TRABALHO EM EQUIPE
SAÚDE DA FAMÍLIA
Fabiane Minozzo
∎ Equipe multiprofissional (não centrada em uma especialidade);
∎ Equipe: um grupo de pessoas com habilidades complementares,
comprometidas umas com as outras e por um objetivo e projeto
comum.
EQUIPE
SAÚDE DA FAMÍLIA
(Peduzzi, 2001)
∎ Construção de um projeto comum
∎ Articulação das ações
∎ Interação comunicativa entre os agentes
∎ Superação do isolamento dos saberes
∎ Flexibilidade dos diferentes saberes
∎ Maior autonomia e criatividade dos agentes e integração entre disciplinas
(Peduzzi, 2001)
EQUIPE
∎ Para além da multidisciplinaridade: associação ou justaposição de
disciplinas que abordam um mesmo objetivo a partir de distintos
pontos de vista.
∎ Interdisciplinaridade: busca a superação das fronteiras
disciplinares, estabelecendo um consenso. Troca entre as
disciplinas com integração dos instrumentos, métodos e esquemas
conceituais.
(Peduzzi, 2001)
EQUIPE
SAÚDE DA FAMÍLIA
∎ O núcleo de competência de cada profissional, isoladamente, não
dá conta da complexidade do atendimento das necessidades de
saúde.
∎ É necessário flexibilidade nos limites das competências para
proporcionar uma ação integral.
Como estabelecer espaços de negociação para
uma atuação integrada?
REUNIÃO DE EQUIPE
∎ SAÚDE DA FAMÍLIA
∎ 4 horas semanais de reunião de equipe – semana padrão
∎ Discutir a coordenação da reunião (os diferentes integrantes da equipe
experimentam a coordenação da reunião)
∎ Circular a palavra: todos devem ter espaço de fala
∎ Espaço para valorizar o saber de todos
∎ A reunião de equipe é planejada?
REUNIÃO DE EQUIPE - SAÚDE DA FAMÍLIA
∎ Informes - breve
∎ Pactuação de metas
∎ Monitoramento de indicadores (desconstrução da visão de que metas e resultados
são externos à equipe)
∎ Educação Permanente
∎ Discussão de casos complexos
∎ Gestão da clínica
∎ Planejar as visitas domiciliares
∎ Avaliação de processo de trabalho
∎ Discussão sobre o papel dos profissionais, incluindo NASF, como educadores de
membros da equipe.
∎ Pactuar encaminhamentos e responsabilidades
∎ Realizar a ata ou registro da reunião
O QUE FAZER NA REUNIÃO DE EQUIPE?
∎ O caso - fio condutor para a troca de saberes e construção conjunta de um
projeto terapêutico singular
∎ O caso discutido em equipe promove a interdisciplinaridade e integralidade
∎ O caso – responsabilização de vários saberes
DISCUSSÃO DE CASOS CLÍNICOS NA
REUNIÃO
Educação Permanente – para além do modelo biomédico e das
especialidades fragmentadas.
∎ Importância de (re)construir, nos espaços de educação permanente,
uma nova visão sobre a integração no trabalho de equipe para que
possamos pensar no cuidado à saúde como mais que “um ato, uma
atitude” (Boff, 1999).
CAMINHOS AS SEREM TRILHADOS
∎ Necessidade de estabelecer uma relação dialógica, que busque
superar as relações hierárquicas e que evidenciem as
potencialidades de todos os profissionais;
∎ Avançar na comunicação, no compartilhamento e na interação
∎ Entender os conflitos como propulsores da mudança e como parte
do cotidiano do trabalho.
CAMINHOS AS SEREM TRILHADOS
É na relação de
complementaridade e
interdependência e ao mesmo
tempo de autonomia relativa com
um saber próprio, que entende-se
um trabalho em equipe.
(Almeida de Mishima, 2001)

09 trabalho em_equipe (2)

  • 1.
    TRABALHO EM EQUIPE SAÚDEDA FAMÍLIA Fabiane Minozzo
  • 2.
    ∎ Equipe multiprofissional(não centrada em uma especialidade); ∎ Equipe: um grupo de pessoas com habilidades complementares, comprometidas umas com as outras e por um objetivo e projeto comum. EQUIPE SAÚDE DA FAMÍLIA (Peduzzi, 2001)
  • 3.
    ∎ Construção deum projeto comum ∎ Articulação das ações ∎ Interação comunicativa entre os agentes ∎ Superação do isolamento dos saberes ∎ Flexibilidade dos diferentes saberes ∎ Maior autonomia e criatividade dos agentes e integração entre disciplinas (Peduzzi, 2001) EQUIPE
  • 4.
    ∎ Para alémda multidisciplinaridade: associação ou justaposição de disciplinas que abordam um mesmo objetivo a partir de distintos pontos de vista. ∎ Interdisciplinaridade: busca a superação das fronteiras disciplinares, estabelecendo um consenso. Troca entre as disciplinas com integração dos instrumentos, métodos e esquemas conceituais. (Peduzzi, 2001) EQUIPE SAÚDE DA FAMÍLIA
  • 5.
    ∎ O núcleode competência de cada profissional, isoladamente, não dá conta da complexidade do atendimento das necessidades de saúde. ∎ É necessário flexibilidade nos limites das competências para proporcionar uma ação integral. Como estabelecer espaços de negociação para uma atuação integrada?
  • 6.
    REUNIÃO DE EQUIPE ∎SAÚDE DA FAMÍLIA
  • 7.
    ∎ 4 horassemanais de reunião de equipe – semana padrão ∎ Discutir a coordenação da reunião (os diferentes integrantes da equipe experimentam a coordenação da reunião) ∎ Circular a palavra: todos devem ter espaço de fala ∎ Espaço para valorizar o saber de todos ∎ A reunião de equipe é planejada? REUNIÃO DE EQUIPE - SAÚDE DA FAMÍLIA
  • 8.
    ∎ Informes -breve ∎ Pactuação de metas ∎ Monitoramento de indicadores (desconstrução da visão de que metas e resultados são externos à equipe) ∎ Educação Permanente ∎ Discussão de casos complexos ∎ Gestão da clínica ∎ Planejar as visitas domiciliares ∎ Avaliação de processo de trabalho ∎ Discussão sobre o papel dos profissionais, incluindo NASF, como educadores de membros da equipe. ∎ Pactuar encaminhamentos e responsabilidades ∎ Realizar a ata ou registro da reunião O QUE FAZER NA REUNIÃO DE EQUIPE?
  • 9.
    ∎ O caso- fio condutor para a troca de saberes e construção conjunta de um projeto terapêutico singular ∎ O caso discutido em equipe promove a interdisciplinaridade e integralidade ∎ O caso – responsabilização de vários saberes DISCUSSÃO DE CASOS CLÍNICOS NA REUNIÃO
  • 10.
    Educação Permanente –para além do modelo biomédico e das especialidades fragmentadas. ∎ Importância de (re)construir, nos espaços de educação permanente, uma nova visão sobre a integração no trabalho de equipe para que possamos pensar no cuidado à saúde como mais que “um ato, uma atitude” (Boff, 1999). CAMINHOS AS SEREM TRILHADOS
  • 11.
    ∎ Necessidade deestabelecer uma relação dialógica, que busque superar as relações hierárquicas e que evidenciem as potencialidades de todos os profissionais; ∎ Avançar na comunicação, no compartilhamento e na interação ∎ Entender os conflitos como propulsores da mudança e como parte do cotidiano do trabalho. CAMINHOS AS SEREM TRILHADOS
  • 12.
    É na relaçãode complementaridade e interdependência e ao mesmo tempo de autonomia relativa com um saber próprio, que entende-se um trabalho em equipe. (Almeida de Mishima, 2001)