O documento aborda a importância do trabalho em equipe na saúde, destacando aspectos como a especialização crescente, interação entre profissionais e a necessidade de funções interdependentes. Enfatiza que equipes funcionais possuem metas claras, comunicação efetiva e respeito mútuo, enquanto a hierarquização prejudica a integração. Conclui que o papel do médico deve ser de autonomia interdependente, promovendo um ambiente colaborativo e flexível.