTÊNCIA PRÉ NATALDE BAIXO RISCO 2
  • 4.
    PRÉ NATAL DEBAIXO RISCO “A Assistência Pré-Natal visa assegurar que cada gestação culmine no parto de um recém- nascido saudável, sem prejuízos à saúde da mãe”. 4
  • 5.
    AÇÕES DA EQUIPEDE SAÚDE  Preenchimento da ficha de cadastramento da gestante no SisPreNatal ou diretamente no sistema para os serviços de saúde informatizados;  Preenchimento do Cartão da Gestante e da Ficha Clínica de Pré-Natal: identificação e demais dados da anamnese e exame físico; número do Cartão Nacional de Saúde; hospital de referência para o parto;  Verificação da situação vacinal e orientação sobre a sua atualização, se necessário; 5
  • 6.
    AÇÕES DA EQUIPEDE SAÚDE  Solicitação dos exames de rotina e realização dos testes rápidos;  Orientação sobre as consultas subsequentes, as visitas domiciliares e as atividades educativas;  Os fatores de risco deverão ser identificados em destaque no Cartão da Gestante, e reavaliados a cada consulta. 6
  • 7.
    PRIMEIRO CONTATO No primeirocontato com o profissional, a gestante busca:  Confirmar sua gravidez;  Amparar suas dúvidas e ansiedades;  Certificar-se de que tem bom corpo para gestar;  Certificar-se de que o bebê está bem;  Apoiar-se para seguir nessa “aventura”. 7
  • 8.
  • 9.
    ANAMNESE Na primeira consulta,deve-se pesquisar:  Aspectos socioepidemiológicos  Os antecedentes familiares  Antecedentes pessoais gerais  Ginecológicos  Obstétricos  Situação da gravidez atual 9
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    NÃO PODE FALTAR 1)Data precisa da última menstruação; 2) Regularidade dos ciclos; 3) Uso de anticoncepcionais; 4) Paridade; 5) Intercorrências clínicas, obstétricas e cirúrgicas; ; 6) Detalhes de gestações prévias; 7) Uso de medicações; 12
  • 13.
    8. Hospitalizações anteriores; 9.História prévia de doença sexualmente transmissível 10. Exposição ambiental ou ocupacional de risco; 11. Reações alérgicas; 12. História pessoal ou familiar de doenças hereditárias/malformações; 13. Gemelaridade anterior; 13 NÃO PODE FALTAR
  • 14.
    14. Fatores socioeconômicos; 15.Atividade sexual; 16. Uso de tabaco, álcool ou outras drogas lícitas ou ilícitas; 17. História infecciosa prévia; 18. Vacinações prévias; 19. História de violências 14 NÃO PODE FALTAR
  • 15.
    OUTROS ASPECTOS DA ANAMNESE Pesquisar sintomas relacionados à gravidez:  Náuseas  Vômitos  Dor abdominal  Constipação  Cefaleia  Síncope  Sangramento ou corrimento vaginal  Disúria, polaciúria  Edemas  É importante sanar dúvidas e minimizar a ansiedade do casal. 15
  • 16.
    EXAME FISICO DAGESTANTE 16
  • 17.
     Inspeção dapele e das mucosas;  Sinais vitais: aferição do pulso, frequência cardíaca, frequência respiratória, temperatura axilar;  Palpação da tireoide , região cervical, supraclavicular e axilar (pesquisa de nódulos ou outras anormalidades);  Ausculta cardiopulmonar;  Exame do abdome;  Exame dos membros inferiores;  Determinação do peso;  Determinação da altura;  Cálculo do IMC;  Avaliação do estado nutricional e do ganho de peso gestacional;  Medida da pressão arterial;  Pesquisa de edema (membros, face, região sacra, tronco). EXAME FÍSICO GERAL 17
  • 18.
    EXAME GINECO-OBSTÉTRICO  Palpaçãoobstétrica;  Medida e avaliação da altura uterina;  Ausculta dos batimentos cardiofetais;  Registro dos movimentos fetais;  Teste de estímulo sonoro simplificado (Tess);  Exame clínico das mamas;  Exame ginecológico (inspeção dos genitais externos, exame especular, coleta de material para exame colpocitopatológico, toque vaginal). 18
  • 19.
    CÁLCULO DA IDADEGESTACIONAL  Quando a data da última menstruação (DUM) é conhecida e certa:  Uso do calendário: some o número de dias do intervalo entre a DUM e a data da consulta, dividindo o total por sete (resultado em semanas);  Gestograma: coloque a seta sobre o dia e o mês correspondentes ao primeiro dia e mês do último ciclo menstrual e observe o número de semanas indicado no dia e mês da consulta atual. 19
  • 20.
  • 21.
    CÁLCULO DA IDADEGESTACIONAL  Quando a data da última menstruação é desconhecida, mas se conhece o período do mês em que ela ocorreu:  Considere como data da última menstruação os dias 5, 15 e 25.  Quando a data e o período da última menstruação são desconhecidos:  Medida da altura do fundo do útero + pelo toque vaginal + início dos movimentos fetais (18 e 20 semanas). 21
  • 22.
    CÁLCULO DA IDADEGESTACIONAL 22 Bates, 8
  • 23.
     280 diasou 40 semanas;  Gestograma: coloque a seta sobre o dia e o mês correspondentes ao primeiro dia e mês da última menstruação e observe a seta na data (dia e mês) indicada como data provável do parto. 23 CÁLCULO DA DATA PROVAVEL DO PARTO
  • 24.
     Regra deNaegele: somar sete dias ao primeiro dia da última menstruação e subtrair três meses ao mês em que ocorreu a última menstruação (ou adicionar nove meses, se corresponder aos meses de janeiro a março). 24 CÁLCULO DA DATA PROVAVEL DO PARTO
  • 25.
    AVALIAÇÃO DO ESTADONUTRICIONAL  Cálculo da semana gestacional;  Peso;  Altura;  IMC. 25
  • 26.
    26 Fonte: (ATALAHet al., 1997, p. 1429- 1436).
  • 27.
  • 28.
    AVALIAÇÃO DO ESTADONUTRICIONAL  Baixo peso (BP): investigue história alimentar, hiperêmese, infecções, parasitoses, anemias e doenças debilitantes. Dê a orientação nutricional* e remarque a consulta em intervalo menor do que o fixado no calendário habitual;  Adequado (A): siga o calendário habitual. Dê-lhe orientação nutricional, visando à manutenção do peso adequado e à promoção de hábitos alimentares saudáveis;  Sobrepeso e obesidade (S e O): investigue obesidade pré-gestacional, casos de edema, polidrâmnio, macrossomia e gravidez múltipla. Dê 28
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
    ORIENTAÇÃO ALIMENTAR  Trêsrefeições e dois lanches;  Dois litros de água entre as refeições;  Não pular refeições e evitar “Beliscar”;  Uma colher de óleo vegetal;  Utilizar temperos naturais;  Evitar café e achocolatados;  Evitar excesso de sal, gordura e doces;  Ferro e vitamina C. 32
  • 33.
     6 porçõesde cereais e tubérculos;  3 porções de legumes e verduras;  3 porções de frutas;  3 porções de leite e derivados;  1 porção de carnes, aves, peixes ou ovos;  Feijão e arroz pelo menos 5 vezes por semana. 33 ORIENTAÇÃO ALIMENTAR
  • 34.
  • 35.
    CONTROLE DA PRESSÃOARTERIAL  Hipertensão arterial na gestação:  A observação de níveis tensionais absolutos iguais ou maiores do que 140mmHg de pressão sistólica e iguais ou maiores do que 90mmHg de pressão diastólica, mantidos em medidas repetidas, em condições ideais, em pelo menos três ocasiões. 35
  • 36.
    CONTROLE DA PRESSÃOARTERIAL Classificação da HAS na gestação:  Pré-eclâmpsia: HAS + proteinúria após a 20ª semana;  Eclâmpsia: pré-eclâmpsia + convulsões;  Pré-eclâmpsia superposta à HAS crônica: pré-eclâmpsia + trombocitopenia ou anormalidades da função;  Hipertensão arterial sistêmica crônica: HAS antes da gestação, no período que precede à 20ª semana de gravidez ou além de 12 semanas após o parto;  Hipertensão gestacional: HAS após a 20ª semana, sem proteinúria. 36
  • 37.
     Níveis dePA desconhecidos antes da gestação e valores da pressão < 140/90mmHg:  Diminua a ingestão de sal;  Aumente a ingestão hídrica;  Pratique atividade física.  Níveis de PA conhecidos e normais antes da gestação e aumento da PA, mantendo nível < 140/90mmHg::  Medidas anteriores;  Agendamento de controle mais próximo. 37 CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL
  • 38.
     Níveis dePA conhecidos ou desconhecidos antes da gestação, valores da PA > 140/90mmHg e < 160/110, sem sintomas e sem ganho ponderal maior do que 500g semanais:  Possível erro no cálculo de IG;  Proteinúria;  Ultrassonografia;  Retorno em 15 dias ou encaminhamento.. 38 CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL
  • 39.
     Valores dePA > 140/90mmHg e  Proteinúria positiva e/ou  Sintomas clínicos ou paciente assintomática, porém com níveis de PA > 160/110mmHg: ou  Paciente com hipertensão arterial crônica, moderada ou grave, ou em uso de medicação anti-hipertensiva: Pré natal de alto risco 39 CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
  • 45.
  • 46.
    EXAMES COMPLEMENTARES 46  1ºtrimestre (1ª à 13ª semana)  2º trimestre (14ª à 27ª semana)  3º trimestre ( ≥ 28ª semana)
  • 47.
  • 48.
  • 49.
  • 50.
  • 51.
  • 52.
  • 53.
  • 54.
  • 55.
  • 56.
  • 57.
    TESTE RAPIDO PARASIFILIS (Triagem) 57  É um teste imunocromatográfico, treponêmico, de uso único para detecção de anticorpos específicos para Treponema pallidum
  • 58.
    VDRL/RPR (SIFILIS) 58  Nãoé específico para Treponema (Detecta IgG e IgM) contra material lipídico de mitocôndrias lesadas e cardiolipina liberada pelos treponemas.
  • 59.
  • 60.
  • 61.
  • 62.
    SOROLOGIA HEPATITE B(HbsAg) 62  HbsAg é o antigeno de superficie do virus (indica infecção atual)
  • 63.
    UROCULTURA + URINATIPO 1 (SU)63
  • 64.
  • 65.
  • 66.
  • 67.
  • 68.
  • 69.
  • 70.
    SITUAÇÕES ESPECIAIS 70  HTLV-1e HTLV-2  A triagem para HTLV-1 no pré-natal deve ser implantada em áreas geográficas específicas  Vírus da hepatite C  Solicitado em situações de alto risco, como uso de drogas injetáveis e/ou parceiro usuário, transfusões de sangue ou múltiplos parceiros de um ou de ambos.  Rubeola  Identificar mulheres em risco de contrair infecção e possibilitar vacinação no período pós-natal, protegendo gestações futuras.  Clamidia, CMV e infecção por Streptococcus B  Não se realiza rastreamento de rotina
  • 71.
  • 72.
     As consultasde pré-natal poderão ser realizadas na unidade de saúde ou durante visitas domiciliares.  O calendário de atendimento durante o pré-natal deve ser programado em função dos períodos gestacionais que determinam o maior risco materno e perinatal. CALENDARIO DE CONSULTAS 72
  • 73.
     O calendáriodeve ser iniciado precocemente (no primeiro trimestre) e deve ser regular, garantindo-se que todas as avaliações propostas sejam realizadas e que tanto o Cartão da Gestante quanto a Ficha de Pré-Natal sejam preenchidos. 73 CALENDARIO DE CONSULTAS
  • 74.
     O totalde consultas deverá ser de, no mínimo, 6 (seis), com acompanhamento intercalado entre médico e enfermeiro.  Sempre que possível, as consultas devem ser realizadas conforme o seguinte cronograma:  Até 28ª semana – mensalmente;  Da 28ª até a 36ª semana – quinzenalmente;  Da 36ª até a 41ª semana – semanalmente. 74 CALENDARIO DE CONSULTAS
  • 75.
     A maiorfrequência de visitas no final da gestação visa à avaliação do risco perinatal e das intercorrências clínico-obstétricas mais comuns nesse trimestre, como trabalho de parto prematuro, pré-eclâmpsia e eclâmpsia, amniorrexe prematura e óbito fetal.  Não existe “alta” do pré-natal antes do parto. 75 CALENDARIO DE CONSULTAS
  • 76.
     Quando oparto não ocorre até a 41ª semana, é necessário encaminhar a gestante para avaliação do bem-estar fetal, incluindo avaliação do índice do líquido amniótico e monitoramento cardíaco fetal. 76 CALENDARIO DE CONSULTAS
  • 77.
     Estudos clínicosrandomizados demonstram que a conduta de induzir o trabalho de parto em todas as gestantes com 41 semanas de gravidez é preferível à avaliação seriada do bem-estar fetal, pois se observou menor risco de morte neonatal e perinatal e menor chance de cesariana no grupo submetido à indução do parto com 41 semanas. 77 CALENDARIO DE CONSULTAS
  • 78.
     O acompanhamentoda mulher no ciclo grávido-puerperal deve ser iniciado o mais precocemente possível e só se encerra após o 42º dia de puerpério, período em que a consulta de puerpério deverá ter sido realizada. 78 CALENDARIO DE CONSULTAS
  • 79.
    10 passos paraum pré-natal de qualidade 1° PASSO: Iniciar o pré-natal na Atenção Primária à Saúde até a 12ª semana de gestação (captação precoce) 2° PASSO: Garantir os recursos humanos, físicos, materiais e técnicos necessários à atenção pré-natal. 79 10 PASSOS PRE NATAL DE QUALIDADE
  • 80.
    3° PASSO: Todagestante deve ter assegurado a solicitação, realização e avaliação em termo oportuno do resultado dos exames preconizados no atendimento pré-natal. 4° PASSO: Promover a escuta ativa da gestante e de seus(suas) acompanhantes, considerando aspectos intelectuais, emocionais, sociais e culturais e não somente um cuidado biológico: "rodas de gestantes". 80 10 PASSOS PRE NATAL DE QUALIDADE
  • 81.
    5° PASSO: Garantiro transporte público gratuito da gestante para o atendimento pré-natal, quando necessário. 6° PASSO: É direito do(a) parceiro(a) ser cuidado (realização de consultas, exames e ter acesso a informações) antes, durante e depois da gestação: "pré-natal do(a) parceiro(a)". 81 10 PASSOS PRE NATAL DE QUALIDADE
  • 82.
    7° PASSO: Garantiro acesso à unidade de referência especializada, caso seja necessário. 8° PASSO: Estimular e informar sobre os benefícios do parto fisiológico, incluindo a elaboração do "Plano de Parto". 82 10 PASSOS PRE NATAL DE QUALIDADE
  • 83.
    9° PASSO: Todagestante tem direito de conhecer e visitar previamente o serviço de saúde no qual irá dar à luz (vinculação). 10° PASSO: As mulheres devem conhecer e exercer os direitos garantidos por lei no período gravídico-puerperal. 83 10 PASSOS PRE NATAL DE QUALIDADE
  • 84.
  • 85.
    REFERÊNCIAS 1. Brasil. Ministérioda Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Atenção ao pré-natal de baixo risco / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2013. 2. FEBRASGO. Manual de Assistência Pré-Natal. 2010 85

Notas do Editor

  • #49 Hemograma: verifica proporções, quantidade e aspectos morfológicos do sangue. É importante para o diagnóstico de anemia; na gestacao há uma elevação do volume sanguineo total em 40-50% com aumento tanto do volume plasmatico quanto da massa de eritrocitos e leucocitos, mas esse aumento nao é proporcional, desse modo, indicadores hematologico como a contagem de eritrocitos, niveis de Hb e hematocrito reduzem drasticamente a partir do segundo trimestre. O volume plasmatico sobe a partir da 6 semana, mais rapidamente no segundo trimestre, a massa eritrocitaria tambem se eleva mas em proporcoes menores e um pouco mais tarde (a partir da 16 a 20) ocasionando uma hemodiluição. A anemia é mais comum a partir da 20 semana. O Ministério da Saúde recomenda que toda gestante receba suplemento de ferro desde o início do pré-natal, independente da idade gestacional, e tomar até o 3º mês após o parto, mesmo que não esteja anêmica. http://jornalextracurricular.com.br/hemograma/
  • #52 A base da classificação do sangue em grupos, reside na presença ou não desses antígenos ou aglutinógenos. Desse modo, alguns indivíduos possuem apenas o aglutinógeno A nas suas hemácias. Outros tem o aglutinógeno B, outros podem ter os dois aglutinógenos, A e B presentes e finalmente, outros indivíduos podem não ter nem o aglutinógeno A nem o aglutinógeno B, na superfície das suas hemácias. São quatro grupos principais da classificação sanguínea. Grupo Sanguíneo A – As hemácias tem o aglutinógeno A presente. Grupo Sanguíneo B – As hemácias tem o aglutinógeno B presente. Grupo Sanguíneo AB – As hemácias tem os aglutinógenos A e B presentes. Grupo Sanguíneo O – As hemácias não tem aglutinógeno nem do tipo A e nem do tipo B. http://slideplayer.com.br/slide/1222750/ http://esperandobb.blogspot.com.br/2013/09/testes-obrigatorios-ao-recem-nascido.html
  • #54 O teste de Coombs serve para verificar a existência de anticorpos AC, que agem contra as células vermelhas do sangue no corpo. Estes AC podem se ligar aos glóbulos vermelhos (hemácias) e causar a destruição prematura destas hemácias, evento conhecido como hemólise. Há dois tipos de Coombs, o Coombs direto e o Coombs Indireto. O teste de Coombs indireto é útil para identificar anticorpos circulantes não ligados, na amostra de soro, contra uma série de células vermelhas do sangue, em especial “D”. O exame Coombs indireto geralmente é utilizado em testes de pré-natal das mulheres grávidas – detecção de anticorpos anti-D circulantes em mães Rh negativas sensibilizadas, e em testes de sangue antes de uma transfusão de sangue ou paradeterminar se uma pessoa pode ter uma reação a uma transfusão de sangue.
  • #56 detecta se há tendência de desenvolvimento de diabetes gestacional. Coleta de sangue em jejum para determinar a concentração de glicose no sangue;
  • #57 detecta se há tendência de desenvolvimento de diabetes gestacional. Coleta de sangue em jejum para determinar a concentração de glicose no sangue;
  • #58 O teste rápido para sífilis é um teste imunocromatográfico, treponêmico, de uso único para detecção de anticorpos específicos para Treponema pallidum. Pode ser realizado com amostra de sangue total, soro ou plasma.. De acordo com o fluxograma, obtendo-se resultado reagente no teste rápido para sífilis, há a necessidade de coletar amostra por punção venosa e encaminhar para o laboratório para que o Fluxograma Laboratorial para Pesquisa de Sífilis seja realizado (Portaria nº 3.242). Em situações específicas, em caráter de exceção, há a recomendação de tratamento somente com resultado do teste rápido reagente.
  • #61 Pode ser direta ou indireta. Os testes sorológicos baseiam-se na detecção de anticorpos e/ou antígenos do HIV presentes ou não na amostra do paciente. Em adultos, esses anticorpos aparecem no sangue dos indivíduos infectados, em média de quatro a 12 semanas após a infecção
  • #62 Toxoplasma Gondii. gestante que apresentar sororreatividade antes da gravidez indica infecao antiga assim nao há necessidade de se realizar nova sorologia ja que o risco de reinfeccao é rara. Gestante com infeccao antiga, exposicao anterior ao parasita (IgG positiva, IgM negativa). Gestante com possivel infeccao recente (IgG e IgM reagentes - deve-se realizar o teste de avidez de IgG ou IgA. Gestante possivelmente na fase inicial da infeccao (IgG negativo e IgM positivo – confirmar com nova sorologia apos 15 dias). Gestante suscetivel ou em risco (IgG nao reagente e IgM reagente)
  • #63 Anti HBs - Indica se existem anticorpos contra a hepatite B, os quais podem ser por causa da vacina ou de uma infecção anterior curada espontaneamente.
  • #65 é indicado para confirmar a cronologia da gestação. Também pode ser usado para prognóstico de doenças cromossômicas ou malformações;
  • #66 para detectar câncer do colo de útero