GE Power & Water
Water & Process Technologies
PRE TRATAMENTO POR OSMOSE
REVERSA
Treinamento Básico BWT
CONCEITOS BÁSICOS
3
4/21/2014
APLICAÇÕES
 Alimentação de Caldeiras
 Reposição de Torres de Resfriamento
 Aplicações de Descarga Zero
 Tratamento de Efluentes
Recuperação de Metais (ex.:Ni, Cr, Zn,CN)
 Deságüe de soro de queijos (concentração)
 Deságüe de Leite
 Concentração de Sucos
 Produção de Água Potável
 Indústria Farmacêutica
4
4/21/2014
PROCESSOS COM MEMBRANAS
 Osmose Reversa (RO)
 Nanofiltração (NF)
 Ultrafiltração (UF)
 Microfiltração (MF/CFMF)
 Eletrodeionização (EDI)
 Membranas de Transferência de Gases
5
4/21/2014
GUIA DE APLICAÇÃO
8
4/21/2014
Propriedade Membrana CA Membrana
TFC(PA)
Carga Superfície Neutra Negativa
Pressão 300 - 600 psi 150 - 400 psi
Temperatura 35oC (95oF) 45oC (113oF)
pH (operação) 4 - 6 3 - 11
Cloro, livre até 1.0 ppm Zero
Vida Útil Típica 2 - 3 anos 2 - 5 anos
Custo (elemento): US$500-$800 US$500-$800
Produtividade - 2xCA (1/2 pressão)
Propriedades Comparativas
TIPOS DE MEMBRANAS MEMBRAN
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4/21/2014
PERFORMANCE DAS
MEMBRANAS
Soluto Membrana CA Membrana PA
Sódio 85 - 99 96 - 99
Cloreto 85 - 99 96 - 99
Cálcio 90 - 99+ 98 - 99+
Magnésio 90 - 99+ 98 - 99+
Sulfato 90 - 99+ 98 - 99+
Carbonato 90 - 99+ 98 - 99+
Condutividade 85 - 99 97 -
99
Sílica 80 - 90 98
GASES 0 0
10
4/21/2014
FILTRAÇÃO TRANSVERSAL
REQUERIDO PARA OR
 Varre os foulants da membrana.
 Gera uma corrente de concentrado
(rejeito) e uma corrente de
permeado (produto).
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4/21/2014
TROCA IÔNICAS vs OSMOSE REVER
>150 ppm TDS? RO!
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4/21/2014
PROCESSO DE OSMOSE
PressãoPressão Osmótica Net
Solução
Concentrada
Água Pura
P P2
P = (P2 - P1) = PO
POpressão osmótica
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4/21/2014
Osmose
P
P2
P  P2
2
PROCESSO OSMOSE
Solução
Concentrada
Água
Pura
15
4/21/2014
PressãoOsmose Reversa
P P2  P 
P2P
PROCESSO OSMOSE REVERSA
Solução
Concentrada
Água
Pura
16
4/21/2014
ELEMENTO DE MEMBRANA
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4/21/2014
DESENHO DO SISTEMA DE
RO
Módulo (Elemento): Contém a Membrana
Tubo/Vaso: Módulos em Séries (2 - 8)
Estágio: Set de Vasos em Paralelo
Arranjo: No. de Estágios, Vasos/Estágio
Trem/Banco: Set de tudo descrito acima
19
4/21/2014
SKID E OSMOSE REVERSA
20
4/21/2014
Rejeição = x 100%
(ConcAlim. - ConcPermeado)
ConcAlim.
REJEIÇÃO DE SAIS
% Rejeição é a quantidade de sais removidos
(rejeitados) pelo Sistema de RO
21
4/21/2014
Recuperação = x 100%
Vazão Permeado
Vazão Alimentação
RECUPERAÇÃO
Limitações - Recuperação:
 Pressão Osmótica
 Concentração de sais formadores de incrustação
 Qualidade do Permeado
22
4/21/2014
100 gpm
75 gpm
Permeado50 gpm
25 gpm
50 gpm
25 gpm
Rejeito
RECUPERAÇÃO DE 75%
23
4/21/2014
FATOR DE CONCENTRAÇÃO
1
1- 75%
= 4
25
4/21/2014
Alimentação Permeado
Rejeito
(Concentrado)
DIAGRAMA BÁSICO DE OSMOSE
27
4/21/2014
ALIM
PERMEADO
CONCENTRADO
1o. Estágio 2o. Estágio
100 gpm
50 gpm
50
gpm
25 gpm
75 gpm
75% RECUP
50% MAX. RECUP. por ESTÁGIO
98% REJEIÇÃO
500 ppm
10 ppm
990 ppm
20 ppm
13 ppm
25 gpm
1960 ppm
10-15 microSiemens/cm
DIAGRAMA DE FLUXO DE OSMO
28
4/21/2014
EFEITO DE PRESSÃO DE
ENTRADA NA VAZÃO DE
PERMEADO E REJEIÇÃO
Rejeição Sais
Vazão de Permeado
Pressão Alimentação
Assumindo que temperatura, recuperação e concentração de
sais na alimentação são constantes
RejeiçãodeSais
VazãodePermeado
29
4/21/2014
Rejeição de Sais
(vazão constante)
Vazão de Permeado
(pressão constante)
Temperatura de Alimentação
VazãodePermeado
(pressãoconstante)
RejeiçãodeSais
(vazãoconstante)
EFEITO DE TEMPERATURA DE
ENTRADA NA VAZÃO E REJEIÇÃO
30
4/21/2014
Rejeição de Sais
Vazão de Permeado
Concentração Alimentação
Assumindo que temperatura, recuperação e pressão de
alimentação são constantes
AUMENTO DE CONCENTRAÇÃO
DE SAIS NA VAZÃO E REJEIÇÃO
31
4/21/2014
Rejeição de Sais
Vazão de Permeado
Recuperação
Assumindo que temperatura, pressão e concentração de sais
na alimentação são constantes
EFEITO DE MAIOR
RECUPERAÇÃO NA VAZÃO DE
PERMEADO E REJEIÇÃO
32
4/21/2014
NORMALIZAÇÃO DE DADOS
Mudanças de performance devem ser
monitoradas:
Fouling e/ou incrustação de
membranas
 Entupimento hidráulico
 Degradação da Membrana
(química)
 Falha mecânica (lesão mecânica,
O-ring, linha de cola)
33
4/21/2014
Data (nome operador)
Leituras Totalizadas
(horas/m³)
Vazão Alimentação
pH Alimentação
Temperatura Alimentação
Pressão Alimentação
Condutividade Alimentação
Turbidez Alimentação
Vazão de Reciclo
 Pressão Rejeito
 Condutividade Rejeito
 Vazão Rejeito
 Delta P das Membranas
 Pressão Permeado
 Condutividade Permeado
 Vazão Permeado
 Condutividade Permeado –
de cada vaso
 Pressão inter-estágios
LEVANTAMENTO DE DADOS
35
4/21/2014
Vazão de Permeado varia com:
 Pressão de Alimentação
 Temperatura de Alimentação
 Salinidade da Alimentação
 Recuperação
 Pressão de Permeado
VAZÃO DE PERMEADO NORMALIZAD
36
4/21/2014
VAZÃO AUMENTA QUANDO
PRESSÃO AUMENTA
37
4/21/2014
AUMENTO DE PRESSÃO e FLUXO
CONSTANTE
38
4/21/2014
VAZÃO AUMENTA COM
AUMENTO DE TEMPERATURA
39
4/21/2014
AUMENTO DE TEMPERATURA e
FLUXO CONSTANTE
40
4/21/2014
Gráfico de Vazão Normalizada permite ao operador
tomar medidas corretivas antes de um dano
irreversível ao sistema!
250
270
290
310
330
350
370
390
0 20 40 60 80 100 120
Dados - Leitura
Dados Normalizados
Tempo Operação (dias)
Vazão
(gpm)
VAZÃO DE PERMEADO NORMALIZA
TRATAMENTOS REQUERIDOS
42
4/21/2014
 Gaste agora ou gaste mais tarde !!
 Limpezas nunca substituem um pré-
tratamento adequado
Agentes de limpeza não são 100% efetivos na
remoção de foulants
 Agentes de limpeza podem acarretar queda
da rejeição de sais
PRÉ TRATAMENTO PARA
OSMOSE REVERSA
43
4/21/2014
 Incrustação
 Fouling
 Degradação da Membrana
PRÉ TRATAMENTO
ADEQUADO MINIMIZA
45
4/21/2014
 Foulants coloidais e particulados:
Sílica Coloidal, lodo, areia, argila
 Hidróxidos Metálicos:
Ferro, manganês, alumínio
 Precipitados de Sais:
BaSO4; SrSO4; CaSO4; SiO2 reativa
PREVENÇÃO DE FOULING
46
4/21/2014
Coloidal
Determinado pelo SDI
MMF (Filtro Multi Mídia) se SDI > 3
Coagulantes / Floculantes
Lodo/Argila:
MMF
Filtros de Cartucho
PRÉ TRATAMENTO PARA FOULING
47
4/21/2014
Válvula de Bloqueio
Regulador de Pressão
(ajustado para 30 psi)
Medidor Pressão
Suporte de Membrana/
Filtro (0.45- m)
10:23
Cronômetro
100
200
300
400
500
Proveta Graduada 500 ml
SDI – SILT DENSITY INDEX
48
4/21/2014
Onde:
» T = tempo total, minutos (usualmente 15 min)
» tinicial = tempo gasto para coletar 500 ml de
amostra, em segundos
» tfinal = tempo gasto para coletar 500 ml de
amostra em segundos
Este método é válido apenas para sistemas com baixo
nível de particulados.
SDIT =
1 - tinicial/tfinal
T
x 100
CÁLCULO DE SDI
49
4/21/2014
Tempo, T Máximo SDIT
5 minutos 15
10 minutos 7.5
15 minutos 5
Se o SDI ficar acima dos valores acima, utilize outros
métodos analíticos (contagem de partículas)para avaliar a
condição do sistema.
VALORES DE SDI MÁXIMOS
50
4/21/2014
Microbiológico (bactéria/alga & subprodutos)
 Cloração
 Biocidas não-oxidantes
 Carvão ativado
Orgânicos: Ácido húmico/fúlvico, óleo, outros
 0.5 –2.0 ppm TOC ; Pré-tratamento se TOC > 2
ppm
 Melhorar coag./floc.
 Ultrafiltração (UF)
 Evitar carvão ativado
PRÉ TRATAMENTO PARA FOULIN
51
4/21/2014
Com Coagulantes Catiônicos:
Evitar superdosagem de coagulante
Evitar anti-incrustante aniônico
PRÉ TRATAMENTO PARA FOULING
52
4/21/2014
• Sólidos < 3 SDI15 ; < 1 NTU ; < 1 TSS
• Fe & Mn < 50 ppb
• Orgânicos 1-3 ppm TOC
• CaCO3 LSI < 1 ; (pH < 6.5)
• Ba < 50 ppb (ideal < 10 ppb)
• Sr < 100 ppb
• SiO2 < 240 ppm (no rejeito); f(pH,T)
• Microbiol. Manter baixo
• pH 4-6 (CA) ; 3-11 (TFC/PA)
• Temp. < 35C (CA) ; < 45C (TFC/PA)
• Cl2 livre <1.0 (CA) ; 0 (TFC/PA)
• LSI f (anti-incrustante)
QUALIDADE DE ÁGUA DE
ALIMENTAÇÃO
LINHA DE PRODUTOS
COAGULANTES
ANTINCRUSTANTES
DECLORAÇÃO
PRODUTOS LIMPEZA
BIOCIDAS
54
4/21/2014
COAGULANTES: LINHA
SOLISEP
Inorgânicos: Klaraid IC
Orgânicos: Solisep MPT150
Outros Produtos:
Solisep MPT100
Solisep MPT102
55
4/21/2014
COAGULANTES: LINHA SOLISEP
56
4/21/2014
 Avaliação por LSI
 Usar ácido
 Limitar Recuperação
 Tratamento Químico (anti-incrustantes)
PREVENÇÃO INCRUSTAÇÃO CaCO
57
4/21/2014
 Usar antincrustante
 Não usar H2SO4 para controle de
pH
 Abrandamento com resinas
 Limitar recuperação
PREVENÇÃO INCRUSTAÇÃO CaSO
58
4/21/2014
 Usar um antincrustante
 Aumentar a temperatura de
alimentação
 Aumentar o pH para > 8
 Eliminar Fe/Al na alimentação
 Limitar recuperação
PREVENÇÃO INCRUSTAÇÃO SiO2
59
4/21/2014
 HCl ou H2SO4 ; CO2
 Prevenção de Incrustação
 Aumento da eficiência da cloração (CA)
 Ponto Dosagem: Depois do MMF se TSS
elevado
 Piora na qualidade do permeado (CO2)
 Aumento da carga iônica (ácido ou CO2 no LM)
INJEÇÃO DE ÁCIDO
60
4/21/2014
Suporta:
Presença de Fe e Al
Elevados Teores de Sílica no rejeito (250/340
ppm)
Presença de Ca, Sr, Ba (formação de SO4 & CO3
ANTINCRUSTANTES: LINHA
HYPERSPERSE
61
4/21/2014
 Incrustações específicas ou genéricas
 Ponto de Dosagem: Depois da dosagem de
ácido
 Evitar superdosagem: < 25 ppm no rejeito
ANTINCRUSTANTES: LINHA
HYPERSPERSE
62
4/21/2014
ANTINCRUSTANTES: LINHA
HYPERSPERSE
Hypersperse MDC150 (1 Fosfonato)
Hypersperse MDC220 (2 Fosfonatos)
Hypersperse MDC700 (Fosfonato +
HPS1)
Hypersperse MSI310 (Fosfonato +
HPS2)
Hypersperse MSI410 (Indicado para
SiO2)
63
4/21/2014
ANTINCRUSTANTES: LINHA
HYPERSPERSE
64
4/21/2014
 Método indicado para plantas de RO
 Dosagem 4 a 6 ppm / ppm Cl2
 Dosar depois dos filtros de cartucho
 Superdosagem favorece proliferação de BRS
 Trocar a solução a cada três semanas
 Drenar e lavar o tanque totalmente
DECLORAÇÃO: BETDEARBORN DC
66
4/21/2014
PONTOS DE DOSAGEM
67
4/21/2014
 Formulações Líquidas e em Pó
 Sinergia de ativos
 Limpezas Específicas
 Segurança Operacional
 Limpezas Fracas, Médias e Fortes
PRODUTOS DE LIMPEZA:
LINHA KLEEN
68
4/21/2014
RODUTOS DE LIMPEZA: LINHA KLEEN
69
4/21/2014
 Redução na vazão de permeado normalizado
entre 10 e 15%;
 Aumento da pressão diferencial (DP)
Normalizada em 15% em qualquer dos
estágios;
 Aumento na pressão de 10 a 15%;
 Aumento da passagem de sais Normalizada em
10 a 15%;
 Tempo > 4 meses
OBS.: Atentar para respeitar os critérios recomendados por cada fabricante de membrana.
QUANDO FAZER UMA LIMPEZA
70
4/21/2014
PRODUTIVIDADE EM FUNÇÃO
DO TEMPO DE OPERAÇÃO
Tempo de Operação
Vazão
De
Permeado
Pré-Tratamento adequado
Pré-Tratamento “médio”. Limpezas periódicas
Pré-Tratamento inadequado. Limpezas Freqüentes
71
4/21/2014
 Não há uma regra
 Geralmente a seqüência é Acida ->
Alcalina
 Se deposição é orgânica, material
particulado ou espécies microbiológicas,
geralmente a fase alcalina é a inicial
 Também para contaminações com O&G,
Sulfatos e Sílica
COMO FAZER UMA LIMPEZA ?
72
4/21/2014
Problemas no 1º. Estágio:
Deposição
Problemas no 2º. Estágio:
Incrustação
REGRAS GERAIS PARA
SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
73
4/21/2014
Ocorre primariamente nos últimos estágios
Perdas de vazão e diminuição de rejeição de sais, além de
aumento da pressão diferencial
Estratégia de Limpeza:
pH abaixo de 4
“Molho” durante a noite
Troca de soluções ao longo das
limpezas
Avaliação e correção constante de pH
Ácida -> Alcalina
INCRUSTAÇÃO CaCO3 & MgCO3
74
4/21/2014
INCRUSTAÇÃO SULFATOS
Muito difícil de limpar
Perdas de vazão e diminuição de rejeição de sais, além de
aumento da pressão diferencial
Estratégia de Limpeza:
pH alto
“Molhos” e temperatura elevada
Avaliação e correção constante de pH
Alcalina -> Ácida
BaSO4 e SrSO4 são quase
impossíveis de serem removidos.
75
4/21/2014
Conseqüência da baixa solubilidade destes compostos
Indicativo de necessidade de melhoria no pré-tratamento
Limite básico: < 0,05 ppm
Ocorre primariamente nos primeiros estágios
Estratégia de Limpeza:
pH < 2,5
Ácida -> Alcalina
DEPOSIÇÃO DE Fe & Mn
76
4/21/2014
Saturação de sílica solúvel nos estágios finais devido a alta
concentração
Polimerização da sílica solúvel
Deposição de sílica coloidal não removida no pré-tratamento
Comum onde há deposição microbiológica
Estratégia de Limpeza:
Quase impossível de
remover
pH alto com altos tempos de
“molho” (12-24h)
Sílica Coloidal: pH alto e
temperatura elevada
Alcalina -> Ácida
INCRUSTAÇÃO SÍLICA
77
4/21/2014
Comum nos primeiros estágios
Redução da vazão de permeado e aumento da pressão
diferencial
Acompanhe/evite via análise de SDI
Estratégia de Limpeza:
Ácida -> Alcalina
Quando não há metais
geralmente apenas a
alcalina é suficiente
Quando severa, altas
velocidades e temperaturas
são requeridas
DEPOSIÇÃO COLOIDAL
78
4/21/2014
Redução da vazão de permeado, aumento da pressão de
entrada e diferencial de pressão. Rejeição pode ser muito
reduzida
Estratégia de Limpeza:
Alcalina -> Ácida
pH 12 é 10 vezes mais efetivo
do que pH 10,5. Atentar para
limites das membranas
Programa preventivo deve ser
proposto com biocida
DEPOSIÇÃO MICROBIOLÓGICA
79
4/21/2014
Devido produtos químicos adicionados (geralmente catiônicos)
Redução da vazão de permeado com grande dificuldade em
restabelecer a mesma
Estratégia de Limpeza:
Limpeza Alcalina
pH elevado e alta concentração de
sabão
Pode requerer pH 11 com 5% de
NaCl a alta vazão e baixa pressão.
Não fazer esta limpeza com alta
pressão e em todo sistema
DEPOSIÇÃO ORGÂNICA OU QUÍMICA
80
4/21/2014
 Produtos Específicos
 Desinfecção de toda a planta (pré-tratamento e
membranas de osmose reversa)
 Conservação de Plantas paradas
 Utilização em limpezas químicas ou em operação
BIOCIDAS: LINHA BIOMATE
81
4/21/2014
BIOCIDAS: LINHA BIOMATE
Osmose reversa3

Osmose reversa3

  • 1.
    GE Power &Water Water & Process Technologies PRE TRATAMENTO POR OSMOSE REVERSA Treinamento Básico BWT
  • 2.
  • 3.
    3 4/21/2014 APLICAÇÕES  Alimentação deCaldeiras  Reposição de Torres de Resfriamento  Aplicações de Descarga Zero  Tratamento de Efluentes Recuperação de Metais (ex.:Ni, Cr, Zn,CN)  Deságüe de soro de queijos (concentração)  Deságüe de Leite  Concentração de Sucos  Produção de Água Potável  Indústria Farmacêutica
  • 4.
    4 4/21/2014 PROCESSOS COM MEMBRANAS Osmose Reversa (RO)  Nanofiltração (NF)  Ultrafiltração (UF)  Microfiltração (MF/CFMF)  Eletrodeionização (EDI)  Membranas de Transferência de Gases
  • 5.
  • 6.
    8 4/21/2014 Propriedade Membrana CAMembrana TFC(PA) Carga Superfície Neutra Negativa Pressão 300 - 600 psi 150 - 400 psi Temperatura 35oC (95oF) 45oC (113oF) pH (operação) 4 - 6 3 - 11 Cloro, livre até 1.0 ppm Zero Vida Útil Típica 2 - 3 anos 2 - 5 anos Custo (elemento): US$500-$800 US$500-$800 Produtividade - 2xCA (1/2 pressão) Propriedades Comparativas TIPOS DE MEMBRANAS MEMBRAN
  • 7.
    9 4/21/2014 PERFORMANCE DAS MEMBRANAS Soluto MembranaCA Membrana PA Sódio 85 - 99 96 - 99 Cloreto 85 - 99 96 - 99 Cálcio 90 - 99+ 98 - 99+ Magnésio 90 - 99+ 98 - 99+ Sulfato 90 - 99+ 98 - 99+ Carbonato 90 - 99+ 98 - 99+ Condutividade 85 - 99 97 - 99 Sílica 80 - 90 98 GASES 0 0
  • 8.
    10 4/21/2014 FILTRAÇÃO TRANSVERSAL REQUERIDO PARAOR  Varre os foulants da membrana.  Gera uma corrente de concentrado (rejeito) e uma corrente de permeado (produto).
  • 9.
    12 4/21/2014 TROCA IÔNICAS vsOSMOSE REVER >150 ppm TDS? RO!
  • 10.
    13 4/21/2014 PROCESSO DE OSMOSE PressãoPressãoOsmótica Net Solução Concentrada Água Pura P P2 P = (P2 - P1) = PO POpressão osmótica
  • 11.
  • 12.
    15 4/21/2014 PressãoOsmose Reversa P P2 P  P2P PROCESSO OSMOSE REVERSA Solução Concentrada Água Pura
  • 13.
  • 14.
    18 4/21/2014 DESENHO DO SISTEMADE RO Módulo (Elemento): Contém a Membrana Tubo/Vaso: Módulos em Séries (2 - 8) Estágio: Set de Vasos em Paralelo Arranjo: No. de Estágios, Vasos/Estágio Trem/Banco: Set de tudo descrito acima
  • 15.
  • 16.
    20 4/21/2014 Rejeição = x100% (ConcAlim. - ConcPermeado) ConcAlim. REJEIÇÃO DE SAIS % Rejeição é a quantidade de sais removidos (rejeitados) pelo Sistema de RO
  • 17.
    21 4/21/2014 Recuperação = x100% Vazão Permeado Vazão Alimentação RECUPERAÇÃO Limitações - Recuperação:  Pressão Osmótica  Concentração de sais formadores de incrustação  Qualidade do Permeado
  • 18.
    22 4/21/2014 100 gpm 75 gpm Permeado50gpm 25 gpm 50 gpm 25 gpm Rejeito RECUPERAÇÃO DE 75%
  • 19.
  • 20.
  • 21.
    27 4/21/2014 ALIM PERMEADO CONCENTRADO 1o. Estágio 2o.Estágio 100 gpm 50 gpm 50 gpm 25 gpm 75 gpm 75% RECUP 50% MAX. RECUP. por ESTÁGIO 98% REJEIÇÃO 500 ppm 10 ppm 990 ppm 20 ppm 13 ppm 25 gpm 1960 ppm 10-15 microSiemens/cm DIAGRAMA DE FLUXO DE OSMO
  • 22.
    28 4/21/2014 EFEITO DE PRESSÃODE ENTRADA NA VAZÃO DE PERMEADO E REJEIÇÃO Rejeição Sais Vazão de Permeado Pressão Alimentação Assumindo que temperatura, recuperação e concentração de sais na alimentação são constantes RejeiçãodeSais VazãodePermeado
  • 23.
    29 4/21/2014 Rejeição de Sais (vazãoconstante) Vazão de Permeado (pressão constante) Temperatura de Alimentação VazãodePermeado (pressãoconstante) RejeiçãodeSais (vazãoconstante) EFEITO DE TEMPERATURA DE ENTRADA NA VAZÃO E REJEIÇÃO
  • 24.
    30 4/21/2014 Rejeição de Sais Vazãode Permeado Concentração Alimentação Assumindo que temperatura, recuperação e pressão de alimentação são constantes AUMENTO DE CONCENTRAÇÃO DE SAIS NA VAZÃO E REJEIÇÃO
  • 25.
    31 4/21/2014 Rejeição de Sais Vazãode Permeado Recuperação Assumindo que temperatura, pressão e concentração de sais na alimentação são constantes EFEITO DE MAIOR RECUPERAÇÃO NA VAZÃO DE PERMEADO E REJEIÇÃO
  • 26.
    32 4/21/2014 NORMALIZAÇÃO DE DADOS Mudançasde performance devem ser monitoradas: Fouling e/ou incrustação de membranas  Entupimento hidráulico  Degradação da Membrana (química)  Falha mecânica (lesão mecânica, O-ring, linha de cola)
  • 27.
    33 4/21/2014 Data (nome operador) LeiturasTotalizadas (horas/m³) Vazão Alimentação pH Alimentação Temperatura Alimentação Pressão Alimentação Condutividade Alimentação Turbidez Alimentação Vazão de Reciclo  Pressão Rejeito  Condutividade Rejeito  Vazão Rejeito  Delta P das Membranas  Pressão Permeado  Condutividade Permeado  Vazão Permeado  Condutividade Permeado – de cada vaso  Pressão inter-estágios LEVANTAMENTO DE DADOS
  • 28.
    35 4/21/2014 Vazão de Permeadovaria com:  Pressão de Alimentação  Temperatura de Alimentação  Salinidade da Alimentação  Recuperação  Pressão de Permeado VAZÃO DE PERMEADO NORMALIZAD
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    40 4/21/2014 Gráfico de VazãoNormalizada permite ao operador tomar medidas corretivas antes de um dano irreversível ao sistema! 250 270 290 310 330 350 370 390 0 20 40 60 80 100 120 Dados - Leitura Dados Normalizados Tempo Operação (dias) Vazão (gpm) VAZÃO DE PERMEADO NORMALIZA
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    42 4/21/2014  Gaste agoraou gaste mais tarde !!  Limpezas nunca substituem um pré- tratamento adequado Agentes de limpeza não são 100% efetivos na remoção de foulants  Agentes de limpeza podem acarretar queda da rejeição de sais PRÉ TRATAMENTO PARA OSMOSE REVERSA
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    43 4/21/2014  Incrustação  Fouling Degradação da Membrana PRÉ TRATAMENTO ADEQUADO MINIMIZA
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    45 4/21/2014  Foulants coloidaise particulados: Sílica Coloidal, lodo, areia, argila  Hidróxidos Metálicos: Ferro, manganês, alumínio  Precipitados de Sais: BaSO4; SrSO4; CaSO4; SiO2 reativa PREVENÇÃO DE FOULING
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    46 4/21/2014 Coloidal Determinado pelo SDI MMF(Filtro Multi Mídia) se SDI > 3 Coagulantes / Floculantes Lodo/Argila: MMF Filtros de Cartucho PRÉ TRATAMENTO PARA FOULING
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    47 4/21/2014 Válvula de Bloqueio Reguladorde Pressão (ajustado para 30 psi) Medidor Pressão Suporte de Membrana/ Filtro (0.45- m) 10:23 Cronômetro 100 200 300 400 500 Proveta Graduada 500 ml SDI – SILT DENSITY INDEX
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    48 4/21/2014 Onde: » T =tempo total, minutos (usualmente 15 min) » tinicial = tempo gasto para coletar 500 ml de amostra, em segundos » tfinal = tempo gasto para coletar 500 ml de amostra em segundos Este método é válido apenas para sistemas com baixo nível de particulados. SDIT = 1 - tinicial/tfinal T x 100 CÁLCULO DE SDI
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    49 4/21/2014 Tempo, T MáximoSDIT 5 minutos 15 10 minutos 7.5 15 minutos 5 Se o SDI ficar acima dos valores acima, utilize outros métodos analíticos (contagem de partículas)para avaliar a condição do sistema. VALORES DE SDI MÁXIMOS
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    50 4/21/2014 Microbiológico (bactéria/alga &subprodutos)  Cloração  Biocidas não-oxidantes  Carvão ativado Orgânicos: Ácido húmico/fúlvico, óleo, outros  0.5 –2.0 ppm TOC ; Pré-tratamento se TOC > 2 ppm  Melhorar coag./floc.  Ultrafiltração (UF)  Evitar carvão ativado PRÉ TRATAMENTO PARA FOULIN
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    51 4/21/2014 Com Coagulantes Catiônicos: Evitarsuperdosagem de coagulante Evitar anti-incrustante aniônico PRÉ TRATAMENTO PARA FOULING
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    52 4/21/2014 • Sólidos <3 SDI15 ; < 1 NTU ; < 1 TSS • Fe & Mn < 50 ppb • Orgânicos 1-3 ppm TOC • CaCO3 LSI < 1 ; (pH < 6.5) • Ba < 50 ppb (ideal < 10 ppb) • Sr < 100 ppb • SiO2 < 240 ppm (no rejeito); f(pH,T) • Microbiol. Manter baixo • pH 4-6 (CA) ; 3-11 (TFC/PA) • Temp. < 35C (CA) ; < 45C (TFC/PA) • Cl2 livre <1.0 (CA) ; 0 (TFC/PA) • LSI f (anti-incrustante) QUALIDADE DE ÁGUA DE ALIMENTAÇÃO
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    54 4/21/2014 COAGULANTES: LINHA SOLISEP Inorgânicos: KlaraidIC Orgânicos: Solisep MPT150 Outros Produtos: Solisep MPT100 Solisep MPT102
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    56 4/21/2014  Avaliação porLSI  Usar ácido  Limitar Recuperação  Tratamento Químico (anti-incrustantes) PREVENÇÃO INCRUSTAÇÃO CaCO
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    57 4/21/2014  Usar antincrustante Não usar H2SO4 para controle de pH  Abrandamento com resinas  Limitar recuperação PREVENÇÃO INCRUSTAÇÃO CaSO
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    58 4/21/2014  Usar umantincrustante  Aumentar a temperatura de alimentação  Aumentar o pH para > 8  Eliminar Fe/Al na alimentação  Limitar recuperação PREVENÇÃO INCRUSTAÇÃO SiO2
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    59 4/21/2014  HCl ouH2SO4 ; CO2  Prevenção de Incrustação  Aumento da eficiência da cloração (CA)  Ponto Dosagem: Depois do MMF se TSS elevado  Piora na qualidade do permeado (CO2)  Aumento da carga iônica (ácido ou CO2 no LM) INJEÇÃO DE ÁCIDO
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    60 4/21/2014 Suporta: Presença de Fee Al Elevados Teores de Sílica no rejeito (250/340 ppm) Presença de Ca, Sr, Ba (formação de SO4 & CO3 ANTINCRUSTANTES: LINHA HYPERSPERSE
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    61 4/21/2014  Incrustações específicasou genéricas  Ponto de Dosagem: Depois da dosagem de ácido  Evitar superdosagem: < 25 ppm no rejeito ANTINCRUSTANTES: LINHA HYPERSPERSE
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    62 4/21/2014 ANTINCRUSTANTES: LINHA HYPERSPERSE Hypersperse MDC150(1 Fosfonato) Hypersperse MDC220 (2 Fosfonatos) Hypersperse MDC700 (Fosfonato + HPS1) Hypersperse MSI310 (Fosfonato + HPS2) Hypersperse MSI410 (Indicado para SiO2)
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    64 4/21/2014  Método indicadopara plantas de RO  Dosagem 4 a 6 ppm / ppm Cl2  Dosar depois dos filtros de cartucho  Superdosagem favorece proliferação de BRS  Trocar a solução a cada três semanas  Drenar e lavar o tanque totalmente DECLORAÇÃO: BETDEARBORN DC
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    67 4/21/2014  Formulações Líquidase em Pó  Sinergia de ativos  Limpezas Específicas  Segurança Operacional  Limpezas Fracas, Médias e Fortes PRODUTOS DE LIMPEZA: LINHA KLEEN
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    69 4/21/2014  Redução navazão de permeado normalizado entre 10 e 15%;  Aumento da pressão diferencial (DP) Normalizada em 15% em qualquer dos estágios;  Aumento na pressão de 10 a 15%;  Aumento da passagem de sais Normalizada em 10 a 15%;  Tempo > 4 meses OBS.: Atentar para respeitar os critérios recomendados por cada fabricante de membrana. QUANDO FAZER UMA LIMPEZA
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    70 4/21/2014 PRODUTIVIDADE EM FUNÇÃO DOTEMPO DE OPERAÇÃO Tempo de Operação Vazão De Permeado Pré-Tratamento adequado Pré-Tratamento “médio”. Limpezas periódicas Pré-Tratamento inadequado. Limpezas Freqüentes
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    71 4/21/2014  Não háuma regra  Geralmente a seqüência é Acida -> Alcalina  Se deposição é orgânica, material particulado ou espécies microbiológicas, geralmente a fase alcalina é a inicial  Também para contaminações com O&G, Sulfatos e Sílica COMO FAZER UMA LIMPEZA ?
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    72 4/21/2014 Problemas no 1º.Estágio: Deposição Problemas no 2º. Estágio: Incrustação REGRAS GERAIS PARA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
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    73 4/21/2014 Ocorre primariamente nosúltimos estágios Perdas de vazão e diminuição de rejeição de sais, além de aumento da pressão diferencial Estratégia de Limpeza: pH abaixo de 4 “Molho” durante a noite Troca de soluções ao longo das limpezas Avaliação e correção constante de pH Ácida -> Alcalina INCRUSTAÇÃO CaCO3 & MgCO3
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    74 4/21/2014 INCRUSTAÇÃO SULFATOS Muito difícilde limpar Perdas de vazão e diminuição de rejeição de sais, além de aumento da pressão diferencial Estratégia de Limpeza: pH alto “Molhos” e temperatura elevada Avaliação e correção constante de pH Alcalina -> Ácida BaSO4 e SrSO4 são quase impossíveis de serem removidos.
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    75 4/21/2014 Conseqüência da baixasolubilidade destes compostos Indicativo de necessidade de melhoria no pré-tratamento Limite básico: < 0,05 ppm Ocorre primariamente nos primeiros estágios Estratégia de Limpeza: pH < 2,5 Ácida -> Alcalina DEPOSIÇÃO DE Fe & Mn
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    76 4/21/2014 Saturação de sílicasolúvel nos estágios finais devido a alta concentração Polimerização da sílica solúvel Deposição de sílica coloidal não removida no pré-tratamento Comum onde há deposição microbiológica Estratégia de Limpeza: Quase impossível de remover pH alto com altos tempos de “molho” (12-24h) Sílica Coloidal: pH alto e temperatura elevada Alcalina -> Ácida INCRUSTAÇÃO SÍLICA
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    77 4/21/2014 Comum nos primeirosestágios Redução da vazão de permeado e aumento da pressão diferencial Acompanhe/evite via análise de SDI Estratégia de Limpeza: Ácida -> Alcalina Quando não há metais geralmente apenas a alcalina é suficiente Quando severa, altas velocidades e temperaturas são requeridas DEPOSIÇÃO COLOIDAL
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    78 4/21/2014 Redução da vazãode permeado, aumento da pressão de entrada e diferencial de pressão. Rejeição pode ser muito reduzida Estratégia de Limpeza: Alcalina -> Ácida pH 12 é 10 vezes mais efetivo do que pH 10,5. Atentar para limites das membranas Programa preventivo deve ser proposto com biocida DEPOSIÇÃO MICROBIOLÓGICA
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    79 4/21/2014 Devido produtos químicosadicionados (geralmente catiônicos) Redução da vazão de permeado com grande dificuldade em restabelecer a mesma Estratégia de Limpeza: Limpeza Alcalina pH elevado e alta concentração de sabão Pode requerer pH 11 com 5% de NaCl a alta vazão e baixa pressão. Não fazer esta limpeza com alta pressão e em todo sistema DEPOSIÇÃO ORGÂNICA OU QUÍMICA
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    80 4/21/2014  Produtos Específicos Desinfecção de toda a planta (pré-tratamento e membranas de osmose reversa)  Conservação de Plantas paradas  Utilização em limpezas químicas ou em operação BIOCIDAS: LINHA BIOMATE
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