O documento discute a incapacidade do estado português em proteger suas populações contra os efeitos das mudanças climáticas, especialmente os incêndios florestais. O autor argumenta que o atual regime democrático é incapaz de lidar com essa ameaça e defende uma maior auto-organização das populações para substituir a falta de ação do governo. Ele também critica a corrupção endêmica no sistema político português.