O documento analisa a persistente desigualdade social em Portugal, destacando que a crise econômica e políticas de austeridade não são as únicas causas desse problema estrutural. Além disso, ressalta a importância do empreendedorismo social como ferramenta para criar oportunidades de emprego e melhorar a coesão social. A falta de oportunidades para as gerações mais bem formadas e o investimento insuficiente na educação são identificados como fatores centrais que perpetuam essa desigualdade.