Parada Cardiorrespiratória 
Encefálica e Reanimação 
Cardiopulmonar 
Michel M. Dalmedico
Conceito 
Condição súbita de parada dos batimentos cardíacos 
eficazes, caracterizada por: 
• Perda da consciência com ausência de resposta aos 
estímulos; 
• Apneia ou Respiração Agônica (Gasp agônico); 
• Ausência de Pulsos Palpáveis (Carotídeo).
Diagnóstico 
• Baseia-se na Tríade: inconsciência, ausência de 
respiração e ausência de pulso central. 
• Completa-se com a identificação da modalidade ou 
mecanismo de parada.
Diagnóstico Diferencial 
6 Hs 5 Ts 
Hipovolemia Toxinas 
Hipóxia Tamponamento Cardíaco 
Hidrogênio (Acidose) 
Tensão no Tórax 
(Pneumotórax) 
Hiper/hipopotassemia Trombose 
Hipoglicemia Trauma 
Hipotermia
Ressuscitação Cardiopulmonar 
• A RCP é o conjunto de procedimentos realizados 
após uma PCR com o objetivo temporário de manter 
artificialmente a circulação de sangue arterial ao 
cérebro e outros órgãos vitais até o retorno da 
circulação espontânea.
Diretrizes de reanimação 
cardiopulmonar - AHA 
• Atendimento inicial – suporte básico (BLS) ou 
suporte primário; 
• Atendimento avançado – ACLS.
Cadeia da Sobrevida 
• 1. Reconhecimento imediato da PCR e acionamento 
do serviço de urgência. 
• 2. RCP precoce, com ênfase nas compressões 
torácicas. 
• 3. Rápida desfibrilação. 
• 4. Suporte avançado de vida eficaz. 
• 5. Cuidados pós-PCR integrados.
Suporte Básico de Vida (BLS) 
• Conjunto de procedimentos básicos de emergência, 
objetivando o atendimento inicial da vítima. 
• Nesta etapa ocorre o reconhecimento da PCR e 
aplicação das manobras de ressuscitação 
(Sequência CABD). 
• C – Circulation (Circulação Artificial), A – Airway 
(Abertura das Vias Aéreas), B – Breathing 
(Ventilação/Respiração), D – Desfibrilação.
Suporte Básico de Vida (BLS) 
• A avaliação do SBV é uma abordagem 
sistemática que todo profissional da saúde 
treinado é capaz de realizar. 
• Enfatiza a RCP e a desfibrilação precoces. 
• Objetivos: fornecer suporte ou restaurar com 
eficácia a oxigenação, ventilação e circulação 
até RCE ou início do SAVC.
Cadeia da Sobrevida
Algoritmo SBV
( C ) Circulação 
• Durante uma RCP, o objetivo é aplicar compressões 
eficazes a uma frequência (no mínimo, 100/minuto) e 
profundidade apropriada, minimizando-se o número 
e a duração das interrupções nas compressões 
torácicas.
( C ) Circulação 
• O número total de compressões aplicadas durante a 
ressuscitação é um fator determinante da 
sobrevivência em PCR. 
• A MCE deve ser ininterrupta, regular e rítmica. 
• Relação 30 compressões/ 2 ventilações de resgate.
( A ) Abertura da Via Aérea 
• A perda de consciência resulta em diminuição do 
tônus muscular, que propicia a queda da base da 
língua sobre a faringe, obstruindo a via aérea 
superior (VAS).
( A ) Abertura da Via Aérea 
• Abrindo a via aérea: ManobraTilt Shin Lift.
( B ) Boa Respiração 
• A Máscara deve ser hermeticamente adaptada a face 
do paciente para que não ocorra escape de ar. 
• Ventilar com reanimador manual (bolsa-válvula-máscara) 
ofertando 100% de O2. 
• Observar expansão torácica durante ventilação.
( B ) Boa Respiração 
C 
E 
500 - 600mL
( D ) Desfibrilação 
• Uso terapêutico do choque elétrico, com grande 
amplitude e curta duração, aplicado no tórax ou 
diretamente sobre o miocárdio. 
• Durante uma atividade elétrica irregular, despolariza 
todas as células cardíacas, permitindo o reinício do 
ciclo cardíaco normal de forma organizada.
Desfibrilação 
• Nos casos de parada cardíaca súbita, o ritmo mais 
frequentemente observado é a FV; 
• O único tratamento realmente eficaz da FV é a 
desfibrilação elétrica; 
• A probabilidade de sucesso na desfibrilação decai 
rapidamente com o passar do tempo; 
• A FV tende a se transformar em Assistolia em 
poucos minutos.
DEA – Monofásico: 
• Choque com 360 Joules.
DEA – Bifásico: 
• Choque com 200 Joules.
Desfibrilação: Posição das Pás
Desfibrilação: Posição das Pás
Suporte Avançado de Vida (ACLS) 
• Airway avançada (Via aérea avançada); 
• Breathing – respiração (ventilação pela 
prótese); 
• Circulation – acesso venoso, monitorização; 
• Drogas / Diagnóstico diferencial.
Via Aérea Avançada*
Breathing 
• Entre 5 e 6 ventilações por minuto, sem 
correlação com a MCE.
Circulação
Diagnóstico Diferencial e Drogas. 
• Adrenalina 1 mg (Intervalo de 3 a 5 minutos); 
• Vasopressina 40 ui (em substituição a 1ª ou 2ª 
dose de Adrenalina); 
• Amiodarona (1ª dose de 300 mg, 2ª dose de 150 
mg se FV/TV).
Diagnóstico Diferencial 
6 Hs 5 Ts 
Hipovolemia – Reanimação 
Volêmica. 
Toxinas – Antídoto. 
Hipóxia – O2 
Tamponamento Cardíaco – Punção 
Pericárdica. 
Hidrogênio (Acidose) – Bicarbonato. 
Tensão no Tórax (Pneumotórax) – 
Drenagem de Tórax. 
Hiper/hipocalemia – 
Bicarbonato/Potássio. 
Trombose – Trombólise. 
Hipoglicemia – Glicose. Trauma - ??? 
Hipotermia – Aquecer.
Ritmos Cardíacos 
• Fibrilação 
Ventricular: 
Contração desorganizada e 
anárquica do miocárdio. 
ECG com ondas irregulares 
com amplitude e duração 
variáveis. 
Pode ser precedido de 
taquicardia ventricular ou 
torsade de pointes, que 
degeneram em FV.
Ritmos Cardíacos 
• Taquicardia 
Ventricular (TV) sem 
Pulso: 
Ritmo de origem abaixo da 
bifurcação do feixe de 
His, habitualmente 
expressa por QRS 
alargado.
Algoritmo de RCP: TV/FV 
• Minuto 0: Choque, RCP 
• 2 Minutos: Checar pulso, Choque, RCP 
• Adrenalina 1 mg ou Vasopressina 40 ui 
• 4 Minutos: Checar pulso, Choque, RCP 
• Amiodarona 300 mg 
• 6 Minutos: Checar pulso, Choque, RCP 
• Adrenalina 1 mg ou Vasopressina 40 ui 
• 8 Minutos: Checar pulso, Choque, RCP 
• Amiodarona 150 mg 
• 10 Minutos: Checar pulso, Choque, RCP 
• Adrenalina 1 mg
Ritmos Cardíacos 
• Assistolia. 
Cessação de qualquer 
atividade elétrica e 
mecânica dos 
ventrículos; 
Considerado o evento final 
de todos os mecanismos 
de PCR; 
RCP com pior prognóstico, 
sobrevida inferior a 20%.
Ritmos Cardíacos 
• Atividade Elétrica 
sem Pulso (AESP) ou 
Dissociação 
Eletromecânica. 
Ausência de pulso com 
atividades elétricas 
irregulares. 
Geralmente ocorre 
simultaneamente o gasp 
agônico.
Algoritmo de RCP: AESP/Assistolia 
• Minuto 0: RCP 
• 2 Minutos: Checar pulso, RCP 
• Adrenalina 1 mg ou Vasopressina 40 ui 
• 4 Minutos: Checar pulso, RCP 
• 6 Minutos: Checar pulso, RCP 
• Adrenalina 1 mg ou Vasopressina 40 ui 
• 8 Minutos: Checar pulso, RCP 
• 10 Minutos: Checar pulso, RCP 
• Adrenalina 1 mg
Algoritmo de Reanimação. 
• A arritmia pode mudar durante a reanimação, 
variando desta forma a terapia a ser empregada.
Algoritmo de Reanimação.
Sistematização da RCP: Algoritmo 
Simplificado BLS/ACLS. 
• C – Circulation: Identificar pulso (carotídeo), 
estabelecer ritmo (monitor/DEA), acesso venoso*; 
• A – Airway: assegurar permeabilidade das vias 
aéreas (Manobras de desobstrução, Reanimador 
Manual, Via aérea avançada); 
• B – Breathing: Ventilação de Resgate, relação 30:2 
ou 5 a 6 irpm (Via aérea avançada); 
• D – Desfibrilação, Drogas, Diagnóstico diferencial.
Principais Recomendações - AHA 
• Frequência de compressão mínima de 100/minuto; 
• Retorno total do tórax após cada compressão; 
• Minimização das interrupções nas compressões 
torácicas*; 
• Evitar excesso de ventilação e hiperoxia; 
• Choque primeiro versus RCP primeiro.
Variáveis de Tempo 
Pontos Críticos: 
• Identificação da PCRE e início das manobras de 
ressuscitação (diagnóstico e início < 4 minutos); 
• Aplicação do primeiro choque (administracão de 
choques em ≤ 4 minutos do colapso).
Passo a Passo: Pedindo Ajuda
Passo a Passo: Abordagem Inicial
Passo a Passo: Pulso
Passo a Passo: Estabelecendo 
Ritmo
Considerações 
• O acesso vascular, a administração de fármacos e a 
colocação de via aérea avançada, embora ainda 
recomendados, não devem causar interrupções 
significativas nas compressões torácicas, nem 
retardar os choques.
Considerações 
• As Diretrizes da AHA 2010 para RCP se baseiam em 
um processo internacional de avaliação de 
evidências, envolvendo centenas de cientistas e 
especialistas em ressuscitação de todo o mundo.
Leitura Recomendada 
• Destaques das Diretrizes da American Heart 
Association 2010 para RCP e ACE.
Referências 
• American Heart Association. Suporte Avançado de Vida 
em Cardiologia, 2010. 
• Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre 
Análise e Emissão de Laudos Eletrocardiográficos (2009). 
• Guimarães HP, Falcão LFR, Orlando JMC. Guia Prático de 
UTI. AMIB. Vol. 1. São Paulo: Editora Atheneu, 2009. 
• Pedroso, ERP; Oliveira, RG. Blackbook: Clínica Médica. 1 
ed. Blackbook Editora. Belo Horizonte, 2007.

Ppt rcp 2014 (1)

  • 1.
    Parada Cardiorrespiratória Encefálicae Reanimação Cardiopulmonar Michel M. Dalmedico
  • 2.
    Conceito Condição súbitade parada dos batimentos cardíacos eficazes, caracterizada por: • Perda da consciência com ausência de resposta aos estímulos; • Apneia ou Respiração Agônica (Gasp agônico); • Ausência de Pulsos Palpáveis (Carotídeo).
  • 3.
    Diagnóstico • Baseia-sena Tríade: inconsciência, ausência de respiração e ausência de pulso central. • Completa-se com a identificação da modalidade ou mecanismo de parada.
  • 4.
    Diagnóstico Diferencial 6Hs 5 Ts Hipovolemia Toxinas Hipóxia Tamponamento Cardíaco Hidrogênio (Acidose) Tensão no Tórax (Pneumotórax) Hiper/hipopotassemia Trombose Hipoglicemia Trauma Hipotermia
  • 5.
    Ressuscitação Cardiopulmonar •A RCP é o conjunto de procedimentos realizados após uma PCR com o objetivo temporário de manter artificialmente a circulação de sangue arterial ao cérebro e outros órgãos vitais até o retorno da circulação espontânea.
  • 6.
    Diretrizes de reanimação cardiopulmonar - AHA • Atendimento inicial – suporte básico (BLS) ou suporte primário; • Atendimento avançado – ACLS.
  • 7.
    Cadeia da Sobrevida • 1. Reconhecimento imediato da PCR e acionamento do serviço de urgência. • 2. RCP precoce, com ênfase nas compressões torácicas. • 3. Rápida desfibrilação. • 4. Suporte avançado de vida eficaz. • 5. Cuidados pós-PCR integrados.
  • 8.
    Suporte Básico deVida (BLS) • Conjunto de procedimentos básicos de emergência, objetivando o atendimento inicial da vítima. • Nesta etapa ocorre o reconhecimento da PCR e aplicação das manobras de ressuscitação (Sequência CABD). • C – Circulation (Circulação Artificial), A – Airway (Abertura das Vias Aéreas), B – Breathing (Ventilação/Respiração), D – Desfibrilação.
  • 9.
    Suporte Básico deVida (BLS) • A avaliação do SBV é uma abordagem sistemática que todo profissional da saúde treinado é capaz de realizar. • Enfatiza a RCP e a desfibrilação precoces. • Objetivos: fornecer suporte ou restaurar com eficácia a oxigenação, ventilação e circulação até RCE ou início do SAVC.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    ( C )Circulação • Durante uma RCP, o objetivo é aplicar compressões eficazes a uma frequência (no mínimo, 100/minuto) e profundidade apropriada, minimizando-se o número e a duração das interrupções nas compressões torácicas.
  • 13.
    ( C )Circulação • O número total de compressões aplicadas durante a ressuscitação é um fator determinante da sobrevivência em PCR. • A MCE deve ser ininterrupta, regular e rítmica. • Relação 30 compressões/ 2 ventilações de resgate.
  • 14.
    ( A )Abertura da Via Aérea • A perda de consciência resulta em diminuição do tônus muscular, que propicia a queda da base da língua sobre a faringe, obstruindo a via aérea superior (VAS).
  • 15.
    ( A )Abertura da Via Aérea • Abrindo a via aérea: ManobraTilt Shin Lift.
  • 16.
    ( B )Boa Respiração • A Máscara deve ser hermeticamente adaptada a face do paciente para que não ocorra escape de ar. • Ventilar com reanimador manual (bolsa-válvula-máscara) ofertando 100% de O2. • Observar expansão torácica durante ventilação.
  • 17.
    ( B )Boa Respiração C E 500 - 600mL
  • 18.
    ( D )Desfibrilação • Uso terapêutico do choque elétrico, com grande amplitude e curta duração, aplicado no tórax ou diretamente sobre o miocárdio. • Durante uma atividade elétrica irregular, despolariza todas as células cardíacas, permitindo o reinício do ciclo cardíaco normal de forma organizada.
  • 19.
    Desfibrilação • Noscasos de parada cardíaca súbita, o ritmo mais frequentemente observado é a FV; • O único tratamento realmente eficaz da FV é a desfibrilação elétrica; • A probabilidade de sucesso na desfibrilação decai rapidamente com o passar do tempo; • A FV tende a se transformar em Assistolia em poucos minutos.
  • 20.
    DEA – Monofásico: • Choque com 360 Joules.
  • 21.
    DEA – Bifásico: • Choque com 200 Joules.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
    Suporte Avançado deVida (ACLS) • Airway avançada (Via aérea avançada); • Breathing – respiração (ventilação pela prótese); • Circulation – acesso venoso, monitorização; • Drogas / Diagnóstico diferencial.
  • 25.
  • 26.
    Breathing • Entre5 e 6 ventilações por minuto, sem correlação com a MCE.
  • 27.
  • 28.
    Diagnóstico Diferencial eDrogas. • Adrenalina 1 mg (Intervalo de 3 a 5 minutos); • Vasopressina 40 ui (em substituição a 1ª ou 2ª dose de Adrenalina); • Amiodarona (1ª dose de 300 mg, 2ª dose de 150 mg se FV/TV).
  • 29.
    Diagnóstico Diferencial 6Hs 5 Ts Hipovolemia – Reanimação Volêmica. Toxinas – Antídoto. Hipóxia – O2 Tamponamento Cardíaco – Punção Pericárdica. Hidrogênio (Acidose) – Bicarbonato. Tensão no Tórax (Pneumotórax) – Drenagem de Tórax. Hiper/hipocalemia – Bicarbonato/Potássio. Trombose – Trombólise. Hipoglicemia – Glicose. Trauma - ??? Hipotermia – Aquecer.
  • 30.
    Ritmos Cardíacos •Fibrilação Ventricular: Contração desorganizada e anárquica do miocárdio. ECG com ondas irregulares com amplitude e duração variáveis. Pode ser precedido de taquicardia ventricular ou torsade de pointes, que degeneram em FV.
  • 31.
    Ritmos Cardíacos •Taquicardia Ventricular (TV) sem Pulso: Ritmo de origem abaixo da bifurcação do feixe de His, habitualmente expressa por QRS alargado.
  • 32.
    Algoritmo de RCP:TV/FV • Minuto 0: Choque, RCP • 2 Minutos: Checar pulso, Choque, RCP • Adrenalina 1 mg ou Vasopressina 40 ui • 4 Minutos: Checar pulso, Choque, RCP • Amiodarona 300 mg • 6 Minutos: Checar pulso, Choque, RCP • Adrenalina 1 mg ou Vasopressina 40 ui • 8 Minutos: Checar pulso, Choque, RCP • Amiodarona 150 mg • 10 Minutos: Checar pulso, Choque, RCP • Adrenalina 1 mg
  • 33.
    Ritmos Cardíacos •Assistolia. Cessação de qualquer atividade elétrica e mecânica dos ventrículos; Considerado o evento final de todos os mecanismos de PCR; RCP com pior prognóstico, sobrevida inferior a 20%.
  • 34.
    Ritmos Cardíacos •Atividade Elétrica sem Pulso (AESP) ou Dissociação Eletromecânica. Ausência de pulso com atividades elétricas irregulares. Geralmente ocorre simultaneamente o gasp agônico.
  • 35.
    Algoritmo de RCP:AESP/Assistolia • Minuto 0: RCP • 2 Minutos: Checar pulso, RCP • Adrenalina 1 mg ou Vasopressina 40 ui • 4 Minutos: Checar pulso, RCP • 6 Minutos: Checar pulso, RCP • Adrenalina 1 mg ou Vasopressina 40 ui • 8 Minutos: Checar pulso, RCP • 10 Minutos: Checar pulso, RCP • Adrenalina 1 mg
  • 36.
    Algoritmo de Reanimação. • A arritmia pode mudar durante a reanimação, variando desta forma a terapia a ser empregada.
  • 37.
  • 38.
    Sistematização da RCP:Algoritmo Simplificado BLS/ACLS. • C – Circulation: Identificar pulso (carotídeo), estabelecer ritmo (monitor/DEA), acesso venoso*; • A – Airway: assegurar permeabilidade das vias aéreas (Manobras de desobstrução, Reanimador Manual, Via aérea avançada); • B – Breathing: Ventilação de Resgate, relação 30:2 ou 5 a 6 irpm (Via aérea avançada); • D – Desfibrilação, Drogas, Diagnóstico diferencial.
  • 39.
    Principais Recomendações -AHA • Frequência de compressão mínima de 100/minuto; • Retorno total do tórax após cada compressão; • Minimização das interrupções nas compressões torácicas*; • Evitar excesso de ventilação e hiperoxia; • Choque primeiro versus RCP primeiro.
  • 40.
    Variáveis de Tempo Pontos Críticos: • Identificação da PCRE e início das manobras de ressuscitação (diagnóstico e início < 4 minutos); • Aplicação do primeiro choque (administracão de choques em ≤ 4 minutos do colapso).
  • 41.
    Passo a Passo:Pedindo Ajuda
  • 42.
    Passo a Passo:Abordagem Inicial
  • 43.
  • 44.
    Passo a Passo:Estabelecendo Ritmo
  • 45.
    Considerações • Oacesso vascular, a administração de fármacos e a colocação de via aérea avançada, embora ainda recomendados, não devem causar interrupções significativas nas compressões torácicas, nem retardar os choques.
  • 46.
    Considerações • AsDiretrizes da AHA 2010 para RCP se baseiam em um processo internacional de avaliação de evidências, envolvendo centenas de cientistas e especialistas em ressuscitação de todo o mundo.
  • 47.
    Leitura Recomendada •Destaques das Diretrizes da American Heart Association 2010 para RCP e ACE.
  • 48.
    Referências • AmericanHeart Association. Suporte Avançado de Vida em Cardiologia, 2010. • Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Análise e Emissão de Laudos Eletrocardiográficos (2009). • Guimarães HP, Falcão LFR, Orlando JMC. Guia Prático de UTI. AMIB. Vol. 1. São Paulo: Editora Atheneu, 2009. • Pedroso, ERP; Oliveira, RG. Blackbook: Clínica Médica. 1 ed. Blackbook Editora. Belo Horizonte, 2007.